15.000 Professores sem colocação

Embora, este ano, pareça que tudo corre bem e que os professores estão muito satisfeitos, o flagelo continua…

 

15000

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14 comentários

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    • Aiiii on 4 de Outubro de 2016 at 11:24
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    Para não dizerem que o Arlindo continua sua cruzada contra,este ministro e ou governo, passou a ter um aliado. Já não há pachorra. Alguem esperava que houvesse vagas para todos os Professores?

    • Vicente on 4 de Outubro de 2016 at 11:32
    • Responder

    Desassossego…

    • Do Contra on 4 de Outubro de 2016 at 11:56
    • Responder

    A agenda política deste blog continua, esganiçadamente, a tentar ser cumprida. Tristemente, diga-se!
    “15000 professores sem colocação”: um drama!! Com a coligação PaF isto estava muito, mas MUITO melhor! Vivam a PACC, a BCE e as Contratações de Escola com critérios “à la carte”… Isso sim, isso é que era bom! Esses é que eram bons tempos!
    A realidade de hoje é um nojo!

      • A Favor on 4 de Outubro de 2016 at 13:21
      • Responder

      Só prova que não se esconde atrás de uma “Moita” fugindo à realidade. Mais um registo inútil…

        • Do Contra on 4 de Outubro de 2016 at 23:01
        • Responder

        O meu registo, apesar de inútil para si, vale o que vale: muito pouco… Praticamente nada. Zero!! Apenas visa denunciar que este blog tem um agenda política… Mas não me incomoda ver as críticas de comunas sobre a direita ou a críticas de “fachos” sobre a esquerda. Só gosto de apontar… É isso, sou uma espécie de apontador!

        O seu registo, no entanto, é de extrema utilidade. Aliás, deveria mudar de estatuto: passar de um mero comentário a um comentário a publicação deste blog, tal o grau de utilidade para os leitores.
        Por último, se pretende insinuar que sou da “Moita” ou que me escondo atrás de algo, esqueça. Sou do Norte, aliás… conheci e cumprimentei o Arlindo num agrupamento de Vila do Conde. E não, não me escondo… Se tiver que me identificar, faço-o… Mas nunca ninguém o solicitou e também não vejo a utilidade (sempre ela) de tal ato.

          • A Favor on 5 de Outubro de 2016 at 15:52

          No antigo regime os apontadores tinham outro nome… mas agora em democracia até são pagos para andar na net a tentar desacreditar quem por alguma razão critica as ideias que a entidade patronal defende.

          • Do Contra on 6 de Outubro de 2016 at 10:48

          “Ai, ui… que eu sou tão democrata! Eu amo esta democracia, mas não suporto a opinião dos outros, a dos hipócritas! Tenho inclusive de me dirigir a eles e criticá-los!”
          Dirigi-me a si? Critiquei-o?! Conheço-o de algum lado?! Tenha dó! Vá à sua vidinha! Desampare-me a loja!
          E sim, sou pago… e bem pago para criticar este blog! Vivo disto, se quer saber! Ganhe juízo e meta-se na sua vida, pois os autores dos artigos deste blog sabem defender-se. Não precisam de si como guarda-costas.
          Adeus e bom dia!

  1. As negociações entre os sindicatos e este ministro podem abrir as portas ao maior desastre de sempre na educação com a entrada de milhares para os quadros se levarem para a frente a proposta de apenas 3 anos em vez dos atuais 5 sucessivos para efetivação. Como são cada vez menos os alunos nas escolas nos próximos anos isto levará a uma requalificação obrigatória e despedimento de milhares, inclusive dos que já agora estão nos quadros.
    A lei tal como está (5 anos ou 4 renovações) já por si pode causar problemas a longo prazo porque uma coisa são as disponibilidades para quem está a contrato e outra para quando se está efetivo. A única coisa que podem melhorar para a tornar mais justa é acabar com as renovações.
    É preciso responsabilidade ou será um desastre para todos.

      • paula on 4 de Outubro de 2016 at 20:19
      • Responder

      Não concordo! aqui onde vivo existe muita falta de professores mas o problema, penso eu é que efetivam pessoas do norte que não querem cá trabalhar e depois pedem MI e MPD… a maioria mete mais de 40 contratados todos os anos, também não é justo… eu já tenho 12 de serviço e achava justo os 3 contratos sucessivos.. afinal é assim nas outras profissões.

        • paula on 4 de Outubro de 2016 at 20:20
        • Responder

        Sempre trabalhei no público estou fartíssima de ser contratada não é nada justa esta situação!!!!

    • maria on 4 de Outubro de 2016 at 18:43
    • Responder

    Reformar os professores mais cedo e sem penalização poderia ser uma solução para o desemprego docente.

    • Machado on 4 de Outubro de 2016 at 21:03
    • Responder

    O que quererá dizer o autor do artigo do jornal com a frase realçada: “Este ano existem mais 1178 professores sem colocação”?
    Mesmo com o conteúdo do artigo, uma vez que não existe outro dado com o qual esse valor (1178) possa ser correlacionado, o mesmo não expressa informação.

    • Marmelo on 4 de Outubro de 2016 at 23:21
    • Responder

    Muitos destes 15000 deste ano (maioritariamente com menos de 5 anos de serviço) ainda têm esperança… Nos anos anteriores foram arredados dos concursos pela PACC… Daí que este ano houvesse mais candidaturas. Como é fácil brincar com os números. Claro que há mais por colocar porque não foram banidos do ensino como nos anos anteriores. Mas também há, mas mesmo muito mais colocações. Não por iniciativa da FNE (que se vangloriava quando conseguia umas dezenas de colocações mais quando o ME lhes dava a migalha de deixar os docentes à espera de aposentação sem turma), mas sim pela FENPROF que solicitou que a MdP saísse após a MI/CI abrindo milhares de vagas para contratação.

    • maria on 5 de Outubro de 2016 at 2:08
    • Responder

    A única coisa que podem melhorar para a tornar mais justa é acabar com as renovações.

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