Aposentação Docente… mais uma vez na AR

Embora esta petição só diga respeito a dois grupos de docência, o tema é do interesse de todos… mais iniciativas como esta são necessárias.

 

Apreciação em Reunião Plenária da Petição n.º 66/XIII/1ª – “Pela Igualdade” – Pelo restabelecimento de um regime especial de aposentação para os docentes da Educação Pré-escolar e do 1.º Ciclo do Ensino Básico – para o dia 26 de outubro, a partir das 15 horas. Seria muito importante a presença de um número significativo de docentes nas galerias da Assembleia da República, pelo que faço um apelo a todos os que tiverem possibilidade de comparecer que o façam e que, se possível, mobilizem outros/as colegas. Esta é uma causa de todos, o importante é que todos os que puderem comparecer mostrem, com a sua presença, a importância do assunto e o nosso descontentamento com a situação atual.

 

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República Portuguesa

 

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33 comentários

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    • AAAND on 8 de Outubro de 2016 at 14:17
    • Responder

    Acho isto ridículo, uma vez que o ECD engloba todos os níveis de escolaridade do ensino não superior.
    A classe já está tão dividida (pelos mais diversos motivos), que alimentar e apoiar uma “causa” destas é completamente absurda, na minha maneira de pensar.
    Defender “isto” faz com que o ECD se torne completamente desnecessário e sem sentido.
    Ou se discute e defende um regime igual para todos, ou então não vale a pena.
    Qual a razão de só uns merecerem esta atenção?
    Pura e simplesmente lamentável!

      • jcc on 8 de Outubro de 2016 at 14:45
      • Responder

      Então se devemos meter tudo no mesmo saco, por que motivo uma hora para uns são 60 min. e para outros são 50 min. Por que razão o ECD estabelece para os monodocentes 25h e para outros 22h, havendo uma diferença de 3 horas e o que se passa na realidade é que os monodocentes têm uma componente letiva de 1500 min. e os outros de 1100 min., ou seja, uma diferença de 400min, que mais que duplica o que prescreve o ECD. Chamar a isto dividir é que é ridículo. A isto chama-se lutar pela equidade de uma classe.

        • Maria Santos on 8 de Outubro de 2016 at 15:47
        • Responder

        A verdade é que ridículo ou não, iniciativas destas ou de outras com o mesmo sentido – baixar a idade e o tempo de serviço para reforma ou aposentação seja de que grupo profissional for -, infelizmente, não têm contexto favorável, pelo menos, na próxima década. Temo mesmo que ainda iremos ver passar de 66 anos de idade e três meses…para seis meses…depois para 9 meses…depois 67 anos…e o que mais a má sorte nos for trazendo…com a alegação da sustentabilidade e da esperança média de vida…

      • Calimero on 9 de Outubro de 2016 at 15:48
      • Responder

      Ridículo é o seu comentário. Ridículo (e triste) é o que se passa atualmente em Portugal, onde na mesma Carreira são definidas condições de trabalho tão díspares. Ridículo é perguntar: “Qual a razão de só uns merecerem esta atenção?”, o que demonstra que fez o comentário sem conhecimento de causa (aconselho-o/a a clicar no link e ver todos os fundamentos). A classe está dividida pelo próprio ECD e por pessoas como o/a senhor/a que defendem que deve ser tratado de forma igual o que é diferente, mas só quando essa visão poderia beneficiá-lo/a em algum aspeto.
      Pura e simplesmente lamentável!

    • Fernanda on 8 de Outubro de 2016 at 16:26
    • Responder

    A pessoa que se identifica como AAAND não é professor(a) com certeza. Se o fosse não publicaria tal comentário!!!! Se não quiser perder tempo a fazer as contas que justificam este pedido, leia o fundamento que levou à petição que vai ser novamente apresentada na AR no próximo dia 26.
    Se pensa que a classe está dividida, já pensou que este poderá ser um dos motivos…Porquê haver professores a trabalhar 4 dias por semana e outros a trabalharem 5? Quer ou não direitos iguais? Ou quer apenas que os deveres sejam iguais?
    Leia, por favor, a petição onde tudo está bem claro e justificado e acredito que achará ridículo o seu comentário!!

      • Calimero on 9 de Outubro de 2016 at 15:49
      • Responder

      Se é professor/a, é certamente de outro nível de ensino.

    • Rambo on 8 de Outubro de 2016 at 22:14
    • Responder

    Não há país nenhum na Europa onde os professores primários (e Regentes Escolares) e as Bábás tenham salários iguais aos Professores do Ensino Secundário.

    Dito isto,

    Acho muito bem que façam petições deste tipo porque “limpar o cu a meninos” é muito desgastante.

    Já agora uma pequena anotação o grande desgaste, stress…e perigo efetivo correm é os docentes do Ensino Secundário. Estes sim!… lidam com verdadeiros delinquentes cujas agressões colocam em risco os docentes destas faixas etárias. A este propósito veja-se o caso (ainda recente) de um adolescente de 17 anos que matou outro de 14 anos em Rio Tinto.

    Mas…. enfim…”limpar o cu a meninos” desgasta, devido ao cheiro a merda.

      • Rita Lopes on 8 de Outubro de 2016 at 22:57
      • Responder

      Que comentário triste… :/ mais valia estar calado!

      • Maria on 8 de Outubro de 2016 at 23:29
      • Responder

      Toma a iniciativa e faz uma petição a pedir subsidio de risco. Assim, cada vez que levares na tromba já sabes que é o teu dever, pois pagam-te para isso. Quando não se tem nada para dizer…

      • Maria da Conceição Pires e Sou on 9 de Outubro de 2016 at 0:05
      • Responder

      Os professores “primários” têm o mesmo grau de formação dos professores “secundários” e “terciários”. Se aqueles têm uma componente letiva maior do que estes e se a responsabilidade na formação dos alunos é idêntica, por que acha que os salários deveriam ser diferentes?
      Deixe-me que lhe diga que, além de grosseiro, sem pingo de humor e mal redigido, o seu comentário peca ainda por uma completa desinformação. Se calhar, deveria, quiçá?!, passar um tempinho a “limpar o cu a meninos”, talvez fosse profícuo na sua formação…

        • Rambo on 9 de Outubro de 2016 at 22:07
        • Responder

        Certamente as Bábás e os Regentes e Professores primários até tem o mesmo número de anos de estudos que possui um Juiz e, por isso, devem ganhar o mesmo.

        V. Exa. não se enxerga?

          • Ferreira Joaquim on 22 de Outubro de 2016 at 23:53

          Meu caro.. Nota-se logo no seu discurso que fala como um “brasileiro”. Disse “enxerga”??? Aprenda a falar português… percebe? Se tivesse de receber de salário tanto quanto de asneiras escreve… ganharia muito mais que José Sócrates!!! Creio que está tudo dito… basta ver o nível de educação que têm no Brasil para perceber…! Quem quererá perder mais um minuto que seja a comentar os seus “Não-Comentários”…???

      • Calimero on 9 de Outubro de 2016 at 15:38
      • Responder

      Pelo seu comentário, tenho uma certeza: é mais fácil “limpar o cu a meninos” do que dar boa educação a quem não a traz o berço. Muito mais haveria a dizer, mas vou afastar-me porque… o seu comentário cheira mal.

        • Rambo on 9 de Outubro de 2016 at 22:14
        • Responder

        Caro Calimero

        Ler umas verdades, dói. Eu sei que dói.

        Tenho pena.

        Acrescento! Não há país nenhum na Europa em que as “Bábás” (agora Educadoras de Infância) e Regentes/Professores Primários tenham a mesma Tabela Salarial que os docentes do Ensino Secundário e do Ensino Superior.

        Tenho imensa pena…

          • Maria on 9 de Outubro de 2016 at 23:31

          Certamente não sabes que as Regentes já se reformaram todas. Ao contrário dos engenheiros que andam po raí a vender umas aulinhas já que nunca conseguiram vender projectos…

          • Isabel on 10 de Outubro de 2016 at 0:15

          Incomoda-te que os outros lutem?

          • Calimero on 10 de Outubro de 2016 at 13:31

          O que dói é ler tanta asneira. E, ainda por cima de quem se julga ser superior ou com mais direitos, só porque (supostamente) leciona a alunos mais velhos.
          Argumentos? Nada.
          Parece que o que lhe dói é que haja salário igual para trabalho igual.
          E a Petição em causa nem está relacionada com esse aspeto. Já agora, se está tão interessado/a, aconselho-o/a a ler e a analisar todos os dados, para não fazer mais figuras tristes.
          Uma visão degradante.

          Tenho imensa pena…

      • Ferreira Joaquim on 10 de Outubro de 2016 at 1:13
      • Responder

      Incrivelmente nenhum professor do ensino secundário quis NUNCA vir trabalhar para o ensino primário… simplesmente porque… lhes falta sabedoria… e capacidade!
      Não se compreende o argumento de que na Europa nenhum dos do ensino primário ganha mais… vêm para aqui dizer disparates… Em nome de quê se julgam no direito de ganhar mais… Qual o motivo sério que o justifica?

        • Isa on 10 de Outubro de 2016 at 13:50
        • Responder

        Caro Ferreira Joaquim, se a estupidez pagasse imposto, ia-se ver grego para pagar… Sabe…um professor só pode concorrer aos grupos e níveis de ensino para os quais tem habilitação. No caso dos professores do secundário, estes fizeram estágio, à partida, no ensino secundário, LOGO não podem concorrer a outros níveis de ensino como o (ensino) primário. Mas esclareço-lhe ainda outra coisa: os professores primários tinham, antigamente, apenas o curso do Magistério, depois é que passaram a ser as ESE’s a dar essa formação… Afinal, quem é que vem para aqui dizer disparates?!
        Dá-me vontade de rir, porque esta ‘guerra’ entre professores primários e os ‘outros’ acaba por ser alimentada pelos primeiros. Aos ‘outros’ resta fazer o que lhes compete: concorrer. Já agora, o que acha daqueles professores primários que há uns atrás, para não serem corridos do ensino, foram tirar licenciaturas à pressa, para terem outro grau e deixarem de ser bacharéis? Que tal? Pois é… quando não se tem capacidade nem sabedoria, fazem-se comentários como o seu. Informe-se primeiro e deixe de ser tão ‘intestinoso’.

          • Calimero on 10 de Outubro de 2016 at 22:10

          Caro/a Isa, a verdade é que já muitos docentes do 1.º Ciclo adquiriram habilitação própria e foram lecionar para outros níveis de ensino. Do contrário, não conheço nenhum caso.
          Quanto à aquisição de habilitações, eu sou dos que tiraram a licenciatura há uns anos atrás, não para não ser corrido do ensino, mas para poder progredir na carreira da mesma forma que os docentes dos outros ciclos. E, se pensa que foi fácil, está muito enganada. Com filhos pequenos, lecionando 25x60min por semana (e não 22 ou menos x50), passados vários anos após o curso, estudar à noite e prestar provas durante 2 anos não foi propriamente um doce.
          Quanto à “guerra” que diz ser alimentada pelos professores primários, devo dizer-lhe que a nossa “guerra” não é contra ninguém, é contra a legislação em vigor que trata de forma diferenciada uns e outros, definindo condições de trabalho díspares. É o próprio ECD que divide a classe docente em dois grupos. O que se reivindica é uma forma de compensar essa diferença enorme ao longo da Carreira. Quem se veio intrometer no assunto e fazer comentários inadmissíveis foi precisamente quem não é destes níveis de ensino e nem sequer faz parte do assunto da Petição.
          Já agora, informo-a que a designação atual não é ensino primário, logo também não se trata de professores primários, mas sim 1.º Ciclo do Ensino Básico, logo professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico.
          E, para finalizar, deixem-se de tantas referências ao aparelho digestivo, só lhes fica mal (falo no plural porque não foi a única).

          • J. Ferreira on 16 de Outubro de 2016 at 3:18

          É lamentável a afirmação que faz, ainda por cima INSULTUOSA… Custa-me a crer que uma pessoa culta possa usar uma linguagem tão RELES, tão BAIXA e, simultaneamente, estar a exercer funções docentes… Creio que nem mesmo uma simples “empregada doméstica” desceria a um nível tão baixo. A comentadora “Isa” FALA DO QUE NÃO SABE… Aliás, como há já um leitor que lhe respondeu… nem vou perder tempo a pois, a única constatação que vejo confirmada diz respeito ao ataque de ESTUPIDEZ que, certamente, foi vítima… Lamento, Não tenha a presunção de se julgar conhecedora das habilitações dos outros profissionais…
          Cara Isa, creio que deve ser daquelas pessoas a quem o seguinte dito se aplica: “mais vale ficar calada (em silêncio) e fazer-se de tonta (deixando os outros em dúvida quanto à sua capacidade e competência) do que abrir a boca (neste caso, escrever!) e dissipar todas as dúvidas! para finalizar, um conselho;: RETRATE-SE… e recupere a dignidade! De contrário, serei forçado a retribuir-lhe o apupo (já velho e nada original) mas de uma forma adaptada ao contexto: Creio que se a ESTUPIDEZ pagasse IMPOSTO, com o que a senhora teria de pagar, não apenas Portugal mas todos os países do mundo liquidariam a sua dívida externa!

          • J. Ferreira on 16 de Outubro de 2016 at 3:37

          Caríssima Isa. Veio aqui invocar o “antigamente” para atacar os antigos professores do ensino primário dizendo que “tinham, antigamente, apenas o curso do Magistério”, isto é, que antes de possuírem licenciatura, apenas tinham bacharelato. Pois bem… Queira saber a senhora que, esses professores, apesar de apenas possuírem bacharelato, tinham habilitação profissional para exercer no nível em que exerciam, o que não se verificava com a maioria dos professores que exerciam no secundário. Mais ainda, os professores do ensino primário (leia-se, primordial, fundamental) formados pelas escolas do magistério, eram profissionalizados! Sim… profissionalizados! O que só muito mais tarde aconteceu com os professores do ensino secundário. Para que fique um pouco mais informada (porque em sabe a quem dirigiu as suas palavras agressivas…!) , os professores do ensino primário foram os primeiros do país a serem profissionalizados!!!
          Quanto ao nível de habilitações, deveria ter coragem de atacar as habilitações dos seus pares que, há décadas atrás, apenas tinham formação académica e só mais tarde fizeram a profissionalização (em serviço). Ou seja, a história da educação foi feita de avanços qualitativos na formação dos profissionais. E quando saíram os primeiros Professores Profissionalizados para o mercado de trabalho, a maioria dos que leccionavam no ensino secundário ((leia-se, supérfluo!!!) eram Professores Não Profissionalizados, uns com habilitação própria, outros habilitação suficiente! Pois, nem profissionalização tinham…
          Pois, minha cara, os professores do ensino primário, à parte os formados antes do 25 de abril, sempre foram profissionalizados! Como diz, e bem, no nível fundamental nem qualquer um pode dar aulas (como aconteceu no ensino secundário onde foram parar muitos “paraquedistas da educação” a “debitar umas aulinhas” sem qualquer formação pedagógica!!

      • Ferreira Joaquim on 23 de Outubro de 2016 at 0:03
      • Responder

      Creio que a Caríssima Isa não sabe do que fala. Veio aqui invocar o “antigamente” para atacar os antigos professores do ensino primário dizendo que “tinham, antigamente, apenas o curso do Magistério”, isto é, que antes de possuírem licenciatura, apenas tinham bacharelato. Pois bem… Queira saber a senhora que, esses professores, apesar de apenas possuírem bacharelato, tinham habilitação profissional para exercer no nível em que exerciam, o que não se verificava com a maioria dos professores que exerciam no secundário. Mais ainda, os professores do ensino primário (leia-se, primordial, fundamental) formados pelas escolas do magistério, eram profissionalizados! Sim… profissionalizados! O que só muito mais tarde aconteceu com os professores do ensino secundário. Para que fique um pouco mais informada (porque em sabe a quem dirigiu as suas palavras agressivas…!) , os professores do ensino primário foram os primeiros do país a serem profissionalizados!!!
      Quanto ao nível de habilitações, deveria ter coragem de atacar as habilitações dos seus pares que, há décadas atrás, apenas tinham formação académica e só mais tarde fizeram a profissionalização (em serviço). Ou seja, a história da educação foi feita de avanços qualitativos na formação dos profissionais. E quando saíram os primeiros Professores Profissionalizados para o mercado de trabalho, a maioria dos que leccionavam no ensino secundário ((leia-se, supérfluo!!!) eram Professores Não Profissionalizados, uns com habilitação própria, outros habilitação suficiente! Pois, nem profissionalização tinham…
      Pois, minha cara, os professores do ensino primário, à parte os formados antes do 25 de abril, sempre foram profissionalizados! Como diz, e bem, no nível fundamental nem qualquer um pode dar aulas (como aconteceu no ensino secundário onde foram parar muitos “paraquedistas da educação” a “debitar umas aulinhas” sem qualquer formação pedagógica!!

      • Ferreira Joaquim on 23 de Outubro de 2016 at 0:04
      • Responder

      É lamentável a afirmação que a Caríssima Isa faz. E, ainda por cima, é INSULTUOSA… Custa-me a crer que uma pessoa culta possa usar uma linguagem tão RELES, tão BAIXA e, simultaneamente, estar a exercer funções docentes… Creio que nem mesmo uma simples “empregada doméstica” desceria a um nível tão baixo. A comentadora “Isa” FALA DO QUE NÃO SABE… Aliás, como há já um leitor que lhe respondeu… nem vou perder tempo a pois, a única constatação que vejo confirmada diz respeito ao ataque de ESTUPIDEZ que, certamente, foi vítima… Lamento, Não tenha a presunção de se julgar conhecedora das habilitações dos outros profissionais…
      Cara Isa, creio que deve ser daquelas pessoas a quem o seguinte dito se aplica: “mais vale ficar calada (em silêncio) e fazer-se de tonta (deixando os outros em dúvida quanto à sua capacidade e competência) do que abrir a boca (neste caso, escrever!) e dissipar todas as dúvidas! para finalizar, um conselho;: RETRATE-SE… e recupere a dignidade! De contrário, serei forçado a retribuir-lhe o apupo (já velho e nada original) mas de uma forma adaptada ao contexto: Creio que se a ESTUPIDEZ pagasse IMPOSTO, com o que a senhora teria de pagar, não apenas Portugal mas todos os países do mundo liquidariam a sua dívida externa!

    • Ferreira Joaquim on 10 de Outubro de 2016 at 1:06
    • Responder

    Creio que deveria ser levada uma opção bem clara: 32 ou 35 anos de contribuições para os sistemas de Segurança Social. Não é justo que todos se reformem com a mesma idade independentemente do número de anos que descontaram (que contribuíram para o bolo)…! Ou seja, os que começaram a trabalhar aos 25 e os que começam aos 35 reformam-se com a mesma idade??? Justiça, isto???

    • Rui Filipe on 10 de Outubro de 2016 at 15:49
    • Responder

    Que tristeza de classe, sem classe nenhuma.O que pensarão os portugueses no geral, ao lerem tais comentários?
    Professores “primários”(?),Regentes-onde já lá vão-,licenciaturas feitas à pressa, talvez, mas nem todas.
    Por outro lado, um dia a menos por semana,reduções de horário progressivas e até aos sessenta anos,licenciaturas feitas em ESEs e outras instituições,que não universidades, com tudo o que contêm e não contêm. Todos sabemos, que foi e é assim.
    Quem não tem telhados de vidro, que atire a primeira pedra.
    Qualquer governo, é que há-de gostar disto.
    Leiam s.f.f., o conto: o leão e os 4 touros.Só perdem 1 minuto.
    O que era importante:
    a) Deixarem-se de críticas estúpidas e que só nos dividem.
    b) Lutar por uma lei, que englobe todos os docentes. (TODOS:Educadores,Professores do 1º ciclo, 2º ciclo, 3º ciclo e Secundário).
    c) Não pedir o sol e a lua.Sempre que se peça assim, melhor para qualquer governo.Nada farão.É fácil dizer não, ao impossível.
    d) Para mim, a proposta mais equilibrada, tendo em conta todas as circunstâncias e principalmente as do país, foi a proposta do SPLIU. Não sei, se recordam.36 anos de descontos para todos os educadores e docentes do ensino não superior e descontos para a Caixa Geral de Aposentações, até se perfazer a idade legal de reforma- em breve 66 anos e 3 meses.
    De resto, quem tudo quer, tudo perde.
    Para acabar, não façam – quem faz -deste blog um saco de gatos, muito embora,
    até haja gatos com muita classe…

      • maria on 10 de Outubro de 2016 at 15:54
      • Responder

      Excelente comentário.

      • Calimero on 10 de Outubro de 2016 at 21:30
      • Responder

      Caro Rui Filipe, fossem as condições de trabalho iguais para todos e estaríamos certamente de acordo. Mas, na realidade, a carga letiva dos docentes da Educação Pré-escolar e do 1.º Ciclo é, em muito, superior à dos docentes dos restantes níveis de ensino, a qual se traduz, no final da carreira, numa diferença equivalente a vários anos de serviço (mais de 16 anos). É essa diferença que justifica a reposição de um regime especial de aposentação para os docentes daqueles dois grupos de docência e que vigorou, justamente, até 2005. Não se pode tratar de forma igual o que é diferente. Nós não queremos tudo, queremos APENAS aquilo a que temos direito: uma forma de atenuar a ENORME diferença da carga letiva ao longo dos anos. Como todos sabemos, é essa componente que provoca o maior desgaste físico e psicológico, e é essa componente que está estipulada de forma diferenciada para uns e outros. É o próprio ECD que divide a classe em dois grupos e é essa diferenciação que é totalmente injusta. Desta forma, não posso concordar com uma proposta igual para todos.
      Quanto aos comentários, como deve ter reparado, respondi a alguns que nem resposta mereciam, mas eu (e muitos outros/as) estou farto de determinadas considerações a respeito do nosso trabalho. Quando, ainda por cima, se passa ao menosprezo e à desconsideração total, tenham paciência, mas sempre que tiver oportunidade, não deixarei passar em claro essas situações. Todos têm direito à sua opinião, ninguém tem o direito ao insulto.

        • rui filipe on 12 de Outubro de 2016 at 10:42
        • Responder

        Caro Calimero
        Se a proposta do SPLIU não passou, esta muito menos.Com toda a franqueza, é chover no molhado.
        E debater uma petição, a seguir à apresentação do Orçamento do Estado?!…De qq. forma, boa sorte.

          • Calimero on 12 de Outubro de 2016 at 23:47

          Caro Rui Filipe, como deve saber, o agendamento dos debates das petições é da responsabilidade da Assembleia da República e, claro, fazê-lo após a apresentação do Orçamento de Estado é completamente desadequado neste caso, pela natureza do assunto. Quanto à sua expressão “Se a proposta do SPLIU não passou, esta muito menos.” deixa transparecer a ideia, muito arreigada, de que os assuntos relativos apenas à Educação Pré-escolar e ao 1.º Ciclo são de somenos importância. Se não, por que motivo esta tem menos possibilidades de “passar”? De qualquer forma, se estiver a interpretar mal, peço desculpa. Agradeço e também desejo boa sorte aos peticionários.

      • Ferreira Joaquim on 23 de Outubro de 2016 at 0:06
      • Responder

      Se bem reparar, no dia anterior ao seu post… estava escrito isto:
      Creio que deveria ser levada uma opção bem clara: 32 ou 35 anos de contribuições para os sistemas de Segurança Social. Não é justo que todos se reformem com a mesma idade independentemente do número de anos que descontaram (que contribuíram para o bolo)…! Ou seja, os que começaram a trabalhar aos 25 e os que começam aos 35 reformam-se com a mesma idade??? Justiça, isto???

    • Ana Maria Pereira on 10 de Outubro de 2016 at 19:24
    • Responder

    A minha alma pasmou a ler certos comentários.
    Sou Educadora de Infância há 34 anos e lecionei dois anos no 3º ciclo num vocacional.
    Durante 10 anos fui ocupando cargos e tarefas até não poder mais!!!!!!!!!!!
    Já cansada pedi um grupo de Jardim de Infância.
    Tenho 36 anos de serviço, 56 de idade, 16 de formação académica.
    Confesso que continuo a gostar do meu trabalho mas a motivação e a energia está a esmorecer. Tenho mais 11 anos pela frente que, a chegar lá, vai ser de andarilho.
    Contrariamente a alguns pensamentos aqui transcritos, poucos conhecem o trabalho do Jardim de Infância ou 1º ciclo onde já estive em Apoio Educativo.
    Mais que justa esta petição que assinei e envergonha-me que colegas estejam contra colegas.
    Não comparem o que não é comparável!!!!!!!!!!!

      • Calimero on 10 de Outubro de 2016 at 21:32
      • Responder

      Cara Ana Maria Pereira, concordo plenamente consigo.

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