Há quem tenha a radiofonia em direto nos corredores e há quem saia e entre na escola ao ritmo musical. De qualquer das formas, a música é benéfica e cria um ambiente saudável. Quanto às escolhas musicais, isso é que…
Out 17 2016
Há quem tenha a radiofonia em direto nos corredores e há quem saia e entre na escola ao ritmo musical. De qualquer das formas, a música é benéfica e cria um ambiente saudável. Quanto às escolhas musicais, isso é que…
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Out 17 2016
Hoje, das 18:00 às 20:00, realiza-se no auditório do Conselho Nacional de Educação o 10º Fórum aQeduto com o tema – Os professores são todos iguais? Neste fórum irá analisar-se variáveis relativas aos professores, tais como a sua remuneração, o número de horas que trabalham, a motivação e a perceção que os alunos e diretores têm destes profissionais, assim como as perceções que os professores têm de si próprios e a forma como estes se diferenciam uns dos outros.
É de salientar que este estudo contém dados de 2012, ou seja, de há 4 anos… mas mesmo assim caraterizam a opinião dos docentes.
Ficam aqui as principais conclusões:
Muito trabalho, pouco reconhecimento?
Em 2012, os professores portugueses declararam em média trabalhar mais de 40 horas por semana, sendo os que despendem mais tempo a preparar aulas e a dar feedback aos alunos.
Professores impacientes?
Em Portugal, os professores mais velhos são os que reportam menor disciplina em sala de aula. Não obstante, os níveis de disciplina reportados pelos professores são sempre baixos.
Os professores estão sempre a debitar matéria?
Em Portugal, os professores continuam a privilegiar as aulas de cariz expositivo em detrimento de aulas práticas baseadas em projetos.
O que faz com que os professores se sintam satisfeitos e respeitados?
Os professores sentem-se satisfeitos e respeitados quando consideram que ajudam a aprender, têm uma boa relação com os alunos e conseguem manter a disciplina em sala de aula.
A opinião defendida pelo professor do ensino básico e secundário Alexandre Henriques, autor do blogue Com Regras, é de que, “A idade dos professores e a forma como estes lidam com a indisciplina é apenas uma consequência de vários factores. A indisciplina é transversal e restringir estas questões à idade dos professores é centrar a questão na consequência e não nas suas causas. No próprio estudo é possível verificar que os professores em início de carreira também revelam algumas dificuldades quanto às questões disciplinares. A falta de preparação específica na sua formação inicial, anexa à sua inexperiência em lidar com situações novas e imprevisíveis, podem causar algumas dificuldades em lidar com certas situações de indisciplina. No extremo oposto, estamos perante muitos professores que sofrem de burnout educativo, onde a falta de reconhecimento e estagnação profissional, o aumento da idade da reforma, o desgaste em lidar com alunos cada vez mais complexos, o distanciamento geracional, o choque cultural e tecnológico entre estes, podem originar fortes conflitos em sala de aula.
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Out 16 2016
E é já no próximo dia 21 de Outubro que será lançado o novo álbum de Leonard Cohen.
E…
Espero que não seja mais um álbum de 2016 com uma premonição de morte anunciada.
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Out 16 2016
Fonte: Linha da Frente
Para quem não viu esta reportagem na RTP1 com a comparação entre Portugal e Finlândia.
E se alguém ousar copiar o modelo Finlandês não se esqueça de copiar tudo. Vencimentos, número de alunos por turma, condições de trabalho, etc, etc.
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Out 16 2016
Desde pequeno que adquiri uma certa aversão a comparações do incomparável. Cada um é como cada qual, logo deve ser tratado de acordo com as suas necessidades individuais.
No sábado fui chamado à atenção, por vários amigos, para uma reportagem que estaria a ser transmitida num canal televisivo. Não vi, os afazeres domésticos nem sempre me permitem estar sentado em frente à televisão na hora certa. Mas como hoje em dia tudo é possível, assisti à dita reportagem e quase me revoltei com a televisão. Dei por mim a murmurar sozinho enquanto a ação se ia desenvolvendo no ecrã.
Toda a minha vida profissional ouvi e li sobre o sistema de ensino Finlandês. Como era bom, como os resultados obtidos faziam inveja, como o sucesso era um dado adquirido… tudo isto é muito bonito, mas nem sempre foi assim.
Resumidamente, os finlandeses há 30 anos atrás deram de “caras num muro” e verificaram que o seu sistema de ensino estava ultrapassado e não servia os objetivos para que tinha sido criado. Em vez de se dedicarem a fazer remendos e tomar medidas a curto prazo decidiram por apostar em medidas a longo prazo. Com o passar dos anos foram obtendo resultados, até chegarem ao que são hoje.
Nesse dia ouvi comentários que elogiavam o dito sistema de ensino, como gostariam de trabalhar na Finlândia, que gostavam de ter os filhos a estudar na Finlândia, que era um exemplo para Portugal, porque é que não se copiava o modelo…
Mas porque é que em Portugal o “Sistema” não funciona? Bem… funcionar, funciona, mas…
Temos uma LBSE desatualizada e que deixou de corresponder às necessidades dos dias de hoje. Isso torna o nosso sistema de ensino limitado, não permitindo que este evolua e se torne mais eficaz. Temos uma política de remendos, vai-se tapando buracos à medida que eles vão aparecendo e fazendo disso um modo de vida. Nos últimos 30 anos, tempo de vida da LBSE, assistimos a avanços e recuos na política educativa na mesma proporção em que mudávamos de ministro ou de governo. Como muitos já o disseram antes de mim, não há estabilidade quando os objetivos dos decisores não são uniformes no que diz respeito ao futuro da educação no país. A necessidade de um compromisso duradouro está mais do que provada. A dita reportagem é um exemplo disso. Mas haverá “disponibilidade” para o assumir? Até hoje não houve.
Nos últimos tempos, já o disse aqui, tem-se começado, timidamente, a levantar o problema. Mas não me parece que haja vontade de o resolver. Vamos ficando pela retórica do “olha para ali que eles é que sabem fazer bem as coisas” e não se tomam atitudes.
Deixemo-nos disso. Temos que começar a olhar para nós, povo, como o que somos. Vivemos numa sociedade bem diferente da dos países do norte da Europa. Não podemos olhar para eles como exemplo. Temos que criar um Sistema de Ensino que se adeque à nossa sociedade e que defina como queremos que ela evolua nas próximas décadas. Mas isso, não vai acontecer enquanto se olha para o ecrã da televisão num sábado à noite…
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Out 16 2016
Livros do 3.º ano, que serão oferecidos a 85 mil alunos das escolas públicas em 2017, serão substituídos em 2018. Livros do 4.º ano também só poderão ser reutilizados um ano
O princípio da reutilização dos manuais escolares – que o governo vai oferecer já no próximo ano letivo a todos os alunos do 1.º ciclo da rede pública, deixando de parte o privado – será fortemente condicionado nos próximos anos, por coincidir com uma fase de renovação dos livros. Só a cerca de 85 mil alunos do 3.º ano serão entregues, em 2017, 255 mil livros de Português, Matemática e Estudo do Meio não reutilizáveis.
Os manuais têm uma validade de seis anos, sendo a partir desse momento substituídos por novos títulos. E o processo de renovação está a decorrer. Este ano letivo entraram em vigor os novos livros do 1.º ano de escolaridade. E o momento foi aproveitado pelo Ministério da Educação para introduzir a gratuitidade para os alunos desse ano, quer do público quer do privado. Os novos livros do 2.º ano de escolaridade surgem em 2017/18, altura prevista para que passem também a ser gratuitos.
Mas o governo decidiu acolher a ideia, defendida pelo PCP, de generalizar já a gratuitidade a todo o 1.º ciclo, ainda que deixando de parte os estudantes que frequentam o particular e cooperativo .O problema é que, ao fazê-lo, deixa de acompanhar o ritmo das entradas em vigor. Os manuais a entregar aos alunos do 3.º ano em 2017/18 já não poderão se reutilizados, por perderem a validade no ano seguinte. E os livros do 4.º ano também só terão um ano de possível reaproveitamento.
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Out 15 2016
Os próximos 2 quadros apresentam uma análise dos candidatos (colocados até à RR6) que não perderam tempo de serviço nos últimos 5 anos.
QUADRO I – Apresenta uma contagem do número de candidatos por grupo de recrutamento e QZP. Facilmente se percebe (e como já tinha dito aqui) que o QZP 7 é aquele onde mais candidatos conseguem não perder nenhum dia de serviço. Os grupos 500 e 910 são aqueles com mais candidatos nestas condições.
QUADRO II – O próximo estudo complementa o anterior, uma vez que calcula a graduação média dos candidatos referidos no quadro anterior.
A graduação dos candidatos colocados a norte ronda os 30, enquanto que a sul ronda os 26.
Isto significa que (em média) concorrendo ao QZP’s 6, 7, 8, 9 e 10 podem obter o mesmo tipo de horário que candidatos com mais 5 anos de serviço que concorram a norte. Há no entanto grupos onde essa diferença é ainda mais notória, uma vez que chega a ser de 10 anos de serviço.
Olhando para a distribuição pelos grupos de recrutamento percebe-se que os grupos 100, 210, 410 e 600 são aqueles onde a graduação média é mais elevada.
Esta última tabela também permite aos candidatos que concorrem a vários grupos perceber em qual as coisas estão melhores…
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Out 15 2016
É já durante a próxima semana que os colocados em horário temporário na Reserva de Recrutamento 2 e que efectivamente termine, poderão optar pelo regresso à lista da Reserva de Recrutamento para obterem nova colocação.
Existem procedimentos a fazer para os professores contratados para esse regresso à lista. Não basta terminarem o contrato para que esse regresso seja feito de forma automática.É necessário que a escola dê por terminado o contrato e que o docente manifeste na aplicação essa vontade para regressar à lista.
Tendo em conta que o contrato mínimo é de 30 dias, resta saber se o fim do contrato e a manifestação dessa vontade para o regresso à lista ainda vai a tempo dos candidatos serem ordenados novamente para obtenção de colocação na Reserva de Recrutamento 7.
Tudo depende de quando for fechada a lista para a entrada destes candidatos que terminaram o contrato temporário.
Ver nota informativa da Reserva de Recrutamento 6
4. Regresso à RR
Os candidatos de carreira (QA/QE ou QZP), quando colocados em horários de duração temporária, regressam à Reserva de Recrutamento quando terminar o período da colocação temporária.
Este regresso fica sujeito a:
Os candidatos contratados cuja colocação termine podem regressar à Reserva de Recrutamento para efeitos de nova colocação. Este regresso fica sujeito a:
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Out 15 2016
ta já tinha prometido que o Orçamento do Estado para 2017 iria refletir a “prioridade” dada à Educação. Conhecidos os números oficiais, a prioridade traduz-se em mais 179,4 milhões de euros, comparando com o orçamento ajustado de 2016.
Em termos percentuais, a subida é de 3,1 por cento. Em termos simbólicos, e depois de vários anos de cortes, a despesa com Educação volta a ultrapassar a fasquia dos seis mil milhões de euros (6022,7 milhões mais precisamente, que compara com os 5843,3 milhões do ano passado).
Com a promessa inscrita no programa do Governo de alargar a oferta do ensino pré-escolar a todas as crianças entre os 3 e os 6 anos até ao final da legislatura, o orçamento para 2017 traduz já o necessário reforço da rede de jardins de infância públicos. São mais 67 milhões de euros inscritos nesta rubrica. Por agora, o Estado apenas garante lugar na rede pública às crianças de quatro e cinco anos.
Por outro lado, os cortes nos contratos com colégios com contrato de associação, que já começaram este ano letivo e prosseguirão no próximo, ajudam a reduzir a despesa. Passa dos 254 milhões de euros gastos em 2016 para 223 milhões em 2017. Ou seja, uma poupança de 31 milhões de euros.
Do lado da despesa, uma das novidades é o facto de a distribuição gratuita de manuais escolares ser alargada no próximo ano letivo a todo o 1º ciclo do ensino básico.
Este ano avançou a entrega de livros no 1º ano. Em setembro a distribuição abrangerá todos os alunos inscritos no 2º, 3º e 4º anos de escolas públicas e privadas com contrato de associação. A medida custará para todo o 1º ciclo cerca de 12 milhões de euros. Mas o compromisso do Governo vai mais longe e prevê que, também até ao final da legislatura, a medida abranja todos os 12 anos de escolaridade obrigatória.
No relatório do OE são ainda referidas algumas prioridades do Ministério da Educação para 2017 e até ao fim da legislatura, com destaque para o combate ao insucesso. Sobre os chumbos, escreve-se, por exemplo que o objetivo é que “a retenção seja um fenómeno meramente residual”.
O relatório fala ainda na questão dos currículos, cuja gestão deve ser mais “integrada”, por oposição ao isolamento entre disciplinas, e promete-se reduzir a “excessiva carga disciplinar” dos alunos no ensino básico.
O grosso das verbas do Orçamento para o Ministério da Educação continua a ir, no entanto, para as despesas com pessoal, com os salários a absorverem 71% dos gastos.
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Out 14 2016
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Out 14 2016
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Out 14 2016
(eu sei, mas não lhes digo)
Há muito que se fala sobre a necessidade de alteração da LBSE. Até hoje, apenas se falou, falou…
Urge a sua revisão e adaptação aos dias de hoje, à realidade dos dias de hoje, às crianças que frequentam as nossas escolas nestes tempos. Mas isso tem sido uma utopia, ninguém parece estar interessado em começar uma discussão alargada e que leve a algum lado.
Na semana passada foi discutida uma proposta unilateral de alteração. Esta semana, quem teve oportunidade de o fazer e não o fez, tomou da palavra. Mas mais do que isso… não houve.
Resta-nos assentar as expectativas em quem está verdadeiramente interessado… os professores.
Vivemos nestes tempos hodiernos, outros desafios.
Mudou o Mundo, mudou a sociedade, mudaram as crianças, mudaram os professores, mudaram as tecnologias que atualmente nos acompanham e em muitos casos nos tornam delas dependentes no dia a dia; mas a Escola e a Educação permanecem ainda hoje reféns de um passado anquilosante.
É urgente compreender esta mudança e as consequências que determinou.
É urgente, por isso, repensar o que se pretende da Escola e a sua organização.
É urgente repensar a formação e o papel dos diferentes fautores do processo educativo.
É urgente repensar que competências se pretendem que os alunos adquiram no final de cada ciclo de escolaridade.
Mas, tal como há 30 anos, estas decisões não podem, hoje, ser objeto de uma visão politicamente seguidista, decorrente de uma qualquer conjuntura política.
É importante um debate aberto a toda a sociedade portuguesa e em que os principais intervenientes no processo educativo tenham um papel ativo.
clicar na imagem
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Out 14 2016
Há de tudo como na praça… Só no 1º ciclo foram propostas 1083 estratégias ao abrigo do Programa de combate ao insucesso escolar.
Turmas +, Projeto Fénix, Escola de pais, coadjuvação, diferentes abordagens pedagógicas, estudo de ciências… estão em execução inúmeros projetos para combater o insucesso, todos eles validos. Aguardamos os relatórios finais de implementação com alguma expectativa já que há quem se queixe que os professores portugueses são muito expositivos em detrimento de lecionarem com base em projetos.
Só para o 1.º ciclo, as escolas apresentaram 1083 estratégias diferentes para combater insucesso, do estudo de ciências na serra à “escola de pais”
(clicar na imagem) in DN
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Out 13 2016
Durante esta semana muitos docentes que viram o seu pedido da Mobilidade por Doença indeferido, e recorreram dessa decisão, começaram a receber resposta do deferimento.
Fica aqui um exemplo dessa resposta.
Fica V. Exa notificada, nos termos do artigo 114.º do Código do Procedimento Administrativo que, por despacho da Senhora Secretária de Estado Adjunta da Educação, de dia 04 de Outubro de 2016, foi deferido o seu pedido de reapreciação de Mobilidade por Doença para o ano escolar de 2016/2017, ao abrigo do Despacho n.º 9004-A/2016, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 133, de 13 de julho de 2016 para o Agrupamento de Escolas/Escola não Agrupada pretendido e por si indicado no formulário do “Pedido de Mobilidade por Doença”. Deverá entrar em contacto com o referido Agrupamento de Escolas/Escola não Agrupada
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Out 13 2016
O seguinte quadro-resumo apresenta a análise do tempo de serviço perdido pelos candidatos colocados até à RR5, nos diferentes grupos de recrutamento, durante os últimos 5 anos (desde 12/13 a 16/17).
À primeira vista salta o facto de o número de candidatos que perdeu mais de 3 anos de serviço ser praticamente o dobro do número de candidatos que não perdeu nenhum dia.
Esta variação esteve mais dependente do QZP do que do tempo de serviço. A grande maioria dos candidatos que conseguiram a “proeza” de não perder um único dia de serviço encontram-se colocados no QZP 7, como mais tarde (se o tempo me permitir) demonstrarei.
(Ao clicar na imagem terão acesso ao estudo mais detalhado)
Mas para se perceber melhor a análise feita, há alguns dados que têm de ter em consideração:
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Out 13 2016
A partir do próximo dia 20, os funcionários públicos começam a receber o salário de Outubro sem qualquer corte. Contudo, terão um ordenado muito inferior ao que recebiam em 2010. A perda é, no mínimo, de 10%.
Apesar da reposição total dos salários este mês, os funcionários públicos vão continuar a receber um ordenado líquido muito inferior ao que recebiam em 2010 e só aumentos acima dos 13% em 2017 poderiam colocar os salários de Outubro no mesmo patamar dos praticados há seis anos.
(clicar na imagem) in Público
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Out 13 2016
É o que os “números” permitem, cada um tira as ilações que acha pertinentes para os interesses que tem.
Em causa está uma estudo, “Será a repetição de ano benéfica para os alunos?” Que tenta responder ao seguinte; tendo Portugal uma taxa elevada de retenção quando comparada com outros países, qual o seu impacto na aprendizagem dos alunos nacionais? Que função desempenha a retenção? Pode ou não contribuir para a melhoria de resultados escolares? Que estratégias alternativas existem?
Mas como todos sabemos as crianças não são números. E se as retenções existem é porque ainda nenhum “estudioso” assumiu que as mesmas devem deixar de ser permitidas… (há quem diga que já o fazem na surdina). Ou como alternativa, atacar as causas, fora e dentro da escola, Mas isso não deve interessar, não se fazem “números” com isso…
Investigadores compararam quem passou e chumbou entre alunos do 4.º ano com dificuldades de aprendizagem iguais. Ser rapaz, estrangeiro e até viver em certas regiões prejudica
Entre alunos semelhantes, quer no nível socioeconómico quer no desempenho académico, alguns têm maiores probabilidades de ser chumbados devido a fatores – como ser do género masculino ou estrangeiro – que nada têm a ver com pedagogia. Esta é uma das controversas conclusões do estudo: “Será a Repetição de Ano Benéfica para os Alunos”, de Luís Castela Nunes, (da Nova School of Business and Economics), Ana Balcão Reis e Carmo Sobral.
(clicar na imagem) in DN
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Out 13 2016
O Orçamento será hoje aprovado em Conselho de Ministros e amanhã entregue na AR. A pergunta tem a sua razão de ser. É mesmo necessário mais dinheiro para a educação? É que este ano (2016) o orçamento para a educação foi mais reduzido que no transato e, aparentemente, todo está a correr sobre rodas…
So what? Cinco ideias a reter e uma conclusão
Primeira: no orçamento da Educação, conta mais a qualidade do que a quantidade. Ou seja, é mais importante investir em boas políticas (as que têm maior retorno para as aprendizagens) do que aumentar transversalmente o volume do financiamento à Educação – não é porque há mais dinheiro que ele será bem aplicado e fará a diferença.
Segunda: não existe uma relação causa-efeito entre o financiamento e as aprendizagens. O dinheiro que se investe na Educação conta, mas não serve de garantia de bons desempenhos, pelo que não basta aumentar o financiamento para aumentar os resultados escolares. Voltamos ao mesmo: o que faz a diferença é onde o financiamento é alocado.
Terceira: o financiamento à Educação em 2015 é, em volume, praticamente idêntico ao de 2005, mas muito diferente na estrutura – hoje, as despesas com o pessoal (nomeadamente professores) representa uma percentagem menor do total do financiamento. Resta perceber se a tendência é para manter nos próximos anos.
Quarta: os anos de 2009 e 2010 foram os recordistas absolutos em termos de financiamento público na Educação. No entanto, esse acréscimo orçamental esteve mais relacionado com questões conjunturais (despesas com o pessoal) e programas pontuais (Parque Escolar, computadores Magalhães) do que com apostas estruturais e estratégicas para a melhoria das aprendizagens.
Quinta: no ensino não superior, o ajustamento financeiro dos anos da troika (2011-2014) foi desenhado mais em modo de emergência do que numa lógica estratégica. Mas foi muito inferior ao que se estabeleceu na vox populi e no debate político – cerca de 600 milhões de euros. No entanto, forçou os limites do sistema educativo e, em particular, dos professores e auxiliares, sobre quem recaiu a maior fatia do corte orçamental.
Conclusão? Da próxima vez que escutar o anúncio de um aumento do financiamento na Educação, acompanhado de um slogan de valorização da Escola Pública, desconfie. Há investimentos que são estratégicos e fazem a diferença – nos professores e em tudo o que envolve as aprendizagens em sala de aula. E há investimentos que, embora inflacionem os orçamentos, não produzem efeitos duradouros nem melhorias estruturais no sistema educativo. Os primeiros são melhores do que os segundos. Mas os segundos são muito mais frequentes do que os primeiros. Afinal, é mais fácil investir em betão do que em pessoas.
Alexandre Homem Cristo
(Clicar na imagem) In Observador
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Out 12 2016
Anualmente, a FFMS dedica o mês de Outubro à educação e apresenta estudos que foram feitos com financiamento da mesma. Este ano não é excepção e serão apresentados trabalhos no âmbito do projecto aQeduto, uma parceria com o Conselho Nacional de Educação (CNE), que se tem debruçado sobre dados dos estudos da OCDE sobre educação.
Nesta quarta-feira, o primeiro dia do ciclo promovido pela FFMS, o tema foi a Organização da Rede Escolar e foram apresentados estudos de caso da autoria de Teresa Seabra e Maria Manuel Vieira, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa; e de Leonor Torres, da Universidade do Minho.
Teresa Seabra e Maria Manuel Vieira debruçaram-se sobre os resultados dos alunos de 4.º e 6.º anos nas provas de aferição em 2009/2010, na região de Lisboa, para perceber o efeito da escola nos resultados obtidos e concluíram que a escola pode fazer a diferença. As investigadoras olharam com mais atenção para os resultados dos alunos do 1.º e do 2.º ciclo de quatro agrupamentos e concluíram que os alunos que tinham melhores notas eram de uma escola onde os estudantes provinham de meios mais desfavorecidos.
Porquê? Porque a escola fazia um “apoio persistente e continuado com todos os alunos que precisassem de reforço e não deixou nenhum aluno para trás”, explica Teresa Seabra. Logo, não é só o meio socioeconómico de onde o aluno provém que faz a diferença, mas a escola e o que esta faz pelos seus jovens.
O segredo está no acompanhamento, mas também na dimensão da escola, continua Teresa Seabra, durante um almoço promovido pela FFMS com a comunicação social. Neste estudo, o agrupamento com melhores resultados tinha 1500 alunos e o outro, com resultados menos bons, tinha 4000.
Também Leonor Torres, da Universidade do Minho, reflectiu sobre algumas dificuldades na gestão da rede escolar e nas implicações que têm os mega-agrupamentos no sucesso dos alunos.
Embora haja um aspecto positivo dos mega-agrupamentos que é a sequencialidade – ou seja, um aluno entra no pré-escolar e prossegue até ao secundário num mesmo agrupamento de escolas –, outros aspectos são negativos, diz a investigadora do Minho: por exemplo, a falta de autonomia das escolas que fazem parte da mesma unidade orgânica,que “perdem poder de decisão” pois tudo está concentrado na escola sede, explica Leonor Torres. “A escola faz mais coisas diferentes quando não é agrupada, quando tem uma dinâmica muito próxima dos alunos”, defende.
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Out 12 2016
Dirigentes Escolares aplaudem redefinição de currículos – País – RTP Notícias
Educação – João Costa:”Não há nada mais fácil do que reprovar maus alunos e ser professor de bons”
Governo contrata 300 funcionários para as escolas
Estudos revelam que os mega-agrupamentos podem afectar a aprendizagem – PÚBLICO
Aos seis anos os alunos têm mais tempo de aulas do que aos 18 – PÚBLICO
Algumas reflexões sobre o horário escolar » Educare – O Portal de Educação
Crianças passam 32 dias de férias sem os pais » Educare – O Portal de Educação
Educação – Mais de mil ideias contra o insucesso escolar
Chumbar no 4.º ano pouco interfere com desempenho dos alunos > TVI24
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Out 12 2016
Há sempre uma esperança que algo mude para melhor e o facto de se pretender ter uma independência conceptual para esta mudança é um bom sinal.
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Out 12 2016
Para ver o número de colocações por grupo de recrutamento, duração do horário e número de horas clicar nos links de baixo.
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Out 12 2016
Existe uma diretiva europeia, que em breve deverá entrar em vigor no nosso país, que restringirá ainda mais a divulgação de dados pessoais dos alunos a todos os níveis. (por exemplo: as pautas poderão deixar de existir)
Mas por agora, tenta-se manter a “ordem” na net. A CNPD emitiu uma Deliberação sobre disponibilização de dados pessoais de alunos no sítio da Internet dos estabelecimentos de educação e ensino. O objetivo é estabelecer critérios rigorosos para acautelar a divulgação de dados das crianças, designadamente a sua privacidade e proteção de dados pessoais.
Se havia necessidade disto? Havia. Há uma prática generalizada de disponibilização de dados pessoais nos sítios da Internet das escolas, em incumprimento de obrigações legais e com clara afetação dos direitos, liberdades e garantias dos titulares dos dados, em particular dos aluno, mas não só. É comum encontrar atas de reuniões e trabalhos realizados por professores em formação continua “pela net fora” e sem sua autorização…
Deixo aqui a Deliberação N.º 1495/2016 .
Uma noticia explicativa in Público By Mariana Oliveira
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Out 12 2016
… esperemos poder dizer: “Ainda bem. Já era tempo…”
Eis uma medida que há muito os professores desejavam. Esperemos que revejam, muito bem revisto o currículo de Matemática e no 1º ciclo, finalmente, revejam o de Estudo do Meio e de Expressões…
A ideia é definir, nos currículos dos 1.º, 5.º e 7.º anos de escolaridade, aquilo que é essencial aos alunos. O Governo quer melhor gestão do tempo e do trabalho nas escolas. O 10.º ano também será abrangido, mas mais adiante…
O Ministério da Educação pretende aplicar, já a partir do próximo ano letivo, “currículos essenciais” das diferentes disciplinas nos 1.º, 5.º e 7.º anos de escolaridade. A ideia, resumida ao DN pelo secretário de Estado da Educação, João Costa, é focar, nos programas, “aquilo que é essencial que os alunos aprendam para depois permitir uma melhor gestão do tempo e do trabalho” nas escolas.
O governante confirmou ainda ter pedido às associações de várias áreas disciplinares, com as quais esteve ontem reunido, que apresentem à tutela “um desenho” daquele que consideram o currículo essencial de cada uma das suas áreas. As primeiras propostas deverão chegar ao Ministério já no início de 2017.
(clicar na imagem) in DN by Pedro Sousa Tavares
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Out 11 2016

Conferência a realizar pela Fundação Francisco Manuel dos Santos
12 OUTUBRO 2016
Discussão em torno da escola e da rede escolar. Quais as consequências práticas dos “mega agrupamentos”? Que alternativas existem? Será a aprendizagem afectada por estas opções? Que oportunidades e desafios surgem com a municipalização da educação? Análises da experiência com a perspectiva das escolas, dos professores e estudos.
Com Tracey Burns (OCDE), Teresa Seabra (CIES-IUL), Maria Manuel Vieira (ICS-ULisboa), Leonor Torres (IE-UMinho), Manuel António Pereira (Ass. Nac. Dirigentes Escolares) e João Jaime (Director Escola Secundária de Camões).
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Out 11 2016
Lista de candidatos admitidos e excluídos ao processo de seleção de 6 técnicos sectoriais para Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Senegal, conforme manifestação de interesse publicada na página do Camões,IP.
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Out 11 2016
Há um clima de tensão entre o Governo e a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL). No início deste ano letivo, mais de 90% dos alunos do 1.º ano do ensino básico receberam de forma gratuita os manuais escolares. No Orçamento de Estado para 2017 a medida vai ser alargada a todos os alunos do 2.º ano do básico, o que deverá aumentar ainda mais as divergências entre editoras e Governo. Em entrevista ao “Público” esta terça-feira, Alexandra Leitão, secretária de Estado adjunta e da Educação, diz que o “interesse das editoras não é o das famílias”,
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Out 11 2016
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Out 11 2016
Aviso de Abertura de Concurso de Contratação de Escola Grupo de Recrutamento 110
Torna-se público a abertura de um procedimento concursal destinado à seleção de um docente portador de habilitação profissional no Grupo de Recrutamento 110, com especialização em Educação Especial, num horário semanal de 25 horas letivas semanais, para o ano letivo 2016/2017 na Escola Portuguesa de Díli.
(clicar na imagem) AVISO CONCURSAL N.º 11/2016
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Out 10 2016
O próximo quadro apresenta o número de candidatos à contratação que estão por colocar após a publicação das listas da Reserva de Recrutamento 5, comparativamente com a mesma reserva de recrutamento de 2015.
Encontra-se assinalado com fundo laranja os grupos de recrutamento que em 2016 têm mais candidatos por colocar do que em 2015.
Neste momento existem 13.794 docentes por colocar das 20.540 candidaturas.
Na próxima reserva de recrutamento apenas podem ser colocados os candidatos que se encontram na listas de não colocados, pois, a partir do dia 20 de Outubro já podem entrar na reserva de recrutamento os candidatos colocados em horário temporário na RR2 que efectivamente terminam o seu contrato e optem pelo regresso às listas.
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Out 10 2016
O Ministério da Educação quer travar o ‘chumbo’ dos alunos e facilitar as passagens de anos escolares, acusam alguns professores e diretores de escolas.
Para isso está a aplicar medidas e a dar orientações oficiosas às escolas – semelhantes às que foram transmitidas durante o governo de José Sócrates – para que a retenção dos alunos seja o último dos recursos e que seja considerada “excecional”. Orientação que é aplicada, principalmente, nos anos escolares intermédios (2.º, 3.º, 5.º, 7.º e 8.º anos de escolaridade)
Resultado: há escolas onde os alunos transitam de ano escolar com sete notas negativas, como é o caso do agrupamento Poeta Joaquim Serra, no Montijo, já noticiado pelo “Público”. A passagem de ano escolar de alunos com mais de três notas negativas acontecia no ano letivo de 2008/2009, durante a tutela de Maria de Lurdes Rodrigues, quando foram noticiados vários casos de alunos que passaram de ano com nove notas negativas.
E agora o discurso repete-se. “O que é dito às escolas é que deve ser aumentado o sucesso escolar, a regra deve ser a transição nos anos escolares intermédios e só nos anos terminais (4.º, 6.º e 9.º anos) deve ser feita uma avaliação mais rigorosa”, garante ao i Paulo Guinote, especialista em Educação e professor do 2.º ciclo do Ensino Básico.
Segundo o professor, estas orientações foram transmitidas através de telefonemas e de reuniões de preparação para o ano letivo onde, inclusivamente, é “lembrado que a retenção dos alunos tem custos para o país e que o aluno não ganha nada com isso”.
Estas são orientações que, segundo Paulo Guinote, contrastam com as que foram dadas durante a tutela de Nuno Crato. O ex-ministro da Educação tinha como palavras de ordem a “exigência” e “rigor” e seguia a máxima “queremos que os alunos passem, mas passem sabendo”. E, durante a última tutela, garante Guinote, “a pressão desapareceu” porque as “escolas estavam mais à vontade para avaliarem” os alunos.
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Out 10 2016
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Out 10 2016
Workshop DANÇA COM NÚMEROS (gratuito) para professores e outros interessados, integrado na apresentação do solo “O homem que só pensava em números”.
Olhares e Reflexões sobre o Holocausto:
Histórias e Memórias de Refugiados
O Seminário vai decorrer nos dias 4 e 5 de novembro de 2016 no Auditório Dr. Santos Rocha – Museu/Biblioteca Municipal da Figueira da Foz.
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Out 09 2016
São 40 os educadores e professores que se aposentam em Portugal Continental, nas listagens do Ministério da Educação, em Novembro de 2016.
Fica o quadro geral de 2016 onde falta apenas a listagem referente a Dezembro para se fechar o ano de 2016 que tem o menor número de aposentações nos anos em análise.
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