18 de Agosto de 2026 archive

Confio no que me Transmitiram

Mas não confirmei.

 

Na sexta feira saíram as listas de colocação da Mobilidade Interna e Contratação inicial para o ano letivo 2026/2027.
Sou docente de QZP, do grupo 300, pesquisei o meu nome e tinha a informação de “Não colocada”.
Para um melhor esclarecimento, hoje, segunda feira, fiz login no Sighre e, ao abrir o separador “Gestão de contratos”, fiquei estupefacta, pois tinha sido colocada.
O objetivo deste post é alertar os colegas para confirmarem a sua situação profissional.

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Mais Uma da AGSE

… no mail enviado aos candidatos diz que a aceitação só fica válida depois de ser introduzida a palavra passe.
Mas não é verdade.
A aceitação fica automaticamente efetuada depois do docente clicar em aceitar a colocação.

Voltem os que sabiam de toda a poda.

Não se esqueçam que as 23:59 termina o período da aceitação.

 

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A Pedido do MECI, Anda a IGEC a Fazer o Trabalho Sujo nas Escolas

Durante a manhã publicamos o Comunicado do Sindicato dos Inspetores da Educação e do Ensino afirmando que a Inspeção da Educação não existe apenas para identificar incumprimentos. Existe também
para avaliar, prevenir, recomendar e contribuir para a melhoria do sistema educativo,
garantindo legalidade, transparência, justiça e equidade.

No título desse artigo colocamos o seguinte “Quem Fiscaliza Quem Decide?”

E voltamos a perguntar. E quem vais fiscalizar o MECI pelos erros que cometeu, apenas o CNE?

Deixo texto do Alberto Veronesi que apesar de estar de férias e ter esta semana a escola encerrada tem de a abrir amanhã para receber uma equipa da IGEC.

 

Amanhã, 19 de agosto, o “meu” agrupamento vai receber a IGEC, com a escola encerrada, ao abrigo de autorização prévia do próprio Ministério e da Câmara Municipal de Lisboa. Ainda assim, foi preciso mobilizar equipas só para garantir a receção ao inspetor. Nada contra a inspeção em si. A questão é o contraste.
Enquanto se pede às escolas este nível de disponibilidade e escrutínio, o pedido que o MECI dirigiu ao CNE para avaliar o processo de exames nacionais de 2026 corre o risco de ficar aquém do necessário e não só por falta de meios. Há um conflito de interesses estrutural: é o próprio MECI quem nomeia ou indica o presidente do CNE. Um órgão avaliado a “auto-escolher”, ainda que indiretamente, quem o vai avaliar não é garantia de independência.
Se queremos um processo credível, tem de se inquirir também quem decidiu, com que critérios e com que evidência, não só quem executou. A fiscalização não pode parar na base do sistema.

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Contratos de associação com montante de 90 097,61 €

 

Portaria n.º 348-A/2026/1, de 17 de agosto

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Comunicado do SIEE pergunta: Quem fiscaliza quem decide?

 

Quando um processo de dimensão nacional, como o dos exames de 2026, envolve sucessivas decisões, procedimentos, plataformas, serviços e organismos do Ministério da Educação, Ciência e Inovação, não faz sentido que o escrutínio se concentre apenas na escola, no professor ou no último elo da cadeia.

Se há irregularidades, devem ser apuradas, por quem o sabe fazer. E devem ser apuradas todas, independentemente do nível da administração onde ocorreram.

Não pode existir uma inspeção para a base do sistema e uma espécie de zona de imunidade para quem está no topo. A responsabilidade não termina na escola só porque é aí que o problema se torna visível.

O CNE pode e deve avaliar o processo. Mas, como defende o SIEE, essa avaliação não substitui uma intervenção inspetiva global. A IGEC tem precisamente entre as suas funções assegurar a legalidade e a regularidade dos atos da Administração Educativa e fiscalizar o funcionamento do sistema, não apenas as escolas.

E talvez seja esta a questão essencial, uma inspeção que só procura responsabilidades em quem executa não é uma verdadeira inspeção do sistema.

Se queremos recuperar a confiança nos exames, nas escolas e na própria Administração Educativa, é preciso saber o que aconteceu, onde aconteceu, por que aconteceu e, sobretudo, quem decidiu o quê e porquê.

Escrutínio tem de ser para todos. Responsabilidade de todos. Do primeiro ao último nível da cadeia.

Não faz qualquer sentido, um processo ser verificado às metades. Não faz sentido o CNE realizar a verificação de uma parte do processo e a IGEC realizar outra parte. A IGEC, dentro das suas competências, devia realizar a verificação global de forma a termos uma visão do que se passou.

É isso que se espera de uma Administração Pública séria e de uma IGEC respeitada por toda a comunidade educativa.

Comunicado  SIEE

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