Cinema Sem Conflitos: “Up Hill”

Título:  “Up Hill” | Autores: “Amalie Vilmar

Um filme sobre paternidade, mudança e férias perigosas de pai e filho, UP HILL explora como crescer pode significar crescer separados – e embora haja conforto em reviver o passado, há o risco de perder o presente.

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A necessidade de uma estratégia clara – José Eduardo Lemos

 

 

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CM de Gondomar intercede e Escola de Valbom abre amanhã

 

Comunicado sobre a Escola Básica Marques Leitão

No dia em que foi conhecida a decisão de encerrar a Escola Básica Marques Leitão, em Valbom, alegadamente por falta de funcionários, o Município de Gondomar esclarece que:

1 – No decorrer de todo o processo de tomada de decisão quanto ao encerramento da escola supramencionada, a Câmara Municipal de Gondomar esclarece que não foi contactada;

2 – Ainda na passada sexta-feira, dia 9 de outubro, o Presidente da Câmara Municipal de Gondomar, Marco Martins, e a Vereadora da Educação, Aurora Vieira, reuniram com todos os diretores de agrupamento;

3 – A Câmara Municipal de Gondomar, tendo tomado conhecimento da decisão ao início da noite, estabeleceu contacto, de imediato, com o Delegado Regional da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEST) e a Diretora do Agrupamento Escolar, no sentido de garantir o seu normal funcionamento, dentro das regras da segurança, dando assim resposta às necessidades das famílias;

4 – A Escola Básica 2/3 Marques Leitão abrirá amanhã para todas as turmas;

5 – A Câmara Municipal de Gondomar manterá o contacto direto com o delegado regional e o agrupamento escolar, acompanhando novas informações que possam surgir.

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Escola de Valbom não abre amanhã

A falta de funcionários por isolamento profiláticas é a causa é a bolsa de AO’s não funciona.

Escola em Gondomar fecha na segunda-feira por falta de funcionários

Em comunicado dirigido aos encarregados de educação, a direção explica que, na segunda-feira, vai contar com menos três funcionários, que cumprem então o terceiro e último dia de isolamento, por instrução da linha de Saúde 24.

Com este défice de pessoal faltam “condições mínimas de segurança que permitam o normal funcionamento das atividades letivas”, sublinha a nota.

O município de Gondomar, no distrito do Porto, regista 1289 casos confirmados de infeção pela covid-19, de acordo com dados da Direção-Geral de Saúde reportados a sábado.

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E os Profissionais da Educação Não Têm Fé na Lixívia – Paulo Prudêncio

 

E os Profissionais da Educação Não Têm Fé na Lixívia

Surpreendi-me com o regresso às aulas. Parecia-me sensato um modelo gradual para salvar vidas e proteger a saúde e a economia. Somos um país com turmas e escolas numerosas e sabe-se que uma turma de 20 contacta com 800 pessoas em 48 horas (e uma de 30 com 1200). Como detalhei noutro texto, turnos de semana sim, semana não, e intervalos descentrados, reduziriam a frequência para números civilizados: uma escola de 1000 alunos nunca teria mais de 250, os espaços fora da sala de aula registariam 15 a 60 e existiriam entradas e saídas faseadas nas escolas; é que é crucial prever o congestionamento no exterior e nos portões de acesso. É óbvio que milhares de jovens a conviver, dentro e fora da escola, contrariam qualquer teoria das bolhas e transportam (nos dois sentidos) o vírus para as famílias e para o tais festejos tradicionais; e são, quase garantidamente, assintomáticos com elevada capacidade de contágio, com a agravante de se saber (Johan Giesecke) que o “distanciamento físico é mais importante do que usar máscara” (o que não contraria, obviamente, a importância da máscara). Apesar da impreparação para tempos tão difíceis que justifica todas as pedagogias, não adianta culpar os miúdos e quem os educa pelas previsíveis e inevitáveis aglomerações.

Resta-nos o recurso à boa disposição e à experiência de pertencer à profissão mais devassada da história mediática. Aliás, atenuam-se os números porque os profissionais da educação não tem fé na lixívia. Cumprem rigorosamente os procedimentos. Os que estão horas a fio em salas apinhadas, fazem fé na falta de comparência do vírus já que não se prevê a ingestão diária de cocktails a 3000 euros a dose, depois do suportado pela ADSE, como imaginam os crédulos.

 

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Professores com pensão de 750€

 

 

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Estamos em constante reeducação. Por Nelson da Silva Martins

 

Estamos em constante reeducação

O regresso às aulas presenciais está de volta. Na bagagem cabem seis meses de ausência, de compreensão, de confiança, de criatividade, de esperança, de estímulos, de generosidade, de profissionalismo, de orientações, de irreverência, de reinvenção, de socialização, de tolerância… Porém, a incerteza, a insegurança e o medo ocuparão imenso espaço neste reinício escolar!
Ao longo dos trinta e três anos de prática letiva, dos quais dezassete a repartir-me entre a lecionação e a gestão e administração, fica-me a certeza de que a escola pública é, numa sociedade democrática e respeitadora, a alavanca em quem muitíssimos depositam esperanças num mundo melhor. Porém onde muitos, puxando cada um para a sua corporação e umbigo, tentam desvirtuar o seu princípio basilar de fortalecimento de valores e de busca de conhecimentos, de respeitar e fomentar a individualidade; contudo colocando-a ao serviço do respeito e da tolerância pelo semelhante.
Se, entre nós e durante séculos esse papel coube à igreja católica e às comunidades rurais e de bairro, nas últimas décadas tem cabido à escola o papel agregador de tradições, de difusor de conhecimentos, de socialização entre os pares e nas próprias unidades familiares. De forma simples e direta: se há comportamentos que urge mudar, usa-se a escola como instrumento difusor ou de discussão! A visão de escola que enquista muitas cabeças é a contradição entre uma instituição privilegiada e prepotente, rigorosa e repressora ou uma libertina e desregrada… A escola, sendo a amostra da sociedade é também um laboratório de ideias e de práticas que, neste tempo que perdurará nos anais da história, estará sob todos os olhares. Daqueles que esperam, dos que exigem, dos que antecipam desgraças, dos que anseiam milagres. Todavia, toda a sociedade estará fisicamente na escola na segunda quinzena de setembro. Os que tentaram resguardar-se de um vírus invisível e insonoro, mas também dos que andaram por aí aos magotes… Se “uma andorinha não faz a Primavera”, ou como escreveu Nietzsche “aquilo que não me mata só me fortalece”, sou mais apologista de Sun Tzu, defendendo que “a suprema arte da guerra é derrotar o inimigo sem lutar”. Contudo, se baixarmos os braços findamos! Não! Começaremos a vencer a pandemia quando não cedermos à tirania do medo e a combatemos com a cautela de algum distanciamento. Venceremos com o respeito que devemos a todos e em especial àqueles que no aconchego familiar queremos abraçar, se usarmos a máscara mas também se formos coerentes entre o que apregoarmos e o que faremos.
Tempos difíceis? Não! Muito mais do que isso… Diferentes!…pelas aprendizagens, pelo cumprimento básico de regras de sã convivência, pela readaptação criativa, pelo alerta constante, pela sensibilização e tolerância, pela manutenção dos afetos e pela repulsa à promiscuidade… Duma assentada todos esperam que a escola resolva os problemas sociológicos do saber estar, do saber respeitar, do saber confiar para podermos continuar… Chiça! A escola terá de ter a receita para evitar a catástrofe económica e promover a confiança, caldeando quantidades adequadas de cidadania e de bom senso para combater a maior de todas as inseguranças, o medo que amarra, desespera e entrega a outros a liderança do nosso destino individual!
Se algo aprendi em cinco décadas na escola é que estamos em constante reeducação!

Nelson da Silva Martins

 

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Cinema Sem Conflitos: “Three Sketches”

Título:  “Three Sketches” | Autores: “Adam Butcher

Three Sketches tem uma abordagem inovadora para contar histórias, dando ao espectador uma estadia prolongada em três locais. À medida que nossos sentidos mergulham nos múltiplos detalhes, os eventos parecem se repetir de uma maneira cronologicamente disfuncional.

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Negociações fechadas. Não há aumentos a não ser para o salário mínimo…

 

O secretário de Estado da Administração Pública, José Couto, deu  por fechadas as negociações com os sindicatos sobre aumentos salariais para 2021, não estando previstas atualizações além da do salário mínimo. Mas acrescentou que o processo orçamental «ainda agora começou» no Parlamento. «Em sede orçamental, o que está previsto neste momento é um aumento do salário mínimo nacional, com influência sobre a base remuneratória da administração pública», disse José Couto.

Em vez do aumento vão-nos fazer crer que nos aumentaram. Descendo a retenção mensal de IRS vão nos dar a sensação que estamos a receber mais, mas depois acertam as contas em 2022. Vamos receber menos reembolso do IRS ou ter que pagar. Chama-se a isto engenharia financeira…

Ainda vamos ouvir muitas vezes que em 2021 os rendimentos dos funcionário públicos aumentaram…

 

 

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Fenprof Entrega 4 Propostas para Negociação

FENPROF dá início a processos negociais, com a apresentação de quatro propostas fundamentadas, e entrega propostas para o OE 2021

 

As propostas apresentadas pelas Fenprof incidem na:

 

Pelo que li as propostas da Fenprof vão ao encontro de muitas das exigências dos professores, desde a recuperação total do restante tempo de serviço de forma faseada que pode também ser substituída pela antecipação da aposentação, pela  abertura de vagas para acesso ao 5.º e 7.º escalão para todos os docentes que em 31/12/2020 reúnam todas as condições de progressão com nota igual ou superior a bom. Com a eliminação das ultrapassagens. Com um regime específico de aposentação aos 36 anos de serviço que poderá ser feito de forma faseada e 40 anos como a condição para uma reforma sem penalizações.

Com a redução da componente letiva para os docentes em regime de monodocência para as 22 horas e nos restantes ciclos para as 20 horas. Com o aumento do número de lugares QA/QE, incluindo a abertura já em 2021 de lugares que estejam preenchidos pelo menos 3 anos seguidos acima da dotação do quadro. Reduzir a dimensão dos QZP para o que existira anteriormente (23 QZP). Alargar a norma travão aos docentes colocados até 31 de dezembro em horário anual. Abertura de concursos extraordinários (automáticos) de vinculação em 2022 e 2023 para os docentes de segunda prioridade com 10 e 5 anos de serviço, respetivamente.

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Teste de Velocidade à Banda Larga Móvel nas Escolas

Ao longo da próxima semana as escolas devem fazer um conjunto de testes rápidos à conetividade de Banda Larga Móvel.

O objetivo é conhecer o estado e eventuais limitações de acesso / conetividade que permitam determinar ou ajustar iniciativas futuras do Ministério ou dos operadores de telecomunicações.

Em muitas situações será quase impossível fazer o teste com os 3 operadores de banda larga móvel, em especial nas escolas de reduzida dimensão. Isto porque os testes só poderão ser mesmo feitos com o recurso aos telemóveis dos docentes ou assistentes operacionais, pois nenhuma escola dispõe de telemóveis das 3 operadoras.

Espero que este interesse em medir a conetividade venha a servir para alguma coisa e que em breve todos os alunos e professores possam ter acesso de forma gratuita à banda larga móvel nos espaços escolares.

Fica aqui o flyer da ANACOM.

 

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Quais as Escolas onde faltam mais professores?

Os Agrupamentos que mais horários solicitaram estão claramente concentrados nos QZP’s 7 (Lisboa e Vale do Tejo) e 10 (Algarve). Falamos apenas de horários acima de 8 horas, que não foram ocupados nas Reservas de Recrutamento.

O AE das Laranjeiras, em Lisboa, é aquele que mais horários solicitou (20 durante os 10 dias de outubro) e há um óbvio destaque da zona de Lisboa neste campo, mas também o Algarve aparece representado nas primeiras 12 posições (Silves e Portimão).

Parece evidente nesta lista a clara “hegemonia” das escolas dos QZP’s 7 e 10, mas a situação é ainda mais surreal ao percebermos que só a partir da posição 120º começam a aparecer as escolas do norte. (Clicar na tabela acima para ver o quadro completo)

Isto torna evidente que a falta de professores não se manifesta em todo o país da mesma forma. É verdade que há ainda milhares de professores no desemprego e que a norte a sua falta raramente se faz sentir, no entanto parece agora óbvio para todos que a sua escassez é uma realidade nalgumas regiões.

Mas desenganem-se aqueles que acham que esta escassez pode marcar uma mudança radical das políticas educativas:  se  não houver cedências, aproximação de posições e compromissos a médio prazo, assistiremos brevemente ao recrutamento “avulso” de professores sem qualificação; à ainda maior sobrecarga letiva dos restantes professores existentes nos Agrupamentos ou outros “mecanismos” que apenas afundarão ainda mais a classe docente e a Educação em geral.

Basta recuar poucos anos para se perceber como surgiu a componente de estabelecimento; os 1100 minutos; o fim de pares pedagógicos, estudo acompanhado e área de projeto… as possibilidades são inúmeras e a imaginação não tem limites quando toca a poupar no recrutamento de professores ou a  sobrecarregar os poucos existentes.

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Em 10 dias… 1660 professores em falta nas escolas

Nos primeiros 10 dias do mês de outubro foram disponibilizados mais de 1660 horários para Contratação de Escola. Desses horários, 1421 são superiores a 8h (horários que não foram aceites ou para os quais não houve candidatos).

Estes números começam a ficar mais preocupantes quando percebemos que 261 são horários completos que há uns anos atrás teriam milhares de candidatos. Os grupos de Informática, Geografia e Inglês são os que apresentam maiores problemas e principalmente em Lisboa, Setúbal e Faro como se pode ver no quadro seguinte:

Num próximo post analisaremos os Agrupamentos onde faltam estes 1421 professores.

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S.TO.P. desafia DGS a visitar Escolas do país real

 

“Exma. Sra. Diretora-Geral da DGS,

perante as suas recentes declarações de que os “Alunos devem ser separados ao máximo nas Escolas” vimos por este meio informar que:
1. foram as orientações da própria DGS para as Escolas no presente ano letivo da “distância de 1 metro se possível”. Isto, infelizmente, tem permitido que muitas turmas continuem com 28 ou mais alunos e por consequência alunos sem qualquer distância, lado a lado, dentro de salas de aula (espaços fechados);
2. a DGS e o Ministério da Educação (ME) continuam a não responder à interpelação do S.TO.P. em inícios deste agosto sobre qual o fundamento científico para que as escolas tenham orientações completamente diferentes dos outros sectores profissionais na atual pandemia. Relembramos que para as escolas a distância a cumprir é de 1 metro “se possível” (o que tem permitido tudo) em contraste com o mínimo de 2 metros nos restantes sectores;
3. neste momento e com conhecimento da DGS e do ME, impera uma espécie de “lei da rolha” sobre muitas das Escolas onde surgiram casos comprovados da COVID-19. Temos conhecimentos de vários casos comprovados que não chegam à comunicação social. Relembramos que isso representa um perigo para a saúde pública na medida que a maioria dos alunos infetada não irá manifestar qualquer sintoma mas será um agente de propagação (representando um grande perigo para os grupos de risco da sua família e também dos Profissionais da Educação envelhecidos).
Nesse sentido consideramos incompreensíveis as referidas afirmações porque precisamente pelas próprias orientações da DGS é que nas Escolas os alunos não têm conseguido “estar separados ao máximo”.
O S.TO.P. desafia-a a visitar as Escolas do país real onde infelizmente continua a ser normal encontrarmos turmas com 28 ou mais alunos.”

 

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ME sacode a água do capote quanto à falta de professores

A solução para os professores de risco está ao virar da esquina. Eles querem dar aulas, mas ninguém se atreve a dar um passo em frente para resolver o problema de muitos alunos e constituir a tal bolsa de professores para E@D. Os diretores já pediram uma solução, mas ela tarda em ser divulgada.

Mais uma coisa. Os professores sempre recusaram horários, não é por causa da pandemia que tal acontece. Pode ter aumentado, mas a percentagem não será assim tão anormal como querem crer que pareça.

Ministério da Educação admite que substituição de professores está a ser difícil

 

 

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Cinema Sem Conflitos: “The Problem With Link Think”

Título:  “The Problem With Link Think” | Autores: “Opertura (Aya yamasaki, Jason Brown)

Os gêmeos Reona e Oscar passam o tempo em sua lanchonete favorita esperando por mais takoyaki e são atraídos para uma dimensão alternativa. Eles voltarão a tempo para o takoyaki ???

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Comunicado: Problemas persistem e Ministro da Educação continua ruidosamente ausente

 

Na reunião de Comissão Permanente da Direção realizada neste dia 8 de outubro, os dirigentes do SPZC fizeram uma análise profunda e ponderada da situação da educação neste início de mais um ano letivo.

Os participantes foram unânimes em considerar que o Ministério da Educação (ME) teima em fechar-se no silêncio da inoperância e da irresponsabilidade. Exemplo desse distanciamento em relação aos problemas é a ausência gritante do titular da pasta da Educação.

A tutela continua a não dar resposta a questões prementes sobre as reivindicações que têm vindo a ser apresentadas, muitas delas suscitadas no quadro do anterior Governo, que já tinha como responsável na Educação Brandão Rodrigues. Os assuntos que necessitam de uma resposta urgente e justa repartem-se pela aposentação dos educadores e professores, a contagem do tempo de serviço, a resposta às situações dúbias de avaliação do desempenho docente e progressão na carreira, a clarificação das componentes letiva e não letiva e no combate à precaridade.

Constata-se nas escolas um clamoroso desconforto dos professores que pertencem a grupos de risco, pois continuam sem a devida clarificação do enquadramento legal para justificar as suas eventuais ausências. Também a nível do Ensino Superior, politécnico e universitário, grassa a falta de resposta para com os docentes nas mesmas circunstâncias de saúde pessoal. Ainda no campo das condições de segurança sanitária, não é entendível a discriminação que é tida para com as escolas do Ensino Artístico, Particular e Profissional no acesso ao equipamento de proteção individual e recursos similares. Recorde-se que muitas destas escolas dão uma resposta pública na área geográfica em que se encontram, ou seja, suprimem necessidades que não são satisfeitas pelas escolas do ensino público.

A principal tónica das intervenções das mais de duas dezenas de dirigentes que intervieram respeitou à preocupação séria pelo rejuvenescimento e pela falta de atratividade pela carreira docente, que está a originar nos dias que correm uma clara falta de educadores e professores no sistema. Os indicadores apontam para que esta situação se agrave no horizonte próximo. A falta de docentes a curto e médio prazo vai assumir contornos de enorme gravidade, lesando seriamente a qualidade da educação.

Coimbra, 8 de outubro de 2020

 

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Mas afinal há falta de professores?

Segundo a lista de não colocados, após a RR5 existem 16707 candidaturas sem colocação, o que corresponde a 11349 professores, porque alguns concorrem a mais do que um grupo de recrutamento.

Ora, haverá a tentação de pensar que este número é elevado e que afinal a falta de professores que tem sido noticiada é um exagero sem sentido… NADA MAIS ERRADO e a própria subdiretora-geral da educação já o admitiu.

É certo que a falta não se faz sentir por todo o país da mesma forma: se a NORTE (por enquanto) os professores são suficientes e as substituições são relativamente rápidas, em Lisboa e Algarve a situação agudiza-se de forma preocupante de ano para ano.

Se retirarmos das listas aqueles professores que não concorreram para horários completos em Lisboa e Algarve… o número de professores possíveis para essas regiões diminui drasticamente.

Vejamos o QZP 7 (Lisboa e Vale do Tejo): das candidaturas não colocadas (16707) há, no máximo, 10333 disponíveis para essa região, porque os restantes garantidamente não concorreram para lá. Acontece que cerca de 8500 estão concentrados em 4 grupos (100, 110, 260 e 620). Restam 1500 candidatos para os restantes 25 grupos de recrutamento, uma vez que há 6 grupos que já não têm candidatos disponíveis.

Estamos apenas em outubro e falamos apenas de horários completos… se considerarmos os incompletos o problema torna-se ainda mais óbvio.

Fica a tabela com os dados… a mancha vermelha representa os grupos onde a escassez de professores mais se faz sentir.

Há pequenas mudanças que poderão amenizar este problema, mas a situação exige medidas estruturais que vão muito além de uma legislatura… em 4 anos não se formarão os professores necessários e em 4 anos não se tornará atrativa uma profissão que nos últimos 20 anos se tem vindo a degradar de forma óbvia.

É necessário que haja um rumo… sindicatos, governo, oposição e os próprios professores têm de perceber que é preciso fazer cedências; encontrar pontos de convergência e estabelecer uma politica educativa a médio prazo… se isso não acontecer, a Educação está condenada e o futuro do país hipotecado.

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Já vamos em 28 surtos activos em escolas

 

Há 28 surtos activos de covid-19 em escolas com 175 casos positivos

Federação Nacional dos Professores revelou uma lista de 140 escolas que já tiveram ou têm casos de covid. Ministra da Saúde diz que estão a falar de números e datas diferentes.

“Existem 28 surtos nas escolas portuguesas, 175 casos confirmados”, disse esta sexta-feira a directora-geral da Saúde, na conferência de imprensa de balanço da pandemia em Portugal. “Não quer dizer que não existam casos isolados que dêem origem a contactos que vão para isolamento”, afirmou Graça Freitas, salientando que quer se trate de surtos ou casos isolados as medidas aplicadas são as mesmas.

 

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LISTA COLORIDA – RR5

Lista Colorida com retirados e colocados da RR5.

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942 Contratados Colocados na RR5

Foram colocados 942 contratados na Reserva de Recrutamento 5, distribuídos da seguinte forma:

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Governo diz que será dificil aumentar a função pública

Quem pagará a crise serão os mesmos. Os enfermeiros do particular já chegaram a acordo com os patrões para um aumento médio de 1,5%… Os funcionários públicos verão, novamente, o seu poder de compra baixar. Isto é que é motivação…

O Governo voltou a não apresentar proposta de aumentos salariais para a função pública, na segunda e última reunião com os sindicatos, esta sexta-feira, passando a mensagem de que esse caminho “será difícil”, adiantou a Federação dos Sindicatos da Administração Pública (Fesap).

“O que o Governo nos disse é que há uma situação económica muito difícil”, disse secretário-geral da Fesap, José Abraão aos jornalistas, no final da reunião com o secretário de Estado da Administração Pública, José Couto, no Ministério da Modernização do Estado e da Administração Pública.

 

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A lista de escolas com casos COVID 19 da Fenprof

Neste momento, a FENPROF já identificou e confirmou a existência de casos de Covid-19 nos seguintes 122 estabelecimentos (106 públicos e 16 privados), distribuídos por 66 concelhos:

Bragança:

  1. AE Emídio Garcia

Vila Real:

  1. AE Diogo Cão (EB do Prado, Ferreiros)

Valença:

  1. AE Muralhas do Minho

Monção:

  1. AE de Monção

Ponte de Lima:

  1. AE António Feijó

Viana do Castelo:

  1. AE Monte da Ola; AE de Paredes de Coura;
  2. AE Santa Maria Maior;
  3. AE de Monserrate

Braga:

  1. AE D. Maria II;
  2. EB1 de São Mamede;
  3. Colégio Luso Internacional de Braga;
  4. EB de Lamaçães;
  5. EB de Tenões

Famalicão:

  1. EB de Gavião

Guimarães:

  1. Escola Secundária Francisco de Holanda;
  2. EB 2.3 Egas Moniz;
  3. EB 2.3 Caldas das Taipas

Barcelos:

  1. EB 2.3 Abel Varzim;
  2. Centro Infantil de Barcelos

Felgueiras:

  1. Centro Escolar da Lixa;
  2. Escola Secundária da Lixa

Lousada:

  1. Centro Escolar de Lustosa;
  2. EB 2.3/S de Lustosa;
  3. Escola Secundária de Lousada

Lourosa:

  1. JI de Fonte Seca;
  2. EB1 de Fonte Seca

Marco de Canavezes:

  1. Jardim de Infância de Alpendurada

Santo Tirso:

  1. AE D. Dinis

Póvoa de Varzim:

  1. Centro Social Bonitos de Amorim;
  2. Colégio de Amorim

Vila do Conde:

  1. AE Frei João;
  2. AE D​. Afonso Sanches

Porto:

  1. Colégio Eurythmia;
  2. Liceu Francês;
  3. Colégio de Nossa Senhora do Rosário;
  4. Escola Secundária Clara de Resende;
  5. Escola Secundária Carolina Michaellis;
  6. Escola Secundária Garcia da Orta;
  7. Escola Secundária Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves (Valadares)

Vila Nova de Gaia:

  1. EB 2.3 Teixeira Lopes;
  2. AE de Canelas;
  3. AE da Madalena (EB Marmoiral);
  4. EB Dr. Costa Matos

Vizela:

  1. EB de Caldas de Vizela

Matosinhos:

  1. Escola Secundária da Senhora da Hora;
  2. Escola Secundária da Boa Nova

Valongo:

  1. AE Vallis Longus;
  2. Escola do Calvário

Gondomar:

  1. Colégio Paulo VI

Espinho:

  1. JI da EB1 n.º 3

Aveiro:

  1. EB 2.3 Rio Novo do Príncipe (Cacia)

Penedono:

  1. EB 2.3 de Penedono

Cinfães:

  1. EB 2.3 de Cinfães 

Viseu:

  1. Escola Secundária de Viriato

Vila Nova de Paiva:

  1. AE de Vila Nova de Paiva;
  2. JI de Vila Cova à Coelheira

Guarda:

  1. Escola Secundária Afonso de Albuquerque

Seia:

  1. AE de Seia

Trancoso:

  1. AE de Trancoso

Aguiar da Beira:

  1. AE de Aguiar da Beira

Belmonte:

  1. EB Pedro Álvares Cabral

Covilhã:

  1. Escola Secundária Frei Heitor Pinto;
  2. Escola Secundária Campos Melo

Castelo Branco:

  1. Escola Secundária Nun’Álvares

Fundão:

  1. Escola Secundária do Fundão

Coimbra:

  1. EB1 Solum Sul;
  2. Escola Secundária da Quinta das Flores;
  3. Escola Secundária Jaime Cortesão;
  4. Centro de Bem-Estar Infantil do Movimento de Casais de Santa Maria;
  5. AE Rainha Santa Isabel (EB1 de Sargento-Mor);
  6. Escola Secundária Avelar Brotero

Cantanhede:

  1. EB 2.3 de Cantanhede 

Lousã:

  1. EB2 da Lousã

Leiria:

  1. Escola Secundária Afonso Lopes Vieira;
  2. EB2.3 D. Dinis;
  3. Escola Profissional de Leira

Santarém:

  1. AE Ginestal Machado;
  2. AE Alexandre Herculano;
  3. JI de Gançaria

Entroncamento:

  1. JI da Zona Verde;
  2. Escola Secundária do Entroncamento

Tomar:

  1. Escola Secundária Jácome Ratton

Torres Novas:

  1. EB1 de Santa Maria

Ourém:

  1. Escola Secundária de Ourém

Lisboa:

  1. Colégio do Planalto;
  2. EB1/JI das Laranjeiras;
  3. Escola Alemã;
  4. Colégio Mira Rio;
  5. AE das Olaias (JI do Armador);
  6. Escola Artística António Arroio

Loures:

  1. EB Luís Sttau Monteiro;
  2. Colégio Bartolomeu Dias (Santa Iria de Azoia)

Mafra:

  1. JI de Venda do Pinheiro;
  2. EB2.3 de Venda do Pinheiro;
  3. AE Bento Franco (Ericeira);
  4. AE Armando Lucena (Malveira);
  5. EB Dr. Sanches de Brito

Cascais:

  1. St. Julian’s School  (Carcavelos);
  2. Colégio Marista (Carcavelos)

Sintra:

  1. Escola Secundária de Leal da Câmara (Rio de Mouro);
  2. AE Miguel Torga

Almada:

  1. Escola Secundária Anselmo Andrade

Palmela:

  1. Escola Secundária de Palmela

Sesimbra:

  1. EB 2.3 Navegador Rodrigues Soromenho

Setúbal:

  1. EB 1.2 Brejoeira;
  2. EB 22.3 José Maria dos Santos

Portalegre:

  1. Escola Secundária Mouzinho da Silveira

Castelo de Vide:

  1. JI do AE de Castelo de Vide

Cuba:

  1. AE de Cuba

Faro:

  1. Escola Secundária Pinheiro e Rosa;
  2. EB 2.3 Afonso III;
  3. AE João de Deus

Portimão:

  1. AE Eng. Nuno Mergulhão;
  2. AE Poeta António Aleixo;
  3. EB Coca Maravilhas

Lagos:

  1. JI da Ameixeira (AE Gil Eanes)

Loulé:

  1. Creche da Fundação António Aleixo (Quarteira)

Olhão:

  1. JI de Moncarapacho

Tavira:

  1. Escola Secundária Jorge Augusto Correia

Castro Marim:

  1. AE de Castro Marim

Vila Real de Santo António:

  1. AE D. José I;
  2. AE de Vila Real de Santo António

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Reserva de recrutamento n.º 5

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 5.ª Reserva de Recrutamento 2020/2021.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 12 de outubro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 13 de outubro de 2020 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

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Pré-Reforma de Professores arranca em 2021

 

 

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Cinema Sem Conflitos: “The Ogre & The Mermaid”

 

Título:  “The Ogre & The Mermaid” | Autores: “Christopher Magee

Um ogro é empurrado para uma praia deserta e encontra uma sereia enigmática. Preso entre o medo e a atração, ele deve tomar uma decisão sobre se deve segui-la nas profundezas.

Mais videos didáticos sobre Amor e Sexualidade, Bullying, Dilemas Sociais, Drogas, Emoções, Família, Racismo, Relações Interpessoais, Religião e Cultura, Violência em  https://cinemasemconflitos.pt/

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Escola em Lisboa com dois casos positivos não recebeu indicações da autoridade de saúde

Esqueceram-se que os Delegados de Saúde são os mesmos para um volume de trabalho muito superior…. o costume. Se der em surto a D. Graça lá o divulga…

Escola em Lisboa com dois casos positivos não recebeu indicações da autoridade de saúde sobre medidas a tomar

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O reconhecimento da falta de professores por parte da…

…subdiretora-geral da Educação!!!

“Parece que vamos deixar de ter professores”, diz subdiretora-geral da Educação

“Não tem havido investimento, nem qualquer trabalho nesta área para inverter a falta de professores” que “já faltam no sistema”, revelou Maria João Horta, numa conferência promovida pelo Conselho Nacional de Educação.

A subdiretora-geral da Educação, Maria João Horta, garante que já há falta de professores no sistema e denuncia a falta de investimento na área para inverter a situação.

“Parece que vamos deixar de ter professores em Portugal”, disse Maria João Horta, com tristeza, numa conferência promovida pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) sobre “O digital numa pedagogia ativa e autonomizadora”.

A denúncia surge numa altura em que, em muitas escolas, três semanas depois do arranque do ano letivo ainda faltam, por um lado, professores que não chegaram a ser colocados e, por outro, docentes que já apresentaram atestados médicos.

 

 

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O 25.° surto…

 

Surto em Centro Infantil de Barcelos manda 145 crianças para casa

 

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Como, D Graça? Deito as paredes abaixo?

 

Alunos devem ser separados ao máximo nas escolas, aponta DGS

 

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Pandemia aproximou pais e professores

Pais consideram que a pandemia os aproximou mais dos professores e vice-versa

Inquérito com respostas de cerca de 23 mil pais dá conta que, com confinamento, estes passaram a valorizar mais o papel dos professores.

A pandemia de covid-19, e em especial ao confinamento a que nos obrigou, aproximaram pais e professores, esbatendo “claramente as clivagens que por vezes se sentem entre eles”. O que “terá tornado a escola mais humana, mais dependente do esforço conjunto de pais e professores e mais cooperante”. Esta é uma das principais conclusões do estudo O papel da escola na pandemia, do ponto de vista dos pais, promovido pelo projecto Escola Amiga da Criança em parceria com a Católica Porto Business School e a Faculdade de Psicologia da Universidade Católica do Porto.

A recolha de dados decorreu entre Junho e Julho, tendo sido obtidas 23.136 respostas. Os resultados do estudo serão apresentados às 18h30 desta quinta-feira no canal de Youtube da LeYaEducação. Mas pelas conclusões a que o PÚBLICO já teve acesso fica-se a saber, por exemplo, que os pais consideram que os professores têm um “papel determinante na aprendizagem dos seus filhos (4,54 numa escala de 5) e que valorizam o esforço que estes fizeram “na adaptação aos desafios que a quarentena trouxe à educação” (4,05). Indicam também que durante o confinamento “a comunicação com os professores foi regular e contínua” (4,07 numa escala de 5).

Devido à pandemia, os alunos do 1.º ciclo ao 10.º ano foram para casa em Março e já não voltaram à escola até ao final do ano lectivo. Os do 11.º e 12.º ano regressaram em meados de Maio para prepararem os exames nacionais. Durante a quarentena, 26% dos pais referem que passaram mais de duas horas por dia a apoiar os filhos nos trabalhos escolares e 40% reduziram este encargo a uma ou duas horas diárias.

E quais foram as principais dificuldades sentidas neste tempo pelos pais? Ter tempo para conciliar com todas as outras tarefas que já tinham (27%); cansaço e disponibilidade mental (19%); conciliar com o teletrabalho (15%) e com as necessidades dos vários filhos (15%).

Quanto ao tipo de apoios prestados aos filhos, destaca-se a monitorização da atenção e realização das tarefas escolas por parte dos filhos (35%) e o apoio na realização destas (27%).

Neste questionário também foi perguntado aos pais quais as principais dificuldades que os seus filhos tiveram nesta experiência de ter aulas em casa. E a principal é também uma das que mais se faz sentir, tanto em testes, como em exames: dificuldade na interpretação e compreensão (33,5% em todos os anos de escolaridade). Seguem-se-lhe a “resolução de actividades” (22,3%) e a pesquisa para a realização das mesmas (21,7%).

Por outro lado, fica confirmada a importância da presença de um adulto para que os alunos levem as suas tarefas a bom porto: só 24% dos pais dão conta de que os filhos “realizaram sozinhos as tarefas escolares”. Para 50% dos alunos, as actividades no âmbito do ensino à distância ocuparam duas a quatro horas por dia, bem menos do que nas aulas presenciais que chegam a prolongar-se por oito horas.

Talvez esta discrepância se deva, em parte, a disciplinas que ficaram ausentes do cenário. Foi o que se passou para 19% com expressão física ou motora ou com 8% no caso das ciências exactas. Em média, 15% dos pais indicam que os filhos não tiveram todas as disciplinas durante o tempo de ensino à distância.

In Público

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Cinema Sem Conflitos: “Explicar o Vício”

Título:  “Addiction” | Autores: “Canal de Youtube: Kurzgesagt – In a Nutshel

Este vídeo foi adaptado do livro best-seller de Johann Hari no New York Times ‘Chasing The Scream: Os primeiros e últimos dias da guerra contra as drogas.

Com Legendas em Português em CC.

Mais videos didáticos sobre Amor e Sexualidade, Bullying, Dilemas Sociais, Drogas, Emoções, Família, Racismo, Relações Interpessoais, Religião e Cultura, Violência, ambiente e gênero em  https://cinemasemconflitos.pt/

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Vem aí a austeridade disfarçada de prosperidade

 

Fesap diz que Orçamento é de “austeridade” e degradação dos salários 

A Federação dos Sindicatos da Administração Pública (Fesap) considerou esta terça-feira, após reunião negocial com o Governo, que a proposta de Orçamento do Estado “é de austeridade” e contribuirá para a degradação dos salários na administração pública.

“Esta proposta de orçamento, que se diz que visa manter os rendimentos dos trabalhadores, é uma proposta de austeridade, que a dada altura só nos conduz a que os nossos salários continuem a ser degradados”, disse aos jornalistas o secretário-geral da estrutura sindical afeta à UGT, José Abraão.

“Vimos com uma mão vazia, outra cheia de nada”, apontou o dirigente sindical, acrescentando que, com esta proposta do Executivo, a generalidade dos trabalhadores fica “no sítio onde estava”.

“Não podemos ser hoje os heróis perante um problema sanitário e, amanhã, sermos os vilões porque acabaríamos por consumir recursos que o Estado não tem”, sublinhou José Abraão, reiterando esperar que os trabalhadores da administração pública não sejam novamente chamados a dar um contributo com a austeridade que está pressuposta no documento.

“Falaram-nos num investimento de 800 milhões de euros nos serviços públicos […] se é para investir nos edifícios e em tecnologia e não se investe nos trabalhadores, acho que é um caminho errado”, acrescentou.

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Será este o 24.º surto, Dr. Graça?

 

Seis funcionárias infetadas com covid em creche da Misericórdia da Maia

 

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A discriminação dos alunos portugueses no sistema de ensino do Luxemburgo

Ser português ainda traz consigo uma carga negativa em alguns países europeus. A discriminação, não assumida, ainda existe, mesmo que tal seja condenado por tudo e por todos em público. Não será só no Luxemburgo. O estigma de ser estrangeiro, mesmo tendo nascido no país, é uma realidade por essa Europa fora com origens nos anos 60, quando a procura por melhores condições de vida levou milhares de portugueses, a salto, para fora do país e que se foi prolongando nas décadas seguintes.

Parece que só somos bons lá fora se nos “educarmos” cá dentro…

“Se não és bom a alemão e tens Pereira no apelido, vais diretamente para o técnico”

“Se não és bom a alemão e tens Pereira no apelido, vais diretamente para o técnico, ou outra via, não és encaminhado para o ensino clássico”, reconhece Carlos Pato, secretário-geral do Sindicato dos Professores no Estrangeiro e professor há 48 anos, atualmente a lecionar na Universidade do Luxemburgo.

Para este dirigente a discriminação dos professores para com os alunos com apelidos portugueses e de outras nacionalidades emigrantes ainda continua a existir, achando que como não dominam corretamente o alemão não conseguirão concluir com sucesso o ensino clássico. “Não faz sentido ser um professor a decidir o futuro escolar e de vida de um aluno de 13 ou 14 anos”, vinca Carlos Pato. O correto seria “existir um exame no final do fundamental” para avaliar se o aluno iria para o clássico, técnico ou modular.

Embora esta decisão seja tomada pelo docente em conjunto com os pais do aluno, Carlos Pato alerta que os pais até podem não concordar, mas aceitam o que dita o professor “por medo de represálias” sobre os filhos. “Mesmo professores experientes podem ser influenciados involuntariamente por atitudes preconcebidas sobre a etnia dos alunos”, realça um estudo da Universidade do Luxemburgo, realizado em 2016, sobre a decisão dos professores na transição do aluno para o ensino clássico ou técnico.

Leia mais em Contacto

 

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Divulgação – Recrutamento de Docente de Inglês (grupo 120)

 

DOCENTE DE INGLÊS (grupo 120)

Colégio em lisboa procura docente para lecionar Inglês, Pré-Escolar e 1º Ciclo.  Valoriza-se experiência profissional e disponibilidade horária (Full-time ou Part-time)

Perfil de competências:

– Licenciatura ou Mestrado adequado

– Gosto e motivação pelo ensino

Enviar CV + carta de motivação para o email:

[email protected]

 

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23 surtos de Covid-19 nas escolas, revela DGS

 

Há 23 surtos de Covid-19 nas escolas, revela DGS

A diretora geral de Saúde disse esta quarta-feira que há, neste momento, 23 surtos de Covid-19 nas escolas em Portugal, com 136 casos de infeção entre alunos, professores e funcionários. O maior foco destes contágios encontra-se na região de Lisboa e Vale do Tejo, onde se contabilizam doze, seguindo-se sete no Norte, três no Centro e um no Algarve.

“Relativamente ao impacto que terá havido da abertura das escola na difusão da epidemia, ainda não é claro. O que se encontra nos inquéritos epidemiológicos muitas vezes é que há familiares doentes e parece que a transmissão ocorreu mais dos familiares para as crianças do que ao contrário. Noutras vezes os casos positivos são funcionários e, portanto, vêm da comunidade”, afirmou Graça Freitas, em conferência de imprensa.

A responsável da Direção-Geral da Saúde (DGS) considera que a situação, na generalidade do país, está controlada. Graça Freitas reforçou ainda a ideia de que “quanto mais organizada por bolhas, por setores, por aulas a escola estiver mais fácil é manter os alunos na escola e enviar para vigilância em domicilio o mínimo possível de pessoas”. “Apelo às escolas que segreguem ao máximo os alunos e as suas atividades para que, se houver um caso não tenham que ir todos para casa”, referiu, em declarações aos jornalistas.

 

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A diferença de vencimento entre o princípio e o final da carreira é a maior em Portugal

O estudo anual da Eurydice sobre os vencimento dos docentes, em 2018/19, pelo mundo vem mostrar que em Portugal a diferença entre o início e final da carreira docente é de 115,8%, uma enormidade. Como metade dos docentes nunca chegarão ao topo da carreira, a relação com outros países desenvolvidos torna-se mais do que evidente ao fim de uma vida de trabalho.

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A culpa é dos professores? – Alberto Veronesi

A culpa é dos professores?

Há vários anos que a classe docente tem sido, sucessivamente, atacada e desprestigiada, de forma continuada, pelos sucessivos governos, sem que tenha sabido reagir convenientemente. Talvez na típica expectativa de que alguém reaja por nós, alguém nos defenda, nomeadamente os sindicatos que, como é sabido, vivem precisamente dos problemas não resolvidos, o core da sua existência.

Demasiado ingénuos, fomos esperando! Assistimos à, talvez, maior vitória dos últimos tempos em 2008 e a partir daí foi sempre em declínio.

O problema está numa postura a que chamo de “professor missionário”. Essa postura foi-se instalando em cada um de nós e, ao contrário do habitual, entranhou-se de imediato. Aos poucos, salvo raríssimas excepções, todos fomos mudando a profissão, passando de professor a missionário, de intelectual a proletário, sem que tivéssemos sentido esta mudança com estranheza. Aceitámos tudo como sendo algo inevitável e como se nada pudéssemos fazer para o contrariar.

Com a pandemia, o professor missionário veio ainda mais ao de cima, eu incluído, por não termos tido tempo de parar para pensar e sobretudo pela imprevisibilidade da situação. Os professores fizeram, com sacrifício pessoal, tudo o que estava ao seu alcance para manter o ensino. Compraram material tecnológico e formaram-se exaustivamente, tudo, apenas, por algumas palmadinhas nas costas e sempre com desconfiança por parte da tutela, particularmente quanto à seriedade de cada um de nós no momento de atribuirmos as notas. E até isso aceitámos sem que ninguém levantasse a voz!

Começámos o ano com condições que roçam o ridículo, com o sentimento de estarmos perante uma inevitabilidade. Tem de ser, ninguém quer voltar ao ensino à distância, todos nós precisamos da sala de aula, da escola, e os alunos ainda mais. É aproveitando esta circunstância, sabendo que os “missionários” se apresentarão ao serviço com muita queixa de corredor, mas sem que nada os faça demover da missão, que o ministério passeia a sua incapacidade.

Todos os governos partem da mesma premissa: os professores sentem o ensino como uma missão e por conseguinte acham que podem tratá-los como um qualquer missionário num qualquer país subdesenvolvido, que eles não irão reclamar!

Durante décadas essa ideia foi passando e agora até temos colegas que vêem com algum desdém aqueles que tentam, aqui ou ali, acordá-los da letargia em que se encontram e com eles todo o ensino!

Poderia enumerar tudo aquilo que os governos foram, com as suas políticas, impondo aos professores. Mas entraria numa longa lista, que não nos levaria a mais lado nenhum, que não o da recordação. Apelei à sociedade em geral e aos professores em específico para que não aceitassem qualquer coisa no regresso às aulas, mas aceitámos. Aceitámos nós e aceitaram os pais, como se fosse inevitável regressar sem condições.

O prestígio de uma classe também se constrói mostrando carácter e isso tem faltado em toda a linha, não esquecendo o papel amorfo da maioria dos sindicatos, excepção feita a um ou outro, que têm tentado fazer melhor aquilo que ainda não foi feito.

Aceitamos tudo como se tivesse de ser assim.

Custa-me muito perceber que a culpa de estarmos onde estamos é genericamente nossa, dos professores.

Quando afirmo que a culpa é dos professores, faço-o conscientemente, mas não digo que seja só dos professores, já que, sobre aquilo que não controlamos pouco ou nada podemos fazer. Sobre aquilo que poderíamos ter feito ou podemos fazer quero apenas relembrar que falhámos.

 

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Cinema Sem Conflitos: “The Cliff House”

Título:  “The Cliff House” | Autores: “Jin Yao Wong

A história de um velho com sua luta e determinação para construir uma torre e atingir seu objetivo.

Mais videos didáticos sobre Amor e Sexualidade, Bullying, Dilemas Sociais, Drogas, Emoções, Família, Racismo, Relações Interpessoais, Religião e Cultura, Violência em  https://cinemasemconflitos.pt/

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