Logo no início do seu texto, começa por dizer que: desde o início do ano letivo, as coisas não correram tão mal. Se diz isto, é porque acredita nos números reportados pela Sra. Graça e pelo governo, que representam apenas 10% do número de casos de infeção em indivíduos que frequentam a escola até ao secundário… não são menos de 200, mas sim mais de 2000, fora os assintomáticos que não são testados, e fora todos os outros que já foram contaminados a partir destes 2000 no exterior. Sr. diretor, verifique o boletim da DGS nas faixas etárias que frequentam o ensino obrigatório.
Fala como se não fosse possível prever o que iria acontecer nos transportes públicos e nas imediações das escolas depois do governo ter promovido a proximidade social da maior comunidade existente em Portugal, a educativa.
Salienta que não existem condições para o ensino à distância, e que a logística digital das escolas está obsoleta, e também que não há uma estratégia para as aprendizagens e avaliação dos alunos que vão para casa em isolamento, ou seja , para o sistema misto.
Então, digam-me, existe alguma coisa que esteja a correr bem?
É imperativo que as escolas fechem, ontem já era tarde… vai ser um descalabro, nas escolas e hospitais.
A típica notícia de “uma no cravo, outra na ferradura”, ou melhor, a tentativa de “agradar a Gregos e a Troianos”.
Quanto às máscaras, a situação é desesperante. Com 5, 6, 7 ou 8 tempos letivos num dia, não há quem aguente tanto tempo com máscara. Claro que para quem está numa Direção, estar de máscara não é lecionar com máscara! Por favor, desçam ao terreno e perguntem aos professores o que está a ser o início de ano! Uma educação sem rosto, sem proximidade, quase sem recreio, intervalos, …
Há docentes que passam mais de 8 horas por dia com máscara, quer em aulas, quer em reuniões intercalares que alguns diretores teimam em que sejam presenciais. Escutem os docentes, escutem quem está no terreno, …
Já agora, onde param os sindicatos?
5 comentários
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Um Diretor consciente.
Parabéns.
Um diretor consciente?
Logo no início do seu texto, começa por dizer que: desde o início do ano letivo, as coisas não correram tão mal. Se diz isto, é porque acredita nos números reportados pela Sra. Graça e pelo governo, que representam apenas 10% do número de casos de infeção em indivíduos que frequentam a escola até ao secundário… não são menos de 200, mas sim mais de 2000, fora os assintomáticos que não são testados, e fora todos os outros que já foram contaminados a partir destes 2000 no exterior. Sr. diretor, verifique o boletim da DGS nas faixas etárias que frequentam o ensino obrigatório.
Fala como se não fosse possível prever o que iria acontecer nos transportes públicos e nas imediações das escolas depois do governo ter promovido a proximidade social da maior comunidade existente em Portugal, a educativa.
Salienta que não existem condições para o ensino à distância, e que a logística digital das escolas está obsoleta, e também que não há uma estratégia para as aprendizagens e avaliação dos alunos que vão para casa em isolamento, ou seja , para o sistema misto.
Então, digam-me, existe alguma coisa que esteja a correr bem?
É imperativo que as escolas fechem, ontem já era tarde… vai ser um descalabro, nas escolas e hospitais.
A típica notícia de “uma no cravo, outra na ferradura”, ou melhor, a tentativa de “agradar a Gregos e a Troianos”.
Quanto às máscaras, a situação é desesperante. Com 5, 6, 7 ou 8 tempos letivos num dia, não há quem aguente tanto tempo com máscara. Claro que para quem está numa Direção, estar de máscara não é lecionar com máscara! Por favor, desçam ao terreno e perguntem aos professores o que está a ser o início de ano! Uma educação sem rosto, sem proximidade, quase sem recreio, intervalos, …
Há docentes que passam mais de 8 horas por dia com máscara, quer em aulas, quer em reuniões intercalares que alguns diretores teimam em que sejam presenciais. Escutem os docentes, escutem quem está no terreno, …
Já agora, onde param os sindicatos?
Sindicatos?
O que é isso?
Verdade Alecrom, os sindicatos andam a fazer de conta que andam ocupados a defender os nossos interesses.
Çá vão tentando aqui e ali, fazendo uma declarações para inglês ver…
Bem, a FNE nem tenta, esses estão mesmo a relaxar. Devem estar exaustos.