Melhoraria de nota no secundário aprovada na AR

 

Os projetos de lei que visam permitir a realização de exames de melhoria de nota interna no ensino secundário foram aprovados esta quinta-feira em coligação negativa, tendo contado apenas com os votos contra do PS e com duas abstenções de dois deputados socialistas.

Os projetos apresentados esta tarde em plenário que visam possibilitar a realização de exames nacionais para que os alunos possam melhorar as suas notas, da autoria do PAN, do PSD e do CDS-PP, tiveram exatamente a mesma votação, com o voto contra do PS a ser apenas furado pelas abstenções dos deputados Miguel Matos e Filipe Pacheco. Os projetos baixam à oitava comissão.

O projeto do PAN “altera o Decreto-Lei n.º 22-D/2021, de 22 de Março, possibilitando a realização de exame de melhoria de nota interna no ensino secundário”, tal como é referido pela proposta do PSD, e o projeto do CDS-PP “altera o Decreto-Lei n.º 10-B/2021, de 4 fevereiro, na sua redação atual, de modo a permitir aos alunos a realização de exames nacionais para efeito de melhoria da classificação final”.

 

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Alunos do ensino secundário e do superior regressam ao ensino presencial

 

Os alunos do ensino secundário e do superior podem voltar às aulas presenciais a partir de segunda-feira, anunciou hoje o primeiro-ministro depois do Conselho de Ministros que definiu a terceira fase de desconfinamento no âmbito da pandemia de covid-19.

O regresso às escolas é para todos os concelhos, mesmo aqueles que não vão avançar para a próxima fase do desconfinamento ou os que até recuaram por terem uma elevada taxa de incidência. Isto significa, que independentemente do concelho em causa, os alunos do secundário voltam às aulas presenciais já a 19 de abirl.

A medida significa que todos os cerca de 300 mil alunos deixam o ensino à distância, mas o mesmo pode não acontecer aos 400 mil do ensino superior, uma vez que as universidades e os institutos politécnicos têm autonomia para decidir como será o regresso ao ensino presencial.

 

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Vai existir mais uma oportunidade de vacinação docente num outro fim de semana

 

Exmo(a) Senhor(a)

Diretor(a) / Presidente da CAP / Diretor(a) Pedagógico(a),

Relativamente aos docentes e não docentes que (i)não tenham sido chamados para vacinação e não o sejam até ao fim do dia de amanhã, dia 16 de abril, sexta-feira (apesar de integrados nas listas anteriormente enviadas para o efeito), ou (ii) que por outra razão/impedimento, nomeadamente serviço externo no estrangeiro ou isolamento profilático, não tenham tido oportunidade de serem vacinados, solicitamos que até à próxima quarta-feira, dia 21 de abril, pelas 18h, comunique à respetiva Direção de Serviços Regional da DGEstE os dados necessários para a sua inclusão na última fase de vacinação em grupo prioritário (Nome, NIF, data de nascimento, número de utente do SNS e número de telemóvel). A forma de comunicação destes dados, à DSR respetiva, será efetuada através de uma plataforma que estará disponível de 19 a 21 de abril, cujo link oportunamente será indicado, pelo que até receberem essa indicação não devem remeter qualquer informação por email ou por qualquer outro meio.

Alertamos para o facto de esta se configurar como a última oportunidade para identificação de pessoal docente e pessoal não docente para vacinação prioritariamente, não podendo a partir daquela data e hora ser realizada qualquer correção ou acrescento, motivo pelo qual este reporte se reveste da maior importância, exigindo elevado rigor e qualidade dos dados prestados.

Por fim, relembramos que “as pessoas que tiveram COVID-19 no passado não serão priorizadas”*, pelo que não devem ser indicadas.

Com os melhores cumprimentos,

 

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Conferência de imprensa do Conselho de Ministros (direto)

 

 

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A importância do conhecimento da informação sobre a ADD

 

Professores acusam agrupamento escolar de Braga de os prejudicar na progressão de carreira

O agrupamento de escolas de Celeirós, em Braga, não avisou os professores que estão em fase de avaliação para progressão na carreira da existência de uma “Nota Informativa” sobre a “Avaliação do desempenho docente e formação contínua de docentes” emitida pela DGAE, Direção-Geral da Administração Escolar, a qual permite que o número de docentes promovidos cresça, para além dos que estão inicialmente fixados.

A Nota, datada de 15 de junho de 2020 e assinada pela Diretora-Geral da Administração Escolar, Susana Castanheira Lopes, fala da “aplicação de um percentil extra em sede de reclamação e/ou recurso. Esta situação é possível, caso a alteração da classificação final resulte numa classificação igual ou superior à classificação da última menção de mérito atribuída, após aplicação dos percentis”.

E acrescenta: “A alteração, em sede de reclamação ou recurso, da classificação/menção atribuída a um docente retroage à data da reunião da SADD (Secção de Avaliação do Desempenho Docente) em que o requisito da avaliação foi cumprido”.

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Informação sobre testagem COVID-19 nas escolas – 3.ª Fase (19 a 23 de abril)

Exmo.(a) Senhor(a)

Diretor(a) / Presidente da CAP,

No atual contexto da pandemia da COVID-19, e seguindo de perto as recomendações da Organização Mundial da Saúde quanto à imprescindibilidade da testagem para deteção precoce de casos de infeção e identificação e isolamento dos seus contactos, possibilitando um controlo eficiente das cadeias de transmissão, importa dar continuidade à implementação da Estratégia Nacional de Testes para SARS-CoV-2, formalizada pela Norma n.º 019/2020, de 26 de outubro de 2020, da Direção-Geral da Saúde (DGS). Esta prevê após a atualização efetuada em 26 de fevereiro de 2021, no seu ponto 15, a realização de rastreios laboratoriais, em contextos específicos, nomeadamente escolas, com a testagem regular de pessoal docente e não docente dos estabelecimentos de educação e ensino e de alunos do ensino secundário.

Assim, por meio da Orientação Conjunta da DGS/DGEstE/ISS (1.º anexo) é definido o Programa de rastreios laboratoriais para a SARS-COV-2 nas creches e estabelecimentos de educação e ensino, através da utilização de testes rápidos de antigénio. Neste contexto, considerando o plano de regresso, faseado, às atividades educativas/letivas presenciais, e com vista à preparação da próxima fase de testagens (19 a 23 de abril) informa-se V.ª Ex.ª do seguinte:

  1. Período de testagem

19-23 de abril

  1. Universos a testar
  2. A totalidade dos alunos, pessoal docente e pessoal não docente do ensino secundário, de todos os concelhos de Portugal continental (serão testados o pessoal docente e o pessoal não docente que estão afetos, exclusivamente, ao ensino secundário/oferta de adultos. O pessoal docente e pessoal não docente afetos, simultaneamente, ao 3.º ciclo do ensino básico e ensino secundário não serão alvo de testagens nesta fase, uma vez que foram testados entre 5 e 9 de abril);
  3. A totalidade de pessoal docente e pessoal não docente dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, apenas nos concelhos de Portugal continental com um nível de incidência de casos positivos acima de 120/100.000 habitantes (a lista de concelhos que se encontram nesta situação à data de hoje figura no fim deste email);
  4. Manteremos a flexibilidade de 15 testes relativamente ao previsto, também nesta fase. Além desse número, só com validação dos Senhores Delegados Regionais de Educação;
  5. A realização dos testes será efetuada pelo mesmo Laboratório que, para o efeito, entrará em contacto com esse AE/ENA, a fim de organizar a operacionalização das testagens, nomeadamente, a calendarização e a preparação dos espaços que devem estar de acordo com a Informação Técnica em anexo (2.º anexo). Quanto à calendarização, o processo decorrerá no número de dias necessário (no período acima indicado) para a testagem de todas as pessoas;
  6. De acordo com informação prestada pela DGS, todos os vacinados serão igualmente testados;
  7. No caso dos Agrupamentos de Escolas, sempre que o universo a testar assim o permita, a operação de testagem decorrerá apenas na escola sede. Isso não obsta a que, havendo acordo entre o laboratório e as escolas, se possa organizar de outra forma e noutro local, uma vez que essa flexibilidade pode corresponder a uma economia de esforços para ambas as partes;
  8. Solicita-se a Vossa melhor colaboração na organização deste processo, nomeadamente no que respeita à definição dos grupos de pessoas e horários, de modo a regular o fluxo/número de pessoas a testar, de acordo com as normas gerais de segurança indicadas pela DGS, garantindo o normal funcionamento da Escola, evitando ajuntamentos e acautelando, ainda, que as atividades educativas/letivas ficam asseguradas para as crianças/alunos, bem como tudo o que tenha a ver com os consentimentos, tal como preconizado na orientação conjunta, Anexo 1. Uma vez que este é o primeiro momento em que vamos realizar testes a alunos, ganha especial importância a preparação atempada dos consentimentos para todos os alunos do ensino secundário. As escolas deverão garantir que todo aquele que se apresente para testagem tem o seu consentimento devidamente formalizado (não carecendo de impressão. Pode estar apenas em formato digital, devidamente arquivado pela escola).
  9. A Ficha de Monitorização deve ser preenchida pela escola com colaboração do laboratório, mas não é necessário qualquer carimbo;
  10. O AE/ENA deve garantir um número mínimo de funcionários que orientem e apoiem a operação, coordenado necessariamente por um elemento da direção.
  11. Durante o dia de hoje receberão um link para validarem/corrigirem a lista com os dados dos alunos a serem testados, dados estes já pré-preenchidos. Apenas será necessária a Vossa intervenção nos casos em que falte algum dado (o que estará devidamente sinalizado) ou em que seja necessário corrigir alguma das informações. Também poderão acrescentar os dados de aluno(s) cuja transferência tenha sido muito recente e que por esse motivo ainda não figurem na lista que disponibilizaremos.

Estamos certos de que o Vosso AE/ENA assegurará todas as condições logísticas necessárias para a concretização e sucesso desta operação, em prol do combate e mitigação da propagação da pandemia da COVID-19 e do regresso às atividades educativas/letivas presenciais em segurança.

Lista de concelhos com incidência superior a 120 casos por 100.000 habitantes:

  1. Alandroal – DSR Alentejo
  2. Albufeira – DSR Algarve
  3. Aljezur – DSR Algarve
  4. Almeirim – DSR LVT
  5. Barrancos – DSR Alentejo
  6. Beja – DSR Alentejo
  7. Carregal do Sal – DSR Centro
  8. Figueira da Foz – DSR Centro
  9. Marinha Grande – DSR Centro
  10. Mêda – DSR Centro
  11. Miranda do Corvo – DSR Centro
  12. Miranda do Douro – DSR Norte
  13. Moura – DSR Alentejo
  14. Odemira – DSR Alentejo
  15. Olhão – DSR Algarve
  16. Paredes – DSR Norte
  17. Penalva do Castelo – DSR Centro
  18. Penela – DSR Centro
  19. Portimão – DSR Algarve
  20. Resende – DSR Norte
  21. Rio Maior – DSR LVT
  22. Valongo – DSR Norte
  23. Vila Franca de Xira – DSR LVT
  24. Vila Nova de Famalicão – DSR Norte

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Com os melhores cumprimentos,

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Matrículas – Informação para Encarregados de Educação

O Powerpoint com estas imagens pode ser descarregado aqui.

 

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A Federação Portuguesa de Professores Também Respondeu ao Pedido de Informação da Petição

A Federação Portuguesa de Professores também respondeu ao pedido de informação da Petição Nº 216/XIV/2, “Pelo fim das Vagas no Acesso ao 5.º e 7.º Escalão“. Apesar de ter enviado a petição com 15 mil assinaturas podem continuar a votar na mesma.

Por ser uma resposta em 4 pontos deixo-a aqui no artigo.

Tendo sido a Federação Portuguesa de Professores (FPP) solicitada pela Comissão de Educação, Ciência, Juventude e Desporto da Assembleia da República para se pronunciar sobre a Petição indicada em epígrafe, vai fazê-lo nos termos e fundamentos seguintes:
1 – Os pedidos que constam da supra identificada Petição veem ao encontro das reivindicações, que, precisamente sobre esta matéria, a Federação Portuguesa de Professores, (e a Pró-Ordem que dela faz parte), tem apresentado aos últimos Governos da República. Sem, contudo, termos logrado obter, até ao momento, ganho de causa, nesta matéria. Razão pela qual, com este lenitivo nos dirigimos igualmente aos outros órgão de soberania, tomámos, em devido tempo, posições públicas e realizámos ações conjuntas com praticamente todas as associações sindicais de pessoal docente.
2 – Nestas circunstâncias, face ao que antecede e tomando em linha de conta o caminho (de reivindicação e de luta) já percorrido é óbvio, por ser por demais evidente, que esta Federação saúda a apresentação desta e de outra(s) Petições, sobre o mesmo assunto, em sede parlamentar, na expectativa de que, finalmente, venha a ser possível obter a conjugação maioritária de um determinado número de Grupos Parlamentares capaz de colocar fim à necessidade de existência de vaga para acesso ao 5º e 6º escalão da Carreira Docente, introduzida pelo Decreto-Lei nº 75/2010, de 23 de junho e continuado pelo Decreto-Lei nº 41/2012, de 21 de fevereiro.
3 – Escusamo-nos de reproduzir, nesta sede, os fundamentos da Petição sub judice, bem como a consequência lógica da respetiva causa de pedir ou peticionar, pois, pelo facto de os termos bem presentes (e não desejarmos alimentar meros brocados burocráticos) e de e eles serem, de há muito, do nosso conhecimento e preocupação reivindicativa, logicamente que contam com todo o apoio da Federação Portuguesa de Professores
4 – Tudo visto e ponderado, a exigência de vaga para progressão aos 5º e 7º escalões constitui um incompreensível obstáculo de tipo administrativo-financeiro que atrasa ou impede mesmo o acesso ao topo da carreira docente. No fundo, trata-se de um expediente legal que retira aos professores o poder de gestão das respetivas carreiras, pelo que importa a sua remoção.

É quanto nos apraz pronunciar em termos do assunto aqui em análise.

 

E para recordar o que o ME responde à petição volto a deixar aqui a sua resposta.

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Matrículas – Despacho Normativo n.º 10-B/2021

 

O presente despacho normativo procede à segunda alteração do Despacho Normativo n.º 6/2018, de 12 de abril, com a redação dada pelo Despacho Normativo n.º 5/2020, de 21 de abril, que estabelece os procedimentos da matrícula e respetiva renovação e as normas a observar na distribuição de crianças e alunos, e define o calendário de matrículas e respetiva renovação para o ano escolar de 2021-2022.

Despacho Normativo n.º 10-B/2021

 

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Amanhã Deve Oficialmente Começar as Matrículas

… para os alunos que ingressam pela primeira vez na Educação Pré-Escolar e no 1.º Ano.

E hoje de tarde o Portal das Matrículas Eletrónicas encontra-se em manutenção. Possivelmente a preparar a avalanche que começara amanhã.

 

 

 

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A memória não prescreve – Santana Castilho

1. No final de Março conheceu-se o resultado de uma análise do Iave ao impacto do primeiro encerramento das escolas nas aprendizagens dos alunos: em Matemática, Leitura e Ciências, numa escala de conhecimentos de quatro níveis, mais de metade dos alunos do 6.º e 9.º ano ficou aquém do mais elementar. Deixando de lado a questão de o estudo não ter medido o que era suposto medir, três atributos deste tipo de exercícios verificaram-se uma vez mais: quando o diagnóstico foi feito, a realidade já era outra (já estava consumado um segundo encerramento); o poder político recorreu ao princípio de Peter, isto é, nomeou um grupo de trabalho; o país alarmou-se dois dias e ao terceiro voltou à “raspadinha”, sem se indignar com a incapacidade do Estado para acudir às crianças que tiveram o azar de terem nascido pobres.
Há no exame feito um resultado que deveria determinar a acção política: a percentagem dos que responderam aos níveis mais elevados da escala está em consonância com os resultados obtidos para esses mesmos níveis noutros estudos similares, pré-pandemia. Quer isto dizer que o impacto do encerramento das escolas não foi o mesmo para todos e que, outrossim, se verifica um evidente aumento de desigualdades entre alunos. Dito de outro modo, só ficaram para trás os que já eram socialmente desfavorecidos. Ou dito ainda de outo modo, a solução do problema escapa maioritariamente à acção directa das escolas. E no que a estas toca, não são sábios-mochos que deverão ditar soluções universais. São as escolas, cada escola, que devem olhar para os seus alunos concretos, com necessidades diversas, e agir, desde que lhes consignem meios.
A previsibilidade de funcionamento do sistema bafiento de gestão da Educação só podia parir pouco mais que isto. A visão insensata, por parte do Ministério da Educação, de uma realidade social que não existe, só podia ficar-se por mais um passe desde tipo, para que nada mude. Com efeito, nenhuma razão crítica demove os incompetentes lá escondidos, atrás dos formalismos de sempre, vazios de resultados, desde que façam prevalecer o poder do controlo, inútil ao progresso, mas indispensável à sobrevivência da incompetência. Esta forma de gerir tem impedido que a apresentação das coisas como elas são dite as políticas a seguir. E mais que isso, causou hábitos e anestesiou os actores das salas de aula, que assim vão mover-se no caos andante do terceiro período lectivo.
2. Se as coisas correm mal na Educação, não vão melhores na Saúde. Já tínhamos doentes em esperas de anos por uma consulta de especialidade, setenta mil sem entrada nos cuidados continuados, crianças a fazerem quimioterapia nos corredores dos hospitais e velhos a sobreviver na miséria, sem dinheiro para os remédios. Agora instalou-se a inquietação crescente em matéria de vacinas. Neste quadro, recorrer ao dogma estatístico para evidenciar a irrelevância dos problemas é não perceber que pessoas são mais que números, por menores que estes sejam. Com efeito, se se poderá compreender a supressão das habituais experiências em animais e a diminuição dos testes em humanos, na ânsia de aprontar as vacinas, já não se pode aceitar o escamoteamento de que muitas pessoas vacinadas com a AstraZeneca manifestaram incidentes graves de saúde. Pouco importa que a EMA diga que são casos raros e que de dentro do seu camuflado o vice-almirante jure que o risco é mil vezes menor que o risco de ficar doente. A suspensão da aplicação, Europa fora, umas vezes para todos, outras para maiores, outras para menores de 60 anos, numa estranha flutuação de critérios, e a decisão dos EUA de armazenar dezenas de milhões de doses, sem autorizar a sua utilização, tem um significado que não pode ser ignorado e choca com o que parece ser o discurso politicamente correcto: vacine-se já e entregue-se à fé, estatisticamente validada, de que o mal acontece aos outros.
3. Num reino onde o nepotismo domina a máquina do Estado, deputados declaram moradas falsas para receberem subsídios de residência e os processos aguardam julgamento até à prescrição, o que vos espantou na passada sexta-feira? Não tinha já sentenciado o monarca de Belém que “ é o direito que serve a política, e não a política que serve o direito”?
O que me vai valendo é que a memória não prescreve.

In “Público” de 14.4.21

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Divulgação – Evento on-line “Desenvolvimento de Competências Socio Emocionais Baseadas em Mindfulness”

SÁBADO, 8 MAIO, 2021 – 10 AM UTC+01 – 1 PM UTC+01

 

Evento online

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Projeto do novo Estado de Emergência

 

 

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Resposta do SIPE à Petição “Pelo Fim das Vagas no Acesso ao 5.º e 7.º Escalão”

Na página da petição n.º 216/XIV/2 – “Pelo Fim das Vagas no Acesso ao 5.º e 7.º Escalão” foi hoje colocada a resposta do SIPE ao pedido de informação que foi efetuado a algumas organizações.

É uma resposta excelentemente fundamentada de 13 páginas que merece leitura e que termina com esta recomendação:

“Tendo em conta a descrição das circunstâncias atribuladas em que ocorre a fixação do número de vagas para efeitos de acesso ao 5.º e 7.º escalão da carreira docente, plasmados pelos subscritores da Petição e que aqui se tentaram exprimir, o SIPE recomenda que o conteúdo da referida Petição seja considerado, para que seja garantida a justas progressão dos docentes em causa, que só se atingirá com a eliminação do sistema injusto da submissão a vagas para progressão.”

Ao contrário da vergonhosa resposta do ME que irá ficar em todos os próximos artigos que fizer sobre esta petição.

 

 

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O Ministério da educação mudou de política?

 

Tenho a minha vacinação agendada para domingo e recebi um computador com ligação à internet, que me permitiu deixar de ter interrupções durante as aulas síncronas, apesar de só ter acontecido na última semana de E&D. Com tantas benesses de um ministério que tem sido penalizador dos professores, o que pode explicar esta mudança de comportamento?

No caso das vacinas a explicação mais simples pode ter a ver com a existência de vacinas, mas se nos lembrarmos que este ministério já teve uma atitude negacionista do impacto da Covid nas escolas e só as fechou depois de muita pressão dos professores e da opinião pública, teremos de colocar pelo menos outras hipóteses. O que fez o ministério da educação promover testes de despistagem e tornar os professores prioritários na vacinação, no âmbito das funções essenciais do estado, como já foram os médicos, enfermeiros, assistentes da saúde, outros técnicos de saúde, bombeiros, polícias, etc? Ou há informação oculta sobre o Covid nas escolas ou está na hora do governo ser simpático porque se aproximam eleições municipais, importantes para um governo minoritário? Quando a esmola é muita o pobre desconfia…

Outro facto positivo foi o programa de apetrechamento dos professores em teletrabalho com computadores e internet, uma obrigação legal da entidade patronal para com os subordinados em teletrabalho. Podemos pois interpretar esta distribuição de computadores como o governo estando a cumprir a lei, ainda que tardiamente, depois de alguns professores terem promovido o apagão de protesto contra esta situação. Mas, como o ministério optou por nada dizer durante os protestos, aqui também temos de colocar outras hipóteses. Porquê a opção por ceder em regime de comodato computadores aos professores quando as escolas estão ainda mal equipadas? (Ainda agora mandei um mail à direção da minha escola a pedir para me garantirem uma sala de informática numa disciplina em que estou a dar um programa informático quando dia 19 regressarmos ao ensino presencial e não a terei em todos os tempos como já aconteceu no passado, colocando-me problemas do que fazer nas salas de aulas sem computadores que me permitam cumprir o programa?). Havia dinheiro para gastar dos fundos europeus e comprar computadores portáteis foi a solução mais exequível? Porquê gastar este dinheiro em computadores quando se podia acabar com as restrições administrativas nas subidas de escalão aos 5º e 7º, como pede uma petição? Outra hipótese, já colocada acima, é não podermos ignorar que se aproximam eleições municipais…

Concluindo, há aqui uma mudança de política, de aproximação a algumas reivindicações dos professores, como a vacinação destes, que aumenta a segurança nas escolas contra o Covid e o cumprimento de condições legais no que toca ao cumprimento das condições legais quanto ao teletrabalho. Esta mudança terá a ver com o calendário eleitoral, em que cede alguma coisa, sem resolver problemas de fundo, como escolas mal equipadas no parque informático ou tornar a carreira de professores atrativa?

Rui Ferreira

 

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Ministério da Educação lança «Prémio Gandhi de Educação para a Cidadania»

Ministério da Educação lança «Prémio Gandhi de Educação para a Cidadania»

O «Prémio Gandhi de Educação para a Cidadania» já chegou às escolas. Esta iniciativa do Ministério da Educação, destinada a alunos dos ensinos básico e secundário, visa reconhecer e distinguir agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas, bem como estabelecimentos do ensino particular e cooperativo, que apresentem projetos de cidadania promotores do desenvolvimento de competências essenciais de formação cidadã, enquadrados na Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania (ENEC) e no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.
O tema do Prémio é definido anualmente, sempre em conformidade com os domínios da ENEC, sendo esta primeira edição dedicada ao «Bem-estar Animal».
Atendendo aos constrangimentos causados pela pandemia da Covid-19, as datas para submissão de candidaturas e votação online foram ajustadas, face ao que está fixado em regulamento. Assim, os alunos terão, este ano letivo, até ao final da última semana de maio para submeter candidaturas, e a votação online, aberta a toda a comunidade educativa, decorrerá na segunda semana de junho. Desse escrutínio resultarão os 50 projetos finalistas, que o júri avaliará, selecionando os 30 projetos vencedores, que serão anunciados publicamente a 2 de outubro, Dia Internacional da Não Violência.
Com o «Prémio Gandhi» pretende-se não apenas honrar Mahatma Gandhi como um dos grandes líderes pacifistas do Sec. XX, mas também dar a conhecer a visão humanista das suas ideias no combate à intolerância, à discriminação e ao autoritarismo, estimulando a participação ativa dos alunos e das escolas na construção de sociedades mais justas, solidárias, igualitárias e inclusivas

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Procedimento Concursal para contratação por tempo indeterminado para Assistentes Técnicos/Assistentes Operacionais – 02/2021: Nota Informativa

Procedimento Concursal para contratação por tempo indeterminado para Assistentes Técnicos/Assistentes Operacionais – 02/2021: Nota Informativa

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A vacinação deste fim de semana já está a ser marcada

 

 

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125 infetados entre o PD e PND

Covid-19 nas escolas: 125 casos em mais de 110 mil testes

 

Tutela reforça que “as escolas se têm afiançado como lugares seguros”.

 

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Já Começaram a Enviar os SMS para o fim-de-semana

e isto deve prolongar-se pela noite dentro.

 

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No Algarve, 13 surtos de Covid-19 e 42 turmas em isolamento

 

Escolas no Algarve têm 13 surtos de Covid-19 e 42 turmas em isolamento

O Algarve tem 13 surtos de covid-19 em creches, jardins de infância e escolas do 1.º ciclo , com 42 turmas em isolamento, num total de 101 pessoas envolvidas, entre alunos e funcionários, foi hoje divulgado.

Segundo a delegada de Saúde regional, comparativamente a períodos anteriores, há agora “uma maior incidência nas crianças”, havendo crianças infetadas que “conseguiram fazer mais de 20 casos secundários”, transmitindo o vírus dentro da própria sala de aula e às suas famílias.

“Notámos nesta fase, a partir de 15 de março, que havia um número maior de crianças positivas do que teria havido em situações anteriores. Imputamos este facto a uma possibilidade de o vírus ter [agora] maior apetência por grupos etários mais novos”, sublinhou Ana Cristina Guerreiro em conferência de imprensa, em Loulé.

No entanto, apesar do aumento do número de casos nas escolas, a responsável salientou que os locais de transmissão do novo coronavírus “continuam a ser, na maior parte das vezes, dentro das casas”, havendo famílias “inteirinhas” infetadas, em parte porque se “perdeu o medo” da doença.

 

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Concordam com a proposta do BE?

Bloco de Esquerda quer ano letivo no 1.º dia útil de setembro

O BE defendeu hoje programas de férias desportivo-culturais, um “investimento robusto” num plano de recuperação de aprendizagens e desenvolvimento das crianças em idade escolar e o início do ano letivo no primeiro dia útil de setembro.

 

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Sindicatos convocados para reunião com o ME

Reunião com o ME – 16 abril (15h00)

Os sindicatos foram convocados para uma reunião com o Ministério da Educação, a realizar-se no dia 16 de abril de 2021, às 15h00.

Esta reunião tem os seguintes pontos de agenda:

▪️Negociação coletiva do despacho que procede à adequação dos prazos do ciclo avaliativo dos docentes, nos termos do n.º 4 do artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 10-B/2021, de 4 de fevereiro .

▪️Consulta quanto às seguintes matérias:
▫️Recuperação das aprendizagens;
▫️Formação inicial de pessoal docente.

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Os professores vão receber a vacina da Pfizer

 

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Sobre a a resposta do pedido de informação do ME…

 

– ME, o que dizes sobre a Petição “Pelo fim das Vagas no Acesso ao 5.º e 7.º Escalão”?

– Os “bugalhos” estão ótimos. Saborosos, até…

 

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Os medos que por aí andam…

Todos sabem qual é a minha posição sobre a vacinação. Todos saberão que já fiz a primeira toma da vacina que dava pelo nome de AstraZeneca. O que poderão não saber, é que toda esta polémica me parece muito mais do que nos é transmitido…

Ficam alguns números.

Algumas estatísticas muito interessantes:
• há apenas 0,0004% de hipóteses de alguém desenvolver um coágulo sanguíneo após receber a vacina da Astrazeneca
• sete vezes mais probabilidades de acertar nos números vencedores da Loteria Nacional do que desenvolver um coágulo sanguíneo após a vacina
• 100 vezes mais chances de encontrar um trevo de quatro folhas
• aproximadamente as mesmas hipóteses de ser atingido por um raio
• As chances de morrer de um acidente de carro são 2.899 maiores
• as mulheres têm quase 15.000 vezes mais probabilidade de dar à luz gêmeos ou 223 vezes mais probabilidade de ter trigêmeos.
• uma pessoa normal tem quase 15 vezes mais probabilidade de morrer após ser picada por uma abelha.

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Um Aviso ao pessoal da EPE e 1.º Ciclo

Tenham cuidados redobrados…

 

Expresso | Covid-19. Crianças entre os 5 e os 9 anos são o grupo com maior incidência de novos casos

Número de infeções é baixo, mas nunca este grupo tinha superado os outros. Regresso às escolas dos mais novos e vacinação dos mais velhos ajudam a explicar a inversão da distribuição de novos contágios

s especialistas já tinham alertado para o recente aumento do número de casos entre os mais novos, mas agora as crianças entre os 5 e os 9 anos já são mesmo o grupo etário com a incidência de covid mais elevada. Segundo a análise do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), com base nos dados da Direção-Geral da Saúde, este grupo ultrapassou aqueles onde “habitualmente a incidência era mais elevada, nomeadamente dos 20 aos 24 e dos mais de 85”, como refere ao Expresso Baltazar Nunes, responsável pela Unidade de Investigação Epidemiológica do INSA.

Até agora, as crianças com menos de 10 anos eram um dos grupos mais protegidos da infeção, mantendo sempre incidência mais baixa do que as restantes faixas da população. Os jovens entre os 20 e os 29 anos foram ao longo do último ano e durante muito tempo o grupo mais afetado. Já em janeiro deste ano, os idosos acima dos 80 anos superaram claramente todos os restantes grupos, refletindo-se essa incidência num aumento muito significativo da mortalidade.

 

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Respostas ao Pedido de Informação sobre a Petição “Pelo fim das Vagas no Acesso ao 5.º e 7.º Escalão”

No site do Parlamento já se encontram 3 respostas ao pedido de informação que a Comissão de Educação, Ciência, Juventude e Desporto fez a algumas entidades, decorrente da minha Petição “Pelo fim das Vagas de Acesso ao 5.º e 7.º Escalão“, que passou a ser denominada Petição Nº 216/XIV/2.

Para já as respostas ao pedido de informações foram dadas pelo:

Ministério da Educação

ANDE

CE – Conselho de Escolas

 

O que o Ministério da Educação acaba por responder é que tem feito um esforço de vincular mais professores, reduziu o número de alunos por turma, criar condições para mais Mobilidades por Doença, pelo que se justifica a existência desse estrangulamento na carreira, em nome de um equilíbrio orçamental.

Como que 0,007% do PIB sejam um enorme desequilíbrio orçamental.

O Conselho de Escolas diz mesmo que  a exigência de vaga para progressão aos 5.º e 7.º escalões, se constitui
como um “mecanismo artificial”, um torniquete administrativo, para impedir o normal desenvolvimento da carreira dos docentes, atrasando ou impedindo o acesso ao respetivo topo.
De seguida, diz: “na verdade, a exigência de vaga é um expediente legal inventado e mantido para retirar aos
professores o poder de gestão das respetivas carreiras, transferindo‐o para as mãos do Estado
que, de forma arbitrária, decidir quantos professores podem ou não progredir. ”

A ANDE toma a seguinte posição:

“Deste modo, é da mais elementar justiça, concordar com os pedidos constantes da petição e, que as vagas
de acesso ao 5º e ao 7º escalão em 2021 sejam idênticas ao número de docentes que irão integrar as listas
nacionais de acesso a estes dois escalões e a revogação da alínea b) do nº 3 do artigo 37ª do Estatuto da
Carreira Docente, assim como os restantes artigos que lhe estão associados e ainda, a recuperação de
todo o tempo de serviço dos docentes que estiveram retidos nas listas nacionais para obtenção de vaga,
para efeitos de contagem do tempo de serviço para progressão na carreira docente.”

 

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A justiça, ou a falta dela…

A justiça, ou a falta dela, pode matar uma ditadura, ou uma qualquer democracia. O pilar de um povo pode ruir em qualquer estado se não for bem alicerçado. Neste pais os alicerces são de barro e qualquer tremor os faz ruir. Sempre assim foi. Perdeu-se mais uma oportunidade para construir uma nação com futuro.

 

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A saga da vacina AstraZeneca: o que hoje é, amanhã pode já não ser…  

 

Nas últimas semanas, a vacina da AstraZeneca tornou-se alvo de muitas suspeitas, de muitas polémicas e de muitas incertezas, sobretudo decorrentes dos seus possíveis efeitos secundários… Todas essas dúvidas e reservas foram consubstanciadas pela suspensão da respectiva administração por grande parte dos países europeus, há pouco tempo atrás…

 E depois de muitos “ziguezagues” a nível europeu, parece que a maior parte dos países do Velho Continente chegou à conclusão de que essa vacina poderia ser administrada a maiores de 60 anos de idade, mas que não seria aconselhável em idades inferiores a essa…

 Neste momento, parece que ninguém arrisca afirmar, com plena certeza e convicção, que os efeitos secundários dessa vacina, reportados por vários países, não são impeditivos da sua toma, ou se, pelo contrário, devem impedir tomá-la, pela sua insegurança…

 As muitas notícias que vão chegando diariamente são contraditórias entre si e não têm permitido esclarecer cabalmente se é ou não seguro tomar tal vacina… A comunidade científica parece estar dividida quanto à prescrição incondicional da respectiva toma e a inexistência de unanimidade quanto à gravidade de possíveis efeitos colaterais parece evidente…

 Face a tantas incertezas científicas e a tantas contradições, o bom senso e a prudência aconselhariam a adiar, por mais algum tempo e até serem recolhidas suficientes evidências sobre o problema, a administração dessa vacina e/ou, em alternativa, administrar outra que não suscitasse tanta celeuma e que não gerasse tantos receios…

 Contrariamente à perspectiva da prudência, numa primeira abordagem ao problema, no nosso país enveredou-se pela via da chantagem, dirigida aos cidadãos que trabalham em contexto escolar, sob a forma “suave” de aviso: a lembrar as odiosas Listas Negras ou a Caça às Bruxas de outros tempos, os que optassem por não tomar a referida vacina, passariam para o fim de uma hipotética lista, conforme foi veiculado por alguns meios de comunicação social (Notícia do Jornal Público em 19 de março de 2021, citando o Coordenador da task force)…  

Por outras palavras, enveredou-se pelo pior caminho: em vez de se terem apresentado argumentos e dados objectivos que inequivocamente esclarecessem os cidadãos sobre os efeitos secundários da vacina ou, em alternativa, se ter assumido o desconhecimento face a tais efeitos, deixou-se implícito que, aqueles que não aceitassem a respectiva toma, sofreriam consequências punitivas, uma espécie de “castigo”, por terem ousado colocar em causa a escolha de tal vacina por parte das Entidades de Saúde/Governo…

 O recurso à chantagem é sempre, absolutamente, inaceitável, sob todos os pontos de vista… Nunca há liberdade de escolha quando se é alvo de chantagem. Quando muito, tenta-se mascarar a imposição…

 Dessa forma, não se dissiparam nem se esclareceram quaisquer dúvidas. Apenas se contribuiu para a contestação e para a oposição à toma da vacina por parte de alguns, reacção natural de alguém quando se vê confrontado com uma (mal disfarçada) obrigatoriedade sem fundamentos convincentes, patente neste tipo de afirmação: ” a toma da vacina da AstraZeneca não é obrigatória, mas…”. E o problema reside quase sempre no “mas”…

 E a principal questão suscitada por este problema não reside propriamente no facto de os cidadãos não poderem escolher a vacina que pretendem tomar… A questão fundamental é verem-se obrigados a aceitar a toma de uma vacina insuficientemente estudada, cujos verdadeiros efeitos secundários ainda não se conhecem… E os que se conhecem levantam a hipótese de existir uma correlação positiva entre a toma e o aparecimento de alguns sintomas graves e preocupantes…

Se assim não fosse, que motivos existiriam para que o Governo, de um dia para o outro, tivesse agora decidido desaconselhar a toma da vacina AstraZeneca a menores de 60 anos?

 Já se percebeu que em Portugal não há efectivamente uma estratégia fiável e confiável quanto à administração de vacinas: vai-se “navegando com terra à vista”, a reboque de “ventos inconstantes” e conforme “as marés”…

A ilustrar tal “desnorte”, o Governo mandou tomar a 1ª dose da vacina AstraZeneca aos docentes do Ensino Pré-Escolar e do 1º Ciclo em 27 e 28 de março, mas onze dias depois, ou seja em 8 de abril, suspendeu o plano de vacinação anteriormente previsto para os restantes níveis de ensino e comunicou que, afinal, tal vacina passaria a ser administrada apenas a maiores de 60 anos… Num curto espaço de tempo, 11 dias apenas, tudo mudou: as certezas anteriores parecem ter-se esvanecido e a confiança irrevogável na vacina também…

 Os sábios da DGS, nas palavras da respectiva Directora-Geral , esperam, no entanto, e apesar de tudo o anterior, que tomemos a vacina da AstraZeneca sem qualquer tipo de contestação ou de reserva; que depositemos uma fé inabalável em entidades de saúde que, no último ano, se contradisseram várias vezes e de forma quase anedótica e patética; e que, depois de a tomarmos, aguardemos serenamente, mas muito vigilantes, por possíveis sintomas adversos provocados pela mesma…

E se, porventura, acontecer o pior a alguém, também não será dramático porque um bem maior se sobrepõe sempre a algumas perdas menores…

 Todas as vacinas comportam riscos, mas, no caso presente, parece que algumas mais do que outras… E sem querer entrar em campanhas alarmistas ou enveredar por infundadas “teorias da conspiração”, não pode deixar de se questionar a fiabilidade da vacina da AstraZeneca, à luz dos dados conhecidos até agora… Não parece plausível que tantos países europeus se mostrem tão cautelosos em relação à vacina AstraZeneca, se efectivamente não encontrassem justificações para adoptar essa conduta…

 Ainda assim, a toma ou não desta vacina deve ser um acto de decisão individual, a avaliar por cada um, de acordo com as informações que cada um considere pertinentes e atendíveis…

  

(Matilde)

 

 

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Lista Colorida – RR24

Lista Colorida atualizada com colocados e retirados da RR24.

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305 Contratados na RR24

Foram colocados 305 contratados na Reserva de Recrutamento 24, distribuídos da seguinte forma:

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300 em isolamento no Algarve

Surto em duas escolas de Faro deixa mais de 300 pessoas em isolamento

Um surto de covid-19 em duas escolas básicas do concelho de Faro obrigou ao encerramento dos estabelecimentos, que têm no total 300 alunos. Existem “vários agregados familiares com todos os elementos positivos”.

Tal como o JN noticiou, as aulas presenciais foram suspensas em duas escolas da freguesia do Montenegro, em Faro, mais concretamente na EB1 e EB1/J1.

 

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Regressar à escola pelos próprios pés…

 

Durante todos estes anos já li e ouvi acusações fundadas e infundadas de todos os tipos e feitios. Já pouca coisa me surpreende, mas é sempre bom quando sou surpreendido pela positiva.

Vi muitos professores fugirem da profissão com a intenção de nunca mais voltar. É destacamentos, comissões de serviço, equipas de trabalho disto e daquilo, concursos para cargos políticos e pseudopolíticos, candidaturas a autarquias e AR e outras quantas formas de fuga para o infinito.

De vez em quando, raros são, voltam um ou outro à escola pelos próprios pés. É de valor quando isso acontece por iniciativa própria e não por falta de alternativas…

A equipa do Blog DeAr Lindo deseja-te um bom regresso à atividade letiva.

 

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Reserva de Recrutamento 24

Reserva de Recrutamento n.º 24

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 24.ª Reserva de Recrutamento 2020/2021. 

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 12 de abril, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 13 de abril de 2021 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa. 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

Nota informativa

Listas

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Que solução para quem tomou a 1-ª dose da AstraZeneca?

 

Em França, vacina de ARN-mensageiro deverá ser usada após primeira dose da AstraZeneca

A mais alta autoridade de saúde de França deverá anunciar esta sexta-feira que as pessoas com menos de 55 anos que já receberam a primeira dose da vacina da AstraZeneca deverão receber uma segunda dose de uma vacina de ARN-mensageiro (como a da Pfizer e da Moderna), avança a Reuters citando duas fontes ligadas ao processo. Estas duas vacinas foram aprovadas e podem ser usadas no país.

A Alta Autoridade de Saúde (HAS, no acrónimo francês) – responsável pela gestão em França das vacinas aprovadas pela Agência Europeia de Medicamentos – já tinha avaliado esta possibilidade após os relatos de complicações raras após a toma da vacina da AstraZeneca e deverá avançar com esta posição.

 

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Os positivos que eram negativos em Oliveira do Hospital…

Mais não digo…

 

Os sete casos de professores da escola de O. Hospital afinal deram negativo nos testes PCR Covid-19

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E durante a madrugada


COVID19: A vacinacao da comunidade escolar e respostas sociais foi adiada uma semana. Aguarde contacto do SNS para reagendamento.

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Plano de vacinação para as escolas – Carlos Santos

[As minhas melhores faculdades mentais devem ter ficado congeladas juntamente com o tempo de serviço que me é devido, pois era capaz de jurar que ainda ontem acabei o raio das 29 reuniões e de redigir uma ata de 73 páginas anexadas por 194 documentos e – vejam só – acordo e estou outra vez em aulas… pior, parece que por ali, de alguma forma, todos tiveram o mesmo pesadelo que eu e vagueiam moribundos!]

– Estes professores estão sempre a lamentar-se que não têm trabalho, que estão desempregados, com saudades de regressar à escola e, agora que vos estamos a dar quase meio ano de trabalho letivo na escola sem interrupções, já se estão a queixar que não vão aguentar!
[O que querem? Somos um grupo de adultos, pelos vistos a maioria de nós suficientemente instruídos e inteligentes para aceitar um emprego muito mal pago e sem benefícios, com cada vez mais horas de trabalho inútil e burocrático, repleto de insegurança, itinerância e com uma aposentação esvaziada do dinheiro que descontámos durante toda uma vida!].
– Temos valorizado muito os nossos professores! Prova disso é que vos iremos vacinar contra o Covid… com algumas exceções.
Os professores que não irão tomar a vacina são… o grupo maioritário nas escolas – aqueles com menos de trinta anos…
[Esperem lá! Não é esse o grupo que há anos não comparece nas escolas? Tem-se baldado ou alguém se tem esquecido deles?!]
– Também serão excluídos os professores que maldizem do nosso estimável Ministro da Educação… nem todos, não fiquem nervosos! Só aqueles que falam mal dele diariamente…
[Será que estão mesmo interessados em vacinar os vossos prezados professores?]
– Bem, é melhor excluir este critério senão, aparentemente, sobrarão vacinas… e isso não convém. Bom, adiante…
Vamos administrar-vos já a vacina por estarmos imensamente preocupados em vos imunizar.
[Não será essa repentina pressa, por remota hipótese, devido a rumores que a posicionam como a mais barata, a qual querem despachar devido às crescentes dúvidas sobre a sua qualidade?]
– Longe de nós querermos poupar dinheiro com os professores! Sois velhos, estais a chegar à aposentação, tendes montes de doenças e nós temos imensa vontade de vos darmos uma vacina para poderdes viver o suficiente para usufruir da reforma pela longa carreira de trabalho em prol da nação.
[Se é assim tão boa, qual o motivo de não nos deixarem escolher qual das vacinas preferimos tomar?].
– Nesse caso, quem não apreciar o nosso gesto altruísta, fica para o fim da lista de vacinação.
[Mas se há suspeitas de que a vacina possa ter antecipado a ida de algumas pessoas para junto da glória do Senhor e alguns países a terem reservado só para certos níveis etários, não seria melhor aguardar?]
– Raio dos professores, sempre a pensarem só neles próprios… nem morrer querem, só para não darem a ganhar às agências funerárias! Se se tivessem dado ao trabalho de ler as letras miudinhas, teriam visto que estava lá escrito que não temos nenhum interesse em que os professores morram… pelo menos por agora… exceto se for em agosto ou tiverem acabado de receber a autorização para irem para a reforma! Até lá, cumpram o vosso dever de tomar a vacina para termos quem tome conta… queria dizer, que eduque e ensine as nossas criancinhas.
[Comovente, sem dúvida, esta repentina preocupação com a propagação do vírus num local que sempre asseguraram ser de baixa transmissibilidade!]
– Não reclamem! Se a tomarem agora, ficarão purificados! Receberão gratuitamente uma ultraluxuosa, prestigiada, de alta qualidade, glamurosa, intensamente testada dose de dor de cabeça com uma porção de febre, dores musculares, mas depois usufruirão de umas excursões até à casa de banho, mais conhecida entre os mortais como uma relaxante diarreia, num revitalizante efeito detox.
[Sim, sem dúvida, excrementos é a vossa especialidade. Agora a expressão “estarem-se a cag@r para os professores” ganha outro sentido!…]
– Se não ficarem satisfeitos, ficam desde já a saber que não aceitamos devoluções nem desculpas, pois no dia seguinte queremos-vos sorridentes na escola a tomar conta dos miúdos, porque uma caganeira e uma febrezita não são desculpa para não irem trabalhar e deixarem os pais presos em casa a tomar conta dos filhos, as empresas paralisadas e o país a ir à falência!
[Colegas, tenho de vos dizer, realmente quando o objeto em causa se trata de porcaria, o Ministério da Educação está altamente qualificado para falar sobre o assunto. Acho que, a partir de hoje, vou deixar de ir à casa de banho com medo de ser recrutado para esta equipa ministerial.]
– Lamento desapontá-lo, mas isso é uma inverdade, pois o tema sobre o qual o ministro está altamente qualificado, não é excrementos, mas desporto, onde faz questão de estar presente sempre que não pode comparecer nas escolas. Mas preocupamo-nos supinamente com a qualidade de vida dos nossos prezados professores.
[Ó, como me impressiona que estejam sempre tão interessados com a saúde e condições de trabalho dos professores e no bem-estar emocional das suas famílias. Como me sensibiliza saber que vos rouba o sono saber que os professores trabalham cada vez mais, com burocracia inútil que os leva à exaustão; que tenham cada vez menos autoridade e sejam vítimas de violência física e verbal, fruto das vossas campanhas de difamação; que se preocupam com o facto de que todos os anos milhares de professores tenham de deixar os filhos longe a crescerem à distância para poderem cumprir a sua mui nobre função missionária de difundir o evangelho educacional; que vos comove que, tal como um burro atrás de uma cenoura, trabalhemos cada vez mais anos até termos conseguido colecionar o inventário completo de doenças inscritas nas bulas farmacêuticas, incluindo a demência para podermos esquecer que temos todas aquelas doenças e nem sequer nos lembrarmos que um dia (quiçá) venhamos a ter direito a uma reforma! Pois, caros colegas, vou dar-vos uma novidade: peguem nessa literatura de cordel e usem-na numa daquelas romarias à casa de banho depois de terdes tomado a vacina.]
– Lá estão vocês outra vez a querer lixar a economia! Se puséssemos todos os professores a trabalhar perto de suas casas e das suas famílias, quem alimentaria o mercado de arrendamento?… e das gasolineiras?… e das oficinas?… e das concessionárias das autoestradas?… e dos concessionários de automóveis?… e das empresas de transporte?… e quem dava trabalho a tantos psiquiatras?! Os professores, esse bando de egoístas privilegiados sempre a queixarem-se só porque têm de andar umas décadazitas de terra em terra a fazer turismo por esse país fora à pala do erário público, ou andarem diariamente no passeio pelas belas estradas deste nosso maravilhoso Portugal, ou a ocuparem o demasiado tempo que têm livre a educar e a tomar conta dos miúdos, só porque a maioria dos pais não têm habilitações suficientes para o fazer?! Sois uns ingratos!
Dão-vos as vacinas antes dos outros e ainda se queixam!
[Perdoem-me por ser um simples mortal que não tem uma certificação superior em medicina, em farmacêutica ou em ciências políticas. Desculpem ter tomado tanto do vosso tempo. Por favor, continuem com o maravilhoso plano de saúde e segurança que amavelmente nos reservaram.]
– Os benefícios da vacina para a coletividade superam em muito alguns poucos casos imprevistos que possam vir a surgir…
[…e que se danem os danos colaterais? Vocês acreditam que, de uma ou de outra forma, não fará grande diferença, porque mais dia menos dia as pessoas lá teriam na mesma de morrer, não é verdade?]
– Informamos que após a toma da vacina, no caso de sentirem algum mal-estar permanente deverão consultar um médico…
[A sério!? Não deveríamos antes consultar uma cartomante ou um canalizador? Não fosse esse sábio conselho e acho que nunca ninguém se iria lembrar disso! Eu até estava desejoso de tomar a vacina, mas lamento desapontar a vossa piedade cristã, pois tenho a sanita entupida. Além disso, só para eu ficar esclarecido. Essa vacina, cura-nos do burnout, do desrespeito profissional, da precariedade e da injustiça do congelamento de carreiras? Ou só cura os pais do pesadelo de terem os filhos de volta a casa e as empresas de não puderem aumentar os lucros?]
– Vocês não são capazes de ver o copo meio-cheio…?
[Qual copo? Aos anos que tenho ouvido falar desse tal copo, mas nunca o vi, quanto mais a água!]
– Será que gostas de ser professor? Gostas de crianças?
[Do ponto de vista empírico, pode-se dizer que sim. Sempre que vou trabalhar tenho-as visto… têm andado por ali, um pouco por todo o lado. Quando era miúdo e ia para a escola, brincava com elas e dávamo-nos muito bem… mas, estranhamente, embora há quase cinquenta anos que continue a ir para a escola, há uns anos para cá, não sei porquê, essa fraternidade dissipou-se…]
– Já vimos que o problema não é a vacina, são os políticos…
[Não sou esquisito, mas de gosto seletivo, devo confessar. Só não gosto de alguns estadistas, sobretudo daqueles que falam do que não sabem, especialmente os que estão ligados à minha profissão. Mas confidencio-vos uma coisa que não vos tenho dito. No fundo, eu até gosto de políticos… na verdade, adoro-os, mas só quando estão calados, pois assim que abrem a boca até consigo aguentar bastante tempo, até quase ao fim da primeira frase. Não por culpa deles, apenas porque fui clinicamente diagnosticado com uma doença incurável – baixa capacidade de tolerância… a gente inútil e conversa malcheirosa.]

Boa vacinação para todos
Nota: só não tomo a vacina, porque não me deixam.
[Carlos Santos]

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Em16 mil testes realizados nas escolas só 0,1% com resultado positivo

 

Sobre as escolas, a ministra Vieira da Silva diz que está a ser feito um “rastreio associado ao início de atividade” e que foram alteradas as regras de testes. A partir de hoje, além dos contactos de riscos, irão ser testados “muitos mais contactos” relacionados com os alunos infetados, o que fará com que “sejam encontrados mais casos”. Contudo, realça que, dos 16 mil testes realizados nos estabelecimentos de ensino, apenas 0,1% tiveram resultado positivo.

 

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