Plano de Recuperação de Aprendizagens 21/23 apresentado em maio

 

 

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Sendo a hora limite para aperfeiçoar a candidatura às 18 horas de hoje…

…vão alargar o prazo por motivos de manutenção do site?

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A Petição Pelo Fim das Vagas no Acesso ao 5.º e 7.º Escalão Foi Hoje Admitida

Fui hoje notificado via e-mail que a petição “Pelo Fim das Vagas no Acesso ao 5.º e 7.º Escalão” foi hoje admitida e encontra-se em Apreciação na Comissão de Educação, Ciência, Juventude e Desporto.

A petição deu entrada com 15.000 assinaturas, mas 14.781 foram validadas (é sempre importante que o nome completo seja colocado na assinatura da petição para que seja válidas).

A nota de admissibilidade encontra-se aqui e já foi pedido a consulta  das seguintes entidades para que se pronunciem sobre a mesma, no prazo de 20 dias:

  • Ministro da Educação
  • FENPROF – Federação Nacional dos Professores
  • FENEI – Federação Nacional de Ensino e Investigação
  • FNE – Federação Nacional de Educação Federação Portuguesa de Professores
  • Associação Nacional de Professores
  • Associação Nacional de Professores Contratados
  • SIPE – Sindicato Independente de Professores e Educadores
  • FPP – FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE PROFESSORES
  • Conselho de Escolas
  • ANDE – Associação Nacional de Dirigentes Escolares
  • ANDAEP – Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas

 

Vou aguardar com curiosidade a leitura destes pareceres que serão públicos oportunamente.

A Comissão deve apreciar e deliberar sobre a petição no prazo de 60 dias a contar da data da sua admissão, que começam a contar a partir de agora.

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Competências do Sub-Diretor da DGAE

Foi ontem publicado em Diário da República, através do despacho n.º 3413/2021, a delegação de competências ao recente nomeado Sub-Diretor Geral da DGAE, César Israel Paulo, praticados a partir do dia 18 de setembro de 2020.

Poderia escrever mais sobre o perfil do César Paulo, com uma opinião mais pessoal, mas deixarei para outra altura porque hoje apenas lhe quero dar os parabéns por todo o trabalho que tem feito no lugar que ocupa como Sub-Diretor Geral da DGAE, desde o ano passado.

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Reduzir programas e ajustá-los ao essencial

Algo que já defendo há anos. Os programas estão desajustados em relação à idade e maturidade dos alunos, são extensos e vão além das aprendizagens essenciais.

Os programas em vigor ainda vêm das metas de aprendizagem de Nuno Crato, entretanto foram introduzidas as Aprendizagens Essenciais e instalou-se a confusão nas salas de aula.

Interessa ajustar o programa às idades de cada ano de escolaridade e introduzir as novas áreas que têm vindo a ser anunciadas, mas que não se enquadram nos horários de cada ano, porque, simplesmente,  os atuais programas não deixam um minuto livre para que isso possa acontecer sem prejuízos.

Aguardemos para ver o que os especialistas, que não frequentam salas de aula, têm a dizer.

 

Governo admite reduzir programas e não quer prolongar aulas

“Não vamos assumir que um programa se cumpre independentemente das condições específicas em que é aplicado”, afirma o secretário de Estado da Educação, João Costa. Conselho Nacional de Educação e Conselho de Escolas também vão ser ouvidos para a preparação do plano de recuperação das aprendizagens.

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Escola de verão versus redução de alunos por turma.

 

A partir de um estudo diagnóstico das aprendizagens foi constatada a necessidade de recompensar a fraca qualidade das aprendizagens devido ao E&D. Vamos admitir como razoáveis as conclusões desse estudo apesar de não haver comparações que permitam separar os efeitos conjunturais da pandemia dos efeitos estruturais, uma vez que não temos dados para anos sem pandemia, apesar da conclusão «de que as dificuldades demonstradas pelos alunos nos níveis mais elevados não é diferente da registada em outros instrumentos de avaliação, nomeadamente em testes internacionais como o Programme for International Student Assessment –  PISA».

A Peralta, economista com acesso a órgãos de informação, apareceu a defender como recompensa a criação de uma escola de verão, isto é criar nas férias de verão um sistema para recuperar as aprendizagens. Mais propõe, que os monitores ou tutores fossem recrutados fora da escola. Ou seja, para esta senhora qualquer um pode prestar serviços educativos, o que posso concordar se o objetivo é fazer qualquer coisa para ocupar os estudantes… Pela qualidade da proposta está tudo dito quando se parte do princípio que qualquer um pode ensinar. Quanto à exequibilidade, foi tão lesta a apresentar contas do prejuízo da paragem das escolas duas semanas, mas agora não apresenta contas. Esta proposta só é realista ao não contar com os professores, porque talvez reconheça o cansaço dos docentes e o facto de que os professores têm muitas tarefas para desempenhar, como garantir os exames ou realização das PAPs, além de que não passa pela cabeça de ninguém os professores ficarem sem férias.

A solução, será na minha opinião, o que se debate na Assembleia da República, a redução de alunos por turma e um sistema de coadjuvações que permita recuperar ao longo do próximo ano letivo as aprendizagens falhadas. Assim, teríamos um prazo alargado para proceder às recuperações necessárias. Esta solução seria aplicada com verdadeiros profissionais da educação. Além disso, se o problema for essencialmente estrutural, com a redução de alunos e reforço de apoios, como coadjuvações, tutorias, salas de estudo, estamos a pensar no futuro e não num remendo. Só um esclarecimento, os apoios seriam substanciais e não paliativos, ainda que limitados a certas disciplinas, como acontece já com aulas de coadjuvação de 15 em 15 dias, ou seja, a haver coadjuvação seria em 50% da carga letiva.

Rui Ferreira

 

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Estamos a aprender a viver em submissão?

Estamos a aprender a viver em submissão?

1. Compreendo bem que, para o vice-almirante Gouveia e Melo, a vacinação de mais de 60 mil profissionais de Educação no último fim-de-semana seja tema central. Sem lhe retirar importância, compreendo menos bem que o seja também para os responsáveis políticos por um sistema de ensino em estado comatoso. Desnude-se o que temos, em síntese breve: perdas de aprendizagens acumuladas, por diagnosticar com seriedade; muitos traumas emocionais a que acudir; 17 mil alunos, que nem ensino remoto conseguiram; cerca de 80 mil com necessidades educativas especiais e mais de 350 mil apoiados pela Acção Social Escolar, praticamente abandonados; um perfil de aluno a embrulhar um vazio de soluções; um modelo de gestão de escolas autocrático, obediente à voz de um ministério sem prestígio nem força política; uma carreira docente que destrata os que estão e afasta os que queiram vir; um edifício legislativo pérfido, sujeito a trambolhões constantes; uma avaliação das aprendizagens aferida por baixo, pela mediocridade do que se pede, e uma lógica de exames adulterada e esfrangalhada. E os professores, vacinados mas sonâmbulos, suportam um sistema mergulhado nestas desigualdades e injustiças. Submissos, fogem ao confronto, único meio para começar a resolver um dos maiores problemas do nosso estar.
2. Em Los Angeles, o Unified School District adoptou uma aplicação informática desenvolvida pela Microsoft, destinada a gerar um código QR diário, necessário para que os alunos possam entrar na sua escola. Assim, todos os dias têm de fazer prova de terem um teste PCR negativo, dentro de datas de validade, para além de responderem, repete-se, diariamente, a perguntas de controlo sanitário. Só depois de cumpridas estas exigências os alunos obtêm um código QR, válido apenas para esse dia, para poderem entrar na escola.
Por cá, a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa foi a estranha protagonista de uma abusiva tentativa de controlo digital dos movimentos dos alunos, em situação de exame à distância, gravando ruídos, desvios do olhar, actividades do computador e tudo o que se passasse à sua volta, numa miserável intrusão na sua vida privada. Esta ousadia, este repugnante desprezo pela legalidade instituída (por enquanto), vindos da escola onde se formam os que devem zelar pela justiça, arrepiam. Esta enormidade teria consequências, se não estivéssemos a atravessar um período de gravíssima pandemia social, acrescentado à grave pandemia de saúde pública.
Na senda desta normalização do anormal, de mansinho e ainda que com as promessas do “estritamente indispensável”, o decreto do Presidente da República, que renovou o estado de emergência, admite a incursão nos dados pessoais dos cidadãos.
Que mundo é este, que está a ser criado?
Convocámos epidemiologistas, virologistas, geneticistas e especialistas de medicina molecular para combater o vírus. Precisamos agora de nos virar para as ciências sociais, para suster os ódios e as enormidades que o medo e a incerteza estão a potenciar. Com efeito, as condições sociopolíticas e económicas da sociedade portuguesa não foram consideradas na escolha das estratégias de combate à pandemia. Vejo pessoas desesperadas e esgotadas emocionalmente pelas profecias e pelas garantias de especialistas que se contradizem a cada passo. E já começo a ouvir novos argumentos defensores da necessidade de manter perenes as medidas sanitárias, porque, afinal, a vacinação em massa e a imunidade de grupo que originaria, não evitará a continuidade da transmissão infecciosa. Respeitáveis comentadores e articulistas rotulam de negacionistas todos os que recusam a padronização das opiniões ou invocam cientistas tão credenciados como os que têm lugar cativo nas televisões e deles discordam. Só que a discussão crítica de argumentos e visões diferentes não pode ser considerada como reacção patológica, muito menos como fenómeno de deslasse social. A menos que queiramos uma sociedade simplesmente mimética de autocratas e de interesses em disputa.
Como poderei catalogar uma sociedade que, há um ano, aceita sem vigoroso protesto o desumano encerramento dos seus velhos em lares, donde não são autorizados a sair mesmo depois de vacinados? Nada de bom espera uma democracia em que a pegajosa aceitação sem questionamento se tornou virtude.

In “Público” de 31.3.21

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Cinema Sem Conflitos: “Praias da Costa Sul de Ponta Delgada – Açores”

Subscreva o canal Cinema Sem Conflitos a Chegar as 1000 Subscrições em https://www.youtube.com/channel/UCj6LBbDs8j93ijiuI-IKd3Q

 

 

 

Mais videos didáticos sobre Amor e Sexualidade, Bullying, Dilemas Sociais, Drogas, Emoções, Família, Racismo, Relações Interpessoais, Religião e Cultura, Violência em  https://cinemasemconflitos.pt/

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Novo indicador de equidade e informação sobre a identidade do projeto educativo em cada escola

Novo indicador de equidade e informação sobre a identidade do projeto educativo em cada escola

 

O InfoEscolas, portal das estatísticas do ensino básico e secundário, apresenta a partir de hoje um conjunto de novos dados relativamente ao desempenho do sistema educativo, desagregados por região, município, agrupamento de escolas e estabelecimento de ensino. Desta forma, o Ministério da Educação, através da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, em colaboração com outros serviços da administração, prossegue o desígnio de apresentar mais e melhor informação, devidamente contextualizada, com vista à promoção do sucesso escolar de todos os alunos, nos diversos níveis e ofertas educativas e formativas que constituem os 12 anos da escolaridade obrigatória.
A etapa que hoje se cumpre apresenta três áreas de inovação.
Consulte o comunicado na íntegra em anexo.

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Palavras para quê?

A mim basta-me uma palavra: ignóbil.

Mais uma? traumatizado.

 

Como Responder A Um Idiota…

 

 

 

 

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Portaria 272-A/2017 Consolidada

Deixo neste artigo a Portaria n.º 272-A/2017, de 13 de setembro, com as alterações produzidas pela Portaria n.º 245-A/2020, de 16 de outubro, retificada pela Declaração de Retificação n.º 40-
A/2020, de 16 de outubro e com as alterações produzidas pela Portaria n.º 73-A/2021, de 30 de março.

Em breve faço as alterações ao simulador do blog para calcular o número de assistentes operacionais que cada agrupamento tem direito com as alterações introduzidas hoje.

 

Portaria n.º 272-A/2017, de 13 de setembro  – Consolidada

 

As alterações introduzidas pela Portaria n.º 73-A/2021, de 30 de março encontram-se a vermelho.

 

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Tiago afirma que escolas vão receber mais 2000 AO

 

Governo garante mais 2000 funcionários nas escolas. Foram as palavras de Tiago Brandão na AR.

Aguardemos…

 

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Professores que não foram vacinados no dia 27 e 28 vão ser chamados

Os eventuais erros não foram das escolas, mas existiram. Foram de diversas situações que seriam evitáveis se tivessem requerido novas listas às escolas.

Escolas listam professores que não foram chamados para vacinação

Quem ficou de fora será chamado na próxima etapa da vacinação, a 10 e 11 de Abril, quando forem imunizados todos os outros trabalhadores da educação.

 

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DGEstE – Testagens Regresso: INFORMAÇÃO SOBRE 2.ª FASE (Informação n.º 5)

Na próxima semana o PD e PND do 2.º e 3.º Ciclo será testado em massa ao longo do país.
No caso dos concelhos identificados nesta listagem a testagem será alargada também à Educação Pré-Escolar e ao 1.º Ciclo.

 

Exmos. Senhores

Com vista à preparação da próxima fase de testagens (5 a 9 de abril) e para a melhor consecução e sucesso da mesma, e conforme me havia comprometido, remeto algumas informações de enquadramento que, penso, ajudarão a eliminar algumas dúvidas.

  1. Período de testagem

5-9 de abril

Dado que na segunda-feira, dia 5, é pascoela, sendo que há alguns municípios em que é feriado, poderemos aceitar, ainda que residualmente e a título excecional, que algumas testagens sejam realizadas na segunda-feira, dia 12 de abril.

2. Universo

a) A totalidade de Pessoal Docente e Pessoal Não Docente (PD e PND) dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico (do 5.º ao 9.º ano portanto) – todos os Agrupamentos de Escolas/Escolas Não Agrupadas (AE/ENA) de todos os concelhos de Portugal continental.

b) A totalidade de PD e PND, da EPE (educação pré-escolar) e do 1.º CEB, bem como todos os trabalhadores AEC’s/AAAF’s/CAF’s, dos AE/ENA dos 24 concelhos da lista infra (lista hoje publicada*)

  1. Alcoutim
  2. Armamar
  3. Belmonte
  4. Castelo de Vide
  5. Cinfães
  6. Cuba
  7. Figueira da Foz
  8. Figueiró dos Vinhos
  9. Golegã
  10. Gouveia
  11. Lagoa
  12. Marinha Grande
  13. Montijo
  14. Moura
  15. Odemira
  16. Penacova
  17. Penela
  18. Peso da Régua
  19. Portimão
  20. Póvoa de Varzim
  21. Rio Maior
  22. Sobral de Monte Agraço
  23. Soure
  24. Viana do Castelo

*Lista dos concelhos publicada pela DGS na 2.ª feira, dia 29 de março de 2021.

3. De acordo com informação prestada pela DGS, todos os vacinados serão igualmente testados;

 4. As listagens foram aperfeiçoadas pelas nossas Direções de Serviço Regionais, mas num processo tão complexo e de tão grande dimensão pode sempre haver algum lapso, pelo que, para não criar bloqueio na concretização da testagem, manteremos a flexibilidade de 15 testes. Além desse número, só com validação dos Senhores Delegados Regionais de Educação.

5. Por uma questão de imediata decisão sobre isolamento de casos positivos e pessoas a eles ligados no contexto das Comunidade Educativas, pedimos que todos os casos positivos sejam por vós comunicados, de imediato, aos Delegados Regionais de Saúde e, caso possível, aos Delegados Locais de Saúde.

6. Tudo o que diz respeito a consentimentos é da responsabilidade das escolas e por elas tratado. Os laboratórios não têm de arquivar estes documentos. As escolas deverão garantir que, quando necessário, todo aquele que se apresente para testagem tem o seu consentimento devidamente formalizado.

7. O anexo F – Ficha de Monitorização deve ser preenchido pela escola com colaboração do laboratório, mas não é necessário qualquer carimbo. Se alguma escola o solicitar/insistir deverá o laboratório contactar o respetivo Delegado Regional de Educação.

8. As testagens deverão ser realizadas nas sedes dos AE/ENA conforme previsto. Isso não obsta a que, havendo acordo entre o laboratório e as escolas, se possa organizar de outra forma e noutro local (por exemplo, nos centros escolares com EPE e 1.º CEB, ou nas EB2,3…), uma vez que essa flexibilidade pode corresponder a uma economia de esforços para ambas as partes.

9. O PND que presta serviço em mais do que uma escola deve ser testado de acordo com o Universo mais abrangente (exemplo: se trabalha num centro escolar com 1.º CEB e, também, numa EB2,3 deve ser testado no universo do 2.º e 3.º ciclos, pois integra o grupo agora abrangido).

10. Reforçaremos junto dos Diretores algumas regras para a organização do processo de testagens, nomeadamente no que concerne à regulação dos fluxos das pessoas a testar e ao cumprimento de regras da DGS.

11. Neste processo, foram detetados alguns falsos positivos. Os casos positivos têm de seguir para PCR através dos mecanismos próprios aplicáveis pelas autoridades de saúde.

12. Nos termos contratuais não há qualquer problema com a subcontratação por parte de cada um dos laboratórios, desde que nos informem – conforme definido nas condições contratuais. A faturação terá de ser feita, obrigatória e naturalmente, pelo laboratório com quem celebramos contrato.

ESCLARECIMENTOS SOBRE A PLATAFORMA DGEstE

Com a colaboração e os contributos de todos, procuramos introduzir alterações na plataforma que venham facilitar a tarefa que temos pela frente.

Assim:

a) permitiremos que os registos dos testes realizados sejam inseridos na nossa plataforma até às 13h do dia seguinte à sua realização e que os resultados sejam colocados até 36h após a testagem.

b) Preparámos a plataforma para que nela possam registar a calendarização dos testes a realizar. Julgamos que este método, simples e prático, possa ser benéfico para vós, para além de permitir que as calendarizações estejam concentradas na plataforma, obviando centenas de email e ficheiros Excel. Para a realização da calendarização, cada Laboratório terá identificada a sua lista de escolas (à semelhança do que sucede com o registo dos testes), pelo que bastará selecionar a escola e, em seguida, o campo correspondente ao dia/período em que prevê deslocar-se à referida escola, conforme abaixo se ilustra.

c) Outra das situações que será aditada à plataforma corresponderá ao universo a testar, ou seja, a clara indicação por parte do Laboratório se o teste realizado é referente a uma repetição da primeira fase (EPE e 1º CEB nas escolas dos 24 concelhos acima listados) ou se reporta ao novo universo da 2ª fase (2º e 3º CEB). Alertamos para a importância do correto preenchimento deste campo, por forma a não serem cruzados universos diferentes.

d) No que respeita à faturação, será criado um campo na plataforma para que cada Laboratório realize o upload dos testes por si realizados, em ficheiro Excel, o qual deverá conter a lista de códigos ID Sinave e Clínico Prescritor, para que fique explícito que aquele teste corresponde a um teste do universo “DGEstE”.

A ilustração destes dois campos adicionais (separação de universos e upload de faturação) ser-vos-á enviada nos próximos dias.

Com os melhores cumprimentos,

João Miguel Gonçalves

Diretor-Geral dos Estabelecimentos Escolares

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Portaria n.º 73-A/2021, de 30 março, cálculo de PND por Agrupamento

Portaria n.º 73-A/2021, de 30 março:

Segunda alteração à Portaria n.º 272-A/2017, de 13 de setembro, alterada pela Portaria n.º 245-A/2020, de 16 de outubro, que regulamenta os critérios e a respetiva fórmula de cálculo para a determinação da dotação máxima de referência do pessoal não docente, por agrupamento de escolas ou escolas não agrupadas

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‘Plano Marshall’ para a educação

“A situação é preocupante e vai ser preciso um ‘Plano Marshall’ para a educação”

Nos próximos anos, vai ser preciso uma espécie de ‘Plano Marshall’ para recuperar as aprendizagens de todos os que “ficaram para trás”. Deverá ter em conta os alunos mais novos, mas não só. Deverá “racionalizar” conteúdos curriculares, “trabalhar” o “essencial”: no 1.º ciclo, a leitura e a escrita; no 2.º e 3.º ciclos, a leitura, os conteúdos da Língua Portuguesa, os das ciências. Os recursos terão de ser aumentados, mais professores, mais psicólogos, mais assistentes sociais, mais apoio personalizado e mais coadjuvações na sala de aula. Estas são algumas das preocupações e propostas do presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares, Manuel Pereira, e do presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas, Filinto Lima, em reacção aos resultados do diagnóstico feito pelo Instituto de Avaliação Educativa (Iave), destinado a aferir o impacto do primeiro confinamento nas aprendizagens.

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Estudo Diagnóstico das Aprendizagens – Apresentação Preliminar

 

 

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Os resultados dos testes diagnósticos

Ensino em Portugal. Metade dos alunos com dificuldades nas tarefas mais elementares

Com dois anos letivos já condicionados pela pandemia e meses de ensino à distância – todo o 3.º período de 2019/20 no caso dos alunos do ensino básico -, o Ministério da Educação quis avaliar o “atual estado das aprendizagens” através de testes de diagnóstico aplicados uma amostra de estudantes do 3.º, 6.º e 9.º anos. E os resultados obtidos demonstram já algum impacto das perturbações.
“Há dificuldades já antes identificadas nomeadamente na resolução dos problemas de níveis de complexidade mais elevada, mas temos também uma percentagem muito grande de alunos que não consegue ser bem sucedida nos itens mais simples”, reconheceu o secretário de Estado da Educação, João Costa.
Os testes, realizados em janeiro numa amostra representativa de escolas (públicas e privadas, de todas as regiões do país), eram compostos por tarefas que remetiam para competências de literacia científica, matemática e de comunicação e informação. As dificuldades “rondam os 50% logo a partir das tarefas de nível 1 de dificuldade”, exemplificou João Costa, defendendo a necessidade de intervenção. “Estas dificuldades não podem ser ignoradas e vão obrigar a um trabalho específico nas escolas”, declarou ainda.

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Independentemente do Que Façam no Aperfeiçoamento

… se não submeterem a candidatura com a palavra chave, a candidatura fica exatamente como estava.

 

Por isso escusam de voltar a submeter se porventura editaram o aperfeiçoamento. Isso só vai dar trabalho acrescido a quem tem novamente de efetuar a segunda validação.

 

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Como Se Vê o Estado da Candidatura?

Entram na área do aperfeiçoamento e verificam o estado: Se estiver válida após a 1.ª validação não precisam de fazer mais nada.

A não ser que tenham algum dado novo que queiram inserir, por exemplo, terem recebido certificação de novo tempo de serviço.

 

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Aperfeiçoamento da Candidatura (29 de Março até às 18 horas do dia 31 de Março)

Aperfeiçoamento das Candidaturas – Concurso Externo / Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento

 

plicação eletrónica disponível entre o dia 29 de março e as 18:00 horas de dia 31 de março de 2021 (hora de Portugal continental), para efetuar o aperfeiçoamento das candidaturas ao Concurso Externo/Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento.

 

SIGRHE

 Manual de instruções

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Projecto realizado pelo Cinema Sem Conflitos na Casa do Povo de Vila Franca do Campo

https://www.facebook.com/cinemasemconflitos/posts/1089574018210696
Projeto Educativo Cinema Sem Conflitos. 🙂 <3

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Nuno Crato em Entrevista ao DN

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Sugestão de leitura – Ó Pressôre! – O livro

Ei-lo! Não precisam de esperar mais.
Já se encontra disponível nos formatos papel e E-book.
Encontrem-no aqui:

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Não está a correr mal, mas há que afinar…

 

A vacinação de docentes e não docentes teve início hoje e é com satisfação que vemos a adesão em níveis muito bons.

O que vou dizer não pode ser visto como crítica destrutiva, pelo contrário. Há afinações que têm que ser realizadas na convocatória dos docentes e não docentes, os agrupamentos podem ser um aliado para que não aconteçam falhas pontuais. Por exemplo, ninguém comunicou aos diretores que os docentes que já estiveram infetados não iriam ser convocados. O conhecimento deste facto aconteceu por via da comunicação social. Ainda não se entendeu que listas é que foram utilizadas para convocar os docentes. Por mais que me repitam que foram as utilizadas para o rastreio custa-me a acreditar, porque houve colegas a ser testados e agora não apareceram nas listas de vacinação e vice-versa. Docentes e não docentes que receberam a mensagem e não constavam das listas e vice-versa. Assistentes Operacionais dos AAF e CAF e docentes das AEC, foram dos que menos se viram por lá.

Os agrupamentos de escolas terão que fazer um levantamento de quem não foi vacinado para que estas falhas possam ser colmatadas no próximo fim de semana de vacinação, assim como Técnicos Superiores que trabalham diretamente com a EPE e 1.º Ciclo.

Soube, da boca de um responsável, que quem não compareceu hoje terá uma segunda hipótese, mas só se respondeu à mensagem.

Dizem que houve falta de comunicação. Há casos que esta tem que ser muito bem afinada…

Este sábado de manhã, os profissionais de saúde estavam no Centro de Vacinação de Cabeceiras de Basto à espera do pessoal docente e não docente mas, as horas passaram, e ninguém apareceu. 

 

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Não custa nada…

 

Às 9:09 apresentei-me no Centro de Vacinação, preenchi um breve inquérito, e fui vacinado. Não custou nada. 30 minutos depois estava a tomar um café ao postigo…

 

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Está preso por arames há tempo demais…

 

 

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Orientações para quem vai ser vacinado

 

AstraZeneca – Esta é uma vacina que utiliza um vírus geneticamente modificado (vetor viral) que contem DNA para a proteína S (“spike”) do vírus SARS-CoV-2.

Serão administradas 2 doses com intervalo de 12 semanas, no músculo do braço.

Deve informar um profissional de saúde se tem imunodeficiência ou realiza terapêutica imunossupressora (incluindo quimioterapia) ou tem doenças da coagulação, alteração das plaquetas ou faz terapêutica com anticoagulantes.

Depois de ser vacinado deve ter alguma precaução?

Deve manter-se junto do local onde foi vacinado durante pelo menos 30 minutos. A DGS lembra que as reações alérgicas graves são muito raras, surgindo, geralmente pouco tempo após a administração. Se sentir um mal-estar persistente (dores de cabeça frequentes, dores no corpo fortes) durante mais de 3 dias, pontos vermelhos ou manchas na pele fora do local de injeção, deve consultar e de imediato o seu médico ou ligar para o SNS24 (808 24 24 24).

Que reações adversas podem surgir?

Sensibilidade, dor, calor ou comichão ou hematoma no local de injeção, fadiga, mal-estar, dores musculares, dor nas articulações, febre, arrepios, dor de cabeça ou náuseas.

O que fazer se surgirem reações adversas?

De acordo com o manual da DGS:

    Se tiver febre, pode recorrer à toma de paracetamol. Se apresentar dor, calor ou hematoma no local de injeção, pode aplicar gelo várias vezes ao dia, por curtos períodos, evitando o contacto direto com a pele.

    Em caso de persistência dos sintomas ou se surgir outra reação que o preocupe, deve contactar e o seu médico assistente ou o SNS24 (808 24 24 24).

    O manual sobre a Literacia em Saúde e Comunicação pode ser consultado aqui.

     

    Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2021/03/orientacoes-para-quem-vai-ser-vacinado/

    As Minhas Previsões de Datas para Todo o Concurso 2021/2022

    Deixo aqui um quadro com as minhas previsões para as diferentes fases do concurso 2021/2022.

    A Mobilidade por Doença está fora do aviso de abertura do concurso, mas deve ser feita logo que as listas definitivas do concurso interno/externo sejam publicadas, ou seja, lá para o mês de junho, porque não fará muito sentido ser antes disso.

    Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2021/03/as-minhas-previsoes-de-datas-para-todo-o-concurso-2021-2022/

    Há professores e funcionários do pré-escolar e 1.º ciclo que não foram convocados para vacinação

     

    Entre os professores e funcionários do pré-escolar e 1.º ciclo, há quem não tenha recebido a mensagem para a vacinação deste fim-de-semana, mas “isso já estava previsto”, avisam as associações. Como tal, decorre também um processo de listagem de quem ficou de fora, para que possam ser vacinados no futuro. Depois da Páscoa serão feitos novos contactos.

    Entre os que foram convocados existem alguns que foram convocados para centros de vacinação a dezenas de quilómetros de distância dos concelhos onde lecionam.

    Relativamente ao próximo fim-de-semana de vacinação, de 10 a 11 de Abril, a task force avançou que serão feitos os contactos para agendamento “após o fim-de-semana da Páscoa”.

     

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    Lista Colorida – RR23

    Lista Colorida atualizada com Retirados e Colocados na RR23.

    Neste momento, entre os contratados que obtiveram colocação, 1652 já estiveram em mais do que um contrato:

    • 23961 têm um contrato;
    • 1164 têm dois contratos;
    • 395 têm três contratos;
    • 87 estão no quarto contrato;
    • 4 estão no quinto;
    • 2 estão no sexto.

     

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    112 Contratados Colocados na RR23

    Foram colocados 112 contratados na Reserva de recrutamento 23, distribuídos da seguinte forma:

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    Alerta do governo…

    Reabertura das escolas após Páscoa depende do comportamento das pessoas

    O regresso dos alunos às escolas depois da Páscoa, a 5 de abril, está dependente da evolução da pandemia em Portugal, alertou o Governo, admitindo que se fosse hoje não haveria recuos no plano de desconfinamento.

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    Reserva de recrutamento n.º 23

    Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 23.ª Reserva de Recrutamento 2020/2021.

    Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 29 de março, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 30 de março de 2021 (hora de Portugal continental).

    Consulte a nota informativa.

     

    SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

    Nota informativa

    Listas

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    O rato escondido com o rabo de fora…. Luís S. Braga

    Os economistas não estão a pensar em recuperação de aprendizagens, nos alunos, nas tutorias ou na qualidade da educação.
    Aliás, disso, como nunca deram uma aula do 1º ou 2º ciclo sabem pouco ou nada.
    É isto: afirmar o princípio, mais propriamente economicista, de que “tutor substitui professor” e que “qualquer gajo ou gaja pode dar aulas”.
    Acabar com a nossa profissão, negando a exigência de profissionalização. Prossegue a velha prática. Dar aulas não é trabalho altamente especializado. Para o que é, bacalhau basta….
    E cito, o seu brilhante plano:
    “As tutorias aconteceriam uma hora por dia, durante esse período, e implicariam a contratação de tutores, que podiam ser não só professores com profissionalização, como recém-licenciados ou jovens que estivessem ainda a concluir formações superiores.”

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    Aprovados

    APROVADOS!
    Projeto de Resolução n.º 1114/XIV/2.ª (BE) – Pela realização de concursos buy anabolic steroids online que preencham as necessidades das escolas e não excluam professores
    Projeto de Resolução n.º 1122/XIV/2.ª (PSD) – Pela realização de um concurso de professores que melhor responda às necessidades de pessoal docente nas escolas

    Nota: Projeto de Resolução é “apenas” uma RECOMENDAÇÃO ao GOVERNO/Ministério da Educação.

     

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    Confirma-se que professores que já tenham sido infetados não recebem vacina na primeira fase

     

    Professores que já tenham sido infetados não recebem vacina na primeira fase

    “A vacinação de pessoas recuperadas ocorrerá logo que a disponibilização de vacinas aumente”, adianta a Direção-Geral da Saúde, numa resposta conjunta com a “task force” que coordena o processo de vacinação contra a Covid-19.

    “Neste momento, encontramo-nos num cenário em que o número de vacinas é limitado“

    “Por isso, é nosso entendimento que devem ser priorizadas as pessoas com maior risco / vulnerabilidade de contrair a infeção por SARS-CoV-2 e que não tenham ainda desenvolvido uma resposta imunológica à doença (por exemplo, após a infeção natural por SARS-CoV-2)”

     

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    Professores, heróis em tempo de pandemia – Hélder Sousa Silva

     

    Professores, heróis em tempo de pandemia

    Durante este último ano, o país prestou tributo, e bem, aos profissionais de saúde, aos bombeiros, às forças de segurança, às autarquias e aos trabalhadores da designada “linha da frente” pela forma como responderam à pandemia. Passados mais de 365 dias desde a primeira experiência de confinamento, falta agradecer aos educadores e aos professores – esses heróis que são merecedores do reconhecimento público!

    Porque os heróis são aqueles que têm a capacidade de se reinventar. Quando o terceiro período letivo se iniciou, a 14 de abril de 2020, no regime de ensino à distância e após mais de um mês de suspensão das atividades letivas, os docentes responderam à falta de meios com muita vontade e criatividade: atualizaram-se profissionalmente com recurso às novas tecnologias, repensaram métodos de ensino e despenderam horas a recriar tarefas.

    Porque os heróis são aqueles com quem podemos contar. Pese embora o esforço das famílias e o apoio prestado pelas autarquias de Norte a Sul do país, nomeadamente na cedência de computadores e de equipamentos para acesso à Internet, nesta primeira fase do confinamento nem todos os alunos tiveram condições mínimas no acesso ao ensino à distância. Não obstante, os educadores e professores fizeram o possível por continuar a ser uma presença assídua na educação de milhares de crianças e jovens, que guardarão para sempre os seus significativos gestos de disponibilidade.

    Porque os heróis são aqueles que honram o serviço público, privado e cooperativo. Já em contexto de atividade letiva presencial, e à medida que o primeiro período do ano letivo 2020/2021 se foi aproximando do fim, o número de turmas em isolamento e de casos positivos de Covid-19 (alunos, docentes e auxiliares) foi aumentando de forma preocupante. Novamente, os docentes demonstraram a sua resiliência.

    Porque os heróis são aqueles que não desistem perante a adversidade. Já em 2021, quando o Governo decidiu tardiamente (afirmo, de forma convicta!) suspender a atividade letiva presencial e, com ela, iniciar um novo período de confinamento, os educadores e os professores voltaram a ser o recurso imprescindível do sistema educativo, perante a incapacidade do mesmo Governo que, pese embora as reiteradas e infundadas promessas, não garantiu os necessários meios informáticos para que todos os alunos, sem exceção, tivessem igualdade de oportunidades no acesso à educação.

    Porque os heróis são aqueles que dizem sempre… presente! Chamados “às pressas” para retomar a atividade letiva presencial, sem testes nem vacinas, mais uma vez os docentes comprovaram ser feitos dessa fibra que distingue os homens e as mulheres que, perante a grandeza da missão, têm a coragem de perseverar.

    Por tudo isto, todas as palavras serão sempre poucas para expressar este merecido agradecimento. Contudo, não tenho dúvidas de que os nossos docentes facilmente prescindiriam de tais palavras se lhes fossem garantidas as devidas condições para o exercício do seu trabalho. Essa é a melhor homenagem que lhes podemos fazer!

    Perante a falta de preparação e de planeamento de um Governo que se limita a repetir os mesmos erros ao longo da pandemia, os educadores e os professores foram obrigados a um autêntico exercício sobre-humano. Não é suposto ter superpoderes para exercer a nobre missão de ensinar!

    Poderá o Governo ainda aprender esta lição?

     

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    Docentes que estiveram infetados não estão a ser convocados

     

     

    Os docentes e não doentes que estiveram infetados com a doença COVID-19, não estão a receber convocatória para serem vacinados por SMS ou por qualquer outra via.

    Isto leva-nos a pensar que serão incluídos numa outra altura nas listas de vacinação.

    Aguardam-se mais esclarecimentos por parte das entidades competentes.

     

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    BALANÇO DA LUTA contra os Concursos Docentes – S.TO.P

    Concursos docentes 2021/2022: BALANÇO DA LUTA

     

     

    Colegas,

    Como é público, mais uma vez, no procedimento concursal de educadores de infância e de professores dos ensinos básico e secundário para o ano escolar de 2021/2022, o Ministério da Educação (ME) voltou a desrespeitar profundamente a classe docente.

    Particularmente no momento em que toda a sociedade reconhece o esforço, dedicação e importância da classe docente, o ME decide “mudar as regras a meio do jogo” (com apenas 1 dia de antecedência) e voltar a insistir nas injustiças do concurso de 2017… tudo isto numa fase em que os professores se encontram a corrigir os últimos testes/trabalhos e a preparar as avaliações de final do 2.º Período, obviamente, em simultâneo, com as preparação e lecionação das aulas…

    Para além disso, com menos de 24 horas de antecedência, os sindicatos foram chamados a reunir com a DGAE sobre os Concursos de Docentes, onde, mais uma vez, ficou evidente uma postura não dialogante e falta de consideração também pelos representantes da classe.

     

    Desde esse dia, o S.TO.P. tem-se destacado por uma postura não sectária na defesa dos colegas profundamente injustiçados por mais este desrespeito do ME. De seguida, fazemos uma síntese da nossa atividade nesta luta.

    O QUE O S.TO.P. JÁ FEZ:

    – desde logo convidámos todos os sindicatos/federações docentes para juntar forças em defesa dos colegas lesados por estes concursos. Infelizmente, até hoje, ainda não obtivemos qualquer resposta;

    – pedimos audiências com todos os grupos parlamentares;

    – marcámos um Plenário Nacional aberto a sócios e não sócios. Foi provavelmente um dos maiores Plenários de docentes dos últimos anos na medida em que participaram cerca de 200 colegas de todo o país. Todos os colegas puderam intervir e apresentar propostas que foram sufragadas por todos no final;

    – cumprimos na íntegra tudo o que foi aprovado democraticamente no Plenário nomeadamente as concentrações no Porto, Coimbra e Lisboa. Solicitámos a diretores e a representantes de Pais/Encarregados de Educação que tomassem uma posição face a estes Concursos de Docentes. Divulgámos uma conta para quem quisesse contribuir para os custos da Providência Cautelar. Entregámos uma Providência Cautelar e pedimos uma audiência ao Presidente da República, etc;

    – fizemos também uma queixa à Provedoria de Justiça;

    – entretanto já reunimos com o grupo parlamentar do PSD e uma delegação do BE apresentou-nos o que pretende fazer.

    Breve síntese sobre a reunião com o PSD e o encontro com a delegação do BE (ambas no dia 18 março):

    • O grupo parlamentar do PSD (através dos deputados Cláudia André e António da Cunha) transmitiu-nos que iria avançar com um Projeto de Resolução a recomendar ao governo que reconsidere relativamente aos horários disponíveis para Mobilidade Interna e que iria analisar a nossa argumentação e a fundamentação jurídica da Providência Cautelar do S.TO.P. para tomarem eventualmente alguma medida também relativamente às alterações na aplicação da Norma Travão. O S.TO.P. apesar de ter argumentado que não é suficiente uma “recomendação” ao governo (que mesmo que seja aprovado não obriga o ME a nada como se viu por exemplo na recomendação para a contagem de todo o tempo de serviço aprovada em dezembro de 2017) não conseguiu nenhuma garantia diferente.

     

    • A delegação do BE presente na concentração do S.TO.P. à frente do parlamento também nos transmitiu que irá apresentar um Projeto de Resolução à Assembleia da República que recomende ao Governo:
      – 1. Inicie negociação coletiva para a revisão do regime dos concursos para educadores de infância e professores dos ensinos básico e secundário;
      – 2. Permita a celebração de contratos em 2021/2022 com todos os docentes que não vinculem nos concursos de 2021;
      – 3. Permita, com efeitos ainda no ano letivo 2020/2021, que os professores de quadro concorram a todas as vagas abertas e inclua os horários incompletos para efeitos de mobilidade interna.

    Estes dois partidos entretanto já apresentaram os respetivos Projeto de Resolução tendo o do PSD também uma referência à situação dos colegas contratados: “Proceda, de acordo com o enquadramento legal, às alterações indispensáveis no concurso externo que possibilite que todos os docentes não vinculados no concurso de educadores de infância e de professores do ensino básico e secundário, sejam incluídos em todas as fases subsequentes durante o ano letivo 2021/2022.”

    O QUE O S.TO.P. CONTINUARÁ A FAZER:

    – reuniões com os grupos parlamentares (depois de já termos reunido com o PSD, já temos agendado também esta semana uma reunião com o PCP);

    – se a Providência Cautelar tiver um desfecho positivo iremos avançar para uma ação principal contra o M.E.

    BALANÇO PROVISÓRIO:

    Quando desconsideram desta forma (nomeadamente mudando as “regras no meio do jogo”, coagindo a concorrer a todo o país com ameaça do desemprego, teimando em repetir as injustiças conhecidas do concurso de 25 agosto de 2017, etc) colegas e os seus familiares, na prática, esse desrespeito é a toda a nossa classe: UM POR TODOS E TODOS POR UM!

    Antes do S.TO.P. avançar para esta luta, nenhum canal televisivo tinha feito qualquer referência, nem dando voz aos professores na denúncia destes Concursos de Docentes profundamente injustos (algo que mudou precisamente por causa das iniciativas do S.TO.P.). Do que temos conhecimento, o S.TO.P. foi o primeiro sindicato docente a ser recebido pelos grupos parlamentares sobre este tema e fomos o único a avançar para a Providência Cautelar (quando tivermos decisão do tribunal iremos divulgar).

    Independentemente do desfecho desta luta que travámos em várias frentes (na rua/media, no parlamento, nos tribunais, etc.) que fique claro para todos que o S.TO.P. fez tudo o que estava ao seu alcance. Ou seja, como costumamos dizer QUEM LUTA PODE NÃO GANHAR SEMPRE MAS QUEM NÃO LUTA PERDE SEMPRE!

    E é importante referir que o S.TO.P. é de longe o sindicato mais recente na área da Educação e, consequentemente, não temos a logística dos outros sindicatos/federações docentes. Imaginem o que o S.TO.P. poderia ter feito e poderá fazer no futuro (nos próximos ataques/injustiças) se tivermos mais logística.

    “NÃO SE FAZEM OMELETES SEM OVOS” e um sindicalismo realmente independente dos Poderes instituídos (Governos, Câmaras Municipais, Empresas, etc.) só poderá melhor defender todos que trabalham nas Escolas com mais apoio desses mesmos colegas, ou seja, com mais sócios.

    Colegas, se o ME demonstrou uma vez mais que inequivocamente não respeita a classe docente (e as nossas famílias) também ficou evidente novamente quais os sindicatos docentes que lhes fazem (ou não) frente. Se consideras que o S.TO.P. tem sido efetivamente um sindicato diferente, junta forças.

    Acreditem: JUNTOS SEREMOS + FORTES!

    NOTA: para aderir ao S.TO.P. é muito simples e, como em qualquer sindicato, metade do valor das quotizações é-lhe devolvido via IRS. Aos sócios que o solicitarem garantimos total anonimato face à sua Escola/direção. Mais informações e vantagens no link seguinte https://sindicatostop.pt/aderir-2/

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