João Dias da Silva, secretário-geral da FNE, sublinha que não faz sentido o regresso das aulas, no dia 8 de fevereiro, não ter uma componente remota.
Jan 26 2021
FNE defende regresso à componente letiva com componente remota
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4 comentários
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Pois, os diretores estão sempre preparados!….
Quem sofre toda a pressão e desgaste não são eles!… aceitam tudo o que vem do governo,. para ficarem bem na fotografia.nunca nos defendem!…. Professores velhos, cansados, como 38 anos de serviço e seis turmas, eliminem a burocracia
Conhece algum diretor infetado ???
Nem um! Bem resguardados sem contacto com alunos há décadas. Ah, usando máscaras de qualidade e distribuindo à comunidade escolar máscaras, que os próprios não usam(!!!!!), inadequadas à função e que nada protegem.
Foi a Diretora Geral da Saúde que proferiu esta notícia ou o Ministro da Educação? Se foi o Ministro da Educação não é para levar a sério. Na atual situação de pandemia em que estamos no top dos países com mais casos de pandemia ainda pensam em abrir as escolas, em regime presencial, no dia 8 de fevereiro? Só pode ser uma brincadeira de mau gosto… A ser verdade, já nada me surpreende. A forma como os nossos governantes, políticos e dirigentes se comportaram, na gestão da pandemia, é ilustrativo da incapacidade em tomar decisões assertivas, ou mais ajustadas, depois de tantos avisos dos especialistas em saúde pública. Até na gestão da pandemia estamos na cauda da Europa!
Foi a Diretora Geral da Saúde que proferiu esta notícia ou o Ministro da Educação? Se foi o Ministro da Educação não é para levar a sério. Na atual situação de pandemia em que estamos no top dos países com mais casos de pandemia ainda pensam em abrir as escolas, em regime presencial, no dia 8 de fevereiro? Só pode ser uma brincadeira de mau gosto… A ser verdade, já nada me surpreende. A forma como os nossos governantes, políticos e dirigentes se comportaram, na gestão da pandemia, é ilustrativo da incapacidade em tomar decisões assertivas, ou mais ajustadas, depois de tantos avisos de especialistas em saúde pública. Até na gestão da pandemia estamos na cauda da Europa!