As Compensações destes 15 dias

… serão realizadas no Carnaval, na Páscoa e em mais uma semana após o fim das atividades letivas.

Desta vez ganhou quem tem o ano organizado por semestres e fica com estas duas semanas sem atividades letivas para as avaliações semestrais.

Porque quem tem o ano organizado em 3 períodos não terá qualquer paragem para realizar as avaliações do 2.º período.

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7 comentários

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    • Roberto Paulo on 21 de Janeiro de 2021 at 21:50
    • Responder

    Isto é só estúpido. Os alunos vão ter, em teoria, fevereiro, março, abril, maio e junho com aulas, sem interrupções.

    É só estúpido!

      • ... on 22 de Janeiro de 2021 at 0:05
      • Responder

      Ideias do Ascenção é natural!

    • É um disparate! on 21 de Janeiro de 2021 at 22:46
    • Responder

    É um disparate total. Cada escola deveria poder decidir se tem condições para avançar para o E@D. Então não se fazem reuniões de avaliação? Ou é para fazer depois das aulas? Não concordo. E o profissional que tem datas para FCT? É uma trapalhada!

    • antonio on 21 de Janeiro de 2021 at 22:56
    • Responder

    A maioria dos agrupamentos optou pela calendarização semestral. Significa que entre os dias 28 de janeiro e 5 de fevereiro tinham 3 a 5 dias (depende da dimensão dos agrupamentos que podem necessitar de 3, 4 ou 5 dias para reunir todos os conselhos de turma) de interrupção das atividades letivas para a realização dos conselhos de turma de avaliação. Algumas escolas paravam a 28 de janeiro e reiniciavam a 3 de fevereiro, outras optaram por parar 3 a 5 dias na semana de 1 a 5 de fevereiro. Logo, os 15 dias de interrupção, na maioria das escolas correspondem, na realidade, a 5 ou 6 dias úteis de atividades letivas. Além disso as escolas estão abertas para os alunos de necessidades educativas especiais («todas as atividades relativas à intervenção precoce e o apoio às crianças com necessidades educativas especiais também não sofrerão interrupção. E desta vez as comissões de proteção de crianças e jovens manter-se-ão em pleno funcionamento para assegurar que os direitos das crianças e dos jovens são integralmente protegidos») e para os filhos menores de 12 anos em que os pais tenham profissões essenciais na saúde, segurança e outras (« manter-se-ão abertas as escolas de acolhimento para as crianças menores de 12 anos cujos pais trabalham em serviços essenciais e, portanto, não podem descontinuar a sua atividade laboral para estarem em casa com os filhos»). Assim como será concedido apoio económico aos pais e encarregados de educação impedidos de comparecer no seu local de trabalho para acompanhar os filhos até aos 12 anos de idade.
    O facto desses 5 a 6 dias não poderem aproveitados para o ensino à distância é que me parece incompreensível. No período de março e abril de 2020 foi possível manter as atividades letivas à distância. No presente ano letivo também se mantiveram as atividades letivas com as turmas em isolamento profilático. Apesar do falhanço do plano tecnológico prometido pelo Ministério da Educação as Escolas podem suprir algumas faltas de equipamento informático emprestando portáteis e tablets. Abdicar do ensino à distância é um desperdício de um valioso recurso. Relativamente à função social da escola, o argumento que para alguns alunos a cantina corresponde à única refeição decente do dia, pode ser uma situação assegurada em protocolo com o poder municipal («continuará a ser assegurado o apoio alimentar a todas as crianças que beneficiam da ação social escolar»). Também se acrescenta que o ensino superior vai manter todas as atividades previstas no modelo de ensino à distância. O número de dias de atividades letivas que ficaram suspensas pode ser facilmente recuperado no final do ano letivo. Esta medida pode contribuir para evitar o colapso total do SNS e salvar vidas de alunos, auxiliares, professores e respetivas famílias. Pode concluir-se que a notícia «encerramento das escolas por 15 dias» é manifestamente exagerada. Mais uma vez este radical negacionista, que se tivesse um pingo de vergonha na cara já se tinha demitido, aparece para para propagar a mentira do notável trabalho das escolas, mas não reconhecendo que os professores trabalham em salas apinhadas de alunos sem distanciamento social. É um hipócrita.

    • Pedro Lopes on 22 de Janeiro de 2021 at 8:06
    • Responder

    Calma!
    Até porque os 15 dias não vão ser suficientes!
    Ninguém sabe o que vai acontecer na Páscoa!
    Estar a dizer que o ano vai ser prolongado ou o que quer que seja, neste momento, é perder tempo.

    • Pedro on 22 de Janeiro de 2021 at 16:03
    • Responder

    Bem sei que vivemos tempos novos, dificéis, exigentes e quaisquer outros adjectivos são passíveis de somar a estes mas estando nós de interrupção lectiva (não lhe chamo férias) fez-me um pouco de confusão de ter já marcada uma reunião online para a semana…

      • Pedro on 22 de Janeiro de 2021 at 16:04
      • Responder

      …difíceis…

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