Com o encerramento obrigatório dos centros de explicações/estudos, que na maioria das vezes estão à porta das escolas para recolher os alunos, pergunto como um pai/mãe professor(a) (ou outro trabalhador essencial) que trabalha num turno contrário ao filho pode conciliar a obrigação do seu trabalho com a inexistência de outro familiar que possa assegurar este apoio encerrado pelo governo.
Falta por motivo imputável ao Costa?
Quantos pais/mães professores vão estar com este problema nas mãos para amanhã?




3 comentários
Na perspetiva do Governo, os professores não têm filhos… nem família!!!!
É muito fácil de resolver, levam os filhos consigo para a escola, depois lá dentro têm muito por onde se divertir: na Biblioteca a ler ou a ver filmes, ou a fazer trabalhos, ou a jogar no computador (ahh é proibido, ok), a flirtar com os alunos(as) do pai/mãe, a apanhar lixo do chão, em articulação com o Eco-escolas (isso é que era de valor), isto se tiver um perfil mais atinadinho. Se for mais esgroviado é só perguntar onde anda a malta dos PCA’s e ir dar umas passas com o pessoal do bairro 🙂 E pelo meio, ainda pode fazer uns vídeos para postar no insta ou no tik tok, a atirar uns calhaus aos estores das salas de aula ou a incendiar salas de aula. Sem dúvida um belo dia no escritório!
Muito seriamente… alguém sabe responder a isto? A minha filha estuda no segundo ciclo. Não pode vir da escola sozinha e ficar em casa sozinha. Eu vou trabalhar. Quem é que a vai buscar à escola? Onde vai realizar os trabalhos de casa e estudar? Quem assegura o sua segurança? E se eu faltar para o fazer, que justificação apresento? É que para fazer isso, precisaria de faltar a 6 blocos de aulas semanalmente …
Esta medida é inacreditável …