A mudança pedagógica desejada por Cristina Simões, 46 anos, é que professores e pais deixem de “infantilizar” e decidir pelos alunos com deficiência.
Professora portuguesa na corrida para melhor do Mundo
A mudança pedagógica desejada por Cristina Simões, 46 anos, é que professores e pais deixem de “infantilizar” e decidir pelos alunos com deficiência.
“Eles têm de ser olhados como iguais e não serem superprotegidos” para que um dia tenham o seu projeto de vida. A professora de Educação Especial, de Tondela, é uma das 50 finalistas do Global Teacher Prize mundial, equiparado ao Nobel da Educação, cujo vencedor é divulgado a 12 de outubro. Não é a primeira vez que há um finalista português.




1 comentário
Estou completamente de acordo. Este tem sido o erro no modo de atuar para com estes alunos. Por experiência profissional e pessoal, esta postura em vez de autonomoziar os jovens com deficiência, estigmatiza-os como coitadinhos e, mais tarde, o mundo do trabalho não tem espaço para si. É urgente repensar tudo o que está aqui implicado.