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1 de Maio de 2023 archive

Mai 01 2023

Falta de material compromete aferição a Educação Física

  • By Rui Cardoso
  • 1 de Maio de 2023

Algo que tem vindo a acontecer todos os anos. Quem elabora as provas de aferição de Educação Física tem pouca noção da realidade das escolas do 1.º Ciclo.

 

Há escolas sem todo o material exigido para as provas de aferição de Educação Física, assumem os presidentes das associações de diretores. As escolas têm, a partir desta terça-feira e até ao dia 11, para realizarem a avaliação a Educação Física e a Educação Artística dos alunos do 2.º ano. Em casos de falta de material, admitem Filinto Lima e Manuel Pereira, os alunos não fazem esses exercícios. Até porque, frisam, “as provas também servem para aferir as condições em que as escolas trabalham”.

Falta de material compromete aferição a Educação Física

A avaliação arranca com greves, contestação e pedidos de escusa contra o modelo de provas digitais nas disciplinas teóricas. Os diretores não escondem a preocupação e aguardam pela definição de serviços mínimos para as provas.

“As escolas não vão inventar”, frisa o presidente da associação nacional de diretores (ANDAEP). Filinto Lima assegura que, desde o início da aplicação destas provas em 2017, as escolas estão “bem mais apetrechadas”. Já há mais bancos suecos e patins, mas continuam a faltar, nomeadamente, plintos e espaldares, aponta. “Houve uma grande evolução”, porém há autarquias que continuam com dificuldades ou pouca vontade em estar sempre a investir nas escolas, frisa ainda. Por isso, assume que há escolas com falta de material.

Acesso exclusivo a

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Mai 01 2023

A inclusão pedagogicamente “assassina” – Alberto Veronesi & Susana Mendes

  • By arlindovsky
  • 1 de Maio de 2023

A inclusão pedagogicamente “assassina” – Alberto Veronesi & Susana Mendes

 

Chegou um mail à escola, dizendo que viria mais uma criança, desta feita nepalesa, para o primeiro ano do ensino básico. Sem mais. Depois veio a criança, com tudo.

Este tudo é bem pesado para os que têm da Educação uma visão personalista. Mas leve, leve, para os idiotas úteis que pariram o Decreto-Lei nº 54/2018.
Deixem, caro Leitor, que lhe apresentemos, sumariamente, a última criança que a nossa escola recebeu. Sim, o que vai ler a seguir não é ficção. Passa-se na nossa escola. Na escola onde já não sabemos se ensinamos, se nos arrastamos penosamente como escravos das idiotices pedagógicas portuguesas, as do século XXI.

No primeiro dia do seu “despejo” na escola, correu pelos corredores, rebolou no chão, bateu nas paredes e portas que encontrou, entrou pelas salas, atirou-se para o chão, gritou, chorou, mordeu e bateu em todos os professores e auxiliares que a queriam ajudar.

Atualmente, dois meses depois, promovidas as medidas que os burocratas de serviço vazaram no citado Decreto-Lei nº 54/2018, a aluna começa a estar “incluída”, “integrada”: anda desorientada nos recreios; não compreende, como é óbvio, uma palavra de português; não pede para ir à casa de banho; se a professora não adivinha, faz as suas necessidades onde está, tendo inclusive defecado no chão do recreio, à frente dos colegas; algumas vezes já urinou na sala de aula, à frente de todos; durante as aulas grita, risca, rasga, morde e come (literalmente, sim, come) o material de trabalho dela e dos colegas; quando não é atendida imediatamente, sai do seu lugar, agarra a professora e bate-lhe; quando consegue acabar alguma tarefa, rebola na cadeira e vai para debaixo da mesa; quando ouve barulhos externos à sala, sai espavorida, sem dar cavaco à professora; quando, na hora do lanche, vai comer, aquilo de que não gosta deita para o chão; não sabe lavar as mãos sozinha; ao almoço come com as mãos e, muitas vezes, coloca aquilo de que não gosta no prato dos outros.

Sim, caro Leitor, foi feito o que a lei consigna!

A pobre professora desta desgraçada aluna seguiu “by the book” as diligências previstas nos papéis molhados em vigor, referenciando a situação à Equipa Multidisciplinar de Apoio à Inclusão (EMAI). Após a observação, o correlato relatório disse: que a aluna deverá ter sempre um adulto a acompanhá-la na sala de aula, durante as refeições e em outros momentos em que se considere necessário; que deveria ser definido um espaço físico, preparado para isso (gabinete ou canto de uma sala com pouco movimento, com um tapete e umas almofadas) onde se poderia acolher a aluna em momentos de maiores alterações comportamentais, com o intuito de a estabilizar, sempre com o acompanhamento de um adulto.

Bonitas medidas.
O problema é que nada está a ser cumprido porque nada do requerido existe. Citando o outro, qual destas duas palavras não entende: nada existe!

Resta a pobre professora titular da turma, em galopante stress emocional.

Restam os outros 24 alunos, “excluídos” pela “inclusão” frustrada de uma aluna com PEA (perturbação de espectro de autismo).

E resta a irresponsabilidade de um ministro (esse, sim, pedagogicamente autista) e acólitos, que se pavoneiam demagogicamente com as porcarias que conceberam.

Observador

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Mai 01 2023

Primeiro de maio é…

  • By Rui Cardoso
  • 1 de Maio de 2023

 

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Mai 01 2023

Responsável pela avaliação diz que não há condições ideais para exames digitais

  • By Rui Cardoso
  • 1 de Maio de 2023

O presidente do Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), Luís Pereira dos Santos, reconheceu que ainda não estão garantidas as “condições ideais” nas escolas para avançar com provas nacionais digitais, mas garantiu existirem planos alternativos caso algo falhe.

Responsável pela avaliação diz que não há condições ideais para exames digitais

Esta semana começam as provas de aferição para os alunos do 2.º, 5.º e 8.º anos de escolaridade que, pela primeira vez, serão feitas em formato digital: Em vez de uma esferográfica, mais de 250 mil estudantes irão mostrar os seus conhecimentos usando o teclado e o rato do seu computador.

Para o presidente do IAVE, Luís Pereira dos Santos, a transição digital “é uma inevitabilidade” dos tempos atuais e era preciso aproveitar a “janela de oportunidades”: O Ministério da Educação tinha um plano para distribuir computadores por todos os alunos, aumentar a formação dos professores e melhorar a rede de internet nas escolas.

A isto somavam-se os 12 milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para pôr em marcha o projeto que definiu que em 2025 todas as provas e exames nacionais serão em formato digital.

No entanto, em entrevista à agência Lusa, Luís Pereira dos Santos reconheceu que as condições nas escolas “ainda não são as ideais, mas o IAVE tentou desenvolver um sistema que pudesse mitigar essas dificuldades”.

Os diretores escolares têm alertado para problemas da rede de internet em alguns estabelecimentos de ensino, em especial nas zonas mais recônditas, e para a falta de especialistas informáticos capazes de resolver eventuais problemas técnicos que possam surgir durante as provas.

Em resposta, o IAVE desenhou modelos que permitem que as provas sejam feitas “online”, mas também num processo offline “em que a internet não é necessária ou em que não é sempre necessária”, explicou.

No caso do processo offline, existem duas hipóteses: Usar uma rede local ou o computador de cada aluno como o seu próprio servidor.

As escolas instalam uma aplicação no servidor e num determinado momento, “que não será cinco minutos antes da prova”, podem fazer o download das provas.

O presidente do IAVE acredita que os alunos nem irão notar qualquer diferença, “vão achar que estão a aceder a um browser e à internet”.

No final, as escolas fazem uma sincronização com os servidores do IAVE e descarregam as provas: “Só precisam da internet antes da prova e depois da prova, sem necessitar de ter uma banda larguíssima, porque sabemos que as escolas ainda não têm essas condições”, disse Luís Pereira dos Santos.

As escolas podem também dividir os estudantes em dois turnos, em que o segundo grupo de alunos começa a prova imediatamente a seguir ao primeiro terminar, sem que se possam cruzar.

“Vamos melhorar certamente. Nem tudo vai correr como nós desejaríamos já no primeiro ano, mas é um processo em construção que queremos fazer com as escolas”, disse.

As provas de aferição arrancam esta semana: Entre 2 e 11 de maio, os alunos do 2.º ano irão prestar provas a Educação Artística e Educação Física, duas áreas em que se mantêm o modelo antigo.

Entre 17 e 27 de maio começam as provas dos alunos do 5.º ano e 8.º ano, sendo que as provas digitais realizam-se às disciplinas de Português, Estudo do Meio, Matemática, História e Geografia de Portugal, Ciências Naturais e Físico-Química, Tecnologias da Informação e Comunicação e Inglês.

Para os professores e estudantes mais ansiosos, Luís Pereira dos Santos sugeriu que visitem o ‘site’ do IAVE, onde estão disponíveis provas digitais com “exemplos muito próximos” dos que serão apresentados nos exames.

Nos últimos dias, vários pais têm afirmado que não irão enviar os seus filhos mais novos para as provas de aferição.

Em resposta, o presidente do IAVE lembrou os resultados do teste-piloto que mostraram que o desempenho dos alunos do 2.º ano foi semelhante ao dos que fizeram a prova em papel, tanto na dimensão como na qualidade dos textos escritos no teclado.

“Não tenham receio destas provas, não implicam habilidades digitais extremamente apuradas pelos nossos alunos”, disse, garantindo que o digital “não é nenhum papão”.

As provas de aferição são importantes para avaliar os conhecimentos dos alunos, identificar as suas dificuldades e trabalhar nessas áreas, mas não têm peso na nota final do alunos.

A 16 de junho, arranca a 1.º fase das provas finais do 9.º com a disciplina de Matemática.

Segundo o cronograma do IAVE, este é o ano em que um grupo de alunos do 9.º ano participa no projeto piloto das provas digitais que, em 2024, será alargado a todos os estudantes do 9.º.

Em 2024, será a vez de um grupo de alunos do secundário testar os exames digitais para que em 2025 todas as provas e exames sejam digitais.

     

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    Mai 01 2023

    Sócrates & Costa – Falhanço Político/Educação Falhada

    • By arlindovsky
    • 1 de Maio de 2023

    SÓCRATES & COSTA

    FALHANÇO POLÍTICO / EDUCAÇÃO FALHADA

     

    Nota: Este é um texto eminentemente de análise factual política. Versa o pensamento e das palavras o sentimento e sofrimento sobre o colossal falhanço político de políticas educativas falhadas. Com a Educação e o Ensino em estrondoso colapso. Com Sócrates, o “animal feroz” & Costa, o “geringonceiro”. Ambos têm um “preconceito” contra a Educação e os professores. São exímios a provocar stress traumático aos professores.

    Falamos de José Sócrates & António Costa; as duas faces da mesma política. Almas gémeas e génios do mal da Educação. Com os seus acólitos, Maria de Lurdes Rodrigues (MLR), Tiago Brandão Rodrigues e João Costa. A consonância dos camaradas socialistas anti EduProf. (abreviatura inventada de educadores e professores). Emoções cristalinas.

    Entre os Governos Constitucionais, os XVII(I) com o “Chefe” Sócrates e os XXII(I) com o “Chefe” Costa, que venha o Diabo e escolha. Denominador comum – Os mesmos protagonistas; o mesmo PS (Partido Socialista); as maiorias absolutas; ministros da Educação “fantoche”; o objectivo comum da subserviência da intelectualidade;  o desinvestimento/poupança na Educação; a desvalorização da nobre profissão docente; o neoliberalismo labrego da escolaridade; modernas pedagogias e projectos duvidosos e sem assertividade; a escola laboratório de ensaios e experiências; impera a burocracia inquisidora, castigadora e castradora; o deslumbramento fundamentalista da treta e da tralha digital; a destruição do ECD (Estatuto da Carreira Docente); o verdugo e chicote da tutela/ME (Ministério da Educação) para domar os professores; a perseguição, infantilidade, teimosia, “mobbing/bullying” e vingança pelo tempo de serviço trabalhado, descontado e Roubado; os arautos da discriminação entre colegas; a brutalidade bruta e embrutecida da insensibilidade pelas reivindicações, direitos e razões dos professores;       a viciação do mal, da maldade, das reuniões secretas, da mentira compulsiva e manipuladora, da incompetência irresponsável, da reversão reversível da TAP, pública/privada, com “saneamentos”, indemnização milionária, paga Zé e o não assumir de culpas; os tiques anti-democráticos; o simbolismo de “figurinhas em forma de tiranetes”; o “incutir da intimidação e  do medo”; o pontapear da Democracia; a não prioridade, o desinteresse e empurrão da Educação para o precipício; fingir brincadeira e simulacro negocial; a desinformação e intoxicação da opinião pública; ilusionistas do “sucesso educativo” martelado; chefes de governo mentores da “guerrilha permanente” ME/Professorado; a destruição paulatina e o desastre irreparável da Educação, do Ensino e da Escola Pública; a condenação do futuro de Portugal; o modus operandi kafkiano; “políticos” menores com politiquices e sem estaleca de homens de Estado, enfeudados à cartilha ideológica e partidária, cuja acção “premeditada”, continuada e consumada vai corroendo a Democracia, a Liberdade e o Estado de Direito Democrático; a mais absoluta, total e abrangente falta de auto-crítica, emendar a mão e nobreza de carácter; a podridão da sucessão de casos gravíssimos e a inconsequência política; o Presidente da República Marcelo, com “medo insano” e que não dissolve a Assembleia da República/Parlamento (de recordar que, por muito menos, Jorge Sampaio demitiu Santana Lopes); a máquina publicitária partidária/governamental a todo o vapor, que já não funciona e tem efeito contrário em todos os portugueses com espírito crítico,  responsabilidade nacional patriótica e que exigem a sanidade e higiéne política do regime;   basta de desonestidade, falsidade, traição, toxicidade, alegos “assaltos de ministérios pelos (des)governantes inquilinos”,mentir, PCs  com segredos, acusações chocantes, fúria, escândalos e cenas de “pugilato”; é tempo de cair a máscara que finge; chega de miséria  humana e “bandidagem a fartar de vilanagem” que, no tempo determinado, o Povo e a História julgarão.

    Sócrates & Costa, o Alfa e o Ómega, o Princípio e o Fim de políticas nefastas e horribilis para a Educação em Portugal. Fecha-se o círculo. Consumado está o “Pacto”. De tão confrangedor, dá pena, é merecedor de “estudo de caso”, tamanha incompetência, irresponsabilidade e acrimónia política para com os educadores e professores portugueses; artistas da política educativa “nulla remissio”. Pecado Sem Perdão!        

    Sócrates & Costa completam-se, e têm  uma  NÃO PAIXÃO pela Educação!         

    Carlos Calixto

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