O protesto dos professores intensifica-se a partir de amanhã, com adesão de várias organizações sindicais e greves a marcar o arranque do segundo período letivo. O Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (STOP) entregou pré-avisos para todo este mês e tem uma marcha em Lisboadia 14. A Fenprof, que promove na terça-feira uma concentração junto ao Ministério, agendou greves e manifestações até fevereiro.
Rui Cardoso
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/01/regresso-as-aulas-mergulhado-em-greves-que-vao-dominar-janeiro/
De que falamos quando pronunciamos esta palavra ?
É tudo igual ? Se as habilitações académicas e/ou o conteúdo funcional ( responsabilidades, trabalho , matérias , conhecimento associado etc.) é gritantemente diferente, como pode ser igual?! Basta estar numa escola – a fazer “não importa o quê” – para ser detentor do título e, pior, gozar dos mesmos “direitos” ?
João Almeida Pinto on 2 de Janeiro de 2023 at 15:11
Caro André Pestana,
A parir de amanhã partiremos para (mais) uma luta, há muito adiada pelos sindicatos do sistema.
Vai doer-nos no bolso. Espero que tenhas consciência disso.
Mas, mais do que a questão monetária, a nossa Dignidade.
Essa é inegociável!
Por isso, e aqui a razão deste post. Jamais, mas jamais, negoceies ou assines acordos nas nossas costas.
Lembra-te: as nossas vitórias serão as tuas vitórias.
A todos/as nós desejo força, resiliência e coragem.
Finalmente, como diria o Abrunhosa: “Vamos fazer o que ainda não foi feito”.
Unidos conseguiremos.
Em frente, classe docente!
Ó Maria se acha que tem mais habilitações do que os restaurantes Professores sempre pode mudar de profissão. Olhe vá trabalhar Para a TAP. Se correr mal sai com uma choruda indemnização.
3 comentários
Os Professores, os professores e os “professores”
De que falamos quando pronunciamos esta palavra ?
É tudo igual ? Se as habilitações académicas e/ou o conteúdo funcional ( responsabilidades, trabalho , matérias , conhecimento associado etc.) é gritantemente diferente, como pode ser igual?! Basta estar numa escola – a fazer “não importa o quê” – para ser detentor do título e, pior, gozar dos mesmos “direitos” ?
Caro André Pestana,
A parir de amanhã partiremos para (mais) uma luta, há muito adiada pelos sindicatos do sistema.
Vai doer-nos no bolso. Espero que tenhas consciência disso.
Mas, mais do que a questão monetária, a nossa Dignidade.
Essa é inegociável!
Por isso, e aqui a razão deste post. Jamais, mas jamais, negoceies ou assines acordos nas nossas costas.
Lembra-te: as nossas vitórias serão as tuas vitórias.
A todos/as nós desejo força, resiliência e coragem.
Finalmente, como diria o Abrunhosa: “Vamos fazer o que ainda não foi feito”.
Unidos conseguiremos.
Em frente, classe docente!
Ó Maria se acha que tem mais habilitações do que os restaurantes Professores sempre pode mudar de profissão. Olhe vá trabalhar Para a TAP. Se correr mal sai com uma choruda indemnização.