Aos 18 minutos o deputado Porfírio Silva explica como será a vinculação.
Segundo Porfírio Silva este ano não há esta vinculação, porque é o ano zero e o diploma ainda está em negociação.
Pensei que ontem já se tinha terminado esta negociação, sem qualquer acordo com os sindicatos…




11 comentários
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Eheheh, ” é no ano em que houver concurso.”, ou seja, poderá ser dentro de 2 anos…, a confirmação só mesmo perante o documento escrito.
E a luta continua… da minha parte não pela vinculação, mas pelo roubo no tempo de serviço, fim das quotas e desrespeito.
Claramente o Sr. Porfirio não leu o ponto 4.2:
“4.2. Para impedir ultrapassagens, o ingresso na carreira opera-se no quadro de zona pedagógica ao qual pertence a escola/escola não agrupada em que se encontra em 2022/2023, aí se mantendo, provisoriamente, em 2023/2024. A subsequente colocação em QZP ou QE/EnA operar-se-á através de procedimento concursal, mediante manifestação de preferências e graduação profissional. Neste concurso, estes docentes são obrigados a concorrer, para além do quadro de zona pedagógica a que pertence o agrupamento de escolas ou escola não agrupada onde se encontram a exercer funções, a mais 6 quadros de zona pedagógica.”
Um ponto já por si injusto porque não faz o ingresso na carreira depender da graduação profissional mas antes da colocação do corrente ano, sabendo que no concurso de 2022/23 não era conhecida esta hipótese de vinculação. A vinculação deveria ter sempre em conta a lista graduada, tal como aconteceu no concurso externo anterior (em que sobraram vagas para segunda prioridade, vindas da norma travão).
Ora aí está! Se o ingresso na carreira se dá no QZP correspondente à escola de colocação dos contratados a passagem para os novos qzp´s também deverá ser feita de acordo com a escola de colocação atual dos professores vinculados e não com o critério parvo de obrigar a concorrer as trodos os subqzp´s de um QZP enorme. Isso sim é mandar todos os QZp´s andar com as casas às costas.
Isso de ser no ano em que houver concurso faz todo o sentido pois as vagas devem ser para todos (pessoal do quadro e contratados) com recuperação automática de vagas. Não poderia ser a vinculação agora de 10 000 contratados para depois no ano seguinte reafear aos mini qzp´s. Queremos vagas de QA/QE.
O debate está centrado na vinculação, mas há mais fases de concurso. Como ficam as prioridades do concurso interno?? As pessoas devem ser ordenadas por graduação profissional e não QA à frente de QZP´s..
E a mobilidade interna? Querem-na substituir pelo conselho local de diretores? Nem pensar. E a graduação profissional é o único critério?
Sim, os concursos deveriam ser Sempre por graduação, em todas as fases, tanto no concurso interno como na mobilidade interna! Não é só no concurso interno! Pois na mobilidade interna os QZP são colocados antes de QA com muito mais tempo de serviço! É ainda há muitos QA longe de casa!
O que é a vinculação dinâmica? As vagas de QA/qE devem disponibilizadas a todos (quadro e contratados) e não vincular contratados diretamente em QA.
Outra coisa que não é perceptível na proposta é se os docentes dos quadros (com ou sem horário) podem concorrer às necessidades temporárias. Dá a ideia que só nos anos de Concurso Interno é que há Mobilidade Interna e que os conselhos de diretores é que distribuem os horários, inclusivé para renovações de contrato! Ora, os docentes dos quadros não têm possibilidade de concorrer a horários fora do seu QZP para aproximação à residência, mesmo que apenas para esse ano letivo, antes da contratação e renovação de contratos? A ser assim haverá imensas contratações a Norte e vinculações “automáticas” nesses QZPs.
Ou há algo que me escapa ou esta proposta está muito mal explicada.
Que tangas. Charlatão….vai querer enganar e parar a luta
Ouvi as ideias do Gabriel Mithá Ribeiro e Chega, MEDO!
Tens medo do Mitházinho?