Pelos vistos as CIM já não são a base dos futuros QZP.
Segundo o senhor Ministro, o trabalho que tem sido feito pela equipa, já tendo em conta as propostas dos sindicatos, permitiu o aumento do número de QZP muito além dos 23 iniciais.
Jan 06 2023
Pelos vistos as CIM já não são a base dos futuros QZP.
Segundo o senhor Ministro, o trabalho que tem sido feito pela equipa, já tendo em conta as propostas dos sindicatos, permitiu o aumento do número de QZP muito além dos 23 iniciais.
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10 comentários
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Pois e convém que:
– o único critério para ordenar docentes seja a graduação profissional;
– Que no concurso interno os QA/QE/QZP sejam ordenados na mesma prioridade de acordo com a graduação profissional, e não em prioridades diferentes coo está agora. Claro que quem pretende mudar de grupo faz sentido que fique numa prioridade abaixo;
– Que os concursos interno e externo tenham a mesma periodicidade para que haja recuperação automática de vagas. Não à vinculação direta de contratados em QA sem que essas vagas também sejam disponibilizadas ao pessoal do quadro;
– também esclareçam como será feita a reafetação dos atuais QZP´s aos novos mais pequenos. Deverá ser dada a possibilidade de as pessoas se aproximarem de casa, pois muitos vincularam em vagas abertas só para contratados.
– abrissem as vagas reais em concurso interno/externo;
– Não terminar com a mobilidade interna e horários zero e QZP´s devem ficar na mesma prioridade, pois são todos considerados sem componente letiva.
– terminem de imediato com quotas na ADD e vagas para aceder aos 5º e 7º escalões.
– Não criassem o concelho local de diretores, pois mais tarde ou mais cedo vão alargar as suas competências;
– recuperassem o resto do tempo de serviço congelado.
O QE/QA é prioritário face ao QZP.
Não faz sentido essa prioridade, uma vez que são todos dos quadros. Mais a mais há muitos QA´s nas regiões autónomas com graduações inferiores aos QZp´s de cá (é só consultar as listas dos últimos concursos internos). Logo, a graduação profissional é o critério mais justo e aceite por todos para ordenar docentes. Espero que mantenham a possibilidade de QA/QE também concorrer a QPZ, se assim o entender, e de QZP continuarem a concorrer para QA e QZP. Cada um fará as suas opções como entender, mas ordenados na mesma prioridade por graduação profissional mantendo o grupo de recrutamento.
Sim… Mesmo que tenham uma graduação inferior aos QZP…
Graduação profissional… É mais justo!!
É injusto que um QE com uma graduação profissional inferior a um QZP lhe passe à frente.
Essa informação foi dada como provavel na reunião do ministério com os sindicatos em 7de dezembro e os sindicatos deveriam dar sugestões sobre as mesmas!
Num acrescento ao referido pelo/a colega Prof., a contagem do tempo de serviço dos professores que estiveram/estão nas listas de acesso aos 5º e 7º escalões.
Para alguns colegas tal contempla vários anos a acrescer aos mais de 6 anos e meio roubados.
Quem for negociar com o ME (sindicatos?) não se esqueça também de incluir esta matéria na agenda de negociações.
Não se esqueçam das reivindicações dos contratados … em breve a grande maioria dos professores nas escolas públicas.
Porque é que quem pretende mudar de grupo tem de concorrer numa r prioridade abaixo? Porque é que, só neste caso, a graduação profissional + tempo de serviço não é o único critério? Quem está instalado tem medo de quem tem melhor graduação?
Bem observado! Ou se mantém como está ou então que também mude isso.
Concordo plenamente com estas reivindicações e reforço a odeia de em qualquer dos concursos seja 1 criterio a graduação profissional e não asprioridades.