Muitos relatos chegam-me de autocarros a ser parados na viagem a Lisboa.
Deve ser para revistarem os sacos com os fundos de greve dos professores.
Braga, 6 autocarros

Porto, 10 autocarros

Barcelos, 2 autocarros

Fafe, 6 autocarros

E muitos outros concelhos a caminho com bastantes autocarros.
Também muita gente se desloca de carro ou de transportes públicos.




10 comentários
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isso é conversa habitual da treta. Provas
Estamos pior que na Russia ou China!!
Até Marrocos há muito que dá cartas ao ex condado portucalense… Tinha vergonha de ser tuga! Felizmente que no sou!!!
rsrsrsrs. Será que algum prof. recebeu alguma indemnização? lololol
Voltamos ao regime pidesco.
Se tivessem este “cuidado” em dias de Benfica-Porto as estações de serviço não acabavam em cacos. Mas claro, os professores não distribuem “fruta”. As claques respondem à GNR, à pedrada…
Relatos de pessoas a serem multadas em 300 euros na aplicação correta da lei. Transporte de comida em autocarros assim o exige.
Mas as autoridades escolheram o dia de hoje e os autocarros dos professores para serem rigorosos na aplicação da lei…
Fracos homens que manipulam os agentes da autoridade para tentarem beliscar e amedrontar um direito democrático e constitucional à greve e há luta de uma classe.
M E N T I R O S O S oportunistas/aproveitadores/enganadores
Lolololololo anedota do dia
M E N T I R O S O S oportunistas/aproveitadores/enganadores
Engraçado… Há seis meses atrás não havia nada… nem greves, nem manifs, Portugal parecia o “País das Maravilhas”! Há seis meses atrás, a minoria dos Portugueses votou numa “maioria absoluta” de um governo corrupto, que, neste momento, já vai em 14 substituições (e sempre a melhorar), governo esse, que parece o tapete lá de casa: quanto mais se levanta, mais mer… se encontra. Pois bem, agora é a minha vez de rir… rir porque tenho a minha consciência tranquila. Votei na mudança. Não na mudança de “mais do mesmo” mas de uma mudança que me aufere garantias, que não me castra liberdades nem me impõe doutrinas. Há seis meses, os Portugueses votaram no “mais do mesmo”, por isso, agora, porque reclamam? Agora, aguentem o que aí vem.