Exames passam a valer no mínimo metade da nota de acesso ao superior

Exames passam a valer no mínimo metade da nota de acesso ao superior

 

Proposta do Governo prevê que as provas deixem de ser obrigatórias para a conclusão do secundário, mas serão mantidas para entrada nas licenciaturas. Uma vaga por curso para alunos pobres em equação.

 

Os exames nacionais vão deixar de ser obrigatórios para a conclusão do ensino secundário, mas continuarão a ser usados para ordenar os alunos no acesso ao ensino superior. A proposta que o Governo tem estado a negociar com os parceiros do sector prevê mesmo que estes possam valer metade da nota de ingresso…

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5 comentários

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    • Maria Emília Martins on 5 de Janeiro de 2023 at 11:31
    • Responder

    Olá bom dia.
    Li a
    Informação relativa ao ingresso no ensino superior. Então, um aluno que q
    Queira entrar em medicina tem que fazer exame a matemática, biologia e física-química?
    Obrigada ok

    • Mirtha on 5 de Janeiro de 2023 at 12:50
    • Responder

    Pseudodemocracia é isto: ZIGUEZAGUE que acaba sempre no mesmo ponto…ILUSIONISTA!!!

      • Mirtha on 5 de Janeiro de 2023 at 12:53
      • Responder

      E O POVINHO SE DEIXA ENROLAR TÃO FACILMENTE… TRISTEZA GENERALIZADA… MEDIOCRACIA GENERALIZADA

    • Madalena on 5 de Janeiro de 2023 at 19:43
    • Responder

    Com a legislação em vigor, os exames têm um peso de 35%, 40% ou 50% para o cálculo da nota de candidatura ao ensino superior. Com excepção de Medicina, em que os alunos têm de fazer 3 exames (Matemática A + Biologia e Geologia + Física-Química), os alunos têm de fazer 1 ou 2 exames. Gostaria de saber qual a vantagem de fazerem, obrigatoriamente, 4 exames e de atribuir mais peso aos exames.

  1. Claramente parece estamos a andar para trás, nestas matérias. Que um exame venha a representar dois terços da avaliação, ainda vá, mas 50% é um exagero, sobre tudo após anos de estudos sobre aquilo que representa efetivamente um exame. Um exame é um momento que não exprime muito bem aquilo que um aluno sabe, o seu potencial, sobre tudo se este não estiver habituado e não souber lidar com a pressão da situação. Ter boa memória não significa capacidade de raciocínio. Quer dizer, passamos da anárquica e destruidora política de não retenção que apenas tem tido objetivos economicistas, para uma representatividade de 50% de um exame? Isto apenas significa uma coisa: eventuais cortes no ensino superior, desinvestimento. Continuamos a pular do oito para o oitenta e do oitenta para o oito. O que se pretende afinal? Como vão ser organizadas as orientações curriculares das disciplinas de 12º anos e como as vão articular com as exigências dos diferentes cursos superiores? Para estes exames virem a representar 50% da avaliação para o acesso ao superior, muita coisa tem de ser mudada a montante desse momento, a começar pelo fim das passagens administrativas e por uma maior responsabilização de alunos e pais pela a aprendizagem que lhes é oferecida. Temos assistido a muita irresponsabilidade.

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