Com a consciência de que chegámos a um patamar preocupante de disseminação COVID-19, e tendo em conta que muitos alunos estarão, como prevenção, fora da escola, vimos comunicar que o Grupo LeYa decidiu abrir o Banco de Recursos na Aula Digital gratuitamente a todos os professores e alunos, de forma a permitir que o ensino à distância esteja facilitado.
A plataforma digital que ensina programação nas escolas, a crianças dos 6 aos 12 anos, ajudará os alunos, pais e professores de todas as escolas encerradas, através da disponibilização gratuita e apoiada da plataforma para uso remoto em casa.
Na sequência da decisão anunciada pelo Governo de encerrar os estabelecimentos de ensino a partir do dia 16, o Grupo Porto Editora (Porto Editora, Areal Editores e Raiz Editora) decidiu, desde já, dar acesso gratuito a todos os alunos e professores dos ensinos básico e secundário à sua plataforma de e-learning Escola Virtual.
Esta medida de carácter excecional tem como objetivo diminuir o impacto negativo que a pausa letiva forçada, mas necessária, possa ter nas aprendizagens nesta fase do ano letivo, e vigorará durante as próximas semanas até que a situação normal seja reposta.
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4 comentários
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No meu ponto de vista, para alunos do básico, e sobretudo das escolas públicas (muitos não têm regras) só há uma solução: prolongamento do ano letivo.
Continuar a juntar professores nas escolas não resolve nada, vai contra o tanto “stay the fuck home” que se apregoa, não é medida de saúde pública nenhuma, mais uma calinada como tantas outras em que todos tropeçámos até agora.
Mais do que nunca os sindicatos deviam expôr o que é óbvio, bater o pé, proteger os trabalhadores, e em todo o caso se tencionam levar isso para a frente devia ser seriamente denunciado a alguma autoridade externa possível que tenha mão nisto.
E quando houver casos desproporcionados a proliferar junto de professores, suas familias e afins, quando não houver ventiladores e camas de intensivos para todos, quero ver quem vai responder criminalmente por isso.
Esse papel não cabe ao ministério de educação, ou foram todos para a praia?