Petição para encerramento das escolas e estabelecimentos de ensino em Portugal devido a SARS-CoV-2
Perante a situação acutal do SARS-CoV-2 (coronavírus) que provoca a doença – COVID-19,
viemos por este meio pedir o encerramento imediate de todas as escolas e instituições de ensino durante um período de, pelo menos, duas semanas.
Seria uma irresponsabilidade total do governo, deixar estas instituições abertas perante esta situação, já que não tem facultado informações e procedimentos a adoptar.
Abrir as janelas da sala da aula, NÃO é uma medida adequada!!!!
Não podem apenas esperar “para ver como vai”. O governo deve colocar a saúde e a segurança das crianças acima de tudo e tomar medidas rigorosas para evitar a propagação do Covid-19.
Portugal tem uma infraestrutura de saúde frágil e o surto tem de ser abrandado.
O país não estar preparado.
Mas vale prevenir que remediar!!
A coisa mais lógica seria o encerramento desde já!
Amanda Louise Gleaves




9 comentários
Passar directamente para o formulário dos comentários,
Novo vírus poderia matar 900 milhões de pessoas em todo o mundo
Por SV -3 Agosto, 2018
Xavier Donat / Flickr
Nem os países mais desenvolvidos, como os EUA, estão preparados para lidar com uma pandemia global, num cenário de propagação de um novo vírus, não muito diferente do que provoca a simples gripe. Esta é a conclusão de uma simulação que prevê que poderiam morrer 900 milhões de pessoas em todo o mundo.
O projecto intitulado Clade X, nome atribuído a este vírus simulado e classificado como “moderadamente contagioso” e “moderadamente letal”, foi desenvolvido pelo Centro Johns Hopkins para a Segurança da Saúde Global, em parceria com responsáveis políticos dos EUA e com profissionais de saúde do país, contando também com a participação da antiga directora do Centro norte-americano para o Controle de Doenças e Prevenção, Julie Gerberding.
A iniciativa tem como objectivo “identificar compromissos políticos de longo prazo” que ajudem a “fortalecer a preparação e a mitigar o risco” associado a pandemias, no caso de a prevenção falhar, como se explica no site do Centro Johns Hopkins.
Ora, as conclusões retiradas da simulação de um surto provocado por este novo vírus Clade X são preocupantes.
Ao cabo de 20 meses, o novo vírus teria levado à morte de 150 milhões de pessoas em todo o mundo. E se não se conseguisse produzir atempadamente uma vacina eficaz, o número de mortes poderia chegar aos 900 milhões, ou seja, 10% da população mundial.
Os cientistas envolvidos no projecto comparam este novo vírus ao que provoca a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e que teve uma taxa de mortalidade de cerca de 10%, infectando mais de oito mil pessoas entre 2002 e 2003.
A SARS é causada por um tipo de coronavírus que geralmente provoca sintomas semelhantes a uma gripe, como febre, dores de cabeça e musculares e tosse. Mas na SARS, estes sintomas assumem proporções mais graves, com os casos mais sérios a envolverem grandes dificuldades respiratórias e, no pior dos cenários, a resultarem na morte.
O Clade X seria contagioso através da tosse, apresentando sintomas como febre e um estado de confusão. Nos casos mais graves, provocaria encefalia, atirando os pacientes para um coma fatal, como relata o Business Insider que reporta as conclusões da simulação.
O cenário hipotético em torno deste novo vírus é “bastante possível”, como nota em declarações àquela publicação o cientista Eric Toner do Centro Johns Hopkins para a Segurança da Saúde Global, e que foi o responsável por projectar o surto da simulação.
“Aprendemos que, mesmo responsáveis públicos seniores muito conhecedores, experientes e devotados, que enfrentaram muitas crises, ainda têm problemas a lidarem com algo como isto”, atesta Toner. “E não é por não serem bons, espertos ou dedicados, é porque não temos os sistemas de que precisamos para activar o tipo de resposta que gostaríamos de ver”, conclui o cientista.
O principal problema são as deficiências dos sistemas de saúde a nível mundial. “Não temos capacidade para produzir vacinas contra um patogénico novo numa margem de meses, e não de décadas, e não temos as capacidades sanitárias públicas globais que nos permitiriam identificar e controlar rapidamente um surto antes que se torne pandémico”, explica Toner ao Business Insider.
O Clade X seria fabricado em laboratório, numa potencial situação de terrorismo biológico, em que seria espalhado por algum grupo ou movimento de forma deliberada. O projecto mantém o secretismo quanto à forma como o vírus seria criado ou disseminado por esse pretenso grupo terrorista. “Não queremos fornecer a receita de como o fazer”, justifica Toner.
Mas o cientista também admite que um vírus deste género se pode desenvolver naturalmente. O que é certo, em qualquer dos casos, é que nem os Governos mundiais, nem os Sistemas de Saúde dos países desenvolvidos, estão preparados para lidar com este tipo de pandemias.
Uma realidade que serve de aviso quando há também a certeza de que um cenário destes se vai concretizar. “Vai acontecer, mas não sei quando”, alerta Toner.
Noticia de 2008
Janelas? O que é isso? A minha escola tem as salas com 2 ou 3 portadas de vidro, daquelas de cima a baixo mais uma portada que abre em V ou toda, em que no Inverno passa pela frincha o frio congelante e nos dias de calor, dependendo se está virada a sala para Norte ou Sul, quase que se assa lá dentro. Já ontem se sentiram alguns efeitos do dia de sol. Tirando isso, só mesmo a porta normal da sala de aula. Em Setembro já foi um suplício, imagino no Verão. Janelas… LOL
Se encerram as escolas, em Junho iremos dar aulas com aquele calor sufocante até 30 de Junho ou mais Se estiverem numa escola recente como a minha, mas mal concebida, vai ser um sufoco. Na minha escola vai ser bonito…
Preferia acabar o período 1 semana mais cedo, fazer as reuniões e depois conforme a situação decidiam a nível concelhio, distrital ou mesmo para todos os estabelecimentos de ensino públicos.
Esta substitui a petição aqui referida: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT96448 Mais uma petição que podem considerar relevante: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT96240
E eis que o covid 19 trouxe consigo um outro novo se,r do qual não se conhecia a existência. A criatura dá pelo nome de Susana Amador.
Simulação de pandemia de coronavírus feita há três meses previa 65 milhões de mortes
COMPARTILHAR:
Há cerca de três meses, um cientista dos Estados Unidos fez uma simulação de um surto de coronavírus com alcance de pandemia mundial. No cenário fictício criado por ele, 65 milhões de pessoas em todo o mundo morreriam da doença em um período de 18 meses. O caso do vírus originário da cidade chinesa de Wuhan e que se espalha atualmente não é considerado pândemico, mas já atingiu mais de uma dúzia de países.
A simulação foi feita pelo cientista Eric Toner, do Centro Johns Hopkins de Segurança da Saúde, com colaboração do Fórum Econômico Mundial e da Fundação Bill e Melinda Gates. O pesquisador imaginou um vírus fictício chamado CAPS. O estudo analisou o que aconteceria se uma pandemia de coronavírus se originasse em fazendas de porcos no Brasil.
O vírus fictício seria resistente a qualquer vacina moderna e ofereceria mais letalidade que o SARS (a síndrome respiratória aguda que matou 8 mil pessoas na Ásia no início dos anos 2000). Além disso, ele seria quase tão fácil de pegar quanto a gripe. O surto começaria aos poucos: primeiro atingiria produtores rurais que apresentariam sintomas parecidos com os da pneumonia ou gripe.
Do Brasil, o vírus logo chegaria a grandes regiões urbanas e pobres da América do Sul. Após seis meses, o vírus se espalharia pelo mundo. Pouco mais de um ano depois, ele teria matado 65 milhões de pessoas. A pandemia simulada também provocaria uma crise financeira global, com as bolsas de valores tendo quedas de 20% a 40% e o produto interno bruto global despencando em 11%.
Até agora há cerca de sete mil casos de pacientes infectados e mais de 170 mortes confirmadas do coronavírus na China. Devido aos novos casos, a Organização Mundial de Saúde passou a classificar a situação como uma “emergência de saúde pública de interesse internacional” . “Ainda não sabemos o quão contagioso ele é”, disse Toner. “A impressão inicial é que ele é significativamente mais brando que o SARS. Então, isso é alentador. Por outro lado, ele pode ser mais facilmente transmissível”, completou o cientista.
Fonte: Business Insider
Imagem: helloabc/Shutterstock.com
DOENÇAS PANDEMIA
Amigos, concordo que se devam de tomar medidas de precaução, aliás, as mesmas deviam ter sido tomadas quando deixaram circular livremente pelas escolas professores e alunos que tinham ido passar o Carnaval ao Norte de Itália, bem como outros membros da nossa comunidade. Conheço uma colega que veio de Milão, e telefonou antes de entrar ao serviço para a linha 24, que a informou que se não tinha sintomas poderia efetuar o seu trabalho normalmente. O mesmo creio ter acontecido aos docentes agora infetados, ela por sorte não o foi.
Agora, encerrar compulsivamente escolas, universidades, organismos públicos, etc, é para o país. Estão prontos para isso, depois não se queixem que entrámos em crise, que os impostos irão aumentar brutalmente, que os ordenados irão ser congelados (ainda mais). O que se deveria ter feito e ainda se está a tempo, era responsabilizar, obrigatoriamente as pessoas a declarar se viajaram nos últimos tempos e obrigar essas pessoas a entrar em quarentena, não as escolas todas, mas sim algum individuo com algum tipo de risco. Bastaria isso, mas como sempre actuamos sempre em cima do risco.
Fechar as escolas, pergunto, só? Então vamos fechar universidades, institutos, organismos públicos, câmaras, etc. Vamos parar o país…é isso? Depois teremos ou continuaremos a ter as férias da Páscoa, as férias do Verão? Os exames nacionais iriam ter as mesmas datas, iriam ter os mesmos conteúdos, iriam ser adiados para Agosto?
Quem me diz que se encerrarmos tudo durante 20 dias após essa data não continuaremos a ter infetados vindos de outros países e que, tal como agora, iriam a continuar a propagar o vírus? Quem me garante que passado um mês não volte tudo ao que estava novamente, voltamos a encerrar novamente?
Portanto não concordo com o encerramento compulsivo de tudo o que é organismo público, pelo simples facto de que não iria adiantar de nada.
Concordo com um controle apertado das pessoas com algum risco de contágio, ou que viajaram para determinadas zonas de risco, mesmo que este seja fraco.
Vê-se que somos um país de M@RD@.
…é preciso uma petição para tratar de um situação de EMERGÊNCIA MUITO GRAVE.
De saúde pública.
Estão à espera de cometer os erros de Itália. Só que imperdoáveis, já sabem o que lá se passa/passou.
3 casos no hospital de Famalicão. Camara fecha todos os serviços.