Julho 2018 archive

Professores têm um Rio de razões…

 

Rio diz que professores têm razão nos protestos

O presidente do PSD reconheceu, esta terça-feira, que é “justo” a luta dos professores pelo descongelamento das carreiras e respetiva subida de escalões. Rui Rio defende que é preciso um “mix” de soluções para responder às reivindicações no setor da Educação, sugerindo que isso pode até passar por um acesso mais cedo à reforma.

 

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2.083 Colocados no Concurso Externo Extraordinário de 2018

Foram colocados em lugar de quadro (QZP) 2.083 docentes no concurso externo extraordinário de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento e QZP.

Mais de metade das colocações foram no QZP 7 e mais de 1/4 no grupo de recrutamento 110.

 

10 docentes vincularam neste concurso a concorrer na 3.ª prioridade, 5 dos quais no grupo 500, dois no grupo 550 e nos grupos 220, 550 e 930 vinculou 1 docente em cada um destes grupos vindos da 3.ª prioridade.

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1.235 Docentes Colocados no Concurso Externo Ordinário

Foram 1.235 os docentes colocados em lugar de quadro (QZP) no concurso externo ordinário de 2018.

Apenas 8 docentes conseguiram obter colocação em lugar do quadro concorrendo na segunda prioridade, todos os restantes (com exceção do grupo 360) conseguiram concorrendo em primeira prioridade.

Neste artigo de Fevereiro já tinha identificado 897 docentes que poderiam vincular neste concurso, Ainda vou verificar quantos destes 897 estão nas listas de colocados de ontem, mas de certeza que mais de 99% desses docentes estão agora no quadro.

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Professores bibliotecários 1ª fase

Professores bibliotecários 1ª fase

 

 

Encontra-se disponível a aplicação eletrónica para efetuar o levantamento das necessidades de Professores Bibliotecários dos Agrupamentos de Escolas/Escola Não Agrupada, bem como da abertura de procedimentos externo de designação, relativa ao ano letivo 2018/19.

 

Consulte a Nota Informativa e o Manual da aplicação.

SIGRHE
 Nota Informativa
 Manual da aplicação

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Recurso Hierárquico, Verbete e Aceitação da Colocação

 

Encontra-se disponível a aplicação que permite ao candidato efetuar a aceitação da colocação , das 10:00h do dia 24 de julho até às 18:00h de Portugal continental do dia 30 de julho de 2018.

Pode consultar o verbete definitivo do candidato.

Caso pretenda interpor recurso hierárquico, a aplicação encontra-se disponível das 10:00h do dia 24 de julho até às 18:00h de Portugal continental do dia 30 de julho de 2018.

 

SIGRHE

 

 

 

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Comunicado do ME – Cerca de 3500 docentes vinculam aos quadros do Ministério da Educação pelo segundo ano consecutivo

 

Cerca de 3500 docentes vinculam aos quadros do Ministério da Educação pelo segundo ano consecutivo

Estão publicadas as listas definitivas relativas ao concurso interno antecipado, concurso externo ordinário e ao concurso externo extraordinário.
Com os 2084 docentes vinculados no concurso extraordinário e os 1236 vinculados através da norma-travão – a que se somam as 121 vagas da norma-travão para os docentes do ensino artístico especializado da música e da dança e as 45 vagas para o concurso de vinculação extraordinária do pessoal docente das componentes de audiovisuais e artes visuais – em dois anos entram para os quadros do Ministério da Educação cerca de 7000 docentes.
O aumento do número de docentes a vincular ao abrigo da norma-travão decorre das alterações que constam da mesma, introduzidas na Lei do Orçamento do Estado para 2018, uma vez que os docentes passaram a poder vincular, ao fim de 3 contratos sucessivos, em qualquer grupo de recrutamento.
Recorde-se que até 2017 os docentes apenas abriam vaga no grupo de recrutamento para o qual haviam sido contratados em horário anual e completo, não podendo exceder o limite de 4 anos ou 3 renovações. Contrariamente, este ano os docentes com 3 contratos sucessivos anuais e completos, independentemente do grupo de recrutamento, abrem vaga no quadro de zona pedagógica onde se situa o agrupamento de escolas ou escola não agrupada em que se encontram a lecionar, podendo manifestar preferências para outra zona pedagógica, mantendo sempre o direito de vincular na vaga que abriram.
No que respeita ao número de candidatos, este ano houve 29525 candidatos ao concurso externo extraordinário e 38.328 ao concurso externo ordinário, podendo o mesmo candidato apresentar candidatura a ambos os concursos externos.
O aumento do número de candidatos ao concurso externo extraordinário resulta do facto de este ano todos os docentes se poderem candidatar às vagas, bastando ter tido contrato com o Ministério da Educação, ao contrário do ano anterior em que a própria candidatura estava sujeita a vários critérios de elegibilidade.
Relativamente ao concurso interno, que acontece este ano por imposição da Assembleia da Republica, houve um total de 30580 candidaturas. Ainda assim, cerca de 1230 vagas de Quadro de Agrupamento/Quadro de Escola (QA/QE) não foram preenchidas, isto é, não foram pretendidas pelos docentes.
No cumprimento do calendário do concurso de docentes, inicia-se agora o período de aceitação da colocação e apresentação de recurso hierárquico, salvaguardando-se a colocação atempada dos docentes nas escolas. Todos os candidatos admitidos ao concurso externo ordinário e que não obtiveram colocação seguem para o concurso de contratação inicial, cujas listas, também de acordo com o calendário publicado, serão conhecidas no final de agosto.

 

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Colocações no Concurso Interno Por Escola/QZP

Distribuição dos 9.274 docentes colocados no concurso interno por Escola/QZP de colocação.

 

Curiosamente existem agrupamentos de escolas que tiveram mais docentes colocados neste concurso interno que alguns QZP.

Para ver a lista completa clicar na imagem.

 

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9.274 Colocados no Concurso Interno

Foram colocados 9.274 docentes no concurso interno de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento.

Nos próximos dias irei fazer outros estudos destas colocações.

 

 

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Aceitação E Recurso Entre 24 e 30 de Julho

Tal como tinha anunciado no Domingo como datas prováveis.

 

 

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Não Estranhem as Colocações No Concurso Externo Pela Norma Travão

Não estranhem terem ficado colocados no concurso externo em QZP para onde não concorreram, ou terem visto colegas menos graduados ficarem colocados em QZP para os quais também tinham manifestado preferência em primeiro lugar.

Tudo isto é mesmo assim.

Por isso as colocações são SEMI-AUTOMÁTICAS. Quem abre vaga num determinado QZP fica lá colocado, mesmo que para lá não tenha concorrido.

É mais uma situação estranha a juntar-se a muitas outras.

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Listas Definitivas de Colocações

 

Concurso Interno Antecipado – Listas definitivas

Nota informativa

Listas definitivas

Concurso Externo Ordinário/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento e Concurso Externo Extraordinário – Listas Definitivas

 

Nota informativa

Listas definitivas

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Concurso Interno de Afetação – Lista ordenada de graduação – Açores

 

Concurso Interno de Afetação

Projeto de lista ordenada de graduação

Audiências/Desistências

 

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A coisa mais linda…

Um texto que nos chegou por e-mail…

 

Eles não sabem nem sonham com a vida fora do rebanho

Pensam que talvez exista vida em Marte

Pensam que só existe vida naquilo que a comunicação social transmite

Pensam que só existe vida dentro dos partidos e dos sindicatos

Eles não sabem nem sonham que sabem ler e escrever graças a alguém

Eles não sabem nem sonham que sentimos todos os dias a injustiça

Pensam que não sabemos da falácia quando dizem que (para nós) não há dinheiro

Pensam que não sabemos que mexeram os cordelinhos  para “abafar” a revolta

Pensam que a opinião pública não sabe que somos mal pagos

Pensam que o povo não sabe que somos nós que lhes educámos e criámos os filhos

Pensam que os marcianos somos nós

Eles não sabem nem sonham que o mundial e o sporting não nos distraíram

Eles não sabem nem sonham com viagens de centenas de quilómetros

Eles não sabem nem sonham com a alegria de saber e de ver crescer

Pensam que a memória é curta

Pensam que chegou a seally season

Pensam que não sabemos que há eleições em 2019

Pensam que acreditámos “à séria” na promessa eleitoral anterior

Eles não sabem nem sonham que somos todos diferentes

Eles não sabem nem sonham que o futuro a nós pertence

Nem sonham que o mundo pula e avança no seio desta dança

Li Li    (a)

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L’Atitude (15 e 16)

Dá-me sempre alguma curiosidade em folhear esta revista das escolas portuguesas no estrangeiro.
 
Clicar na imagem para ler a edição n.º 15 e n.º 16.
 

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Com Registo Áudio do Manuel Pereira no Link – Cerca de 2.000 alunos do distrito de Viseu ainda não receberam as notas do ano letivo

São cerca de 2.000 os alunos do distrito de Viseu que ainda não receberam as notas do ano letivo. A afirmação é de Manuel Pereira, diretor do Agrupamento de Escolas de Cinfães e presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE).

O responsável diz ao Jornal do Centro que o número é equivalente a 100 as turmas. Manuel Pereira considera esta situação como “bastante atípica”, afirmando que a atribuição de notas já devia ter sido concluída previamente.

Apesar disso, o dirigente deixa a certeza de que os estudantes vão receber atempadamente as classificações, mas sem pressas. “Os alunos deverão ser avaliados, nós devemos dar tranquilidade para concluir este ano letivo e preparar o próximo”, refere Manuel Pereira.

Quanto ao processo de luta que os professores ainda estão a realizar por causa da contagem do tempo de serviço da classe em nove anos, quatro meses e dois dias, o presidente da ANDE diz estar solidário com os profissionais. “Os diretores também são professores”, sublinha.

Governo ameaça e professores voltam a reunir
O Ministério da Educação enviou na passada sexta-feira (20 de julho) orientações às escolas para que concluam as avaliações finais dos alunos “impreterivelmente” até à próxima quinta-feira (dia 26), pedindo aos diretores escolares que apenas autorizem férias aos professores depois de entregarem as notas.

Com esta “ameaça” da tutela, Manuel Pereira adianta que os docentes já voltaram a reunir hoje (segunda-feira, dia 23) para lançar as avaliações. O diretor do Agrupamento de Cinfães prevê que as sessões sejam conduzidas de acordo com o que está estipulado na missiva assinada pela Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares.

No entanto, o dirigente mostra-se receoso e diz que o Ministério abriu precedentes que preocupam os diretores. Entre estes receios, está o facto de o Conselho de Turma passar a ser considerado um “órgão administrativo” ou passar a tornar-se possível avaliar os alunos com apenas um terço dos professores presentes.

“Trata-se de uma enorme machadada num dos pilares fundamentais do processo educativo, a avaliação”, frisa.

Manuel Pereira espera ainda que haja “bom senso” e que o braço de ferro entre o Governo e os professores por causa da contagem do tempo de serviço termine para que o próximo ano letivo possa arrancar com tranquilidade.

Jornal do Centro – Dois mil alunos ainda não sabem as notas do ano letivo

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O Link Provável Para a Nota Informativa das Listas Definitivas

… deve ser este.

 

Mas já tenho muitas dúvidas que hoje saiam as listas e assim o prazo para o início da manifestação de preferências já não será cumprido, ou então vão existir aplicações a funcionar em simultâneo. (Aceitação/Recurso Hierárquico e manifestação de preferências)

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Professores do STOP acusam Centeno de ter “um problema com a verdade”

Professores do S.T.O.P. acusam Centeno de ter ″um problema com a verdade″

O Sindicato de Todos os Professores (S.T.O.P.) queixa-se de que o ministro das Finanças gasta milhares de milhões, mas não investe nos professores

O Sindicato de Todos os Professores acusou hoje o ministro das Finanças de ter “um problema com a verdade”, ao defender que não tem dinheiro para os docentes quando entrega “milhares de milhões aos de sempre”.

“O ministro Mário Centeno parece ter um problema, infelizmente. Mas não é com os professores, é com a verdade. Diz que não há dinheiro para os professores, mas continua a ter milhares de milhões de euros para os de sempre: são para as suspeitas e ruinosas Parcerias Público/Privadas; para as luxuosas reformas vitalícias e sempre para os mesmos banqueiros e amigos dos partidos”, criticou André Pestana, porta-voz do S.T.O.P., em declarações à Lusa.

A posição do recém-criado sindicato de professores surge na sequência da entrevista do ministro Mário Centeno ao jornal Público, na qual afirmou que o Orçamento do Estado (OE) tem de ser sustentável e que “não é possível pôr em causa a sustentabilidade de algo que afeta todos, só por causa” da contabilização do tempo de serviço dos professores.

“Este Governo não prioriza os serviços públicos, como a saúde e a educação, mas sim os mesmos de sempre”, criticou André Pestana, lembrando que os docentes vão continuar a lutar pela recuperação do tempo de serviço congelado para efeitos de progressão na carreira.

Desde o início de junho que os docentes estão em greve depois das negociações falhadas com o Governo a quem exigem a contagem dos nove anos, quatro meses e dois dias de trabalho realizado.

Segundo os últimos dados avançados pelo ministério da Educação (ME), no final da semana passada havia ainda cerca de 80 mil alunos (7%) sem notas atribuídas devido à greve, que continua a decorrer com o apoio do S.T.O.P., depois de as restantes estruturas sindicais terem terminado a paralisação a 13 de julho.

Esta semana, o Ministério da Educação enviou orientações às escolas para que concluíssem as avaliações até dia 26 de julho, indicando que os diretores só poderiam autorizar as férias aos professores que entregassem todas as notas dos alunos.

Para o S.T.O.P. esta posição é ilegal e o sindicato decidiu prolongar a greve durante o mês de agosto para impedir “a eventual prepotência de diretores que ousem chamar professores” para terminarem as avaliações.

À Lusa, André Pestana disse que o S.T.O.P. vai avançar com um processo judicial contra o ME e alguns diretores, por considerar que têm sido cometidas várias ilegalidades ao longo deste período de greve.

“Já temos várias provas de diretores que intimidaram professores para que lançassem as notas. Também temos provas de uma escola em que as notas do 2.º período foram transferidas para o 3.º período e muitos outros casos”, exemplificou.

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PCP e BE desvalorizam Centeno: contagem do tempo para professores já foi aprovada

PCP e BE desvalorizam Centeno: contagem do tempo para professores já foi aprovada | Orçamento do Estado | PÚBLICO

Bloquistas querem concentrar esforços do próximo OE na energia baixando o IVA e acabando com as rendas. Partidos insistem que Governo tem que cumprir OE2018 para todas as carreiras.

A mensagem, directa ou indirecta, é a mesma do fim-de-semana: PCP e Bloco estão pouco preocupados com a forma como o Governo lida com a questão da contagem e pagamento do tempo de serviço congelado aos professores e a outros funcionários públicos. Os dois partidos insistem que a questão ficou aprovada no orçamento deste ano e por isso o que o Executivo tem a fazer é cumpri-lo. E o Bloco vai avisando que agora é tempo é de pensar já no próximo orçamento.

Reagindo à entrevista de Mário Centeno ao PÚBLICO, em que defendeu não ser possível fazer distinção entre portugueses porque o orçamento “é um exercício complexo e para todos” e que “tem de ser sustentável”, os dois parceiros do PS no Parlamento desvalorizaram esta espécie de ameaça do ministro. “Não é possível pôr em causa a sustentabilidade de algo que afecta todos só por causa de um assunto específico”, argumentou depois de lembrar que o Orçamento de Estado (OE2018) deste ano estipula que a contabilização do tempo de serviço congelado “se fará num contexto negocial e tendo em conta a compatibilização com os recursos disponíveis”. Que seriam a verba para pagar apenas dois anos, nove meses e dezoito dias do total de nove anos, quatro meses e dois dias exigidos pelos professores.

“O impasse tem que ser ultrapassado com o cumprimento do que já foi decidido no OE2018 e com a negociação sindical que é preciso fazer-se para decidir o modo e o prazo como é feito esse pagamento”, defendeu o líder parlamentar comunista em declarações no Parlamento. João Oliveira considera que “não há decisão nenhuma a tomar relativamente à contagem do tempo ou à sua expressão do ponto de vista da progressão na carreira”, insistindo que a negociação “está por fazer” e que vai ser “retomada em relação aos professores”. Disse esperar que seja feito o mesmo em relação “às outras carreiras específicas – militares, forças e serviços de segurança” e que “não seja posta em causa essa decisão” tomada no orçamento deste ano.

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Opinião/André Pestana do STOP – O ministro Centeno tem problemas com os professores?

Expresso | O ministro Centeno tem problemas com os professores?

Centeno diz que não tem dinheiro para contabilizar o tempo de serviço que os professores efectivamente trabalharam (9 anos, 4 meses e 2 dias). Os professores não pedem qualquer aumento de salarial ou retroactivos. No entanto parece ter problemas em dizer que o seu governo tem tido sempre milhares de milhões de euros para as ruinosas Parcerias Público Privadas (PPP), para reformas vitalícias de políticos (escandalosamente com direito a retroactivos) ou mesmo para banqueiros amigos (os mesmos que nos levaram no passado recente para a crise).

Centeno diz que não tem dinheiro para quem todos os dias tenta (apesar de todas as políticas deseducativas dos últimos governos) dar o seu melhor a mais de 1 milhão de crianças e jovens. Os professores, que em 10 anos perderam 10% do seu salário e viram aumentada a sua idade de reforma em 10 anos e que (como classe) mais contribuiu para pagar os buracos para negociatas obscuras de banqueiros próximos do PSD/CDS/PS… mas Centeno tem sempre mais milhares de milhões precisamente para os mesmos responsáveis que no passado nos levaram para a crise (e que se nada fizermos, nos levarão para outra crise).

O que este governo não quer que se saiba é que há milhares de professores que já entraram ou estão a entrar na 3ª idade e que continuam a dar aulas a turmas enormes (com 30 ou mais alunos) e com horários cada vez extenuantes, há ainda mais milhares que ano após ano continuam a centenas de km dos seus filhos (sem qualquer subsídio de transporte ou alojamento ao contrário de outros funcionários públicos) e com um salário líquido de 1 000 euros (ou menos), há milhares de professores (das Atividades Enriquecimento Curricular) que não têm sequer direito a subsídio de Natal e férias, além de não receberem nada durante as chamadas férias escolares, sujeitos a uma precariedade que nos devia envergonhar a todos como sociedade …Obviamente que quem é assim tratado não poderá oferecer as melhores condições de aprendizagem que os seus alunos precisam e merecem. Mas é esta classe profissional que o actual governo enganou (estava já aprovado a contagem do tempo de serviço no artigo 19 do último Orçamento de Estado), tenta roubar o tempo de serviço e chegou mesmo a chantagear com aceitam 2 anos ou nada… Os professores estão fartos de ser “saco de pancada” de governos e de alguns Media que fazem uma autêntica campanha caluniosa contra a nossa classe. Por isso tudo neste momento decorre a mais longa greve de sempre na Educação em Portugal.

E perante este grande exemplo de luta o actual governo “socialista” ousou por diversas vezes questionar o elementar direito à greve e o direito às férias destes trabalhadores…

Quando os professores são sucessivamente enganados, roubados, chantageados e agora de uma forma inédita após o 25 de Abril, limitados no seu direito à greve e as férias, não são apenas estes a serem atacados mas toda a sociedade que se pretende livre, democrática e socialmente mais justa.

É esta a sociedade que queremos deixar para os nossos alunos/filhos e netos?

Problemas com os professores? Não, o Ministro (e o seu governo) parecem ter é, apesar da sua narrativa, sérios problemas com a verdade, a justiça e a liberdade/democracia na Escola Pública.

Professor contratado e dirigente do Sindicato de tod@s @s professor@s S.TO.P.

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Opinião – Finalmente, já não temos de gramar “Os Maias”! – João André Costa

 

Finalmente, já não temos de gramar “Os Maias”!

Resultado: 6 anos de Português na escola Secundária levaram a que não tivesse vontade ler, gosto de ler, prazer em ler e, portanto, não lia de livre vontade.
E se sempre achei fácil a disciplina de Português, acessível e de rápida apreensão, custou-me ao mesmo tempo perder 6 anos da minha vida de volta de clássicos que pouco ou nada nos dizem, sim, são a nossa história, mas para isso já temos a História, e quando nem o professor se identifica com as obras leccionadas, não é possível incutir nos jovens qualquer entusiasmo pela leitura, este que vos escreve incluído.
Convenhamos, o ensino de Português é, e sempre foi, uma seca, de Gil Vicente a Camões, do Bocage ao Virgílio, do Eça ao Garrett, sem esquecer o Antero e o Cesário, deixando muito pouco espaço para os contemporâneos, os que nos dizem algo, os de agora que escrevem sobre agora, sobre o que nos rodeia e preocupa, sobre para onde ir e como chegar lá, assim dando significado às nossas vidas, a esta existência.
Foi preciso concluir o Ensino Secundário para, livre de obrigações, começar a ler, a conselho de amigos da faculdade, livros a sério. Desde então, nunca mais parei, e nos livros, nos autores, e nos amigos, tive, e ainda tenho, os verdadeiros professores de Português, sem esquecer as traduções e os autores estrangeiros, igualmente importantes, enriquecedores, descobridores.
Hoje, com grande prazer acompanho a discussão em torno das Aprendizagens Essenciais do Ensino Básico e Secundário e a obrigatoriedade de obras como “Os Maias”. Se eu li “Os Maias”? Sim, li, com 16 anos. Se tinha outro remédio? Não, não tinha. Se gostei? Não, não gostei de ler mais de 600 páginas apenas porque sim, porque tenho, e temos, de ler, porque a “Stôra” disse e vai sair no teste e não é assim que se promove a leitura. Se “Os Maias” devem ser leitura obrigatória? Nada deve ser leitura obrigatória, e no termo “obrigatório” encontramos o cerne para tanto desgosto e desprazer em torno do ensino do Português ao longo de anos e anos, promovendo a iliteracia uma geração a seguir à outra.
Porque nada deve ser obrigatório, cabendo ao professor começar desde logo por explicar aos alunos o porquê de se tirar uma licenciatura em Português, o porquê da paixão pelos livros, pela leitura, pelas palavras, pela vida, a vida dos autores, a nossa vida da qual somos os autores, o que dizer, como dizer, como escrever, como amar e matar, incendiar, viajar, sofrer, vencer e perder, tudo a preto e branco nas letras de uma página sem bonecos, imprimindo a papel a vida e a vontade de toda a humanidade.
Haverá algo mais fenomenal? Não há. Chama-se imaginação, o melhor de que o cérebro é capaz. E na imaginação o desenvolvimento, novas ideias, novas elações, novas possibilidades, o salto para o infinito, o Contacto de Carl Sagan, o Fado Alexandrino e o 25 de Abril do Lobo Antunes, a violação no Ensaio sobre a Cegueira de Saramago, a morte e a guerra numa Casa na Escuridão do Peixoto, as pernas de uma mulher nos poemas felizes de Neruda, o assassinato de Lorca na frente de guerra entre duas estrofes, A maravilhosa Viagem de Nils Holgersson Através da Suécia e como a Natureza não é pertença do Homem, só para enumerar algumas obras, alguns exemplos maiores do fogo que vem nos livros e como é tão fácil entusiasmar quando tanto nos entusiasma.
E não, não acabemos com os clássicos, ao invés acabemos com a rigidez de um ensino bolorento, a destilar mofo e bafio, caquéctico e de todo desligado da realidade dos nossos dias, dando assim liberdade ao professor e, ainda mais importante, aos alunos, de ler, e de ler “Os Maias”, mas desta vez com vontade, porque a professora apaixonou-se pelo Carlos da Maia e eu pela Maria Eduarda e agora quero saber mais.

 

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Registo áudio TSF – Larvas que comem esferovite levam alunas de Odemira aos EUA

Um grupo de três alunas da Escola Secundária de Odemira ganharam uma passagem para irem representar Portugal na Feira Internacional de Ciência e Engenharia, na cidade de Phoenix, Arizona, nos Estados Unidos da América, que está já marcada para maio de 2019. Isto aconteceu porque saíram premiadas do 26º Concurso para Jovens Cientistas e 12ª Mostra Nacional de Ciência.

Estas alunas, apoiadas pela professora Paula Canha, desenvolveram um projeto que envolve larvas de um inseto na reciclagem de resíduos de poliestireno a nível industrial… No fundo, as larvas comem o lixo.

Venceram o prémio Lipor e ganharam uma ida aos Estados Unidos defender um projeto que estão agora a aperfeiçoar, mas que já deu resultados, sob a coordenação de Paula Canha, professora de biologia responsável pelo projeto “Tenebrio molitor como biorreator para degradação de polímeros sintéticos”.

E até há artigos internacionais, que chegam do Japão e que corroboram a teoria.

Este não é o primeiro projeto coordenado por esta professora que é premiado. A própria Paula Canha já foi considerada a melhor professora do ano em 2007 pelas saídas de campo e pelos projetos em que envolve os alunos.

Larvas que comem esferovite levam alunas de Odemira aos EUA

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Programa que já não vigora é base de aprendizagens de Matemática A

Programa que já não vigora é base de aprendizagens de Matemática A | Educação | PÚBLICO

Informação publicada na página da Direcção-Geral da Educação na Internet contraria o que tem vindo a ser afirmado pelo ministério.

O Ministério da Educação (ME) tem garantido que as chamadas aprendizagens essenciais, que começarão a ser aplicadas em todas as escolas a partir do próximo ano lectivo, foram elaboradas “a partir dos documentos curriculares [programas e metas], que se mantêm em vigor”. Mas existe pelo menos uma excepção a esta regra: a proposta apresentada para o 11.º e 12.º ano da disciplina de Matemática A tem na base o antigo programa de 2002, que já não é seguido nas aulas.

A informação está plasmada num quadro que se encontra publicado na página da Direcção-Geral de Educação (DGE) na Internet, em que a propósito da elaboração das aprendizagens essenciais se elencam todos os programas que estiveram na base destas.

O primeiro alerta para esta situação foi feito esta semana ao PÚBLICO pelo presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática, Jorge Buescu, que ao consultar a proposta de conteúdos para Matemática A, que se encontra em consulta pública, se deparou com várias referências ao programa de 2002. “Não é compreensível nem aceitável que, num documento em que se pretende definir aprendizagens essenciais associadas a um determinado referencial (programa de 2015) se faça referência ao programa anterior, como se este continuasse em vigor. Esta situação é de duvidosa legalidade e o ministério terá de esclarecer qual o enquadramento legal destas referências”, disse então.

Questionado sobre esta denúncia, o secretário de Estado da Educação João Costa considerou que esta “não tem qualquer fundamento”. “Todo o trabalho foi construído tendo por base os documentos em vigor”, pelo que “a ideia de que foi construído por cima de um programa que já não está em vigor não é verdadeira”, disse ainda em entrevista à Rádio Renascença.

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FENPROF: “Ministro das Finanças tem de rever se está bem neste Governo”

FENPROF: “Ministro das Finanças tem de rever se está bem neste Governo”

É a reação de Mário Nogueira à entrevista dada por Mário Centeno, que avisou os professores que não pode pôr em risco as contas públicas e que o Orçamento do Estado é para todos os portugueses.

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Opinião – Doutrinar como um asno engomado – Santana Castilho

 

Doutrinar como um asno engomado

A directora-geral da DGEstE informou as escolas sobre o modo expedito de concluir o ano lectivo, atropelando a lei e sequestrando os professores. Fê-lo a 20 deste mês, a pedido de “elevado número” de directores incapazes de assumir responsabilidades e autonomia, retomando na prática o que já havia dito na famigerada nota informativa de 11 de Junho. Como a situação era complicada, a diligente funcionária puxou pela cabeça e chamou a polícia. Depois, doutrinou como um asno engomado, apenas com um ligeiro senão: é que os conselhos de turma não são órgãos administrativos e, portanto, a sua geringonça argumentativa pariu mesmo abaixo de zero. A nota informativa, versão dois, é papel molhado, cujo destino não é a obediência, mas tão-só o lixo.
Com efeito, o Despacho Normativo n.º 1-F/2016, já da lavra do actual secretário de Estado João Costa, na senda aliás da anterior Portaria n.º 243/2012, dispõe claramente assim (artigo 23.º): “o conselho de turma, para efeitos de avaliação dos alunos, é um órgão de natureza deliberativa, sendo constituído por todos os professores da turma e presidido pelo diretor da turma”; compete ao conselho de turma “apreciar a proposta de classificação apresentada por cada professor, tendo em conta as informações que a suportam e a situação global do aluno”; “as deliberações do conselho de turma devem resultar do consenso dos professores que o integram, tendo em consideração a referida situação global do aluno”; “quando se verificar a impossibilidade de obtenção de consenso, admite-se o recurso ao sistema de votação, em que todos os membros do conselho de turma votam nominalmente, não havendo lugar a abstenção e sendo registado em ata o resultado dessa votação”. (Os sublinhados são meus).
Como pode uma directora-geral atentar tão despudoradamente contra um direito fundamental dos professores, o direito à greve? Como pode servir-se de outro, o direito às férias, para tentar tomá-los como reféns, num hediondo golpe de chantagem? Como pode, rasteiramente, ignorar o que fixa o Artº. 57º da Constituição? Como pode confundir a independência intelectual e profissional de um professor com o servilismo de um qualquer burocrata? Como pode confundir um acto pedagógico, colegial, consequência de ponderação responsável, com um mero acto administrativo, automático? Como pode ignorar as sucessivas disposições legais, que devia proteger por elementar dever de função, para tentar impor um comando ignaro, que as cilindra?
Fora este um ministro decente e dia 26, data limite do ultimato da patusca directora-geral, seria antes a data simbólica da demissão da dita. Por uma questão de higiene constitucional. Com efeito, esta senhora não entendeu que todas as formas reivindicativas, provocando desconforto nalguns, são, acima de tudo, uma forma de chamar a atenção da sociedade para a causa que as motiva. E não entendeu que não há greves só aos fins-de-semana e feriados. Esta senhora tem, de modo reiterado, tentado trucidar a nobreza do acto educativo, com a sua substituição pela vulgaridade do acto administrativo. Na sua lógica redutora, qualquer Lola do Simplex (o robot recentemente criado) a substituía (reconheço que com vantagem). Entendamo-nos: atribuir classificações finais sem validação pela presença de todos os elementos dos conselhos de turma é o abastardamento do acto educativo, é desleal e desonesto para alunos e professores e falseia os resultados finais.
Mas a lama não mancha apenas o Ministério da Educação. Mergulha nela a habitual bonomia de António Costa, que assiste, seráfico, ao acto degradante para o ensino público de trocar reuniões sérias e conformes com a lei, pela palhaçada, escandalosa e ilegal, de três ou quatro professores decidirem por nove ou doze, sem a presença mesmo do director de turma. Em tempo de celebradas reversões, este regresso à época das notas administrativas envergonha a deontologia elementar e a ética mínima. Como é hábito, os desqualificados que comandam devem brevemente dizer, numa qualquer televisão, que estão de consciência tranquila.
In “Público” de 23.7.18

 

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Quem manda? Quem é?

Os Professores não são portugueses… Ou o OE não é para os professores portugueses?

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PCP lamenta “protelamento” do Governo face a professores e exorta cumprimento da lei

O PCP condenou este domingo o “protelamento”, por parte do Governo, nas negociações com os professores sobre a contagem integral do tempo de serviço e devidas remunerações, instando o executivo socialista ao cumprimento da legislação.

O que esta situação revela é sobretudo resultado do protelamento pelo Governo da resposta devida aos professores quanto à contagem do tempo de serviço para efeitos de progressão na carreira“, disse fonte oficial comunista à Agência Lusa.

A secretária de Estado adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, lembrou no sábado, também em declarações à Lusa, que a tutela “tem negociado com os professores”, sublinhando que “não retira consequências” do apelo à intervenção direta nas conversações do primeiro-ministro, António Costa, feito pela coordenadora do BE, Catarina Martins.

Mais do que a emanação de despachos, o que se exige é que o Governo cumpra o que a Lei do Orçamento do Estado para 2018 (OE2018) dispõe sobre a matéria“, insistiu a mesma fonte do PCP.

Em causa está o conflito entre sindicatos de docentes e o Ministério da Educação sobre as negociações quanto ao tempo e modo de recuperação da contagem do tempo de serviço e respetiva progressão na carreira e consequente valorização salarial, que dura desde o início do ano.

Além de um compromisso entre as parte assinado em dezembro de 2017, o OE2018 já prevê a negociação sobre o ritmo da reposição daqueles valores, bem como uma resolução de “Os Verdes”, aprovada no parlamento, pela contagem integral do tempo de serviço de diversos setores da função pública.

Os representantes sindicais dos professores exigem a contagem de nove anos, quatro meses e dois dias de tempo de serviço congelado, mas o Governo contrapropôs, em março, dois anos, nove meses e 18 dias, seguindo-se uma rutura e impasse nas negociações, diversas greves, nomeadamente às avaliações de alunos, mas entretanto reatadas.

(…)

PCP lamenta “protelamento” do Governo face a professores e exorta cumprimento da lei

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Nos Açores não falta dinheiro e até se quer justiça…

… mas existe a fidelidade cega. Essa fidelidade põe em causa a autonomia.

É a partidarite…

 

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Aplicação de Apoio Aos Concursos – Versão 2

Muito em breve poderão precisar do apoio desta aplicação.

 

Deixo o artigo de 30 de Maio com a explicação das novas funcionalidades da aplicação deste ano.

 

 

Se no ano passado foi uma grande ajuda, este ano está muito melhor.

A aplicação disponibilizada no ano passado, que permitia calcular as distâncias e tempos de viagem para todos os Agrupamentos de Escolas do país, ver a localização de todas as escola em mapa (ajudando também na escolha do melhor percurso para chegar) está de volta, mas com uma GRANDE novidade.

Agora, quando se carrega no botão  , além de receber as suas preferências no email, também pode ver, para cada um dos grupos para os quais concorreu:

 

– O número de candidatos que estão melhor graduados na lista de ordenação e que já ficaram colocados, no grupo de recrutamento, em escolas para as quais está a manifestar preferência;

– O número de candidatos que estão melhor graduados na lista de ordenação e que já ficaram colocados, em qualquer grupo de recrutamento, em escolas para as quais está a manifestar preferência;

– O número de candidatos que estão pior graduados na lista de ordenação e que já ficaram colocados, no grupo de recrutamento, em escolas para as quais está a manifestar preferência;

– O número de candidatos que estão pior graduados na lista de ordenação e que já ficaram colocados, em qualquer grupo de recrutamento, em escolas para as quais está a manifestar preferência.

Esta nova aplicação considera todas as colocações desde 2012/2013, exceto BCE e Ofertas de Escola.

Poderá também ver quem são os candidatos e onde foram essas colocações.podem filtrar as colocações por ano letivo e ver os candidatos colocados e quando foram colocados (os mais e os menos graduados).

No exemplo apresentado, um colega que concorre apenas ao QZP1, fica a saber que:

– O seu número de ordem no grupo 120 é o 220;

– 23, dos candidatos que estão melhor posicionados nesta lista do grupo 120, já estiveram colocados no QZP 1, no grupo 120, nos anos letivos de 2014/2015 a 2017/2018;

– 82, dos candidatos que estão melhor posicionados nesta lista do grupo 120, já estiveram colocados no QZP 1, no grupo 120, ou noutros grupos de recrutamento, nos anos letivos de 2014/2015 a 2017/2018;

– Nenhum (0), dos candidatos que estão pior posicionados nesta lista do grupo 120, esteve colocado no QZP 1, no grupo 120, nos anos letivos de 2014/2015 a 2017/2018;

– 5, dos candidatos que estão pior posicionados nesta lista do grupo 120, já estiveram colocados no QZP 1, no grupo 120, ou noutros grupos de recrutamento, nos anos letivos de 2014/2015 a 2017/2018.

 

Na parte de baixo da página é, também, apresentada a lista de candidatos e respetivas colocações, conforme a opção escolhida.

Também é possível selecionar/desselecionar alguns dos anos letivos.

 

Para entrar nesta nova versão devem efetuar o registo tendo sempre em conta que tem de ser feito com o vosso número de candidatura SIGRHE, de forma a saberem quem são os docentes mais ou menos graduados no grupo de recrutamento para os quais estão nas listas de ordenação provisórias de 2018/2019.

Para que a listagem já ordene as escolas pela distância devem escolher como vossa a escola que é mais próxima da vossa residência.

Esta aplicação é tanto válida para docentes contratados como para os docentes do quadro.

A compra desta versão é válida para o concurso 2018/2019 e terá uma nova atualização de dados quando forem publicadas as listas de ordenação definitivas e ao longo do ano com as sucessivas colocações em Reserva de Recrutamento. A partir de hoje o grau de certeza para saberem onde e quando ficam colocados vai aumentar consideravelmente.
Com esta aplicação podem até verificar que preferem arriscar a concorrer a horários mais próximos de casa vendo que colocações sucessivamente ocorrem ao longo de cada ano letivo.

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Um Mero Exercício de Previsão das Datas do Concurso

Já tinha feito referência aqui que o último dia possível para que as listas fossem publicadas e o resto do calendário dos concursos não fossem alterados seria que amanhã fossem publicadas as listas definitivas de colocação dos concursos Interno/externo e Extraordinário.

 

Se isso acontecer o resto do calendário deverá ser assim:

Aceitação da colocação – 24 a 30 de Julho

Recurso Hierárquico – 24 a 30 de Julho

CONTRATAÇÃO INICIAL

Manifestação de Preferências à Contratação Inicial – 31 de Julho a 6 de Agosto

MOBILIDADE INTERNA

Indicação pelas escolas dos docentes que dispõem de componente letiva — 1.ª Disponibilização – 24 a 30 de Julho

Candidatura e Manifestação de Preferências – 31 de Julho a 6 de Agosto

Validação da Candidatura – 7 a 9 de Agosto

 

Se estiverem de férias e precisarem de concorrer não se esqueçam de levar PC e NET convosco, para não variar.

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Aprendizagens Essenciais – Ensino Básico

Aprendizagens Essenciais – Ensino Básico

 

 

As Aprendizagens Essenciais (AE) referentes ao Ensino Básico são homologadas pelo Despacho n.º 6944-A/2018, de 19 de julho.

Componentes do currículo 1. º Ciclo 2. º Ciclo 3. º Ciclo
1.º Ano 2.º Ano 3.º Ano 4.º Ano 5.º Ano 6.º Ano 7.º Ano 8.º Ano 9.º Ano
Português PDF PDF PDF PDF PDF PDF PDF PDF PDF
Matemática PDF PDF PDF PDF PDF PDF PDF PDF PDF
Estudo do Meio PDF PDF PDF PDF          
Educação Artística Artes Visuais PDF          
Expressão Dramática/Teatro PDF          
Dança PDF          
Música PDF          
Educação Física PDF PDF PDF PDF PDF PDF PDF PDF PDF
Inglês     PDF PDF PDF PDF PDF PDF PDF
TIC         PDF PDF PDF PDF PDF
História e Geografia de Portugal         PDF PDF      
Ciências Naturais         PDF PDF PDF PDF PDF
Educação Visual         PDF PDF
Educação Tecnológica         PDF      
Educação Musical         PDF      
Língua Estrangeira II Alemão             PDF PDF PDF
Espanhol             PDF PDF PDF
Francês             PDF PDF PDF
História             PDF PDF PDF
Geografia             PDF PDF PDF
Físico-Química             PDF PDF PDF
Educação Moral e Religiosa Católica PDF PDF PDF PDF PDF PDF PDF PDF PDF

 

 

Português Língua Não Materna Nível A1 Nível A2 Nível B1

 

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Dos modismos e do perfil do aluno

Por aqui no Correntes.

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Caroon do dia – A Bomba – Paulo Serra

 

 

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Sindicato de professores que mantém greve exige demissão de ministro e secretária de Estado

O Sindicato de Todos os Professores (STOP) exigiu hoje a demissão do ministro da Educação e da secretária de Estado adjunta, mantendo que a greve dos docentes às avaliações se prolonga até 31 de julho.

André Pestana, da direção do Sindicato de Todos os Professores, disse à agência Lusa que “a greve vai continuar” até ao fim do mês e frisou que foi entregue um pré-aviso de greve para agosto que “impede a eventual prepotência de diretores que ousem chamar professores” para terminarem as avaliações, prejudicando-os no gozo de férias.

Na sexta-feira, o Ministério da Educação enviou orientações às escolas para que concluam as avaliações finais dos alunos “impreterivelmente até 26 de julho”, quinta-feira, indicando que os diretores escolares só poderão autorizar as férias aos professores depois de estes entregarem todas as notas dos alunos.

“Há aqui uma tentativa de questionar o direito à greve e às férias dos professores, o que é totalmente ilegal”, afirmou André Pestana.

O dirigente sindical revelou que, “perante a chantagem e a gravidade de mais este ataque”, o STOP “vai pedir a partir de hoje a demissão” do ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, e da secretária de Estado adjunta e da Educação, Alexandra Leitão.

“Não é sério o Governo assumir compromissos e não cumprir”, referiu igualmente.

Entretanto, este sindicato nacional, com sede em Coimbra, o único que apoia a continuação da greve dos professores às avaliações, enviou às duas centrais sindicais – CGTP e UGT – e às demais organizações sindicais do setor da educação um e-mail a pedir a sua solidariedade com os docentes em greve.

Para André Pestana, importa “que todo o movimento sindical tome uma posição rápida e pública” em defesa dos direitos dos professores à greve e a férias.

A lei prevê que eventuais alterações às férias, por imposição superior, implica o “pagamento de indemnizações aos trabalhadores” por parte do Ministério da Educação, frisou André Pestana à Lusa.

O STOP promoveu hoje, nas suas instalações, em Coimbra, uma sessão pública para fazer o “ponto da situação duma greve histórica”.

Sindicato de professores que mantém greve exige demissão de ministro e secretária de Estado

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Professores – Catarina Martins pede intervenção do PM para resolver problema

A coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, apelou este sábado à intervenção do primeiro-ministro, António Costa, para ser encontrada uma solução que acabe com o “braço-de-ferro” com os professores.

“O senhor primeiro-ministro tem de intervir diretamente para que o Orçamento do Estado seja cumprido e que se encontre uma solução negociada”, defendeu a líder partidária, em declarações aos jornalistas.

Catarina Martins deixou uma pergunta ao executivo de António Costa:

O Governo tem de cumprir a lei, o que está no Orçamento do Estado. Se o Governo não o fizer, que confiança é que nós temos em qualquer Orçamento do Estado que seja aprovado, para qualquer profissão, para qualquer setor, que vai acontecer o que lá está”.

“Há um problema que tem de ser resolvido e seria estranho que o primeiro-ministro não compreendesse esta situação e não percebesse que tem de agir”, sublinhou.

Ainda sobre as divergências que se mantêm entre o Governo e os sindicatos dos professores sobre a progressão das carreiras dos docentes, a líder do BE responsabilizou o executivo socialista pela situação e afirmou que “ninguém compreende esta arrogância, esta prepotência”.

“Não é uma forma de se conversar com nenhuma profissão e não é nenhuma forma de governar não querer cumprir a lei do Orçamento do Estado”, reforçou aos jornalistas.

Para Catarina Martins, “o Governo está a fazer um braço-de-ferro que não tem nenhum sentido”.

Os professores não pedem nenhum retroativo sobre o que deviam ter recebido e não receberam, estão absolutamente disponíveis a que o descongelamento da carreira tenha efeitos para lá da legislatura, não querem tudo de uma vez. Tudo o que dizem é que não façam de conta que é a mesma coisa trabalhar dois anos ou trabalhar nove”, insistiu.

A coordenadora lembrou que o BE aprovou “um Orçamento do Estado que dizia que as carreiras iam ser descongeladas para todas as profissões, incluindo para os professores, contando o tempo de serviço e que, depois, seriam negociados os prazos de como eram descongeladas, por causa do impacto orçamental”.

“O Governo parece não querer aplicar o Orçamento do Estado e não quer contar esse tempo de serviço. Esta é uma situação para todas as carreiras da função pública”, disse.

Catarina Martins concluiu que “o problema não está, neste momento, do lado dos professores, está do lado do Governo”.

Em conclusão, a dirigente defendeu que esta “não é só uma questão de professores, é uma questão de confiança democrática, que é muito necessária”.

(Bloco quer intervenção de Costa para resolver “braço-de-ferro” com professores)

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Então a Fenprof disse à RTP que esta luta já não é deles?

(alguém diga a estes senhores que Portugal não é a Turquia!)

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Ao Cuidado da SE Leitão, da Fenprof&Companhia Limitada e do Filinto Triste Lima

Os Conselhos de Turma São “Órgãos Administrativos (Ainda que de Carácter Temporário)”?

 

Eu para fazer figuras tristes fico em casa – até me deu voltas ao estômago.

Um pais de figurões.

 

(…)

Ouvido este sábado na RTP3, o presidente da Associação de Diretores de Agrupamentos Escolares afinou pelo mesmo diapasão da tutela, ao considerar positivo o teor da comunicação da DGEsTE.

“Penso que esta carta é feliz. É feliz porque tenta e penso que vai conseguir conciliar três direitos: o direito à educação, o direito à greve por parte dos professores – é um direito intocável – e o direito também às férias dos professores”, sustentou Filinto Lima.

“Penso que as reuniões irão ser feitas numa greve que já vai há mês e meio. Não me recordo de qualquer tipo de greve, na educação ou noutro sector de atividade económica, com tanto tempo de duração, prevista para terminar a 31 de agosto, podendo até prolongar-se”, assinalou o responsável.

Ainda segundo Filinto Lima, “quem está a fazer greve neste momento é um número reduzido de professores”.

“O grosso dos professores não está a fazer greve neste momento, fê-lo até ao dia 13 e quer ir de férias descansado. Ou seja, para o grosso dos professores isto é uma boa novidade”, acentuou.

“O que é que pode acontecer no limite? Um conselho de turma tem nove professores, suponhamos. Claro que se faltarem oito ou sete o conselho de turma não pode funcionar. Até agora aquilo que a prática nos ensinou durante esta semana é que falta um professor ou dois e, portanto, bastará, no caso concreto, estarem presentes três professores, que a reunião de notas será realizada”.
“Adiamentos perpetuavam-se”

(…)

A orientação do Ministério, insistiu Filinto Lima na RTP3, “foi necessária porque as reuniões perpetuavam-se, os seus adiamentos, e nós diretores não saberíamos o que fazer”.

“Isto é uma interpretação do Ministério da Educação, é um respaldo muito bom para os diretores e para as escolas e portanto, necessariamente, estas reuniões terão que ser realizadas no início da próxima semana. Não são tantas quanto isso, mas são algumas”, vincou o presidente da Associação de Diretores, para quem “o grosso dos professores está satisfeito”, por contraste com os docentes a cumprir greve.

Quanto arranque do próximo ano letivo, Filinto Lima admite que “o trabalho” está “um pouco atrasado”.

“Nós na educação trabalhamos muito sob pressão. Os diretores irão recuperar o tempo perdido e o próximo ano letivo, a entrada, irá decorrer com toda a normalidade”, ressalvou.

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STOP acusa ministério de “intimidação” e “dupla ilegalidade” com bloqueio de férias

E a Fenprof&Companhia Limitada vão continuar caladinhos a assobiar para o lado como se não fosse nada com eles?

Então esta luta já não é vossa?

 

STOP acusa ministério de “intimidação” e “dupla ilegalidade” com bloqueio de férias

O recém-criado Sindicato de Todos os Professores (STOP), a única organização sindical que mantém ainda as greves às reuniões de avaliação, acusa o Ministério da Educação de estar a “tentar intimidar os professores com uma dupla ilegalidade”, ao pedir aos diretores para não autorizarem o gozo de férias dos professores que ainda não entregaram a avaliação final dos alunos.

“[O Ministério] viola dois direitos básicos: o direito à greve e o direito elementar a gozar férias”, diz ao DN André Pestana, do STOP. “As férias não podem ser suspensas. Quando estão a dizer que só vão gozar férias depois de entregarem as avaliações, ou realizarem as reuniões de avaliação, estão a violar duas vezes a lei”, acusa, acrescentando que a única hipótese prevista na lei “é a remarcação de férias”, mas que esta tem de ser feita individualmente, “por escrito, invocando razões excecionais”; e pode implicar uma compensação devida ao professor de “até três vezes o valor que ele gastou nos preparativos dessas férias”.

Em causa está uma nota enviada nesta sexta-feira às escolas, na qual a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE) avisa que todas as avaliações finais têm de estar entregues “impreterivelmente” até à próxima quinta-feira e que as direções “apenas podem manter a autorização para o gozo de férias já marcadas” aos docentes que “tenham entregado todos os elementos de avaliação para os conselhos de turma” e desde que “seja assegurado quórum deliberativo de um terço em cada uma das reuniões por realizar”.

Já neste sábado, na TSF, a secretária de Estado adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, disse que os docentes podem ir de férias “desde que deixem a avaliação”. A governante disse ainda que os docentes atualmente em greve não estão de férias, porque “a greve suspende a relação laboral”.

O STOP realiza hoje, pelas 18.00, uma reunião em Coimbra para avaliar “novas medidas a tomar” e já enviou “um apelo a todas as organizações sindicais, de docentes e não só”, para que estas se pronunciem sobre a medida do Ministério. André Pestana confirma ainda a intenção de estender a paralisação “até ao mês de agosto”.

De acordo com dados avançados pelo Ministério da Educação, falta ainda avaliar cerca de 7% dos alunos, aproximadamente 80 mil. Os estudantes do secundário que precisavam das notas para efeito de candidatura ao superior já terão sido todos avaliados.

PS:

Andaste a dormir e agora é que acordaste?

Eu sou burro e estúpido?

Puxar este assunto este Sábado é mesmo uma cortina de fumo para não tocar noutros assuntos, não é verdade?

Fenprof contra medidas que ponham em causa autonomia das escolas

A estrutura sindical chama “municipalização da Educação” à transferência de competências aprovada pelo PS e pelo PSD.

A Fenprof criticou este sábado a transferência para os municípios de competências na Educação que retirem autonomia às escolas e exigiu fazer parte das negociações do diploma sectorial que vai definir quais as áreas concretas a passar para as autarquias.

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Nos Açores, quase 11% dos alunos ainda estão sem avaliação

 

 

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Sobre o direito à greve de qualquer trabalhador, até dos professores…

Há leituras que faziam bem a muita gente que se julga capaz de interpretar legislação ou faz o favor a alguém de servir de testa de ferro…

Também, há “lutadores” da democracia que só a escolhem defender quando lhes dá jeito ou aos amigos… há aqueles que são democratas todos os dias e outros que só de vez em quando. Coisas que custam ver…

Mas deixemo-nos de conversa fiada e passemos a explicar baseando-nos na legislação em vigor.

 

O direito à greve, consagrado na Constituição da República Portuguesa, é um direito de todos os trabalhadores, independentemente da natureza do vínculo laboral que detenham, do sector de atividade a que pertençam e do facto de serem ou não sindicalizados.

 

Artigo 57.º (Constituição da República Portuguesa VII Revisão Constitucional [2005])

Direito à greve e proibição do lock-out

É garantido o direito à greve.

1 – Compete aos trabalhadores definir o âmbito de interesses a defender através da greve, não podendo a lei limitar esse âmbito

2 – A lei define as condições de prestação, durante a greve, de serviços necessários à segurança e manutenção de equipamentos e instalações, bem como de serviços mínimos indispensáveis para ocorrer à satisfação de necessidades sociais impreteríveis.

3 – É proibido o lock-out.

 

Artigo 530.º (Lei n.º 14/2018, de 19/03)
Direito à greve

1 – A greve constitui, nos termos da Constituição, um direito dos trabalhadores.
2 – Compete aos trabalhadores definir o âmbito de interesses a defender através da greve.
3 – O direito à greve é irrenunciável.

 

Artigo 536.º (Lei n.º 14/2018, de 19/03)
Efeitos da greve

1 – A greve suspende o contrato de trabalho de trabalhador aderente, incluindo o direito à retribuição e os deveres de subordinação e assiduidade.
2 – Durante a greve, mantêm-se, além dos direitos, deveres e garantias das partes que não pressuponham a efetiva prestação do trabalho, os direitos previstos em legislação de segurança social e as prestações devidas por acidente de trabalho ou doença profissional.
3 – O período de suspensão conta-se para efeitos de antiguidade e não prejudica os efeitos decorrentes desta.

 

É absolutamente proibido coagir, prejudicar e discriminar o trabalhador que tenha aderido a uma greve. Os atos do empregador, que impliquem coação do trabalhador no sentido de não aderir a uma greve e/ou prejuízo ou discriminação pelo facto de a ela ter aderido, constituem contraordenação muito grave e são ainda punidos com pena de multa até 120 dias.

 

Artigo 540.º (Lei n.º 14/2018, de 19/03)
Proibição de coação, prejuízo ou discriminação de trabalhador

1 – É nulo o ato que implique coação, prejuízo ou discriminação de trabalhador por motivo de adesão ou não a greve.
2 – Constitui contraordenação muito grave o ato do empregador que implique coação do trabalhador no sentido de não aderir a greve, ou que o prejudique ou discrimine por aderir ou não a greve.

 

Artigo 543.º (Lei n.º 14/2018, de 19/03)
Responsabilidade penal em matéria de greve

A violação do disposto no n.º 1 ou 2 do artigo 535.º ou no n.º 1 do artigo 540.º é punida com pena de multa até 120 dias.

 

S,e depois disto, ainda houver quem não perceba, que se demita, ou que seja demitido.

 

 

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A ILC e o OE Para 2019

Leitura mais que aconselhada.

Por aqui nO Meu Quintal.

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