Julho 2018 archive

O descongelamento dos professores dos Açores vai ser o melhor dos melhores, vai ser com “doce”…

Eu nem comento… já estou por tudo! Até já ouço as cagarras a cantar como canários!!!!

 

PS/Açores quer descongelamento da carreira docente “melhor“ do que no resto do país

A Assembleia Legislativa dos Açores aprovou esta sexta-feira, por maioria, uma proposta do PS que defende que o descongelamento da carreira docente nos Açores deve ser “melhor” do que no resto do país.

“Que a aplicação da solução nacional da recuperação, pelos professores, do tempo de serviço congelado, se traduza na existência de uma carreira docente na região, diferente, para melhor, do que a carreira docente existente na região autónoma da Madeira e no continente”, pode ler-se na proposta socialista, apresentada pela deputada Sónia Nicolau.

 

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Relatórios/Estatísticas – 1.ª Fase das Provas Finais de Ciclo.

Já se encontram disponíveis os dados estatísticos – 1.ª Fase das Provas Finais de Ciclo.

 

Estatistica das Provas Finais do Ensino Básico – Distribuições de Cassificações de Provas  – 1ª Fase – 2018

Estatistica das Provas  Finais do Ensino Básico – Por  Disciplina – 1ª Fase  – 2018

Estatistica dos Exames Finais do Ensino Secundário – Distribuições de Classificações de Provas – 1ª Fase – 2018

Estatistica dos Exames Finais do Ensino Secundário – Por  Disciplina – 1ª Fase – 2018

Relatório anual do JNE 2017

 

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Acho Muito Bem

E é assim que o Estado deveria ter feito a todas as escolas deste pais.

Deveria ter sido feito um levantamento sério pelo LNEC visando a defesa do erário público e da Escola Pública.

A criação da Parque Escolar foi um crime de lesa-pátria!

Visou apenas um objectivo: sacar dinheiro à conta do contribuinte parvalhão!

 

Câmara vai pedir estudo “exaustivo” para definir as escolas que precisam de obras

Vereador da Educação vai assinar um protocolo com o LNEC, para que a instituição produza um estudo que determine as escolas que precisam de obras mais urgentes, para lá de “pressões políticas” e de quem tem mais poder de mobilização.

 

A câmara de Lisboa vai pedir ao Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) um estudo “exaustivo” para aferir o estado de conservação das escolas básicas que são geridas pela autarquia.

Segundo uma proposta apresentada, e aprovada por unanimidade na reunião do executivo da semana passada, pelo vereador Ricardo Robles, para que a autarquia possa prosseguir com o programa Escola Nova, que prevê a recuperação de escolas do 1º ciclo e jardins-de-infância, é necessário proceder ao “levantamento exaustivo das condições de segurança, conforto e acessibilidade aos estabelecimentos escolares e promovendo medidas correctivas necessárias”.

Actualmente, são as direcções dos agrupamentos e as associações de pais que trabalham com a câmara na “monitorização regular do estado dos equipamentos”. Mediante o relato de ocorrências, os serviços camarários são chamados a intervir

A autarquia quer que seja agora o LNEC a fazer esse levantamento, para que seja elaborado um relatório técnico sobre as escolas que ainda não sofreram obras. Isto para que essa avaliação “seja técnica e não feita com base em critérios políticos, privilegiando certa zona da cidade, freguesia ou comunidade”, explicou o vereador da Educação, Ricardo Robles, ao PÚBLICO. Desta forma, o objectivo é contornar pressões políticas e a mobilização pública, que, por vezes, acabam por pressionar a autarquia a fazer obras em escolas, quando há intervenções mais urgentes por fazer noutros estabelecimentos.

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Cartoon do dia – Leis, Despachos e Portarias… – Paulo Serra

 

 

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Professores em protesto nos Açores criticam falta de autonomia do governo regional

20.07.2018 15h57

Os professores dos Açores continuam em luta pela contagem integral do tempo de serviço. Centenas de docentes reclamam mais autonomia do Governo da região autónoma.

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Há 200 escolas em greve e milhares de alunos sem notas, diz sindicato

Há 200 escolas em greve e milhares de alunos sem notas, diz sindicato | Educação | PÚBLICO

O Sindicato de Todos os Professores é o único sindicato que mantém a greve de professores, uma vez que as restantes dez estruturas sindicais terminaram o protesto a 13 de Julho.

A greve às avaliações dos alunos mantém-se em cerca de 200 escolas do país, impedindo o lançamento das notas de milhares de estudantes, segundo um balanço do Sindicato de Todos os Professores (S.T.O.P.).

“Temos uma lista de 200 escolas onde a greve continua total ou parcialmente”, disse à Lusa André Pestana, dirigente do S.T.O.P., o único sindicato que mantém a greve de professores, uma vez que as restantes dez estruturas sindicais terminaram o protesto a 13 de Julho.

Segundo André Pestana, o Norte do país é a zona onde a adesão está a ter mais impacto, mas também no centro interior os professores continuam mobilizados na luta por reivindicações como a contagem integral dos anos de serviço congelados para progressão na carreira. Em cidades como Seia, Covilhã e Guarda, “há várias escolas onde a greve está fortíssima”, garantiu o dirigente do recém-criado sindicato. Já no Sul do país a adesão é menos visível, mas André Pestana assegura que “há focos de resistência”.

No total, poderão estar ainda “cerca de cem mil alunos sem notas”. A greve às avaliações começou no início de Junho com uma convocatória do S.T.O.P., à qual se juntaram posteriormente as restantes dez estruturas sindicais representativas dos docentes, mas que terminaram o período de luta a 13 de Julho.

Os directores escolares admitem que no final do mês ainda haja alunos sem notas, uma situação que preocupa as escolas, uma vez que entretanto os docentes entram de férias.

Os directores pedem ao Ministério que esclareça as escolas sobre o que devem fazer, nomeadamente se podem convocar os docentes para atribuir as notas durante as suas férias, exemplificou o presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas, Filinto Lima, em declarações à Lusa.

 

PS:

Por Caminha | O Meu Quintal

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Tempo de carreira dos professores é a chave do OE2019

Tempo de carreira dos professores é a chave do OE2019 | Orçamento do Estado | PÚBLICO

As negociações do Orçamento para 2019 estão no início, mas o Governo está convencido de que terão êxito e para as desbloquear conta com o acordo com os sindicatos dos professores.

A chave de acesso à aprovação do Orçamento do Estado para 2019 será as negociações sobre o reconhecimento progressivo do tempo de serviço na carreira dos professores entre o Governo e a plataforma de sindicatos de professores, em particular com a Federação Nacional dos Professores (Fenprof). Essa é a convicção manifestada por um membro do Governo ao PÚBLICO.

“O Governo já disse que ia reconhecer dois anos, nove meses e 18 dias”, afirma o mesmo responsável do Executivo, explicando que as negociações prosseguem. “Agora, é acertar as contas. O Governo diz que reconhecer tudo o que os professores pedem custa 600 milhões, os professores dizem que é um terço disso. Chegaremos a um consenso”, garante o ministro ouvido pelo PÚBLICO.

Ainda que esta negociação com os sindicatos de professores não integre directa e formalmente as conversações sobre as contas do Estado para 2019, o seu resultado em termos de despesa pública, nomeadamente nos salários e nas reformas dos professores, tem incidência orçamental. Daí que o Governo esteja a apostar em que se chegue a um consenso negocial sobre este assunto em Setembro, de modo a que esteja encontrada a chave para a aprovação do último Orçamento do Estado da legislatura.

O assunto é tanto mais importante para Executivo, quanto é sabido no núcleo duro do Governo o peso que ele tem para o PCP. O próprio líder parlamentar comunista, João Oliveira, em entrevista ao PÚBLICO na sexta-feira, foi explícito na obrigatoriedade de o Governo satisfazer este compromisso que está inscrito no Orçamento de 2018.

Os comunistas são dominantes no sector sindical, através da CGTP, nomeadamente na Frenprof, e uma vitória dos professores na luta pelo reconhecimento do tempo de carreira para efeitos de reforma, cuja contagem foi suspensa com o congelamento das carreiras, é uma causa central para o PCP.

Isto embora inicialmente, ou seja quando o actual entendimento que suporta o Governo foi assinado pelo primeiro-ministro, António Costa e os líderes do BE, Catarina Martins, do PCP, Jerónimo de Sousa, e do PEV, Heloísa Apolónia, os comunistas e os bloquistas “só queriam descongelamento”, recorda o responsável governamental ouvido pelo PÚBLICO.

E lembra que a questão surgiu porque, “no meio do debate do último Orçamento, a Federação Nacional de Educação (FNE) lançou a causa da contagem do tempo de serviço, de que o BE nunca tinha falado e o PCP pouco”. O mesmo responsável governamental mostra-se convicto de que “vai ser negociada uma solução que salve a face de todos”.

Campanha fora do OE

Defensor de que “havendo eleições logo a seguir, o inteligente é desvalorizar o Orçamento do Estado para 2019 e lançar os temas de campanha depois”, o responsável pelo Executivo ouvido pelo PÚBLICO frisa: “Querer lançar a pré-campanha agora é asneira.”

Para o mesmo membro do Governo, é manifesta a forma diferente como tem decorrido o relacionamento com o PCP e com o BE. Considerando que “o PCP quer continuidade e a menor agitação possível”, este responsável pelo Executivo advoga que o “entendimento com o PCP” no Orçamento para 2019 “é possível” e insiste: “A solução passa por resolver a crise e as negociações com os professores em Setembro, antes do Orçamento do Estado”.

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A Carga da Brigada Ligeira – A Realidade Pura e Dura Tirada a Frio de Prumo

Por aqui nO Meu Quintal.

 

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7% dos alunos sem avalições e IGEC de visita às escolas

Nem vou tecer comentários…

Ministério diz que faltam notas de 7% dos alunos e envia inspetores para as escolas
Objetivo é verificar o cumprimento de normas anteriormente contestadas por diretores.

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E-mail DGEstE sobre Conclusão do ano letivo – Conselhos de turma de avaliação

 

DE:  

DGEstE – Gabinete de Comunicação e Tecnologias

ASSUNTO: Conclusão do ano letivo – Conselhos de turma de avaliação

Senhores(as) Diretores(as) / Presidentes de CAP:

Na sequência da Nota Informativa, emitida a 11 de junho último, e atendendo ao elevado número de pedidos de esclarecimento dos Srs. Diretores /Presidentes de CAP dos AE/ENA cumpre informar:

  1. Os Conselhos de Turma são órgãos administrativos, ainda que de caráter temporário, pelo que lhes é diretamente aplicável o Código do Procedimento Administrativo, nos termos do n.º 1 do artigo 2.º do referido Código.
  1. O n.º 2 do citado artigo 2.º é, aliás, explícito quando diz, ““A parte II do presente Código é aplicável ao funcionamento dos órgãos da Administração Pública”, sendo que é na parte II- Dos órgão da Administração Pública, que se integram as normas relativas à formação da vontade dos referidos órgãos, composição, funcionamento e quórum deliberativo.
  1. Neste sentido, devem os Conselhos de Turma realizar-se segundo as regras do artigo 29.º do Código do Procedimento Administrativo, ou seja, numa primeira convocatória há capacidade deliberativa do órgão desde que esteja presente a maioria dos seus membros (n.º1); quando tal não se verifique, é agendada nova reunião do órgão no prazo mínimo de 24 horas (n.º2), sendo que em segunda convocatória existe quórum deliberativo desde que esteja presente  1/3 dos seus membros (n.º 3).
  1. Atendendo a que, nesta fase, todos os conselhos de turma já foram convocados mais do que uma vez, os mesmos realizam-se, portanto, com a presença de 1/3 dos membros.

Assim, determina-se o seguinte:

  1. Desde que a partir da segunda convocatória, os Conselhos de Turma realizam-se com a presença de 1/3 dos seus membros;
  1. Para o efeito, e de acordo com o disposto no artigo 243.º do Código do Trabalho, aplicável por remissão da Lei Geral de Trabalho em Funções Públicas e do Estatuto da Carreira Docente, os Senhores Diretores apenas podem manter a autorização para o gozo de férias já marcadas quando verificadas as seguintes condições:

a)Os docentes tenham entregado todos os elementos de avaliação para os Conselhos de Turma;

b)Seja assegurado quórum deliberativo de 1/3 em cada uma das reuniões por realizar.

  1. Todas as avaliações devem ficar concluídas impreterivelmente até ao próximo dia 26 de julho.

Estas orientações visam salvaguardar a necessidade imperiosa de assegurar o direito à avaliação dos alunos, o livre exercício das férias em tempo útil por parte dos docentes e as condições para a preparação do ano letivo.

Cumprimentos,

Maria Manuela Pastor Faria

Diretora-Geral dos Estabelecimentos Escolares

 

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Pela defesa da verdade (S.TO.P e AE de Albufeira)

 

Estes e-mails são uma troca de mensagens entre ao STOP e o AE de Albufeira (grupo de professores), com conhecimento ao Blog DeAr Lindo, são esclarecimentos sobre um assunto que foi bastante discutido nas redes sociais. Esperamos que ambas as partes esteja esclarecidas, bem como os leitores deste blog, nós estamos.

A equipa do Blog DeAr Lindo preza-se por dar a oportunidade a todos de prestar esclarecimentos e de divulgação aos nossos leitores. Mas mais uma vez, esclarecemos que não somos mensageiros de ninguém, apenas publicamos os que julgamos de interesse para a classe docente e para os nosso seguidores.

 

 

 

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ADSE limita consultas

Mais uma para a conta… A contribuição é que não baixa.

 

Beneficiários da ADSE com limite de 24 consultas por ano

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Concurso Interno R.A. Madeira – Listas Provisórias

 

Lista provisória dos candidatos admitidos ao Concurso Interno – Região Autónoma da Madeira.

 

Concurso Interno – Madeira – Lista Provisória (pdf)

 

 

 

 

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Cartoon do dia – Os docentes não vão permitir… que tal aconteça! – SDPA

 

 

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“Se o PS compra esta tralha teremos um Bloco Central no pior sítio onde ele pode existir, que é a justiça”

CONTINUA AQUI:

O paraíso da impunidade – Eduardo Dâmaso – SÁBADO

 

PS:

A ler também

Justiça. O teste de algodão de Rui Rio – Observador

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Deputados analisam 16 medidas para melhorar qualidade das refeições escolares

Os deputados parlamentares vão analisar hoje 16 medidas relacionadas com a alimentação escolar, tais como o fim de refeições com carne processada ou da distribuição de leite achocolatado para os mais novos.

Depois de um ano letivo que começou envolto em polémica no que toca à qualidade e quantidade das refeições escolares, o ano termina com o parlamento a debruçar-se novamente sobre o assunto: para a sessão plenária de hoje está agendada a discussão de uma petição com cerca de 14 mil assinaturas, cinco recomendações ao Governo e dez projetos de Lei.

A petição defende que as autarquias, que são responsáveis pela alimentação das crianças dos jardins-de-infância e escolas de 1.º ciclo, devem ter liberdade para aumentar o valor pago por cada refeição, deixando de estar limitadas às determinações do Orçamento do Estado.

A petição, cujo primeiro signatário é o vereador da Educação da Câmara Municipal de Cascais, defende também que as autarquias possam celebrar protocolos locais com instituições de solidariedade sociais ou outras entidades.

Também preocupados com a alimentação das crianças e jovens, os deputados do Partido Animais e Natureza (PAN) e do Partido Ecologista “Os Verdes” (PEV) são quem defende mais mudanças: O PAN apresenta três projetos de lei e duas recomendações ao Governo e o PEV apresenta quatro projetos de lei e uma recomendação.

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Dos Maias e Das Metas Curriculares

“Os Maias ”deixam de ser de leitura obrigatória no secundário | Educação | PÚBLICO

Nas aprendizagens essenciais para Português do ensino secundário, que irão substituir as metas curriculares, refere-se apenas que os alunos devem ler um romance de Eça de Queirós, à escolha do professor. Também na disciplina de História há conteúdos que vão desaparecer das aulas.

As obras de Eça de Queirós Os Maias e A Ilustre Casa de Ramires vão deixar de ser de leitura obrigatória no ensino secundário. É esta a proposta contida nas chamadas aprendizagens essenciais para a disciplina de Português do 10.º, 11.º e 12.º ano.

Estes documentos estão em consulta pública até 27 de Junho na página da Direcção-Geral da Educação. A partir do próximo ano lectivo, as aprendizagens essenciais vão substituir as metas curriculares aprovadas por Nuno Crato. A sua aplicação, que já foi estreada nas 230 escolas integradas no projecto-piloto da flexibilidade curricular, começará pelos anos iniciais de ciclo (1.º, 5.º, 7.º e 10.º).

Apesar de insistir que os programas das disciplinas continuam em vigor, o Ministério da Educação indicou ao PÚBLICO que os exames vão passar a avaliar “o que está disposto nas aprendizagens essenciais”. O que acontecerá já em 2019/2020 para os alunos do 11.º ano.

Segundo o ministério, as aprendizagens essenciais, que foram elaboradas pelas associações de professores, visam colmatar as dificuldades colocadas pela “extensão” dos programas curriculares em vigor e como esse objectivo “procurou-se identificar, disciplina a disciplina e ano a ano, o conjunto essencial de conteúdos, capacidades e atitudes” que os alunos devem dominar.

“Há uma diminuição das obras propostas para leitura, que coexiste com o alargamento das opções que podem ser tomadas pelos professores”, confirma a presidente da Associação de Professores de Português (APP), Filomena Viegas. No caso do 11.º ano, por exemplo, em vez de se referir, como até agora, que a obra de Eça de Queirós deve ser escolhida entre Os Maias ou A Ilustre Casa de Ramires aponta-se apenas que os alunos têm de ler uma obra deste autor.

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Comunicado das Organizações Sindicais sobre a reunião de 25 de julho

 

ME convoca reunião técnica para 25 de julho

A forte luta dos professores e educadores em defesa, entre outros objetivos, da recuperação de todo o tempo de serviço cumprido no período de congelamento das carreiras (9A4M2D) traduziu-se numa greve às avaliações que contou com uma fortíssima adesão dos professores e que, entre 18 de junho e 13 de julho, levou à anulação de mais de 60 mil reuniões de conselho de turma.

Esta fortíssima participação dos professores na greve obrigou o governo a retomar uma negociação que, em 4 de junho, ficara bloqueada por os Sindicatos de Professores rejeitarem a intenção dos governantes de apagar mais de 70% daquele tempo. Além disso, em reunião realizada em 11 de julho, p.p., o governo reconheceu a grande divergência existente entre os seus números e os que os Sindicatos têm divulgado sobre o custo do descongelamento das carreiras, tendo ficado prevista uma reunião de natureza técnica a realizar ainda durante o mês de julho para apuramento do custo real.

Esta reunião foi ontem convocada e realizar-se-á em 25 de julho, pelas 9:00 horas. Será uma reunião em que as organizações sindicais estarão representadas por seis elementos vocacionados para o trabalho técnico (2 da FENPROF, 2 da FNE e 2 da Frente Sindical de Docentes). Será uma única reunião, eventualmente alargada a outra, não estando prevista a criação de qualquer comissão para este efeito.

Esta reunião de natureza técnica antecede o processo negocial que se desenvolverá em setembro, visto que as organizações sindicais deixaram claro que não negociariam durante o período de férias dos professores. Independentemente do calendário negocial que vier a ser definido, cujo termo deverá anteceder a apresentação da proposta de OE para 2019 na Assembleia da República, as organizações sindicais entendem que a primeira reunião deverá ser marcada ainda no mês de julho e realizar-se nos primeiros dias de setembro.

 

Lisboa, 18 de julho de 2018

 

As organizações sindicais de professores e educadores

ASPL – FENPROF – FNE – PRÓ-ORDEM – SEPLEU

SINAPE – SINDEP – SIPE – SIPPEB – SPLIU

 

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E Continuam a Ser Aguardados os Reposicionamentos

E até agora ainda sem data para verem a situação regularizada.

 

 

De: DGAE [mailto:[email protected]]
Enviada: sexta-feira, 13 de julho de 2018
Assunto: Progressão na Carreira 2018 – Aperfeiçoamento

Exm.º(a) Senhor Diretor(a)/Presidente da CAP

O reconhecimento do direito à progressão prevista no art.º 37.º do Estatuto da Carreira Docente (ECD) depende da verificação cumulativa dos requisitos enumerados no n.º 2 do citado artigo. Neste sentido e considerando a manifesta necessidade de correção de alguns dados informa-se V. Exa. que, nos dias  16, 17 e 18 de julho, esta Direção-Geral irá disponibilizar no SIGRHE a aplicação Progressão na Carreira 2018 – Aperfeiçoamento.

Informa-se ainda V.Ex.ª que deve aguardar novas informações da DGAE no que respeita aos procedimentos de reposicionamento dos docentes, nos termos da Portaria n.º 119/2018, de 4 de maio.

Com os melhores cumprimentos,

A Diretora-Geral em regime de suplência

Susana Castanheira Lopes

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ME convoca sindicatos para nova reunião dia 25 de julho

 

 

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É o CAOS…

 

Em Portugal, impera o caos na educação.

Os professores cumprem uma greve que já vai na sétima semana. As avaliações saem a conta gotas e sob uma pressão hierárquica, por vezes, salazarenta. Nos Açores, os professores estão na rua quase todos os dias. No continente prometem não dar tréguas aos membros do (des)governo durante as férias. Na Madeira estão a chegar a um acordo e espera-se que tudo acabe bem.

O início do próximo ano letivo está posto em causa a todos os níveis. A ameaça de novos protestos é uma realidade, aliás, há quem defenda a continuidade dos mesmos até essa altura e mais além. Os diretores não conseguem fechar o ano letivo, os serviços não conseguem prosseguir o seu trabalho. Os professores estão quase a entrar de férias (Sim, de férias. Os professores só podem gozar férias nesta altura, excecionalmente poderão tirar uma semaninha por altura do Natal, mas só excecionalmente). A maioria dos encarregados de educação só esta semana estão a ter conhecimento da avaliação dos seus educandos, mas nem todos terão. As matriculas só agora estão a ser realizadas,… Espera! Não estão! A complexidade, a lentidão e os bloqueios constantes da plataforma informática na qual são feitas as matrículas para o próximo ano letivo estão a lançar o caos nas escolas. Juntemos a isto os resquícios do recenseamento mal pensado, mal executado e carente de informação executória, que está a impedir centenas de professores de progredirem na carreira. A ultrapassagem, por parte dos docentes que vincularam entre 2011 e 2017, dos professores que vincularam até 2006 (nenhum docente tem culpa neste imbróglio). Novos normativos sobre Educação Especial e sobre Flexibilização. Um programa de Matemática totalmente desajustado face às idades em que é lecionado. O Plano de Leitura que deixa de dar primazia a alguns dos mais sonantes nomes da literatura portuguesa (qualquer dia ainda ouvirei falar daquela família que deu origem a todo um povo da América latina…). Um ministro que nada entende de educação e, por isso, não emite qualquer opinião válida. Um primeiro ministro que põe as obras publicas à frente da educação. E um ministro das finanças que em tudo manda e desmanda.

É o CAOS…

Enquanto isso, 23 ex-gestores do BPN passeiam-se em viaturas de LUXO, pagas por todos nós, com direito a pagamento do combustível (até 300 euros por mês), do seguro, da manutenção, dos parques de estacionamento e das portagens, vá-se lá entender o porquê… Alguns deputados residem a 800 metros da Assembleia da República, mas para efeitos de subvenções moram a centenas de quilómetros e os professores conduzem as mesmas centenas de quilómetros para ir trabalhar sem subvenções…

Este país não é para todos…

 

PS: Tenham calma que as listas vão sair a seu tempo. Não as queiram apressar ou ainda sai asneira da grossa.

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Nos Açores há uma recusa em ser autónomo…

Essa recusa é recente, aqui há uns anos essa autonomia significou mais de 2 anos…

 

Governo dos Açores recusa tomar decisão sobre descongelamento da carreira docente

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Renovação Técnicos Especializados 2018/2019

Em breve irá abrir aplicação para a renovação dos contratos de Técnicos Especializados de acordo com o seguinte Despacho.

 

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E ele não respondeu…

… mas como pode ele responder, a uma pergunta da qual desconhece a resposta? Podemos até pensar que nada percebe sobre o assunto em causa.

Sabemos que não se enquadra com a função que era suposto exercer, limita-se a fazer de conta que sim…

Enfim… não lhe enviaram as perguntas antecipadamente e a resposta foi um mero NIM…

Na verdade, só o lá chamaram por nada mais terem que fazer e lembraram-se de o lá ter.

Enfim… querem lá eles saber…

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Concurso Nacional de Acesso e Ingresso no Ensino Superior Público

Clicar na imagem para ter acesso a todo o calendário no acesso ao ensino superior, publicado no Despacho n.º 6902-H/2018, de 17 de Julho.

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Sou apenas mais um! – Santana Castilho

 

Um abraço grande, uma solidariedade imensa, de sempre, que não só de agora, aos meus Colegas Professores.

Resistam, vão!

 

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Pela defesa da verdade (AE de Albufeira)

Este e-mail foi enviado ao STOP, com conhecimento ao Blog DeAr Lindo, que irá responder ao Agrupamento em causa.

Se porventura também receber a resposta do STOP ao Agrupamento de Escolas de Albufeira também a colocarei aqui. Mas informo, desde já, que este Blog não é mensageiro do STOP.

 

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Avisos / Concursos – Escola Portuguesa de São Tomé e Príncipe

 

Aviso de abertura – Contratação

Torna-se pública a abertura de um procedimento concursal destinado à seleção de docentes com qualificação para os Grupos de Recrutamento 110; 300; 400; 500 e 600 .

 

Clicar na imagem

 

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Reclamação da candidatura ao Concurso extraordinário de vinculação do pessoal docente das componentes técnico-artísticas do ensino artístico especializado 2018/2019

 

Encontra-se disponível a aplicação para os docentes procederem à reclamação do concurso extraordinário de vinculação do pessoal docente das componentes técnico-artísticas do ensino artístico especializado, entre o dia 17 de julho e as 18:00h de Portugal continental do dia 23 de julho de 2018.

 

SIGRHE

 

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BASTA, por Álvaro Passeira

 

BASTA

Podem prometer o céu…
Podem prometer a lua…
E o que nunca aconteceu,
Ameaçar com a rua!
Protelar, chutar para a frente,
Prometer para enganar,
Desta vez, é diferente!
Vão com o demo bugiar…
Basta, chega de enganos,
Nós iremos até ao fim,
Foram roubos de anos, de anos,
De tudo o que é mais ruim…
Anos, vidas apagadas,
E a nossa a apagar-se…
Sempre de pés, mãos atadas,
Sempre os mesmos a lixar-se!
Basta, há murro sobre a mesa!
Somos todos a fazê-lo,
Tenham a firme certeza,
Que isto vira pesadelo.
Somos muitos, somos firmes,
Vamos onde nunca fomos,
Não nos vejam como vermes,
Valorizem o que somos!
Cumpram, não finjam que o fazem…
Cumpram, que nós já cumprimos,
Cumpram, façam a contagem…
Sabemos bem ao que vimos!

São Romão, 15 de julho de 2018

 

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Listas provisórias – Concurso extraordinário de vinculação do pessoal docente das componentes técnico-artísticas do ensino artístico especializado 2018/2019

 

Estão disponíveis para consulta as listas provisórias de admissão e de exclusão do Concurso extraordinário de vinculação do pessoal docente das componentes técnico-artísticas do ensino artístico especializado para o ano escolar 2018/2019.

 

Listas Provisórias

 

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Stop mantém greve porque “reunião de 11 de julho foi uma mão cheia de nada”

16.07.2018 15h00

A greve convocada pelo Stop (Sindicato de Todos os Professores) às reuniões de avaliação continua hoje. Este sindicato é o único que mantém a greve às reuniões de avaliação, com base num sondagem onde 63% dos professores responderam que deveria continuar. Segundo o Stop, professores de duzentas escolas vão aderir à paralisação dos conselhos de turma que se mantém no mês de agosto.

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Consulta Pública – Aprendizagens Essenciais

Consulta Pública – Aprendizagens Essenciais

 

 

 

Com o objetivo de envolver a comunidade educativa, em particular as escolas (através dos órgãos de coordenação e supervisão pedagógica e orientação educativa) e os seus docentes no processo de definição das Aprendizagens Essenciais, promove-se a consulta pública dos documentos relativos ao ensino secundário até ao dia 27 de julho.

Os contributos são apresentados através dos formulários acessíveis no link: http://area.dge.mec.pt/ae-secundario/

Prosseguindo o objetivo de construção participada dos documentos agora em consulta, e sem prejuízo de o questionário privilegiar uma análise dirigida ao saber curricular específico que distingue os docentes, prevê-se também a possibilidade de acesso por instituições ou entidades cujos contributos, pela natureza da sua intervenção, constituirão uma mais-valia neste processo.

**

CONTEXTUALIZAÇÃO[1]

As Aprendizagens Essenciais (AE) são documentos de orientação curricular base na planificação, realização e avaliação do ensino e da aprendizagem, e visam promover o desenvolvimento das áreas de competências inscritas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.

Neste sentido, foram concebidos documentos orientadores para todos os níveis de educação e ensino: educação pré-escolar e ensino básico e secundário.

A componente do referencial curricular designada por Aprendizagens Essenciais expressa a tríade de elementos — conhecimentos, capacidades e atitudes — ao longo da progressão curricular, explicitando:

(a) o que os alunos devem saber (os conteúdos de conhecimento disciplinar estruturado, indispensáveis, articulados concetualmente, relevantes e significativos);

(b) os processos cognitivos que devem ativar para adquirir esse conhecimento (operações/ações necessárias para aprender);

(c) o saber fazer a ele associado (mostrar que aprendeu), numa dada disciplina — na sua especificidade e na articulação horizontal entre os conhecimentos de várias disciplinas —, num dado ano de escolaridade.

**

Assim, devem os interessados apresentar os contributos respondendo através do formulárioque se apresenta organizado em três áreas estruturantes da conceção das AE:

  • Introdução
  • Operacionalização das Aprendizagens Essenciais (AE)
  • Organizador/Domínio e AE: Conhecimentos, Capacidades e Atitudes
  • AE: Ações estratégicas de ensino orientadas para o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e Descritores do Perfil dos Alunos
  • Apreciação geral

[1] Cf. Para a Construção de Aprendizagens Essenciais Baseadas no Perfil dos Alunos, Lisboa, 2017

 

Consulte aqui as APRENDIZAGENS ESSENCIAIS

Ensino Secundário

Formação Geral Disciplinas Anos
10.º 11.º 12.º
Português PDF PDF PDF
Filosofia PDF PDF  
Inglês Continuação PDF PDF  
Alemão Iniciação PDF PDF  
Alemão Continuação PDF PDF  
Espanhol Iniciação PDF PDF  
Espanhol Continuação PDF PDF  
Francês Iniciação PDF PDF  
Francês Continuação PDF PDF  
Educação Física PDF PDF PDF
Português Língua Não Materna (PLNM) Níveis de Proficiência
Nível A1 Nível A2 Nível B1
Formação

Específica

Disciplinas Anos
10.º 11.º 12.º
Desenho A PDF PDF PDF
História A PDF PDF PDF
Matemática A PDF PDF PDF
Biologia e Geologia PDF PDF  
Economia A PDF PDF  
Física e Química A PDF PDF  
Geografia A PDF PDF  
Geometria Descritiva A PDF PDF  
História B PDF PDF  
História da Cultura e das Artes PDF PDF  
Alemão Iniciação PDF PDF  
Alemão Continuação PDF PDF  
Espanhol Iniciação PDF PDF  
Espanhol Continuação PDF PDF  
Francês Iniciação PDF PDF  
Francês Continuação PDF PDF  
Latim A PDF PDF  
Literatura Portuguesa PDF PDF  
Matemática Aplicada às Ciências Sociais PDF PDF  
Matemática B PDF PDF  
Antropologia PDF
Biologia PDF
Ciência Política PDF
Clássicos da Literatura     PDF
Direito     PDF
Economia C     PDF
Filosofia A     PDF
Física     PDF
Geografia C     PDF
Geologia     PDF
Grego     PDF
Inglês Continuação     PDF
Alemão Iniciação     PDF
Alemão Continuação     PDF
Espanhol Iniciação     PDF
Espanhol Continuação     PDF
Francês Iniciação     PDF
Francês Continuação     PDF
Latim B     PDF
Literaturas de Língua Portuguesa     PDF
Materiais e Tecnologias     PDF
Oficina de Artes     PDF
Oficina de Multimédia B     PDF
Psicologia B     PDF
Química     PDF
Sociologia     PDF
Aplicações Informáticas B PDF

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Comunicado do ME sobre a Plataforma facilita às famílias aquisição de manuais escolares gratuitos

(Isto vai sobrar para os mesmos de sempre. Já estou a ver muitos professores numa MEGA-operação de aquisição de manuais escolares gratuitos)

Famílias, Escolas e Livreiros vão, a partir do mês de agosto, usar a plataforma “MEGA – Manuais Escolares Gratuitos” para a aquisição dos livros que o Ministério da Educação disponibiliza gratuitamente a todos os cerca de 500 mil alunos, do 1.º ao 6.º anos, que frequentam estabelecimentos de ensino da rede pública.
A plataforma online MEGA – que também estará disponível na aplicação móvel do Ministério da Educação (App “Edu Rede Escolar”) – vai gerir os pedidos que forem feitos, através de um sistema de vouchers. O registo na plataforma é gratuito e necessário para quem pretenda adquirir os manuais gratuitamente. Após registo efetuado, será criado um código, associado ao número de contribuinte do encarregado de educação do aluno, que permitirá o levantamento dos manuais em qualquer uma das livrarias aderentes. Para aderirem, as livrarias necessitam apenas de, também elas, se registarem na plataforma. As escolas terão condições de prestar apoio aos encarregados de educação, no que diz respeito à utilização da nova ferramenta.
No final deste mês vão decorrer reuniões, em várias cidades do país, com o objetivo de explicar como funciona na prática a plataforma MEGA, que começará a ser utilizada no início de agosto.
No ano letivo de 2018/2019 – e durante quatro anos letivos – o preço dos manuais escolares não aumenta, além das regulares atualizações em função da taxa de inflação, resultado do acordo alcançado entre o Governo e a associação que representa o setor dos editores e livreiros, a APEL.

 

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Consultas Públicas – Procedimento tendente à…

 

 

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Opinião – Vamos gostar dos nossos professores – Francisco Simões

 

Vamos gostar dos nossos professores

Tem sido doloroso e preocupante, ver a humilhação a que, o Primeiro Ministro e o Ministro da Educação, sujeitam os Professores Portugueses. Tem sido preocupante constatar que alguns encarregados de educação e alguns portugueses, desconhecendo o que é a vida de um Professor, gratuitamente alimentam o coro dos impropérios e das calúnias contra estes.

Sinto-me profundamente triste.

Fui Professor toda a vida, dediquei o meu melhor ao ensino e aos alunos, estudei imenso, passei horas e horas, fins de semana, atrás de fins de semana, a preparar-me para que cada aula fosse melhor que a anterior. Tenho a certeza que alguns dos meus alunos, hoje adultos e respeitáveis cidadãos, testemunharão, o que acabo de afirmar. Tal como eu, milhares e milhares de Professores, fizeram o mesmo.

Um País que não honra, que não prestigia e que não respeita os seus Professores, é um País adiado e sem futuro. Todos e cada um dos Cidadãos Portugueses passaram pela mão dos Professores. Esta classe, tem vindo a ser desprestigiada pelo Poder Económico, incompreensivelmente, por alguns Cidadãos e pelo Poder Político, que lhes tem retirado, condições de trabalho, apoio científico e cultural, assim como, total desprezo, pela sua formação e actualização pedagógica, atribuindo-lhes tarefas burocráticas, desnecessárias, em nome de um economicismo bacoco.

Numa época de Ditadura Económica, voltam a ser os Professores, os sacrificados, tal como foram, na época da Ditadura Política.

A Ditadura da Economia, determinou que os Professores tiveram de trabalhar NOVE ANOS, QUATRO MESES E DOIS DIAS, sem que esse tempo contasse, fosse para o que fosse. Depois de alguma abnegada luta, chegou-se a um acordo – O tempo passaria a contar na íntegra. A Ditadura da Economia, determinou ao Primeiro Ministro e ao Ministro da Educação, que o acordo não era para cumprir.

O Ministro da Educação, afirmou-se como pessoa sem palavra, desrespeitando o acordo firmado e ousando mesmo dizer: DOIS ANOS, NOVE MESES E DEZOITO DIAS – Aceitam isto ou nada.

É inconcebível!

Sinto-me profundamente triste. Em nome da Ditadura da Economia, o Primeiro Ministro, no IP3, disse: vamos fazer uma estrada e não contem com aumentos, nem com contagens de tempo.

Estou profundamente triste. A Ditadura da Economia, atribuiu 768 milhões de euros, aos bancos falidos, no ano de 2017, mas a classe dos Professores é desprezada de forma vil, pelo poder.

Estou profundamente triste. O Presidente da República de Portugal, comenta fogos, agressões a futebolistas, jogos de futebol, músicas no Rock in Rio, comenta tudo e mais alguma coisa, e nunca teve uma palavra, para uma classe profissional, que é a que, estimulada, melhor contributo pode dar, para termos no futuro, um País, mais moderno, mais culto, mais livre e mais democrático.

Estou profundamente triste. Mas sei, que conto com os meus leitores, para ajudarem a compreender a importância do Professor, na nossa sociedade.

 

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Divulgação – Docente de E.Eespecial para Mobilidade Estatutária

 

 

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Os Professores Apostam – “A Comissão Faz o Ladrão”

Os professores apostam!

“A comissão faz o ladrão.” 

 

O Governo e as estruturas sindicais representativas dos professores (com exceção do famigerado S.TO.P) resolveram criar uma comissão técnica conjunta que irá esclarecer cabalmente o impacto financeiro da contagem dos 9A 4M 2D que os primeiros pretendem não contemplar no tempo de serviço dos professores.

Sabendo que Portugal mantém a 29.ª posição entre 180 países no ranking de 2017 sobre níveis de corrupção no setor público, elaborado pela Transparency International (TI), ao obter uma pontuação de 63 pontos em 100 possíveis (de acordo com a mesma organização, Portugal está dois pontos abaixo da média europeia), lembrei-me imediatamente das viagens dos políticos, das habitações dos políticos, dos negócios da alta finança, dos bancos, dos submarinos, das fugas aos impostos, dos seus familiares, dos seus amigos, …. Só para elencar alguns dos aspetos que me vieram à memória.

Tentei perceber quanto ganha um político ao serviço da Nação!

De acordo com a Lei n.º 52-A/2005, de 10 de Outubro, os seus vencimentos são os seguintes:

“PRESIDENTE DA REPÚBLICA: O Presidente da República é o órgão máximo de soberania do Estado Português e, por esta razão, o que aufere o salário mais elevado. O atual Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, recebe mensalmente 6523€, o que totaliza 78276€ ao final do ano. A partir deste valor, são calculados os restantes salários dos políticos em Portugal.

PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA: De acordo com o Decreto-Lei nº 52A/2005, a remuneração mensal do Presidente da Assembleia da República deve corresponder a 80% do vencimento do Presidente da República. Se fizermos o cálculo o valor é de  5218,4€.

Além da remuneração, tem ainda direito a um abono mensal para despesas de representação no valor de 40% do seu vencimento, ou seja, 2087,36€.

PRIMEIRO MINISTRO: Relativamente ao salário do Primeiro Ministro, a lei fixa um vencimento de 75% do valor do ordenado do Presidente da República, ou seja, 4892,25€. À semelhança do Presidente da Assembleia da República, também o Primeiro Ministro tem direito a despesas de representação, correspondentes a 40% do seu vencimento, ou seja, um valor de 1956,9€ mensais.

DEPUTADOS: Os deputados recebem mensalmente 50% do ordenado do Presidente da República, ou seja, 3261,5€, ao qual acresce 25% deste valor para despesas de representação  de 815,38€. “

“Dos 230 deputados na Assembleia da República, 158 têm direito a abonos de deslocação por residirem fora da Grande Lisboa. Uma investigação divulgada pela RTP, e que cruzou as moradas apresentadas pelos deputados na Assembleia com aquelas que apresentam ao Tribunal Constitucional (onde se encontram as suas declarações de rendimentos e património), comprovou que há deputados que, possuindo casa própria na capital, declaram moradas fora, recebendo assim subsídios (de alimentação e alojamento, bem como por deslocação) mais avultados. E há-os de quase todos os partidos.”

O cúmulo atinge-se quando “A deputada Elza Pais, do Partido Socialista, por exemplo, e embora vivendo a somente 500 metros (sete minutos a pé, portanto) da Assembleia, declarou como morada uma casa em Mangualde, no distrito de Viseu. “

Concluindo de forma muito simples, há deputados a receber subsídios por residirem fora de Lisboa quando têm casa na capital!

“A Assembleia da República paga aos deputados para se deslocarem aos seus círculos eleitorais. Mas os parlamentares ilhéus ainda podem recorrer, depois, ao Subsídio Social de Mobilidade.”

De acordo com o semanário Expresso, pelo menos sete deputados residentes nas ilhas dos Açores e da Madeira pedem reembolso de viagens que são custeadas pela Assembleia da República. O jornal revela mesmo os nomes dos parlamentares em questão: Carlos César, Lara Martinho, João Azevedo Castro, Luís Vilhena, Carlos Pereira. Paulo Neves e José Paulino Ascensão.

Concluindo, também de forma muito simples, há deputados das ilhas que recebem por viagens que não pagam!

Acresce o facto de nem ser necessário lembrar os encargos dos contribuintes com o salvamento e a ajuda aos bancos, que ascendem já a 14,6 mil milhões de euros, no período que vai de 2008 a 2016, e todos os dias ouvimos e lemos que não se chegou ao fim desta história.

A 1 de janeiro de 2018 todos os funcionários públicos tiveram as carreiras descongeladas e viram as progressões, com respetivas alterações salariais, ser concretizadas ao longo dos próximos dois anos. Todos, ou quase todos. Para os professores o cenário é diferente, uma vez que dependem de tempo de serviço para progredir e, neste caso, os 9A 4M 2D não estão contabilizados. Na prática é como se os professores não tivessem trabalhado durante esse tempo.

O Governo quer, pura e simplesmente, apagar da vida dos professores os últimos anos de serviço, discriminando-os relativamente às restantes carreiras da Função Pública.

Chegados aqui, e depois do patético colégio arbitral se ter decidido pelos serviços chamados mínimos com 3-0 (votos), com o representante dos sindicatos a votar do lado governo e de uma greve às avaliações de elevada participação, os sindicatos que supostamente representam os professores (com exceção do S.TO.P) decidiram embarcar no faz-de-conta e integrar a comissão que vai saber, afinal, quanto custa dar o que pretendem roubar aos professores.

Eu aposto: “A comissão faz o ladrão!”

Texto de João Ferrer

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A história de uma legislatura “sem” Educação

 

Em novembro de 2015, entre aplausos e expetativa, Tiago sobe ao poder e torna-se ministro. Nesse mesmo mês o parlamento dá um ar da sua graça, pela mão do PCP e BE, arma-se em ministro e acaba com os exames do 4.º ano. O ministro via assim, pela primeira vez, como se faz política em Portugal. As reações a esta medida não são unanimes, entre os professores, mas o parlamento votou, está votado.

Em dezembro é revogada a PACC. Desta vez, o ministro também nada teve a ver com isto, os responsáveis tornaram a ser os que povoam a Assembleia da República. Nesse mesmo mês é entregue uma petição a favor da aposentação dos professores na tal casa que os outros povoam, mas tudo nas calmas, sem stress ou grandes imposições. Não deu em nada…

Em 2016, rebenta a guerra amarela. Os sindicatos e os professores da escola publica apoiam as medidas do ministério e veem as escolas de contrato de associação verem reduzidas as turmas, em alguns casos condenadas ao desaparecimento.

Em fevereiro é decretada a devolução do dinheiro de inscrição na PACC. Os professores vão dar conta de que, do decretar à execução podem passar anos…

Em abril, acaba a ameaça da requalificação, tudo continuava bem no reino encantado da educação.

O verão foi calmo. As atividades desta época decorreram com a (a)normalidade de sempre, o início do ano letivo estava garantido sem grande reboliço (os professores já estão tão habituados) …

A coisa começa a azedar aquando das negociações para o OE de 2017. O corte de 280 milhões na educação não cai muito bem entre os professores e o ministro vê acontecer a primeira manifestação de professores.

Em 2017 as relações azedaram por completo. Surge o novo diploma de concursos. A contestação volta à rua por tudo que ainda falta fazer e surge a primeira greve. Os professores exigem Concursos de vinculação extraordinária, regime especial de aposentação, descongelamento de carreiras e redefinição dos horários de trabalho. A 25 de agosto abre-se uma nova frente de batalha, as colocações na mobilidade interna e contratação só contemplava horários completos. O ministério defendeu a medida como financeira, para poupar uns trocos, mas nunca a conseguiu esclarecer e ainda hoje estamos a aguardar que a batalha termine. Já conta com vitórias de ambos os lados, mas os professores tiveram a mais significativa, o concurso nos moldes de concurso interno. Ainda nesse ano, uma outra greve tem lugar e daí resultou a reunião onde foi assinado o tal compromisso com variadas interpretações.

No início de 2018, todos os funcionários públicos veem a suas carreiras descongeladas. Mas enquanto a maioria vê a possibilidade de progredir de imediato através da acumulação de pontos que fez durante o tempo de congelamento, aos professores não é dada essa hipótese, porque não se negoceia de um dia para o outro. Entre recuos atrás de recuos, os professores revoltam-se, fartos de tanta “treta”, e assistimos ao maior período de greve na história de qualquer ministério da educação, seis semanas de greve com direito a tudo mais alguma coisa. Há um sindicato que ainda tem marcadas mais duas semanas de greve, por isso, pode muito bem chegar às oito semanas.

Os sindicatos reuniram com os representantes do ministério. Acordaram negociar. Foram publicados comunicados das duas partes. Conclusões?

Bem, concluímos que isto não está fácil, não vai ser fácil e que no fim o mexilhão é sempre o que leva com as favas. Cada um de vocês que tire as suas conclusões. A Minha fé será a última a morrer, mas eu ainda escolho em que depositá-la.

PS: Já não leio tantos comentários como lia, em 2015 e 2016, a idolatrar o investigador. Assim como, já não apelidam tanto de Pafista, quem sempre desconfiou das intenções deste governo. Talvez, porque reconheceram que nunca o foram e, ao contrário deles, nunca se deixaram levar por qualquer (des)governo… (apesar de alguns o assim quererem)

 

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Portugueses vencem prémio internacional para melhor artigo científico

A influência direta que as chefias exercem no desempenho dos colaboradores

Arménio Rego, Camilo Valverde e Rui Lourenço-Gil – docentes da Católica Porto Business School – acabam de vencer o Prémio Emerald para o melhor artigo científico. “Do gritty leaders foster employee psychological capital? – It depends on how humble they are” foi o paper premiado que reflete a influência direta que as chefias exercem no desempenho dos colaboradores. A distinção foi entregue durante a conferência ISSWOV (International Society for the Study of Work & Organizational Values), que decorreu em Itália, no início de julho.

A investigação, que envolveu a realização de três estudos – dois em Portugal e um nos Estados Unidos da América –, sugere que a “fibra” (grit) e a humildade dos líderes exerce efeitos positivos sobre o capital psicológico daqueles que são “liderados”. O efeito sobre os colaboradores pode ser, no entanto, negativo se as chefias não forem humildes, e isto independentemente da “fibra” ou “garra” que possam ter. Refira-se que o estudo contou, ainda, com a participação de Andreia Vitória e Ana Ventura, (da Universidade de Aveiro), Susana Leal (da Escola Superior de Gestão e Tecnologia do Instituto Politécnico de Santarém) e Miguel Pina e Cunha (da Nova School of Business and Economics).

Portugueses vencem prémio internacional para melhor artigo científico – i9 magazine

 

PS:

(…) O desiderato de Trump não é simpatia dos outros por si: é o poder. O mais poder possível – aquele que só é alcançável com os companheiros adequados. Leiam, na página 26, o texto de Paulo Pena sobre a extrema-direita britânica, a ala política que, de facto, interessa ao atual presidente americano.

E, no entanto, sim: interessa ver como Trump atropelou a velhinha, na sexta-feira passada. Não tanto pela falta de educação, mas pelo desprezo pelo outro. Se acontece esse outro ser uma rainha, calculem o que vem aí para todos. O desprezo pelo outro, em regras de etiqueta, pode ser só má-educação. Em política começa a ser tempo de lhe chamar pré-fascismo.

A velhinha abusada e o grandalhão grosseiro

 

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