Setembro 2017 archive

Nada do Que Está a Acontecer Agora é Novo

O que se passou este ano no concurso da Mobilidade Interna que provocou ultrapassagens das colocações entre professores mais e menos graduados não é uma situação nova.

Já em 2013 isso aconteceu e recordo que nessa altura a solução que achei mais adequada foi a realização de um concurso interno extraordinário no ano seguinte. Fiz uma petição para isso e apresentei os argumentos na Comissão de Educação e Ciência na altura.

O concurso interno extraordinário que veio a acontecer em 2015 foi muito resultado da contestação que existiu com as colocações de 2013.

A história parece que se repete e não duvido muito que a solução que o ME vai encontrar para limpar o erro que cometeu é abrir um novo concurso interno em 2018 e permitir que todos possam voltar a concorrer no próximo ano.

O que aconteceu este ano é a prova que um concurso válido por 4 anos é extremamente injusto e que a anualidade deste concurso devia voltar a acontecer. Na pior das hipóteses um concurso interno de 2 em 2 anos era fundamental para que as injustiças não se prolongassem, por quase meia década.

Não sei qual a solução que o ME vai encontrar para repor esta injustiça, mas presumo que passe por uma solução idêntica à encontrada para as injustiças de 2013. Manter tudo como está e abrir novo concurso para o ano de forma a dar esperança aos que ficaram mal colocados que tudo isto não seja válido por 4 anos.

Só não percebo como nunca se aprende com os erros cometidos no passado.

 

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O outro lado… Há professores que não concordam com um novo concurso

 

Porque nem todos estão insatisfeitos com a sua colocação. Porque também há quem não concorde com a solução defendida para a resolução imediata deste problema.

 

Há professores que não concordam com um novo concurso

Um grupo de docentes, que esta tarde foi recebido por alguns deputados no Parlamento, não concorda com a solução encontrada que aponta para a realização de um novo concurso de segunda reserva.

Clicar na imagem para ver vídeo

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Vai ao Teatro com o Blog DeAr Lindo e a Yellow Star Company

 

Caros seguidores,

O espetáculo “BOEING BOEING” está de volta a Portugal e desta vez com escala no Teatro Armando Cortez de 14 Set. a 29 Out.

Uma hilariante comédia de enganos sobre a trajetória de um Casanova da Era do Jacto.

Bernardo é arquiteto e está noivo de três mulheres, Janete, Julietta e Judite, três hospedeiras de bordo de diferentes países com quem vive sem que saibam a existência uma das outras.

Berta, a fiel empregada doméstica de Bernardo, é cúmplice neste jogo amoroso, trocando as fotografias, roupas de cama e ementas para que nenhuma das noivas desconfie da presença de outras mulheres.

Até que, um dia, os seus amores vão chegar à sua casa ao mesmo tempo… E, dada a azáfama vivida na casa de Bernardo, Berta está à beira de um ataque de nervos!

Um amigo de longa data do arquiteto, Roberto Seguro, veio visitá-lo e vê-se apanhado na maior trama amorosa que alguma vez viu e que terá um fim inesperado…

Em parceria com a Yellow Star Company, damos oportunidade de entrarem no vôo mais divertido do mundo e temos para oferecer 1 convite duplo, válido para o dia 16 de Setembro às 21h30, às primeiras 5 pessoas a responderem acertadamente:

“Quais as nacionalidades das três hospedeiras de bordo”?

– Brasileira, Francesa e Alemã
– Brasileira, Italiana e Alemã
– Italiana, Espanhola e Russa

As respostas deverão aparecer nos comentários deste post, no blog (não em nenhuma das redes sociais), com dados válidos; nome completo e E-mail.

 

Apertem os cintos porque o avião vai aterrar e traz a bagagem com excesso de gargalhadas!

 

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Perdemos 10% do salário nos últimos 10 anos…

Uma das conclusões do relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) de 2017.

(E continuamos felizes e contentes…)

Não tarda nada temos uma profissão em risco de desaparecer…

 

Professores perderam 10% do valor real do salário na última década

Na última década, o valor real dos salários dos professores em Portugal caiu 10%, de acordo com o relatório anual da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) sobre educação.

Talvez por isso, há cada vez menos jovens a quererem ser professores. A população docente está cada vez mais velha, ainda segundo o mesmo relatório. Cerca de 40% dos professores em Portugal tem mais de 50 anos e apenas 1% tem menos de 30 anos.

 

 

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Vai ser na sexta… Ministério da Educação anuncia decisão sobre colocação de professores na 6ª feira

 

Falta saber se vai ser antes ou depois da publicitação da rr2.

 

Ministério da Educação anuncia decisão sobre colocação de professores na 6ª feira

À saída da reunião da Fenprof no Ministério da Educação, Mário Nogueira disse que o ministro vai anunciar na sexta-feira à tarde, numa reunião com o sindicato dos professores, a decisão política que encontrou para resolver o problema da colocação de professores.

 

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Sobre a Providência Cautelar…

 

A aceitação de uma Providência Cautelar tem efeito imediato e só a decisão do tribunal, após análise dos contra argumentos, pode alterar a sua eficácia. Assim sendo, as listas de 25 de agosto ainda estão suspensas, até nova decisão do tribunal.

Texto enviado ao blog

 

Já deu entrada uma segunda Providência Cautelar…

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Apenas os Horários Anuais Podem Ser Pedidos Para a RR2

Não deixa de ser criticável que para a Reserva de Recrutamento 2 apenas possam ser pedidos os horários de duração anual e ainda não passem para a contratação de escola os horários inferiores a 8 horas.

O que quer dizer que muitos alunos vão iniciar o ano letivo 2017/2018 ainda sem professor.

Não se justifica esta opção.

 

 

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O esperado aconteceu… Ministério diz que se mantêm listas de professores após providência

 

Ninguém arreda pé. Agora é que vai ser…

Palavra dada é palavra honrada…

 

Ministério diz que se mantêm listas de professores após providência

O Ministério da Educação afirmou hoje que não houve qualquer suspensão das listas de colocação de professores, na sequência dos protestos dos docentes.

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Opinião – Está na altura de a escola crescer – Catarina Pires

 

Está na altura de a escola crescer

O que quero discutir, porque é isso que me deixa os nervos em franja, é a razão pela qual a escola pública não tenha, 43 anos passados sobre o 25 de Abril, conseguido ainda garantir um ensino igual para todos. É que, na minha cabeça, a escola deve ser o principal instrumento de criação de igualdade de oportunidades e justiça social. E não tem sido. Alguém me explica porquê?

Nunca vi uma criança tão feliz por ir para a escola como a minha filha, quando entrou para o 1º ano. Eu desfeita em lágrimas e ela, concentrada, de mochila às costas, sem olhar para trás. Fui eu que cortei o cordão umbilical quando ela nasceu. E parece que, apesar de míope e sem as lentes de contacto, cortei bem, embora na minha cabeça ele tenha ficado intacto. A Rita vai agora para o 5º ano, para a escola grande, e não podia estar mais feliz. Continua a não olhar para trás.

Gosta da escola. Acha que aprende lá muita coisa. E que agora vai aprender ainda mais, porque vai ter mais disciplinas e mais professores e mais amigas e mais amigos e mais intervalos. Descansa-me que pense assim. Não delego na escola a tarefa de educar nem de ensinar tudo o que há para aprender. Como os meus pais não delegaram.

A minha escola era parecida com a da Rita. Pública. Aprendi (mais ou menos) as mesmas coisas, da mesma maneira. Na verdade, e isso é um pouco desconcertante, o ensino em Portugal não evoluiu muito em trinta e tal anos. E, no entanto, aqui estou eu, filha da escola pública, a escrever esta crónica, com o suficiente pensamento crítico para dizer que preferia uma escola diferente. Não me entendam mal. Não sou ingrata. Defendo-a com unhas e dentes. E é por isso que queria que também ela, a escola, crescesse, não olhasse para trás e fosse mais feliz.

Que se deixasse de rankings e de quadros de honra com cheiro a bafio e de turmas em que se juntam os melhores alunos e os melhores professores a trabalhar para os resultados, enquanto outras acumulam quase trinta miúdos. Talvez assim não fosse sequer cogitável para os pais engendrarem esquemas de moradas e encarregados de educação falsos.

Não sou especialista em pedagogia, por isso não vou discutir modelos de ensino, matérias dadas (e a extensão das mesmas) e competências trabalhadas, embora desconfie que já é tempo de os questionar. Quanto ao tão ansiado (e tão pouco estimulado) pensamento crítico, é óbvio que tem de ser desenvolvido na escola, mas também fora dela (isto é para os pais).

O que quero discutir, porque é isso que me deixa os nervos em franja, é a razão pela qual a escola pública não tenha, 43 anos passados sobre o 25 de Abril, conseguido ainda garantir um ensino igual para todos. É que, na minha cabeça, a escola deve ser o principal instrumento de criação de igualdade de oportunidades e justiça social. E não tem sido. Alguém me explica porquê?

P.S. – Há seis ou sete anos, fui fazer uma reportagem à Finlândia, na altura o país com melhores resultados no PISA, o programa internacional de avaliação de alunos promovido pela OCDE, e o melhor sistema de ensino do mundo. Não havia escolas privadas, nem rankings, nem avaliação de professores, nem exames. O modelo adotado garantia que todos os alunos tinham acesso à mesma educação, com mecanismos pensados para «apagar» quaisquer diferenças, sobretudo as socioeconómicas. Não sei qual é a situação agora. Mas não deve ser muito diferente. Talvez o ministro da Educação possa lá ir fazer uma visita de estudo.

Noticias Magazine

 

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Da Santa Paciência e da Falta Dela para Determinados Argumentos de Treta

Santa Paciência! | O Meu Quintal

E Depois Há Argumentos Destes | O Meu Quintal

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Entrou no Ensino Superior?

Entrou no ensino superior?

Consulte aqui

 

Perto de 45 mil candidatos já conseguiram entrar. É o balanço da 1.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior público. Nestas listas fica a saber qual foi a nota do último colocado em cada curso — se foi um do candidatos e tem uma classificação igual ou superior à que aparece, entrou. Pode ainda pesquisar quantas vagas sobraram para a 2.ª fase do concurso, que decorre entre 11 e 22 de Setembro.

 

Link para o Público

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Condescendências? Não me parece…

 

Um grupo de professores (dos que lutam) esteve hoje com o primeiro ministro. O que foi desvendado sobre a conversa deixa qualquer um, que por aqui ande há uns anos a ouvir e a ler, com poucas esperanças…

“A solução política não passa por nós”, disse, acrescentando que António Costa ficou sensível, “percebeu as causas e as consequências”, e disse que vai falar com o ministro da Educação para “tentar resolver” o problema “antes de o ano lectivo se iniciar, ainda que o início desse ano lectivo sofresse um adiamento”.

Da sensibilidade não surgem soluções e se não houve abertura para resolver o problema até agora, não vai ser depois de uma troca de palavras que isso vai acontecer.

Não digo isto por não acreditar nesta luta, mas por acreditar na falta de vontade de que quem pode resolver estes problemas.

A luta é muito mais do que uma aproximação a casa ou o descontentamento por uma ultrapassagem, é pela falta de consideração por esta profissão, que ano após ano tem vindo a aumentar. A luta é pela falta de politicas para a educação. é pela constante mudança, é pela demagogia, é pela falta de coragem politica em assumir uma posição para 20 anos… é por não ouvirem quem têm de ouvir. (e não é de agora)

Se houvesse intenção de resolver este problema e outros, que por aí se vão conservando em banho maria, os discursos já o teriam anunciado…

 

Professores com “esperança” em solução que lhes permita fica mais perto de casa

 

A solução passa pela luta. E luta como esta, só mesmo esta…

 

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São Mentes Sorridentes…

 

A meditação está a chegar às salas de aula um pouco por todo o país. Com o regresso à escola, fomos perceber como funcionam os programas de mindfulness e quais são, afinal, as suas vantagens.

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Comunicado de Imprensa – Interesse Público dos Professores

 

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Ferramenta: Qual a minha situação na lista graduada?

Tal como o ano passado, resolvi também agora disponibilizar esta ferramenta que serve para terem uma panorâmica geral da vossa posição na lista.

Aqui poderão ver quantas pessoas foram colocadas no vosso grupo, à vossa frente, em que que QZP e em que tipo de horário. Acho que facilita bastante o trabalho de contagem! Espero que vos seja útil!

(Para aceder basta clicar na imagem)

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Carta Aberta de Carla Alexandra Silva ao ME

Carta aberta ao Sr. Ministro da Educação e à Sra. Secretária de Estado da Educação

 

 

 

Exmos. Srs.

Relativamente ao suposto interesse público que têm intenção de alegar para travar a Providência Cautelar que determina a suspensão das listas de colocação de professores em Mobilidade Interna de 25 de agosto do corrente ano tenho a dizer-vos o seguinte:
Interesse público?
Vamos a números, algo que vossas excelências muito apreciam:
foram colocados nas referidas listas da Mobilidade Interna 12208 docentes dos quadros – vamos admitir que uma percentagem destas colocações até corresponderiam a uma colocação aproximada com a real e baixar o número de docentes que viram a sua colocação afastar-se significativamente da sua preferência para 10000.
Estes 10000 docentes têm certamente família. Vamos admitir que cada um deles terá um cônjuge/irmão/irmã, um filho e um ascendente sobrevivo, sim Sr. Ministro e Sra. Secretária de Estado, porque a franja afetada por esta vossa arbitrariedade está entre os 40 e 50 anos, pelo que estou a fazer as contas por baixo! Digamos então que esta vossa medida terá afetado diretamente pelo menos 40000 mil pessoas.
40000 mil pessoas que não vão ter a assistência familiar possível porque o docente colocado nas listas de 25 de agosto tem que despender mais de 2 horas diárias para as viagens de 200 ou 300 km que está agora obrigado a fazer.
Agora analisemos a parte dos alunos, aqueles que estão na base da vossa alegação de interesse público. Sim, Sr. Ministro e Sra. Secretária de Estado, porque se pensam só por um minuto que estes vão ter destes docentes a disponibilidade, concentração e dedicação que teriam se o docente mantivesse a sua situação profissional estável como até aqui, estão a deixar de fora a parte mais importante desta equação.
Aos alunos: supondo que cada um destes docentes terá 6 turmas (há grupos disciplinares com mais, outros com menos) e que essas turmas teriam 25 alunos (contas por baixo mais uma vez) temos então 10000 X (6 x 25) = 1.500.000.
Ora 1.500.000 + 30000 (não vamos esquecer agora os familiares destes docentes) + 10000 (docentes) dá nada mais, nada menos do que 1.540.000.
1.540.000 de pessoas afetadas por esta arbitrariedade do Ministério que vossas excelências governam. De que lado está o interesse público?
Qual é a percentagem de pessoas a sacrificar em prol das restantes?
O interesse público obriga vossas excelências a corrigir o erro crasso que cometeram com uma decisão de secretaria não fundamentada na legislação que prejudicou seriamente o interesse público do país.
O interesse público está do lado da legalidade e da justiça. Corrijam as listas.

Carla Alexandra Silva

9 de setembro de 2017

 

 

 

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LISTAS DE COLOCAÇÃO DA MOBILIDADE INTERNA ESTÃO SUSPENSAS

 

O SPN anunciou na sua página que as listas de colocação da MI foram suspensas pelo tribunal. A luta dos colegas está a mostrar alguns resultados.

É claro que o ME vai recorrer… e o interesse público vai prevalecer.

 

LISTAS DE COLOCAÇÃO DA MOBILIDADE INTERNA ESTÃO SUSPENSAS

Hoje, dia 8 de Setembro de 2017, às 11 horas, o Ministério da Educação foi citado pelo Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa, na sequência da aceitação da providência cautelar apresentada pelo SPN em representação de uma associada.

Este ato produziu automaticamente a suspensão das referidas listas. Esta suspensão só poderá ser levantada quando o Ministério apresentar uma resolução fundamentada sobre os prejuízos que essa medida provoca ao interesse público, e essa fundamentação for aceite pelo tribunal.

Até lá, pode-se rigorosamente dizer que essas listas, que tanta injustiça criaram, estão efetivamente suspensas.

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Cinema Sem Conflitos: Amor e Sexualidade (parte 2/5)

“Blik” é a segunda curta-metragem do tema Amor e Sexualidade. Foi realizada pelo holandês Bastiaan Schravendeel, fundador da empresa de animação Polder Animation e conta a história de um menino que se apaixona pela primeira vez, logo depois de se mudar para um novo bairro. Aparentemente não existe nenhum problema, não fosse… (bom filme!)

 

 

 

Psicossexualidade

Quem nunca teve um amor “platónico”, uma idealização tão intensa do objeto amor, que nos torna tão “confiantes” na conquista e tão frágeis na demonstração deste amor? Um amor platónico que cria sonhos que vão par além da diferença de idade ou de qualquer outro constrangimento social marca-nos para a vida… A par de uma satisfação interna tão grande por viver a fantasia deste amor, há um medo extremo em não corresponder às expetativas e, normalmente, é tudo mantido “em segredo”… Este amor, que é sentido “baixinho” e “à distância” faz parte do crescimento das crianças e dos jovens.

 

Andreia Morais Ribeira | Psicóloga Clínica

 

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O Erro Já Terá Sido Reparado

E os efeitos das colocações da RR1 já reportam ao dia 1 de Setembro.

 

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Só Pode Ser Erro, Certamente

Porque todas as colocações que sejam feitas até ao último dia do início do ano letivo retroagem ao dia 1 de Setembro. Pelo menos para efeitos de contagem de tempo de serviço, mas não de vencimento.

E há muitos casos destes que me foram relatados.

 

 

 

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Ensino (Necessariamente) Individualizado

Na Escola do Corvo há turmas com um só aluno

 

 

 

 

Na Escola Mouzinho da Silveira, na mais pequena ilha dos Açores, o Corvo, há turmas que chegam a ter apenas um aluno, com uma metodologia de ensino muito específica, onde todos se conhecem e são uma família.

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Colocações nos Açores

Aqui

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Por um concurso Justo

 

No último dia 25 de agosto, milhares de professores ficaram em choque com as colocações que saíram do concurso da Mobilidade Interna e Contratação Inicial.

Como costuma acontecer, as escolas inseriram na plataforma SIGRHE horários completos e incompletos, anuais, que iriam ser considerados nesses concursos. Todos eles são disponibilizados não só para a Mobilidade Interna como para a Contratação Inicial.

No último Agosto isso não aconteceu. Apareceram apenas horários completos.

Na Contratação Inicial é desejável e expectável que isso aconteça. O mesmo não sucede com os candidatos da Mobilidade Interna, uma vez que, como facilmente se compreende, sendo, numa primeira lista colocados os docentes mais graduados exclusivamente neste tipo de horários, se concluirá que em fases posteriores haverá ultrapassagens.

Assim, e a partir de um conjunto de professores que participam nas redes sociais, organizou-se um grupo no Facebook que rapidamente juntou vontades e determinações. Deste modo, na passada quarta-feira, dia 30 de agosto, promoveu-se uma manifestação e uma vigília junto à Direção- Geral dos Estabelecimentos Escolares, no Porto, de modo a denunciar essas irregularidades e ilegalidades.

O grupo “luta por concursos de professores mais justoshttps://www.facebook.com/groups/127233277900374/, também possui uma página https://www.facebook.com/umconcursojusto/, onde se publicam as notícias mais significativas sobre todo este processo. Tem havido uma adesão massiva de professores insatisfeitos com toda a situação uma vez que, este ano, essas colocações foram atrozes em termos de desrespeito à graduação profissional dos docentes a concurso.

Passamos a explicar.

Segundo o Dec.-Lei nº 28/2017, de 15 de Março, documento que define o regime de recrutamento e mobilidade do pessoal docente dos ensinos básico e secundário, no seu art.º 25º, Necessidades temporárias 1 — Consideram-se «necessidades temporárias» as que resultem da não satisfação pelos concursos interno e externo, das variações anuais de serviço docente e as correspondentes à recuperação automática dos horários da mobilidade interna e no artº 26º define-se a Ordenação das necessidades temporárias. Para efeitos de necessidades temporárias dos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas, os docentes são ordenados de acordo com a graduação profissional e na seguinte sequência:

  1. Docentes de carreira a quem não é possível atribuir, pelo menos, seis horas de componente letiva;
  2. Docentes de carreira vinculados a quadro de zona pedagógica a quem não é possível atribuir, pelo menos, seis horas de componente letiva;
  3. Docentes de carreira dos agrupamentos de escolas ou de escolas não agrupadas que pretendam exercer transitoriamente funções docentes noutro agrupamento de escolas ou em escola não agrupada;
  4. Candidatos não colocados no concurso externo, bem como candidatos à contratação inicial.

Ora, no seu artº 27º define que as necessidades temporárias, estruturadas em horários completos ou incompletos, são recolhidas pela Direção-Geral da Administração Escolar mediante proposta do órgão de direção do agrupamento de escolas ou da escola não agrupada.

Não se compreende, pois, que haja professores menos graduados com horário completo em escolas que os mais graduados, tinham selecionado como suas preferências e que não foram respeitadas! Não se compreende como professores do quadro, menos graduados, possam ficar mais próximos, das suas residências, com 8 h!

Não se compreende este atropelo à lei e atentado à dignidade profissional da classe docente.

Consideramos, igualmente, que a Nota Informativa 01, da Reserva de Recrutamento, emitida a 6 de Setembro pela Direção-Geral da Administração Escolar, continua a basear-se em premissas ilegais e, mais grave, a induzir os interessados e a opinião pública em erro, ao esclarecer no seu ponto 1.2. que “Os horários a concurso na Reserva de Recrutamento correspondem aos horários pedidos pelos Agrupamentos de Escolas e Escolas não Agrupadas após (nosso sublinhado) as colocações em Mobilidade Interna e Contratação Inicial.”

Qualquer professor do quadro ganha por escalão e respectivo índice. Assim, estas colocações não fazem sentido no contexto do estipulado por lei.

Não sabemos quais os interesses que estão por detrás das “normas” de colocação deste ano.

Sabemos, sim, que nem a graduação nem as preferências dos professores foram respeitadas.

 

Grupo de Luta Por Concurso de Professores Mais Justo

 

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5.064 Contratados Colocados na RR1

Foram colocados 5.064 docentes contratados na Reserva de Recrutamento 1 de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento e número de horas.
Lembro que nesta reserva todos os horários são anuais.

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Diz a Portaria das Permutas

A portaria 172/2017, de 30 de Junho, diz:

 

1 — O pedido de permuta, com o acordo expresso dos interessados, deve ser apresentado ao Diretor-Geral da Administração Escolar no prazo de cinco dias, contados a partir da data de publicação das listas definitivas de colocação do concurso referido no artigo anterior.

 

E o que diz o artigo anterior?

 

1 — Aos docentes de carreira opositores ao concurso da mobilidade interna pode ser autorizada a permuta, desde que os permutantes se encontrem em exercício efetivo de funções no mesmo grupo de recrutamento e tenham o mesmo número de horas de componente letiva.
 
Ou seja, só das listas da MOBILIDADE INTERNA se pode fazer permuta. As listas de hoje são da Reserva de Recrutamento 1.

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Para Breve a Mudança do Rácio dos Assistentes Operacionais

Este é um grande problema com que as escolas se debatem todos os anos. Não só pelo reduzido número de Assistentes operacionais que existem, mas também pela ausência de regras que permitam a substituição destes quando adoecem ou entram para a aposentação.

 

Ministro da Educação anuncia mais 1.500 assistentes operacionais

 

 

Tiago Brandão Rodrigues anunciou também que, “no ano letivo 2018/2019, haverá mais 500 assistentes operacionais”

 

 

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, anunciou esta quarta-feira que neste ano letivo, que arranca na sexta-feira, haverá mais “1.500 assistentes operacionais”, ou seja, auxiliares, nas escolas do país.

Segundo o ministro, a publicação da portaria dos rácios que prevê estes 1.500 assistentes operacionais está para breve.

Tiago Brandão Rodrigues anunciou também que, “no ano letivo 2018/2019, haverá mais 500 assistentes operacionais”, sendo intenção do Governo que haja um destes profissionais por cada sala do pré-escolar.

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LISTA COLORIDA RR1

Nova Lista Colorida com Colocados e Retirados da RR1.

A novidade em relação à anterior são as linhas laranja (retirados ou desistências). Espero que vos seja útil!

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1609 Docentes de Carreira Colocados na RR1

Foram colocados 1.609 docentes de carreira na Reserva de Recrutamento 1 de acordo com a distribuição seguinte por grupo de recrutamento e número de horas.

Está foi a primeira reserva de recrutamento onde já apareceram os horários incompletos, mas mesmo assim ainda foram colocados 286 docentes com horário completo.

 

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Nota Informativa da Reserva de Recrutamento 1

É muito importante que a leiam para saberem os prazos de aceitação e de apresentação nas escolas.

A próxima Reserva de Recrutamento será publicada no dia 15 de Setembro para os horários que as escolas pedirem até às 10 horas do dia 12.

Quer a Aceitação como a Apresentação são feitos até ao dia 8 de Setembro.

 

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Reserva de recrutamento 1

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 1ª Reserva de Recrutamento 2017/2018

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de quinta-feira, dia 7 de setembro, até às 23:59 horas de sexta-feira, dia 8 de setembro de 2017 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato.

 Nota informativa

Listas

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Estejam atentos ao SIGRHE (RH e Permutas)

 

Quem aguarda por resposta a RH referente à VE e quem pediu permuta pode consultar a sua área SIGRHE.

 

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Providência cautelar para tentar travar colocações de professores em destaque na imprensa

 

 

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Opinião – Alexandra Leitão e a manipulação da opinião pública – Santana Castilho

 

Com desfaçatez olímpica, ano após ano, os governantes parecem competir na criatividade de perpetrar as maiores patifarias.

É para mim evidente que o momento que se vive no ensino está longe de ser aceitável. Mas era previsível para quem acompanhou a evolução da intervenção do PS, desde a preparação do programa eleitoral até à apresentação do programa de Governo. Os comissários políticos a quem o ministério foi entregue transformaram uma discussão, que se desejaria séria, num exercício populista de conquista da opinião pública. Confundiram opiniões datadas com factos e apresentaram interpretações como evidências.

O conhecimento recente do resultado dos diferentes processos de colocação de professores expôs a existência de um elevado número de docentes dos quadros desterrados para escolas a centenas de quilómetros das residências, porque os serviços do ministério apenas consideraram horários completos, contrariamente à prática dos últimos 11 anos, que sempre admitiu, para o mesmo efeito, também os horários incompletos.

Ora, a necessária alteração de muitas práticas da Administração Pública em matéria de Educação não pode consistir na sua entrega a expedientes processuais de momento, que não a dignificam. A dignidade da Administração Pública e o conceito que temos de Estado de Direito são visceralmente incompatíveis com iniciativas, ainda que legalmente suportadas, que, sem aviso prévio, mudam os processos seguidos há uma década.

Enquanto os concursos de admissão de professores respeitaram duas premissas básicas, a saber, uma lista universal de graduação profissional e uma precedência legítima de escolha de vagas (primeiro os do quadro e depois os que a eles ainda não tinham sido admitidos), o sistema esteve estável. Quando as mentes perversas dos burocratas de serviço o capturaram, com um expediente fraudulento para iludir a obrigação comunitária de terminar com o abuso de sucessivas contratações precárias para prover necessidades permanentes, os atropelos e as injustiças sucederam-se em catadupa. Com desfaçatez olímpica, ano após ano, os governantes parecem competir na criatividade de perpetrar as maiores patifarias e aumentar o número dos que, com menor graduação, ultrapassam os mais graduados.

Um belo exemplo deste estado de coisas deu-o a secretária de Estado, Alexandra Leitão, no primeiro dia deste mês, em entrevista à RTP. É dela a afirmação que transcrevo, retirada da entrevista: “Mas, exactamente para respeitar a lista graduada, todos os professores, de todo o país, podem concorrer à vaga.”

Esta afirmação é falsa. Alexandra Leitão foi, obviamente, entrevistada porque há protestos de professores. Os protestos partem daqueles que pertencem aos quadros e têm uma causa próxima e outra remota. A próxima radica na circunstância de estes professores terem sido objecto de um procedimento, em sede de concurso, diferente do seguido nos últimos onze anos. A remota refere-se à dança macabra em que se transformaram os concursos de recrutamento e mobilidade dos professores, porque legisladores perversos criaram castas na classe e acrescentaram aos processos injustiças sucessivas.
A afirmação falsa segue-se a uma explicação da tramitação de um concurso para vincular, extraordinariamente, professores. Alexandra Leitão induziu em erro uma jornalista mal preparada e a opinião pública que, ao invés de esclarecer, manipulou. Não puderam concorrer à “vaga” de que ela falava “todos os professores de todo o país”. Só puderam concorrer àquela “vaga” os professores contratados que reuniam um determinado número de requisitos. Não puderam concorrer os professores dos quadros de agrupamento de escolas ou de escolas não agrupadas, nem os professores dos quadros de zona pedagógica. Exactamente os que protestam porque, sendo mais graduados na tal lista invocada por Alexandra Leitão, vão ser ultrapassados por outros menos graduados. Alexandra Leitão é professora de Direito. Não acredito que não estivesse bem consciente de que o que afirmou era grosseiramente falso e iludia o que foi chamada a clarificar.
Urge, agora, corrigir de imediato os atropelos a que me referi em sede de mobilidade interna. Urge, depois, alterar os processos, começando por extinguir concursos extraordinários e cuidando de garantir que todos os professores tenham sempre acesso a todas as vagas, no respeito rigoroso pela sua colocação numa lista nacional de graduação profissional. Não é difícil e é simplesmente justo. Bastava que quem manda entendesse que, se de um dia para o outro se varresse toda a burocracia estúpida e sem sentido que verga o dia-a-dia dos professores, se, de um dia para o outro se outorgasse às escolas a autonomia que lhes castra as iniciativas, de um dia para o outro mudaria o clima organizacional e, de um dia para o outro, professores e escolas teriam uma existência mais feliz.
A principal função da escola pública, qual seja a de garantir oportunidades idênticas a todas as crianças e jovens, vem de há muito, seja o Governo da responsabilidade do PS ou do PSD, a desconsiderar os seus professores e a usar os mais variados mecanismos de desonestidade política para os proletarizar e escravizar. E a classe tem-se tornado numa classe de dependências, cada vez com maior dificuldade em compreender o valor da independência e pagar o seu custo. Dir-se-ia que a defesa da dignidade profissional e da independência intelectual dos professores virou masoquismo. Dir-se-ia que os professores, teoricamente livres, têm usado essa liberdade para permitirem que os condicionem a todo o tempo.
Com efeito, os professores constituem hoje uma espécie social cuja identidade e características dependem, cada vez mais, das atitudes que os governantes tomam em relação a eles. A deontologia profissional (por definir em sede de ECD), a dignidade profissional e a independência intelectual da classe cedem ante qualquer norma legal, por mais iníquo que seja o conteúdo e boçal a autoria. Inevitavelmente, quando se reflecte sobre esta circunstância, o desabafo de Harriet Tubman aplica-se-lhe como dilacerante ferrete: “Libertei mil escravos. Podia ter libertado outros mil se eles soubessem que eram escravos”.
In “Público” de 6.9.17

 

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Já Está Assim Desde Ontem

O que está a impedir de seleccionar os candidatos que nem em Reserva de Recrutamento se encontram, como os Psicólogos.

 

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Regulamento de constituição e funcionamento de turmas PIEF Ano Letivo de 2017/2018

O Programa Integrado de Educação e Formação (PIEF) foi criado no âmbito do Plano para a Eliminação da Exploração do Trabalho Infantil (PEETI), regulamentado pelo Despacho Conjunto n.º 882/99, de 28 de setembro, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 241, de 15 de outubro de 1999, posteriormente revisto pelo Despacho-Conjunto n.º 948/2003, de 25 de agosto, publicado em 26 de setembro.
Considerando as alterações legislativas, organizacionais e educativas que desde então ocorreram, a experiência acumulada ao longo dos anos de implementação da medida e a centralidade da prevenção do abandono escolar, torna-se necessário rever o Regulamento para a constituição e o funcionamento das turmas PIEF para o ano letivo de 2017/2018.

(clique na imagem para consultar documento)

 

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Rede de Oferta Formativa 2017/2018

 

Rede de Oferta Formativa 2017/2018 (atualizada)

 

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Estudo de Luís Paulo Sobre as Graduações na Mobilidade Interna

Este é um velho assunto que tem mais expressão quando se mostram quadros destes.

E por muito que os sindicatos tentem colocar a graduação profissional como único critério na Mobilidade Interna nunca conseguiu que o ME fosse nesse sentido.

 

 

 

 

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Programação e Robótica no Ensino Básico – 2.ª fase de inscrições

 

A Direção-Geral da Educação lança a 2.ª fase de inscrições no Projeto “Programação e Robótica no Ensino Básico”.

Os Agrupamentos de Escolas e Instituições de Ensino Particular têm agora a oportunidade de se juntar às 628 Escolas que já aderiram a esta iniciativa procurando proporcionar um método de ensino e de aprendizagem inovador e motivador a alunos e professores.

As inscrições decorrem até 15 de setembro em http://area.dge.mec.pt/dspe1cip/default.aspx

Mais informações disponíveis em http://www.erte.dge.mec.pt/noticias/iniciativa-programacao-e-robotica-no-ensino-basico

 

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Listas Amanhã ou Dia 5?

O Ministro da Educação disse em Arcos de Valdevez que a próxima lista de colocações sairia no dia 5 de Setembro.

No entanto, hoje o SIGRHE encontra-se assim.

 


 
Será que podemos já ter a Reserva de Recrutamento 1 amanhã?

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Sobre a Não Aceitação – Audição Escrita

Encontra-se na aplicação SIGRHE, na área de colocações/contratos de 2017/2018 a seguinte aplicação para audição dos docentes contratados que não aceitaram a colocação para se pronunciarem.

 

 

A aplicação destina-se à realização de audição escrita nos termos da alínea c) do n.º1 do artigo 18.º do Decreto-Lei n.º 28/2017, 15 de março. O candidato pronuncia-se, caso assim o entenda, no prazo de 48h, sobre o incumprimento do dever de aceitação/apresentação da colocação. 

 

 

Esta formalidade decorre da alínea c) do artigo 18.º do Decreto-Lei 28/2017 que sublinhei em baixo.

Apesar dos vários alertas que são feitos todos os anos, incluindo da própria DGAE, para a necessidade de todos os colocados aceitarem a colocação há sempre quem deixe passar de aceitação e fique penalizado.

Quem não aceitou tem agora a oportunidade de se pronunciar por escrito na aplicação dos motivos porque não o fez.

 

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