Um grupo de professores (dos que lutam) esteve hoje com o primeiro ministro. O que foi desvendado sobre a conversa deixa qualquer um, que por aqui ande há uns anos a ouvir e a ler, com poucas esperanças…
“A solução política não passa por nós”, disse, acrescentando que António Costa ficou sensível, “percebeu as causas e as consequências”, e disse que vai falar com o ministro da Educação para “tentar resolver” o problema “antes de o ano lectivo se iniciar, ainda que o início desse ano lectivo sofresse um adiamento”.
Da sensibilidade não surgem soluções e se não houve abertura para resolver o problema até agora, não vai ser depois de uma troca de palavras que isso vai acontecer.
Não digo isto por não acreditar nesta luta, mas por acreditar na falta de vontade de que quem pode resolver estes problemas.
A luta é muito mais do que uma aproximação a casa ou o descontentamento por uma ultrapassagem, é pela falta de consideração por esta profissão, que ano após ano tem vindo a aumentar. A luta é pela falta de politicas para a educação. é pela constante mudança, é pela demagogia, é pela falta de coragem politica em assumir uma posição para 20 anos… é por não ouvirem quem têm de ouvir. (e não é de agora)
Se houvesse intenção de resolver este problema e outros, que por aí se vão conservando em banho maria, os discursos já o teriam anunciado…
Professores com “esperança” em solução que lhes permita fica mais perto de casa
A solução passa pela luta. E luta como esta, só mesmo esta…

70 comentários
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já sei que vou ter amigos ofendidos comigo. Mas fica a pergunta ? Se estão efetivos longe de casa , porque será que isso aconteceu ? Foi lhes apontado alguma arma à cabeça ????? O concurso sempre foi nacional… só concorre quem quer … alguém disse que a mobilidade era garantida ? Alguém disse que os horários saiam todos ao mesmo tempo ???? Sempre foi assim na contratação … sempre foi uma questão de sorte , dependente da determinação de horas de cada escola …. agora exigem receber o mesmo independentemente do numero de horas , so pq são do quadro ????? O que estão a arranjar é q no próximo concurso não seja possível mobilidade de qzp ou pior , aumentar o número de horas mínimo ….. e depois aí é que quero ver … não me venham com a história que só saíram completos ??? Porque essa não é a questão… alguém foi colocado para onde não concorreu ??? Enfim já sei q vou ter colegas muito ofendidos e que o mundo é cruel … mas sinceramente isto faz algum sentido ??? Vou concorrer para o país todo e depois se não ficar ao lado de casa com um horário de oito horas e ganhar como se fosse completo , coloco uma providência cautelar … eu se mandasse resolvia isto rápido … só podem concorrer para a zona onde são efetivos … e acabava esta pouca vergonha de choramingas em tribunal .. ” sr juiz concorri para para 500 km de casa , mas como não fiquei a 500 metros de casa venho por este meio considerar este concurso ilegal …
Bruno, respeito a sua opinião mas não percebeu minimamente do que se está a falar e eu não estou a defender ninguém porque não sou professora mas tenho vários amigos que são e o que fizeram este ano foi uma vergonha!!!
acredite que percebi perfeitamente… mas é essa a questão. eu pensei na família e não arrisquei, concorri apenas para perto de casa… todos sabíamos os riscos de concorrer para longe… e agora porque não ficam em casa colocam tudo em causa?????? o que faz o ME? só lança concursos quando o ano já está em andamento??? ou então paga consoante o numero de horas, mesmo para os efetivos …. ah isso já ninguém quer…. se acham que estão mal, mudem-se ….
Colega Bruno ora aí está uma boa proposta. O Ministério devia pagar em função das horas lectivas. Se um Professor está obrigado a dar 22 horas e comcorre a 6 horas devia ganhar apenas o proporcional.
Não, caro Filipe! Se um QZP não tem horários completos na zua Zona, ou se a sua Zona está saturada, o que tem a fazer é concorrer para outra Zona.
Até estou a perceber o seu raciocínio, pois o que se passou nestes últimos anos tem sido uma deturpação do conceito de QZP.
Mas à semelhança dos QE com horário zero terem de concorrer obrigatoriamente, os QZP também deveriam concorrer obrigatoriamente para outras Zonas se estas se encontrassem sem oferta de vagas.
Já agora, se não é indiscrição, responda-me, por favor, caro Bruno: conseguiu colocação na MI ou teve de esperar por um horário saído da Reserva de Recrutamento? É que isso faz toda a diferença!
Na MI . mas lá está, eu apenas concorri na vinculação para um qzp. não arrisquei ficar longe de casa e da família… tive sorte é verdade, mas não arrisquei, se não vinculasse no qzp q concorri ficava como contratado….
Será que a Sofia tem todos os dados sobre o assunto? Dou o exemplo do meu QZP, entram, na Vinculação Extraordinária (coisa de legalidade duvidosa e que também está a ser julgada no TAF do Porto desde 2014) 12 QZPs, no Externo 3 QZP, dos que entraram apenas 3 ficaram na Zona, os outros concorreram e conseguiram entrar para outros QZP, até aqui tudo normal. Acontece que os QZP que foram para outra zona não ocuparam as vagas desta e entraram logo na primeira Reserva de Recrutamento 14 contratos (com horário completo, +1 que os QZP que saíram), até aqui tudo bem. Isto fará que para o ano este QZP volte a abrir pelo menos 13 vagas artificiais (as dos contratado com horário completo já que não foram ocupadas por QZPs nem QE), agora ficou tudo mal. Este QZP passará a ter só entre este ano e o próximo o dobro dos docentes em QZP de que necessita, fora os que entram desde 2013 e concorrem para fora, outros QZP vão ficando com excesso de professores graças à mobilidade dos mais graduados que entram agora para os quadros pela graça dos Ministros Crato e Tiago Brandão, que colocaram docentes sem recurso à realização prévia de concursos internos nas Vinculações Extraordinárias.
Os QZP servem para suprir as necessidades do Quadro de Zona, mas não é racional atribuir a um docente que concorreu para uma vaga que abriu por ter existido na zona durante quatro anos horário completo de contrato, um horário incompleto, não está a ocupar a vaga que era suposto ter ocupado ao ficar com 8 horas. Resta saber o motivo das escolas não terem aberto as vagas de horário completos anuais no Concurso Interno deste ano, isso sim é estranho, grupos em que houve 5, 6, 7 horários completos na Mobilidade Interna sem saídas de professores e no primeiro ciclo haver escolas com 20 e 30 QZP colocados, como é o caso do 1º ciclo, é estranho.
Finalmente, nem todos os grupos ficaram com docentes de QZP sem horários incompletos a aguardar por colocação, a lógica que defendem iria trazer ainda mais QZPs a QZPs que já estão saturados.
“1.1.1. A REGRA DA PRECEDÊNCIA DO RECRUTAMENTO
INTERNO
A lei estabelece uma precedência legal no recrutamento de trabalhador por tempo indeterminado, impondo que primeiro se recrute quem tenha uma relação jurídica de emprego por tempo indeterminado. A regra constitui um instrumento de controlo do número de trabalhadores e da inerente despesa pública e um instrumento de gestão racional dos recursos humanos, decorrentes dos princípios da prossecução do interesse público e da boa administração, que exigem, v.g., que a realização da despesa
pública obedeça aos requisitos da «economia, eficiência e eficácia».
Esta precedência significa que, em regra, a necessidade de recrutamento de trabalhador deve, primeiro, ser assegurada através de um «concurso interno», isto é, um concurso limitado aos trabalhadores com relação jurídica de emprego por tempo indeterminado, e que só depois de esgotadas as possibilidades de recrutar internamente, e certificada esta, se pode realizar um «concurso externo», mediante «parecer favorável dos membros do Governo responsáveis pelas finanças e pela Administração Pública»”
In O Recrutamento de Trabalhador Público – Publicado pela provedoria da justiça.
“No que se refere à necessidade do recrutamento, a aferição desta cabe ao
dirigente máximo do serviço. No entanto, a necessidade só é configurável
para efeitos da abertura de concurso depois de ter sido, por esta ordem,
esgotada:
a) A possibilidade de ocupar o posto de trabalho através de trabalhador
em mobilidade especial;
b) A possibilidade de recrutar através de «outros instrumentos de
mobilidade» (rectius, mobilidade interna e cedência de interesse
público);
c) E a reserva de recrutamento constituída no âmbito de anterior
procedimento de recrutamento ou de concurso destinado unicamente
a esse efeito.
Trata-se de uma aplicação do artigo 22.º, n.º 1, alínea c), e n.º 3, do regime
de administração financeira do Estado (…)
Sem a demonstração de que não é possível a utilização de qualquer uma
das referidas vias para concretizar o recrutamento de trabalhador não é
possível decidir validamente pela abertura de concurso.”
In O Recrutamento de Trabalhador Público – Publicado pela provedoria da justiça.
“Coloca-se a questão de saber se é possível abrir um «concurso misto », isto é, aberto simultaneamente a candidatos com relação jurídica de emprego por tempo indeterminado e a candidatos sem esta (quer com
relação jurídica de emprego por tempo determinado ou determinável quer sem qualquer relação jurídica de emprego público anterior). O recrutamento de candidato sem relação jurídica de emprego por tempo indeterminado só pode acontecer quando exista «impossibilidade de ocupação» do posto de trabalho por trabalhador com relação jurídica de emprego por tempo indeterminado. A «impossibilidade» reporta-se ao recrutamento e este só acontece ou se concretiza pela constituição da relação jurídica de emprego.
Significa isto que o controlo do princípio segundo o qual não se pode recrutar um trabalhador sem relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado sem previamente se ter apurado a impossibilidade de se recrutar um trabalhador com relação jurídica de emprego público
indeterminado se tem de verificar «sempre», relativamente a qualquer procedimento de recrutamento, tenha este sido organizado a partir de um concurso interno ou a partir de um concurso externo.”
In O Recrutamento de Trabalhador Público – Publicado pela provedoria da justiça.
Mais do que ficar longe, é uma questão de justiça Bruno. As regras devem ser claras e iguais para todos. Se as querem mudar, devem avisar e legislar com antecedência. Não se deve brincar com a vida das pessoas. Quem anda nisto há mais de 20 anos sabe perfeitamente como é que funcionam os pedidos de horários!! Este ano o ME agiu de má fé, de matreiro… pela calada. Quando os professores estavam de férias, lançou aquilo que nenhum professor dos quadros com mais de 20/30 anos de carreira estava à espera. A culpa não é dos novos VE, nem dos “velhos” vinculados, a culpa é, sim, dos sucessivos ME que, ano após ano, desrespeitam esta classe.
volto a dizer, onde está escrito que os horários têm que sair todos ao mesmo tempo, o que me incomoda é eu fazer 140 km por dia durante um ano com horário incompleto e receber o correspondente ao numero de horas que tenho, e ter pessoal exigir completo nem que seja com oito horas… isso é q é gozar com o dinheiro publico…
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Não se deve brincar é com o Dinheiro dos Contribuintes.
Portugal tem uma Enorme Divida Pública devido a sustentar malandros.
Não se deve brincar é com quem trabalha duro no Sector Privado para sustentar Funcionários Públicos que não querem trabalhar.
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1ª -Tu não és um Contribuinte Indignado, mas sim um petista ressabiado.
2ª- Os professores deviam trabalhar 35h na escola e não levar absolutamente nenhum trabalho para casa.
3ª O material de trabalho devia ser fornecido pelo empregador, Um escritório com computador, impressora, papel tinteiros e por aí adiante.
4º Aí tu ficarias indignado quando visses o orçamento da educação subir para o dobro ou para o triplo.
Esse ponto de vista não está correto por uma simples razão: Quando alguém concorreu para o QZP7 mas pretende ficar perto de Faro, fê-lo tendo a plena consciência que as regras permitiam essa mobilidade e fê-lo a contar com essa mobilidade consagrada na lei. Não está correto virem agora dizer que afinal quem concorreu para o QZP7 fê-lo por sua conta e risco quando, de facto, a lei permitia/permite essa mudança de escola.
O seu raciocínio só se mantém se não consegue perceber como e porque é que as pessoas fizeram determinadas escolhas. Eu concordaria consigo se e só se quando alguém concorreu para o QZP7 sabia que tinha de dar aulas nessa zona mas, desculpando a repetição, não foi nessas condições que os professores fizeram as suas escolhas.
É preciso perceber o ponto de partida para perceber o que levou a certas escolhas.
exatamente , permitia a mobilidade, mas não garantia a mobilidade e essa é a questão.
Se se pretende ficar em Faro, não se concorre para vincular num QZP a mais de 200 quilómetros de distância.
Concordo, isso é uma manobra para ficar nos lugares dos qzp do respetivo lugar de provimento. Não devia ser aceite pelo governo, pois assim nunca são ocupadas as reais vagas do qzp7 ex., enquanto o qzp1 sobram prof que sempre lá estiveram vinculados. Isto cabe na cabeça de alguém!!!. !!
ahahahah…”consagrada na lei” …não posso! É consagrado na lei dar mobilidade a toda a gente? Meu caro, o que está consagrado na lei, mas essa parte você deve ter avançado, é que se não houver lugar para si, você tem de dar aulas no local definido no seu contrato.
Para quem não me compreendeu:
Eu não disse que a mobilidade era garantida: É uma possibilidade que está consagrada na lei.
Para quem não compreendeu:
Quem faz um bom estudo das listas de graduação, consegue ter uma noção sobre a possibilidade de se aproximar ou não de casa e de fazer as suas escolhas em conformidade.
E os à qzp que vincularam no qzp e viram aumentar 4x mais a sua zona… Sabiam ! E antes que ninguém vinha de outro qzp à frente dos de provimento, mudaram isso e respeitaram os que foram ultrapassados… Os qzp provimento só deviam ter à frente qa horário zero!
Colega Bruno estes QZPês é gente oportunista e que apenas olha para o seu umbigo e que julga que o Governo embarca nestas manifestações de meninos embirrentos.
Querem trabalhar 6 horas lectivas (6 horas de aulas), ao lado de casa e o resto do tempo andam a pastar, mas querem o ordenado por inteiro.
É logico que, se o Governo desse o seu aval a esta situação, prejudicaria as finanças do país.
Ninguém nos apontou uma arma para concorrermos, isso é verdade, mas então concorda que os professores sejam eternamente precários quer tenham 20 ou 30 anos de contratos? Para si os professores não devem ter direito nem a carreira nem a estabilidade?
Sabe muito bem que só se vincula através de um QZP e também sabe o tamanho dos QZP , não sabe? Chega de demagogia. Ainda vivemos num estado de direito e o que foi feito foi uma tremenda sacanagem, porque não se respeitaram os professores mais graduados. Estou cansado do argumento das “8 horas perto de casa” . Seja honesto e responda: é mesmo isso que está em causa?
Obviamente !!!
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Será que estes 100 artistas são dementes mentais??????
Querem dar 6 Horas de Aulas ao lado de casa e Ganhar o Ordenado por Inteiro????
Esta gente é DOIDA.
Os CONTRIBUINTES não estão disponíveis para pagar Salários (de 1.518,63 EUROS + Subsidio de Alimentação – 1º Escalão – Índice 167) a conjunto de artistas que Não Quer Trabalhar.
É preciso dizer BASTA a este SAQUE AOS DINHEIROS PÚBLICOS.
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E há artistas com salários mais elevados. É importante ter presente que este conjunto de SAQUEADORES DO DINHEIRO PÚBLICO não está todo no 1º escalão da “carreira indecente”. Ganham principescamente mas ainda querem mais MORDOMIAS.
Para quem desconhece, aqui está a TABELA SALARIAL destes POBREZINHOS.
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http://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/10/vencimento.jpg
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URGE realizar a MUNICIPALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO na sua plenitude.
URGE fiscalizar esta gente.
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Deixe de ser idiota!
Esses valores são correspondentes ao vencimento ILÍQUIDO!
Se subtrair a isso o IRS descontado na fonte, a contribuição para a ADSE e a contribuição para a Caixa Geral de Aposentações, todos eles valores proporcionais a cada índice, os valores resultantes são substancialmente menores.
A título de exemplo, o Índice 167, correspondente ao 1.º Escalão, sem o Subsídio de Refeição, o valor líquido não chega aos 1000 euros.
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Meu caro não faça dos outros mentecaptos. Este esclarecimento deve dar a estes 100 colegas seus porque não tenho dúvidas relativamente à incapacidade mental.
Toda a gente que trabalha sabe que desconta IRS + CGA ou Seg. Social……IVA (quando se adquire qualquer coisa)……
Referi Salários ilíquidos. Acha pouco?….Se acha pouco faça-se à vida e vá trabalhar no sector privado. Desta forma daria um contributo positivo ao País.
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Quer dizer que no privado não existem “malandros”?
“Malandros” tanto existem no público como no privado.
É tudo uma questão de brio na profissão. E ter a consciência tranquila!
1ª -Tu não és um Contribuinte Indignado, mas sim um petista ressabiado.
2ª- Os professores deviam trabalhar 35h na escola e não levar absolutamente nenhum trabalho para casa.
3ª O material de trabalho devia ser fornecido pelo empregador, Um escritório com computador, impressora, papel tinteiros e por aí adiante.
4º Aí tu ficarias indignado quando visses o orçamento da educação subir para o dobro ou para o triplo.
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O cacique vai fiscalizar as contratações das autarquias. Já concorri a mais de 30 autarquias nunca vi nenhum concurso com critérios claros e justos como no concurso de professores.
“Contribuinte Indignado ” vai fiscalizar as contratações das autarquias dominadas pelos caciques locais. Já concorri a mais de 30 autarquias nunca vi nenhum concurso com critérios claros e justos como no concurso de professores
1ª -Tu não és um Contribuinte Indignado, mas sim um petista ressabiado.
2ª- Os professores deviam trabalhar 35h na escola e não levar absolutamente nenhum trabalho para casa.
3ª O material de trabalho devia ser fornecido pelo empregador, Um escritório com computador, impressora, papel tinteiros e por aí adiante.
4º Aí tu ficarias indignado quando visses o orçamento da educação subir para o dobro ou para o triplo.
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Devia debruçar-se sobre o vencimento líquido e questionar-se para onde vão os nossos impostos. Informo-o que um docente com o índice 205 recebe 1200 euros. Até concordo com a municipalização da educação, mas não em Portugal. Olhe para as autarquias e veja o que se passa por lá, “autarquia familiar e amigos”.
1ª -Tu não és um Contribuinte Indignado, mas sim um petista ressabiado.
2ª- Os professores deviam trabalhar 35h na escola e não levar absolutamente nenhum trabalho para casa.
3ª O material de trabalho devia ser fornecido pelo empregador, Um escritório com computador, impressora, papel tinteiros e por aí adiante.
4º Aí tu ficarias indignado quando visses o orçamento da educação subir para o dobro ou para o triplo.
5º Precisa de apoio psicológico.
Acrescento:
6- Ajudas de alojamento e transporte como beneficiam os deputados.Não entendo como o Arlindo aceita comentários desta NÓDOA. O melhor não responder.
Agora já são 6 horas? pensei que a reivindicação eram “8 horas ao pé de casa” com tem fartado de repetir.
Digo-lhe mais uma vez: vá trabalhar, pois a treta é improdutiva.
A quantidade de posts que aqui coloca só revela que vive, mas é À CUSTA DOS CONTRIBUINTES. Deve usufruir do Rendimento de Inserção Social. Só pode.
Uma vergonha tanta birra porquê???. Os colegas QZP foram colocados longe porque concorreram para lá ninguém os obrigou…. todos os anos os concursos tem alterações nunca ninguém garantiu mobilidade. Deviam ter lido a legislação e logo percebiam que seria um risco agora assumam o risco. Existem muitos contratados que podia vincular a 300 ou 350 km de casa mas depois de pensar optaram por concorrer apenas para perto da sua residência e por isso continuam contratados. São opções individuais que cada um deve aceitar. Muitos colegas contratados também tem família e trabalham 10 ou 15 anos a 300 ou 400 km de casa levam constantemente com mudanças nos concursos e ninguém quer saber.
Diga lá onde está o QZP “perto da sua residência”? É cada estupidez que até dói. Se está à espera de um QZP perto da sua residência mais vale abandonar a profissão, porque se podia vincular e não o fez, daqui a uns tempos o ME não vai precisar de contratá-lo. O objetivo é acabar com os dinheiro gasto em contratações, sabe?. Nessa altura quero ver se o seu raciocínio é o mesmo. Boa sorte.
Sou contratada há 20 anos e contra mim falo. O Estado não tem de dar emprego a toda a gente. Não é um centro de emprego. Sim, se acabar com as contratações é porque já não precisa delas e põe efetivamente a trabalhar os do QE/QZP… onde está o problema?Tenho consciência que nada é garantido, desde 1996… sempre tive essa noção, podia ter mudado… concorri à VE, não fiquei no Algarve por sete lugares… se ficasse ia para lá … moro a 600 km. Não ia reclamar “sol na eira e chuva no naval”. Injustiças, ultrapassagens??? Sim, desde os miniconcursos, reservas de recrutamento… há sempre um menos graduado que na seguinte fica mais bem colocado. Os horários não surgem todos ao mesmo tempo!!! Que tal propor ao Ministério deixar sair os horários todos até dezembro e depois vocês escolhem.??? Aliás, quem ficou efetivo num QZP, só podia concorrer a esse, não se percebe outra lógica, se foi apurada nesse QZP essa necessidade!!!.Tudo o resto é circo…
Exato.
A dignidade da profissão docente bateu no fundo do poço. Hoje em dia ser professor do ensino básico e secundário não tem qualquer prestígio. E porquê? Porque somos muitos e facilmente substituíveis. E os governos têm essa noção. E vão gozando com a nossa cara.
Na minha escola temos lá um QZPê do grupo 240 que não obteve colocação e apresentou lá na escola. Anda lá sem horário atribuido e o estado continua a pagar-lhe o ordenado.
É um exemplo de alguem que tem Zero Horas Letivas e Ordenado por Inteiro.
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Esse ARTISTA devia ir para o QUADRO DE DISPONÍVEIS.
A isso chama-se ROUBAR DINHEIRO DOS CONTRIBUINTES e depois não há dinheiro para quem efectivamente necessita dele (por exemplo, na área da saúde).
Será que os restantes professores aceitam passivamente situações destas?
VERGONHA
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Não consigo ficar indiferente e acho piada a este parvalhão do INDIGNADO que se preocupa muito com os dinheiros públicos.
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Ó meu grande coiro…meu FDP…..preocupo-me SIM porque pago impostos para sustentar uma cambada de cabxões que não querem trabalhar como tu. Entendes?
Queres que te faça um desenho?
És um camelo (digo um sitori da treta).
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Caro Contribuinte Indignado,
a partir do momento em que usa esse tipo de linguagem devia ter vergonha e não dar opinião.
são pessoas assim que nos envergonham como Educadores.
Joana, que falta de solidariedade com os colegas. Nível tão baixo. É pena que não tenha horário zero. Parma e estúpida.
Solidariedade?????!!!!!! Esta deve ser do quadro e chuta para os contratados 6, sete níveis e as turmas que não quer… e vem falar em solidariedade! Joana tem toda a razão do meu, é o dinheiro dos nossos impostos e o futuro dos nossos filhos. ÀS tantas, ainda dá explicações na Biblioteca e não passam recibos, como mais de 99,9% dos colegas, que dão explicações, e ainda se gabam que ganham mais que no dia 23 de cada mês!!!!
razão do mundo
A Esperança oferecida a auto-Epimeteu, qual Hermes-costa, o mohné. Disse-
Uma grande questão, que até agora não vi os sindicatos fazerem um caracol para que seja alterada, é a dimensão dos quadros de zona pedagógica. Qualquer pessoa que não esteja dentro do assunto, e após explicação, fica abismada como é possível que alguém conceba tal monstruosidade.
Já li muita coisa, e realmente os colegas concorreram para os locais onde ficaram colocados, disso não há dúvida. Até porque sendo afetos a um quadro de zona, são obrigados a fazê-lo. Mas com as dimensões dos mesmos, correm o risco de ficarem muito longe de casa. E agora, da forma como foram feitas as colocações, deu nisto!
Mas a culpa não é só do ministério, é também das escolas, porque guardam horários para os amigos, e não comunicam as faltas de horários devidamente nem fazem pressão junto do ministério para acabar com esta palhaçada! Em muitos casos não lhes interessa, porque as cunhas e as sacanices na atribuição de horários continuam e vão continuar!
Mas outro ponto onde muitos colegas não têm razão nenhuma reside no facto de, agora que lhes toca na pele, reclamam e fazem barulho, mas no passado, quando os professores contratados foram roubados à descarada, nem quiseram saber. Agora já somos todos professores??? Pois…
O grande mal desta profissão é que não existe união enquanto classe profissional, muitos só reclamam quando lhes toca na pele, quando é o vizinho do lado “que se foda, antes ele que eu!”
Esta é a realidade, nua e crua.
Agora é só esperar pelos comentários a ofender, a chamar nomes, a mandar bocas, mas isso já é o habitual…
Ninguém vai “mandar bocas”, porque o seu comentário é assertivo e realista. Penso, e muitos colegas pensam do mesmo modo, pode ter a certeza.
Não estou a ver se o costa Prometeu ou Epimeteu.
Meus caros, isto é muito simples:
Os que agora se queixam de ter sido ultrapassados e ter ficado mais longe de casa
do que nos últimos 4 anos, não se queixaram quando efetivaram à frente de muitos contratados que estavam à sua frente. E porquê? Porque venderam a alma ao diabo e em vez de fazerem cm deve ser e aguardar por vaga de efectivação na área de residência, ultrapassaram tudo e todos para efetivar a 400 e 500 km. Meus caros manhosos, agora o diabo quer a vossa parte do acordo. Tenham vergonha na cara e admitam o que fizeram. Mas alguém no seu perfeito juízo escolhe efetivar no Algarve quando tem família em Chaves?? É a deturpação e desvirtuacao total do que deveria ser a mobilidade interna. Seja 8 horas seja 22, não entro nessas demagogias baratas. E por uns manhosos, vão pagar todos.
A mobilidade é possível mas não é garantida. Se não saem os horários todos a 25 de Agosto, qual é o problema mesmo? Onde está escrito que devem sair todos a 25? Contaram com ovo no cu da galinha mas nos últimos anos, a efetivar a 700 km de casa, pimenta no cu dos outros foi refresco não é?
Pedem que o ME seja justo e verdadeiro, seja-no vocês primeiro!
Se é de Chaves e ficou colocado no QZP onde efetivou, seja Algarve seja onde for, foi porque profissionais e colegas mais graduados ficaram colocados nas necessidades das escolas da zona de Chaves e arredores. Simples. E depois destes ainda terão ficado no QZP1 os que estão vinculados nesse QZP originalmente. Nada mais simples. O que seria justo para estes Chico-espertos que usam e abusam da MI? Que quem efetivou no QZP1 ficasse colocado longe de casa para os efetivos do 7 virem para Braga? Isso é que seria justo? Pois seria isso que aconteceria e vocês sabem-no.
Efetivos devem ficar nas necessidades principais das escolas. E que isso seja primariamente nas escolas do QZP de vínculo. MI só em caso de necessidades adicionais. Não a perversão que a maioria dos abusadores de MI acabaram por transformar.
Espero sinceramente que o ME não recue pois este foi o primeiro de vários passos que naturalmente procura rentabilizar os recursos da engrenagem imensa que é o ensino. Basta ver a taxa de colocação à data. Querem leccionar garantidamente perto de casa como efetivo? Efetivamente perto de casa.
Estes pontos e muito mais necessitam chegar à CS pois parece que estão todos os professores descontentes com estas colocações e todos concordam com estes 100 ou coisa que o valha. Nada mais longe da verdade. E destes 100 que hoje estiveram em Matosinhos, a maioria deveria é responder porque efetivaram realmente a mais de 400km de casa. Aposto que iria ser interessante. Mas isso não berram eles para os microfones da CS… Chamem-lhes parvos.
Há quem ache que os professores devem aceitar de bom grado a colocação que obtiveram, ainda que tenham sido ultrapassados por colegas menos graduados. Afinal, ficaram colocados numa escola para a qual concorreram, não é? E «se não queriam ir para lá, não tivessem concorrido».
Se estas pessoas, ou os seus familiares próximos, se candidatarem a um curso do ensino superior (selecionando várias universidades por ordem decrescente de preferência) e ficarem colocados numa das últimas opções, devem aceitar de bom grado essa colocação, mesmo que vejam outros candidatos com classificações inferiores colocados nas universidades das suas primeiras preferências. Afinal ficaram colocados numa universidade para a qual concorreram não é verdade?
E – se forem professores – se nos próximos anos for a sua vez de ser ultrapassados por colegas menos graduados, devem aceitar bem essa situação. Afinal, ninguém os colocou numa escola para a qual não tenham concorrido, não é?
É que uma coisa é concorrer a duzentas escolas e ficar colocado numa das últimas opções, mas saber que não se foi ultrapassado e que a sua graduação não permitia uma colocação melhor. Trabalha-se, ainda que longe de casa, com a sensação de justiça, pelo menos no que toca ao concurso.
Outra coisa, completamente diferente, é concorrer às mesmas duzentas escolas, ficar colocado numa das últimas opções, e concluir que se foi ultrapassado por colegas menos graduados. Trabalha-se, além de longe de casa, com a sensação constante da injustiça.
É importante lembrar – para quem usa o argumento «se não queria ir para lá não concorria para lá» – que ninguém disse que o professor não queria ir para lá. Queria ir sim, desde que com a certeza que não era possível mais perto e que não seria ultrapassado. E esta certeza só se obtém – para quem não sabe – no fim do concurso. Antes não é possível saber. Daí concorrer-se para várias escolas, por ordem de preferência.
Por último, há aqueles que acham mal que um professor interponha uma Providência Cautelar, mesmo que tenha razão, porque «também foram injustiçados e ninguém fez nada».
Para esses é preciso explicar que ninguém pode interpor uma Providência Cautelar em vosso nome a não ser vós mesmos. Não se queixem de alguém que faz, só porque vocês não fazem. Podem queixar-se sim, se, sendo sindicalizados, o sindicato se empenhou no sócio x e desprezou a situação do sócio y.
Lutam agora? …
Faz de conta não ter percebido antes, já morri antes de Bertold.
Claro que no privado existem malandros, por pouco tempo.
Tão privados, pois foram todos para os serviços secretos, a bem da pátria quem não aparece em lista, chiu, quero aqui o fugitivo, chame-se ele costa ou costa d’afectos e coisa, no qual votaram!
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Uma musiquinha para alegrar os meninos da BIRRENTOS
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https://www.youtube.com/watch?v=Cdl-8DJf6LQ&list=RDCdl-8DJf6LQ
Vincularam longe de casa, estão na carreira, deixaram de ser precários e agora querem tirar os poucos horários incompletos que existem para os contratados no Norte. Se não houvesse um único horário no Norte (completo ou incompleto) gostava de saber se haveria toda essa contestação.
Sim, são os professores do Norte, que quase nunca conseguem vincular que se arriscam a vincular longe pois não querem esperar para vincular quando houver vagas na sua zona. Agora, acham-se no direito de retirar os poucos horários que existem àqueles que não arriscaram vincular longe de casa, encontrando-se na situação de contratados.
Mas não os culpo. O grande culpado é o Ministério da Educação que ao longo dos últimos vinte anos também me prejudicou com as sucessivas alterações de leis e regras a meio do jogo.
É o Ministério da Educação o culpado de criar nos contratados, como eu, uma expetativa de futuro ao contabilizar como tempo de serviço apenas aquele que era acumulado em escolas públicas. De um momento para o outro, sem salvaguardar os interesses de quem sempre deu preferência ao ensino público, decide que todo o tempo prestado em instituições privadas de ensino passa a ser contabilizado nos concursos de acesso às escolas públicas.
Imaginam quantos docentes do privado me ultrapassaram nos últimos anos? Por que é que, depois de tantos anos (eu dou aulas como contratada há vinte anos,) se mudaram as regras? Mudaram as regras para beneficiar os interesses de quem, nestes últimos vinte anos, não quis sujeitar-se a horários muito precários e incompletos (da escola pública) e preferiu ter alguma estabilidade na vida, concorrendo a colégios privados, perto de suas casas e a auferir vencimentos de horários completos. Quem, como eu, na expetativa de acumular tempo de serviço em escolas públicas, aceitou horários muito reduzidos e temporários (por vezes sujeitando-se ao desemprego) e, em quase 20 anos de docência, apenas conseguiu acumular seis, ainda continua precária, sujeita ao desemprego e cada vez mais ultrapassada nas listas de colocação. Mas não atirem já as pedras! Eu não aceitei horários reduzidos pora poder ficar perto de casa! Eu concorri sempre a horários completos e para todo o país. Só não tive a sorte de ter conseguido horários completos. Assim, todos os anos, por meados de outubro-novembro via-me obrigada a aceitar pequenos horários para não ficar sem trabalho.
Mas o ME errou em muito mais! Quando autorizou a abertura de cursos superiores de ensino para os quais não criou os grupos de recrutamento correspondentes. Estou a falar do grupo 350, deitando por terra as expetativas de todos aqueles que investiram nesses cursos como uma forma de requalificação e uma alternativa de emprego.
E que dizer do Mestrado em Ensino de História e Geografia no 3º Ciclo e Secundário que vigorou por um curto espaço de tempo para logo se extinguir? Quem beneficiou desse curso? E qual foi o grupo de recrutamento criado para esse grupo (de ensino de História e Geografia)? Que eu saiba não existe nenhum grupo de recrutamento para ensino de História e Geografia. Existe o grupo de História (400) e o grupo de geografia (420). No entanto, os interesses de quem realizou esse mestrado (e quase todos saíram com notas exorbitantes) foram salvaguardados. Todos puderam concorrer. Já quem concluiu o Mestrado em Ensino de Inglês e Espanhol no Ensino Básico ficou impedido de concorrer ao grupo 350 por esse mestrado não ter um grupo de recrutamento correspondente. Os interesses dessas pessoas nunca foram salvaguardados.
E sobre a alteração das regras de graduação dos docentes dos grupos 110, 220 e 330 que, embora sendo considerados profissionalizados no grupo 120 a partir do momento em que concluíram o curso de complemento em Inglês, viram todo o seu tempo de serviço contabilizado como se tivessem sido profissionalizados no grupo 120, desde a sua primeira formação profissional? Por que razão se mudaram as regras? Talvez para dar uma ajudinha aos amigos que, por outra via, não conseguiam colocação em Inglês. Se essa é a regra por que não aplicá-la a outras situações? Por que razão só foi aplicada aos docentes desses grupos? Se um professor fez duas ou mais profissionalizações para grupos distintos deveria ver contabilizado todo o seu tempo de serviço desde a primeira profissionalização como sendo “tempo após a profissionalização”.
O Ministério é também culpado de não estabelecer critérios bem definidos de contabilização do tempo de serviço acumulado em mais do que um estabelecimento de ensino. Não havendo uniformização de critérios, cada escola contabiliza o tempo como entende. Por esse motivo, muitos professores têm sido permanentemente beneficiados em detrimento de outros que, de ano para ano, ficam para trás nas listas de graduação.
E como é possível que o ME autorize as escolas a colocar docentes do grupo 400 (já para não falar de outros grupos que estão ainda menos habilitados) a lecionar no grupo 200 quando para o ME um professor do grupo 400 não possui, sequer, habilitação própria para o grupo 200. No entanto, graças a isso, muitos docentes acumularam tempo de serviço indevidamente e hoje estão a vincular com tempo de serviço prestado no grupo 200.
Na verdade, eu que sou do grupo 400 (História), sinto-me perfeitamente habilitada para lecionar no grupo 200 (Português e História e Geografia) e gostaria de o poder fazer mas, parece que possuo habilitações a mais! Esta é mais uma injustiça do ME.
Tenho um filho e não pude ter mais pois com esta precariedade não se podem fazer planos para o futuro. O Ministério da Educação a todo o momento quebra as nossas expetativas.
Hoje, a caminho dos 50, já não tenho esperança de um dia vincular. Mas se tiver a sorte de, um dia, as regras mudarem a meu favor, já estarei velha, cansada e doente e em condições de vincular longe de casa para depois solicitar a mobilidade por doença para aproximação à residência.
Desabafo de um(a) Professor(a)
Para refletir
“Eu passei por tanto stress durante o último concurso interno (concurso e expetativa do resultado)… Não conseguia obter colocação no qzp da minha área de residência, pois, concurso após concurso as vagas eram sistematicamente ocupadas por colegas contratados com muito menos graduação (Poucos falaram desta situação que é muito mais injusta do que aquilo que está acontecer agora com este concurso de mob.interna…).
Eu passei por tanto stress durante o último concurso de mobilidade interna (concurso e expetativa do resultado- o mês de agosto todo (férias!?)), pois a colocação é por quatro anos (desde que existam no mínimo seis horas letivas, claro!). O resultado saiu a 25 de agosto. Apesar de tudo correu bem, fiquei satisfeito(a) com a colocação… Agora, de um momento para o outro não se pode mudar o que estava estipulado (na lei) para quatro anos só porque se tem uma conversa com elementos do governo. O ME quando tomou a opção de selecionar só horários completos para colocação da MI deve ter refletido (?) sobre o assunto (nº de colocações, legalidade…) e sabia claramente as consequências, incluindo a contestação… O ano letivo está a começar e sinto-me…
Tão rapidamente não me façam sofrer mais em relação aos concursos”.
“Um grupo de professores (dos que lutam)”
Desculpai lá! Lutam o tanas! Fazem BIRRA por uma lista à medida das conveniências. Se ficassem ao lado de casa, como era costume, os problemas continuavam e eles queriam lá saber.
CONTRIBUINTE INDIGNADO, VULGO MONTE DE MERDA
1ª -Tu não és um Contribuinte Indignado, mas sim um petista ressabiado.
2ª- Os professores deviam trabalhar 35h na escola e não levar absolutamente nenhum trabalho para casa.
3ª O material de trabalho devia ser fornecido pelo empregador, Um escritório com computador, impressora, papel tinteiros e por aí adiante.
4º Aí tu ficarias indignado quando visses o orçamento da educação subir para o dobro ou para o triplo.
Desabafo de um(a) Professor(a)
Para refletir
“Eu passei por tanto stress durante
o último concurso interno (concurso e expetativa do resultado)… Não conseguia
obter colocação no qzp da minha área de residência, pois, concurso após
concurso as vagas eram sistematicamente ocupadas por colegas contratados com
muito menos graduação (Durante anos poucos falaram desta situação que é muito
mais injusta do que aquilo que está acontecer agora com este concurso de mob.
interna…).
Eu passei por tanto stress durante o último concurso de mobilidade interna (concurso e expetativa do resultado- o mês de agosto todo (férias!?)), pois a colocação é por quatro anos (desde que existam no mínimo seis horas letivas, claro!). O resultado saiu a 25 de agosto. Apesar de tudo correu bem, fiquei satisfeito(a) com a colocação… Agora, de um momento para o outro não se pode mudar o que estava estipulado (na lei) para quatro anos. O ME quando tomou a opção de selecionar só horários completos para colocação da MI deve
ter refletido (?) sobre o assunto (nº de colocações, legalidade…) e sabia claramente as consequências, incluindo a contestação…
O ano letivo está a começar e sinto-me…
Tão rapidamente não me façam sofrer mais em relação aos concursos”.
Componente letiva de 22horas!!??? BEntão e os que têm 25h de componente letiva não existem!!!???
A verdade é que as escolas não colocaram todos os horários completos a concurso quando deveriam. E agora vão abrir vagas para efetivar nesses lugares que só abriram porque as escolas são incompetentes pois se não fossem não teriam ficado mais de 2 000 efetivos sem horários a 25 de agosto e porque o ME é incompentente ou não teria depois na 1 RR atribuído horários incompletos a efetivos deixando essas vagas para contratados.Quem se responsabiliza por esses lugares que vão ficticiamente para contratação que serão vagas de quadro para mais extraordinários? .
Caros Professores,
Na medicina quando se quer tratar uma doença em primeiro faz-se o diagnóstico e depois propõe-se o tratamento. Diagnosticar sem tratar não resolve nada e é perda de tempo. Tratar sem fazer o diagnóstico é estúpido e perigoso, pois só por milagre acerta na doença e terá resultados positivos. O que V.Exas. querem é um tratamento sem identificar a doença a tratar. Pois eu dou-vos uma ajuda: a vossa doença chama-se QZP, uma figura estúpida que alguns governantes decidiram inventar nos anos 90 para recolherem uns milhares de votos de professores que foram metidos à pressão num sistema que já não os acolhia, pois já havia mais professores nos quadros do que vagas para ocupar. Como já não era possível colocar os professores nos quadros das escolas e deixar as substituições para os contratados, inventaram-se os QZP. Está aí o resultado.
Se querem por ordem nisto, acabem com a figura do QZP e passem a trabalhar apenas com professores no quadro e professores contratados para tapar os buracos que vão sempre aparecer, até que eles próprios consigam uma vaga no quadro de uma escola. O QZP é um professor contratado com vínculo eterno ao estado. E depois andamos nesta palhaçada do “eu, como queria entrar para o quadro, fui para o QZP de Bragança, mas agora quero ficar em Leiria, que é onde moro”. Assim não dá! Aproveitem agora que os mais velhos estão para se ir embora para pedir alguma lógica para a vossa profissão.