Por um concurso Justo

 

No último dia 25 de agosto, milhares de professores ficaram em choque com as colocações que saíram do concurso da Mobilidade Interna e Contratação Inicial.

Como costuma acontecer, as escolas inseriram na plataforma SIGRHE horários completos e incompletos, anuais, que iriam ser considerados nesses concursos. Todos eles são disponibilizados não só para a Mobilidade Interna como para a Contratação Inicial.

No último Agosto isso não aconteceu. Apareceram apenas horários completos.

Na Contratação Inicial é desejável e expectável que isso aconteça. O mesmo não sucede com os candidatos da Mobilidade Interna, uma vez que, como facilmente se compreende, sendo, numa primeira lista colocados os docentes mais graduados exclusivamente neste tipo de horários, se concluirá que em fases posteriores haverá ultrapassagens.

Assim, e a partir de um conjunto de professores que participam nas redes sociais, organizou-se um grupo no Facebook que rapidamente juntou vontades e determinações. Deste modo, na passada quarta-feira, dia 30 de agosto, promoveu-se uma manifestação e uma vigília junto à Direção- Geral dos Estabelecimentos Escolares, no Porto, de modo a denunciar essas irregularidades e ilegalidades.

O grupo “luta por concursos de professores mais justoshttps://www.facebook.com/groups/127233277900374/, também possui uma página https://www.facebook.com/umconcursojusto/, onde se publicam as notícias mais significativas sobre todo este processo. Tem havido uma adesão massiva de professores insatisfeitos com toda a situação uma vez que, este ano, essas colocações foram atrozes em termos de desrespeito à graduação profissional dos docentes a concurso.

Passamos a explicar.

Segundo o Dec.-Lei nº 28/2017, de 15 de Março, documento que define o regime de recrutamento e mobilidade do pessoal docente dos ensinos básico e secundário, no seu art.º 25º, Necessidades temporárias 1 — Consideram-se «necessidades temporárias» as que resultem da não satisfação pelos concursos interno e externo, das variações anuais de serviço docente e as correspondentes à recuperação automática dos horários da mobilidade interna e no artº 26º define-se a Ordenação das necessidades temporárias. Para efeitos de necessidades temporárias dos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas, os docentes são ordenados de acordo com a graduação profissional e na seguinte sequência:

  1. Docentes de carreira a quem não é possível atribuir, pelo menos, seis horas de componente letiva;
  2. Docentes de carreira vinculados a quadro de zona pedagógica a quem não é possível atribuir, pelo menos, seis horas de componente letiva;
  3. Docentes de carreira dos agrupamentos de escolas ou de escolas não agrupadas que pretendam exercer transitoriamente funções docentes noutro agrupamento de escolas ou em escola não agrupada;
  4. Candidatos não colocados no concurso externo, bem como candidatos à contratação inicial.

Ora, no seu artº 27º define que as necessidades temporárias, estruturadas em horários completos ou incompletos, são recolhidas pela Direção-Geral da Administração Escolar mediante proposta do órgão de direção do agrupamento de escolas ou da escola não agrupada.

Não se compreende, pois, que haja professores menos graduados com horário completo em escolas que os mais graduados, tinham selecionado como suas preferências e que não foram respeitadas! Não se compreende como professores do quadro, menos graduados, possam ficar mais próximos, das suas residências, com 8 h!

Não se compreende este atropelo à lei e atentado à dignidade profissional da classe docente.

Consideramos, igualmente, que a Nota Informativa 01, da Reserva de Recrutamento, emitida a 6 de Setembro pela Direção-Geral da Administração Escolar, continua a basear-se em premissas ilegais e, mais grave, a induzir os interessados e a opinião pública em erro, ao esclarecer no seu ponto 1.2. que “Os horários a concurso na Reserva de Recrutamento correspondem aos horários pedidos pelos Agrupamentos de Escolas e Escolas não Agrupadas após (nosso sublinhado) as colocações em Mobilidade Interna e Contratação Inicial.”

Qualquer professor do quadro ganha por escalão e respectivo índice. Assim, estas colocações não fazem sentido no contexto do estipulado por lei.

Não sabemos quais os interesses que estão por detrás das “normas” de colocação deste ano.

Sabemos, sim, que nem a graduação nem as preferências dos professores foram respeitadas.

 

Grupo de Luta Por Concurso de Professores Mais Justo

 

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122 comentários

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    • Paula Ferreira on 7 de Setembro de 2017 at 9:04
    • Responder

    Nesta fase de colocações acabamos por ver a insólita situação de colocarem professores do quadro em horários reduzidos e professores contratados em horários completos ou menos reduzidos. Afinal qual é o critério?!

      • Rui on 7 de Setembro de 2017 at 11:26
      • Responder

      Aberrante seria em agosto, sequer antes do ano escolar começar, ver professores do quadro colocados em horários reduzidos e professores contratados em horários completos ou menos reduzidos.

        • anónimo on 7 de Setembro de 2017 at 16:44
        • Responder

        E porque é que saíram em Agosto? Havia necessidade disso? Porque não saíram TODOS NO DIA 5? Grande justiça.

          • Rui on 7 de Setembro de 2017 at 17:31

          Acha que essa pergunta tem cabimento? Que eu saiba o ano escolar começa a 01 de setembro.

          • Rodrigo Leão on 8 de Setembro de 2017 at 0:51

          .
          COSTA ESCUTA, A LUTA CONTINUA, O POVO ESTÁ NA RUA.

          COSTA ESCUTA, A LUTA CONTINUA, O POVO ESTÁ NA RUA.

          COSTA ESCUTA, A LUTA CONTINUA, QUEREMOS HORÁRIOS INCOMPLETOS

          .

      • Benvinda Branquinho on 7 de Setembro de 2017 at 17:46
      • Responder

      Os professores mais velhos já não podem trabalhar .Estão cansados.

    • Catarina on 7 de Setembro de 2017 at 10:07
    • Responder

    Não vejo onde houve ultrapassagens! Cada lista é uma lista diferente e em cada uma delas, foi respeitada a graduação respeitando a respetiva prioridade.
    As pessoas devem entender que a lista de Mobilidade Interna, publicada em 25 de agosto, foi uma única lista e de caracter definitivo para atribuir as vagas para mobilidade para o ano letivo 17/18 que se inicia a 01 de setembro de 2017. Essas vagas devem ser de horário completo? No meu entender, sim. Quem se quer movimentar, deve faze-lo para uma vaga de horário completo. A lista que saiu ontem é outra coisa, serviu para colocar os não colocados, os que não tiveram graduação para obter horário e que mesmo assim estavam a receber por inteiro. Acho um erro entenderem-na como Mobilidade Interna – parte 2. Os de ontem tiveram colocação nas suas preferências? Tiveram! Se querem que se deixe de colocar professores QUE NÃO TÊM HORÁRIO, segundo as suas preferências e passem a coloca-los por outro critério, tipo nº de horas, façam-no! O Ministério até agradece, bate palmas e lança os foguetes. Mas peçam isso e se no próximo ano não tiverem horário e tiveram na mobilidade e vos colocarem por horas e não por preferencia de lugar, não reclamem. Peçam muito para perder pau e bola, o Ministério agradecerá.
    Pedir/ exigir que a Mobilidade Interna, lista única e definitiva, contemple horários de 8 horas, isso não meus caros, não faz sentido nenhum. No meu entender, ainda bem que isso foi mudado!

      • Mariamorais on 7 de Setembro de 2017 at 10:33
      • Responder

      E quem, como eu, que tendo 4 h de redução da componente letiva ao abrigo do art.79, fui colocada na MI num horário de 22 e vejo ontem uma colega contratada ser colocada, precisamente, num horário de 18 horas anual numa escola que era a minha 3ª preferência? Onde para a justiça da minha colocação a 150km de deslocação diária?


      1. Justiças e injustiças sempre as houve em todos os concursos, houve ilegalidades? Penso que não, nenhum dos professores colocados foi colocado num QZP diferente do e provimento, logo, não ficaram mais afastados pelo simples facto de haver uma racionalização lógica do sistema. Nuno Crato veio desnortear os concursos todos com os extraordinários e a colocação em horários que não eram horários, finalmente houve quem olhasse para a coisa e visse que era um poço sem fundo.
        Na minha zona entraram no meu grupo só este ano 15 QZPs, desses 15 QZPs só 3 ficaram na zona, os outros entraram na MI em QZPs em que os titulares de provimento ficaram por colocar, o que faz com que tenham aberto pelo menos 12 horários completos de contrato que para o ano serão novamente lançados para QZPs, enchendo com o mesmo horário ano após ano o nº de QZPs desta zona.
        O ministro deveria abrir para o ano um concurso interno e um externo regular, deixar-se da loucura iniciada pelo PSD com a concordância dos sindicatos dos concursos de vinculação extraordinária. Quanto mais confusão houver mais os sindicatos ganham, mais gente com medo e mais associados para pagar as almoçaradas da camaradagem e menos decisões acertadas como esta poderão este e futuros ministros tomar.

          • Mariamorais on 7 de Setembro de 2017 at 11:01

          Onde está a racionalização neste caso? Ao concorrer à MI perguntavam qual a componente letiva, para quê? Ao referir que era de 18h, por que razão me colocam num horário de 22 se havia um exatamente com as 18h e onde foi colocada uma colega contratada? Para já não referir que, na minha 2ª opção, foram colocadas duas colegas QZP, com 22 e 8h.

          • Catarina on 7 de Setembro de 2017 at 13:00

          Mas essa contratada e essas duas QZP’s foram colocadas na Mobilidade Interna cuja lista foi publicada no dia 25 de agosto, ou foram colocadas ontem porque não tinham horário ainda atribuído?
          Agora devagarinho…
          N Ã O S E P O D E M C O M P A R AR L I S T A S!…..

          • Elisabete on 7 de Setembro de 2017 at 15:01

          Agora mais devagarinho para a colega: os horários que saíram ontem já tinham sido pedidos pelas escolas antes do 25 de agosto!!! Esses horários nunca deveriam ter ficado na gaveta!!! ( se calhar até fez jeito a muita gente…)

          • Catarina on 7 de Setembro de 2017 at 15:17

          Mais devagarinho aiiiiiiiinda!
          Pagam-vos ordenado completo e reclamam por horário incompleto!
          Que profissionais são estes?
          O correcto, primeiro os horários completos, depois as sobras.

          • Elisabete on 7 de Setembro de 2017 at 15:25

          Quem lhe disse que sou
          do quadro e que ganho pelo horário completo???

          • ecf on 7 de Setembro de 2017 at 20:09

          SE é colega, deve saber que o horário para um QZP ou QE é SEMPRE COMPLETADO, pelo que só aparentemente é incompleto. Aliás é isso que permite muitas vezes que nas escolas possa ser atribuído Apoio Pedagógico em algumas disciplinas para o qual, à partida, não haveria carga horária para o garantir.
          Pagam horário completo porque, efectivamente o docente cumpre um horário completo em termos de serviço.
          Não estou abrangida por esta situação, mas não gosto de ver injustiças.

          • Mariana on 7 de Setembro de 2017 at 21:26

          Mais uma razão para todos os horários a partir de pelo menos 18 horas irem a concurso.para vaga de escola no concurso interno.

          • PQND on 7 de Setembro de 2017 at 23:50

          Afirmação absolutamente correta e que vem demonstrar claramente que efetivamente deviam ter ido a concurso todos os horários, completos e incompletos!!!

          • João da Ega on 7 de Setembro de 2017 at 17:48

          Não se pode saber quantos e quais horários sairiam a 25 de agosto para além dos publicados na MI/CI já que as escolas tiveram de pedir todos os horários: os antigos e os novos.

          • Yaneth Moreira on 7 de Setembro de 2017 at 15:49

          Pode ser que no dia em que sejas QZP, por teres feito tudo para lá chegar, e vejas isto acontecer-te, mudes de opinião. Principalmente se tiveres uma bebé contigo. Sabes que quem é QZP há pouco tempo, teve que penar para o conseguir.

          • Mariana on 7 de Setembro de 2017 at 21:17

          Podem a partir do momento em que os professores mais velhos e com maior graduação dos quadros de escola com duas ou mais horas de redução só terem acesso às poucas ou nenhumas vagas que aparecem de horário completo no concurso interno.

          • Desonestidade! on 7 de Setembro de 2017 at 13:04

          Pois, enganaram-nos quando nos mandaram preencher o formulário, para depois alterarem o procedimento das colocações nas nossas costas. Mas depois voltaram ao mesmo. Porque seria? É nestas e noutras que se vê a seriedade ou a falta dela com que trabalham!!!!!!!!

          • Mariamorais on 7 de Setembro de 2017 at 13:16

          Mas pelo comentário acima, parece que ninguém quer entender isso. Se havia esses horários pedidos, e eu sei que havia, por que razão não foram atribuídos na MI, a quem para eles concorreu? Refiro, mais uma vez, que um dos horários, com a minha componente letiva foi, ontem, atribuído a uma prof. contratada. E, depois, vêm falar de racionalização de gastos.

          • Zé Manel on 7 de Setembro de 2017 at 14:06

          Esse horário de 18 horas deve ter surgido mais tarde…lembre-se que, aquando da MI, ainda havia turmas do profissional por aprovar…

          • Mariamorais on 7 de Setembro de 2017 at 14:25

          Eu, por acaso, sei que não. O que aconteceu foi que, tendo em conta a opção de só colocar em horários completos na MI, ficou esse sem ser distribuído. Não foi tida em conta a componente letiva.

          • Mariana on 7 de Setembro de 2017 at 21:31

          Essa desculpa dá muito jeito para a vaga ir para os escolhidos.

          • A on 7 de Setembro de 2017 at 18:00

          Sim, mas os QE que deveriam ter aberto nessas vagas também não puderam concorrer, pelo que volto a dizer, injustiças há em todos os concursos.

          • A on 7 de Setembro de 2017 at 18:02

          Até lhe dou mais uma dica, havia escolas que tinham pedido horários incompletos para a MI/RR e que após a colocação dos camaradas noutras escolas já não os pediram, estranho.

          • Maria Nunes on 7 de Setembro de 2017 at 18:05

          Na escola onde estou (eu estou no meu QZP de provimento, por isso não falo por mim), foram colocadas duas colegas em QZP que não é o seu.

        • Catarina on 7 de Setembro de 2017 at 11:10
        • Responder

        Colega, tal como afirmei não se podem comparar listas diferentes. A lista de Mobilidade era uma e foram colocados os melhores, nas melhores vagas disponibilizadas pelas escolas e que são as completas.
        A lista de ontem foi para colocar os piores, OS SEM HORÁRIO, que foram colocados nos restos.
        E na próxima lista vão ser colocados os piores dos piores, que vão ficar nos restos dos restos. Por aí fora.
        Aparecerão horários da vossa preferência nos restos? Isso é inevitável! Quem anda nesta vida de concursos, já sabe como isso é! As necessidades são apuradas à semana e não se pode ivitar que tal aconteça.
        Bom ano para si.

          • Catarina on 7 de Setembro de 2017 at 11:13

          Digo, evitar, em vez de “ivitar”

          • QUE DISPARATE! on 7 de Setembro de 2017 at 13:47

          Os melhores, segundo a Drª Leitão (que tal como a Catarina tenta mandar areia para os olhos dos outros, embora ninguém ande a dormir!) são os mais graduados e como tal não precisam de horário de 22h dado que a maioria tem redução da componente letiva ,tendo sido prejudicados por não poderem ser colocados em horários iguais à sua componente letiva. Os piores, os seja, os menos graduados ficaram beneficiados porque o critério não foi o mesmo e, portanto, já puderam ficar em horários incompletos tendo os contratados ficado, no mesmo qzp, com horários Completos. Como se vê não há coerência nem justiça. As listas devem obedecer ao mesmo crittério que deve estar bem definido aquando das candidaturas e não depois de estas estarem submetidas. Os restos na verdade não são restos porque os incompletos já estavam identificados e lançados em agosto mas omitidos em 25/08/2017. Faz algum sentido que horários de 20 ou 21h sejam considerados incompletos, quando se sabe que serão completos com Dt, apoios, coadjuvâncias? Por 1 ou 2 horas se colocam pessoas a dezenas ou centenas de km e POR 4 ANOS??????

          • Zé Manel on 7 de Setembro de 2017 at 14:10

          Se consultar as listas da MI, verifica que houve muitos professores colocados em horários completos com 18 e 20 horas…

          • Catarina on 7 de Setembro de 2017 at 15:03

          Zé, não vale a pena, não querem entender…As listas de 25 de agosto estão repletas desse tipo de horários, como não chegou para todos, o ME deu-lhes as 22h para não ficarem sem horário, sendo que eles poderiam pedir a redução na escola. Mas como ontem foram cuscar as listas e viram horários de 14, 18 e 20h, já andam loucos e a falar em horários retidos.

          • Haja paciência! on 7 de Setembro de 2017 at 15:32

          Ó Catarina, não diga mais mentiras nem perca tempo em tentar manipular os outros. Então acha que quem pertence aos quadros tem quantos anos de serviço???? Sabe por quantas escolas já passou??? Acha que quando uma pessoa do quadro concorre na MI não sabe o panorama de horários que vão existir nas escolas da sua residência. OH santa ignorância!!! Deixe-se de CINISMOS. Os horários incompletos JÁ ESTAVAM PEDIDOS PELAS ESCOLAS, MAS FORAM BLOQUEADOS PELA DGAE DE MODO A QUE AS COLOCAÇÕES OCORRESSEM APENAS EM HORÁRIOS COMPLETOS.

          • Eu explico on 7 de Setembro de 2017 at 15:57

          O Zé Manel está a fazer confusão. O horário é completo porque na coluna a seguir à designação da escola parece um “c” de completo, isto é, de 22h e na coluna seguinte e última aparece um nº por ex: 14, 16, 18,20 que significa a componente letiva daquele docente em concreto que lá ficou colocado. Ou seja, a pessoa atendendo à sua idade beneficia de redução. Assim, uma pessoa com componente de 18 h ao se apresentar na escola a direção tendo um horário com 22h terá de lhe retirar 4 para atribuir a outro colega. Percebe??? Portanto, estar a colocar pessoas com redução da componente letiva em 22h é estar a LIXAR esses horários. Muitas vezes basta retirar uma DT ou retiramruma disciplina que seja também comum a outro grupo disciplinar para ficar só com a componente daquele prof. Portanto, se a pessoa tem uma componente de 18h era preferível atribuir um de 18h, caso essa pessoa tenha concorrido para uma escola que o tenha. E o de 22h ficaria para outro colega do quadro ou contratado. O que o ME fez foi uma estupidez e uma sacanagem porque não só levou para longe o pessoal do quadro e diminuiu fortemente o nº de horários completos para a contratação.

          • Zé Manel on 7 de Setembro de 2017 at 21:56

          Não fiz confusão nenhuma…é só ler o meu post e o anterior…

          • A on 7 de Setembro de 2017 at 18:10

          Atenção que o que refere apenas aconteceu nalguns grupos, outros houve em que os horários incompletos foram para os contratos, logo houve racionalização do sistema. Muitos dos atuais QE ficaram prejudicados porque esses horários de 18 horas, que para o colega contam como horários de componente letiva, não abrem no CI por serem de 18 horas e não são considerados completos. Continua a haver injustiça para o colega porque o horário deveria contar para poder aproximar, mas se deveria contar para aproximar em QZP também deveria abrir para os QE e não abre. Volto a referir que injustiças há em todos os concursos.

          • Mariana on 7 de Setembro de 2017 at 21:50

          Não há direito a uma injustiça tão grande.!!!!!!!!

        • Catarina on 7 de Setembro de 2017 at 11:34
        • Responder

        A colega, se tinha direito a redução, poderia ter indicado esse facto aquando do seu concurso.

          • Mariamorais on 7 de Setembro de 2017 at 12:12

          Mas foi isso, exatamente, que eu fiz. Só que de nada adiantou. Com a decisão de só colocar horários completos, não ligaram à componente letiva de quem estavam a colocar. Para isso, não precisavam de perguntar pela nossa componente letiva aquando do concurso.

          • Catarina on 7 de Setembro de 2017 at 12:51

          “Não ligaram”…
          Volto a perguntar? Queria ficar sem colocação a 01 de setembro? Queria ficar sem horário atribuído sendo graduada para os horários ainda disponíveis a concurso? Atribuíram os horários incompletos aos professores que tinham a redução, até esgotarem essas ofertas, os restantes graduados, havendo horário para eles, foi-lhes dado! Isso é “não ligar” ??!!! O horário foi dado e você quando chegou à escola, pôde fazer os acertos. Onde está a injustiça? Santa paciência.

          • Mariamorais on 7 de Setembro de 2017 at 13:23

          Ainda não percebeu que, em vez de me darem um horário que obrigou a escola a refazer todos os outros, seria mais razoável terem-me atribuído um com a minha componente letiva em vez de ser atribuído a um contratado? Esse horário estava pedido quando me atribuíram o de 22h. Desta forma, poderia, igualmente, ter sido colocada a 25 de agosto, se tivessem em atenção a componente letiva.

          • Catarina on 7 de Setembro de 2017 at 14:36

          Isso não é bem assim MariaMorais. De facto o horário poderia não estar disponível quando lhe atribuíram o de 22h, pense por exemplo na situação dos docentes que pediram a MPD e que tiveram até ao dia 22 de agosto para aceitarem a sua colocação, libertando a vaga só nessa altura….já para não falar de outras situações. Quem anda nisto dos concursos há muito tempo, sabe que existem muitas variáveis.
          Bem, desejo-lhe o melhor ano possível!

          • Prof Ze on 8 de Setembro de 2017 at 0:48

          A menina Catarina está tão preocupada e escandalizada com o facto de os professores dos quadros ocuparem horários incompletos? Devia lembrar-se que os professores colocados a 6 de setembro não têm no presente anto letivo 359 dias de serviço mas também têm 365. Se o tempo de serviço é o mesmo por que motivo as listas devem ser diferentes? Deu-lhe jeito este ano foi? A “solidariedade” que está a ter com outros vai-lhe bater à porta a si num futuro próximo.

          • Mariamorais on 7 de Setembro de 2017 at 13:38

          E o mais caricato foi que, apesar de me terem colocado em horário de 22h, sendo a minha componente letiva de 18, não me deixaram permutar com uma colega com horário de 22h, pelo facto de a minha componente ser distinta da dela. Então em que ficamos? A componente letiva não serviu para ter em atenção a atribuição de horário, mas é invocada para impedir a permuta.

          • VOLTO A EXPLICAR on 7 de Setembro de 2017 at 16:29

          A injustiça está na confusão que está a fazer. A última coluna nas listas onde aparece 14, 16, 18, 20 ou 22 NÃO SIGNIFICA QUE O HORÁRIO É INCOMPLETO COM 14, 16, 18, 20 OU 22 HORAS MAS SIM A COMPONENTE LETIVA DAQUELE PROFESSOR COLOCADO.

          O horário é completo porque aparece um “C” na coluna imediatamente anterior. Na coluna das listas da RR1 se ao invés de aparecer C aparecer um nº ex: 15 significa aí sim que o horário tem 15h. Entende?

          ORA, VERIFIQUE LÁ NAS LISTAS DA MI, INDEPENDENTEMENTE DO GRUPO DE RECRUTAMENTO SE NÃO APARECE “C” NA COLUNA “HORÁRIO”, LOGO NÃO HOUVE INCOMPLETOS ATRIBUÍDOS. E, como é óbvio, não foi porque não os havia, porque quem é professor sabe que as direções das escolas OS DECLARARAM! ENTENDEU AGORA! Agora compare com as dos anos anteriores e descubra as diferenças!

          Ex: A “Maria” que concorre na MI com componente letiva de 14h foi colocada num horário de 22h. Ao chegar à escola a direção tem de lhe retirar 8h que posteriormente poderá pedir à DGAE para nova colocação. Neste caso este horário de 8h vai para outro colega do quadro porque na RR1 já não mudou o procedimento ou para um contratado. Suponhamos que a Maria tinha colocado em 1º lugar a escola do ano passado onde sabia que existiria um horário com 14 horas e o diretor até sabia que ela ia concorrer para lá em 1º lugar e disse-lhe que tinha esse horário. A Maria ficava com o horário de 14 horas que apesar de incompleto para a Maria é completo atendendo à sua idade e o da tal escola com 22h ia para outro colega do quadro ou contratado.

          Assim, com esta mudança de procedimentos todos perdemos – quadro ou contrato. Parece-me óbvio! A quem é que quer enganar?

          O que eu condeno É A MUDANÇA DE PROCEDIMENTO SEM AVISO E APENAS E SÓ NA 1ª LISTA DE COLOCAÇÕES. Ninguém contava com isto nem escolas nem profs

          • Fátima Carvalho on 7 de Setembro de 2017 at 19:55

          Desculpe, tenho redução de 4 tempos e fiquei colocada num horário completo de 18 tempos.

          • Vai enganar outro! on 7 de Setembro de 2017 at 12:41

          Quanto mais escreve mais revela o seu egoísmo ou ignorância, ainda não consegui perceber bem…

          Então não sabe que a componente letiva de cada um é um elementos que são especificados na candidatura???????

          Vai enganar outro!!!!!!!

          Mas percebemos que estas injustiças todas lhe são favoráveis! Cale-se, mas não lhe escrever outro verbo.

        • Orquidea Selvagem on 7 de Setembro de 2017 at 11:34
        • Responder

        Colega, quando se for apresentar deve dizer que tem essa redução e refazem o horário. Os diretores não sabem antecipadamente das nossas reduções. O ano passado estive em MI e também tenho duas horas de redução. Falei com o diretor e resolveram imediatamente o problema.

          • Mariamorais on 7 de Setembro de 2017 at 11:38

          Colega, eu já fiz isso. O Que me revolta é que, se era para colocar tudo em horários completos na MI, não tinham perguntado, na altura do concurso, qual a nossa componente letiva. Não adiantou de nada, pois acabo por ser colocada em horário completo quando podia ficar num com a minha componente letiva, a poucos minutos de casa.

          • Orquidea Selvagem on 7 de Setembro de 2017 at 18:44

          Mas quando se apresentou não lhe tiraram as 4 horas? No ano passado, deram-me 22 horas e depois retiraram-me duas sem qualquer tipo de problema.

          • Falta de atenção! on 7 de Setembro de 2017 at 12:43

          Como se isso não constasse das listas. Haja paciência para tanta ignorância.

          Aqui falamos de alteração do procedimento da colocação e não dos ajustes de horários.

          • Orquidea Selvagem on 7 de Setembro de 2017 at 18:42

          Acho que ignorante é o colega. Eu passei por isso. Nas listas não aparece a nossa redução.

          • Listas on 7 de Setembro de 2017 at 20:33

          Aparece sim. A ultima coluna das listas de colocação corresponde ao nº de horas da componente letiva

        • jorgenovo on 7 de Setembro de 2017 at 12:20
        • Responder

        Comigo aconteceu o mesmo. Tenho 2 horas de redução. Sou o 1º da lista ordenada de QZP do grupo, e foi-me atribuído um horário de 22 , quando existia um horário de 20h , na minha 1ª preferência que ficou por ocupar

          • Catarina on 7 de Setembro de 2017 at 13:22

          Se afirma que havia um horário de 20h porque foi ontem cuscar as listas e nelas constatou uma colocação nesses moldes, saiba que isso não é argumento que se apresente. Não pode alegar ultrapassagem quando as colocações são feitas em momentos diferentes, as necessidades são declaradas periodicamente e o que não há numa semana, pode aparecer na outra. Infelizmente é uma condição inerente ao concurso de professores.

        • Não há lógica nem justiça! on 7 de Setembro de 2017 at 12:44
        • Responder

        Exatamente, a colega tem toda a razão no que diz. Ora, se a mudança unilateral, sem anúncio ou negociação prévia e em desrespeito pela lei levada a cabo pelo ME para a 1ª lista de colocações da MI tivesse por objetivo a gestão de RH, teriam sido disponibilizados os horários iguais ou superiores a 14h a fim de serem atribuídos aos candidatos que têm igual componente letiva. Faz algum sentido atribuir um horário de 22 h a um candidato de 14h de componenente letiva quando se sabe que a escola terá posteriormente que lançar um horário incompleto de 8h e sobretudo quando esse mesmo candidato indicou escolas onde existiam horários incompletos superiores ou iguais a 14 horas?????????????????

        Depois passadas 2 semanas voltamos ao critério antigo de colocações em horários completos e incompletos. Facilmente se verifica que no mesmo QZP há contratados com horário de 22h e pessoal do quadro com horários incompletos!!!!!!!!!!!!

        Então para serem coerentes a RR1 deveria ter só horários completos e lá para sexta saia a rr2 apenas com horários incompletos. Mas, não! Porque será????????????????

        Claramente aqui há outras razões/interesses que levaram o ME a fazer isto. Porque razão a Dra. Leitão não recebe os sindicatos??? Ainda ontem o Ministro da Educação referiu que ia arranjar um concurso para os deslocados. Está a gozar com a nossa cara???? Fizeram o que fizeram e ainda goza????

          • Observador Atento on 7 de Setembro de 2017 at 13:37

          Agora fiquei confuso. Quando é dito que é inadmissível haver professores com horário incompleto a ganhar o ordenado por inteiro, V.Exas. indignam-se com o comentário, afirmando que esses horários são sempre completados com outros serviços. Agora já estão incomodados porque os contratados têm horários completos e os do quadro vão apanhar incompletos Afinal, os senhores do quadro vão fazer trabalho de horário completo ou ganhar por inteiro para trabalhar apenas meia dúzia de horas?

          • Eu explico on 7 de Setembro de 2017 at 13:56

          Parece-me que o caro “Observador atento” desconhece a realidade das escolas e por isso ficou confuso. no entanto, esclareço-o do seguinte:
          1º Ninguém recebe salário inteiro trabalhando meia dúzia de horas porque há muita coisa para fazer numa escola para além de dar aulas. A redução é na componente letiva e não na componente não letiva. Ex: um diretor recebe o salário inteiro e não dá uma aula que seja.

          2º Como houve uma mudança de procedimento das colocações da 1ª lista para a 2ª verificaram-se injustiças que devem ser denunciadas.

          • Observador Atento on 7 de Setembro de 2017 at 14:25

          Quer mesmo ir por aí? Pelas injustiças? Garante-me que não há um único contratado mais competente, mais conhecedor, mais capaz do que um QE ou QZP? Convém até perceber se a própria existência QZP é justa e lógica. Justifica-se professores do quadro sem componente letiva total? Para que servem os contratados, afinal? Só a sobranceria com que, à semelhança de muitos dos seus colegas, afirma que não percebo nada de escolas demonstra, de imediato, a espécie de redoma em que insistem em colocar-se. Mas não se esqueça que as redomas deixam ver o que se passa lá dentro, e a fragilidade do que guardam faz com que quebre facilmente. Têm a mania de que sabem de tudo o que se passa lá fora, mas do mundinho da escola só entendem os iluminados da confraria, embora ela seja paga pelos que vivem na escuridão. Sei perfeitamente o que se passa nas escolas, tão bem como V.Exa.

        • Elisabete on 7 de Setembro de 2017 at 14:58
        • Responder

        Não há justiça! As pessoas têm de ser humildes e honestas e reconhecerem que isto é uma violação da lei.

          • A on 7 de Setembro de 2017 at 18:20

          Violação da Lei?!?!?!? Isto sim foi violação da Lei, agora ainda estão à espera de 8 horas à sombra da bananeira, pelo amor da Santa:
          “No que se refere à necessidade do recrutamento, a aferição desta cabe ao dirigente máximo do serviço. No entanto, a necessidade só é configurável para efeitos da abertura de concurso depois de ter sido, por esta ordem, esgotada:
          a) A possibilidade de ocupar o posto de trabalho através de trabalhador em mobilidade especial;
          b) A possibilidade de recrutar através de «outros instrumentos de mobilidade» (rectius, mobilidade interna e cedência de interesse público);
          c) E a reserva de recrutamento constituída no âmbito de anterior procedimento de recrutamento ou de concurso destinado unicamente a esse efeito.
          Trata-se de uma aplicação do artigo 22.º, n.º 1, alínea c), e n.º 3, do regime de administração financeira do Estado (…)
          Sem a demonstração de que não é possível a utilização de qualquer uma das referidas vias para concretizar o recrutamento de trabalhador não é possível decidir validamente pela abertura de concurso.”

          In O Recrutamento de Trabalhador Público – Publicado pela provedoria da justiça.

        • Joana on 7 de Setembro de 2017 at 15:01
        • Responder

        Mas essa contratada recebe pelas 18 horas apenas, a maria receberia completo. Não é a mesma coisa. Teria direito à indignação se esse horário fosse completo, assim não.

          • Mariamorais on 7 de Setembro de 2017 at 16:23

          A escola onde fiquei colocada, teve de me retirar 4h que também irão para uma contratada em oferta de escola, levando à contratação de duas colegas. Se tivesse ficado com esse horário, seria colocada uma contratada nesse completo em vez de duas, uma com 18 e outra com 4. Repito, deveria ser tida em conta a componente letiva desse professor, em vez de colocar tudo em horário completo

        • anonimo on 7 de Setembro de 2017 at 16:52
        • Responder

        Estou na mesma situação. Ficaram ontem colocados contratados com horário completo em escolas da minha preferência a 10Km da minha residência e eu fui colocado a 200Km a 25 de agosto. Mais, nesta RR houve qzp a ficar nesse mesmo qzp(em que ficaram contratados com horário completo) com 14 e 16 horas. Grande gestão dos recursos, não haja dúvidas. Estou farto de conversa “para boi dormir”. Os contratados que ficaram colocados com horários completos e que tanto criticaram os qzp colocados a 25/8, dizendo que queriam horários incompletos e perto de casa,estão agora caladinhos, porquê? É revoltante.

          • Contratado on 7 de Setembro de 2017 at 17:16

          Os qzp’s que pareciam tão amigos dos contratados, que diziam que a colocação dos efetivos em horário incompleto em agosto fomentaria uma maior contratação e em horários completos, que isso era bom para aceder à norma travão, às vagas para vinculação, estão agora furiosos com o pobre do contratado porquê? HIPÓCRITAS!

      • Marmelo on 7 de Setembro de 2017 at 11:27
      • Responder

      Concordo por completo… “Cada lista é uma lista diferente”.
      Se não entendermos dessa forma, então há sempre ultrapassagens entre os contratados de listas para listas: Na RR2 entra quem esteja abaixo da lista para uma colocação que alguém que entrou na RR1 tinha dado preferência mas ficou mais longe porque entrou na RR1 e não na RR2, e assim sucessivamente.
      Isto também faz com que não se crie um efeito “bola de nave” em sucessivas vinculações extraordinárias… Quem vinculava no QZP7 ia na MI para o QZP1 libertando vagas para contratados no QZP7 que no ano seguinte entravam via Norma travão ou Vinculação Extraordinária no QZP7 mas que na MI iam também para o QZP1… Se isto não parasse daqui a 10 anos o QZP7 e QZP10 tinham milhares de docentes QZP que nunca tinham lá lecionado!

        • Diferente é o critério on 7 de Setembro de 2017 at 12:54
        • Responder

        Não são as listas que são diferentes, mas sim os critérios de colocação. Irra, parece que escrevemos noutra língua. Mas não vê o colega que só na 1ª lista da MI é que usaram outro critério daquele que tem sido usado na última década apanhando de surpresa tanto escolas como candidatos??????

        Para logo de seguida na RR1 voltarem ao mesmo??????

        Sabe qual vai ser utilizado na RR2, RR3 e por diante???? Acha bem???? Quando se concorre as regras DEVEM ESTAR DEFINIDAS DE FORMA CLARA. Se o texto da lei não lhes convinha tivessem negociado outro ou então clarificavam as suas más intenções na nota informativa da MI. E não fazerem as coisas nas costas das pessoas.

          • Catarina on 7 de Setembro de 2017 at 13:58

          Tal como expliquei, a mim não me choca que os critérios de colocação sejam diferentes porque, no meu ponto de vista, a realidade é diferente, mas admito que nas listas seguintes, os professores poderiam ser colocados por número de horas e não por preferências. Mas isso não é o que esse grupo em questão, vem reclamar. O que o grupo reclama é colocações em agosto em horário incompleto. Quanto a isso, desculpe, não concordo e acho que o governo fez muitíssimo bem.
          Primeira lista horários completos, listas subsequentes colocações por horas.
          Um bom ano colega!

          • Contraestavigarice on 7 de Setembro de 2017 at 18:01

          Pois é… É conforme te dá jeito…

      • Mas que gentalha! on 7 de Setembro de 2017 at 12:21
      • Responder

      O maior cego é o que não quer ver e pior que isso é arranjar argumentos, que mais não são do que atirar areia para os olhos dos outros, para iludir e confundir desde que fiquem satisfeitos os seus próprios Objetivos.

      O que não está correto é a alteração, a belo prazer dos procedimentos em desrespeito pela lei por parte do ME.

      A 1ª lista é uma coisa, a 2ª é outra, a 3ª é outra e assim por diante como se a realidade não fosse a mesma. Irra! Há gente para tudo.

      Ora mudou-se o procedimento da 1ª lista comparativamente com o que havia sido feito há uma década a esta parte, para depois voltar ao mesmo na 2ª lista e logo se vê o que virá para as restantes. Enfim…

        • Catarina on 7 de Setembro de 2017 at 14:02
        • Responder

        Exatamente, o maior cego é o que não quer ver!
        Um bom ano colega!

      • Fernando Franco on 7 de Setembro de 2017 at 13:54
      • Responder

      Do seu comentario depreendo que se a geringonça erra a culpa é do anterior governo mas para si a geringonça nunca erra e é perfeita no que faz. Se der ordem para meter alguns professores numa câmara de gaz voce seria a primeira a aplaudir e considerar a medida certa. ESTES FORAM OS CONCURSOS MAIS INJUSTOS QUE HÁ MEMÓRIA. PONTO

        • Catarina on 7 de Setembro de 2017 at 14:20
        • Responder

        Não é por aí!
        Se considera um concurso injusto ter ficado colocado em 01 de setembro nas preferências para as quais concorreu, avance para tribunal. Será devidamente esclarecido.
        Colega, digo-lhe que como contratada, somos todos os anos confrontados com essa situação, sinceramente folgo em saber que não tem memória de lhe acontecer coisa semelhante.
        Bom ano colega!

          • NP on 7 de Setembro de 2017 at 15:41

          A colega Catarina é contratada? Fique assim, é o que faz melhor. Tenho 15 anos de serviço, sou do quadro, ganho como contratado (167) e estou longe de casa. Como vê, o mundo é justo e são tudo rosas! A Catarina é que está certa! Mas não se admire se um dia quiser estabilidade e não a tiver, porque assim se vão trilhando os caminhos do futuro! Vivam os concursos de professores com ou sem regras explícitas!

          • Catarina on 7 de Setembro de 2017 at 15:46

          Colega, não tenho opção, todos os anos sou ultrapassada…

          Bom ano para si.

          • Isa on 7 de Setembro de 2017 at 17:12

          Catarina…não vale continuar a explicar e a desdobrar-se em justificações. Quem está a reclamar queria ter tudo. Horário completo e local de preferência perto de casa…ou à porta de casa. Como este ano acabaram com alguns ‘esquemas’ caiu o ‘Carmo e a Trindade’. Não vê solidariedade com aqueles que ainda não estão colocados, pois não? Os mesmos que, por isso mesmo, e são muitos, vão ter de esperar semanas, meses…e os horários que vão apanhar, no caso de alguns, nem pagam as contas.
          E o argumento de que andam há não sei quantos anos no ensino e que fazem km é ridículo, porque também os outros o fazem!
          Mais. Quem diz aqui que é mentira professores com horários incompletos a receber por inteiro só revela uma tremenda falta de honestidade e de carácter. Há que denunciar! Porque a maioria trabalha e sabe-se lá com que dificuldades…para receber menos do que estes reclamam. É bem feita! E espero que, no futuro, a ‘malha’ seja mais apertada, que comecem a ‘acrescentar’ outros critérios na selecção… É que injustiças há muitas…mas quem podia falar não o faz.

          • NP on 7 de Setembro de 2017 at 17:54

          As colegas esquecem-se que antes de pertencer aos quadros também fui contratado durante anos. Quando vinculei, a quase duas centenas de quilómetros de casa, fui obrigado a lá permanecer pq n era possível sequer concorrer-se a outro QZP, como atualmente. Estou simplesmente contra a subversão das regras.
          Já agora, “É bem feita” é uma expressão que só revela a pequenez de quem a profere. Se estamos todos mal, é melhor ficarmos ainda todos pior porque assim o nível baixa cada vez mais e o governo pode fazer o que quiser, não é?
          “Querer tudo?!”… exagere na pretensão e no drama, porque tanta contestação significa que estão errados e a colega é que sofre ano após ano o que nunca ninguém que está nos quadros passou… acorde para a realidade e perceba que, se a jusante se luta por um concurso mais justo, isso pode trazer benefícios a montante. Não tenha vistas curtas e deixe de pensar no imediato. Todos passamos pelo mesmo e sabemos bem o que custa. Mas se acha que a instabilidade é sinónimo castigo merecido…enfim, não há pobreza maior do a que a de espírito 🙁

          • A on 7 de Setembro de 2017 at 18:27

          O problema não é tão grande como querem querer fazer, alguns dos QZP ficaram realmente longe de casa, mas, nos QZP onde efetivaram e sabiam que isto poderia acontecer, foi o efeito de não terem aberto vagas no concurso interno por pensarem que os QZP passariam à frente dos QE, sei do que falo porque na minha escola houve perseguição em massa de alguns grupos de professores em QZP para que a direção não abrisse horários de QE, basta ver o número de horários abertos na MI/RR1 nalguns grupos de recrutamento.
          Muitos dos QZP ficaram a 10, 20, 30, os que eu conheço no máximo a 50 kms de casa e no seu QZP.

          • MariaMat on 7 de Setembro de 2017 at 22:52

          Tomaram muitos QE (desterrados…. com MUITOS anos de serviço nas costas e também com FAMÍLIA) SÓ FAZEREM 50 KM ….por dia….
          Seria bem mais justa a graduação…
          Agora pergunto,
          ATÉ QUANDO ESTARÁ O ME DISPOSTO A PAGAR O SALÁRIO POR INTEIRO SENDO A COMPONENTE LETIVA TÃO PEQUENA?
          Fica bem mais barato um professor contratado…

      • Elisabete on 7 de Setembro de 2017 at 14:57
      • Responder

      A colega está enganada: os horários que saíram agora, já tinham sido requisitados pelas escolas em tempo útil para que fossem preenchidos no concurso de mobilidade interna e, como tal, deviam ter ido a concurso no dia 25 de agosto. é inconcebível que colegas mais graduados sejam ultrapassados por outros menos graduados. Isto é muito simples de perceber: os horários que existem são para ser preenchidos de acordo com as graduações profissionais e prioridades de todos os professores.

        • Catarina on 7 de Setembro de 2017 at 15:29
        • Responder

        Cara colega, se acha que as ultrapassagens dos mais graduados só acontecem aqui e em seu prejuízo, está redondamente enganada. Vá à lista ver quantos professores mais graduados que a colega, você ultrapassou.

      • Sara on 7 de Setembro de 2017 at 14:59
      • Responder

      O mal é terem 2500 professores em qzp aos quais não têm um horário completo para atribuir. Um enorme gasto para as contas publicas. E querem os sindicatos mais vinculações nesses grupos?

        • Elisabete on 7 de Setembro de 2017 at 15:24
        • Responder

        A colega não entrou em qzp, pois não?

        • MariaMat on 7 de Setembro de 2017 at 22:56
        • Responder

        ATÉ QUANDO ESTARÁ O ME DISPOSTO A PAGAR O SALÁRIO POR INTEIRO SENDO A COMPONENTE LETIVA TÃO PEQUENA?

        É que são MUITOS… MUITOS MESMO!!!!!

      • Indignação on 7 de Setembro de 2017 at 21:34
      • Responder

      Estão a querer enganar quem? Toda a gente sabe que na Mobilidade Interna (com a treta das prioridades) os QZP passam à frente dos QA com mais graduação. Isso sim é deturpar e desvirtuar a lista graduada – grandes injustiças. Este ano o “tiro saiu-lhes pela culatra”… Fizeram mal os cálculos: ficar em horários incompletos, á porta de casa, uma maravilha. Haja vergonha e lamentavelmente os sindicatos são coniventes com esta situação. – Lista graduada nas colocações por Mobilidade Interna e vão ver que as injustiças acabam. As prioridades não fazem qualquer sentido, a não ser para servir alguns, como se está a verificar. Os QA durante anos andaram de mochila às costas por este país para obterem a colocação conforme a sua graduação. O que acontece na MI é uma grande injustiça para quem está melhor graduado.
      Acabem já com as prioridades!

        • MariaMat on 7 de Setembro de 2017 at 22:59
        • Responder

        E um QA ou QE só “destacava” por horário COMPLETO!!!!
        Nunca Incompleto…

      • carvalho on 7 de Setembro de 2017 at 21:53
      • Responder

      Concordo plenamente consigo. Parabéns pelo texto.

    • marisa portela on 7 de Setembro de 2017 at 10:51
    • Responder

    Algo tem de ser feito,as coisas têm de mudar. Tentei permutar e a Diretora do meu Agrupamento deuparecer negativo baseada nos seguintes argumentos que já abaixo exponho e faço a minha refutação. A permuta foi imediatamente indeferida. Não há justiça nestemeio. Há sim um enorme abuso de poder! Já recorremos à Dghae,ao Sindicato, nãopercebo, ninguém nos vale?
    Justificação do nãoconsentimento : – os docentes em causa(permuta) são da mesma área de residência (Guimarães) e esta cidade dista cercade 25 Km deste Agrupamento; – a distribuição de serviço está concluída e a docente , QA deste Agrupamento, dará continuidade ao grupo/turma(1.º ao 4.ºano), final de ciclo; – houve investimento por parte doMunicípio/Agrupamento em formação no âmbito do Programa Nacional de Promoção doSucesso Escolar (programa mais Cidadania)


    1. A culpa é da Marisa, se fosse um bocadito mais incompetente e faltasse às formações do município já tinha a permuta. Ela há com cada uma. É uma justificação que não justifica. O melhor seria ter concorrido à mobilidade por doença, diz que todos ficaram onde queriam e que a saúde de alguns colegas melhorou substancialmente quando viram deferida a mobilidade. Há uns que por falta de visão aproximam de casa e vão de carro para a escola. Eu até tenho medo de passar nas passadeiras porque quem passa estes atestados também atesta que quem não vê pode continuar a conduzir.

        • Orquidea Selvagem on 7 de Setembro de 2017 at 11:40
        • Responder

        Marisa, não veja a parte pelo todo. Não fale da MPD e desejo-lhe muito sinceramente que nunca precise de a usar. Eu infelizmente, em nove anos de doença oncológica vi-me obrigada a pedir a MPD. Trocaria de bom grado este “benefício” pela saúde.
        Se há colegas que mentem? Acho que sim, mas espero que sejam residuais. Desejo-lhe um bom ano. Faça um recurso hierárquico e pode ser que este seja deferido.

          • marisa portela on 8 de Setembro de 2017 at 12:37

          Olá Orquídea! Já tomei as minhas medidas mas não penso que algo vai mudar. Tem toda a razão. Desejo-lhe as melhoras e um bom ano.

          • Orquidea Selvagem on 8 de Setembro de 2017 at 18:40

          Desejo que tudo lhe corra bem,

    • Observador Atento on 7 de Setembro de 2017 at 11:56
    • Responder

    Caros Professores,
    De cada vez que sai uma lista de colocação ouvimos falar em listas graduadas. Já aqui tive a oportunidade de exprimir o que acho das listas de graduação e do que elas nos dizem, que é nada, pois nunca foram construídas com equidade, uma vez que a média académica, elemento fundamental para conseguir obter tempo de serviço, não era proveniente da mesma instituição de ensino superior e atribuída com os mesmos critérios, o que, logo à partida, oferecia anos de serviço a professores formados em instituições mais benevolentes na atribuição de notas, digamos assim. Mas custa-me ver o sofrimento e descontentamento em que se encontram tantos milhares de professores. Não creio que um profissional profundamente descontente com a sua atividade a possa desempenharno máximo das suas capacidades. Estou certo de que isso se tem refletido no sistema de educação nacional de há muitos anos a esta parte.
    Gostava de poder dar-vos algum conforto e apresentar-vos uma solução para o vosso problema. Como são todos muito bons (não me lembro de alguma vez ter ouvido um professor assumir que não é a última Coca-Cola do deserto e que, por acaso, até tem debilidades nalgumas áreas), não me parece lógico que continuem a sofrer com uma profissão que vos trata tão mal. A minha sugestão é que dêem uma lição a esses ingratos do Ministério da Educação e aos sacanas dos diretores das escolas que tanto vos prejudicam com horários pouco simpáticos e dias livres às terças ou às quintas e que se demitam, abandonem o vosso vínculo eterno com a função pública e abracem o fanástico setor privado, onde milhares de empregadores anseiam pelo vosso infindável talento para catapultar o país para níveis estratosféricos de conhecimento e produtividade. Claro que terão alguma dificuldade em adaptar-se a algumas coisas nesta nova realidade. Em primeiro lugar, as vagas que vos aparecerem não serão distribuídas por graduação. Pouco interessa se estão na profissão há um, dois, dez ou vinte anos. O empregador irá contratar-vos se, após um complexo processo de recrutamento, provarem ser o mais adequado de entre todos os candidatos para o lugar (esqueçam isso de ser um computador a fazer de técnico de recursos humanos). Depois, não se esqueçam que terão de ir a entrevistas de emprego (não sei se sabem o que isso é; há muitos livros sobre o assunto que poderão consultar). Não esperem ir ganhar o mesmo que ganhavam a dar aulas (contrariamente à ideia que circula por aí, o setor privado não paga assim tão bem). Terão de habituar-se também (e isto será possivelmente o mais difícil) a terem só 22 ou 25 dias de férias (depende das empresas). Nos primeiros anos não gastem tudo o mês de agosto; guardem um ou dois dias para o Natal e um ou dois dias para a Páscoa, para o choque com a realidade anterior não ser tão grande. Mas esqueçam isso dos quarenta e tal dias de dolce fare niente. Ah, é verdade, e não contem com dias de trabalho autónomo (não encontrei melhor expressão para equivaler ao vosso dia sem componente letiva), pois isso também não existe (trabalho autónomo fazem em casa à noite e ao fim-de-semana quando for preciso, mas isso, diga-se em abono da verdade, muitos de vocês já conhecem.
    Bem sei que devem estar todos a pensar que a minha proposta é boa, mas custa-vos virar as costas às vossas turmas e às vossas escolas, deixando-os numa posição difícil, pois quem irá dar as vossas aulas, ensinar os vossos alunos? Pois não precisam de se preocupar, pois por cada um de vocês que deixar o Ministério da Educação há no mínimo quinhentos candidatos (os chamados candidatos à contratação) para o vosso lugar, pelo que esse problema não se coloca. O mais impressionante é que muitos desses candidatos trabalham já no setor privado, muitos deles com contratos efetivos e, ainda assim, preferem deixar a boa vida do privado para ir para o público, a maior parte das vezes ganhando menos.
    Ele há cada um!!!!

    • Paulo on 7 de Setembro de 2017 at 14:05
    • Responder

    “Qualquer professor do quadro ganha por escalão e respectivo índice. Assim, estas colocações não fazem sentido no contexto do estipulado por lei.”

    Podiam explicar esta parte??? Não entendi!

    Quem era QZP e entrou este ano em QA, sobe de escalão???

    Obrigado

      • razão on 7 de Setembro de 2017 at 15:14
      • Responder

      Qzp e qa estão na mesma carreira e não ganha mais por ser qa. O mal na minha opinião é que só se fala de concursos, colocações e vinculações e esquecemo-nos de melhorar as condições salariais como estão a fazer agora os enfermeiros que pretendem passar de 1200 para 2400 euros de base. Não sei se conseguirão tanto mas sem dúvida uma boa parte. Nos últimos anos a carreira docente está estagnada tanto pelos sucessivos congelamentos como pelos índices que não se alteram, nem existe atualização com base na inflação. Apenas o índice de contratação subiu nos últimos anos equiparando-se ao 1º escalão. Não seria tempo de rever índices ou tempo de duração dos escalões?! Estamos a perder tempo precioso.

        • Paulo on 7 de Setembro de 2017 at 15:42
        • Responder

        Pois, é isso que eu penso. Está mais que na hora de dar mais alguma dignidade à classe!

        Só achei incorreta dizer que os QA ganham pelo escalão correspondente… isto é, mais… MENTIRA!

        • NP on 7 de Setembro de 2017 at 15:44
        • Responder

        Apoiado!

    • Observador Atento on 7 de Setembro de 2017 at 15:13
    • Responder

    Posso fazer uma sugestão? Caso não apreciem os meus comentários, basta passar à frente. Caso entendam, podem argumentar, é salutar e faz bem à democracia. Apagar e censurar comentários é que me parece um pouco exagerado, ainda para mais quando passam a vida a falar de democracia e justiça. Leva-me a concluir que, ao ler algumas coisas, alguns de vós se estão a ver ao espelho. Como não gostam do que veem, não tratam de tentar melhorar a imagem, retiram o espelho e fica o problema resolvido.

    • on 7 de Setembro de 2017 at 17:04
    • Responder

    SOU CONTRA! Sou quadro de escola e só quero alterar a legislação para poder concorrer a outro grupo na mobilidade independentemente de ter ou não horário. O RESTO ESTÁ BEM. Quem está mal que vá para contratado ou procure outra profissão. Bom ano a todos.

    • Benvinda Branquinho on 7 de Setembro de 2017 at 17:26
    • Responder

    Que conversa é esta? No tempo de PSD é que colocavam professores , através de concurso de escola , segundo regras esquisitas …. O bom julgador….

    • Benvinda Branquinho on 7 de Setembro de 2017 at 17:32
    • Responder

    Não estou a perceber nada desta música. A ser verdade é tudo muito mau. A ser mentira é tudo muito pior.

    • Contraestavigarice on 7 de Setembro de 2017 at 17:53
    • Responder

    Para esclarecer toda esta vigarice só resta os sindicatos e ao Ministério pedirem uma auditoria externa. Facilmente se desmontava um concurso que tinha como objectivo favorecer alguém e com cunha por demais evidentes! O que acha Arlindovsky?

    • José Jorge on 7 de Setembro de 2017 at 17:53
    • Responder

    Concordo! No meu QZP houve QZP longe de casa em horários completos e no mesmo QZP outros QZOs perto de casa em horários completos!

    • João da Ega on 7 de Setembro de 2017 at 17:53
    • Responder

    Um concurso serve para suprir as necessidades da entidade empregadora. Não as daqueles que a elas concorrem.

      • NP on 7 de Setembro de 2017 at 18:25
      • Responder

      Só patrões por aqui!… Vindo o comentário de alguém com um nickname que lembra o anarquista da obra do Eça, tem muito que se lhe diga. Ao menos, faça uma escolha que se coadune com o que diz :))))

        • João da Ega on 7 de Setembro de 2017 at 21:35
        • Responder

        Mantenho o nick (gosto de um bom louco lúcido…) e o que disse. 🙂
        Não sou patrão; sou empregado e, ainda por cima, contratado.

    • paula on 7 de Setembro de 2017 at 18:05
    • Responder

    Eu diria: grupo de professores por um concurso feito à medida (do freguês).
    É por existirem grupos e grupinhos que isto vai de mal a pior…
    Eu pensava que os concursos já eram feitos por lista graduada, agora é tirar prioridades para os do privado nem sequer passarem para 3º prioridade.

    • Fernanda on 7 de Setembro de 2017 at 18:35
    • Responder

    E Professores de QZP, com menor graduação, passarem (na MI) à frente de QE, com maior graduação, situação que já acontece desde 2009 e “ninguém” reclama. A graduação deveria ser respeitada em todos os concursos. E MPD sem qualquer controlo? Enfim…Sou QE, estou há 18 anos a 350, 370, 450 km de casa (consoante os anos) a assistir a estes atropelos. Vagas nos QE e QZPs da minha preferência não há…na MI apenas as MPD e QZP (poucos) têm horário.

      • Indignação on 7 de Setembro de 2017 at 21:44
      • Responder

      Não podia estar mais de acordo.
      Durante anos fartei-me de alertar (por escrito) os sindicatos e os diferentes ministros. Todos assobiaram para o lado. Diziam que isso acontecia de forma residual!!! O monstro cresceu e agora?
      Agora que a coisa correu mal, cá está a confusão…
      Amanhem-se!!!!

      • MariaMat on 7 de Setembro de 2017 at 23:05
      • Responder

      Isso das MPD….
      Porque não são tornadas públicas?
      Um dia destes, quem necessita Mesmo ainda perde esse direito….

    • António Carlos Silveira on 7 de Setembro de 2017 at 19:34
    • Responder

    O ponto 2 não faz qualquer sentido. A um QZP é sempre possível atribuir mais de 6 horas, até mesmo um horário completo.
    Docentes de carreira vinculados a quadro de zona pedagógica a quem não é possível atribuir, pelo menos, seis horas de componente letiva;

    • Agnelo Figueiredo on 7 de Setembro de 2017 at 22:11
    • Responder

    O que o ME fez, na realidade, foram duas fases de colocação.
    Já toda a gente percebeu que foi uma enorme argolada.
    Já toda a gente percebeu que originou injustiças gritantes.
    Ponto.
    Agora, eu pergunto:
    O que já fez o Nogueira? Onde anda? Marcou greve? Manifs? Já cantaram a “Grândola”?

    Imaginem que esta borrada tinha acontecido no tempo da bancarrota…

      • Resposta. on 7 de Setembro de 2017 at 22:55
      • Responder

      Anda tão atarefado a contactar a Drª Leitão, sem que esta o atenda (pois nem sabe o que lhe vai dizer que faça lógica) que nem tem tempo para fazer a barba. Agora foi escrever ao primeiro-ministro porque o ministro da Educação também não tem tempo. Se fosse na bancarrota já tinham feito queixa em Bruxelas. Enquanto isso os desterrados andam à procura de um quarto ou a atestar o carro todos os dias. É triste!

      • Virgulino Lampião Cangaceiro on 8 de Setembro de 2017 at 13:16
      • Responder

      Até parece que é o Nogueira quem decide a legislação e os procedimentos dos concursos…
      Já agora, havendo mais de vinte associações sindicais de professores, por que é que só fala no Nogueira?
      Vá-se catar, amigo!

    • Vitor on 7 de Setembro de 2017 at 22:23
    • Responder

    Só que estes pedidos efetuados “após” contemplam novamente os pedidos anteriores e que não foram satisfeitos na MI, como de forma clara e explícita é vem numa informação da DGAE, uma vez que os horários pedidos inicialmente e não satisfeitos não seriam recuperados e deveriam ser pedidos novamente.

    • Lucio on 8 de Setembro de 2017 at 8:47
    • Responder

    Estes tipos detestam os professores, cada tiro cada melro. Para quem trabalha em ensino ver ser desrespeitada toda a classe docente e particularmente os mais velhos, dá repulsa. Para mim é cada vez mais evidente que o Nogueira é conivente com todas estas situações de discriminação negativa. Então agora já não somos todos bons?!! Não, agora há muito bons e até excelentes! Só falta perceber se é verdadeira a versão que corre em algumas escolas que diz que aos sindicatos não convém deixar sair os professores aos 60 anos por causa do vil metal da quota. Quota?! E que tal um banho ao cão?!!

    • Sousa on 8 de Setembro de 2017 at 8:55
    • Responder

    Meus caros senhores,
    APLAUDO O GOVERNO!!
    Este ano, isto foi feito assim, para meter um travão nesta m*rda toda. Ás vezes é preciso mudar procedimentos, porque, infelizmente, há muitos espertos que querem tirar partido das falhas do sistema. A chiquespertice de andar a vincular em QZP de Lisboa ou mais a sul para nem lá por os pés e, na mobilidade, ficar com 8 horas a norte, até empurrando os qzp’s que são desse quadro de provimento para baixo, já andava a meter nojo. Com este susto, para o ano, se houver novamente vinculação extraordinária, a ver se não pensam 2, 3, 10 vezes melhor, antes de fazerem certas apostas.
    Quanto a dizerem que há horários metidos na gaveta só vos tenho a dizer uma coisa: há nº casos de Mobilidade por Doença que ainda está em reapreciação, por isso o Governo não tem condições de libertar tudo de uma vez, seus otários!!!! Queriam tudo à maneira dos Qzp’s. Estes meninos reclamantes, alegam não terem sido avisados, como se fosse preciso aviso prévio de que podem ficar com um horário completo numa escola do seu qzp, são meninos do meio da lista que mais parecem um bando de putos mimados, choram com o argumento da graduação, pois bem, mas os mais graduados QZP’s da 2º prioridade, de outros qzp até, não conseguiram aproximar-se da sua residência em lista de agosto? Muitos conseguiram, conheço muitos casos. As vagas não chegaram para todos, temos pena! E se é para ser pela graduação, estes meninos, por acaso, não acham que os QA que são mais graduados mas que foram remetidos para 3º prioridade não deveriam, então ficar à frente deles????????????
    Como alguém já aqui disse, queriam uma lista à medida do freguês!

      • Indignação on 8 de Setembro de 2017 at 11:55
      • Responder

      Não diria melhor. Há anos que me debato com estas injustiças. Já o fiz chegar a todos os sindicatos e não quiseram saber, fiz o mesmo para os vários Ministros e nem resposta me deram . Só me resta procuradoria geral da República.
      Agora que o monstro cresceu e está fora de controlo, onde param os sindicatos que ignoraram esta situação… O argumento de que os QA já Têm uma escola, já não colhe. Acabem com as prioridades na MI. Não me cansarei de denunciar!!! e já, os concurso de próximo depressa chegam…isto não pode cair no esquecimento.

      • concursos on 9 de Setembro de 2017 at 22:33
      • Responder

      O que é preciso é existirem regras que claras e o mais justas possíveis quer para docentes quer para o ME. Não se podem mudar regras de um concurso para outro (ex.: concurso interno- duas prioridades (nunca concorri nesta situação); …). É preciso encontrar regras justas e que se mantenham por um período razoável.

    • Observador Atento on 8 de Setembro de 2017 at 13:03
    • Responder

    Caros Professores,
    De cada vez que sai uma lista de colocação ouvimos
    falar em listas graduadas. Já aqui tive a oportunidade de exprimir o
    que acho das listas de graduação e do que elas nos dizem, que é nada,
    pois nunca foram construídas com equidade, uma vez que a média
    académica, elemento fundamental para conseguir obter tempo de serviço,
    não era proveniente da mesma instituição de ensino superior e atribuída
    com os mesmos critérios, o que, logo à partida, oferecia anos de serviço
    a professores formados em instituições mais benevolentes na atribuição
    de notas, digamos assim. Mas custa-me ver o sofrimento e
    descontentamento em que se encontram tantos milhares de professores. Não
    creio que um profissional profundamente descontente com a sua atividade
    a possa desempenharno máximo das suas capacidades. Estou certo de que
    isso se tem refletido no sistema de educação nacional de há muitos anos a
    esta parte.
    Gostava de poder dar-vos algum conforto e apresentar-vos
    uma solução para o vosso problema. Como são todos muito bons (não me
    lembro de alguma vez ter ouvido um professor assumir que não é a última
    Coca-Cola do deserto e que, por acaso, até tem debilidades nalgumas
    áreas), não me parece lógico que continuem a sofrer com uma profissão
    que vos trata tão mal. A minha sugestão é que dêem uma lição a esses
    ingratos do Ministério da Educação e aos sacanas dos diretores das
    escolas que tanto vos prejudicam com horários pouco simpáticos e dias
    livres às terças ou às quintas e que se demitam, abandonem o vosso
    vínculo eterno com a função pública e abracem o fanástico setor privado,
    onde milhares de empregadores anseiam pelo vosso infindável talento
    para catapultar o país para níveis estratosféricos de conhecimento e
    produtividade. Claro que terão alguma dificuldade em adaptar-se a
    algumas coisas nesta nova realidade. Em primeiro lugar, as vagas que vos
    aparecerem não serão distribuídas por graduação. Pouco interessa se
    estão na profissão há um, dois, dez ou vinte anos. O empregador irá
    contratar-vos se, após um complexo processo de recrutamento, provarem
    ser o mais adequado de entre todos os candidatos para o lugar (esqueçam
    isso de ser um computador a fazer de técnico de recursos humanos).
    Depois, não se esqueçam que terão de ir a entrevistas de emprego (não
    sei se sabem o que isso é; há muitos livros sobre o assunto que poderão
    consultar). Não esperem ir ganhar o mesmo que ganhavam a dar aulas
    (contrariamente à ideia que circula por aí, o setor privado não paga
    assim tão bem). Terão de habituar-se também (e isto será possivelmente o
    mais difícil) a terem só 22 ou 25 dias de férias (depende das
    empresas). Nos primeiros anos não gastem tudo o mês de agosto; guardem
    um ou dois dias para o Natal e um ou dois dias para a Páscoa, para o
    choque com a realidade anterior não ser tão grande. Mas esqueçam isso
    dos quarenta e tal dias de dolce fare niente. Ah, é verdade, e não
    contem com dias de trabalho autónomo (não encontrei melhor expressão
    para equivaler ao vosso dia sem componente letiva), pois isso também não
    existe (trabalho autónomo fazem em casa à noite e ao fim-de-semana
    quando for preciso, mas isso, diga-se em abono da verdade, muitos de
    vocês já conhecem.
    Bem sei que devem estar todos a pensar que a minha
    proposta é boa, mas custa-vos virar as costas às vossas turmas e às
    vossas escolas, deixando-os numa posição difícil, pois quem irá dar as
    vossas aulas, ensinar os vossos alunos? Pois não precisam de se
    preocupar, pois por cada um de vocês que deixar o Ministério da Educação
    há no mínimo quinhentos candidatos (os chamados candidatos à
    contratação) para o vosso lugar, pelo que esse problema não se coloca. O
    mais impressionante é que muitos desses candidatos trabalham já no
    setor privado, muitos deles com contratos efetivos e, ainda assim,
    preferem deixar a boa vida do privado para ir para o público, a maior
    parte das vezes ganhando menos.
    Ele há cada um!!!!

    • Sara on 8 de Setembro de 2017 at 21:15
    • Responder

    O Ministério não é obrigado a colocar pessoas com horário incompleto quando tem que lhes pagar por inteiro, como é lógico. O que vai acontecer com isto é os QZP perderem prioridade na Mobilidade e depois sim são ultrapassados pela maioria dos QA porque ao ME tanto lhe faz, o que lhes vai importar apenas é garantir que os que concorrem apenas a um concelhos ou seja os qa em horario 0 sejam logo assegurados. Ou seja passa a haver apenas 1ª (QA horário 0) e 2ª prioridade (QZP e QA em mudança opcional), o que não é certamente o que a maioria dos QZP pretende.

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