A resposta aos recursos hierárquicos abre caminho ao pedido de informação ao Ministério da Educação sobre o processo de decisão e que documentos a basearam.
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Se recebeu a resposta, abaixo reproduzida, ao concurso hierárquico, é favor preencher este formulário.
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A criação de uma base de dados, com valores próximos da realidade, é uma das nossas maiores armas para uma luta séria. Combater a demagogia do ME, é uma prioridade.
As dispensas do período probatório têm sido assim, e espera-se que para 2017/2018 seja idêntico.
Ficam dispensados da realização do período probatório 2016/2017 os docentes que reúnam cumulativamente os seguintes requisitos:
a. Contabilizem, pelo menos, 730 dias de serviço efetivo, nos últimos cinco anos imediatamente anteriores ao ano letivo 2015‐2016, prestados em funções docentes no mesmo nível de ensino e grupo de recrutamento em que o docente ingressou na carreira;
b. Tenham, pelo menos, cinco anos de serviço docente efetivo com avaliação mínima de Bom, nos termos do ECD.
O que deve mudar no despacho deste ano deve ser apenas a referência ao ano letivo 2015-2016 que mudará para 2016-2017.
Não percebo a pressa de muitas escolas em agendar a observação de aulas quando se prevê que informação idêntico possa sair em breve.
Disponibilizo agora a ferramenta atualizada com as colocações da RR4. A novidade é que esta versão já retira da contagem os candidatos que aparecem na lista de retirados.
Foram colocados 1.492 docentes contratados na Reserva de Recrutamento 4 de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas.
O final do mês de setembro traz até nós o último filme do tema Amor e Sexualidade, a curta-metragem “Le Tour Utrecht – BON VOYAGE!”, realizada por Job, Joris & Marieke. A história inicia-se com o arranque do Tour de France 2015, na movimentada cidade de Utrecht, quando um rapaz tenta alcançar a sua namorada no meio da imensa multidão em êxtase com o evento de ciclismo. Esta fantástica aventura demonstra a capacidade que o Amor tem para nos fazer improvisar e resolver as situações mais complicadas.
Bom filme!
A prova da importância que este filme teve na vida da cidade ficou patente no projeto Painting The Town, pois passou a integrar um roteiro de arte urbana, promovido pela própria cidade.
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 4ª Reserva de Recrutamento 2017/2018.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 2 de outubro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 3 de outubro de 2017 (hora de Portugal continental).
O Plenário do Conselho das Escolas reuniu ontem, dia 28/09/2017, nas instalações do Centro de Caparide, em S. Domingos de Rana.
Por solicitação do Senhor Ministro da Educação, foi apreciado o projeto de alteração ao Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, que estabelece os princípios orientadores da organização e da gestão dos currículos dos ensinos básico e secundário, e da respetiva avaliação dos conhecimentos, tendo sido aprovado o Parecer n.º 03/2017.
Por sua iniciativa, o Conselho debruçou-se, ainda, sobre a Portaria n.º 272-A/2017, de 13 de setembro, relativa aos rácios do pessoal não docente das Escolas, tendo aprovado a Declaração n.º 01/2017.
Somos menos, a tendência continua negativa. É natural, temos menos crianças….
Somos mais velhos. O envelhecimento docente é notório. Com o crescente aumento da idade da aposentação (desta vez não vamos falar do que esta questão acarreta) a curva da idade dos docentes continua a subir.
As docentes continuam a levar um avanço considerável face aos docentes homens. Nada de novo.
Estas e outras conclusões podem ser consultadas no Perfil do Docente 2015/2016 (clique na imagem)
Quando se vê docentes, de Bragança, com mais de 60 anos, a lecionar no Peso da Régua e a deslocar-se diariamente entre estas localidades, ainda se estranha que andem cansadas, doentes e desmotivadas. Vá-se lá entender porquê!
A secretária de Estado Ajunta e da Educação afirma que, até agora, o governo só foi citado em seis ações no tribunal. Professores falam em situações de “desespero”.
O Movimento dos professores por um concurso mais justo garante que já chegaram a tribunal “mais de 130 queixas” relativas ao concurso de colocação de docentes, mas o governo tem outros números e garante à TSF que só “foi citado em seis ações”.
“Ainda não está o apuramento fechado, mas será bem mais acima de 130 professores”, afirmou Manuela Almeida, representante do Movimento de professores por um concurso mais justo.
Na última quarta-feira, o Provedor de Justiça, José Faria e Costa, admitiu que as queixas dos professores eram válidas, considerando que os resultados do concurso terão sido injustos. O provedor declarou, no entanto, que a repetição do concurso prejudicaria o arranque do ano escolar.
Em declarações à TSF, a secretária de Estado Adjunta da Educação, Alexandra Leitão, diz que, até ao momento, o governo foi citado em apenas seis queixas.
O Ministério da Educação também não admite a existência de erros ou ilegalidades no concurso. Alexandra Leitão sublinha que o Provedor de justiça não referiu qualquer ilegalidade no processo.
O meu nome é Sofia Ester e trabalho no Agrupamento de Escolas Emídio Navarro em Almada.
Criei uma Escola de Magia onde os alunos se podem tornar feiticeiros. Para progredirem na magia, os alunos necessitam de ser bem sucedidos em jogos, sendo que vários desses jogos são educativos. A Escola de Magia foi escolhida como a vencedora, em Portugal, do Concurso Best Content for Kids organizado pela Insafe e pela European Schoolnet.
Dentro da Escola de Magia existe um jogo que é a História Interativa. Neste jogo o leitor ajuda a Adozinda, uma feiticeira de 16 anos, a progredir no mundo da magia. A História Interativa adapta-se ao leitor e tem diferentes fins, conforme a escolha que este faz ao final de cada página. Portanto, enquanto os livros comuns são uma revelação do autor, a História Interativa é uma revelação do leitor porque a história adapta-se aos seus valores e à sua disposição.
Segundo informações que nos chegam, os docentes que interpuseram RH por exclusão da MPD estão a ser notificados. Estejam atentos aos e-mails e verifiquem na plataforma SIGRHE.
O Provedor de Justiça recebeu um conjunto alargado de queixas de docentes sobre os resultados do concurso de mobilidade interna. É contestada, no essencial, a decisão tomada pela Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE) de, no referido procedimento, não ter posto a concurso todos os horários até então indicados pelas escolas, mas apenas os horários completos, vindo o preenchimento dos horários incompletos a ocorrer somente na primeira reserva de recrutamento.
De tal opção, alegam, resultou o desrespeito pela ordenação concursal assente na graduação, uma vez que docentes menos graduados obtiveram colocação na primeira reserva de recrutamento em escolas que os docentes mais graduados haviam escolhido preferencialmente.
Como é sabido, o Governo divulgou junto das organizações sindicais a intenção de antecipar a abertura de concurso interno para o próximo ano, ao que se seguirá novo concurso de mobilidade interna. Mais anunciou que «neste procedimento será permitida a mobilidade de todos os docentes que manifestem essa vontade, não sendo obrigado a fazê-lo quem não queira”, ou seja “os docentes que este ano obtiveram colocação [no concurso de mobilidade interna] e não desejem ser opositores ao procedimento antecipado» poderão manter as colocações obtidas no presente ano.
Esta solução traduz o reconhecimento, por parte da Administração Educativa, da inadequação dos resultados concursais. Só tal premissa justifica a abertura de novo concurso interno apenas um ano depois do lançado em 2017 e contrariando a periodicidade regra de quatro anos.
Na verdade, e independentemente da questão de saber se o diploma que rege os concursos permite a submissão ao concurso de mobilidade interna de apenas uma parte dos horários existentes, não pode deixar de se salientar que imperativos de justiça e boa-fé que predominam em toda a atividade administrativa exigem, em qualquer procedimento de natureza concursal, que seja dado aos candidatos conhecimento atempado de todas as regras concursais. Nos concursos de docentes, este conhecimento assume especial importância na medida em que os candidatos são chamados a manifestar as suas escolhas quanto às escolas onde pretendem ser colocados. E, independentemente de tais opções estarem sujeitas a limitações (os docentes dos quadros de zona pedagógica, por exemplo, são candidatos obrigatórios a todas as escolas e agrupamentos de escolas integradas no quadro a que pertencem), a sua manifestação em condições de liberdade e igualdade exige que toda a informação relevante sobre o concurso esteja disponível e seja clara, de modo a permitir aos candidatos antever, ainda que no plano das probabilidades, as consequências das opções tomadas.
Sob outro prisma, não pode a Administração Educativa prevalecer-se do desconhecimento, por parte dos candidatos, de uma parte das opções concursais por si tomadas, para obter ganhos em matéria de recrutamento de novos docentes que, de outra forma, não lograria integralmente.
A solução agora adotada difere, pois, a “correção” dos resultados concursais para o próximo ano escolar, tendo em consideração as prevalecentes razões de interesse público ligadas à necessidade de garantir a regularidade do início das atividades escolares. Na verdade, por força da tramitação sucessiva dos diversos procedimentos de recrutamento de doentes, a repetição do concurso de mobilidade interna envolveria forçosamente a reconstituição dos procedimentos seguintes, pois apenas os horários não preenchidos através daquele concurso podem ser submetidos à contratação inicial e reservas de recrutamento subsequentes. Donde resultaria que – a respeitar-se a reconstituição integral dos procedimentos concursais –, as atividades letivas apenas seriam encetadas com os docentes dos quadros de escola e de agrupamento que não tivessem concorrido à mobilidade interna.
Neste enquadramento, o Provedor de Justiça não deixará de apreciar, no momento em que for conhecida, a conformação, designadamente legislativa, que vier a ser conferida ao próximo concurso de mobilidade interna, com vista a garantir a ponderação dos diversos interesses em presença.
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A UNICEF lançou este vídeo para nos lembrar dos 27 milhões de crianças que não frequentam a escola por viverem em zonas de conflito. A educação devia de ser um direito de todos, mas não é.
O Presidente da Republica prometeu analisar as razões do protesto de um grupo de professores que lhe apresentou um conjunto de “situações de irregularidades e de alguma ilegalidade” nos concursos.
O Presidente da Republica prometeu analisar as razões do protesto de um grupo de professores que este sábado, no Porto, lhe apresentou um conjunto de “situações de irregularidades e de alguma ilegalidade” nos concursos de professores.
Os professores queixam-se que devido às alterações feitas pelo Ministério da Educação às regras dos concursos, fazendo com que “milhares de professores continuem colocados a centenas de quilómetros das suas residências e das suas famílias”.
O Presidente da República conversou com os docentes à chegada a Serralves, para uma visita à Festa do Outono, que decorre até domingo.
Marcelo Rebelo de Sousa pediu documentação relativa às queixas e reivindicações dos professores, garantindo-lhes que iria analisar o processo.
Os professores explicaram que “foram subtraídos ao processo concursal os horários incompletos com duração anual que teriam de ir a concurso. Houve alteração sem aviso prévio”.
“Houve preferência de horários completos, mas, ao contrário do que é alegado, as nossas preferências são feitas em função de agrupamentos de escolas e não por horários completos ou incompletos”, afirmaram.
“Já percebi, mas para já vou estudar”, disse o Presidente da República.
O denominado Grupo Luta Por Concursos de Professores Mais Justos explicou que, embora o Ministério da Educação não o reconheça, “este ano letivo houve milhares de docentes que foram ilegalmente colocados nas escolas”.
Segundo afirmaram aos jornalistas, logo após o dia 25 de agosto (data em que saíram as primeiras listas de colocação) houve movimentações para que essa situação fosse resolvida.
Os docentes acreditam, e disseram-no hoje ao Presidente da República, que “havendo vontade é possível repor a legalidade” e facilitar “a vida destas pessoas”, muitos deles “professores mais graduados que continuam a ser ultrapassados, por outros menos graduados, sendo lesados na sua situação profissional”.
Para Manuela Almeida, uma das porta-vozes do grupo, trata-se do “incumprimento do que está no decreto-lei”. Por isso, esta situação já foi denunciada ao Governo e a todos os grupos parlamentares.
“Os grupos parlamentares não admitiram ilegalidade no processo, mas admitiram a falha e a injustiça. Acreditamos que havendo boa vontade é possível resolver a situação”, sublinhou.
O grupo de docentes já interpôs várias providências cautelares, mas ainda não obteve qualquer resposta.
“Mantemos e manteremos a luta para que a situação seja retificada, propondo a retirada das listas de colocação, devendo publicar-se outras que respeitem a lei em vigor e que os professores sejam colocados com base na sua graduação e manifestação de preferências”, frisou Manuela Almeida.
Depois de se manifestaram junto do presidente da Republica, os professores repetem a ação no local onde decorre esta tarde uma iniciativa de campanha do Bloco de Esquerda, que conta com a presença de Catarina Martins.
“Queremos estar com Catarina Martins para lhe dizermos que a resolução proposta pelo grupo parlamentar do BE de que são a favor de uma resolução já no próximo ano, é tardia, é insuficiente e também dar-lhe conta de que o erro não é dos professores, mas sim do Governo”, afirmou Manuela Martins.
Com base nas renovações do ano 15/16, foi possível identificar um conjunto grande de candidatos que obtiveram no ano letivo anterior uma colocação em horário completo e anual. Sendo assim, o número de candidatos que estarão na 1ª prioridade passou de 150 para… 349.
A seguinte tabela apresenta esses candidatos distribuídos por Grupo e QZP. Se clicarem na tabela terão acesso à lista completa, organizada de acordo com a sua posição na lista graduada nos diversos grupos de recrutamento a que são opositores.
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Na reserva de recrutamento 3 foram colocados 1.136 docentes contratados distribuídos por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas de acordo com o quadro seguinte.
Esta semana, para o penúltimo filme do tema Amor e Sexualidade, apresentamos “Jinxy Jenkins & Lucky Lou”, dos realizadores Michael Bidinger e Michelle Kwon. Jinxy Jenkins (azarado) e Lucky Lou (sortuda) são as duas personagens principais desta história de amor muito peculiar, que aborda um dia de completa viragem na vida de ambos. Uma curta-metragem fascinante que transmite uma forte mensagem sobre os relacionamentos:
As melhores pessoas das nossas vidas complementam os nossos pontos fortes e compensam as nossas fraquezas.
Bom filme!
Recomendamos uma visita ao Tumblr, onde podem ser encontrados materiais bastantes interessantes como os esboços iniciais das personagens e as primeiras experiências realizadas pelos autores.
18 H d’enseignement de portugais sont à pourvoir pour l’année scolaire 2017-18 au collège Michel Servet et au lycée Les Glières ( Annemasse, Haute Savoie – académie de GRENOBLE)
Les personnes intéressés peuvent adresser leur CV, une copie du diplôme (licence d’enseignement du portugais) et une lettre de motivation à:
Pró-Ordem leva reivindicações dos Professores à reunião com o Ministro da Educação
De modo a representar os interesses dos seus associados e da Profissão Docente, a Federação Portuguesa de Professores – FPP, da qual a Pró-Ordem faz parte, reúne esta sexta-feira da parte da tarde com a equipa governativa do Ministério da Educação. Nesta reunião ao mais alto nível, a Direção da FPP vai salientar as seguintes questões:
– Necessidade de uma Ordem dos Professores como forma de valorização da Profissão Docente e dos seus profissionais;
– Descongelamento da carreira/progressão nos escalões em 2018;
– Regime especial de aposentação para a carreira docente em virtude de ser uma profissão de desgaste rápido;
– Um modelo de concursos claro, objetivo e justo que transforme em vagas todas as necessidades permanentes das Escolas e Agrupamentos.
– Definição clara daquilo que é componente letiva e componente NÃO letiva.
– Redução da carga burocrática dos professores nas escolas.
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 3ª Reserva de Recrutamento 2017/2018.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 25 de setembro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 26 de setembro de 2017 (hora de Portugal continental).
O Instituto Português do Oriente torna público que, de 20 de setembro a 4 de outubro de
2017, aceita candidaturas para o preenchimento de um lugar de professor de português
língua estrangeira.
São vários os relatos que me chegam dando conta da mesma situação.
Docentes que manifestaram interesse em ser colocados em horários incompletos para apoio no 1.º ciclo e obtiveram colocações em número de horas inferiores ao intervalo de horário para o qual concorreram.
Sou, XXXXXX, candidata nº XXXXXX, docente do grupo de recrutamento 110, 1º Ciclo do Ensino Básico, fui opositora ao concurso de contratação inicial e reserva de recrutamento para o ano escolar 2017/2018;
– Na minha manifestação de preferências selecionei horários completos e incompletos, os últimos apenas para o intervalo de 15 a 21 horas;
– Na Reserva de Recrutamento 02, obtive colocação para o Agrupamento de Escolas XXXXX – XXXXX (código XXXXXX), com um horário de 8 horas, intervalo de horário, ao qual não fui opositora no concurso, apenas fui opositora para o Agrupamento atrás citado para horários completos;
– Na página 6 do manual de instruções da manifestação de Preferências do Concurso de Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento está bem claro que os candidatos opositores ao grupo de recrutamento 110 – 1.º Ciclo do Ensino Básico, apenas podiam indicar horários incompletos, se nas opções de candidatura manifestassem interesse em serem colocados em horários de Apoio Educativo, aliás, caso respondessem “não” à pergunta da manifestação de disponibilidade de colocação em horários completos e incompletos de apoio educativo, a aplicação nem permitia selecionar e concorrer a horários incompletos, daí eu ter respondido “sim” aquela questão, limitando esse interesse, na manifestação das minhas preferências, em horários incompletos até ao intervalo de 15 a 21 horas, e nunca abaixo das 15 horas, o que sucedeu na minha colocação;
– Encontro-me estupefacta com a situação, não compreendo o sucedido, esta colocação põe em causa completamente a minha vida pessoal, familiar e económica e do agregado familiar;
Com tudo isto vi-me obrigada, a aceitar e apresentar-me para logo a seguir denunciar contrato
Bom dia.
Sou professora de 1 ciclo e no concurso coloquei sim na questão dos apoios. Ao fazê-lo era permitido escolher os intervalos de horário. Selecionei apenas horários completos e colocaram me num incompleto.
Aconteceu a vários colegas. Alguns com situações desesperantes, pois ficaram a centenas de Km de casa com horários de nove horas, quando para essas zonas apenas colocaram horários completos!
Peço lhe por favor que nos ajude a dar voz, no sentido de se repor a justiça dos que foram mal colocados e que não se continue. nas próximas reservas com o mesmo erro.
Muito obrigada por toda a sua atenção.
Acrescento ainda que com 20 horas fui colocada como titular de turma, sendo que um dia por semana outro professor dá as aulas à minha turma.
Passa-se algo de muito estranho e irregular no 1º ciclo e parece que as nossas vozes não chegam a lado nenhum
Boa tarde.
Sou professora contratada no grupo 110 e acho que serei colocada na próxima RR, no entanto estou muito preocupada com uma situação. Ao fazer o meu concurso na questão sobre se pretendia ser colocada em horários completos e incompletos do apoio educativo eu respondi SIM, no entanto ao manifestar preferências só coloquei horários completos. Sei que na RR2 alguns colegas do meu grupo que concorreram como eu foram colocados em horários incompletos.
Como é isto possível???
Mudaram as regras do ano passado para este ano???? No ano passado isto não sucedeu…
Tenho conhecimento de uma colega que foi colocada com 9h a 400kms de casa, e para esse qzp essa colega só selecionou horários completos.
Outros casos em que os colegas foram colocados em horários incompletos mas estes não são do apoio educativo!!! Como é isso possível no 110?
Por exemplo, num caso juntaram 2 horários de substituição por amamentação e fizeram um horário de 10h (5h numa turma + 5h noutra).
«Os Relatórios de Escola e de Turma das Provas de Aferição de 2017 (REPA) começam hoje a ser disponibilizados na Extranet do IAVE, em http://extra.iave.pt/login.jsp, de acordo com a seguinte calendarização:
8º ano de escolaridade — até ao final do dia de hoje, 21 de setembro;
5º ano de escolaridade — até ao final do dia de amanhã, 22 de setembro;
2º ano de escolaridade — até ao final do dia da próxima segunda-feira, 25 de setembro.
Os Relatórios Individuais das Provas de Aferição (RIPA) serão removidos da Extranet no próximo dia 29 de setembro e os REPA no próximo dia 6 de outubro, devendo cada estabelecimento de ensino assegurar o arquivo dos respetivos dados.
A apresentação dos REPA é feita por ano de escolaridade e por turma da seguinte forma.
Em 2017, a Semana Europeia do Desporto decorre entre 23 e 30 de setembro com o objetivo de promover o desporto e atividade física em toda a Europa, através da realização de um conjunto alargado de atividades dirigidas a todas a população, independentemente da idade ou do nível de preparação física.
Os alunos em idade escolar representam um segmento especialmente importante na promoção da atividade física e no desporto, tendo em conta que é nesta etapa da vida que as crianças e jovens adquirem as bases da sua literacia motora e adotam hábitos de vida saudáveis.
Por esta razão, a Semana Europeia do Desporto tem reservado um dia exclusivamente dedicado às Escolas, a exemplo do que acontece noutros Estados-Membros da União Europeia.
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“Quando eu tinha cinco anos, a minha mãe dizia-me que a felicidade era a chave da vida. Quando fui para a escola, perguntaram-me o que queria ser quando fosse grande. Escrevi feliz. Então elesdisseram-me que eu não tinha entendido o exercício. E eu disse-lhes que eles não entendiam a vida.”
John Lennon
Como qualquer humano explicado por Freud, somos o resultado da disputa entre o nosso “id”, vertente primária subjugada pelo instinto, o nosso “ego”, bússola de navegação pela realidade externa, e o nosso “superego”, o árbitro implacável que vigia e obriga os outros dois estádios a permanecerem entre os limites da moral vigente e a considerar os seus dilemas.
Poderemos falar de um “superego pedagógico”, que obrigue os que têm por missão orientar os seres em crescimento a não lhes dar o que não lhes deve ser dado, mesmo que imposto pelos normativos modernistas dos que mandam, prolongando a abulia e subjugando as vontades? Deverá esse “superego” atípico impedir que os professores empurrem as crianças pelos corredores da pressa e do utilitarismo, quando as deviam guiar pelos trilhos calmos do personalismo e dar-lhes tempo para terem tempo? Trilhos onde os livros tradicionais ganhem aos meios electrónicos, a memória seja uma qualidade intelectual respeitada e o silêncio cultivado como meio para nos encontrarmos connosco próprios, aprendendo que até um cabelo projecta a sua sombra.
A missão de um professor é também impulsionar e acelerar a evolução da humanidade dos seus alunos, tornando-os mais sensíveis, ensinando-os a distinguir a verdade da mentira, a justiça da injustiça, a humildade da vaidade, a bondade da inveja. O desiderato de um professor é também ter alunos que prefiram uma derrota com honra a uma vitória com trapaça, que escolham a gentileza à brutalidade, que prefiram ouvir a gritar, que saibam que chorar é próprio de quem sofre, não diminui e, quando acontece, só engrandece. A obrigação de um professor é também ensinar aos seus alunos que só aquece aquilo que se consome, que a falta de uma só trave pode tombar todo um sistema, que é mais difícil fazer o que o coração dita que o que os outros esperam, que é impossível tocar uma nuvem mantendo os pés no chão, que são os erros e as esperanças desfeitas que ajudam a crescer e que, citando Confúcio, “não poderão mudar o vento mas poderão ajustar as velas do barco para chegarem onde quiserem”.
Na Escola não vivemos ao Deus-dará. Vivemos ao Governo-dará, em situação de permanente experiência, conforme o lado donde sopra o vento, sem ponderar impactos, sem avaliar as políticas ou com avaliações pré-ordenadas para que os resultados sejam os pré-decididos. Na Escola permitimos que as teorias sobre a formação de “capital humano” capturem as teorias sobre o funcionamento da educação integral, expulsando as artes e as humanidades. Na Escola vivemos obrigados por leis verga-carácter, constantemente alteradas e interpretadas segundo a conveniência do legislador, esquecendo o dever que nos assiste: não calar! E calamos. E desistimos. E pactuamos. Pactuamos com insanos que se julgam profetas e tomam decisões em nosso nome.
Eu sei que a complacência produz amigos e a franqueza pode gerar ódios. Mas exponho-me, com o que sinto. Se queremos resolver e não apenas discutir os problemas da nossa profissão, temos que começar por tomar consciência de que fomos convertidos em proletários mal pagos, ao serviço de senhores que não têm que fazer prova nem de saber, nem de coerência, muito menos de ética, para mandar. Quando a nossa indignação for maior que o nosso medo, então sim, discutiremos razões em vezes de colocações. E viveremos, como os outros portugueses, sem pânico de nos desmembrarem a família em cada ano que começa.
Aldous Huxley escreveu algures que a ditadura perfeita teria a aparência da democracia. Que seria um sistema de escravatura onde os escravos teriam amor à sua escravidão. No início deste ano escolar, abraço os professores do meu país e ouso sugerir-lhes que pensem no que acabo de escrever.