Providência cautelar para tentar travar colocações de professores em destaque na imprensa

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2017/09/providencia-cautelar-para-tentar-travar-colocacoes-de-professores-em-destaque-na-imprensa/

22 comentários

1 ping

Passar directamente para o formulário dos comentários,

    • paula on 6 de Setembro de 2017 at 11:40
    • Responder

    E assim mais uma vez os contratados estão a perder: ordenado, tempo de serviço (os do privado não passam por isto), e quem estava na perspetiva de sair anuais e puder renovar…. (vão estar + 4…. anos).

      • Sonia Reis on 6 de Setembro de 2017 at 16:00
      • Responder

      Concordo com a Paula. Estou na mesma situação. Estou a perder tempo de serviço e ordenando …. Só espero que saem as listas, o quanto antes. Uns estão indignados por terem sido colocados longe (eu compreendo), mas há muitos colegas, como eu, que estamos indignados por estar em casa à espera de uma colocação.

    • Ricardo on 6 de Setembro de 2017 at 12:38
    • Responder

    1. Fui contratado durante dez anos e a minha mulher aindao é, passados 20 anos de serviço. Acredite que sei que os contratados SEMPRE perderam: ordenado (sem progressão), tempo de serviço (no caso de horário incompleto), colocação onde sobrasse vaga, horas incontáveis em filas de miniconcursos…

    2. Toda esta farsa de colocações tem apenas um objetivo: impedir que professores contratados (ou pelo menos um número ínfimo) tenha horário completo, não só por causa dos ordenados, mas também, sobretudo, por causa da norma travão (sem contratos sucessivos, não há lugar a efetivação obrigatória…

    3. É um erro muitos pensarem que o mal de uns é o bem dos outros pois, funcionando tudo em dominó, o mal de uns é o mal de todos, se não agora, um pouco mais tarde. É nisso que os professores têm de começar a pensar.

    4. De qualquer modo, boa sorte para todos nós.

      • Ana500 on 6 de Setembro de 2017 at 12:50
      • Responder

      Ricardo, felicito a sua análise. Ainda bem que alguém dos professores contratados já percebeu que este procedimento de guardar os horários incompletos teve também como objetivo também prejudicar os contratados. Menos completos=menos vinculações.

    • Qzp0km on 6 de Setembro de 2017 at 13:02
    • Responder

    Decreto-Lei n.º 28/2017
    Diário da República n.º 53/2017, Série I de 2017-03-15

    Artigo 27.º
    Procedimento de colocação
    1 — As necessidades temporárias, estruturadas em horários completos ou incompletos, são recolhidas pela Direção -Geral da Administração Escolar mediante proposta do órgão de direção do agrupamento de escolas ou da escola não agrupada.
    2 — O procedimento de recolha das necessidades temporárias é definido pelo diretor -geral da Administração Escolar, de forma a garantir a correta utilização dos recursos
    humanos docentes.

    ou seja…os horários podem ser completos ou incompletos e o procedimento de recolha é definido pelo diretor geral da administração escolar…

    1. “…de forma a garantir a correta utilização dos recursos humanos docentes.”
      Ou seja, não pode haver colocação de professores dos quadros em horários de 6 horas, havendo um horário completo na zona em que ficaram, voluntariamente, vinculados.

        • anonimo on 7 de Setembro de 2017 at 2:23
        • Responder

        Ai sim? Não pode haver professores com 6 horas, havendo horário completo na zona? Então diga-me por que é que isso aconteceu não RR1? Houve QZP colocados com horários bem incompletos e houve colegas contratados colocados com horários completos na mesma zona. É esta a boa gestão dos recursos? ou é uma grande injustiça?

    • Benvinda Branquinho on 6 de Setembro de 2017 at 13:10
    • Responder

    Uns descontentes com o lugar onde foram colocados e outros tanto como queriam uma colocaçãozinha …. mesmo que fosse na terra onde Judas perdeu as botas. 🙁 🙂

      • Ricardo on 6 de Setembro de 2017 at 13:32
      • Responder

      Benvinda, tem razão…mas apenas parcialmente (em ambos os significados da palavra). Como contratado, fui a todas e presencialmente (na época, miniconcursos, com horas intermináveis ao sol, concursos e desistências presenciais em CADA concelho!). Durante dez anos…
      Depois efetivei, não onde quis, mas onde consegui, para ter alguma estabilidade profissional e pessoal. E consegui. Consegui progredir, ganhar mais um pouco e ficar mais perto de casa. Penso que Benvinda deseje o mesmo…
      Desejo-lhe sinceramente que o consiga, sobretudo se vai à luta, como eu, de norte a sul do país, com colocações em Vila Real e Loulé.
      Contudo, não acredito que o continue a desejar um horário onde calhar, com 20 anos de serviço, exceto se quiser ser monja da profissão.
      É isso a que temos direito e é isso pelo qual TODOS devemos lutar. É nosso direito, mas também dever.

    • PL on 6 de Setembro de 2017 at 13:13
    • Responder

    “rasteira pregada aos professores”

    “O conjunto de docentes pretende que o Ministério da Educação anule o concurso e volte a fazer o procedimento como antes ou que, no limite, dê oportunidade aos professores que estejam descontentes de optar por concorrer ao universo total dos horários disponíveis.”

    Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/cm-ao-minuto/detalhe/psd-insta-governo-e-esquerda-a-corrigirem-rasteira-pregada-aos-professores

    • maria jose on 6 de Setembro de 2017 at 13:50
    • Responder

    quem não quer ir para onde concorreu deve ser excluido do ensino; quem está doente, deve ir a uma junta médica, para confirmar de facto a doença, caso contrário deve ser excluido do ensino; saber onde se tirarm os cursos, alguns com notas inflacionadas, deveria ser algo a investigar; saber quem é quem nas habilitações e colocá-los em função do que se é e não do tempo de serviço e etc. deveria ser critério . O problema é que há falta de… para se mexer nesta coboiada cheia de vicios a que chamam de vocação da treta, chamada de professores.

      • Zé Augusto on 6 de Setembro de 2017 at 14:39
      • Responder

      “quem não quer ir para onde concorreu deve ser excluido do ensino”. Não sejas tolinha… se não sabes do que falas informa-te. É triste haver professores que insistem nesta tecla. É medonho ler comentários no facebook e blogs de ignorantes que insistem que se “concorreram agora assumam” ou “estavam a contar com o ovo no cu da galinha” ou “tomara eu ter um lugarzinho no cu de judas”. É por causa desta miserabilismo que o ME faz de nós umas marionetas, uns palhaços, uns paus-mandados.

      • Luisa on 6 de Setembro de 2017 at 14:59
      • Responder

      D. Maria José, é uma vergonha ler o seu comentário que, infelizmente reflete a opinião geral daqueles que nada percebem do que se passa com a educação em Portugal. A sua opinião é de uma enorme ignorância. Já nem vou comentar sobre as colocações, nem sobre as habilitações…mas insultar os professores já é demais!!

      • Ricardo on 6 de Setembro de 2017 at 15:17
      • Responder

      Acho, sinceramente, que devias ir para a put@ que te pariu.

      • Ngola on 6 de Setembro de 2017 at 16:51
      • Responder

      Estás enganada. O problema não é esse!
      O problema é tua desfaçatez, imagino que passes o tempo em formação e que estejas carregadinha de títulos depois de anos a arrastares-te pelos corredores da Universidade e que, talvez porque se te tenha acabado a mamita, queiras um sistema de colocações que te sirva. Cuidado, não te saia o tiro pela culatra.
      Imagino que tenhas acabado o curso com uma nota fraquinha… e, por isso, te revoltes com as notas “inflacionadas” dos outros. Não te ocorre que no universo de tantos professores isso deva ser uma minoria? Claro que não! É melhor cascar nos outros que olhar para dentro e descobrir os méritos do trabalho.
      Quando quiseres insultar os professores, não te dês a tanto trabalho. É insulto suficiente chamar-te colega.

      • Orquidea Selvagem on 6 de Setembro de 2017 at 17:27
      • Responder

      A senhora é professora? Não o creio. Se fosse professora saberia que para pedir MPD tem que ter um relatório médico e um certificado de incapacidade. Sabe que passa este certificado? É uma junta médica!!!
      Se de facto for professora, bata na boca. A doença não escolhe idades ou alturas, Já deve é ter muito tempo livre e usa-o para escrever barbaridades.

    • Maria M. on 6 de Setembro de 2017 at 14:45
    • Responder

    Sendo verdade que é isto que está a atrasar a saída da RR é porque deve haver gente muito importante colocada a 300 Km de casa. Tantos anos com injustiças cometidas e com tanto barulho dos sindicatos e nunca se deu razão aos protestos dos professores! Até o concurso extraordinário deve ter tido como objetivo colocar amigos…

      • Carlos on 6 de Setembro de 2017 at 15:03
      • Responder

      Nunca tive a menor dúvida…
      Assino por baixo.

    • Maria Nunes on 6 de Setembro de 2017 at 16:55
    • Responder

    A PC entrou por um sindicato, porque é uma acção colectiva, e não individual.

    • Nao interessa on 7 de Setembro de 2017 at 2:38
    • Responder

    Na prática, alguns professores de quadro de zona MAIS GRADUADOS viram hoje alguns colegas MENOS GRADUADOS obterem um horário COMPLETO nas escolas das suas preferências, pervertendo a “justiça” deste concurso.
    Na realidade, os horário passam de INCOMPLETOS para COMPLETOS… para isso deviam ser acessíveis aos docentes por ordem de graduação, como foi nos anos anteriores.
    ESTA é a verdadeira questão ainda não respondida…

    • gemmalyly on 13 de Março de 2024 at 5:03
    • Responder

    Uma das formas legais de tentar travar a publicação de informações na imprensa é através da providência cautelar. Uma providência cautelar connections unlimited é uma medida judicial que visa proteger os direitos de uma parte enquanto se aguarda uma decisão final no processo principal.

  1. […] via Providência cautelar para tentar travar colocações de professores em destaque na imprensa — Blo… […]

Deixe um comentário

Your email address will not be published.

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Discover more from Blog DeAr Lindo

Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

Continue reading