QZP11: Marte

O Ministro da Educação e respetivo séquito reuniram com a NASA, no início de novembro.

Trata-se de uma informação absolutamente sigilosa, a que o Blog deArlindo teve acesso graças a um insuspeito infiltrado o qual revela tudo publicamente, arriscando a própria vida. Aqui ficam transcritas as escutas resultantes desta operação secreta. Para que saibam que não é inocentemente que agora se propõe a alteração ao DL 132 nos moldes sobejamente conhecidos…

Início da Gravação:

(Diretor da NASA com sotaque norte-americano):
– Necessitamos do vosso ajuda. Sabemos que vós ter mão-de-obra altamente classificada. Muito bons professores no desemprego. Precisamos ficar com a vossa excedência para missão especial. Nós saber, Portuguese teachers são do best!
(Jovem Ministro da Educação cofiando a barbinha):
– Oiça, é só dizer o que necessita, estamos cá para isso.
(Coro de Assessores do jovem Ministro da Educação cofiando a barbinha):
– Cá para isso…
(Diretor da NASA com sotaque norte-americano):
– O proposta é simples – queremos mandar muitas professores vossos para Marte.
(Jovem Ministro da Educação cofiando a barbinha):
– Bom, isso, parece-me um bocadinho complicado, pois, bem vê, temos tentado mandá-los para outras profissões e eles não querem de modo nenhum. São cá d’uma raça…
(Coro de Assessores do jovem Ministro da Educação cofiando a barbinha):
– D’uma raça!…
(Diretor da NASA com sotaque norte-americano):
– Mas é um proposto irrecusável. Vão ser pioneiros na conquista de Mars, vão em nome da Terra fazer colonization.
(Assessor 1, voz baixa denunciando aparte):
– Sr. Ministro, se me permite, creio que isto nos resolvia um sem número de problemas. Vejamos, têm deslocação e hospedagem gratuita.
(Assessor 2):
– Já para não falar nas refeições!! Tudo à borla: dobrada desidatada, cozido à portuguesa desidratado, pastéis de nata desidratados, enfim, gastronomia típica do melhor!
(Assessor 3):
– E podem dar aulas como antigamente na telescola, tudo à distância.
(Assessor 4):
– E já estão habituados a muita quilometragem e a que os mandemos para todo o lado…
(Diretor da NASA, com sotaque norte-americano, profusamente entusiasmado):
– Sim, sim, sem custos para vocês no Ministry of Education. Only good publicity!
(Jovem Ministro da Educação cofiando o bigodito):
– Então, mas, como é que isso se operacionaliza?
(Assessor 2):
– Ó senhor Ministro, isso é o mais fácil! Alteramos o diploma dos concursos. Introduzimos mais prioridades, aumentamos o tempo de serviço para se integrar a carreira, vinculamos extraordinariamente poucochinhos…
(Assessor 4):
– E temos também os do quadro que podem ir para mobilidade se tiverem horários de 8 horas. Vai tudo é pró espaço, senhor Ministro. Vai tudo é pró espaço se quiser trabalhar!!!

2 (Jovem Ministro da Educação cofiando o bigodito):
– Ah! Brilhante! Então, mas, e os sindicatos?…
(Assessor 1):
– Ora, ora, deixe-os por nossa conta. Reunimos com os 150 sindicatos de professores, sempre com propostas piores do que esta. Qualquer coisa, tipo, aumentamos ainda mais a quantidade de prioridades na contra-proposta e o tempo de serviço necessário para vincular, remetemos as vinculações extraordinárias para entrada em vigor em 2020. Vai ver se eles não aceitam logo a primeira versão proposta…
(Diretor da NASA, profusamente entusiasmado):
– Yes, yes, nice tactics! Very intelligent people you have, Mr. young minister… meanwhile, eu publico anúncio com irrecusável proposta da NASA – uma prioridade, uma lista de graduação, pagamento de all expenses, mobilidade reduzida a horários de 3 horas. Vai ver se não vão querer todos ir para Mars…
(Assessor 3):
– É mandá-los para Marte, senhor ministro, é mandá-los para Marte! Acabou-se o excedente de professores, as críticas dos sindicatos e o orçamento da educação ainda estica!
(Assessor 3):
– Além disso, se há alguém que consegue lidar com marcianos, são os professores portugueses. Por esta altura, já estão preparados para tudo: toneladas de legislação às costas, violência de pais, indisciplina na sala…
(Jovem Ministro da Educação cofiando a barbinha):
– Bom, agora que colocam as coisas dessa maneira… Combinado, senhor Diretor da NASA. Sempre é menos um problema no meu mandato… além disso, não é a mesma coisa que mandar os professores emigrar, certo?…
(Coro de Assessores do jovem Ministro da Educação cofiando a barbinha):
– Certoooooo!!!

(fim da gravação)

 

PS –  Qualquer semelhança com a realidade é pura… semelhança.

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Reserva de Recrutamento 13

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 13ª Reserva de Recrutamento 2016/2017

 

Docentes de Carreira – ano escolar de 2016/2017

Candidatos à Contratação – ano escolar de 2016/2017

Lista definitiva de retirados – Consulte

 

Documentação

 

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PISA 2015 – Principais resultados portugueses

Os gráficos abaixo apresentam o desempenho de Portugal em comparação com a média da OCDE e as tendências a médio prazo. Abrange todas as áreas principais do PISA e um resumo dos desafios de equidade que Portugal poderá enfrentar.

 

Desempenho médio

O indicador principal para as três áreas temáticas: ciência, matemática e leitura. O desempenho médio refere-se a todos os estudantes de 15 anos de idade de um país / economia, independentemente do tipo de escola e grau frequentado.

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Participação dos melhores desempenhos

Estudantes de alto desempenho nas ciências podem usar ideias ou conceitos científicos abstratos para explicar fenómenos e eventos mais estranhos e mais complexos. Na matemática, são capazes de avançado pensamento matemático e raciocínio. Na leitura, os melhores desempenhos podem recuperar informações que exigem que o aluno localize e organize várias partes de informações profundamente incorporadas a partir de um texto ou gráfico.

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Percentagem de rendimentos baixos

Estudantes de baixo desempenho em ciências são incapazes de usar conhecimento científico básico ou quotidiano para interpretar dados e tirar uma conclusão científica válida. Em matemática,  não conseguem calcular o preço aproximado de um objeto numa moeda diferente ou comparar a distância total em duas rotas alternativas. Na leitura, estes alunos têm dificuldades lutam no reconhecimento da ideia principal de um texto.

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Intervalo de desempenho entre rapazes e raparigas

Na maioria dos países, os rapazes têm um desempenho ligeiramente melhor do que as raparigas em ciências. No entanto, os rapazes com melhor desempenho superam as raparigas com alto desempenho por uma margem grande em muitos países. Os rapazes superam as raparigas em matemática na maioria dos países, e as raparigas superam os rapazes na leitura em praticamente todos os países e economias. Os gráficos abaixo referem-se ao tamanho da diferença entre os rapazes e raparigas em Portugal.

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Igualdade social

As escolas devem proporcionar uma boa educação a todos os alunos, independentemente da educação ou profissão dos seus pais. O PISA avalia em que medida as diferenças nos resultados da educação estão associadas com o estatuto social dos pais, bem como a diferença de desempenho entre os alunos favorecidos e desfavorecidos. Identifica também a proporção de alunos que apresentam um bom desempenho, apesar de virem de contextos desfavorecidos,  são conhecidos como estudantes resilientes.

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Estudantes imigrantes

Muitos países acham difícil dar aos estudantes imigrantes as mesmas oportunidades educacionais que aos estudantes nacionais. O PISA avalia como os estudantes imigrantes se comparam aos seus pares nativos e mede a diferença de desempenho entre os dois grupos. Analisa também os factores contextuais, tais como a percentagem de estudantes imigrantes entre todos os estudantes e a probabilidade de os estudantes imigrantes serem colocados em escolas com uma grande percentagem de estudantes socialmente desfavorecidos.

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PISA 2015 – Portugueses acima da média da OCDE

No desempenho em ciências, Portugal melhorou 7 pontos em cada três anos, comparando os resultados PISA 2006 e PISA 2015. A média da OCDE não sofreu alterações significativas nesse período. Portugal faz parte de um grupo de seis países onde  o desempenho médio nas ciências melhorou significativamente entre 2006 e 2015 (Colômbia, Israel, Macau (China), Portugal, Qatar e Roménia).

Em contraste, na Finlândia, na Eslováquia e nos Emirados Árabes Unidos, o desempenho dos estudantes em ciências deteriorou-se em média mais de dez pontos a cada três anos. O desempenho na Austrália, República Checa, Grécia, Hong Kong (China), Hungria, Islândia e Nova Zelândia deterioraram-se entre cinco e dez pontos cada três anos; E na Áustria, na Croácia, na Jordânia, nos Países Baixos e na Suécia, em média, diminuiu menos de cinco pontos por cada três anos.

Um quarto dos estudantes vê-se a trabalhar  numa carreira relacionada com ciências.

As raparigas e os rapazes têm quase a mesma probabilidade de trabalhar numa profissão relacionada com a ciência, mas têm Interesses e ideias diferentes do que essas carreiras poderiam ser.

Em geral, os rapazes participam mais frequentemente em atividades relacionadas com ciência e têm mais confiança nas suas habilidades do que raparigas.

Singapura, Hong Kong (China), Canadá e Finlândia são os países e economias com melhor desempenho em leitura.

Quase um em cada dez estudantes nos países da OCDE é um dos melhores em leitura, mas dois em cada dez alunos não atingem o nível básico de proficiência no assunto.

Poucos países viram melhorias consistentes no desempenho em leitura desde o PISA 2000, entre eles Portugal.

Os países/economias asiáticos superam todos os outros países em matemática.

Portugal é o 5 º país com mais alunos por escola.

No índice de escassez de pessoal, estamos num honroso 2º lugar…

Os nossos alunos passam uma média de 28 horas semanais na escola e dedicam ao estudo fora da escola uma média de 17,5 horas. (mais 9,3 horas de estudo do que o tal país com que gostam de nos comparar quando dá jeito)

Em Portugal mais de 30% dos jovens com 15 anos apresentam pelo menos uma retenção no seu percurso escolar. Taxa de retenções em Portugal é quase o triplo da média da OCDE.

 

 

Estas são algumas das principais conclusões.

 

 

 

 

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Senhor ministro, o meu pai não me deixa ser professora!

 

Num país longínquo, situado lá para de trás de umas serras do norte, de um desses continentes à deriva, existia um Rei (o nome do país não interessa a ninguém e eu não o consigo pronunciar).

Nesse país, tudo corria “buéda” bem. Todos eram felizes e andavam contentes, ninguém se queixava da vida que levava.

Certo dia, o Rei, Sua Majestosidade Majestosa, reuniu os seus ministros para saber se, ainda, corria tudo “buéda” bem.rei

Chegada a vez de Sua Sabedoria, o Ministro da Educação, se pronunciar, ficou o Rei, elucidado de que o seu povo sabia aplicar com a fonética correta e a frequência desejada os seguintes termos, demonstradores da sua educação imaculada: Bom Dia, Boa tarde, Boa Noite, Obrigado (de preferência com “muito” atrás), Por favor, Se faz o favor e o mais importante de todos, Com certeza meu senhor, tem toda a razão.

O Rei, pensativo sobre o que acabara de ouvir, envia o ministro num périplo pelo país para que o mesmo se inteirasse do estado das tais escolas que seu tetra-avô tinha mandado edificar, aproveitando para verificar o estado educacional da plebe.

Deslocou-se o ministro para lá das serras que faziam parte das outras serras atrás das quais se situava aquele longínquo país. Lá chegado e já que lá estava, decidiu entrar numa daquelas salas onde se aglomeram crianças repetindo vezes sem conta aqueles, Bom Dia, Boa tarde, Boa Noite, Obrigado (de preferência com “muito” atrás), Por favor, Se faz o favor e Com certeza meu senhor, tem toda a razão.

Mal pôs o pé dentro da sala, um silêncio ensurdecedor se abateu sobre aquele lugar, ecoando pelo corredor a fora até bater na velha porta da escola, que de tão velha se soltou das dobradiças. Depois das vénias e cantares da praxe, lembra-se o ministro de perguntar a uma catraia, que por ali se sentara por não ter mais onde o fazer, o seguinte:

– O que queres ser quando fores grande, minha menina?

– Eu queria ser professora, mas o meu pai não me deixa! – retorquiu a catraia.

– O teu pai não te deixa! Então porquê? – perguntou, o indignado ministro.

– Porque diz que para ser mal tratada, por tudo e por todos, mais vale ficar em casa que ele trata disso sozinho.

– O teu Pai… o teu pai… – gagueja o ministro, visivelmente alterado.

– Mas sabe que mais? – continuou a catraia – Ele até tem razão. Senão vejamos, uma professora não se pode casar e eu já tenho o meu Zé à espera lá fora.

– Não se pode casar? – perguntou o admirado ministro.

– Não. Como é que ela se vai casar a mudar constantemente de casa e a andar de terra em terra? Não pode. É que nem tem tempo para namorar. – à catraia até se lhe avivaram as cores, da raiva que sentia ao falar.

– Não será bem assim. Podes sempre namorar com um professor! – tentou o ministro para ver se acalmava a garota.

– Eu não sou mulher de muitos homens. Já lhe disse que o meu Zé já deve estar lá fora à minha espera…

– Calma, minha menina, não foi essa a minha intenção…

– E mais! – a catraia, visivelmente “cheia de nervos”, lança-se num turbilhão de afirmações – As professoras são umas desgraçadas. “São ninguém” a vida toda. Se não têm 730 dias, não trabalham. Se têm, tapam os buracos das outras. Se são novas, é porque têm toda a vida pela frente para os ter, se são velhas, têm que ter 7300 dias. Se são contratadas, calcorreiam caminhos, se são vinculadas caminhos calcorreiam. E até para isso é preciso ter sorte, porque há aquelas que têm carros sem travões e aquelas que ao tê-los têm que ter quatro, se algum dia querem parar. E sabe que mais, vossa mercê? O meu pai é que tem razão!

O ministro, confuso, agradece os esclarecimentos à catraia e pede ao seu assessor que nunca mais se lembre de o aconselhar a manter diálogos com a plebe.ministro

De volta ao palácio de Sua Majestosa Majestosidade, acerca-se o ministro do seu soberano para lhe dar as boas novas dos confins do reino.

– Queira Vossa Majestade saber, que tudo continua “buéda” bem com a educação de seu povo. E às escolas de seu tetra-avô, além de um parafuso ou de outro, nada lhes aconteceu que as impeça de prestarem o serviço para que foram edificadas.

 

 

(falta-me, agora, conseguir transformar isto num teatrinho de Natal….)

 

 

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Comentários/sugestões sobre a proposta do ME de alteração ao diploma de concursos

 

Mais uma consulta sobre a Proposta do ME de alteração ao diploma de concursos. Desta vez da FNE. Podem deixar os vossos comentários e sugestões para que a FNE saiba qual é a vossa opinião.

Fica o link na imagem

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Estamos em “Estado de Emergência”…

 

… mas vamos lá com calma. Não nos precipitemos. Isto vai demorar uns anos a resolver. A não ser que se decrete o fim das retenções e se siga outra vez os passos de outros…

 

Para a “emergência dos chumbos não há soluções rápidas

Mas esta é uma batalha que, reconhece o Ministério da Educação, não será ganha de um dia para o outro. Mesmo tendo o governo inscrito a redução destes indicadores em 50% como um dos objetivos para a legislatura. E tomado medidas, como a extinção das provas do 4.º e 6.º ano, que suscitaram acusações de facilitismo de alguns setores.

Temos um estado de emergência? Temos”, assume ao DN o secretário de Estado da Educação, João Costa. Mas o pior que poderíamos fazer era agir precipitadamente de forma a termos umas estatísticas mais favoráveis: Não estou preocupado com estatísticas mas com aprendizagens”, defendeu. “Se os alunos aprenderem melhor, dentro de alguns anos teremos melhores estatísticas.

in DN

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Não há “Pilim” para vincular o pessoal…

 

A Sr.ª Secretária de Estado, já o tenha deixado transparecer, aquando da apresentação das Propostas de alteração do D.L. 132/2012 e da Portaria da Vinculação Extraordinária. Agora foi a vez do Sr.º Secretário de Estado, João Costa, o dizer, não há verba para vincular mais do que 300 docentes. As escolas até podem precisar, mas não há, ponto final. Nem vincula ninguém, nem se reforma ninguém. AGUENTEM…

 

Ministério queria “injetar sangue novo nas escolas”, mas não tem como fazê-lo

Por outras palavras, não há verba, nem forma de justificar um investimento dessa ordem junto das Finanças. De resto, mesmo quem já trabalha há muito tempo nas escolas já se apercebeu dessas limitações. Depois de ter prometido empenho na luta contra a precariedade na profissão, o Ministério apresentou há dias aos sindicatos uma proposta que contempla a vinculação extraordinária de apenas cerca de 300 professores que já têm 20 ou mais anos de serviço quando, pelas contas das organizações sindicatos, andará perto dos 20 mil o número de professores contratados que já superaram os três contratos anuais que, pela lei, lhe valeriam o acesso aos quadros.

in DN

 

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Os alunos de Leiria são os melhores

 

Ainda o TIMSS. Os alunos de Leiria revelaram-se melhores que os Finlandeses. Mas tal facto não se deve ao hoje nem ao ontem, deve-se a muitos anos de trabalho.

 

Alunos de Leiria são os melhores

Relatório  internacional revela que, em Portugal, é Leiria a região onde os alunos são melhores a Matemática e a Ciências. Outra conclusão é que os alunos portugueses do 4.º ano já são melhores que os finlandeses, os alemães e os espanhóis a Matemática. Os alunos do ensino básico da região de Leiria são os que apresentam melhores resultados a Matemática e a Ciências. Segundo o último relatório internacional do Trends in International Mathematics and Science Study (TIMSS), que a cada quatro anos avalia a literacia e aprendizagem dos alunos em termos de conteúdo e raciocínio, em 2015 foram os alunos do 4.º ano desta região que mais se destacaram nos testes desenhados para o estudo.
Entre os 4.693 alunos portugueses que participaram nesta edição do estudo, foi na região de Leiria «que se evidenciou melhor pontuação média, com 576 pontos», ficando num nível elevado, o segundo mais alto da escala do estudo, que indica que os alunos aplicam os seus conhecimentos a resolver problemas com alguma complexidade. A pontuação traduz uma diferença «significativa» – mais de 35 pontos acima da pontuação média nacional.

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Só falta que nos divulguem o segredo.

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O Recrutamento do Trabalhador Público

Aconselho a leitura deste documento da provedoria de justiça para todos os negociadores do diploma de concurso de professores.

Voltarei a ele nos próximos dias.

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Histórico da Reserva de Recrutamento 13 e Previsão de Colocações

Fica aqui o quadro com o histórico de colocações na Reserva de Recrutamento 13, desde o ano 2012.

Em 2014 o ano terminou com a publicação da RR11 e fechou esse ano com apenas 9970 colocações através das reservas de recrutamento. Sem considerar a RR13 e a RR14 de 2016 este já existem mais do dobro de colocações do que esse ano.

Fica também a previsão do número de colocações que vão sair dia 6, na Reserva de Recrutamento 13.

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2015

191 Docentes Contratados Colocados na RR13

2014

Não houve Reserva de Recrutamento 13

2013

71 Contratados Colocados na Reserva de Recrutamento 13

2012

Números da RR13 (CONTRATAÇÃO)

 

Dos 160 docentes contratados na reserva de recrutamento 13, 42 conseguiram colocação em horário anual e 29 em horário anual e completo.

 

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Aborto e prazer no Referencial de Educação para a Saúde

 

Para quem está com intenções de dar o seu contributo, que o faça, porque o prazo acaba hoje.

Referencial de Educação para a Saúde.

 

Aborto vai ser matéria para alunos do 5.º ano

Assuntos como o prazer e a sexualidade poderão vir a ser abordados no pré-escolar e as crianças do 5.º ano de escolaridade poderão vir a falar de aborto. É o que preconiza o Referencial de Educação para a Saúde, resultante de uma parceria entre as direções-gerais de Educação (DGE) e Saúde, e que está em consulta pública até este domingo. O documento assenta em cinco grandes temas – saúde mental e prevenção da violência; educação alimentar; atividade física; comportamentos aditivos e dependências; e afetos e educação para a sexualidade. A DGE frisa que é um documento orientador: as escolas não são obrigadas a adotá-lo.

in JN

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Hoje “Fina-se” O Bravio. Mais um que se vai…

…. e deixa a Blogosfera mais pobre.  Ficamos todos mais pobres.

Esperamos encontrar-te por aí… e se não for por aí que seja por aqui, por ali, algures… Até um dia…

 

Que não Morra o Bravio e que este não seja o seu último uivo.

Obrigado por tudo.

 

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Divulgação – OLIMPÍADAS DO CONHECIMENTO 2017 da UFP

 

As Olimpíadas do Conhecimento da Universidade Fernando Pessoa são uma iniciativa pedagógica e lúdica, aberta a todas as escolas secundárias do País, com ou sem cursos profissionais, a funcionar, na formatação de 2016, nas seguintes modalidades: 
 
– A Modalidade de Prova Escrita e a Modalidade de Projeto: destinadas a equipas constituídas por três alunos do 12º ano de escolaridade, ou de ano pedagogicamente equivalente, de escolas dos subsistemas público e privado, localizadas em Portugal Continental e Insular ou no estrangeiro sempre que disponham, oficialmente ou em opção, de Língua Portuguesa.
 
– A Modalidade de Póster: nova aposta desta 6ª Edição, destina-se às escolas secundárias dos subsistemas público e privado, localizadas em Portugal Continental e Insular ou no estrangeiro sempre que disponham, oficialmente ou em opção, de Língua Portuguesa. 
 
As inscrições deverão ser realizadas, inclusive, até 08 de maio de 2016  e as provas nacionais, a apresentação dos projetos e dos pôsteres ocorrerão a 21 de maio de 2016, nas instalações da UFP, no Porto.
 
As equipas vencedoras obterão diversos prémios e incentivos à progressão de estudos superiores.
(clicar na imagem)
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Mas quem será? Mas quem será…

… o pai da criança? Mas quem será?

 

A opinião de Paulo Guinote sobre a filiação da melhoria de resultados que vimos anunciada no TIMMS 2015. Parece que a família desta criança não é monoparental e muito menos uma família “normal”. Tem tantos pais e mães que quando decidirem a paternidade já a criança terá atingido a maioridade…

 

Os pais e mães do sucesso nos TIMMS 2015 são mais do que muitos quando chegamos ao campo da política e se trata de recolher os aplausos. E, como têm direito aos microfones e às câmaras, tratam de se congratular com a auto-satisfação típica de quem se vê ao espelho pela manhã sempre tão belo e responsável por todos os bens e por nenhum dos males. O decoro já não é o que era.

(clicar na imagem) in Público

Paulo-Guinote

 

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Propostas do ME em discussão…

 

Os sindicatos e as Associações profissionais, começam a movimentar-se para dar a conhecer as propostas do ME e ouvir a opinião dos professores.

Ficam aqui dois exemplos…

(clicar nas imagens)

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Comparação do Dec. Lei 132/2012 e a proposta ME de 29 Novembro 2016

Para uma melhor compreensão da proposta apresentada pelo ME, foi construído um documento que compara o Decreto Lei n.º 132/2012, de 27 de junho com as alterações do Decreto Lei n.º 9/2016 e a Proposta de Revisão do Decreto Lei n.º 132/2012, de 27 de junho. Este documento assinala todas as alterações constantes da proposta.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/12/comparacao-Dec-Lei-132-2012-e-proposta-ME-de-29-Novembro-2016.pdf”]

 

com os devidos agradecimentos ao “Ti Quim”

 

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Comunicado – ANVPC

 

Comunicado – “Este é o momento cirúrgico para serem tomadas medidas que combatam claramente a precariedade docente em Portugal!”

A ANVPC – Associação Nacional dos Professores Contratados considera que as propostas apresentadas pelo Ministério da Educação são insuficientes para a resolução da precariedade docente e dos principais problemas há muito diagnosticados na legislação de concursos.

Há vários anos que esta organização tem pautado a sua atuação pela apresentação de propostas concretas que resolvam definitivamente a precariedade docente de longa duração, e ainda que hoje destaque positivamente a abertura da tutela para realizar um novo Concurso de Vinculação Extraordinária (para os professores que já apresentam um longo percurso profissional), considera que as condições referidas não permitem o cumprimento desse desígnio essencial. Vejamos, a mero título de exemplo, que o tempo de serviço apresentado no projeto de portaria terá de ter sido prestado com qualificação profissional (condição que muitos professores não cumprem uma vez que até à publicação do Decreto-Lei n.º 6365/2005 de 24 de março, foi a própria tutela a responsável por estes docentes terem longos anos de serviço conferido com habilitação própria, uma vez que por não criar vagas de quadro, nem outros mecanismos legais paralelos, inviabilizou estes professores de obterem a sua justa qualificação profissional). Nessa medida, a ANVPC continuará a defender que qualquer modelo a definir não poderá diferenciar o tempo de serviço prestado (antes ou após a profissionalização) ou estaremos diante um novo tipo de descriminação e de precariedade, sem precedente. É ainda, por fim, importante referir que qualquer modelo de vinculação extraordinária a conceber, deverá, num curto espaço de tempo, convergir para o cumprimento da Resolução da Assembleia da República n.º 35/2010 de 4 de maio, sendo ainda essencial que, paralelamente, sejam criadas as condições necessárias para serem concretizados mecanismos anuais de vinculação, respeitando os prazos máximos de extensão dos contratos a termo estabelecidos pela legislação laboral portuguesa e um claro respeito pela graduação profissional dos docentes.

Ainda que esta organização seja consciente que estas são apenas as primeiras propostas apresentadas pela tutela, e que decorrerá um processo negocial que se estenderá até ao início de 2017, salienta que ainda não se encontram plasmadas nas mesmas alguns dos requisitos continuamente defendidos pela ANVPC, nomeadamente uma definição objetiva do conceito de necessidades permanentes do sistema; uma definição justa do conceito de horário anual (tendo em conta a ineficiência do mecanismo de recolha de horários e sua disponibilização atempada a concurso); assim como uma flexibilização do conceito de sucessividade contratual.

Torna-se, nessa medida, urgente que sejam tomadas medidas, nas próximas semanas, que combatam claramente a precariedade docente em Portugal, pelo que este é o momento cirúrgico para uma ação concertada entre a tutela e os representantes dos professores portugueses.

Nos próximos dias a ANVPC tornará públicos dois novos momentos de recolha de contributos, junto dos seus associados, para nova formulação de propostas objetivas relativamente à revisão do Decreto-Lei n.º 132/2012 de 27 de junho e das restantes matérias em negociação.

A direção da ANVPC

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“Os sucessivos ministérios não confiaram nos seus diretores”

 

Filinto Lima fala da falta de confiança com que os Diretores sempre se confrontaram da parte dos sucessivos ministérios e seus “dirigentes”. É uma entrevista ao representante da ANDAEP que reflete as preocupações dos diretores.

 

O representante dos diretores das escolas públicas, Filinto Lima, pede ao Ministério da Educação mais confiança em quem desempenha o cargo.

As escolas não podem ser joguetes dos partidos políticos e, nesta matéria, é mesmo desaconselhável que o sejam.

 

(clicar na imagem) in DN

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Sr.ª Secretária, isto é quase uma BCE…

 

A alteração ao ponto 3 do art.10º do DL n.º132/2012, nomeadamente, quando refere ser necessário ter 730 dias de serviço nos últimos cinco anos escolares, está a causar a indignação de muitos professores, mesmo daqueles que já possuem tal número de dias.
A proposta apresentada, aos sindicatos, pelo ME, aumenta o número de  dias de serviço e diminui o número de anos escolares para um professor contratado ser graduado na 2ª prioridade.
Se a BCE trouxe injustiças durante os últimos anos, no próximo ano letivo vamos presenciar um prolongar dessas injustiças uma vez que, esses últimos anos vão estar em “foco” para poderem concorrer na 2º prioridade.
Ou seja, os colegas “tapa buracos” vão continuar a sê-lo. Com horários incompletos, é difícil perfazer este tempo de serviço neste período de temporal. Para nem sequer falar nos que, cheios de esperança, vão sair do ensino superior com licenciaturas via ensino.
Já não bastava a norma-Travão, ainda inventam mais esta…
(Atenção: A Norma-Travão, tal como está inscrita na proposta, só entrará em vigor no anos letivo de 2018/2019, no próximo concurso, este ano letivo, permanecerá em vigor a redação do atual D.L: 132/2012. O que leva a pensar que nesse ano letivo poderá haver novamente concurso de vinculação extraordinária, ou não.)

 

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Diploma de concursos, a opinião de Mário Nogueira e a falta de “capital” da Secretária de Estado…

 

As declarações de Mário Nogueira deixavam antever a insatisfação geral com as propostas do ME, declarando mesmo que a proposta “não é aceitável”.

As declarações da Secretária de Estado deixam transparecer aquilo que já sabemos há muito, porque deixa entender que não há dinheiro, quando fala em “limitações e dificuldades que não podem ser ultrapassadas de imediato”.

 

Ministério propõe vincular quem ensina há 20 anos

 

A secretária de Estado Alexandra Leitão afirmou ao CM que “esta equipa ministerial já deixou clara a preocupação com a estabilidade do corpo docente” e nesse sentido “foi proposta uma vinculação extraordinária de professores, bem como alterações à norma travão”. “Pese embora existam limitações e dificuldades que não podem ser ultrapassadas de imediato, foram apresentados contributos que permitirão introduzir melhorias importantes no sistema”, rematou.

in CM

 

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Genéticas e heranças

 

A funcionária da portaria irrompeu pela escola adentro aos berros. Tinha levado uma valente galheta ao tentar separar dois jovens pré-adolescentes embrulhados numa briga à saída da escola.

Com o sangue a escorrer pelo roxo nariz abaixo, soluçava a sua fúria a quem a queria ouvir, que “não me pagam para isto, este bando de malandros sem educação, parecem uns animais selvagens” e avançou, pingando o átrio do pavilhão e salpicando umas quantas paredes que não se lhe desviaram do caminho.

A algazarra era tão audível que, na sala de professores, ficámos na expectativa de perceber quem seria o azarado DT que ia ter de tratar de mais este grossíssimo pincel. Azar dos azares, calhou ao Rodrigues, porque depressa se ficou a saber que os adolescentezitos eram dele.

O Rodrigues lá se encaminhou, cabisbaixo e rubicundo, a reclamar que sobrava sempre para ele, o que, felizmente, para os restantes é verdade. Calhou-lhe um concentrado de problemas ambulantes, mas, que se dane, porque cada um de nós, DTs, já tem a sua dose cármica de chatices.

Quando chegou ao portão, porém, constatou que nova animação se avizinhava, agora do lado de fora do muro.

A mãe de um dos gaiatos aproximou-se do colega briguento e tratou de exigir explicações: quis logo saber quem é que ele julgava que era para pontapear o seu honrado descendente de forma tão vil, acrescentou, resignada, que os progenitores sofriam de incompetência educativa, mandou-o de volta para o útero da infame progenitora e concluiu o pedagógico discurso com algum vocabulário do velhinho vernáculo nacional que, como todos sabem, valida sempre qualquer argumento.

Nisto, está a dita senhora junto ao muro exterior da escola com o filho agarrado à saia a incitá-la, ela a espetar o dedinho eriçado junto às narinas do outro flausino, e eis que entra em cena o pai do ofendido. Confronta a senhora, esta riposta quando, inesperadamente, no auge da cena, uma inesperada reviravolta na intriga nos apanha desprevenidos. Subitamente, o progenitor de tão genial criatura, irrita-se com o próprio filho e zááástráspás, toma lá que já almoçaste.

Não obstante a estrondosa galheta que o educando recebeu, ocorre, agora, nova alteração no enredo que nos deixou, a todos os que aguardavam o desfecho para cruzar sem perigo o portão da escola, boquiabertos.

Num breve segundo, o rapaz devolve igual ao pai, enquanto profere uns grossos adjetivos devidamente articulados.

Afinal, sempre devemos estar a fazer alguma coisa bem na escola, já que este aluno deu claras provas de brilhantismo  na articulação fonética e na extraordinária projeção de voz. Bem haja, que não houve quem não percebesse com precisão o vocabulário profusamente projetado.

O Rodrigues encolheu os ombros, deu meia volta e 1pediu para se chamar a escola segura, porque destas famílias modernitas, pouco há a saber e ninguém nos prepara para tanto.

Lá fora, um amontoado de pais e alunos prosseguiu aplaudindo a briga, agora de progenitor e filho que, entre empurrões e chapadinhas de amor, retribuía em igualdade as nomenclaturas de ternura, designando um sem fim de familiares dos quais cada um era, certamente, herdeiro.

Rapidamente me veio à lembrança a recente revelação de uma colega, numa escola secundária aqui perto, que desabafou ter sido seguida até casa pela encarregada de educação de um aluno a quem marcara falta disciplinar.

Ao fazer queixa na polícia, foi informada que de pouco lhe valeria, uma vez que só a ofensa física originava algum tipo de desenvolvimento. Pois, nada como um professorzito pontapeteado.

Depois, lembrei-me, também, da reunião que eu própria tive com o pai de um aluno da minha direção de Turma que rematou o discurso febrilmente condoído e questionando-me sobre o que mais poderia ele fazer pelo filho que não lhe obedecia, nem queria saber das suas ordens para nada. Estava, naquela altura, disposto a ir à CPCJ para se livrar de tamanho problema…

Tempos hediondos estes, em que a escola já não é um lugar de aprendizagens, mas um repositório descontrolado de emoções.

Pouco a pouco, desconfio, ainda alguém há-de legislar mais um acréscimo nas inenarráveis competências do professor do século XXI, exigindo-lhe que, além dos filhos, també eduque os pais…

 

PS – Qualquer semelhança com a realidade é puramente factual.

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Tanta prioridade? Porquê, Sr.ª Secretária?

 

As prioridades, nos concursos, também sofrem alteração. Há ali qualquer coisa que me causa “espécie”.

Porque é que nesta proposta passa a existir distinção entre QA e QZP nos concursos? Porque é que os QA, que já “têm escola,” concorrem à frente dos QZP, que não têm?

Porque é que na Mobilidade Interna acontece o mesmo, neste concurso não são todos iguais? Os QA estão numa prioridade acima dos QZP porque têm que ficar melhor colocados? As melhores vagas nem sempre são as Primeiras a aparecer. Isso, está mais do que provado.

Ontem, foi um “churrilho” de más noticias…

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Sr.ª Secretária, porque é que…

 

Ainda não entendi o porquê de, na proposta do ME, se voltar a concorrer, unicamente, a dois grupos de docência. Porque não manter o modelo atual? Porque é que os docentes não podem concorrer a todos os grupos para os quais têm habilitações? Não seria melhor para todos, docentes e ME? Os docentes veriam as suas hipóteses de colocação aumentadas e o ME teria “mais pessoal disponível”.

Quer-me parecer que esta mudança tem o dedo do pessoal ” informático, especialista em plataformas de concursos”, que não quer andar a cruzar dados, pois deve ser muito difícil e “eles” devem ter mais o que fazer. Andarão a fazer-lhes o jeito?

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FEPECI – Comunicado sobre a Revisão do regime de recrutamento e mobilidade do pessoal docente

 

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Quem tem pelo menos 20 anos de serviço?

 Segundo a proposta do ME, divulgada hoje, poderá vincular extraordinariamente quem complete até 31 de Agosto de 2016, 7300 dias de tempo de serviço com qualificação profissional.

Ora, considerando a lista de ordenação definitiva (com tempo de serviço até Agosto de 2015), verificamos que existem 298 candidaturas que corresponde a 266 candidatos (eliminando os que concorrem a vários grupos).

Como a proposta contempla o tempo de serviço a 31 de Agosto de 2016, acresci 366 dias de tempo de serviço, de forma a ter uma ideia mais realista (salvaguardando o facto de que se tratar de uma previsão).

20-anos_pve-1

No quadro seguinte foi feita a distribuição de todos os candidatos que até à data se encontram colocados, por QZP e grupo de recrutamento… provavelmente este quadro dá-nos uma ideia mais aproximada dos números desta proposta e dos locais onde serão abertas as vagas.

Claramente a montanha pariu um rato e se estas propostas não sofrerem alterações significativas prevê-se um futuro complicado para este ministro e a perpetuação e agravamento de inúmeras injustiças para os professores.

20-anos_pve_qzp-1

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7300 dias?… e que mais?

São as primeiras impressões…

A proposta de portaria para a vinculação extraordinária de docentes prevê a integração na carreira, mediante concurso, dos professores contratados que obedeçam, cumulativamente, aos seguintes requisitos: 7300 dias de tempo letivo, 20 anos, e ter cinco contratos no mesmo grupo de recrutamentos nos últimos seis anos antes do concurso.

Os docentes do quadro passam a ser obrigados a concorrer por ausência de componente letiva (DACL) se para eles não existir um horário mínimo de oito horas letivas no seu agrupamento, em vez das seis horas atuais.

Os Docentes passam a só poder concorrer a dois grupos de docência e não a todos para os quais possuem habilitações, como acontecia, pelos vistos, até ao concurso anterior.

A Norma-travão, do Nuno, não morre. O ME propõe que a entrada obrigatória no quadro destes docentes seja feita ao fim de quatro anos de contratos sucessivos, e não de cinco, como atualmente.

Os docentes de QA passam a concorrer numa prioridade acima dos docentes QZP, independentemente da graduação. OS docentes dos quadros passam a ser ordenados em 5 prioridades no concurso interno e 4 na mobilidade interna.

Os docentes contratados  passam a concorrer em 3ª prioridade até completarem 730 dias, nos últimos 5 anos, e poderem concorrer na 2ª prioridade.

As reconduções continuam a ser possíveis…

 

Ou seja…  Isto foi o melhor possível do ministério?

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Propostas do ME para a revisão do D.L. 132/2012 e Vinculação Extraordinária

Os Sindicatos de docentes estão a ser informados das propostas do ME, nas reuniões de negociação com o Ministério da Educação,  das duas propostas para a Revisão do Decreto-Lei que regulamenta os Concursos de Docentes.

Os documentos ficam nos links abaixo para consulta…

 

Revisão do DL 132/2012

Proposta de Portaria – Vinculação Extraordinária

 

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SIPE – CONCLUSÕES DOS CONCURSOS COM A SECRETÁRIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

 

O SIPE reuniu hoje, dia 30 de novembro às 11h00 com a Secretária de Estado da Educação para a negociação da alteração ao diploma dos concursos.

 

O ministério apresentou as seguintes propostas:

Vinculação extraordinária com 20 anos de serviço (achamos o tempo absolutamente excessivo);

 

Redução de um ano da norma travão:  4 contratos ou três renovações sucessivas (Somos completamente contra as renovações de contrato e defendemos a vinculação por graduação profissional)

Reduzir a possibilidade de concorrer a vários grupos de recrutamento (reduz a possibilidade de emprego)

Consolidação da mobilidade dos docentes portadores de deficiência

O número de horas para concorrer a DACL vai aumentar de 6 para 8 (vai implicar o aumento de docentes a DACL)

A alteração das prioridades não vem de encontro à proposta do Sipe, aprovada por unanimidade na Assembleia da república que pretende a colocação por graduação profissional

O sipe vai apresentar contrapropostas assim como a inclusão de outras alterações tais como: alterações à lei das permutas, anualidade do concurso , etc

 

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Vinculação Extraordinária Com 20 Anos de Serviço?

Esta parece ter sido uma das propostas apresentadas hoje pelo Ministério da Educação.

Ainda hoje o Davide Martins apresentará quadro para se ver quantos docentes existem por grupo de recrutamento com este tempo de serviço.

O Ministério da Educação também pretende reduzir os anos para a norma travão, baixando de 5 contratos consecutivos ou 4 renovações, para 4 contratos consecutivos e/ou 3 renovações.

Mais informações ao longo da tarde.

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Hoje Reuniões dos Sindicatos com o ME para Revisão do Diploma de Concursos

Hoje reúnem o SIPE às 11 horas, a FNE às 15 horas, e às 16 horas a FENPROF com o Ministério da Educação para iniciarem o processo de revisão do diploma de concursos.

Desconheço o calendário de outras organizações sindicais, mas hoje já ficará um pouco mais esclarecido o que o Ministério da Educação pretende com esta revisão.

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Opinião – Santana Castilho – Números duros, políticas moles

Uma boa leitura para pais, professores e governantes…

 

Números duros, políticas moles

 

 

Uma forma de ignorar o problema da indisciplina é não o assumir como coisa da sociedade e da Escola e torná-lo coisa do professor, cuja função é mediar a aprendizagem dos alunos e não gerir conflitos provocados por comportamentos disruptivos.

Foi tornado público que, durante o ano lectivo de 2015/2016, se registaram 5051 ocorrências do foro criminal nas escolas portuguesas, isto é, 500 por mês, em média. No ano anterior haviam sido registadas 3930. Sublinho que não se trata de incidentes disciplinares. Foram ocorrências que caem sob a alçada do Código Penal. Cumulativamente, a PSP teve ainda que intervir em mais 2001 situações de outro tipo. Estes números são preocupantes e apelam à reflexão.

Aquando de casos mais graves de violência em meio escolar, verifica-se, por parte das autoridades respectivas, uma propensão para dissimular os acontecimentos. Mas se por um lado sabemos que a tendência para iludir o óbvio foi classificada por Freud como a primeira paixão da humanidade, por outro também sabemos que ignorar a realidade nunca nos salva. Aceitemos, então, que a indisciplina é hoje um dos maiores problemas, se não o maior, do sistema de ensino e que há uma evidente crise de autoridade na escola. Quando a estudamos, são esmagadoras duas situações responsáveis: do ponto de vista interno, a falta de coragem para adoptar políticas adequadas à solução dos problemas, materializada pela manutenção de uma lei inadequada que introduziu no processo disciplinar o método processual penal, com um cortejo de prazos, audições e garantias pedagogicamente desadequadas, permitindo a proliferação de pequenos marginais; do ponto de vista externo, a crescente demissão dos pais para imporem disciplina aos filhos.

A maioria dos pais de filhos indisciplinados não gostaria de ter filhos indisciplinados. Mas não sabe ou não pode discipliná-los. Os restantes são negligentes, que não se interessam pelos filhos e são, eles próprios, quantas vezes, marginais.

Os alunos indisciplinados criam problemas graves, que perturbam a vida da comunidade. A escola deve fazer o possível para os ajudar. Mas antes tem a obrigação de proteger os outros e não permitir que os primeiros lhes tornem a vida impossível. A palavra-chave de uma estratégia de actuação é responsabilizar. Não é ignorar, branquear, contemporizar.

Os jovens são seres que vivem de modo particularmente intenso e até tumultuoso as suas emoções. Os adultos têm mecanismos de regulação dessas emoções. Os jovens, em processo de formação, procuram-nos. Se em casa não os encontram, temos que dar instrumentos à escola para enfrentar o obstáculo.

O empirismo de qualquer vida vivida (a redundância é propositada) dispensa a cultura psicológica mais erudita para sabermos como tem que ser. Numa primeira fase os comportamentos são regulados a partir de fora: são os pais, são os professores, são os adultos que actuam, que moldam. Num segundo momento, de co-regulação, o ser em crescimento vai aprendendo, na interacção com os outros, a dominar-se e respeitar os pares (sem dispensa da atenção cuidada e, sempre que necessário, activa e interventiva, do adulto). Para chegar, por fim, à auto-regulação, estádio maturo e autónomo em que, sozinhos, encontramos o nosso equilíbrio social.

Simples? Não, complexo. Sobretudo quando os políticos não percebem que tratar isto exige uma longa “linha de montagem”, que requer pessoas com tempo e meios para apertar os “parafusos”.

in Público

 

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Proposta de Intervenção Escola Inclusiva Alteração ao Decreto -Lei n.º 3/2008 – FNE

No link abaixo (imagem) fica a proposta elaborada pela FNE de Intervenção  Escola Inclusiva  Alteração ao Decreto -Lei n.º 3/2008.

 

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Alterações curriculares: debate honesto ou vitória na secretaria? – PÚBLICO

Dos sinais à mudança – Mário Nogueira – Correio da Manhã

Expresso | Transportes e Matemática, o mundo de ideias feitas

Expresso | Afinal, os resultados positivos a Matemática são obra de quem?

Bolsas Sociais Epis distinguem 28 alunos e oito organismos – País – RTP Notícias

Governo vai reativar grupo coordenador da Escola Segura » Educare – O Portal de Educação

Expresso | 88% dos alunos dizem que os professores são “muito empenhados”

Ensino – Estudo mostra que alunos carenciados não estão condenados a ter más notas

Alunos portugueses do 12º ano entre melhores a Matemática e Física > TVI24

Álgebra e mecânica e termodinâmica suportam resultados dos alunos do 12.º ano a matemática e física – Observador

Afinal, o que é que a escola faz pelos bons alunos?

Bons resultados a Matemática mostram que houve “políticas eficazes” – PÚBLICO

Expresso | Portugal com subida recorde nas notas de Matemática do 4.º ano

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Informações Prova 2016/2017 (Provas de Aferição/Exames)

 

O IAVE já disponibilizou as informações relativas às provas e exames do ano letivo 2016/2017.

Fica o link para a informação de todas as provas a realizar.

 

Informações-Prova 2016/2017

28 de novembro de 2016

Lista de Informações-Prova:

Provas de  Aferição

2.º ano [pdf]

5.º ano [pdf]

8.º ano [pdf]

Provas finais de Ciclo – 3.º Ciclo Ensino Básico:

Matemática 92 [pdf]

Português 91 [pdf]

Português Língua Não Materna (A2) 93 [pdf]

Português Língua Não Materna (B1)  94 [pdf]

Português Língua Segunda 95 [pdf]      

Exames Finais Nacionais do Ensino Secundário:      

Alemão 501 [pdf]

Biologia e Geologia 702 [pdf]

Desenho A 706 [pdf]

Economia A 712 [pdf]

Espanhol 547 [pdf]

Filosofia 714 [pdf]

Física e Química A 715 [pdf]

Francês 517 [pdf]

Geografia A 719 [pdf]

Geometria Descritiva A 708 [pdf]

História A 623 [pdf]

História B 723  [pdf]

História da Cultura e das Artes 724 [pdf]

Inglês 550 [pdf]

Latim A 732 [pdf]

Literatura Portuguesa 734 [pdf]

Matemática Aplicada às Ciências Sociais 835 [pdf]

Matemática A 635 [pdf]

Matemática B 735 [pdf]

Português 639 [pdf]

Português  (Surdez severa a profunda) 239 [pdf]

Português Língua Não Materna (B1)  839  [pdf]

 

 

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Os alunos Portugueses estão a alcançar melhores resultados – TIMSS

 

Os alunos portugueses do 4.º ano estão melhores a matemática do que aqueles que terminaram o primeiro ciclo do ensino básico em 2011, ficando à frente da Finlândia. O desempenho dos alunos portugueses do 12.º ano a Matemática A é o 5.º melhor num grupo de 10 países analisados num estudo internacional, e o 4.º melhor na disciplina de Física entre nove países.

 

Matemática: alunos portugueses do 4.º ano passam à frente dos finlandeses

 

in Público
 
Portugal foi o país que mais progrediu nos resultados a Matemática entre 1995 e 2015. Consegue a 13.ª posição. Mas os resultados do TIMSS mostram que é também um dos mais desiguais na diferença de resultados por género. Rapazes estão à frente.
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Fica aqui o estudo para consulta:

PRESS RELEASE

Chestnut Hill, Mass. (11/29/2016) — Singapore, Hong Kong SAR, Korea, Chinese Taipei, and Japan continue outperforming all participating countries in mathematics at the fourth and eighth grades, maintaining a 20 year edge according to results released today from TIMSS, the longest running, large scale international assessment of mathematics and science education in the world.
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Amanhã Veremos se as Expectativas Elevadas Não Caem em Saco Roto

Processo negocial de revisão do diploma de concursos arranca na quarta-feira

 

 

 

Na próxima quarta-feira, dia 30, pelas 16:00 horas, inicia-se o processo negocial que visa rever o atual regime legal de concursos de educadores de infância e professores dos ensinos básico e secundário.

É com expetativas elevadas que os professores veem iniciar-se um processo que consideram muito importante, aguardando que dele saiam alterações muito significativas em relação a aspetos que têm merecido a sua contestação, designadamente que, de uma vez por todas, as colocações de professores, em todas as escolas e agrupamentos, passem a ser feitas na sequência de concurso nacional em que os candidatos integram listas ordenadas de acordo com a sua graduação profissional. Recorda-se que, este ano, tendo sido abolida a colocação de docentes através das “bce”, foi possível iniciar o ano letivo com um número muito mais elevado de docentes nas escolas do que em anos anteriores.

Há outros aspetos que os professores pretendem ver resolvidos, como, por exemplo, a substituição da chamada norma-travão por um procedimento que não trave a entrada dos docentes nos quadros, concretizando, dessa forma, as medidas de combate à precariedade que o Governo tem vindo a anunciar, ou a existência de normativos justos para a mobilidade de quem já integra os quadros. Mas estes são apenas dois aspetos de muitos outros que, para a FENPROF, deverão ser considerados. A importância do novo diploma a aprovar é tanto maior, quanto se sabe que, no decurso do presente ano letivo, será aberto o concurso geral, isto é, o que abrange mobilidades, ingresso e contratação.

A FENPROF aguarda o projeto do ME, que lhe será entregue nesta reunião, e com o objetivo de ver consideradas, já neste projeto, algumas das suas propostas, fez chegar aos responsáveis ministeriais as posições e propostas que assumirá neste processo negocial.

O Secretariado Nacional da FENPROF
28/11/2016 

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Opinião – Fernando Pestana da Costa

Alterações curriculares: debate honesto ou vitória na secretaria?

 

 

A exclusão das sociedades científicas deste diálogo é absurda: não só o ensino de uma Ciência é assunto de óbvia relevância para a Ciência em causa, como não é concebível uma reflexão séria sobre o ensino de uma Ciência excluindo deliberadamente aqueles que simultaneamente a ensinam e a investigam.

 

Presidente da Assembleia Geral da Sociedade Portuguesa de Matemática

Continua

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95 colocações que não foram tornadas públicas

“Atendendo ao disposto nos artigos 3.º, 20.º e 42.º da Lei nº 112/2009, de 16 de setembro, poderão existir colocações que, pela sua natureza sigilosa, não constam da presente lista.”

Esta nota surge em todas as listas de colocados e foi com o intuito de perceber a sua abrangência que elaborei a lista de todas as candidaturas que não se encontram em nenhuma lista (retirados, colocados e não colocados). Provavelmente são candidatos que estão colocados, mas a sua colocação não foi tornada pública (de acordo com a nota acima). Poderá haver também um determinado número de candidatos que tenha ganho recurso hierárquico, tendo sido colocado administrativamente.

Os números aparecem na tabela abaixo distribuídos por grupo de recrutamento.

cand-desaparecidas

Por razões que se entendem óbvias os nomes destes candidatos(as) não serão divulgados.

 

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Videovigilância os “agentes secretos” das escolas?

 

O sistema de videovigilância das escolas está a funcionar em pleno. Até aí tudo bem. O que me causou um pouco de estranheza, foi que o concurso para que esse serviço fosse prestado ter, sido ganho por empresas dirigidas, desde 2015, por Jorge Silva Carvalho, antigo dirigente do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa. Segundo a imprensa nacional, o tribunal deu como provados os crimes atribuídos a Jorge Silva Carvalho, antigo “espião, de violação do segredo de estado, abuso de poder, devassa da vida privada e acesso ilegítimo a dados pessoais, condenando-o a 4 anos e meio de prisão com pena suspensa. Por essa razão não me parece muito ético, mas o mundo dos concursos públicos funciona com base em orçamentos e não em valores éticos…

 

Ministério garante videovigilância nas escolas pelos próximos três anos

in Público

As empresas que ganharam este concurso, no valor de cerca de três milhões de euros, são dirigidas, desde 2015, por Jorge Silva Carvalho, antigo dirigente do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa. Silva Carvalho foi condenado na semana passada, a quatro anos e seis meses de prisão, com pena suspensa, por violação do segredo do Estado e já fez saber que irá recorrer da sentença.

O presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas, Filinto Lima, mostrou-se convicto da operacionalidade do sistema. “Ainda na segunda-feira à meia-noite recebi uma chamada da empresa por causa de uma situação ocorrida na minha escola. É um bom serviço e congratulamo-nos pelo facto de os bens e a segurança dos alunos estarem salvaguardados pelos próximos três anos.”

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