No desempenho em ciências, Portugal melhorou 7 pontos em cada três anos, comparando os resultados PISA 2006 e PISA 2015. A média da OCDE não sofreu alterações significativas nesse período. Portugal faz parte de um grupo de seis países onde o desempenho médio nas ciências melhorou significativamente entre 2006 e 2015 (Colômbia, Israel, Macau (China), Portugal, Qatar e Roménia).
Em contraste, na Finlândia, na Eslováquia e nos Emirados Árabes Unidos, o desempenho dos estudantes em ciências deteriorou-se em média mais de dez pontos a cada três anos. O desempenho na Austrália, República Checa, Grécia, Hong Kong (China), Hungria, Islândia e Nova Zelândia deterioraram-se entre cinco e dez pontos cada três anos; E na Áustria, na Croácia, na Jordânia, nos Países Baixos e na Suécia, em média, diminuiu menos de cinco pontos por cada três anos.
Um quarto dos estudantes vê-se a trabalhar numa carreira relacionada com ciências.
As raparigas e os rapazes têm quase a mesma probabilidade de trabalhar numa profissão relacionada com a ciência, mas têm Interesses e ideias diferentes do que essas carreiras poderiam ser.
Em geral, os rapazes participam mais frequentemente em atividades relacionadas com ciência e têm mais confiança nas suas habilidades do que raparigas.
Singapura, Hong Kong (China), Canadá e Finlândia são os países e economias com melhor desempenho em leitura.
Quase um em cada dez estudantes nos países da OCDE é um dos melhores em leitura, mas dois em cada dez alunos não atingem o nível básico de proficiência no assunto.
Poucos países viram melhorias consistentes no desempenho em leitura desde o PISA 2000, entre eles Portugal.
Os países/economias asiáticos superam todos os outros países em matemática.
Portugal é o 5 º país com mais alunos por escola.
No índice de escassez de pessoal, estamos num honroso 2º lugar…
Os nossos alunos passam uma média de 28 horas semanais na escola e dedicam ao estudo fora da escola uma média de 17,5 horas. (mais 9,3 horas de estudo do que o tal país com que gostam de nos comparar quando dá jeito)
Em Portugal mais de 30% dos jovens com 15 anos apresentam pelo menos uma retenção no seu percurso escolar. Taxa de retenções em Portugal é quase o triplo da média da OCDE.
Estas são algumas das principais conclusões.



