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E Ninguém do ME Bate Com a Porta?

Imagem retirada daqui.

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“GRANDE Concentração” Dia 18 de Abril

Presumo que seja mais simpático ter uma grande concentração do que ter uma pequena manifestação.

 

Fenprof convoca “grande concentração” para 18 de Abril. E ameaça ir mais longe

 

Congelamento das carreiras, mudanças no currículos, horários de trabalho, estão entre os motivos apontados para novas acções da estrutura sindical.

 

 

Depois de ter reunido neste sábado o seu conselho nacional, a Federação Nacional de Professores (Fenprof) faz “uma avaliação preocupante da situação em matéria de educação”. Num documento de cinco páginas passa em revista vários aspectos e enumera exigências. No fim, convoca os docentes para “uma grande concentração em 18 de Abril”, frente ao Ministério da Educação, em Lisboa. E, se não houver respostas às reivindicações, acena com a possibilidade de uma greve “ou uma grande manifestação nacional”.

Entre os aspectos destacados pela Fenprof como motivo para insatisfação estão o congelamento das carreiras de professores e investigadores, o “desgaste que afecta, há muito, os profissionais e que tem vindo a acentuar-se devido ao exercício continuado da profissão e à não criação de processos que possam reduzir esse desgaste”, como a redução do número de alunos por turma. E “a não criação de condições excepcionais de aposentação dos docentes portugueses”.

A Fenprof diz em comunicado que há “indícios” de que o Governo “se prepara para, em 2018, tomar medidas que frustrarão as legítimas expectativas de quem aguarda, há muitos anos”, pelo descongelamento das carreiras. Exige que os “horários de trabalho, entre outras condições de exercício profissional”, sejam corrigidos — alega que “aos docentes são impostos horários que violam os limites legalmente estabelecidos”. E está igualmente preocupada com “uma alteração que se anuncia significativa em domínios importantes, como os currículos ou o regime de Educação Especial”.

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Um Pequeno Apoio Para As Escolas Que Andam a Contabilizar os Docentes da Norma Travão

Reproduzo integralmente o estudo feito em 11 de Fevereiro de 2017 aqui.

Estes 481 docentes pelos meus estudos garantidamente reúnem condições para ser enquadrados no nº 2 do artigo 42º do novo diploma de concursos (Norma-travão). Mas mais ainda podem existir por falta de dados de colocações públicas.

 

 

 

Os dados deste estudo tiveram como base as seguintes listas de colocações que são públicas.
2013/2014 – Renovações de contratoReserva de Recrutamento 1 (ambas publicadas a 12 de Setembro)

2014/2015 – Renovações de Contrato, Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento 2 (publicada a 26 de Setembro e com a maioria dos horários a retroagir ao dia 1 de Setembro)

2015/2016 – Renovações de Contrato e Contratação Inicial. Reserva de Recrutamento 1 e Reserva de Recrutamento 2.

2016/2017 – Renovações de Contrato e Contratação Inicial. Reserva de Recrutamento 1 e Reserva de Recrutamento 2.
.

Como em 2013/2014 não eram públicas as listas de colocações do grupo 290 – Educação Moral e Religiosa Católica apenas considerei neste ano as renovações de contratos das listas do ano lectivo 2014/2015.

Por não ter acesso às colocações em CE e BCE não foram considerados docentes que tendo as condições para concorrer em 1ª prioridade foram colocados pelos menos um ano nesses concursos.

Também não são considerados os recursos que muitos professores ganharam e que lhes permite serem também candidatos em 1ª prioridade (relatos destes já me chegaram alguns).

A lista dos 481 docentes encontra-se aqui com a escola de colocação em 2016/2017 e respectivo QZP onde é aberta a vaga..

Eu inicialmente apontava que poderiam abrir 500 vagas neste concurso e os meus números já se começam a aproximar

Chamo a atenção do seguinte: Neste quadro já se considera as colocações da RR2 de 2014/15. Algumas dessas colocações retroagiram ao dia 1 de Setembro de 2015 e outras não porque os horários tinham sido pedidos após o dia 15 de Setembro. No caso de estarem nesta lista e o vosso contrato não tiver retroagido ao dia 1 de Setembro de 2015 não se considerem candidatos na primeira prioridade, apesar de aqui constarem.

 

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Sobre o Apuramento de Vagas

Sendo este o processo mais importante para que as reais vagas surjam para o concurso interno importa dar um pouco de atenção ao que foi dito ainda há bem pouco tempo.

Por altura da negociação do diploma de concursos foi por várias vezes referido que o ME iria abrir vagas de QA em função das sucessivas colocações em horário completo e anual nos últimos 4 anos. Passado uns dias a Fenprof elabora um documento onde já diz que essa abertura de vagas apenas acontecerá em número superior à respectiva dotação do quadro.

Quem lê a Nota Informativa para a abertura de vagas percebe que nada de diferente vai acontecer este ano e que as vagas positivas que poderão abrir nada têm a ver com a expectativa que houve nas declarações de Janeiro e Fevereiro por parte do Ministério da Educação.

Continuam a não ser consideradas as reduções da componente lectiva para o apuramento das vagas (tanto dos docentes do 2º, 3º Ciclos e Ensino Secundário, como dos docentes da Educação Pré-escolar e do 1º Ciclo que tendo uma redução lectiva de 5 horas e não tendo turma atribuída é considerado tal como a tivessem).

Se alguém julga que mais vagas positivas vão existir este ano do que em anos anteriores desengane-se.

Nada disso vai acontecer.

 

 

B. Preenchimento do Apuramento de Vagas – Conceitos

a) Para os grupos de recrutamento 100 e 110, deve existir uma correspondência direta entre o número de docentes e o número de grupos / turmas constituídos.

 

Horas letivas necessárias

Por horas letivas necessárias para horários completos, sem reduções previstas no art.º 79.º do ECD, deve entender-se o número de horas que resulta da multiplicação do número de docentes providos por 22 (22 horas = horário completo). Este campo surge automaticamente preenchido em resultado da indicação do número de docentes providos, sendo aplicável apenas nos grupos de recrutamento 200 a 930.

 

 

 

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Sócrates Fez Escola…

João Costa Über Alles

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101 Contratados Colocados na Reserva de Recrutamento 25

Foram colocados 101 docentes contratados na reserva de recrutamento 25 de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas.

 

A reserva de recrutamento 25 foi até ao momento a que menos colocações teve, e é muito provável que até ao final do segundo período a tendência para um número reduzido de colocações se mantenha.

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Apuramento de Vagas

A aplicação para o apuramento de vagas encontra-se disponível até às 18:00 horas de dia 22 de Março de 2017 (hora de Portugal Continental).

Este é o momento mais importante para a fase do concurso interno onde serão apuradas as vagas positivas e negativas de cada escola por grupo de recrutamento.

A nota informativa sobre esta fase encontra-se aqui e o Manual de instruções aqui.

 

 

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Recauchutado Anda o Nogueira

E o que era a grande batalha conta a Municipalização passou a ser agora apenas um receio.

 

 

Ministro diz a Mário Nogueira que descentralização na educação é um caminho a fazer em conjunto

 

 

 

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, falou com o secretário-geral da Federação Nacional de Professores (Fenprof), Mário Nogueira, e procurou tranquilizar o sindicato sobre a descentralização de competências da administração central. O encontro entre os dois deu-se nesta quarta-feira no final da conferência organizada pelo Ministério da Educação, em Coimbra, para discutir a descentralização na área da educação. As propostas do Governo, bem como as dos restantes partidos, são discutidas nesta quinta-feira, na Assembleia da República.

À saída do Conservatório de Música de Coimbra, onde decorreu o encontro, vários elementos da Fenprof aguardavam o ministro com uma faixa com a frase “Municipalização nem recauchutada”. Antes de entrar no carro, Brandão Rodrigues parou para falar com Mário Nogueira e disse que as preocupações do sindicato estavam a ser tidas em conta. “É um caminho e vamos fazê-lo entre todos”, afirmou.

A Fenprof receia que a descentralização de competências se traduza na municipalização das escolas públicas e consequente perda da sua autonomia.

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O melhor do lado tecnológico – parte III

Este futuro que se f****.
P**** para isto. Mas que m**** vem a ser esta?

O Jonas está outra vez com o telemóvel na mão depois de lhe ter pedido para o guardar? Grande palerma… Ninguém me paga o suficiente para aturar as m******* destes imbecis que temos de gramar antes de entrarem nas instituições de correção juvenil.
Aproximo-me de mansinho, pois se aquele tolo julga que a mesa me inibe a visão de raio-x está bem enganado, o estafermo.
Contudo, apercebo-me que afinal tem, não um, mas dois telemóveis nas mãozinhas de traficante de tecnologia móvel, mais um potencial utente do belíssimo sistema jurídico português, este PCAzito do caraças.

– Ouve lá, Jonas, eu não te pedi para guardares o telemóvel? Ainda não acabaste a tarefa e queres que eu me aborreça contigo?

Cá por dentro fervo em lume denso, mas, com este grupo de estroinas delinquentes, a fala tem de ser calma, mansinha e ponderada.

O puto, no seu 1m80 de escuridão temerosa, mas adocicada, sabe-o e, no seu típico sotaque feito de candura e africanidade dengosa, retorque, tranquilo:
– ‘Storinha, relaxa, já acabei esta parte, mas deixe-me exp´rimentar isto agora para ver se o p’ograma funciona.
– Ouve, tu andas a traficar telemóveis? – inquiro com um sorriso afoito.
– Hé, ‘storinha, nada dessas cenas! Olha aqui, é o telemóvel da Leónia.
O meu olhar atravessa o outro lado da sala onde a morena sorridente acena ao robusto namorado.
– Explica lá isso melhor…
Então, o diabo em pessoa, mascarado de adolescente empreendedor e motivado para competências tecnológicas, clarifica-me tudo.
– Profess’ora, tu vês? O meu telemóvel está ligado ao da Leónia. Eu tenho acesso às cenas dela só pelo telemóvel. Descarreguei este p’ograma e dá p’a ‘tarmos sempre ligados. Eu protejo a minha dama. É o amor…
É amor o caraças, meu grande bruto, porque, logo a seguir, não satisfeito com o seu enormíssimo ato de empreendedorismo, revela-me ainda o que deixara oculto, enquanto poisa ambos os telemóveis na carteira.

Com o telefone da Leónia desligado, acede, a partir do seu, ao olho bem aberto do telemóvel dela e vê, na privacidade daquele espaço, o teto da nossa sala.
Sorri, numa candura sem limites que me ofusca o juízo, enquanto eu contra-argumento com questões de privacidade cujo significado tenho de trocar por miúdos.
Depois desisto e viro-me para ela, a potencial vítima ou enormíssima burra.
– Leónia, mas tu não percebes que ele tem acesso a TUDO o que tens guardado no teu telemóvel? Pior, sem saberes, está a ver a tua intimidade e pode partilhá-la com quem lhe apetecer sem que saibas de nada.
– Não, professora, o Jonas não é desses, ele só quer me proteger-me.
Não bastando tamanho argumento de idiotice, estas incorreções gramaticais atiram-me ao tapete.
P**** que pariu esta m****. Alguém me explique como gerimos estes energúmenos futuristas. Eu não consigo, eu não aguento tanta, tanta estupidez humana…

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Decreto-Lei 28/2017 (DIPLOMA DE CONCURSOS)

Foi publicado hoje o Decreto-Lei 28/2017 que altera o regime de selecção, recrutamento e mobilidade do pessoal docente para os estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário na dependência do Ministério da Educação.

 

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Divulgação – Convites Para Lançamento de Obra e Qualifica

 

O seguinte convite para a Exposição Qualifica a realizar na Exponor entre os dias 16 e 19 de Março deverá ser impresso pelos sócios do SPZN.
O convite deve ser trocado na bilheteira por outro que permite o acesso à feira, com a devida identificação do sócio. Basta apenas a apresentação de um cartão de sócio do SPZN para trocar mais do que um convite, no entanto deve ser impresso o número de convites pelo número de entradas.

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Um Discurso Que Começa a Chatear

Quando ao mesmo tempo se mantém o congelamento das carreiras, a possibilidade de se criar regras de progressão diferentes das que existem actualmente, a não consideração dos anos congelados para efeito de progressão na carreira e coiso e tal.

Querer vincular mais uns milhares de contratados não pode em momento algum servir de desculpa para deixar todos os vinculados nos escalões onde ficaram parados há muitos e muitos anos, e muitos deles ainda no primeiro escalão de uma carreira com dez.

 

 

Mais professores no quadro nos próximos anos

 

O ministro da Educação prometeu abrir novos processos de vinculação de professores nos próximos anos letivos.

 

 

Depois de colocar no quadro, até o início do próximo ano letivo, 3.500 professores, o governo pretende manter o processo e vincular “um número crescente de docentes contratados”.

“Anunciamos que nos próximos anos letivos poderemos fazer novos processos de vinculação extraordinária”, disse o ministro da Educação aos deputados, sem quantificar o número de professores a abranger.

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Lei Impede Governo de Mudar Programas das Disciplinas no Próximo Ano Lectivo

Lei impede governo de mudar programas das disciplinas no próximo ano letivo

 

 

 

O Ministério tem de comunicar com 20 meses de antecedência qualquer alteração aos programas das disciplinas. Escolas voltam a tecer duras críticas às reformas de Brandão Rodrigues 

 

A seis meses do início do próximo ano letivo é ainda grande a indefinição das medidas que o Ministério da Educação quer adotar, em setembro, na reforma curricular. O que está a provocar “apreensão” junto das escolas.

Mas a lei é clara. Sejam quais forem as medidas previstas para setembro na chamada flexibilização curricular, o Ministério da Educação está impedido por lei, através do decreto-lei n.o 47/2006, de fazer qualquer alteração aos programas das disciplinas no próximo ano letivo.

É que o diploma estipula que a tutela comunique, obrigatoriamente, as mudanças que quer aplicar “até 20 meses antes do início do ano letivo a que digam respeito”, lê-se no número 2 do artigo 4.º.

Ou seja, Tiago Brandão Rodrigues terá de “reduzir os currículos ao essencial” e introduzir a Área de Projeto e a Educação para a Cidadania nos 1.º, 5.º, 7.º e 10.º anos de escolaridade sem poder mudar os conteúdos das disciplinas.

Recorde-se que em outubro de 2016, o secretário de Estado da Educação, João Costa, disse, em entrevista ao Diário de Notícias,  que considera que as atuais metas de aprendizagem e os programas das disciplinas “são extensos e não são atingíveis”. Na altura, o governante explicou que com a flexibilização curricular,  em muitos aspetos, será possível “uma melhor gestão do tempo e do trabalho” dos professores e dos alunos. Declarações que foram repetidas pelo ministro da Educação e pelo secretário de Estado em várias ocasiões.

Note-se ainda que a flexibilização curricular foi anunciada após as críticas da Associação dos Professores de Matemática que dizem que o atual programa e metas curriculares são “inapropriadas” e de “impossível cumprimento”, pressupondo, portanto, alterações ao programa em vigor, desenhado pelo ex-ministro Nuno Crato.
No entanto, sejam quais forem as medidas a adotar, o Ministério da Educação está impedido de alterar os programas das disciplinas.

Questionado pelo i, o Ministério da Educação diz apenas que “não há razões para prever a necessidade de alteração dos manuais”. No entanto, a tutela não esclarece ao i de que forma será introduzida a Educação para a Cidadania, sendo que João Costa já assumiu ao Expresso que “é evidente que o horário dos alunos terá de contemplar” a disciplina. Ou seja, se será uma disciplina autónoma com um manual ou se será multidisciplinar como a Área de Projeto.

 

 

 

 

 

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Muito em Breve Vão Ser Apuradas as Vagas

Informação recolhida no Blogue do Assistente Técnico.

 

 

Exmo.(a) Senhor(a) Diretor(a) Presidente da CAP,

 

Tendo sido disponibilizado para preenchimento nos últimos dias a aplicação de Recenseamento de Docentes, que visa o levantamento de informação pessoal e profissional relativa a todos os docentes que se encontram providos no Agrupamento de Escolas / Escola não Agrupada, e de todos aqueles que, à data da sua disponibilização, nele se encontrem a exercer funções (docentes providos noutro AE/ENA, docentes providos em QZP ou docentes contratados), cumpre esclarecer que a aplicação de Apuramento de Vagas (Concurso Interno / Externo), que será disponibilizada na sequência desta, terá já pré-carregados os dados que agora estão a ser introduzidos. Perante esta ligação entre processos, a aplicação Recenseamento de Docentes irá estar disponível também enquanto durar o apuramento de vagas, podendo nessa altura ainda ser introduzidos / anulados registos de docentes.

Com os melhores cumprimentos,

A Diretora-Geral da Administração Escolar

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O e-mail da DGAE sobre as Faltas por Doença

Para quem precisa de uma resposta timbrada e selada deixo aqui o e-mail completo que a DGAE deu ao pedido de esclarecimento sobre Circular n.º B17028899H. Neste e-mail a DGAE refere que todas as faltas por doença dadas a partir de 20/01/2007 contam para efeito de concurso, podendo as escolas proceder à rectificação do registo biográfico. Não se considera para este efeito a consolidação do ato que terá ocorrido passado um ano após a publicação da lista de antiguidade.

Apenas para efeito de progressão ou antiguidade é que não poderá ser rectificado o tempo de serviço.

 

 

———- Mensagem encaminhada ———-

De: DGRH – DIVISÃO GESTÃO RECURSOS HUMANOS <[email protected]>
Data: 9 de março de 2017 16:04
Assunto: RE: Solicitação de esclarecimentos acerca da Circular n.º B17028899H
Para: XXX <[email protected]>

Ex.ma Sr.ª Dr.ª

 

Relativamente ao esclarecimento solicitado, através do e-mail anterior registado nesta Direção-Geral com a referência A17010074U, a 06.03.2017, cumpre informar que  a contagem de tempo de serviço pode ser revista para efeitos de concurso caso tenha sido detetada alguma incoerência resultante de uma má interpretação decorrente da aplicação das normas legais que regulamentam a matéria, nomeadamente  do artº 103 do ECD, desde 2007 (DL n.º 15/2007,19 de janeiro). Esta correção apenas pode produzir efeitos para fins de concurso de docentes (mesmo que tenham sido publicadas Listas de Antiguidade) e nunca para efeitos de progressão na carreira ou antiguidade.

 

Com os melhores cumprimentos,

 

 

A Chefe de Divisão de Gestão de Recursos Humanos

Maria Helena Serol Mascarenhas

MJ

Direção de Serviços de Gestão de Recursos Humanos e Formação

Divisão de Gestão de Recursos Humanos

 

 

DGAE – Direção-Geral da Administração Escolar

Av. 24 de Julho, 142

1399-024 Lisboa, PORTUGAL

 

TEL: +351 21 393 86 00

FAX: +351 21 394 34 96/7

www.dgae.mec.pt

 

E para saberem ao que a DGAE respondeu deixo também aqui o e-mail com a pergunta feita.

 

De: XXX [mailto:[email protected]]
Enviada: sexta-feira, 3 de março de 2017 22:30
Para: Correio Geral DGAE; DSGRHF – DIREÇÃO SERVIÇOS GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS E FORMAÇÃO
Assunto: Solicitação de esclarecimentos acerca da Circular n.º B17028899H

 

Ex.mo(a). Sr(a).,

Na sequência da divulgação, no passado dia 24 de fevereiro, da Circular n.º B17028899H, e das interpretações dúbias que tem suscitado, venho por este meio solicitar esclarecimentos acerca da sua aplicabilidade na situação que passo a expor.

No ano escolar de 2011/2012, tendo ficado colocada com horário completo e anual, apenas foram registados no meu Registo Biográfico XX dias de tempo de serviço, tendo-me sido erradamente descontados XXX dias de faltas por baixa por doença. Após diversas diligências, em 2014 recebi do agrupamento onde tal situação se verificou uma declaração que atesta a prestação de 366 dias de serviço.

Na sequência de Circular B15009956X, não foi corrigida a situação.

Considerando o conteúdo da nova Circular n.º B17028899H, em particular o ponto 2, pode o agrupamento em que me encontro atualmente colocada corrigir o meu registo biográfico, repondo os dias descontados, de acordo com a declaração emitida pelo agrupamento que errou?

Agradeço a atenção.

XXXX

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Não Vão Existir Vagas Sobrantes do Concurso Interno Para Ingresso na Carreira

A nova versão do diploma de concursos não permite que o ingresso na carreira seja feita através de vagas não preenchidas pelo concurso interno.

É revogado a alínea c) do artigo 23º que permitia que as vagas não preenchidas no concurso interno sobrassem para docentes contratados. O que passa a acontecer a partir de agora é que a única forma de ingresso na carreira é através das vagas específicas que abrem pela norma travão e por lugares de QZP que serão escassos tendo em conta que muitos docentes dos quadros de agrupamento deverão optar por concorrer também a QZP.

Assim, será cada vez mais difícil haver qualquer ingresso na carreira fora dos concursos ao abrigo da norma-travão e dos concursos extraordinários.

 

 

 

SECÇÃO III
Concurso externo
Artigo 23.º
Vagas a concurso

Para efeitos do concurso externo, são consideradas:
a) As vagas correspondentes à aplicação do n.º 11 do artigo 42.º;
b) As vagas correspondentes às necessidades dos quadros de zona pedagógica;
c) As vagas não preenchidas pelo concurso interno.

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Sugestão de Leitura

Ao longo das próximas semanas será colocado, ao Domingo, uma sugestão de leitura de livros escritos por leitores do Blog.

Se tiverem interesse em dar a conhecer obras da vossa autoria enviem sinopse e capa do livro para o seguinte e-mail.

Este primeiro livro foi enviado pela Sandra Santos.

Sinopse

 

Uma história pode esconder tantos caminhos quantos o leitor lhe queira
encontrar, possibilitando viagens únicas por entre as palavras. Neste livro, através de
um binóculo misterioso, as autoras propõem um percurso complementar em que a
criança é direcionada para o treino de competências específicas na área da linguagem,
nomeadamente da consciência fonológica, isto é, a capacidade de identificar e
manipular unidades sonoras, reconhecendo que a cadeia falada se divide em sons
mais pequenos, até à sua unidade mínima, o fonema. Através do jogo linguístico,
implícito na história, a criança é conduzida a realizar tarefas de reconhecimento
auditivo de palavras com igual fonema inicial, de segmentação silábica e de omissão
e adição de sílabas, confrontando-se com as alterações de tamanho e de sequente
significado das palavras.
Como diversos estudos têm vindo a demonstrar, o desenvolvimento da consciência
fonológica contribui para facilitar a aprendizagem da leitura e da escrita.
Assim, esta ferramenta dirige-se a qualquer criança com ou sem dificuldades de
fala, de linguagem ou de aprendizagem da leitura e escrita e poderá auxiliar famílias,
terapeutas, educadores e professores, sem que o leitor ou ouvinte perceba que está
a exercitar as suas capacidades.
É de realçar que, para aprofundar o treino das competências de consciência
fonológica aqui abordadas, o leitor deverá explorar outras possibilidades, brincando
com o som das palavras, como se também tivesse um “binóculo misterioso” em
sua casa.

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Estudo de Eugénio Rosa Sobre as Reformas

TRIPLO CORTE DAS PENSÕES, AUMENTO DA IDADE DE REFORMA E DE APOSENTAÇÃO, UMA LEI DE ATUALIZAÇÃO DAS PENSÕES QUE DETERMINA AUMENTOS DE MISÉRIA, FAZEM CRESCER A POBREZA EM PORTUGAL

 

Acesso ao Estudo

 

Neste estudo, utilizando dados da Segurança Social, mostramos que o número de reformados a receber pensões baixas (até 419€) aumentou entre 2009 e 2015 (passou de 1.375.282 parar 1.396.394); que a percentagem de reformados a receber pensões de miséria até 262€ cresceu de 11,2% para 13,3% do total dos pensionistas durante o mesmo período; que as pensões médias continuam a ser muito baixas (velhice: 434€; invalidez: 370€; e sobrevivência: 228,9€, sendo estes dois últimos valores inferiores ao limiar da pobreza); que a pensão média de velhice aumentou, entre 2010 e 2015, apena metade da subida da inflação; que as pensões mínimas, de valores muito inferiores ao limiar da pobreza, aumentaram em média entre 2,4€ e 3,1€/ano durante o governo PSD/CDS, e entre 0,9€ e 1,2€ por ano com o governo do PS de Costa, o que não deixa de ser insólito e inaceitável. E que se não fosse o aumento extraordinário de 10€ nas pensões que terá lugar só a partir de Agosto deste ano, e abrangendo apenas os reformados e aposentados com pensões até 633€, aumento este imposto a este governo pelos partidos de esquerda, a situação seria ainda mais dramática e inaceitável. Em 2018, enfrentar-se-á o mesmo problema já que a lei que determina estes aumentos de miséria (a Lei 53-B/2006) continua em vigor, e Vieira da Silva teima em não alterá-la.

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Datas do Concurso Interno/Externo Desde 2006

O próximo quadro apresenta as datas do concurso Interno/Externo desde o ano 2006. Para este quadro apenas considerei os anos em que houve um concurso interno.

Em 2013 foi o ano em que mais tarde começou o concurso interno (23 de Abril) e em 2015 o concurso teve o seu início mais cedo (9 de Março).

Em 2013 também as listas definitivas de colocações foram quando mais tarde foram conhecidas (22 de Julho).

Para o concurso interno/externo de 2017 ainda não há previsões de datas e tudo aponta que será entre o final de Março e durante o mês de Abril que abrirá o concurso.

Eu quase aposto que na altura das avaliações do 2º período e nas interrupções lectivas da Páscoa o concurso irá abrir.

 

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296 Contratados Colocados na Reserva de Recrutamento 24

Foram colocados 296 docentes contratados na Reserva de Recrutamento 24 de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas.

 

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59 Docentes Aposentados do ME em Abril de 2017

Da lista mensal de aposentados e reformados de Abril de 2017 existem 59 Professores e Educadores aposentados da rede do Ministério da Educação de acordo com a seguinte distribuição.

 

 

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Resposta da DGAE Sobre as Faltas por Doença (Todas Contam Para Concursos)

Na sequência das dúvidas suscitadas pela Circular n.º B17028899H e da resistência dos serviços administrativos das escolas em corrigir o tempo de serviço indevidamente descontado, por errada interpretação da mesma, deixo, para que possa esclarecer outros colegas (e assistentes técnicos) a resposta da DGAE à questão muito clara que coloquei, após expor a minha situação pessoal: “Considerando o conteúdo da nova Circular n.º B17028899H, em particular o ponto 2, pode o agrupamento em que me encontro atualmente colocada corrigir o meu registo biográfico, repondo os dias descontados, de acordo com a declaração emitida pelo agrupamento que errou?”

 

Resposta da DGAE:

 

Relativamente ao esclarecimento solicitado, através do e-mail anterior registado nesta Direção-Geral com a referência …, a …, cumpre informar que  a contagem de tempo de serviço pode ser revista para efeitos de concurso caso tenha sido detetada alguma incoerência resultante de uma má interpretação decorrente da aplicação das normas legais que regulamentam a matéria, nomeadamente  do artº 103 do ECD, desde 2007 (DL n.º 15/2007,19 de janeiro). Esta correção apenas pode produzir efeitos para fins de concurso de docentes (mesmo que tenham sido publicadas Listas de Antiguidade) e nunca para efeitos de progressão na carreira ou antiguidade.

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Crónica de Santana Castilho no Público de Hoje

Decisões e homologações

 
 

A ausência de conhecimento e de sabedoria dá lugar ao atrevimento, próprio dos ignorantes. Lamento dizê-lo, mas é isso que caracteriza o processo decisivo deste Governo, em matéria de Educação.

 
 

1. Porque nenhuma reforma se compadece com a duração de uma legislatura, o que se ensina e o modo como a escola se organiza para ensinar deveria ser fruto de um amplo entendimento partidário, que não dos impulsos de quem manda em cada momento. Apesar disto obter fácil aprovação geral, seria preciso muito papel e muita paciência para fixar em texto a sucessão de alterações que escolas, alunos e professores têm sofrido nos últimos anos. Mais ainda, a leviandade com que se decide afirma-se, ad nauseam, sem consequências, que não o gáudio dos levianos, a escravização dos professores e a instabilidade dos alunos e das famílias.
Garantir a estabilidade do trabalho nas escolas, o que pressupõe reformas progressivas, planeadas, negociadas e avaliadas” é um fragmento frásico, promissor, que retirei da página 102 do programa do actual Governo.
Mas mudar a pontapé a avaliação dos alunos, como fez o ministro Tiago Rodrigues, a meio do ano, com a trapalhada de os confrontar com três modelos distintos, garantiu estabilidade ao sistema?
Mas as “alterações profundas”, que o secretário de Estado João Costa anunciou, virando do avesso os planos curriculares vigentes, são progressivas?
Mas a pirueta que a secretária de Estado Alexandra Leitão deu, depois de ter afirmado que os professores da rede privada não podiam concorrer em paridade com os da rede pública, foi negociada com alguém?
Mas quem avaliou a experiência da municipalização da educação, para que o Governo a generalize, porque sim?
E aqui ficaria citando, uma a uma, todas as medidas que, em pouco mais de um ano, tudo mudaram, uma vez mais, para que tudo fique na mesma, usando o mesmo modo de actuar que há pouco se combatia, por vir de Crato e da direita, e agora se deixa passar porque vem de Tiago e da esquerda.
Como expressão corrente, o bom senso é a tradução lata da razoabilidade e confunde-se, amiúde, com o senso comum. Mas quando pensado de modo mais profundo, é indissociável do conhecimento e da sabedoria. A decisão política não pode dispensar o bom senso, conceptualmente entendido como a capacidade de decidir com conhecimento. Mas não chega. O bom senso, em política, obriga a que se ponderem as consequências das decisões, somando ao conhecimento as realidades de contexto. O que o conhecimento pode ditar como certo, num contexto, pode resultar errado noutro. Só a sabedoria pode arbitrar este conflito. A ausência de conhecimento e de sabedoria dá lugar ao atrevimento, próprio dos ignorantes. Lamento dizê-lo, mas é isso que caracteriza o processo decisivo deste Governo, em matéria de Educação.
2. Marcelo Rebelo de Sousa, beijoqueiro e abraçador do povo, assume-se, ainda, como pedagogo dos indígenas: quando promulga os diplomas da República, não resiste a explicar porque o faz. Nesses momentos, nota-se a falta em Belém de alguém que lhe recorde que já não é o comentador que, quando falava de Educação, debitava, invariavelmente, incorrecções. Ao promulgar o normativo do Governo, que permite a contratação definitiva de parte dos docentes precários, disse que o fazia atendendo “ao equilíbrio atingido”. Ora a verdade é que o Ministério da Educação se reuniu com os sindicatos durante dois meses e o papo terminou sem acordo e com a imposição de aspectos que nunca, sequer, estiveram a ser negociados. Ora a verdade é que os sindicatos já apelaram aos partidos para que peçam a apreciação parlamentar do decreto dos concursos. De que equilíbrio falou Marcelo? O presidente entendeu recordar o óbvio, isto é, que os professores serão “pagos pelo contribuinte através do Orçamento do Estado” e que o Estado “não pode assegurar o emprego de todos”. Melhor seria ter dito que promulgava por imperativo do Código do Trabalho e da Directiva 1999/70/CE e que se trata de professores que já são pagos pelo OE há décadas. E, já agora, poderia ter sublinhado que com esta promulgação safa de indemnizações futuras muitos donos de colégios privados.
In “Público” de 8.3.17

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O melhor do lado tecnológico – parte II

Discreto cinéfilo caseiro, o Rúben aprimorou a arte de, com elevado pormenor no grande plano a pêlos púbicos e pénis erectus, filmar momentos de elevada intimidade que, ao que parece, não era suposto partilhar com mais alguém.

Infelizmente, um grupo de colegas da turma, fez-lhe a gentileza, não só de desviar o telemóvel para parte incerta, como aceder aos ficheiros de .mov que ele, adolescente cinéfilo embrenhado na sua narcísica abordagem corpórea, mantinha numa pasta virtual.

Durante algumas semanas, a privacidade invadida foi apenas do conhecimento da escola quase toda, com os ficheiros a circular alegremente de telemóvel em telemóvel, as boquinhas ordinárias e tabefes de frases de urinol entregues com inadequada elegância e cortesia ao adolescente irresponsável.

Por fim, uma mãe, mais atenta e controladora, apercebeu-se que, nas mensagens privadas do Facebook, a sua filha recebera, não um ramo virtual de flores de algum amiguinho ocasional, mas um opulento pénis adolescente em estado de quase graça.

Com os parentes estatelados na lama, indagou a fundo a ocorrência e devolveu à escola a aterradora descoberta.

A única coisa de que os professores se tinham apercebido era que o Rúben se isolara subitamente, permanecia mais calado e introspectivo do que o normal, andando sempre solitário e com um aparente ar deprimido.

A própria família, embrenhada nos seus afazeres, não notara a mínima alteração naquele jovem, à exceção de expulsar a mãe do quarto com agressividade mais agravada do que a costumeira.

Ninguém, nenhum adulto, até àquele instante, se indagou com a mudança, estranhou a cumplicidade aviltada da turma que lhe encostava, orgulhosamente e de forma ostensiva, um punhal de desprezo e escárnio à garganta.

Se porventura algum professor referia estranheza no comportamento dos adolescentes, logo outro colega, mais sapiente e atento, comungava da opinião de serem todos “farinha do mesmo saco”, agora zangados, logo a seguir tão amigos, sem nunca questionar, sem nunca querer saber, sem nunca se inquirir a si próprio onde acaba a tristeza e começa o sofrimento alheio.

Talvez seja apenas uma espécie antiga de “bullying”, disfarçada com roupagens novas e mais apelativas.

Talvez o Rúben seja o único culpado por atrair a si próprio a consequência dos seus atos, ou toda a turma seja a verdadeira culpada por propagar lixo e o mastigar sem compaixão.

Feitas as contas, ninguém sai impune. Porém, vale a pena questionar: como ensinamos os nossos jovens a parar e refletir os seus atos?

Como conseguimos nós, pedagogos e pais, lidar com este futuro narcísico que se desvenda, antropofágico de emoções e valores?

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Como Vai Aplicar-se a Reciprocidade no Concurso Interno?

A versão final do diploma de concursos altera no artigo 10º a redacção do número 2 remetendo os docentes das regiões autónomas dos Açores e da Madeira, quando se candidatam ao continente no concurso interno, para uma prioridade reciproca ao dos concursos das duas regiões.

 

Artigo 10.º

Prioridades na ordenação dos candidatos

1 — Os candidatos ao concurso interno são ordenados de acordo com as seguintes prioridades:

a) 1.ª prioridade — docentes de carreira vinculados a agrupamento de escolas ou escola não agrupada que pretendam a mudança do respetivo lugar;

b) 2.ª prioridade — docentes de carreira vinculados a quadro de zona pedagógica que pretendam a mudança do respetivo lugar;

c) [Revogada].

d) 3.ª prioridade — docentes de carreira que pretendam transitar de grupo de recrutamento e sejam portadores de qualificação profissional adequada.

2 — Os docentes de carreira vinculados às Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores são ordenados de acordo com as mesmas prioridades aplicadas aos docentes de carreira do continente nos respetivos regimes jurídicos de concurso, em condições de reciprocidade

 

No caso da Madeira os docentes do continente (assim como dos Açores) podem concorrer em prioridade idêntica aos docentes dos quadros da Madeira, e neste caso os docentes QZ e QZP da Madeira concorrem em prioridade idêntica aos do continente.

 

Artigo 10.º

Prioridades na ordenação dos candidatos

1 — Os candidatos ao concurso interno são ordenados de acordo com as seguintes prioridades:

a) 1.ª Prioridade: docentes de carreira de escolas ou de zona pedagógica que pretendam a mudança do lugar de vinculação;

b) 2.ª Prioridade: docentes de carreira de escolas ou de zona pedagógica que pretendam transitar de grupo de recrutamento e sejam portadores de habilitação profissional adequada.

2 — O disposto no número anterior é igualmente aplicável aos candidatos que, pertencendo aos quadros do Continente ou da Região Autónoma dos Açores, pretendam mudar de lugar de vinculação ou transitar de grupo de recrutamento através da colocação em quadro de escola ou de zona pedagógica.

 

Nos Açores o Decreto Legislativo Regional n.º 22/2012/A, de 30 de maio diz o seguinte.

 

 

4 — Para docentes dos quadros de escola são critérios de prioridade, não cumulativos, por ordem decrescente:

a) Ser titular de quadro de escola com nomeação definitiva e aceitar provimento em outro quadro de escola por período não inferior a três anos;

b) Ser titular de quadro de escola com nomeação provisória e aceitar provimento em outro quadro de escola por período não inferior a três anos;

c) Ser titular de quadro de escola com nomeação definitiva;

d) Ser titular de quadro de escola com nomeação provisória; e) Ser titular de lugar de quadro de nomeação definitiva que pretenda mudar de grupo de recrutamento para o qual também possui habilitação profissional que, quando provido num lugar do quadro de outra escola, aceite o provimento por um período não inferior a três anos;

f) Ser titular de lugar de quadro com nomeação definitiva que pretende mudar de grupo de recrutamento para o qual também possui habilitação profissional.

 

Não sei como está agora a redacção do novo diploma de concursos nos Açores quanto às prioridades, mas a manter-se esta aceitação de provimento por um período não inferior a três anos, o mesmo teria de ser aplicado para quem viesse dos Açores para o continente e não percebo como isso possa ser feito no concurso interno do continente. Agradeço se alguém dos Açores souber como ficou a versão final negociada recentemente com as organizações sindicais no que respeita às prioridades do concurso interno.

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Divulgação – Poesia na Escola (Estratégias Motivacionais)

Livro a ser lançado em breve por Regina Vale Pires com uma abordagem à poesia nas escolas nas suas diferentes vertentes, onde apresenta 22 sessões de vivência da poesia nas escolas, nomeadamente na pré-escolar e no ensino básico – 1. Ciclo.

Link do projecto clicando na imagem.

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Consulta Pública – Regime de Matrícula no âmbito da Escolaridade Obrigatória

INÍCIO DO PROCEDIMENTO CONDUCENTE À ELABORAÇÃO DO DESPACHO NORMATIVO RELATIVO AO REGIME DE MATRÍCULA NO ÂMBITO DA ESCOLARIDADE OBRIGATÓRIA

 

Serve a presente publicação para informar que é dado início ao procedimento conducente à elaboração do despacho normativo relativo ao regime de matrícula no âmbito da escolaridade obrigatória.

  • Publicado a 6 de março de 2017. A constituição como interessado pode fazer-se nos 10 dias úteis subsequentes.

 

A constituição como interessado no presente procedimento depende de declaração escrita nesse sentido, dirigida ao Diretor-Geral da Educação e enviada para o endereço eletrónico [email protected]

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Bolsas de Estudo Passam a ser Atribuídas para Todo o Curso

Bolsas de estudo passam a ser atribuídas para todo o curso

 

 

As bolsas de estudo atribuídas aos estudantes do ensino superior passarão a durar três anos, abrangendo todo o curso. A medida será apresentada nesta terça-feira à tarde pelo ministro da Ciências, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, no Parlamento, e tem como objectivo simplificar e agilizar os processos.

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Aposentação aos 66 Anos e 4 Meses em 2018

Foi hoje publicada a portaria com a Idade normal de acesso à pensão de velhice em 2018 e com o factor de sustentabilidade.

Enquanto muitos vão sonhando com a redução da idade para a aposentação, a realidade mostra que todos os anos cada vez mais tarde é dada essa aposentação.

E para 2018 manda o Governo:

 

A idade normal de acesso à pensão de velhice do regime geral de segurança social, em 2018, nos termos do disposto no n.º 3, do artigo 20.º, do Decreto-Lei n.º 187/2007, de 10 de maio, na redação dada pelo Decreto-Lei n.º 167-E/2013, de 31 de dezembro, é 66 anos e 4 meses.

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O Que Muda na Manifestação de Preferências nos Concursos?

Em breve os candidatos ao concurso Interno/Externo e de Contratação vão ter de manifestar as preferências para o concurso de 2017/2018.

As preferências para a contratação apenas devem ser feitas mais para o final do ano lectivo, provavelmente em Julho, no entanto para tal devem ser candidatos obrigatórios ao concurso externo que abrirá em Março ou Abril.

E o que muda no novo diploma de concursos quanto a isto?

Deixa de haver limites mínimos e máximos (25 a 100 agrupamentos e 10 a 50 concelhos para efeitos da candidatura à contratação).

Os Intervalos de horários no concurso de contratação continuam a ser os mesmos:

 

8 — Os candidatos à contratação a termo resolutivo previstos nas alíneas b) e c) do n.º 2 do artigo 6.º podem, manifestar preferências para cada um dos intervalos seguintes:

a) Horário completo;

b) Horário entre quinze e vinte e uma horas;

c) Horário entre oito e catorze horas.

 

E mantêm-se a regra de ser apenas permitido concorrer a horários de duração temporária depois de a preferência ter sido feita para horário anual.

10 — Para efeitos de contratação a termo resolutivo, devem ainda os candidatos, respeitados os limites mencionados no n.º 8, indicar, para cada uma das preferências manifestadas, a duração previsível do contrato nos termos previstos nas alíneas seguintes:

a) Contratos com termo a 31 de agosto;

b) Contratos de duração temporária.

 

Para efeitos de candidatura dos docentes do quadro a QZP continuará a haver a dupla opção do QZP ser o próprio quadro de zona, ou, todas as escolas desse mesmo QZP, por ordem crescente de código de agrupamento.

Quando a candidatura for feita apenas a Concelhos ou a QZP (para efeito de contratação) estão a indicar Agrupamentos de Concelhos ou de QZP por ordem crescente de código de escola, desse Concelho ou desse QZP.

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Guia do utilizador versão 2 – Certificação do Tempo de Serviço – EPC

Encontra-se no site da DGAE a nova versão do guia de utilizador para a certificação do tempo de serviço do Ensino Particular e Cooperativo.

Este novo site da DGAE ainda se encontra com problemas e as ligações nele contidas muitas vezes não vão dar a documentos nenhuns. Quem aceder ao site e clicar no link indicado na página vai dar aqui. Mas clicando na imagem de baixo já têm acesso ao documento que consegui retirar de um link diferente.

Também não agradou a forma como as listas se encontram organizadas no servidor da DGAE e causa-me mais transtornos retirá-las de uma forma rápida e eficaz.

Se a nível visual o novo site está mais agradável, não está na forma como se organizam os conteúdos.

 

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Pontes para o futuro

 

Uma escola com ideias que fluem por entre paredes amovíveis.

Uma escola que trabalha, antes de todos, à frente do seu próprio tempo.

40 anos depois, uma escola de futuros.

Uma escola de pontes.

José Pacheco, o seu mentor, explica como se faz. Compareçam!!!

 

 

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Aguarda-se Nova Persistência…

…porque a norma não foi corrigida.

 

Persistência da FENPROF junto do ME permitiu, finalmente, corrigir a aplicação da norma…

 

 

… repondo justiça e legalidade na contagem do tempo de serviço, já no próximo concurso

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219 Contratados Colocados na Reserva de Recrutamento 23

Foram colocados 219 docentes contratados na reserva de recrutamento 23 de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas.

200 desses horários foram em colocações de duração temporária.

 

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Reserva de Recrutamento 23

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 23ª Reserva de Recrutamento 2016/2017

Aplicação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 6 de março, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 7 de março de 2017 (hora de Portugal Continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato.

Nota informativa

Listas

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Recenseamento de Docentes 2017 – Apuramento de Vagas Para o Concurso Interno/Externo

Até ao próximo dia 10 e Março as escolas vão ter de proceder ao recenseamento dos docentes que visa o levantamento de informação pessoal e profissional relativa a todos os docentes que se encontram providos no Agrupamento de Escolas / Escola não Agrupada (AE/ENA), e todos aqueles que, à data da sua disponibilização, se encontrem nele a exercer funções (docentes providos noutro AE/ENA, docentes providos em QZP ou docentes contratados).

Os dados carregados servirão de base para o pré-preenchimento da aplicação “Apuramento de Vagas” com vista ao Concurso Interno / Externo.

 

Recenseamento

 

Aplicação disponível para os AE/ENA, até às 18:00 horas de dia 10 de março de 2017 (hora de Portugal Continental).

Clicar na imagem para ver o Manual de Instruções.

 

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O melhor do lado tecnológico – parte I

O futuro é uma coisa linda.

Estamos a dar aulas, sonhamos um dia ter a sala de aula virada para uma janela de virtualidade ultra digital e eis que, finalmente, esse dia acontece.

Subitamente, em todos os computadores de todas as salas, uma pen misteriosa e um programa especial que descarregamos para o nosso próprio telemóvel permite, através dessa mágica rede de radiação eletromagnética a que chamam “uaifai”, partilhar conteúdos diretamente no quadro interativo.

A minha euforia suplanta todos os limites e arrisco, como nunca antes fiz, rebentar de vez com as aulas expositivas, optando pela “flipped classroom” naquilo que tem de melhor: trabalho prático, investigação em equipa, e o meu telemóvel a apresentar o “planning” do trabalho que me demorou dois entusiasmantes dias a delinear.

Subitamente, então, no meio da minha eufórica partilha de motivação borbulhante, um coelhinho branco comedor de relva irrompe no ecrã do quadro interativo.

Carrego no teclado do telemóvel com estranheza, perscruto o computador e as respetivas ligações, clico em todas as teclas de comandos ao meu alcance, mas o diabo do coelhinho prossegue impassível ruminando a relva, fazendo refém todo o meu trabalho de um par de dias.

Pela sala irrompe um burburinho divertido, parece que esta rapaziada acha mais piada ao coelhinho do que ao cenário virtual de aprendizagem e as gargalhadas só sossegam quando desligo tudo e regresso à aula à moda tradicional.

Quando os alunos saem, peço ajuda ao Rafael, o cromo informático da turma, para tentar perceber o que se passou.

Com o rosto ruborizado, tenta ocultar um sorriso maroto, mas confessa:

–  Professora, a culpa não é sua. Todos temos acesso à rede Wi-Fi e houve pessoal que descarregou um programa que interfere com a projeção. Não fique zangada, foi só uma brincadeira e prometo que não repetimos.

Incrédula, regresso à sala de professores onde uma colega colericamente ruborizada e com um nítido instinto matador escreve, furibunda, uma participação disciplinar contra uma turma inteira de um PCA com índole de potencial utente do sistema criminal português, mas, pelos vistos, bastante criativa.

Pelas entrelinhas do seu discurso enervado, percebo que, afinal, tive muita sorte na minha inesperada interferência: a ela os alunos interromperam a projeção com um inusitado gif de uma cena porno. Em “loop”…

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Aposta Para Hoje

Em repetição da chave de sexta-feira passada.

Bom Carnaval.

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Por Outros Carnavais

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CARNAVAL

O desfile decorre sob os auspícios de um dia de sol.
Os grupos sucedem-se com a luminosidade sobre os ombros, incrustada nas lantejoulas e purpurinas, nas cabeleiras acrílicas, nos sintéticos tecidos moles, acabados de estrear. Ao redor, uma turba de pais e familiares, uivando e obturando de êxtase e felicidade, acenam freneticamente.
Vejo passar os pókemons, as Princesas da Disney, Ladybugs, piratas e palhaços coloridos.
No entanto, vou observando o rosto das crianças, por entre a guarda de honra da multidão circundante. Espantada, vislumbro infantis frontes cerradas, faces rubras de desinteresse, irritação clara de descontentamento e enfado.
À minha memória surge, então, como um raio tempestuoso, uma memória há muito oculta, dos meus próprios tempos de gaiata. As máscaras eram um luxo, era o Carnaval muito antes de existirem lojas do chinês ou dos 300. A televisão tinha apenas 2 canais, em inúmeros lares, a preto e branco, e a diversão pura passava pelas telenovelas brasileiras, os jogos sem fronteiras, o festival da canção, a feira popular, os passeios de domingo que pediam roupa a preceito, por vezes ainda exalando o mofo dos fundo dos armários.
Ser pequena era a expetativa de um mundo de possibilidades e não as possibilidades de um mundo na nossa mão.
E o Carnaval era o momento em que todas as pequenas dimensões ao nosso redor se entretelavam, se tornavam quase possíveis.
Todos os anos eu pedia uma máscara diferente a meus pais. Todos os anos a resposta era a mesma, aviltando o desperdício de gastar tanto dinheiro só por um dia. E todos os anos minha mãe descia as escadas, batia à porta da solícita vizinha que, gentilmente, emprestava o vestido de espanhola que as filhas, agora adultas, tinham desprezado numa velhinha caixa de sapatos.
Com displicência e frustração, lá ia eu composta para a escola com um conjunto gasto de horríveis castanholas e um par de chinelas negras de salto meio alto, cobiçando as minhotas, as chinesas e, até, os cowboys.
Detestava umbilicalmente aquele traje vermelho coçado pelo tempo. Um ódio visceral que me fazia odiar o Carnaval por saber que, lá em casa, ninguém gastaria um escudo para que eu desfilasse com outra fatiota que não aquela, emprestada.

O Carnaval era um luxo, não uma necessidade ou um benefício adquirido por usucapião.
Contudo, tive de esperar diligentemente que a bainha que vinha até aos pés me chegasse ao joelho e que os cotovelos soçobrassem à renda. Só então consegui a pequena vitória de me ser prometido novo fato para o ano seguinte.
Um dia, pelo correio, uma emigrada tia, distante e desconhecida, ofereceu-me aquele que fora, talvez, o presente mais ansiado da minha ainda jovem vida e que me permitiria ir à escola e desfilar no Carnaval com o peito feito de orgulho: um vistoso vestido de princesa. O tecido de cetim azul cerúleo, decorado com linhas de lantejoulas fulgurantes, tule de teia e pérolas postiças desenhando o peito, multiplicavam o encanto.
O meu entusiasmo ampliou-se na expetativa da ansiada celebração. Contudo, no dia seguinte, depois do orgulhoso percurso para a escola, algo inusitado e terrível ocorreu. Sentada na carteira, insuflada pelos folhos e pelos tules, desmultiplicada pela rodinha acetinada, ergui-me do meu assento para seguir o cortejo. Mas, uma feroz e inusitada farpa, juro que regurgitada de propósito das entranhas do diabo da cadeira, prendeu-me o tule, o cetim e, numa dentada lancinante, rasgou-me, para sempre, a saia ao meio e o orgulho.
Depois disso, acabou-se o Carnaval, foi o vestido para o lixo e nunca mais me mascarei.
Volto a observar os garotos das fatiotas sintéticas cintilantes que prosseguem a marcha, arrastando nos pequenos pés confetis, palmas robustas e baba de avós embevecidas. O seu rosto impassível e indiferente, quase de um tédio primaveril, ignora tempos em que, de facto, a oportunidade de desfilar numa rua era, para inúmeras crianças, um pequeno luxo. No ano vindouro, renovarão o trajamento, desfilarão, talvez, com renovada displicência, enquanto os adultos regurgitarão eufóricos urras à sua passagem, invejando, todos eles, ter tido um momento como aquele nas suas vidas.

Mais atrás observo, porém, os mais pequeninos, todos numa fila de mãos dadas, pequeninas abelhas feitas de material reciclado: sorriem com os olhos tinindo de luz.
Sinto-me subitamente embevecida com a simplicidade das coisas palpáveis. Por vezes, complicamos tanto a vida onde ela não tem complicação nenhuma… Memórias e sonhos nebulosos que não levam a parte alguma.
A felicidade, sábia e fugaz, sabe esconder-se certeira em momentos inesperados.

Talvez o Carnaval seja apenas uma desculpa para lhe podermos espreitar o rosto feito de sol.

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