Como Será a Mobilidade Por Doença Nesta Fase Pandémica?

A Mobilidade por Doença costuma ser entre março e maio e este ano ainda não houve nenhuma informação sobre este “concurso”.

Mas tendo em conta o Estado de Emergência, que tem quase todos os médicos de prevenção, faz sentido que os docentes com doenças crónicas voltem aos seus médicos para comprovar mais uma vez a mesma doença  para se candidatarem à Mobilidade por Doença?

Será que não podiam ser dispensados estes docentes de fazer nova candidatura nesta fase que se aconselha ficar em casa, renovando-se automaticamente a sua colocação para 2020/2021?

Fica a sugestão.

 

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10 comentários

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    • Luísa Lobato on 23 de Março de 2020 at 22:49
    • Responder

    E quem viu este ano o seu destacamento indeferido por falta de um documento, como seria?

    • spmatos on 23 de Março de 2020 at 22:55
    • Responder

    Ou quem viu o seu destacamento indeferido por falta de uma assinatura?

    • spmatos on 23 de Março de 2020 at 22:59
    • Responder

    Adiciono mais uma opção à sugestão:
    Os que não conseguiram a mobilidade por doença por falta de documento ou assinatura, podem reenviar os documentos já completos do ano letivo anterior, para validar a mobilidade.
    Mas ficam sempre casos por considerar. Então e os novos casos? Necessidades efetivas de colegas?

    1. Concordo. Os novos casos seriam um número mais reduzido do que todos os casos.

    • Susana on 23 de Março de 2020 at 23:03
    • Responder

    Boa noite, essa seria a solução para quem está já em mobilidade por doença. Então e como seria a situação dos que este ano têm direito a concorrer e precisam de apresentar o relatório médico? É o meu caso e estou preocupada. O ano passado não apresentei a candidatura, pois no meio da doença e tratamentos deixei passar o prazo ( que penso ter sido mais cedo que o habitual). Tenho o atestado multiusos, mas, não tenho nenhum relatório médico do ano anterior. Espero que casos como o meu não fiquem esquecidos. Obrigada

      • Vítor Marçal on 24 de Março de 2020 at 1:03
      • Responder

      Se tiver atestado multiuso, só teria que descarregar o relatório médico da plataforma e pedir ao seu médico de família preencher e assinar. Depois será só mandar de volta o documento preenchido, espero ter ajudado. Noa sorte.

    • Alexandre on 24 de Março de 2020 at 0:42
    • Responder

    Para o ano só haverá mobilidade por doença com existência prévia de horário.
    Acham que no meio deste caos haverá dinheiro para alimentar 5000 sem horário ou horários reduzidos?

    • Maria on 24 de Março de 2020 at 9:29
    • Responder

    Nesta fase era mesmo a preocupação que me faltava! Realmente, os professores não conseguem viver sem uma irritação qualquer…. Sou doente crónica e a minha médica (do SNS) apenas atende casos urgentes telefonicamente. Aliás, nem sei se será aconselhável para alguém andar a manusear papéis.
    Na minha opinião, a mobilidade devia ser automaticamente renovada. Mas há muitos “senãos”…
    Um pedido: há muitos professores destacados que têm , efetivamente, problemas de saúde. Transmitam informações precisas, legítimas e sem alarmismos. Saúde a todos.

  1. “Será que não podiam ser dispensados estes docentes de fazer nova candidatura nesta fase que se aconselha ficar em casa, renovando-se automaticamente a sua colocação para 2020/2021?”
    Seria a melhor opção, uma vez que o meu médico está com o consultório fechado.

    • Carlos on 24 de Março de 2020 at 11:03
    • Responder

    Primeiro têm de se preocupar em sobreviver, depois trata-se desse assunto.

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