Tribunal da Relação considera ilegais serviços mínimos aplicados à greve de docentes

Tribunal superior dá razão à plataforma de organizações sindicais.

Tribunal da Relação considera ilegais serviços mínimos aplicados à greve de docentes

O Tribunal da Relação considerou ilegal a definição de serviços mínimos para as greves dos professores de 2 e 3 de março, dando razão à plataforma de organizações sindicais que recorreram da decisão do tribunal arbitral.

Numa decisão datada de quarta-feira e que a Lusa teve acesso esta quinta-feira, os juízes da 4ª secção social do Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) revogam a decisão do Tribunal Arbitral alegando que “o direito à greve só pode ser sacrificado no mínimo indispensável”

“A imposição de serviços mínimos no setor da educação cinge-se às atividades de avaliações finais, de exames ou provas de caráter nacional que tenham de se realizar na mesma data em todo o território nacional”, lê-se na decisão do recurso.

Entendem os juízes que esta circunstância não se verifica, pelo que “é ilegal a fixação de serviços mínimos”.

Esta decisão poderá ainda ser alvo de recurso por parte do Ministério da Educação para o Supremo Tribunal de Justiça.

 

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14 comentários

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  1. Agora podemos esperar que o Mário Nogueira peça a demissão do Ministro da Educação?
    Não foi este o caso que ele disse que o faria se o tribunal desse razão à Fenprof?

  2. Avaliações finais?! Isso está contemplado onde, senhores juízes?

    • Stop, onde andas tu? on 18 de Maio de 2023 at 22:40
    • Responder

    Quem recorreu à justiça, parece ter sido a Fenprof… O STOP e o seu tão propalado departamento jurídico “inigualável”, andam onde?

      • No wars on 19 de Maio de 2023 at 8:03
      • Responder

      Os objetivos são a defesa da carreira docente e não guerrilhas entre sindicatos.

        • Stop, onde andas tu? on 19 de Maio de 2023 at 9:26
        • Responder

        Mas já agora, convém saber quem é o “trigo” e quem é o “joio”, não acha?

        • Stop, onde andas tu? on 19 de Maio de 2023 at 11:08
        • Responder

        Mas já agora, e como pagante de quotas, quero saber se o STOP está a cumprir o que me prometeu ou se deu em promotor de acampamentos e lutazinhas pífias, sem quaisquer efeitos, OK?

    • Bella ciao on 19 de Maio de 2023 at 1:02
    • Responder

    • Bella ciao on 19 de Maio de 2023 at 1:04
    • Responder

    • Bella ciao on 19 de Maio de 2023 at 1:07
    • Responder

    • Metam-nos em Tribunal, já! on 19 de Maio de 2023 at 8:08
    • Responder

    Tencionam levar a Tribunal os Diretores que, alguns com grande satisfação, aplicaram faltas injustificadas aos professores que desafiaram os serviços mínimos que afinal eram ilegais, e aos membros desses colégios arbitrais que votaram pelos serviços mínimos? Força, nisso!

    • Legislativo Executivo e Judicial on 19 de Maio de 2023 at 8:45
    • Responder

    Portanto, a notícia só saiu depois de aprovados os diplomas pseudonegociados…
    Portanto, todos somos um e vamos impugnar estas decisões unilaterais do Costa mais assimétrico. O Jogo foi viciado desde o início e não houve negociação nenhuma. Houve foi coação!
    Não se coage em democracia!

    • obnóxio 69 on 19 de Maio de 2023 at 8:54
    • Responder

    Avaliações finais ? Mas não contempla nem o lançar os níveis nem a duração das reuniões que se podem eternizar..

  3. ❤💛🧡💜😊💕💕💕💕

    • João Almeida Pinto on 19 de Maio de 2023 at 11:41
    • Responder

    Estou pra ver a FENPROF a exigir a cabeça do ministro, tal como disse que o faria.

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