Maio 2019 archive

Pelo Correntes – A Culpa é dos Professores

A Culpa é dos Professores – Correntes

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Professor português em Timor premiado pela Sociedade Europeia da Física

Professor português em Timor premiado pela Sociedade Europeia da Física

Um professor português atualmente a ensinar em Timor-Leste vai receber em julho o Prémio de Ensino Secundário da Sociedade Europeia da Física (EPS), em reconhecimento do seu trabalho de promoção da disciplina.

“Estou muito orgulhoso. Foi totalmente inesperado. Quando me disseram que tinha sido nomeado pela Sociedade Portuguesa de Física já foi um grande orgulho”, disse Jorge do Carmo António, citado pela Lusa.

“Não me passava pela cabeça, nem nos melhores sonhos. Não sabia que tinha sido nomeado e agora ter vencido, entre candidatos de tantos países, é um grande orgulho”, contou o professor de física que dá aulas na vila timorense de Same.

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Burnout já é classificado como uma doença pela Organização Mundial da Saúde

“Burnout” já é classificado como uma doença pela Organização Mundial da Saúde | Medicina | PÚBLICO

O burnout – síndrome do esgotamento profissional – já entrou oficialmente na Classificação Internacional de Doenças (CID) da Organização Mundial da Saúde (OMS). A aprovação da 11.ª revisão desta lista, que também inclui os videojogos como uma doença mental, aconteceu no sábado durante a 72.ª assembleia da OMS em Genebra.

“Esta é a primeira vez” que o burnout é incluído nesta classificação, referiu Tarik Jasarevic, porta-voz da OMS, citado pela agência AFP. Esta síndrome foi incluída na 11.ª revisão da CID, que tem como objectivo padronizar a codificação das doenças e outros problemas relacionados com a saúde e que entrará em vigor em 2022.

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Versão Atualizada do Simulador de Progressões

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Fica hoje disponibilizada uma nova versão do simulador de progressões que corrige alguns erros e fica com algumas melhorias.

Neste momento é possível calcular os 70% do tempo recuperado de quem não possuiu os 2557 dias de serviço para efeitos de carreira entre 1/1/2011 e 31/12/2017. Para calcular o tempo a recuperar basta que indiquem qual o tempo de serviço que possuem nesse período para o simulador calcular as datas de progressão.

No exemplo da imagem o docente apenas tem 1260 dias para efeitos de contagem do tempo de serviço para carreira, pelo que o tempo a subtrair no escalão seguinte à progressão depois de 2019 ou ao faseamento é de 502 dias.

Desde o fim de semana alterei a questão sobre a avaliação de desempenho porque existem situações diferentes de progressão para quem já foi avaliado ao abrigo do Decreto-Regulamentar 26/2012 e quem ainda não foi. Quem não foi apenas pode optar pela melhor avaliação quando for efetivamente avaliado ao abrigo do Decreto-Regulamentar 26/2012. E neste caso a bonificação dessa avaliação só surtirá efeito na próxima mudança de escalão. Existem no entanto docentes que tendo progredido em 2018 ou 2019 já se pode considerar essa bonificação de tempo de serviço no escalão onde se encontram atualmente.

 

O quadro seguinte praticamente mantém-se, no entanto alterei o texto do campo da formação para dar indicação que as horas de formação necessárias aplicam-se para mudança ao escalão seguinte. Isto porque quem mudava ao 10.º escalão lhe aparecia 0 horas de formação. E essas 0 horas de formação não são o que o docente necessita para a mudança ao 10.º mas o que docente precisa de fazer no 10.º escalão.

O último quadro apresenta o vencimento ilíquido entre a data indicada no primeiro quadro até à data da última mudança no escalão indicado no quadro de cima.

 

O simulador corrige também um erro de 2 dias nas progressões devido a dois anos bissextos.

Neste momento o simulador está praticamente perfeito e se for encontrada alguma falha indiquem-na na caixa de comentários deste artigo.

Depois de sair de uma formação sobre o E360, arcaico tal como o inovar e o GIAE pergunto se ninguém do MEC quer fazer uma aplicação para as escolas decente. Tenho a certeza que o João Fonseca e eu daríamos melhor conta do recado do que o que pretende ser feito com o E360.

 

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Concurso Pessoal Docente 2019/2020 RA Açores – Listas Ordenadas

Rui Cardoso

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Concurso interno de provimento

Projeto de lista ordenada de graduação

Lista ordenada de graduação

Lista de colocações

 

Concurso externo de provimento

Projeto de lista ordenada de graduação

Lista ordenada de graduação

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Nenhum jovem nasce delinquente – João André Costa

Rui Cardoso

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Nenhum jovem nasce delinquente

Nenhum jovem nasce delinquente. Não, os jovens fazem-se delinquentes, e cada vez em maior número, à taxa de três pontos percentuais por ano ao longo dos últimos cinco anos. 

O alerta veio da presidente da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Protecção das Crianças e Jovens, Rosário Farmhouse, aos jornalistas presentes no encontro nacional das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens.

Sem futuro, sem interesse, motivação ou esperança, são cada vez mais os jovens entre os 15 e os 17 anos envolvidos em comportamentos delinquentes, desde o consumo de drogas e álcool à indisciplina escolar e à actividade criminosa. Fruto de famílias desestruturadas, vítimas da violência doméstica, da negligência, de abusos físicos, emocionais, sexuais, testemunhas do consumo de estupefacientes no seio familiar, filhos do desemprego de um ou dos dois pais, eles próprios sem futuro, interesse ou esperança, imigrantes de segunda e terceira geração sem quaisquer raízes culturais, encontramos cada vez mais crianças e jovens sem ninguém com quem falar, sem um pai, sem uma mãe, com irmãos e irmãs igualmente afectados, também eles sem modelos familiares ou alguém com quem falar.

E este é o cerne da questão. Estes jovens não têm nenhum adulto com quem falar, nenhum guia. Nem têm nenhuma razão para ter quando foram os adultos a abandoná-los em primeiro lugar. Assim criados, estamos a falar de jovens sem qualquer confiança no mundo dos adultos.

Feridos, rejeitados, procuram a rejeição quando um adulto se aproxima pois essa é a realidade com que sempre viveram. Sozinhos, procuram outros jovens com quem se identificam, muitas vezes pelas piores razões, entrando numa espiral de onde é difícil regressar.

Trabalhando com estes alunos todos os dias, a maior dádiva é a nossa presença, a nossa persistência, dedicação, teimosia, o nosso carinho e amor. E sim, há pontapés, e sim, também há murros, contra as paredes e portas, contra outras crianças, entre outras crianças, contra os professores e pessoal auxiliar entre insultos e mais pontapés. 

E sim, temos apoios, desde psicólogos a assistentes sociais, passando pela polícia e psiquiatras, sem esquecer os nossos colegas e, de vez em quando, os pais. Juntos, aturamos tudo. Juntos, encaixamos tudo. Juntos, fazemos a diferença. Porquê? Porque não nos vamos embora.

Somos um hospital, somos uma enfermaria, somos a casa que nunca tiveram, somos pais e somos mães, somos mais, somos professores. Ensinamos e educamos, fazemos as vezes das famílias que nunca tiveram, trabalhando em pequenas turmas com cinco ou seis alunos, num total de 40 alunos na escola inteira.

Tudo isto leva tempo. Leva tempo poder voltar a confiar, poder voltar a falar, a chorar, a rir, a abraçar, a agradecer, a confiar. Não é fácil. Tal como não é fácil explicar a outros adultos o quanto vai nas almas destas crianças, destes meninos perdidos acabadinhos de sair da “Terra do Nunca”.

 

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Sou Professor. O meu trabalho não conta. Não votei! E ganhei?

Rui Cardoso

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Abstenção, mais uma vez ganhou! – Direito de contestação que não fere o civismo e a cidadania.

Os “perdedores” (“predadores”?) vão governar, mais uma vez.

O sistema político está falido, mas os políticos vivem aristocraticamente.

 

A democracia não se preocupa com a abstenção, porque ela não existe, todos são parte interessada, participativa e ativa, pois os principais direitos das pessoas são respeitados.

O fascismo é contra a abstenção, combate-a por todos os meios, erradicando-a, atacando-a ou desvalorizando-a.

Importa relembrar alguns exemplos de definições:

Abstenção – Ato de privação/desistência de um direito político/cívico/social.

Civismo – Educação/respeito/cortesia.

Cidadania – Direito e dever de participar na vida política.

Democracia – O povo exerce a soberania direta ou indiretamente.

Fascismo – Tendência para ou o exercício de forte controle autocrático ou ditatorial.

 

Abstive-me civilizadamente sem criticar ou atacar quem quer que fosse, apenas disse/digo/direi a verdade, não deixando de fazer sentir a minha insatisfação como cidadão crucificado, trucidado e roubado diariamente pelo Estado e pelos seus fiéis castradores. Privo-me e desisto de alimentar o meu direito político/cívico/social desumano e falido, mas não prescindo que ele seja banido e substituído por um mais justo, fazendo com que ele se reduza a si próprio e se autodestrua. Para mim o alvo não são as pessoas é o sistema.

Congratulo-me por ter proporcionado a publicação de um artigo de opinião de teor preocupante, que obteve uma das maiores percentagens de visualizações por artigo deste blog que visualizo diariamente pela sua importância, por tocar em algo que mexeu com a posição eloquente, suprema e discriminatória de alguns professores que se alimentam e alimentam o sistema, fazendo com que cada vez mais nos sejam retirados direitos justamente adquiridos e sejamos mal vistos pela sociedade em geral. Quem ganhou as eleições foi quem melhor conseguiu mobilizar a população em geral contra os professores. Sabe-se, obviamente, que se contam pelos dedos de uma mão, se calhar no máximo duas, os professores que não votam, o que contrasta com a grande maioria do povo que já não vota há várias eleições, porque sente na carne e nos filhos, os que os podem ter, as grandes injustiças cometidas pelos sucessivos governos. Está bem patente num número significativo de professores a sua postura de alimentarem a alternância de poder direta ou indireta nos partidos do sistema ao longo das últimas décadas que resultou no que se viu, mas que agora já apelaram ao voto nos partidos pequenos (só para contrariar). Agora (sem convicção), depois deles morrerem e de terem sido todos contaminados com a subserviência e depois das pessoas válidas se terem afastado deles? Mais uma vez, “os professores” vão ter a governar exatamente quem recebeu a maioria dos seus votos. Por isso, terão o que pretendem. No meu caso particular, a minha luta foi pela classe e perdi. Mas como, se me contarem parte ou a totalidade do tempo de serviço prestado em nada me beneficia na posição em que estou, também nada perdi e nada ganhei. Mas não deixei/deixarei de lutar.

Reflita-se! O direito ao voto não veio com o 25 de abril. Antes já se votava e elegia democraticamente. Até o Hitler foi eleito! E o Trump! E também o Bolsonaro! E até o Sócrates! O Costa é que não, e governou até depois de querer. Para os que exortam o 25 de abril, enganam-se, ele não existiu por votos. E o próximo sem votos será! (E eu, novamente, lá estarei na linha da frente.)

Contrariamente à posição pública assumida pelo Presidente da República os cidadãos ao absterem-se não estão a perder a autoridade para criticarem os políticos ou as políticas, estão sim a punir os políticos por não estarem a cumprir o seu dever e, por isso, não lhes reconhecem qualquer valor ou credibilidade para desempenharem as funções para as quais foram eleitos por uma minoria de privilegiados pelo poder e pelo sistema.

Atualmente, a abstenção é a única forma de manifestar discordância da política praticada pelos partidos políticos por não defenderem/respeitarem direitos legalmente consagrados e de não os reconhecerem com valor credível, não votando neles diretamente ou indiretamente (com votos brancos ou nulos).

Em quaisquer eleições, quando a abstenção é superior ou muito superior, ao número de votantes, o órgão governativo não é legitimo e não está legitimado pela maioria do povo/votante, pelo que deveria ser nomeado um órgão governativo constituído em número igual de representantes por todos os partidos ou organizações concorrentes.

Os professores deveriam ser a força congregadora do povo (das famílias mais desprotegidas) e os promotores do desenvolvimento da sua cultura com uma prática igualitária e imune aos poderes políticos.

Infelizmente e cada vez mais, vê-se a classe política munir-se e rodear-se dos professores para exercerem a sua influência a troco da imaculada autonomia de que alguns estavam ávidos para crescerem social e influentemente junto de tudo o que os rodeia. Finalmente as escolas estão a ficar o habitat preferencial do caciquismo local já implantado e a criar raízes, fazendo com que os professores sejam autênticos lacaios do sistema político. E alguns fazem tudo para que assim seja. Veja-se o poder já dado aos Diretores, na dependência direta dos Presidentes de Câmara, altas individualidades por onde tudo atualmente já é crivado.

Está na altura de os professores passarem a estar do lado do povo (e não do novo Cléro e da nova Nobreza) e promoverem a sua função de formadores do ser, do saber e do saber-fazer.

 

Professor em regime obrigatório de voluntariado,

Carlos Tiago

 

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O 54 Também Chegou às Europeias…

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E assim se prova que uma boa dose de medidas adicionais permitem o sucesso.

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Sugestão de Leitura – As Tecnologias de Informação e Comunicação na Formação Inicial de professores do 1.º Ciclo – Gorete Fonseca

Rui Cardoso

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Download do documento (PDF, 531KB)

 

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Os Professores não perderam autoridade, foi-lhes retirada.

Rui Cardoso

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Ao longo de anos, quem devia ter defendido a autoridade dos professores dentro das escolas, fez exatamente o contrário. Neste momento as escolas estão no caminho do caos quanto à disciplina dentro da sala de aula.

É nas Escolas que a crise de valores, de que a nossa sociedade sofre, mais se nota, pois é lá que impossibilitam os professores de tentar ajudar as famílias a transmiti-los. Hoje nas Escolas, amanhã…

 

Os professores perderam autoridade e os alunos fazem o que querem

“Hoje os alunos têm falta de valores”

Também Maria Helena Fernandes contou com vários alunos que a marcaram pela especial ligação estabelecida. A ex-formadora do Centro de Novas Oportunidades da Escola Secundária de Alcanena admite que ainda não se habituou à reforma e continua a acordar às 06h30 como fazia antigamente. Conta ainda que o pior que os alunos já lhe chamaram foi ‘velha’ e confessa que, apesar de ter sido sempre muito exigente, foi presenteada pelos pais dos alunos com galinhas e até com camisolas de lã.

Para Maria Helena Fernandes, existem grandes diferenças no ensino e nos alunos desde que iniciou carreira até à actualidade. A maior, aponta, é a relação entre professor e aluno. Enquanto os alunos antigos fazem uma festa quando a vêem, com os mais jovens não acontece o mesmo. “Hoje os alunos têm falta de valores e de família”, defende a professora aposentada.

 

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