1 de Maio de 2019 archive

A Ler – Da Extrema Desonestidade Intelectual De Mário Ronaldo Centeno De Harvard Y Eurogrupo – 4

Da Extrema Desonestidade Intelectual De Mário Ronaldo Centeno De Harvard Y Eurogrupo – 4 | O Meu Quintal

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/05/a-ler-da-extrema-desonestidade-intelectual-de-mario-ronaldo-centeno-de-harvard-y-eurogrupo-4/

A Ler – Da Extrema Desonestidade Intelectual De Mário Ronaldo Centeno De Harvard Y Eurogrupo – 3

Verdade se diga o Centeno não passa de um tretas…, eles é que pensam que temos a memória curta…

É mentir com quantos dentes se tem na boca…

 

Da Extrema Desonestidade Intelectual De Mário Ronaldo Centeno De Harvard Y Eurogrupo – 3 | O Meu Quintal

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/05/a-ler-da-extrema-desonestidade-intelectual-de-mario-ronaldo-centeno-de-harvard-y-eurogrupo-3/

São Muitas as Falhas das Listas Provisórias de Acesso ao 5.º e 7.º Escalão

A maior falha que detecto nas listas publicadas ontem é a colocação pelas escolas como data de ingresso no escalão como o 1.º dia do mês seguinte à data em que os docentes reúnem as condições de progressão.

Depois nas minhas contas dão erros deste género, em que o docente não teria condições para estar candidato às vagas de acesso por falta de tempo de serviço de 4 anos nesse escalão (presumindo eu que durante este tempo nenhum destes docentes tivesse adquirido o grau de mestre ou de doutor).

Uma outra falha foi encontrar 3 docentes que conseguiram o milagre de serem os únicos a progredir durante o congelamento entre 1/1/2011 e 31/12/2017.

 

Seria assim tão difícil a DGAE ter um sistema automático para a contabilização do tempo de serviço docente?

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/05/sao-muitas-as-falhas-das-listas-provisorias-de-acesso-ao-5-o-e-7-o-escalao/

Porque hoje é dia do trabalhador lutar pela diginidade no seu trabalho…

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/05/porque-hoje-e-dia-do-trabalhador-lutar-pela-diginidade-no-seu-trabalho/

A Ler – Da Extrema Desonestidade Intelectual De Mário Ronaldo Centeno De Harvard Y Eurogrupo – 2

Da Extrema Desonestidade Intelectual De Mário Ronaldo Centeno De Harvard Y Eurogrupo – 2 | O Meu Quintal

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/05/a-ler-da-extrema-desonestidade-intelectual-de-mario-ronaldo-centeno-de-harvard-y-eurogrupo-2/

Estes Grupos Tiveram Mais Colocações Até ao Fim do 2.º Período do Que Durante todo o Ano Letivo Passado

Os grupos 200, 240, 250, 330, 400, 410, 420, 430, 530, 600 e 610 tiveram mais docentes contratados colocados até ao fim do 2.º período do que em todo o ano letivo passado.

Se fizermos nova comparação com 2016/2017 verificamos que este ano existiu um aumento acentuado nos seguintes grupos de recrutamento: 200, 240, 400, 410, 530, 600 e 610.

Apesar de nas notícias ter vindo a público que História está a ser prejudicada no currículo, ambos os grupos de História (2.º e 3.º Ciclos) viram acentuadas as colocações de professores contratados em relação a anos anteriores.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/05/estes-grupos-tiveram-mais-colocacoes-ate-ao-fim-do-2-o-periodo-do-que-durante-todo-o-ano-letivo-passado/

Docentes Com Mais Tempo de Permanência no 4.º e no 6.º Escalões

Com a publicação das listas provisórias de acesso ao 5.º e ao 7.º escalão podemos verificar quais os docentes com mais tempo de permanência nestes escalões e que são os candidatos número 1 em cada uma das listas.

Para aceder ao 5.º escalão a docente com mais tempo de serviço no 4.º escalão mudou pela última vez a este escalão no dia 01/10/2001 e perfaz 6.300 dias de “trabalho” e não de “serviço” em 31/12/2018.

O docente com mais tempo de permanência no 6.º escalão subiu pela última vez em 16/09/2001, pelo que contará com 6.315 dias de “trabalho” desde essa sua última progressão.

*coloquei entre aspas o trabalho, pois os dois congelamentos não permitiram contabilizar o tempo de serviço para efeitos de carreira, pelo que deverá ser descontado em todos os docentes os 9A4M2D se a sua última progressão foi antes de 30/08/2005 e os 7 Anos se a progressão aconteceu até 31/12/2010.

Muitos docentes que estão nestas listas têm data de progressão apenas a partir de 01/01/2018, mas para estes foi considerado o tempo remanescente dos efeitos do reposicionamento.

São 71 os docentes reposicionados no 4.º escalão que vão conseguir obter vaga para acesso ao 5.º escalão e são 12 os docentes que foram reposicionados que vão obter vaga para aceder ao 7.º escalão.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/05/docentes-com-mais-tempo-de-permanencia-no-4-o-e-no-6-o-escaloes/

Já lá foram 45 anos – Santana Castilho

Já lá foram 45 anos

Boa parte da população portuguesa não tinha nascido a 25 de Abril de 1974. E porque a disciplina de História é bastarda para o que resta do currículo nacional, será cada vez maior o desconhecimento sobre o 24 de Abril, se não devolvermos siso ao sistema nacional de ensino. Porque narrar com rigor histórico o que aconteceu no passado não é apenas pugnar pela identidade de uma comunidade. É dar aos mais novos um instrumento vital para fazerem opções de futuro.
Não me aqueceu a alma a sessão solene do 25 de Abril, formalidade sem rasgo, com muitos ecos falsos, a começar por Carlos César, do PS. Com tanta coisa por fazer, apenas Marcelo, ainda assim em modo Cavaco (sem cravo na lapela), fez uma intervenção para ser ouvida, comparando o querer dos jovens de então com o querer dos jovens de hoje. Ferro Rodrigues proclamou-se, explicitamente, pior tratado “do que os cães” e, implicitamente, masoquista. Porque aceita tais tratos de polé, de livre vontade, digo eu, pelo menos desde 1985.
O PSD enganou-se no papel e fez um belicoso discurso de campanha. O CDS, incapaz como sempre de distinguir os dois 25 (o de Abril e o de Novembro), esforçou-se por esconder que a data (a primeira) o incomoda. O PCP e o Bloco fizeram intervenções condicionadas pelo suporte dado à “geringonça”, beneficiada a do Bloco pela emotividade inerente ao percurso de vida de Jorge Falcato.
Guardados os paramentos que serviram à liturgia, Portugal continua subdesenvolvido quando comparado com a Europa e cada vez mais territorialmente desigual. Porque não despega dos salários baixos (diz o INE que o salário médio são 890 brutos/mês), duma carga fiscal exagerada e de políticos que preferem ocupar-se da distribuição de mordomias e favores públicos aos prosélitos e às empresas do regime, a chamar os capazes de pensar o futuro do país. Submetido às várias castas partidárias e a uma Europa perdedora na competição com a China e os EUA, já ultrapassado em sede de indicadores relevantes pelos países da Europa de leste, Portugal vive hoje da euforia do imobiliário, do comércio de curto prazo e do turismo de ocasião. Pouco, muito pouco, para sair da periferia. A crise financeira de 2008 entregou o nosso sistema financeiro e as nossas empresas estratégicas a capitais estrangeiros e estabeleceu a preponderância de uma criatividade única: a tributária. O subfinanciamento da educação e da saúde (os portugueses confrontam-se com cenários caóticos nas urgências hospitalares e com listas de espera no SNS, que levam muitos a morrer à espera de uma cirurgia) e a esmagadora ineficácia da justiça juntam-se ao envelhecimento da população para comprometerem o futuro e facilitar populismos vigilantes, à espera da oportunidade.
Nas escolas portuguesas há medo e opressão. O medo de que falo é naturalmente diferente do medo de 1973. É o medo imposto pela sacralização do menor custo. A opressão a que me refiro é naturalmente diferente da de 1973. É a opressão imposta pela avalanche dos estudos empíricos sem rigor metodológico e pelos palpites dos falsos eruditos, que criaram o desvario curricular a que chamaram “flexibilidade”. É a opressão da “mudança de paradigma”, rumo ao século XXI, que substituiu o melhor da literatura, da filosofia, das humanidades e das artes pelo vocabulário abreviado e pobre em que se expressam as urgências dos nativos digitais e da “geração mais bem preparada de sempre”. É a opressão do trabalho a mais, da burocracia sem sentido, do centralismo torturante.
Para este clima organizacional encontramos respostas diversas: demasiados aderiram à religião dos novos (velhos) dogmas pedagógicos, benemeritamente; uns tratam da vida, indiferentes; outros lutam, impotentes; alguns trepam, perseguem e apontam, inquisitoriamente.
Abril revelou-se, assim, tolerante. Tão tolerante que alguns do 24 passaram a militar em partidos ditos do 25 e chegaram a governar depois, como já haviam governado antes. Não nos impõem mais um ditador, mas caminhamos a passo estugado para “a aparência da democracia” que Aldous Huxley previu: “um sistema de escravatura onde, graças ao consumo e ao divertimento, os escravos terão amor à sua escravidão”.

In “Público” de 1.5.19

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/05/ja-la-foram-45-anos-santana-castilho/

A remota hipótese de um concurso extraordinário em 2020

O Centeno quer contratar 1.000 técnicos superiores para órgãos da Função Pública. No meio do discurso, muito próprio para o dia de hoje, referiu o seguinte

Poderá ainda haver lugar a recrutamentos para carreiras do pessoal docente – ensino básico e secundário e educadores de infância -, que obedece a um calendário e regras próprias.

 

Pode ser só discurso de circunstância e para tentar acalmar as hostes que ontem enervou, mas…

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/05/a-remota-hipotese-de-um-concurso-extraordinario-em-2020/

Audição do Ministro das Finanças sobre as contas dos 942 (video)

Já disse o que tinha a dizer no post anterior sobre as afirmações deste senhor, deixo-vos o video da sua audição e intenção…

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/05/audicao-do-ministro-das-financas-sobre-as-contas-dos-942-video/

Comunicado do Centeno para os Docentes – Esclarecimento sobre os dados sobre a carreira dos professores

Há aqui dados que não batem certo. Há aqui conversa politico-demagógica, por exemplo, não refere que o impacto financeiro, do DL 36/2019, é nulo. As 30.000 progressões previstas para 2019 nada têm a ver com o referido DL. Contabiliza nos Docentes que chegarão ao topo da carreira os que se reformarão antes de, algum dia, lá chegarem.

Outro exemplo, o documento refere o seguinte; “No que toca à ADSE, é um subsistema de saúde voluntário e as contribuições também estão ligadas a determinado serviço.” Esqueceu-se de referir que o excedente da ADSE entra no OE. O excedente de 2018 transitou, cerca de 38 milhões de euros, da ADSE para o OE2019.

Torna-se obvio que o objetivo desta manobra de sonegação de tempo de serviço é  impedir que a maioria dos docentes chegue ao topo de carreira. “Considerando os 9A4M2D até 2023, 36% dos professores estariam em condições de atingir o topo da carreira (35.588) e 50% os últimos dois escalões (49.303). ” Enquanto que, só se considerar os 2A9M18D, apenas cerca de 20.000 poderão chegar ao topo da carreira. A médio prazo estes números diminuirão para números residuais ou talvez nulos, serão raros os caso de professores no topo de carreira.. Já não bastavam as cotas do 5.ºe 7.º escalão, agora arranja-se forma de “roubar” os que estão acima do 6.º escalão.

Outra coisa que me causa “espécie” é a questão da afirmação da inconstitucionalidade das propostas apresentadas. Deixam de ser inconstitucionais, senhor ministro, (que não são) se só se aplicarem a partir de 1 de janeiro de 2020 (com retroativos a 1 de janeiro de 2019). O sr. Centeno não terá equacionado esta hipótese… na CEC, também, ninguém lho enfiou pelos olhos a dentro…

O sr, Centeno também se esqueceu de dizer que, o faseamento dos 2,9,18 em 3 tranches é só para tapar os olhos dos professores e outros funcionário públicos à inconstitucionalidade das ultrapassagens que vão ocorrer, caso o DL 36/2019 vá para a frente. (coisas da memória seletiva)

Gostei de ler e, ontem, ouvir, esta referência, “A reposição do tempo na íntegra seria uma irresponsabilidade para o país, porque fazê-lo significaria três anos de aumentos de salários do Estado, à taxa de inflação”. Será que este sr. sabe que há mais de 3 anos que os docentes não são aumentados à taxa da inflação nem de nenhuma outra? Não me venham com tretas que o aumento que tivemos foi a possibilidade de progressão há muito devida, isso é um aumento por progressão.

Eu até podia continuar e apontar mais umas poucas de coisitas que se poderiam apontar, mas vocês têm olhos e discernimento para ler o comunicado e revoltarem-se sem a minha ajuda.

Fica o apontamento final. Oh Centeno! Que raio de número é aquele de 1476 professores aposentados em 2018? Não sabes contar? Vai consultando aqui o Blog que pode ser que ainda uses um ou outro número…

Fica o comunicado:

[gview file=”http://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/04/Comuni-MF.pdf”]

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/05/comunicado-do-centeno-aos-docentes-esclarecimento-sobre-os-dados-sobre-a-carreira-dos-professores/

Audição de peticionários pelo tempo descontado para a SS dos docentes com horários incompletos

Audição de peticionários sobre a adoção de medidas com vista à correção das Declarações Mensais de Remunerações de todos os docentes contratados com horários incompletos

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/05/audicao-de-peticionarios-pelo-tempo-descontado-para-a-ss-dos-docentes-com-horarios-incompletos/

Seguir

Recebe os novos artigos no teu email

Junta-te a outros seguidores: