Estão disponíveis para consulta as listas provisórias de admissão e de exclusão do Concurso Externo do ensino artístico especializado da música e da dança para o ano escolar 2019/2020.
Mai 23 2019
Estão disponíveis para consulta as listas provisórias de admissão e de exclusão do Concurso Externo do ensino artístico especializado da música e da dança para o ano escolar 2019/2020.
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Mai 23 2019
A razão, nada tem a ver com pedagogia. É mais uma daquelas questões em que os cortes na despesa pública se puseram à frente do desenvolvimento cultural, académico e da própria sociedade.
O Decreto n.º 5787 – B, de 10 de maio de 1919, promulgado por João do Canto e Castro Silva Antunes, 5.º presidente da I República Portuguesa, procede à reorganização dos serviços de instrução primária.
O ensino primário passa a abranger três graus: o ensino primário infantil, o ensino primário geral e o ensino primário superior.
O ensino primário infantil abrangia as crianças dos 4 aos 7 anos. Hoje o Pré-Escolar.
O ensino primário geral, passou a obrigatório para todas as crianças dos 7 aos 12 anos, tendo, entre outros pressupostos, a tradução do pensamento pela palavra oral e escrita e a sua interpretação pela leitura inteligente; o conhecimento da terra portuguesa; noções de geometria prática e elementar e trabalhos manuais e agrícolas, conforme o sexo e as regiões.
O ensino primário superior, a frequentar por crianças entre os 12 e os 15 anos, destinar-se-ia a «completar a edução geral dos indivíduos a dar-lhe uma preparação técnica de carácter regional». Era composto, entre outras disciplinas, pelas línguas portuguesa, francesa e inglesa, matemática, geometria, ciências físico-químicas e naturais, geografia, história geral e história de Portugal e noções práticas de higiene e puericultura.
Um passo de gigante face ao nível de analfabetismo da população portuguesa à época.
Já na Segunda República e sob a presidência de António Óscar de Fragoso Carmona, dá-se a mudança a que muitos chamam de retrocesso. Na verdade, foi um enorme retrocesso, se, na altura, poucos frequentavam mais que o ensino primário geral, a partir daí foram muitos menos.
O Decreto n.º 13619, de 17 de maio de 1927, determinou que o ensino primário obrigatório fosse reduzido de 6 para 4 anos. Já nessa altura as razões foram puramente economicistas, tal como ainda hoje o são. Em Portugal, a razão financeira é sempre muito mais importante que o desenvolvimento educacional da sociedade. As razões apontadas na altura levam a essa conclusão; «Considerando a conveniência de se evitar nos liceus uma acumulação excessiva de alunos, que só concorre para prejudicar o ensino» e «considerando que a situação do Tesouro não permite, de momento, qualquer aumento de despesas». E assim foi durante décadas, mesmo que a situação do Tesouro tenha melhorado as prioridades sempre foram outras que não a Educação.
Portugal é dos poucos países onde existe o 2.º ciclo, quem não sabia a sua razão de existir e o porquê de tanto se discutir o seu “desaparecimento”, fica agora com mais informação.
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Mai 23 2019
Efetuei agora uma pequena alteração ao simulador no que respeita aos dias de recuperação de forma faseada.
Na versão inicial tinha considerado que a 1 de junho de 2019 seriam recuperados 339 dias, em 1 de junho de 2020 outros 339 dias e em 1 de junho de 2021 os 340 dias.
As FAQ de hoje da DGAE alteram essa recuperação de dias para o seguinte:
1 de junho de 2019 – 340 dias
1 de junho de 2020 – 339 dias
1 de junho de 2021 – 339 dias
Assim, foi efetuada esta pequena alteração no simulador.
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Mai 23 2019
Encontra-se disponível para consulta um conjunto de Perguntas Frequentes – DL n.º 36/2019, de 15 de março e DL n.º 65/2019, de 20 de maio.
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Mai 23 2019
Educação admite que existam mais pedidos e não se compromete com prazos. Finanças lembram que autorizações dependem do “interesse público”. Sindicatos dizem que lei foi criada para não ser aplicada.
Desde que entrou em vigor o decreto que veio regulamentar a pré-reforma com suspensão da prestação de trabalho, em fevereiro, um total de 230 docentes pediram a pré-reforma, mas, até ao momento, nenhum recebeu qualquer resposta positiva, noticia esta quinta-feira o Público (acesso condicionado). De acordo com o diário, nem a Educação, nem as Finanças, se comprometem com prazos para dar resposta a estes pedidos.
Contactados ambos os ministérios, da Educação apenas referem “que os pedidos de pré-reforma” estão em análise, e do lado das Finanças sublinha-se que os pedidos serão analisados “em função do interesse público” e que não estão previstos inventivos a este mecanismo. Mas do lado da Educação, admite-se que podem haver ainda mais casos de docentes a pedir a pré-reforma e ainda sem resposta.
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Mai 23 2019
A causa dos professores é justa, mas atenção às contas
Os portugueses acham justas as reivindicações dos professores, mas não que sejam mais importantes que o controlo das contas públicas.
Por outro lado, se é maioritária a ideia de que PSD e CDS foram à caça do voto, não é tão claro que fosse motivo para uma ameaça de demissão do Governo. Algumas das conclusões possíveis, quando se faz a avaliação da crise política que marcou a pré-campanha para as eleições europeias.
É justo os professores recuperarem os 9 anos, 4 meses e 2 dias? Rigorosamente metade (50%) dos inquiridos pela Pitagórica acha que sim (apenas 30% discordam), sendo essa uma posição maioritária entre os eleitores de todos os partidos. Os menos entusiastas são os socialistas.
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Mai 23 2019
Tal como prometido, disponibilizo hoje uma nova versão do simulador das progressões de forma a que os docentes possam fazer a opção pelo faseamento previsto no Decreto-Lei 65/2019, de 20 de maio, até ao dia 30 de junho de 2019.
Este novo simulador elimina os erros do ficheiro anterior em Excel e acrescenta novas opções, como a colocação da data de conclusão do Mestrado e/ou Doutoramento. Recordo que estas datas devem estar no período compreendido entre a data da mudança de escalão e a data prevista para a nova mudança.
Em breve será feita uma nova atualização desta aplicação que irá fazer as contas ao vencimento que se pode ganhar se a opção for o faseamento em detrimento dos 2A9M18D.
É importante que quando tomarem a decisão final saibam se vão poder ter a observação de aulas a tempo das progressões que o simulador indica, a formação necessária, ou ainda a avaliação de desempenho do ciclo imediatamente anterior à progressão.
Enquanto não sair alguma informação clara sobre a possibilidade da mudança de dois escalões em simultâneo este simulador permite que isso aconteça deixando para o escalão seguinte o tempo remanescente.
Em muitas situações o simulador considera a mudança de escalão ao dia 01/06, mas com tempo remanescente que é considerado no escalão seguinte.
O simulador está feito não considerando o afunilamento do 4.º e do 6.º escalão, mas sim tendo em conta o tempo mínimo necessário de progressão em cada escalão. E o simulador considera a mudança não apenas do próximo escalão, mas também dos dois seguintes. No último escalão do quadro as datas têm de ser coincidentes, pois a recuperação total tem de ser equivalente.
Fica um agradecimento ao João Carlos Fonseca por colocar as minhas ideias em prática neste simulador.
Para acederem ao simulador entrar neste link que irá ficar disponibilizado no blog durante os próximos tempos, ou em alternativa clicar na imagem.
Se podia ser a DGAE a fazer este simulador? Poder, podia, mas nunca seria a mesma coisa…
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Mai 22 2019
Já se encontra disponível na área do candidato a notificação da decisão da reclamação do concurso externo 2019/2020.
Sinal que para breve as listas definitivas deverão ser publicadas.
Encontra-se disponível para consulta, a notificação da reclamação.
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Mai 22 2019
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Mai 21 2019
… conteúdo exclusivo para assinantes.
Com dados do blogue.
Menos professores no sistema de ensino, mais baixas médicas e dificuldade em contratar os candidatos necessários. A menos de um mês do final do ano lectivo, é esta a equação que leva a que continuem a existir professores em falta nas escolas

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Mai 21 2019
O comregras publica hoje um artigo do Alberto Veronesi que suscita algumas dúvidas e um breve comentário meu.
Atualmente é impossível existir algum docente contratado que pelo facto de ter “1461 dias de serviço efetivo em horário anual, completo e sucessivo, passar a ser remunerado pelo índice 188“, por uma única razão:
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Mai 21 2019
É curioso ver as lei explicadas para leigos no Portal do Diário da República, mais curioso é estar expresso que a lei em linguagem clara não tem valor legal.
Em breve disponibilizarei um novo simulador para a opção do faseamento que elimina as incorreções do simulador que já disponibilizei aqui. É uma questão de aguardarem mais um ou dois dias.
Fica aqui o extrato da lei em linguagem clara sem valor legal.
O que é?
Este decreto-lei cria regras sobre o modo de recuperação do tempo de serviço dos docentes dos estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário.
A contagem do tempo de serviço, para efeitos de progressão na carreira, não foi feita de 2011 a 2017.
O que vai mudar?
A partir de 1 de janeiro, no momento da progressão ao próximo escalão, são acrescentados 2 anos, 9 meses e 18 dias ao tempo de serviço dos docentes.
No caso de o professor passar para o 5.º escalão, a contagem do tempo de serviço reflete-se também no 6.º escalão.
Aos docentes que tiveram apenas parte do seu tempo de serviço congelado, conta-se o tempo proporcional a esse período.
Que vantagens traz?
Com este decreto-lei pretende-se:
Quando entra em vigor?
Este decreto-lei produz efeitos a 1 de janeiro de 2019.
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Mai 21 2019
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/05/calendarizacao1.pdf”]
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Mai 21 2019
Têm surgido algumas duvidas sobre o ponto 3 do artigo 3.º do Dec.-Lei 65/2019.
O referido Dec.-Lei não se aplica somente aos professores, mas a todas as carreiras especiais da função pública. Dito isto, o ponto 3 do artigo 3.º não se aplica a todas as carreiras especiais. Os professores são um desses casos. Os professores não são “promovidos”, mas os militares, por exemplo, são. Este ponto refere-se a carreiras que além da subida de escalão podem, também, ser promovidos passando de um posto de Major a Tenente Coronel.
Resumindo, não se aplica aos professores.

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Mai 21 2019
Publicadas as instruções de realização e os critérios gerais de classificação relativos às provas
e exames que serão aplicados em 2019. Aceda ao tipo de prova que pretende consultar.
Publicado o Manual de aplicação da componente oral das Línguas Estrangeiras.
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Mai 20 2019
O fim do ano letivo com a recuperação dos 2A9M18D ou a recuperação do Tempo de Serviço faseada vai tornar o fim do ano letivo um pouco caótico no que respeita à Avaliação de Desempenho Docente.
Se ao longo do ano as escolas definiram o seu calendário da avaliação de desempenho com base no tempo de serviço que os docentes tinham para progressão, também definiu os avaliadores que em breve preparavam a avaliação dos tempos que progrediriam durante o ano letivo 2019/2020.
Neste momento existem docentes que em função de um opção que vão fazer até 30 de junho, vão alterar de forma radical e quase inesperada aquilo que devia ser feito ao longo de um ano letivo.
Até eu que já tinha preparado as várias hipóteses para cada docente me sinto um pouco perdido…
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Mai 20 2019
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/05/requerimento-faseamento.pdf”]
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Mai 20 2019
Já aqui tinha deixado as minhas reservas quanto a uma eventual recuperação dos 9A4M2D e as mesmas dúvidas mantenho quanto à recuperação dos 2A9M18D, assim como ao faseamento de 1/3 em cada um dos 3 anos de recuperação.
O Decreto-Lei n.º 65/2019 é claro quanto a uma das minhas dúvidas sobre a recuperação por faseamento:
Caso essa contabilização seja superior ao necessário para efetuar uma progressão, o tempo referido no número anterior repercute-se, na parte restante, no escalão ou posição remuneratória seguinte.
Antigamente não se podia progredir dois escalões sem que o docente ficasse pelo menos um ano de permanência no escalão a saltar. Nada diz sobre isso a nova carreira docente, pelo que, parto do princípio que um docente pode saltar um escalão sem nele permanecer qualquer tempo.
Nos 2A9M18D também pode ocorrer o salto de dois escalões, de várias formas:
Havendo esta recuperação que ultrapasse a duração de um escalão pode o docente saltar de imediato dois escalões?
Se tal for possível basta o docente progredir com uma avaliação de desempenho?
E a formação exigida para este salto de dois escalões como se processa? É dispensada a formação?
Sem certezas nestas respostas, muitos docentes não sabem que opção fazer. Por isso, aguardem por mais esclarecimentos sobre estas dúvidas, que não são apenas minhas.
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Mai 20 2019
Os docentes que presentemente se encontram no 9.º escalão da carreira docente, deverão aderir ao faseamento.
Porquê?
Porque se não o fizerem, não terão qualquer recuperação do tempo de serviço. Se os mesmos esperarem pelo próximo escalão, 10.º, para recuperarem os 2 anos, 9 meses e 18 dias, este tempo de nada lhes servirá, uma vez que já se encontrarão no topo de carreira. Se querem recuperar algum tempo, (não será na totalidade) devem requerer o faseamento para subirem ao 10,º escalão mais cedo.
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Mai 20 2019
Foi publicado hoje o Decreto-Lei 65/2019 que permite aos docentes optarem pelo faseamento da recuperação do tempo de serviço em tranches de 1/3, em cada mês de junho, até 2021.
Ao contrário do que estava inicialmente previsto os docentes vão poder optar até 30 de Junho de 2019.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/05/Dec.Lei-nº-65-2019-congelamento-ocorrido-entre-2011-e-2017.pdf”]
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Mai 19 2019
Este artigo já é de 2007, mas demonstra bem a atualidade. As agressões a professores têm acontecido em crescendo e cada vez mais têm vindo a colorir as páginas dos jornais. O problema vai acontecer quando os jornais julgarem o ato corriqueiro e normal e deixarem de lhe dar algum (pouco) destaque.
Já que os sindicatos o não fazem, não haverá ninguém que defenda os professores?
Quando um tema chega aos humoristas é, geralmente, porque não tem piada nenhuma. É o caso da violência de que têm sido vítimas alguns professores portugueses, que foi glosada por Ricardo Araújo Pereira numa crónica na Visão com o título “Escolas S+M” (Escolas Sade e Masoch). E os “gatos fedorentos” já propuseram sarcasticamente que se contratassem ciganos para professores. O mesmo tema foi tratado mais a sério pelo escritor Manuel António Pina na sua coluna do Jornal de Notícias, cujo título também chamava a atenção: “Já espancou um professor hoje?” O meu título de cima, escolhido com a mesma intenção, significa que estou tão indignado como ele. Tal como o psiquiatra Daniel Sampaio, autor na última Pública da crónica “Afinal quem manda lá em casa”, está indignado com a violência juvenil dentro de casa.
Afinal quem manda na escola? Os professores portugueses cada vez menos. Eles têm sido bastante maltratados. Não é apenas a violência física, por parte de alunos ou dos seus pais, mas também a violência, mais subtil, que consiste na progressiva retirada do poder que detinham. As duas poderão até estar relacionadas.
Em primeiro lugar, o poder tem sido retirado aos professores pelas pseudopedagogias não directivas que têm presidido à educação nacional. Na linguagem rebuscada que entre nós ficou conhecida por “eduquês”, essas correntes falam de “ensino centrado no aluno”. Essa ideia não é nossa e está longe de ser inovadora, pois a “escola nova” é bastante velha: já o pedagogo suíço Édouard Claparède escrevia nos anos 30 do século passado que “a concepção funcional da educação e do ensino consiste em tomar a criança como o centro dos programas e dos métodos escolares”. E não tem dado bons resultados, porque é uma ideia absurda. Faz parte da essência da escola – a instituição que a sociedade inventou há séculos para preparar as crianças e os jovens para a vida – que os professores ensinem e que os alunos aprendam. O professor sempre foi o centro da escola no sentido em que ele é que ensinava – um verbo agora proibido -, ao passo que os alunos aprendiam – um verbo agora pouco praticado. O aparecimento da “escola para todos” em finais do século XIX (que em Portugal demorou muito a chegar e que, infelizmente, ainda demora, com a tragédia do abandono escolar) colocou o professor ainda mais no centro da escola. A expressão “ensino centrado no aluno” ficou completamente excêntrica, até porque a sala de aula não pode ter numerosos centros.
Mas há uma outra forma de retirar poder aos professores, que, ao contrário da pedagogia que fala “eduquês”, é uma invenção nacional recente. Trata-se da ideia perigosa de que os pais dos alunos devem avaliar os professores. Quando ela foi desmentida, já se tinha espalhado… Aqui o conceito é mesmo novo, pois não tem antecedentes na história da educação, nem há nada parecido noutros sistemas de ensino. O ensino, em vez de ser centrado no aluno, passaria a ser centrado nos pais do aluno. Claro que a ideia não iria dar bons resultados, porque também é absurda. A escola é a instituição na qual a sociedade e as famílias decidiram delegar parte da sua autoridade na educação das crianças e dos jovens. É bom que a escolham. Mas têm de confiar na escola, o que significa em primeira linha confiar nos professores. Os pais não têm a capacidade nem a independência para julgar os professores. A ameaça da avaliação dos professores pelos pais não passa de uma forma de populismo que, apesar de instrumentalmente útil na luta do poder político contra os sindicatos, pode ter graves consequências a prazo. Com as agressões de pais a professores, essas consequências podem estar à vista…
Curiosamente, os sindicatos dos professores têm estado irmanados com o sistema educativo vigente há décadas, ao falarem “eduquês” e ao defenderem a centralidade do aluno. Já que os sindicatos o não fazem, não haverá ninguém que defenda os professores?
Professor universitário – [email protected]
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Mai 19 2019
Chegou-me este pedido de divulgação de um professor que apela à Abstenção nas eleições. Eu pessoalmente nunca falhei uma eleição e não conto seguir este caminho. O voto é um dever e até acho que devia ser uma obrigação, mas compreendo o desanimo de muita gente com o nosso sistema político. Mas não votar é deixar de cumprir um dever de cidadania que foi conquistado com o 25 de Abril.
Mas sendo este um espaço Plural fica a opinião deste docente que apela ao “Não Voto” e faz campanha por isso.
Como abriu a época de “caça” aos votos para todos os locais onde há “presas” à solta e à “fartazana”, de forma a permitir aos “predadores” engordar o seu bolso, segue o meu modesto contributo para a economia do país refém da europa.
Nas últimas eleições já só votaram cerca de um terço dos eleitores e nestas espero que aumente a abstenção até que sejam votantes apenas os políticos, as famílias e os amigos (tal como nos governos). E já falta muito pouco para que este fenómeno aconteça e se comprove que o poder terá de passar para o povo e não continuar a estar alicerçado numa “casta” que constrói e consolida (legislando à sus medida) cada vez mais um imperialismo sugador e exterminador.
Se não houver votos, não haverá Deputados.
Se não houver Deputados não haverá Governos.
Se não houver Governos não haverá Presidentes da República.
Para estes contou o tempo todo e não houve cortes nem no número nem nos gastos, antes pelo contrário foram atualizados e aumentados como sempre.
Se foram eles que dirigiram mal o país, cortando neles, já sobrava dinheiro para cobrir alguma valorização salarial resultante da contagem total e imediata do tempo de trabalho aos professores. Já para não falar de terem de pagar os prejuízos que causam.
Estaria instalada alguma instabilidade política que serviria de reflexão para tentar abanar o sistema.
Por isso, vai a minha pequena beneficência.
Já está afixado no meu carro e desta forma até ainda ajudo o país a poupar muito dinheiro.
Por cada pessoa que não votar, os partidos não recebem perto de vinte euros pagos pelo Estado com o dinheiro dos nossos impostos e da desvalorização dos nossos ordenados.
No tempo do Salazar também se votava e o voto não valia nada para o povo, só produzia efeitos para quem governava.
Atualmente, assim estamos. Não houve qualquer evolução, apesar de haver mais partidos, todos contribuem para o mesmo efeito contra o povo, ou pelo menos contra os professores.
Segue foto do meu automóvel já devidamente equipado e ficheiro com o texto do panfleto.
Atentamente,
Carlos de Almeida Tiago

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Mai 18 2019
Claro que as crianças não deviam ter estado sujeitas a assistir à agressão da professora. Devem ser acompanhadas para voltarem a ter a escola como o lugar que se quer como seguro para todos. Mas será que a professora não tem o mesmo direito? Ou será que não precisa de apoio psicológico e de outras especialidades de Medicina?
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Mai 18 2019
Vila Nova de Gaia, Porto, 17 mai 2019 (Lusa) – Cerca de 70 pessoas fizeram hoje um cordão humano em Vila Nova de Gaia em protesto pela agressão quarta-feira a uma professora da Escola Básica nº 2 de Campolinho, alertando também para a falta de segurança.
O incidente, segundo a coordenadora da escola, Manuela Castro, ocorreu às 15:50 de quarta-feira, altura em que “a mãe e a avó de uma aluna entraram sem autorização na escola”, dirigindo-se à sala de aula onde “agrediram e empurraram a professora pelas escadas abaixo”.
Dando conta que a professora agredida “não vai voltar à escola” devido a estar “física e psicologicamente muito debilitada”, a responsável informou que a partir de segunda-feira “vai regressar uma professora que estava noutra escola a dar apoio educativo”.
A coordenadora, que garantiu “apoio psicológico às 18 crianças” da turma do II ano letivo a partir de segunda-feira, sustentou não existirem “indícios que pudessem conduzir a esta situação”.
“A menina apenas se recusava a querer trabalhar na escola, chorava e não queria vir para as aulas. No recreio estava muito bem, mas quando tocava não queria voltar para a sala”, argumentou Manuel Castro, admitindo que a aluna pudesse não se sentir “motivada” para aprender, salientando que esta está no segundo ano na escola e que “até agora teve um comportamento normal”.
Argumentando que os “problemas começaram há duas semanas”, disse que a aluna começou a “a queixar-se de que lhe doía a barriga”, atribuindo-o “talvez devido à ansiedade” de ter de estar na sala de aula.
“A professora nunca foi violenta com ela nem com ninguém”, garantiu a coordenadora admitindo pertencer a aluna a uma “família desestruturada” que de “imediato pediu a transferência para outro agrupamento”.
Apesar de “já ter havido alguns antecedentes na escola”, a agressão, segundo o encarregado de educação Alfredo Pinto “não era fácil de adivinhar”, elogiando até, a forma “rigorosa” como a professora dava as aulas.
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Mai 18 2019
(…)
Mas indo aos números:
Desde 2007, o estado português gastou 11% do PIB com o sistema financeiro. O que compara com apenas 2% na área do euro. De facto, houve quem tivesse gasto mais como a Irlanda, Grécia ou até a Eslovénia (esta última muito devido a problemas específicos em algumas empresas públicas). Mesmo a Espanha, que teve uma bolha imobiliária em termos relativos maior do que a americana, gastou “apenas” 5% do PIB – menos de metade do que a economia portuguesa que não beneficiou do mesmo crescimento que a Espanha antes da bolha rebentar!
Custo com intervenções públicas no setor financeiro entre 2007 e 2019 (% do PIB)

Fonte: Eurostat e cálculos do autor
Até se poderia argumentar que, tal como noutros países, este esforço público foi feito também para ajudar a que os bancos limpassem os seus balanços para conceder mais crédito às empresas em melhor condição. Nada mais errado. Na verdade, o volume de crédito para empresas em Portugal caiu cerca de 30% desde 2007, o que compara com um crescimento de 5% na área do euro. Já o crédito para as famílias caiu também, ainda que menos (16%), tendo crescido 14% na área do euro. Ou seja, na prática o que foi gasto foi para pagar os erros do passado.
E o panorama no mercado de capitais é ainda mais desolador. Uma parte do crédito bancário foi substituído pela emissão de obrigações. Mas na verdade, ainda que o volume de títulos emitidos por empresas esteja praticamente em linha com o registado em 2008, está já 10% abaixo do máximo registado em 2013 (quando as maiores empresas com algum acesso ao mercado internacional substituíram o crédito bancário pelo mercado de capitais).
E, por último, o mercado de ações, se é que ainda lhe podemos dar esse nome. Depois de 2007, não só o nosso maior índice de ações passou de PSI 20 a PSI 18, como está 60% abaixo do valor do verão de 2007 (antes da crise). O Eurostoxx 50 (principal índice da área do euro) está também ainda abaixo do seu máximo de 2007, mas ainda assim com menor distância: “apenas” 20%.
O resultado económico é sabido. Desde 2007, o PIB subiu apenas 3% em Portugal, e 11% na área do euro, com todos os países a crescerem mais do que Portugal, com a exceção da Grécia e Itália. E sem financiamento e com pouca poupança, o investimento agregado só agora voltou para os valores registados antes da crise, algo que apenas se verifica também na Grécia…
Crescimento real acumulado do PIB 2017-2018 (%)

Fonte: Eurostat e cálculos do autor
Conclusão: Vamos voltar ao mesmo?
É certo que muito mudou e Portugal está agora noutra fase. Tem crescido acima da média da área euro e o crédito (e investimento) tem vindo a recuperar. Muito do que foi feito antes da crise seria praticamente impensável hoje em dia, até porque os principais bancos são regulados não a partir da Rua do Comércio, mas de Frankfurt. No entanto, este consenso em “condenar” Joe Berardo com esse grande castigo que será a retirada das condecorações esquecendo que muitos dos outros comendadores foram também responsáveis não augura nada de bom.
Ao condenar Berardo está-se a pôr uma esponja sobre todos os outros, e pior, a caricaturar algo bem sério: A captura do estado, reguladores e bancos por um grupo de empresários e políticos. Com o programa de ajustamento, com as alterações ao nível europeu e com a perceção pública de que algo teria de mudar, estávamos a andar na direção certa, mas será que agora que já há algumas melhorias vamos voltar ao mesmo? Basta retirar as condecorações a alguém apenas porque gozou com os deputados? E foi Berardo o único a gozar?
Como dizia Marx, a história repete-se primeiro como tragédia e depois como farsa. Depois da tragédia da última década chegámos agora à farsa?
PS:
E a fina flor do entulho continua ai…a rir e na boa:
Joe Berardo não é o único grande devedor da Caixa condecorado – ECO
PS2:
Berardo pode aldrabar? Sim, mas com bons modos no Parlamento – ECO
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Mai 18 2019
E somos nós, nomeadamente, os Professores a pagar o pato que a máfia levou?
Berardo foi reencaminhado pelo BCP. Caixa saldou uma dívida do empresário a outro banco e ficou com créditos da Abrantina.
A Caixa Geral de Depósitos financiou devedores de que outros bancos se quiseram livrar. A começar por José Berardo. O empresário revelou que em 2006 foi reencaminhado do BCP para o banco público para obter créditos. E, mais tarde, a Caixa acabaria por absorver parte da dívida da quase falida Abrantina ao BCP, segundo Joaquim Barroca, administrador do grupo Lena.
Em 2006, devido a regras que limitavam os empréstimos de bancos para a compra das suas próprias ações, o BCP reencaminha Berardo para a CGD, segundo o empresário. A indicação foi dada por Filipe Pinhal, que na altura era administrador do banco privado responsável pela banca de retalho. Seria promovido a presidente executivo em 2007 e poderá agora vir a ser ouvido na comissão à gestão na CGD.
PS:
Em três anos, o universo de empresas e entidades controladas por José Berardo recebeu 48,3 milhões de euros em benefícios fiscais, revela o Expresso na sua edição deste sábado, 18 de maio.
A partir de estatísticas publicadas pela Autoridade Tributária (AT), o jornal concluiu que a quase totalidade dos benefícios fiscais concedidos ao grupo do empresário respeita à Empresa Madeirense de Tabacos (EMT), que é participada em 48,8% pela Fundação José Berardo e cuja administração é liderada pelo seu filho, Renato Berardo.
A tabaqueira conseguiu benefícios fiscais de 16 milhões de euros em 2015, 19 milhões no ano seguinte e 13,1 milhões em 2017, de acordo com o semanário, com base nos dados da AT, que revelou apenas os relativos aos últimos três anos.
Apesar de a EMT ser a que mais benefícios obteve, a Bacalhôa e a Fundação José Berardo também tiveram descontos nos impostos.
O Expresso dá ainda conta que o Fundo de Resolução, que tem exigido empréstimos estatais, arrisca-se a ser chamado para pagar eventuais perdas com créditos concedidos pelo BES a Berardo.
Resultante de empréstimos herdados do BES, o Novo Banco reclama 327,7 milhões de euros no âmbito do processo de execução que deu entrada contra Berardo e três empresas suas juntamente com a Caixa Geral de Depósitos (CGD) e o Banco Comercial Português (BCP).
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Mai 18 2019
É verdade, a culpa é nossa. As mudanças necessárias são tantas, mas do outro lado teríamos ter quem fosse justo e acima de tudo quisesse ouvir os professores. E Pacheco, no mundo de Camilo já nós vivemos…
Os professores têm muitas culpas, deveriam aceitar uma mais rigorosa avaliação profissional, mas isso não esconde que têm hoje uma das mais difíceis profissões que existe. E que, sem ela, caminhamos para o mundo de Camilo.
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Mai 18 2019
Dia 16 de maio de 2019, na TSF.
Dia 17 de Maio de 2019, no Diário de Notícias.
Para quem ainda não conhece o Manual de Apoio à reutilização dos Manuais Escolares pode clicar na imagem seguinte.
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Mai 18 2019

As escolas onde as notas dadas aos alunos no final do ano mais se afastaram das classificações que estes tiveram depois nos exames nacionais estão a ser fiscalizadas pela Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC), que considera que “pode estar em causa a qualidade e a equidade do serviço educativo”. A falta de rigor e a discricionariedade nos critérios de avaliação foram as principais falhas detetadas nos 12 estabelecimentos de ensino (sete privados e cinco públicos) inspecionados em 2018.
A conclusão consta do relatório “Avaliação das Aprendizagens dos alunos do Ensino Secundário”, agora disponibilizado pela IGEC, que realizou esta ação pelo segundo ano em algumas das escolas que mais inflacionaram as notas. Com esta estratégia, conseguem subir a média final dos seus estudantes e podem fazer com que estes ultrapassem colegas de outros estabelecimentos e garantam um lugar nos cursos mais competitivos.
É natural que haja alguma diferença entre as médias nos exames e as classificações atribuídas pelos professores — que resultam de uma avaliação ao longo do ano letivo e que pondera vários fatores —, mas o facto de existirem grandes discrepâncias entre as notas internas e externas e de estes desvios se repetirem nas mesmas escolas ao longo do tempo justifica a necessidade de uma fiscalização, explica o relatório.
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Mai 17 2019
De acordo com a informação do link anterior “a Microsoft comprometeu-se em fornecer 10 anos de suporte de produto para o Windows 7 quando foi disponibilizado a 22 de outubro de 2009. Quando este período de 10 anos terminar, a Microsoft irá descontinuar o suporte para o Windows 7 para direcionar os seus investimentos para o suporte a tecnologias mais recentes e novas experiências excecionais. O dia específico do fim do suporte para o Windows 7 será 14 de janeiro de 2020. Depois dessa data, a assistência técnica e as atualizações de software a partir do Windows Update que ajudam a proteger o PC deixarão de estar disponíveis para o produto. A Microsoft recomenda vivamente que mude para o Windows 10 antes de janeiro de 2020 para evitar uma situação em que precisa de assistência ou suporte que já não estará disponível.”
Como sabemos as escolas foram equipadas nessa altura com um elevado conjunto de computadores com licenças do Windows 7. Ainda hoje é com estas licenças que as escolas trabalham.
Com o fim das atualizações do Windows 7 o parque informático das escolas vai ficar definitivamente obsoleto e com fortes ameaças de segurança.
Ainda esta semana foi dado o seguinte alerta de segurança:
O Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS), no âmbito dos seus serviços de prevenção, vem alertar para a vulnerabilidade abaixo descrita.
*SISTEMAS AFETADOS*
Serviço de Remote Desktop (RDP), anteriormente conhecido como Terminal Services, nas versões Windows 7, Server 2008 R2, Server 2008, Windows 2003 e Windows XP.
*DESCRIÇÃO*
Foi encontrada uma vulnerabilidade de execução remota de código no serviço de Remote Desktop, anteriormente conhecido como Terminal Services, permitindo que um atacante não autenticado se ligue ao sistema alvo através do envio de pedidos propositadamente alterados. Esta vulnerabilidade não requer qualquer interação por parte do utilizador.
A vulnerabilidade é «wormable» significando que um malware que explore esta vulnerabilidade pode propagar-se de um computador vulnerável para outro computador vulnerável, tal como o WannaCry em 2017.
Até ao momento não foram observados quaisquer indícios de exploração, no entanto, é esperado que atores maliciosos usem esta vulnerabilidade em malware futuro.
*IMPACTO*
Um atacante que consiga explorar a vulnerabilidade descrita pode executar código arbitrário no sistema alvo, podendo instalar programas; ver, alterar ou apagar dados; ou criar novas contas com privilégios máximos.
*RESOLUÇÃO/MITIGAÇÃO*
A Microsoft recomenda a instalação das atualizações[1] o mais rápido possível mesmo que se pretenda manter o serviço de RDP desabilitado.
Caso não haja necessidade de ter estes serviços, deve-se considerar desabilita-los como uma boa prática de segurança.
Devido à gravidade desta vulnerabilidade, a Microsoft lançou atualizações para todas as plataformas, incluindo algumas que já estão fora de suporte[2].
Com tantos investimentos e candidaturas a projetos no âmbito do Portugal 2020 não se arranja nadinha que se enquadre na modernização do parque tecnológico das escolas?
Que pensa o Ministério da Educação fazer para apoiar as escolas com o fim do Windows 7? Promover software livre, daquele que quase ninguém conhece ou sabe trabalhar?
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Mai 17 2019
Um homem tem um encontro espiritual com sua falecida esposa e, através desse encontro, ele passa pelos cinco estágios do luto. No final, ele pode finalmente deixá-la ir até a próxima vez que eles se encontrarem novamente.
Título: “Until Tomorrow“ | Autores: “Joshua Kalinowsky“
Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

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Mai 17 2019
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Mai 17 2019
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Mai 17 2019
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa – 31.ª Reserva de Recrutamento 2018/2019.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 20 de maio, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 21 de maio de 2019 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
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