O Tempo Hoje Arrefeceu, Mas Não Só…

Professores recuam na ameaça e anunciam que não haverá greve às avaliações

 

Dez organizações sindicais de professores reuniram-se esta quarta-feira para decidir novas “ações e lutas”.

Dez organizações sindicais de professores reuniram-se esta terça-feira para decidir novas “ações e lutas” pela recuperação integral do tempo de serviço, que foi chumbada na sexta-feira pelo parlamento em votação final.

Os sindicatos de professores decidiram não avançar com qualquer greve este ano letivo, apesar de não ter sido aprovada a recuperação integral do tempo de serviço congelado. Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof, justificou a opção com o facto de haver “falta de interlocutor para a negociação”.

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13 comentários

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  1. Não concordo.
    A Plataforma consultou os professores? Não era para haver Greves?
    Tenho direito à minha opinião.
    Apelo ao STOP PARA CONVOCAR GREVES A TUDO. avaliações, EXAMES, AULAS, A tudo.
    Quem quiser faz, quem não quiser não faz.
    Parece-me que não são só os Governos que brincam com os professores.

      • Pedro Pereira on 15 de Maio de 2019 at 21:31
      • Responder

      O/A “EU” acordou. Estes sindicatos andaram 4 anos (QUATRO ANOS) a brincar com os professores que acreditaram/acreditam na independência deles, apesar de haver bastantes sindicalistas que fazem tudo o que podem mas são completamente ultrapassados por vozes que estão mais acima. Os sindicatos não são mais do que a frente política de alguns partidos que, nestes QUATRO ANOS, fizeram parte de uma geringonça: os professores são meros peões. O que acho completamente absurdo é o facto de continuarem a existir milhares de sindicalizados desta gente! O STOP parecia ser diferente mas também este tem vindo a ficar sem fala.

    • António on 15 de Maio de 2019 at 21:44
    • Responder

    Como já disse. Os sindicatos são o braço armado dos governos nos diferentes mundos laborais. O Nogueira, mais uma vez demonstra o seu caráter e ausência de coluna vertebral! Mais uma vez ! Traiu quem confiou nele, e nestas organizações sindicais. Alguns vez, os sindicatos tiveram com quem conversar!? Se sim, porque não houve os resultados esperados pelos professores e não pelos sindicatos? Se não, o momento de final de ano letivo não é o MOMENTO para ser o tudo ou nada, ou vamos fazer que lutamos, reivindicados durante os próximos 50 anos, estilo novela mexicana e brasileira!? O QUE FAZ FALTA É O STOP!!!!!! Loja vida ao STOP.

    • Alexandra Almeida on 15 de Maio de 2019 at 22:40
    • Responder

    E acho bem que não haja greve às avaliações. Quem se lixava éramos nós. Não viram como foi no ano passado? E deu em quê?
    A nossa VINGANÇA será em outubro. Vamos atirar o PS para o fundo.


    1. Se no ano passado não tivessem ido de férias na 2ª quinzena de Julho e se estivessem aliados ao STOP, com greve até ao final do mês e durante Agosto se necessário… a conversa seria outra…mas as agendas partidárias estão sempre à frente da defesa dos interesses de quem tem justificado a sua existência. Quanto a mim, a opção foi, desde logo, feita: sindicalizei-me no STOP, o único sem agenda político-partidária que manifestamente actuava na defesa da classe e dos seus direitos!

        • Manuel on 16 de Maio de 2019 at 13:52
        • Responder

        “ACTUAVA”?JÁ NÃO ACTUA?

        Um sindicato que pouco aparece, que não é recebido pela tutela. . .com supostamente deve negociar. Como resolver este problema?

          • J.F. on 16 de Maio de 2019 at 14:52

          Tem razão… pois de facto poderia depreender-se tal.
          Actuava à época e continua a actuar. No dia em que deixar de defender, em 1º, 2º, 3º e último lugar os professores, tal como outrora, sairei.

    • Professor roubado em 6,5 anos on 15 de Maio de 2019 at 22:46
    • Responder

    Continua a brincadeira com os professores. Se não é o Tiago, é o Costa, ou o Jerónimo ou a Catarina ou o Rui ou o Mário. Todos brincam connosco. MISERÁVEIS.
    Mário, continua a brincar….. Mais uma manifestaçãozinha… Isso… Nao se esqueçam dos piqueniques, das feijoadas e dos garrafões de vinho… Só fazem barulho… Ação nenhuma.. Nunca vi uma manifestação de médicos… Tenham juizo e façam uma GREVE como deve ser. Viva o STOP, AINDA HA HÁ GENTE COM ELES NO SÍTIO.

    • Anónimo on 15 de Maio de 2019 at 23:20
    • Responder

    Atenção, não haver greve agora pode ser uma boa estratégia. Talvez seja de facto necessário recuperar deste desgaste, refletir e atacar num momento mais conveniente e de forma mais efetiva. Não sou sindicalizada e não simpatizo particularmente com as últimas atuações do amigo Nogueira mas agora parece-me que pode estar a pensar bem.

    • Pensem nisto... on 16 de Maio de 2019 at 9:25
    • Responder

    #vamosapagarocosta…


  2. Parabéns MN, uma legislatura de geringonça e…
    Tempo de serviço, gestão democrática, horários, dimensão das turmas, concursos de professores, aumento das perseguições nas escolas, às mãos dos comissários políticos… Tudo exatamente na mesma.
    O que mudou…ultrapassagens, a esmo, na carreira, discriminação em relação à colegas do mesmo país (Açores e Madeira), discriminação em relação à maioria da FP do continente. Agora quer apagar a indignação, não se esqueçam que já o ano anterior este “senhor “ foi arrastado pelo STOP.
    Tudo o que mudou em 4 anos foi para PIOR. Agravar-se-á no futuro.

    Nota: este “cavalheiro” está apenas preocupado com as férias dos “cavalheiros” do 10° escalão, como ele.
    Não vá acontecer, como no ano anterior, em que já estavam em pânico porque os zecos (ou será zeros ?), que ficarão para sempre no início de carreira, lhes estavam a estragar as férias, com a greve.

    • margaridasousa on 16 de Maio de 2019 at 10:17
    • Responder

    Muito de mau aconteceu neste últimos anos.

    Mas parece-me que a memória é muito curta!
    Esqueceram-se da BCE e da PAC? Foi a pior altura para os contratados!! Humilhados e sem emprego.
    Quem acabou com a BCE? Em que legislatura foram vinculados milhares de professores?

    • Júlio on 16 de Maio de 2019 at 13:00
    • Responder

    E que tal greve com crowdfunding, acção no tribunal pelas ultrapassagens e pelos nove anos e mudança na liderança dos sindicatos?

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