24 de Maio de 2019 archive
Iniciada na passada quarta-feira, aqui e que deu vitória ao Bloco de Esquerda com larga diferença para a os que vão votar em branco ou nulo.
Logo a seguir o Nós, Cidadãos e depois os que não vão votar.
PSD, Livre e Basta! a seguir com PS entalado em 8.º lugar entre a CDU e a Aliança.
E são estes os dados deixados pelos leitores do blog, na sua maioria professores.

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Hoje acrescentei algumas funcionalidades no simulador das progressões que permite aos docente fazerem a opção de uma forma mais consciente.
O primeiro quadro mantenho-o igual.
Neste quadro acrescentei os requisitos para a mudança de escalão, para que saibam as condições que precisam de ter para a progressão na data assinalada.
O quadro analisa, a partir da primeira progressão, os tempos mínimos de permanência em cada um dos escalões. No meu caso para mudar ao 6.º escalão na data prevista precisava de pelo menos Muito Bom e nesse caso a mudança ao 7.º já seria 6 meses antes da data indicada no quadro.
Acrescentei o número de horas de formação necessárias para cada mudança (lembro que metade das horas tem de ser na componente específica) e os momentos em que a avaliação de desempenho tem de estar concluída para cada uma das opções.
O último quadro faz as contas ao vencimento bruto (daquelas que o Centeno faz) desde a primeira mudança até à recuperação total dos 2A9M18D.
No fim apresenta a diferença entre as duas soluções e ficam assim a saber até ao Centeno, perdão, céntimo quanto recuperam em função da opção que fizeram.

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Lista Colorida atualizada com colocados, não colocados e retirados da RR32.

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Identidade, linguagem, orientação sexual, opinião – fatores que geram paredes invisíveis entre as pessoas. Quatro personagens diferentes compartilham suas histórias sobre confiança e insegurança.
Título: “Invisible Walls“ | Autores: “Nurbanu Asena“
Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

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Foram colocados 228 professores contratados na Reserva de Recrutamento 32, distribuídos da seguinte forma:

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Muitos docentes vão encontrar-se numa situação complicada se optarem pelo faseamento. Situação que não foi prevista por este ministério tão responsável com as contas e tão irresponsável a planear legislação que não prejudique quem dizem querer beneficiar.
Vão-se dar casos em que o tempo de permanência no escalão estará cumprido, mas o processo administrativo da ADD não estará. O que fazer?
Há duas soluções possíveis. Uma passará pelo que os sindicatos estão a exigir, outra pode passar por avaliar este grupo de professores ainda este ano, ficando apenas a aguardar pelas aulas assistidas para completar o processo.
Senhores da responsabilidade, como descalçar esta bota?
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Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa – 32.ª Reserva de Recrutamento 2018/2019.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 27 de maio, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 28 de maio de 2019 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
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Uma análise realizada em conjunto pelo ECO e a equipa do Blog DeAr Lindo.
Depois de um longo processo negocial e de uma polémica apreciação parlamentar, é agora certo que os professores vão recuperar apenas dois dos mais de nove anos congelados. O que não é certo é como irá tal contagem decorrer, estando nas mãos dos docentes essa escolha: ou recebem esses 1.018 dias em três tranches entre 2019 e 2021 ou de uma só vez, mas apenas no momento da sua próxima progressão. Em causa está uma decisão que exige muitos cálculos e previsões. O ECO foi fazê-los.
Em abril, o Governo fez publicar em Diário da República o diploma que “mitiga os efeitos do congelamento” na carreira docente, no qual está prevista a recuperação de 70% do módulo de tempo padrão (isto é, dois anos, nove meses e 18 dias) no momento da próxima progressão. “A partir de janeiro de 2019, aos docentes são contabilizados dois anos, nove meses e 18 dias, a repercutir no escalão para o qual progridam a partir daquela data”, lê-se no decreto-lei nº36/2019.
A essa modalidade veio somar-se já em maio uma outra, desta vez introduzida pelo diploma que “mitiga os efeitos do congelamento” nas demais carreiras especiais. De acordo com o decreto-lei nº65/2019, a recuperação desse tempo será feita em três momentos (junho de 2019, 2020 e 2021), com efeitos imediatos no “escalão ou posição remuneratória detidos pelos trabalhadores”. Ainda que este diploma se dirija às carreiras especiais pluricategoriais e não especificamente à dos professores (que é unicategorial), esta modalidade também está disponível para os professores, se a considerarem mais vantajosa. Para tal, têm de avisar os serviços do Ministério da Educação até 30 de junho de 2019.
Tomar esta decisão não é, contudo, uma tarefa fácil, já que cada uma dessas opções pode ser vantajosa consoante o caso. Das hipóteses colocadas pelo ECO e segundo os vários cálculos feitos pelo professor Rui Cardoso, parece sobressair uma orientação principal: para quem ia progredir ainda este ano é tendencialmente mais vantajoso fugir do faseamento.
Por outro lado, quem já está no nono escalão deverá optar por receber já no próximo mês a primeira parte desses dois anos que o Governo concordou recuperar, uma vez que a posição seguinte (a décima) é a última da tabela e portanto, se esperar pela próxima progressão para recuperar esse tempo, esses 1.018 dias acabarão por não ter expressão remuneratória.
Confuso? O ECO preparou alguns exemplos claros, que deverão ajudá-lo a perceber as hipóteses em cima da mesa. Todos estes cenários partem do princípio que o docente tenha obtido “Bom” na última avaliação de desempenho e não tenha entretanto concluído um mestrado ou doutoramento, já que esses graus académicos e as notas de avaliações superiores implicam bonificações de tempo de serviço no escalão seguinte, o que complica ainda mais estes cálculos. Também se considera que os docentes dispõem já das horas de formação contínua necessárias à progressão, uma vez que sem cumprir esse requisito o salto não é possível.
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