Abril 2018 archive

Esclarecimento ao Concurso Externo e Externo Extraordinário

Concurso Externo Ordinário/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento e Concurso Externo Extraordinário – Nota informativa – esclarecimento

 

A DGAE publicou ontem ao final do dia uma nota informativa com esclarecimento ao concurso externo e externo extraordinário.

 

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Urge uma revolução na Educação…

 

Passaram-se 44 anos sobre a revolução de abril e a educação em Portugal ainda não se revolucionou.
De vez em quando realizam-se umas mudanças de estética, umas mudanças de cadeiras, mas mais do que isso ainda não se fez. A educação em nada se parece com tempos idos, mas a revolução ainda não chegou às escolas…
Continuamos à espera que, das brumas, surja um revolucionário, ou dois, e de uma vez por todas eleve a educação em Portugal muito além de números.
Urge uma revolução.

 

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Pela Imprensa – Iniciativa Legislativa de Cidadãos para Contagem do Tempo de Serviço

Jornal de Negócios  Professores avançam com iniciativa legislativa de cidadãos para contagem do tempo de serviço

A iniciativa foi lançada no dia 17 de Abril, no âmbito das reivindicações relacionadas com o descongelamento das carreiras da administração pública, disse hoje à agência Lusa Luís Braga, professor e um dos promotores, frisando tratar-se de uma acção apartidária.

Qualquer cidadão pode assinar. O registo é feito directamente na página electrónica do parlamento.

Os professores reclamam a contagem de nove anos e quatro meses de serviço e rejeitam que o processo se faça faseadamente ao longo dos próximos anos, conforme foi proposto nas negociações entre o Governo e os sindicatos do sector.

“Está a crescer a um ritmo de uma assinatura a cada minuto ou dois minutos. Vai ser num instantinho”, afirmou Luís Braga, queixando-se das interrupções de serviço verificadas na plataforma da Assembleia da República.

(…)

 

Diário de Notícias MadeiraProjecto lei para recuperar tempo de serviço

Professora ‘madeirense’ integra a comissão representativa

24 Abr 2018 / 02:00 H.

Está em curso uma iniciativa legislativa de cidadãos, a nível nacional, para recuperar todo o tempo de serviço docente. Validada no início da semana passada, a submissão da iniciativa legislativa, publicada na plataforma electrónica da Assembleia da República (AR), contava ontem já com mais de 3.850 assinaturas ‘on-line’. Contudo, são necessárias, no mínimo, a subscrição de 20 mil cidadãos eleitores para que o direito de iniciativa legislativa de cidadãos possa ser exercida através da apresentação à Assembleia da República, do projecto de lei denominado de ‘Iniciativa Legislativa de Cidadãos para recuperar todo o tempo de serviço docente’.

Oito professores compõem a comissão representativa dos cidadãos subscritores. Um desses docentes é Cassilda Coimbra, professora do Ensino Secundário em Santa Cruz. É o único professor a trabalhar na Madeira a integrar esta organização liderada por Alexandre Henriques, autor do blogue ‘ComRegras’, que juntamente com a restante comissão representativa, é responsável por ter produzido o texto da lei que querem levar à discussão no Parlamento, na expectativa de ver este processo legislativo eventualmente aprovado.

(…)

 

PÚBLICO – Professores avançam com iniciativa legislativa de cidadãos para contagem do tempo de serviço

(…)Qualquer cidadão pode assinar. O registo é feito directamente na página eletrónica do Parlamento.

Os professores reclamam a contagem de nove anos e quatro meses de serviço e rejeitam que o processo se faça faseadamente ao longo dos próximos anos, conforme foi proposto nas negociações entre o Governo e os sindicatos do setor.

“Vai ser num instantinho”

“Está a crescer a um ritmo de uma assinatura a cada minuto ou dois minutos. Vai ser num instantinho”, afirmou Luís Braga, queixando-se das interrupções de serviço verificadas na plataforma da Assembleia da República.

“Os nove anos e quatro meses têm de ser contados depressa porque já foram trabalhados. Quando existem propostas para se contarem até 2023, isso significa que vamos perder mais cinco anos”, sublinhou.

A iniciativa legislativa de cidadãos está prevista na lei e permite a grupos de cidadãos eleitores apresentarem projetos de lei e participarem no procedimento legislativo que desencadearem.

(…)

 

Nem de propósito:

Fazemos “like” a partir do sofá, mas ainda saímos às ruas | 25 de Abril de 1974 | PÚBLICO

Há 44 anos, a revolução saía às ruas com uma senha ouvida na rádio. Hoje, elas permanecem palco privilegiado de protestos, mas ganham corpo à boleia do digital. Com vantagens e riscos associados. Como se faz activismo na era da partilha sem se ficar agarrado ao sofá?

Na era pré-Internet, fazer “activismo inconsequente” era modalidade quase exclusiva de quem não resistia a “mandar umas bocas no café”. Depois, o mundo 2.0 instalou-se e transformou a equação: eliminou o café — ou roubou-lhe protagonismo — e tornou possível o nascimento de um “activista de sofá” em qualquer lugar. Haja um telemóvel à mão e a militância pode acontecer: “No sofá, na casa de banho, na sala de espera do dentista. Não temos nada contra. Todo o activismo tem de começar em algum lado e o sofá é dos sítios mais confortáveis.”

(…)

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E o Ministério da Educação da República das Bananas Continua em Força

Ministério não vai substituir listas para a progressão na carreira docente | Educação | PÚBLICO

Fenprof considera que as listas já publicadas não contêm elementos necesários para os candidatos verificarem se existem ou não erros.

O Ministério da Educação não vai aceder ao pedido da Federação Nacional de Professores (Fenprof) para anular e substituir as listas com os candidatos às vagas para progressão aos 5.º e 7.º escalões da carreira docente, que foram publicadas no passado dia 13.

Em resposta ao PÚBLICO, o ministério considera que “não há razão para a substituição”, o que justifica deste modo: “Estas são listas provisórias, com base nos dados fornecidos pelas escolas, e que contêm toda a informação necessária e suficiente para que os docentes directamente interessados possam obter informação quer em relação aos seus dados, quer em relação aos dos demais docentes que integram estas listas. As listas definitivas irão integrar as alterações decorrentes das reclamações decididas favoravelmente.”

Em comunicado divulgado nesta terça-feira, a Fenprof fez saber que enviou o seu pedido à secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, mal foram publicitadas as listas, alertando na altura que nestas não é referido “o factor de ordenação legalmente estabelecido (o tempo de serviço contabilizado em dias prestado pelo docente no escalão), nem os dois factores de desempate previstos (a avaliação de desempenho imediatamente anterior à progressão, apurada quantitativamente até às milésimas, e a idade do docente)”.

(…)

 

Nunca mais deixa as fraldas: SIC Notícias | Ministro nega ilegalidades no concurso extraordinário de professores

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O Boneco Para Quem Ainda Não Percebeu ao que Anda

(…) acho que todos entendem, mesmo fora da classe docente e de forma crescente ao perceber-se que a nossa crise financeira/orçamental foi tudo menos causada por professores pagos “acima da média”, que não se pode apagar quase uma década de serviço efectivamente prestado e em condições progressivamente mais complicadas e exigentes, desde os desmandos da ministra preferida do engenheiro Sócrates ao mais com menos do ministro Crato, não esquecendo estes agora que, com falinhas mansas, já nos verdascaram e agora querem flexibilizar e não pagar nada em troca.

Quem anda pelas escolas percebe – para além do cliché, da queixa recorrente – que a forma como as sucessivas equipas do ME nos têm tratado nos últimos 15 anos só pode resultar de preconceitos demasiado enraízados em mentalidades persecutórias e ansiosas por arranjar quem pague a despesa que outros fizeram e à tripa forra. E não se pense que foram apenas o sócrates&salgado, porque são muitos mais os catrogas, mexias, bavas, ulricos, granadeiros, ferreiras, miras e etc que, arguidos ou não, ganharam de um lado e outro de muitos negócios em que o Estado alienou empresas e funções que nunca deveria ter deixado passar em regime de monopólio ou cartel para grupos privados de qualidade mais do que duvidosa. Observem-se os ctt, até pela proximidade da decadência do serviço prestado.

Portanto, esta é uma causa que vai para além de qualquer questão corporativa (como a dos enfermeiros especialistas que agora teve validação judicial) e que deve merecer o apoio de todos os que – da Direita à Esquerda, sem rédeas artificiais – acham que os abusos do Estado têm acontecido, em primeiro lugar, sobre muitos dos que o servem o melhor que podem e sabem.

Se Fosse Petição, Já Estava | O Meu Quintal

 

PS:

Os professores não abram a pestana que não é preciso. Não se mexam…

Quanto aos jornalistas os mesmos foram culpados por omissão – cegos, surdos e mudos:

O Jornalismo (Quase) Redescoberto | O Meu Quintal

Desta Vez Vi “O Eixo do Mal” Quase Até ao Fim | O Meu Quintal

Concordo – ficamos a conhecer melhor e a cores quem nos desgoverna: Expresso | Presidente do Conselho Deontológico dos Jornalistas considera “legítima” divulgação dos interrogatórios a Sócrates

A ler:

SIC Notícias | Isto não é não jornalismo. Por Ricardo Costa

(…) Quando, no final do ano passado, a acusação deste processo saiu tive necessidade de a ler. São quatro mil páginas, que todos os jornalistas das áreas de política, economia ou nacional deviam obrigatoriamente ler. Felizmente trabalho numa redação onde vários jornalistas se deram ao trabalho de a ler. Os que acompanham a Operação Marquês há anos e anos fizeram-no de forma sistemática e profissional. No fim dessa leitura, decidimos, em conjunto, que se deviam fazer várias reportagens que enquadrassem jornalisticamente o que ali estava, tal é a gravidade e dimensão daquele documento. Podia ser feito de várias maneiras, mas escolhemos três ângulos: as entregas de dinheiro, a casa de Paris e o saco azul do GES. Acho estranho que muitos tenham preferido a não-escolha. Perante o caso judicial mais grave da nossa democracia e a falência bancária que mais dinheiro leva aos contribuintes, reduziram este caso a um assunto judicial. Ora este é um erro gravíssimo, porque este caso é judicial, é político, é financeiro, cruza toda a nossa sociedade. A justiça deve fazer justiça e os jornalistas devem fazer jornalismo. Não dedicar tempo e recursos a este caso é uma omissão jornalística que, na minha opinião, não tem perdão nem justificação. Não dar aos leitores, espectadores ou ouvintes trabalhos de fundo sobre a Operação Marquês é anular o papel dos jornalistas numa democracia. É decretar um intervalo de uma década até que o caso transite em julgado. Nessa altura levantam o cordão sanitário e fazem um ar de espanto com o que esteve sempre à frente dos seus olhos (…)

 

Não estão fartos de sustentar chupistas?

Visão | Rubina Berardo pode ter dado morada errada à Assembleia da República – A deputada do PSD declarou, aos serviços da Assembleia da República, viver na Madeira apesar de residir em Lisboa com o seu agregado familiar e de trabalhar na capital desde 2012

 

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O Site participacao.parlamento.pt Já Funciona?

Ou vai continuar 12, 14, 16 horas por dia em baixo?

É que vocês não enganam ninguém.

 

Podem ficar com as explicações de treta:

A Explicação | O Meu Quintal

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Sugestão de Leitura: Concurso de Professores, anotações e guia prático de Arlindo Ferreira, Isabel Pires Rodrigues e Júlia Araújo

 

Este guia de apoio ao Concurso de Professores pretende esclarecer docentes que já estão habituados a concorrer na plataforma SIGRHE (Sistema Interativo de Gestão de Recursos Humanos da Educação) assim como aqueles que não estão familiarizados com esta plataforma do concurso.

 

 

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Divulgação dos cronogramas do processo de supervisão – IAVE

 

Divulgação dos cronogramas do processo de supervisão

 

          ENSINO BÁSICO – PROVAS DE AFERIÇÃO

ANO PROVA  CÓDIGO 
2.º  Português e Estudo do Meio 25
 Matemática e Estudo do Meio 26
Expressões Artísticas 27  Cronograma
Expressões Físico-Motoras 28  Cronograma
 5.º  Educação Musical 54   Cronograma
 Educação Visual
 e Educação Tecnológica
53   Cronograma
 Português 55
 Português Língua Segunda 52
8.º  Educação Física 84   Cronograma
 Educação Visual 83   Cronograma
 Matemática 86

 

 

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Participacao.parlamento.pt às 08:40 do dia 24-04

TENHAM VERGONHA!

 

Uma pergunta:

O site do Parlamento está protegido contra ataques Ataques DoS (Denial of Service) e DDoS (Distributed DoS)?

 

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Participacao.parlamento.pt Uma Porcaria de Site Em Termos de Funcionamento

Uma porcaria de site que está sempre a ir abaixo?

Que não aguenta meia dúzia de acessos?

Ou é de propósito?

TENHAM VERGONHA!

O espelho da política nacional:

Como diz o nosso colega Paulo Guinote:

(…) Têm a certeza que fizeram a plataforma para funcionar ou é mesmo para testar a paciência dos cidadãos e a resiliência da cidadania? (…)

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Estamos Convidados?

Não disse nada.

Chega de fraldas.

Ministro da Educação em Ermesinde

A convite do Presidente da Câmara Municipal de Valongo, o Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, visita na próxima terça-feira, dia 24 de abril, às 15h30, as obras de requalificação da Escola Secundária de Ermesinde. Trata-se de uma obra há muito reivindicada pela comunidade do concelho de Valongo, que nos últimos anos lutou incansavelmente pela renovação deste estabelecimento de ensino frequentado por cerca de 1500 alunos. A empreitada de reformulação e modernização das instalações da Escola Básica e Secundária de Ermesinde – 1ª fase arrancou finalmente no dia 16 de outubro 2017. Esta obra tem o preço contratual de 3.111.232,39€. O investimento é comparticipado em 85% por fundos comunitários, sendo o remanescente financiado pelo Governo (7,5%) e pelo Município de Valongo (outros 7,5%).

Após a visita à escola, pelas 16h30, o Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, e o Presidente da Câmara Municipal de Valongo, José Manuel Ribeiro, inauguram oficialmente o Centro de Cidadania Digital do Concelho de Valongo. Também localizado em Ermesinde, no Edifício Dr. Faria Sampaio, o Centro de Cidadania Digital de Valongo é um espaço de inovação social aberto a toda a comunidade, inclusive aos jovens que já não estudam, mas também não trabalham. Está tecnologicamente equipado e preparado para receber todos os cidadãos que queiram participar de forma ativa na resolução de desafios relacionados com emprego; inclusão social e digital; democracia participativa, com a dinamização do concelho, entre outros. Este projeto resulta de uma parceria da Câmara Municipal de Valongo com o CDI Portugal – ONG de inclusão social e inovação digital, que disponibilizará ferramentas digitais a todos os cidadãos, de forma gratuita, como meio para aproximar a comunidade da participação nas políticas públicas e na resolução de problemas identificados pelos mesmos.

Fonte: Ministro da Educação em Ermesinde –

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A Invasão dos Amarelos

Professores do privado podem tirar vagas aos precários da escola pública – Educação – Jornal de Negócios – Professores do privado podem tirar vagas aos precários da escola pública No concurso externo extraordinário aberto pelo Governo, os docentes com experiência em colégios estão em pé de igualdade com quem deu aulas no sistema público nos últimos anos. Os sindicatos ameaçam com tribunais.

Concurso coloca professores de colégios em pé de igualdade com escolas públicas – Observador – Regras de concurso de professores definem que, para entrar para os quadros, professores da escola pública estão em pé de igualdade com aqueles que dão aulas nos colégios com contrato de associação.

Educação – Sindicatos queixam-se que professores do privado vão ocupar vagas no público – As vagas destinadas a regularizar o vínculo de docentes do ensino público vão ser preenchidas pelos professores do privado, acusa a Fenprof sobre este concurso que, pela “primeira vez, não é negociado”

Concurso coloca docentes de colégios em pé de igualdade com escolas públicas | Educação | PÚBLICO – “Este concurso deveria destinar-se a regularizar os vínculos precários, mas o que vai fazer é permitir que um professor de um colégio possa entrar para os quadros, deixando os outros de fora”, criticou Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof.

Professores ameaçam com tribunal concurso para se entrar nos quadros | TVI24 – Sindicatos consideram que docentes de colégios são postos em pé de igualdade com os das escolas públicas, quando “deveria destinar-se a regularizar os vínculos precários”

Fenprof ameaça recorrer aos tribunais e parlamento – A Federação Nacional dos Professores contesta as novas regras para entrar nos quadros.

 

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«Concurso de vinculação extraordinário é justo», diz Ministro da Educação

O Ministro da Educação afirmou ao final da manhã de hoje, em Ponte de Lima, que o concurso extraordinário é «justo», contornando desta forma a polémica sobre a vinculação extraordinária que coloca professores do público e privado em pé de igualdade.

Em declarações à margem do Dia Mundial do Livro e da votação da iniciativa “Miúdos a Votos” na Escola Básica e Secundária de Arcozelo, Tiago Brandão Rodrigues não quis dar muitas justificações e limitou-se a dizer que este concurso «é para combater a precariedade».

«É uma conquista de todo o processo de desprecarização que este Governo tem encetado. Com estas vinculações extraordinárias vamos ter mais docentes nas escolas com estabilidade, fazer do com que os agrupamentos aumenta a robustezes dos projetos pedagógicos», fez questão de referir.

O governante frisou que são mais 3.500 docentes que vão ter uma vínculo e «isso é que importa».

Fonte: «Concurso de vinculação extraordinário é justo», diz Ministro da Educação

 

Já estou como o nosso colega Paulo Guinote:

(…) Não há pachorra… já não tenho (temos!) idade para continuar a mudar fraldas a governantes incontinentes. (…)

Fonte: Uma Página Significativa | O Meu Quintal

 

Quanto a dietas é melhor a equipa maravilha fazer um bocado de dieta…e perder peso:

Da Obesidade Curricular | O Meu Quintal

 

O Currículo Proposto Para O 1º Ciclo | O Meu Quintal

 

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Lista de Códigos de Escolas em Excel

Fica também aqui a lista de códigos de escolas em formato Excel. Esta versão tirada hoje é exatamente igual à de anos anteriores.

Clicar na imagem para aceder ao ficheiro desprotegido.

Este ficheiro ficará ao longo do ano na barra lateral direita do blog.


 

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Vamos em 3758 Assinaturas das 20.000 Necessárias

O cidadão e colega já assinou e divulgou?

Do que está à espera?

 

Continua aqui.

Dica no registo: o número de eleitor não é obrigatório, mas, deve ser preenchido porque é pedido no momento da assinatura.

Depois do registo, o melhor é sair e voltar a entrar no site pelo link directo da iniciativa.

Tenham paciência o site é uma verdadeira porcaria – está sempre a ir abaixo ou é de propósito?

Já fiz um post sobre a situação:

Participacao.parlamento.pt Uma Porcaria de Site Em Termos de Funcionamento » Blog DeAr Lindo

PS:

(Clicar na imagem para aceder ao artigo)

 

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Sindicatos dos Professores Ameaçam Recorrer aos Tribunais e ao Parlamento

De todos os ministros que passaram pela pasta da Educação, esta foi a “primeira vez” que os concursos de professores não foram negociados com os sindicatos. Regras para entrar nos quadros põem em pé de igualdade os professores da escola pública e os docentes dos colégios. FNE e Fenprof ameaçam recorrer aos tribunais e ao parlamento.

 

Arrancam hoje todos os concursos de professores do básico e secundário para que, no próximo ano letivo, consigam passar aos quadros do Ministério da Educação ou para que consigam um lugar numa escola mais próxima da sua residência.

Mas o Ministério da Educação definiu regras que estão a gerar a contestação dos sindicatos que, avisam desde já ao i, ameaçam recorrer aos tribunais ou ao parlamento para travar um dos concursos. Isto porque, este ano, para entrar nos quadros do Ministério da Educação os professores da escola pública estão em pé de igualdade com os docentes que dão aulas nos colégios.

O gabinete de Tiago Brandão Rodrigues está a ser obrigado, via parlamento, a repetir este ano um dos concursos de professores (o da mobilidade interna) que se realizou no ano passado, depois de ter sido contestado pelos sindicatos, que acabaram por recorrer aos partidos para alertar os procedimentos. Corre agora o mesmo risco, pelo segundo ano consecutivo, com um outro concurso.

Em causa está o concurso externo extraordinário – um dos três concursos lançados na passada sexta-feira à noite – cujas regras foram publicadas pelo Ministério da Educação sem que tenham sido negociadas com os sindicatos. E de acordo com a Fenprof e com a Federação Nacional da Educação (FNE), de todos os ministros que já passaram pela pasta da Educação, esta é a “primeira vez” que tal acontece. Através deste concurso – que tem sido realizado desde 2013 com caráter extraordinário – vão passar aos quadros, este ano, 2084 professores contratados.

Mas a “censura” dos sindicatos ao comportamento do gabinete da secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão – responsável pela colocação dos professores – não se fica por aqui. É que, apontam a Fenprof e a FNE ao i, o Ministério da Educação não só não desenhou regras próprias para um concurso que se realiza de forma excecional como decidiu não aplicar as regras que foram negociadas no ano passado.

As regras em vigor De acordo com as regras publicadas na portaria da tutela, este ano, para entrar nos quadros do Ministério da Educação os professores que dão aulas na escola pública estão em pé de igualdade com os docentes que dão aulas nos colégios, com contratos de associação.

O único requisito exigido aos professores da escola pública para que se possam candidatar a uma das 2084 vagas é que, nos últimos seis anos letivos, tenham dado aulas durante 365 dias com um horário completo. A mesma regra é aplicada aos docentes dos colégios com contratos de associação sendo-lhe apenas pedido como critério de candidatura a um dos 2084 lugares dos quadros, que tenha dado aulas durante 730 dias (dois anos) com horário completo.

Ou seja, um professor que nunca tenha dado aulas numa escola pública pode agora conseguir um lugar em pé de igualdade com um docente que sempre deu aulas numa escola do Estado.

No ano passado, para que um professor pudesse candidatar-se ao concurso externo extraordinário eram exigidos 12 anos de serviço e que os professores tivessem cinco contratos numa escola pública nos últimos seis anos. Regra que acabava por dar vantagem aos docentes da escola pública para que entrassem nos quadros do ministério.

A alteração às regras para este ano acontece numa altura em que a secretária de Estado Adjunta e da Educação tem vindo a reduzir os contratos de associação com os colégios, o que resultou no corte de turmas em colégios e levou ao encerramento de algumas escolas privadas. Ou seja, aumentou o número de professores do privado no desemprego sendo expectável que muitos tentem entrar nos quadros do Estado sem que nunca tenham dado aulas na escola pública.

Sindicatos vão para tribunal ou recorrer ao parlamento Perante este cenário os sindicatos recusam ficar de braços cruzados. Este ano, “de forma inédita” a tutela “nem sequer abriu um período negocial para estabelecer regras próprias para este concurso externo e vai fazer com que, muito provavelmente, uma boa parte dos lugares que supostamente seriam para os precários da escola pública vão ser ocupados não por estes mas por um conjunto de outros professores”, alertou ao i Vítor Godinho, membro do secretariado nacional da Fenprof que coordena as matérias de concursos no sindicato. “Não está certo e não é minimamente justo que assim seja”, remata ainda Vítor Godinho. Por isso, a Fenprof – que diz ter vindo a alertar desde janeiro a secretária de Estado para a necessidade de negociação dos concursos – já decidiu o que vai fazer. “Vamos solicitar a intervenção da Assembleia da República, junto dos partidos, como fizemos no concurso da mobilidade interna” (concurso repetido este ano), avançou ao i Vítor Godinho.

Já a FNE, que reúne hoje em secretariado nacional, vai “analisar o diploma para ver se há questões jurídicas que possam ser levantadas para recorrer aos tribunais”, diz o secretário-geral João Dias da Silva.

Questionado pelo i sobre a ausência de negociações com os sindicatos, o Ministério da Educação diz que “as regras aplicadas estão definidas no decreto-lei 132/2012 pelo que não carecem de negociação sindical”. Fonte oficial disse ainda que “este ano foram adotados esses critérios e prioridades, que já constam de lei que foi ela própria sujeita a negociação coletiva, pelo que não foi necessária outra negociação”.

Recorde-se que já no ano passado foi gerada forte polémica precisamente sobre as regras de prioridade na atribuição de um lugar aos professores. Em dezembro de 2016, no parlamento, Alexandra Leitão, disse que para o concurso do ano passado os professores da escola pública iriam estar em pé de igualdade com os das escolas privadas, tal como agora está a acontecer.

Dias depois, a governante acabou por recuar e dizer que os professores de turmas com contratos de associação, devem ser tratados de “modo diferente” dos docentes das escolas públicas quando se trata de concursos para entrar nos quadros. Nessa altura, a governante voltou atrás e estabeleceu que os professores dos colégios estariam em 3.ª prioridade para entrar nos quadros do ministério e os das escolas públicas ficariam em 2.ª prioridade.

Além deste concurso de vinculação extraordinária, arranca hoje ainda o concurso de mobilidade interna com 4662 vagas. Podem concorrer a este concurso – que se repete este ano por imposição do parlamento – os professores dos quadros que queiram aproximar-se da sua residência ou que não tenham turma atribuída (horários zero).

Está ainda aberto o concurso externo (norma-travão) com 1236 vagas. Podem ser candidatos todos os docentes da escola pública com três contratos anuais e completos nos últimos anos letivos.

O prazo para as candidaturas para estes concursos termina a 3 de maio, dentro de sete dias úteis.

Fonte: Sindicatos dos professores ameaçam recorrer aos tribunais e ao Parlamento

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Concurso Externo Ordinário/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento e Concurso Externo Extraordinário

 

Aplicação eletrónica disponível entre o dia 23 de abril e as 18:00 horas de 3 de maio de 2018 (hora de Portugal continental) para efetuar candidatura ao Concurso Interno, Concurso Externo Ordinário/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento e Concurso Externo Extraordinário, destinados a Educadores de Infância e a Professores dos Ensinos Básico e Secundário, com vista a satisfação das necessidades permanentes dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas (AE/ENA) e dos quadros de zona pedagógica e das necessidades temporárias.

 

 Aviso de abertura
 Nota informativa
Manual de utilizador Externo
Manual de Utilizador LSVLD
Decreto-Lei 28/2017
Decreto-Lei 15/2018
Decreto-Lei 16/2018
Portaria 107-A/2018
Portaria 107-B/2018
Códigos dos AE/ENA
Lista de Estabelecimentos Particulares com contrato de associação, para efeitos da 2ª prioridade
Lista de instituições públicas que relevam para efeitos da 2ª prioridade
SIGRHE

 

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Concurso Interno antecipado

 

Aplicação eletrónica disponível entre o dia 23 de abril e as 18:00 horas de 3 de maio de 2018 (hora de Portugal continental) para efetuar candidatura ao Concurso Interno antecipado, Concurso Externo Ordinário/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento e Concurso Externo Extraordinário, destinados a Educadores de Infância e a Professores dos Ensinos Básico e Secundário, com vista a satisfação das necessidades permanentes dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas (AE/ENA) e dos quadros de zona pedagógica e das necessidades temporárias.

 

 Aviso de abertura
 Nota informativa
Manual de utilizador QA/QE
Manual de utilizador QZP
Manual de Utilizador LSVLD
Decreto-Lei 28/2017
Decreto-Lei 15/2018
Decreto-Lei 16/2018
Portaria 107-A/2018
Portaria 107-B/2018
Códigos dos AE/ENA
SIGRHE

 

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Concurso Interno antecipado, Concurso Externo Ordinário/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento e Concurso Externo Extraordinário

 

Aplicação eletrónica disponível entre o dia 23 de abril e as 18:00 horas de 3 de maio de 2018 (hora de Portugal continental) para efetuar candidatura ao Concurso Interno antecipado, Concurso Externo Ordinário/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento e Concurso Externo Extraordinário, destinados a Educadores de Infância e a Professores dos Ensinos Básico e Secundário, com vista a satisfação das necessidades permanentes dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas (AE/ENA) e dos quadros de zona pedagógica e das necessidades temporárias.

 

 Aviso de abertura
 Nota informativa
 Decreto-Lei 28/2017
 Decreto-Lei 15/2018
 Decreto-Lei 16/2018
 Portaria 107-A/2018
 Portaria 107-B/2018
 Códigos dos AE/ENA
 Lista de Estabelecimentos Particulares com contrato de associação, para efeitos da 2ª prioridade
 Lista de instituições públicas que relevam para efeitos da 2ª prioridade
SIGRHE

 

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Não é segredo, nem fofoca…

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Entre 2010 e 2018 os professores perderam 18,7% da sua remuneração…

 

O Jornal Expresso publicou, ontem, um quadro demonstrativo das perdas a que foram sujeitos os funcionários públicos. Os professores do ensino básico e secundário posicionados no 5.º escalão, a meio da carreira, perderam 18,7% da sua remuneração…

Fica um excerto da noticia e o quadro demonstrativo.

 

Função Pública: conheça os salários que mais caíram desde 2010

Os professores do ensino básico e secundário no 5.º escalão perderam 305 euros e os inspetores da Polícia Judiciária de 4.º escalão assistiram a uma queda de 288 euros.

Além dos congelamento dos salários, a inflação, o agravamento do IRS e o aumento das contribuições para a ADSE e para a CGA ditaram perdas do poder de compra que em alguns casos chegou aos dois dígitos em relação a 2010.

in Expresso

 

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Sugestão de Leitura – O Líder Charlatão – Luís Ricardo

“Ser ou não ser o mais importante do cemitério”

 

Sinopse

Este livro procura identificar os que se julgam com capacidades especiais de liderança, os que se julgam iluminados, os que se julgam imprescindíveis para orientar as nossas perdidas vidas, os que gostam de ter poder sobre os outros, os que afirmam que sem eles o grupo não conseguirá ter sucesso, em suma, os que nos dizem: “entrega-me a tua vida e continua idiota”. A estratégia normalmente usada é o aproveitamento das brechas do conhecimento, da ignorância e do medo resultando sempre em benefícios para o líder charlatão e para a sua organização. Procura-se, nesta obra, promover um pensamento reflexivo em detrimento de um pensamento intuitivo sem qualquer suporte lógico. Exalta-se a importância de uma vida livre, saudável e sem crenças. É um livro de libertação. A biologia, a antropologia, a sociologia e a filosofia racional são os suportes desta obra que nos aponta algumas das razões do ser humano gostar tanto de posições que lhe conferem poder. Carl Sagan e Bertrand Russell são os autores a quem Luís Ricardo pediu mais vezes ajuda.

 

 

 

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Concurso de Professores 2018/2019

As próximas imagens são um resumo feito pelo Luís Cansado para a fase de concurso que começa amanhã.

O documento também está aqui em formato pdf.

 

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“O que esconde a mobilidade interna?” (encontrado no Face…)

Encontram-se videos explicativos com bastante criatividade, nas redes sociais (aqui).

 

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Sobre a Municipalização

Autarquias deverão ficar condicionadas pelo Governo na sua intervenção nas escolas

 

Novo diploma para regulamentar a aplicação na educação da transferência de competências para as autarquias continua em discussão, mas já está definido que a propriedade das escolas passará para as câmaras.

 

A construção de novas escolas, de modo a suprir “carências de oferta educativa” no âmbito da escolaridade obrigatória, a intervenção nos estabelecimentos que estão em más condições e a remoção de materiais nocivos à saúde serão as três prioridades principais para que o Governo assegure verbas às autarquias de modo a que levem por diante as operações em equipamentos escolares, no âmbito das transferências de competências para os municípios na área da Educação.

Só depois será garantido o investimento para “a instalação de equipamentos laboratoriais, desportivos e outros, inexistentes em escolas em funcionamento” e para a “racionalização da rede educativa”, que poderá passar pela “agregação entre os estabelecimentos da educação pré-escolar e os dos diferentes ciclos do ensino básico e secundário” e pela distribuição da oferta em função “da densidade e da idade da população a escolarizar e do nível de ensino em questão”. Estes últimos parâmetros devem ser levados em conta na fixação da rede educativa, que é uma das competências do Ministério da Educação que passarão para as autarquias.

 

A definição destas prioridades é uma das novidades inscritas na versão de 26 de Março do projecto de decreto-lei do Governo sobre o que acontecerá no sector educativo na sequência da descentralização de competências, que foi disponibilizada no blogue sobre Educação DeAr Lindo.

Em resposta ao PÚBLICO, o gabinete de comunicação do Ministério da Administração Interna (MAI), que centraliza este processo, confirmou a veracidade desta versão, embora frisando que se trata ainda “um documento de trabalho”. Adiantou também que dada a natureza “dinâmica” deste processo, aquela versão já pode ter sofrido alterações.

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E Quem Entrou na em 2015/2016 na RR2 em Contrato Temporário Pode Entrar na Norma Travão?

No dia 16 de Setembro de 2015 foram colocados 704 docentes em horário completo e temporário na Reserva de Recrutamento 2 e que viram o seu contrato a retroagir ao dia 1 de setembro de 2015.

Alguns destes docentes viram também o seu contrato durar até 31 de Agosto de 2016.

Depois disso tiveram colocação em horário completo e anual nos dois anos seguintes (2016/2017 e 2017/2018), pelo que se pergunta se estes docentes apesar de terem ficado colocados num contrato temporário podem entrar este ano na norma travão.

E o que diz o n.º 2 do artigo 42.º?

2 — A sucessão de contratos de trabalho a termo resolutivo celebrados com o Ministério da Educação na sequência de colocação obtida em horário anual e completo, no mesmo grupo de recrutamento ou em grupos de recrutamento diferentes, não pode exceder o limite de três anos ou duas renovações.

 

Se a colocação temporária de 2015/2016 retroage ao dia 1 de setembro e o contrato é de 365 dias nesse caso o docente não preenchendo o requisito da colocação em horário anual também não poderia celebrar novo contrato pois o mesmo artigo também o impede de exceder o limite de três anos.

Assim, nesse caso ele deve estar abrangido pela norma travão.

 

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Escolas Com um Saldo de 20 ou Mais Vagas no Concurso Interno

São apenas 12 as escolas que tem um saldo positivo de 20 ou mais vagas no concurso interno de 2018.

Curiosidade. Ficam todas do QZP7 para baixo.

Se acharem interessante fazer outros estudos podem sempre analisar o ficheiro Excel aqui e enviar para o e-mail do blogue para divulgação.

 

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Vagas em Excel do Concurso Interno 2018

Fica neste artigo e na barra lateral do blog as vagas em ficheiro Excel do concurso interno de 2018.

Espero que vos seja útil.

Clicar na imagem para aceder ao ficheiro em Excel.

 

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A UGT vai comemorar 1.º de Maio de 2018 em Figueiró dos Vinhos

 

 

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Concurso Externo Extraordinário 2018

Lembram-se das negociações existentes o ano passado para definir os requisitos dos opositores a estas vagas?

Este ano a “coisa” ficou assim:

Significa então que acabam os 12 anos de serviço, os 5 contratos no público nos últimos 6 anos… Para poder aceder a estas vagas basta estar integrado na 2ª prioridade (365 dias de serviço nos últimos 6 anos), ou então:

Isto significa que um professor pode nunca ter lecionado numa escola pública e ser integrado nos quadros do Ministério da Educação… bela forma de defender os professores do ensino público particular.

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360 – Língua Gestual Portuguesa, Extraordinário!!

No dia 1 de Setembro de 2018 neste novo grupo de recrutamento só vão existir docentes no quadro que hoje são contratados.

Nenhum docente do quadro pode vincular nesse grupo novo.

Porquê?

Porque não existem vagas no concurso Interno, apenas no Concurso Externo (13 vagas)  e no Concurso Externo Extraordinário (54 vagas).

 

EXTRAORDINÁRIO!

 

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FAQ Sobre Matrículas

Num ano de mudanças nas prioridades de matrícula eis que surge um conjunto de respostas a perguntas frequentes sobre o assunto.

 

 

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O Calendário do Concurso 2018/2019

Um calendário feito às quinzenas.

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A Fenprof Reage

O costume.

A Fenprof Reage | O Meu Quintal

 

Não se deixem “comer” pelos sindicatos. Quanto a mim estou farto de pizzas.

É continuar a divulgar a Iniciativa e assinar!

Uma Questão de Cidadania | O Meu Quintal

Ao contrário do que alguns querem fazer crer, a Iniciativa Legislativa de Cidadãos para a consideração integral do tempo de serviço efectivamente prestado por educador@s e professor@s está muito para além de uma questão profissional específica, podendo e devendo ser assinada por todos os que acham que as regras do Estado de Direito não podem ser atropeladas por conveniências políticas circunstanciais, em especial quando isso é defendido por quem (grande parte da classe política) reserva para si, de há muito tempo, regimes de excepção nos seus privilégios.

Está tudo aqui explicado e todos os dias irei (iremos) insistir nisto: o que está em causa é a tal “sociedade civil” que todos querem que seja activa mas que, mal se mexe com fundamento, assusta e suscita manobras de diversão como dizer que já existe tal legislação, o que é falso. A iniciativa é esta: Iniciativa-Legislativa-de-Cidadãos_Recuperação-de-todo-o-tempo-de-serviço. Sem subterfúgios. Sem encargos adicionais para qualquer orçamento em vigor. Mas claro quanto ao que se pretende para o futuro.

Já vamos perto das 2500 assinaturas em 3 dias. Algo está, felizmente, de novo a mexer… e acreditem que isso assusta muita gente, com destaque para todos os que têm apostado no remanso dos acordos de bastidores para que tudo se mantenha calmo, apesar de eventuais estridências públicas. O que aqui escrevo é o mesmo que digo em privado. Há quem ande por aí, em nome do “pragmatismo”, a fazer o contrário do que afirma.

 

PS: vamos com 2859 2953 2990 3315 3420 assinaturas.

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Lista Colorida – RR27

Lista Colorida atualizada com colocados e retirados da RR27.

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Concurso de 23 de Abril a 3 de Maio

De acordo com o aviso de abertura o concurso tem início no dia 23 de Abril (segunda-feira) por um prazo de 7 dias úteis.

Como dia 25 de Abril e dia 1 de Maio são feriados o prazo para o concurso termina no dia 3 de Maio de 2018. E pelo habitual será sempre às 18 horas.

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Aviso de Abertura do Concurso de educadores de infância e de professores dos ensinos básico e secundário para o ano escolar de 2018/2019

 

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Cinema Sem Conflitos: Relações Interpessoais (parte 3/4)

(…) uma ação inesperada!”

 

Hoje apresentamos o terceiro filme da categoria Relações Interpessoais, com o título “A Fistful of Presents” do realizador Cole Clark. A comunicação humana é colocada à prova nesta curta-metragem quando uma das personagens decide surpreender o seu opositor. Bom filme!

 

 

Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

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292 Contratados colocados na Reserva de Recrutamento 27

Foram colocados 292 docentes contratados na Reserva de Recrutamento 27 de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas

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Diretores de Escolas Falam em “Ansiedade e Incerteza” Sobre Novo Ano Letivo

O Diário de Notícias e o Jornal de Notícias avançam, esta sexta-feira, que cerca de 6 mil funcionários com contratos que terminam a 31 de agosto ainda não têm qualquer informação sobre os concursos do programa de regularização dos precários do Estado.

Em declarações à TSF, Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, revelou que há muita ansiedade nas escolas em relação à integração dos trabalhadores precários e que, neste caso, a ausência de informação não é benéfica.

(…)

Ler mais: Diretores de escolas falam em ″ansiedade e incerteza″ sobre novo ano letivo

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