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23 de Abril de 2018 archive

Participacao.parlamento.pt Uma Porcaria de Site Em Termos de Funcionamento

Uma porcaria de site que está sempre a ir abaixo?

Que não aguenta meia dúzia de acessos?

Ou é de propósito?

TENHAM VERGONHA!

O espelho da política nacional:

Como diz o nosso colega Paulo Guinote:

(…) Têm a certeza que fizeram a plataforma para funcionar ou é mesmo para testar a paciência dos cidadãos e a resiliência da cidadania? (…)

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Estamos Convidados?

Não disse nada.

Chega de fraldas.

Ministro da Educação em Ermesinde

A convite do Presidente da Câmara Municipal de Valongo, o Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, visita na próxima terça-feira, dia 24 de abril, às 15h30, as obras de requalificação da Escola Secundária de Ermesinde. Trata-se de uma obra há muito reivindicada pela comunidade do concelho de Valongo, que nos últimos anos lutou incansavelmente pela renovação deste estabelecimento de ensino frequentado por cerca de 1500 alunos. A empreitada de reformulação e modernização das instalações da Escola Básica e Secundária de Ermesinde – 1ª fase arrancou finalmente no dia 16 de outubro 2017. Esta obra tem o preço contratual de 3.111.232,39€. O investimento é comparticipado em 85% por fundos comunitários, sendo o remanescente financiado pelo Governo (7,5%) e pelo Município de Valongo (outros 7,5%).

Após a visita à escola, pelas 16h30, o Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, e o Presidente da Câmara Municipal de Valongo, José Manuel Ribeiro, inauguram oficialmente o Centro de Cidadania Digital do Concelho de Valongo. Também localizado em Ermesinde, no Edifício Dr. Faria Sampaio, o Centro de Cidadania Digital de Valongo é um espaço de inovação social aberto a toda a comunidade, inclusive aos jovens que já não estudam, mas também não trabalham. Está tecnologicamente equipado e preparado para receber todos os cidadãos que queiram participar de forma ativa na resolução de desafios relacionados com emprego; inclusão social e digital; democracia participativa, com a dinamização do concelho, entre outros. Este projeto resulta de uma parceria da Câmara Municipal de Valongo com o CDI Portugal – ONG de inclusão social e inovação digital, que disponibilizará ferramentas digitais a todos os cidadãos, de forma gratuita, como meio para aproximar a comunidade da participação nas políticas públicas e na resolução de problemas identificados pelos mesmos.

Fonte: Ministro da Educação em Ermesinde –

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A Invasão dos Amarelos

Professores do privado podem tirar vagas aos precários da escola pública – Educação – Jornal de Negócios – Professores do privado podem tirar vagas aos precários da escola pública No concurso externo extraordinário aberto pelo Governo, os docentes com experiência em colégios estão em pé de igualdade com quem deu aulas no sistema público nos últimos anos. Os sindicatos ameaçam com tribunais.

Concurso coloca professores de colégios em pé de igualdade com escolas públicas – Observador – Regras de concurso de professores definem que, para entrar para os quadros, professores da escola pública estão em pé de igualdade com aqueles que dão aulas nos colégios com contrato de associação.

Educação – Sindicatos queixam-se que professores do privado vão ocupar vagas no público – As vagas destinadas a regularizar o vínculo de docentes do ensino público vão ser preenchidas pelos professores do privado, acusa a Fenprof sobre este concurso que, pela “primeira vez, não é negociado”

Concurso coloca docentes de colégios em pé de igualdade com escolas públicas | Educação | PÚBLICO – “Este concurso deveria destinar-se a regularizar os vínculos precários, mas o que vai fazer é permitir que um professor de um colégio possa entrar para os quadros, deixando os outros de fora”, criticou Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof.

Professores ameaçam com tribunal concurso para se entrar nos quadros | TVI24 – Sindicatos consideram que docentes de colégios são postos em pé de igualdade com os das escolas públicas, quando “deveria destinar-se a regularizar os vínculos precários”

Fenprof ameaça recorrer aos tribunais e parlamento – A Federação Nacional dos Professores contesta as novas regras para entrar nos quadros.

 

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«Concurso de vinculação extraordinário é justo», diz Ministro da Educação

O Ministro da Educação afirmou ao final da manhã de hoje, em Ponte de Lima, que o concurso extraordinário é «justo», contornando desta forma a polémica sobre a vinculação extraordinária que coloca professores do público e privado em pé de igualdade.

Em declarações à margem do Dia Mundial do Livro e da votação da iniciativa “Miúdos a Votos” na Escola Básica e Secundária de Arcozelo, Tiago Brandão Rodrigues não quis dar muitas justificações e limitou-se a dizer que este concurso «é para combater a precariedade».

«É uma conquista de todo o processo de desprecarização que este Governo tem encetado. Com estas vinculações extraordinárias vamos ter mais docentes nas escolas com estabilidade, fazer do com que os agrupamentos aumenta a robustezes dos projetos pedagógicos», fez questão de referir.

O governante frisou que são mais 3.500 docentes que vão ter uma vínculo e «isso é que importa».

Fonte: «Concurso de vinculação extraordinário é justo», diz Ministro da Educação

 

Já estou como o nosso colega Paulo Guinote:

(…) Não há pachorra… já não tenho (temos!) idade para continuar a mudar fraldas a governantes incontinentes. (…)

Fonte: Uma Página Significativa | O Meu Quintal

 

Quanto a dietas é melhor a equipa maravilha fazer um bocado de dieta…e perder peso:

Da Obesidade Curricular | O Meu Quintal

 

O Currículo Proposto Para O 1º Ciclo | O Meu Quintal

 

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Lista de Códigos de Escolas em Excel

Fica também aqui a lista de códigos de escolas em formato Excel. Esta versão tirada hoje é exatamente igual à de anos anteriores.

Clicar na imagem para aceder ao ficheiro desprotegido.

Este ficheiro ficará ao longo do ano na barra lateral direita do blog.


 

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Vamos em 3758 Assinaturas das 20.000 Necessárias

O cidadão e colega já assinou e divulgou?

Do que está à espera?

 

Continua aqui.

Dica no registo: o número de eleitor não é obrigatório, mas, deve ser preenchido porque é pedido no momento da assinatura.

Depois do registo, o melhor é sair e voltar a entrar no site pelo link directo da iniciativa.

Tenham paciência o site é uma verdadeira porcaria – está sempre a ir abaixo ou é de propósito?

Já fiz um post sobre a situação:

Participacao.parlamento.pt Uma Porcaria de Site Em Termos de Funcionamento » Blog DeAr Lindo

PS:

(Clicar na imagem para aceder ao artigo)

 

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Sindicatos dos Professores Ameaçam Recorrer aos Tribunais e ao Parlamento

De todos os ministros que passaram pela pasta da Educação, esta foi a “primeira vez” que os concursos de professores não foram negociados com os sindicatos. Regras para entrar nos quadros põem em pé de igualdade os professores da escola pública e os docentes dos colégios. FNE e Fenprof ameaçam recorrer aos tribunais e ao parlamento.

 

Arrancam hoje todos os concursos de professores do básico e secundário para que, no próximo ano letivo, consigam passar aos quadros do Ministério da Educação ou para que consigam um lugar numa escola mais próxima da sua residência.

Mas o Ministério da Educação definiu regras que estão a gerar a contestação dos sindicatos que, avisam desde já ao i, ameaçam recorrer aos tribunais ou ao parlamento para travar um dos concursos. Isto porque, este ano, para entrar nos quadros do Ministério da Educação os professores da escola pública estão em pé de igualdade com os docentes que dão aulas nos colégios.

O gabinete de Tiago Brandão Rodrigues está a ser obrigado, via parlamento, a repetir este ano um dos concursos de professores (o da mobilidade interna) que se realizou no ano passado, depois de ter sido contestado pelos sindicatos, que acabaram por recorrer aos partidos para alertar os procedimentos. Corre agora o mesmo risco, pelo segundo ano consecutivo, com um outro concurso.

Em causa está o concurso externo extraordinário – um dos três concursos lançados na passada sexta-feira à noite – cujas regras foram publicadas pelo Ministério da Educação sem que tenham sido negociadas com os sindicatos. E de acordo com a Fenprof e com a Federação Nacional da Educação (FNE), de todos os ministros que já passaram pela pasta da Educação, esta é a “primeira vez” que tal acontece. Através deste concurso – que tem sido realizado desde 2013 com caráter extraordinário – vão passar aos quadros, este ano, 2084 professores contratados.

Mas a “censura” dos sindicatos ao comportamento do gabinete da secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão – responsável pela colocação dos professores – não se fica por aqui. É que, apontam a Fenprof e a FNE ao i, o Ministério da Educação não só não desenhou regras próprias para um concurso que se realiza de forma excecional como decidiu não aplicar as regras que foram negociadas no ano passado.

As regras em vigor De acordo com as regras publicadas na portaria da tutela, este ano, para entrar nos quadros do Ministério da Educação os professores que dão aulas na escola pública estão em pé de igualdade com os docentes que dão aulas nos colégios, com contratos de associação.

O único requisito exigido aos professores da escola pública para que se possam candidatar a uma das 2084 vagas é que, nos últimos seis anos letivos, tenham dado aulas durante 365 dias com um horário completo. A mesma regra é aplicada aos docentes dos colégios com contratos de associação sendo-lhe apenas pedido como critério de candidatura a um dos 2084 lugares dos quadros, que tenha dado aulas durante 730 dias (dois anos) com horário completo.

Ou seja, um professor que nunca tenha dado aulas numa escola pública pode agora conseguir um lugar em pé de igualdade com um docente que sempre deu aulas numa escola do Estado.

No ano passado, para que um professor pudesse candidatar-se ao concurso externo extraordinário eram exigidos 12 anos de serviço e que os professores tivessem cinco contratos numa escola pública nos últimos seis anos. Regra que acabava por dar vantagem aos docentes da escola pública para que entrassem nos quadros do ministério.

A alteração às regras para este ano acontece numa altura em que a secretária de Estado Adjunta e da Educação tem vindo a reduzir os contratos de associação com os colégios, o que resultou no corte de turmas em colégios e levou ao encerramento de algumas escolas privadas. Ou seja, aumentou o número de professores do privado no desemprego sendo expectável que muitos tentem entrar nos quadros do Estado sem que nunca tenham dado aulas na escola pública.

Sindicatos vão para tribunal ou recorrer ao parlamento Perante este cenário os sindicatos recusam ficar de braços cruzados. Este ano, “de forma inédita” a tutela “nem sequer abriu um período negocial para estabelecer regras próprias para este concurso externo e vai fazer com que, muito provavelmente, uma boa parte dos lugares que supostamente seriam para os precários da escola pública vão ser ocupados não por estes mas por um conjunto de outros professores”, alertou ao i Vítor Godinho, membro do secretariado nacional da Fenprof que coordena as matérias de concursos no sindicato. “Não está certo e não é minimamente justo que assim seja”, remata ainda Vítor Godinho. Por isso, a Fenprof – que diz ter vindo a alertar desde janeiro a secretária de Estado para a necessidade de negociação dos concursos – já decidiu o que vai fazer. “Vamos solicitar a intervenção da Assembleia da República, junto dos partidos, como fizemos no concurso da mobilidade interna” (concurso repetido este ano), avançou ao i Vítor Godinho.

Já a FNE, que reúne hoje em secretariado nacional, vai “analisar o diploma para ver se há questões jurídicas que possam ser levantadas para recorrer aos tribunais”, diz o secretário-geral João Dias da Silva.

Questionado pelo i sobre a ausência de negociações com os sindicatos, o Ministério da Educação diz que “as regras aplicadas estão definidas no decreto-lei 132/2012 pelo que não carecem de negociação sindical”. Fonte oficial disse ainda que “este ano foram adotados esses critérios e prioridades, que já constam de lei que foi ela própria sujeita a negociação coletiva, pelo que não foi necessária outra negociação”.

Recorde-se que já no ano passado foi gerada forte polémica precisamente sobre as regras de prioridade na atribuição de um lugar aos professores. Em dezembro de 2016, no parlamento, Alexandra Leitão, disse que para o concurso do ano passado os professores da escola pública iriam estar em pé de igualdade com os das escolas privadas, tal como agora está a acontecer.

Dias depois, a governante acabou por recuar e dizer que os professores de turmas com contratos de associação, devem ser tratados de “modo diferente” dos docentes das escolas públicas quando se trata de concursos para entrar nos quadros. Nessa altura, a governante voltou atrás e estabeleceu que os professores dos colégios estariam em 3.ª prioridade para entrar nos quadros do ministério e os das escolas públicas ficariam em 2.ª prioridade.

Além deste concurso de vinculação extraordinária, arranca hoje ainda o concurso de mobilidade interna com 4662 vagas. Podem concorrer a este concurso – que se repete este ano por imposição do parlamento – os professores dos quadros que queiram aproximar-se da sua residência ou que não tenham turma atribuída (horários zero).

Está ainda aberto o concurso externo (norma-travão) com 1236 vagas. Podem ser candidatos todos os docentes da escola pública com três contratos anuais e completos nos últimos anos letivos.

O prazo para as candidaturas para estes concursos termina a 3 de maio, dentro de sete dias úteis.

Fonte: Sindicatos dos professores ameaçam recorrer aos tribunais e ao Parlamento

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Concurso Externo Ordinário/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento e Concurso Externo Extraordinário

 

Aplicação eletrónica disponível entre o dia 23 de abril e as 18:00 horas de 3 de maio de 2018 (hora de Portugal continental) para efetuar candidatura ao Concurso Interno, Concurso Externo Ordinário/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento e Concurso Externo Extraordinário, destinados a Educadores de Infância e a Professores dos Ensinos Básico e Secundário, com vista a satisfação das necessidades permanentes dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas (AE/ENA) e dos quadros de zona pedagógica e das necessidades temporárias.

 

 Aviso de abertura
 Nota informativa
Manual de utilizador Externo
Manual de Utilizador LSVLD
Decreto-Lei 28/2017
Decreto-Lei 15/2018
Decreto-Lei 16/2018
Portaria 107-A/2018
Portaria 107-B/2018
Códigos dos AE/ENA
Lista de Estabelecimentos Particulares com contrato de associação, para efeitos da 2ª prioridade
Lista de instituições públicas que relevam para efeitos da 2ª prioridade
SIGRHE

 

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Concurso Interno antecipado

 

Aplicação eletrónica disponível entre o dia 23 de abril e as 18:00 horas de 3 de maio de 2018 (hora de Portugal continental) para efetuar candidatura ao Concurso Interno antecipado, Concurso Externo Ordinário/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento e Concurso Externo Extraordinário, destinados a Educadores de Infância e a Professores dos Ensinos Básico e Secundário, com vista a satisfação das necessidades permanentes dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas (AE/ENA) e dos quadros de zona pedagógica e das necessidades temporárias.

 

 Aviso de abertura
 Nota informativa
Manual de utilizador QA/QE
Manual de utilizador QZP
Manual de Utilizador LSVLD
Decreto-Lei 28/2017
Decreto-Lei 15/2018
Decreto-Lei 16/2018
Portaria 107-A/2018
Portaria 107-B/2018
Códigos dos AE/ENA
SIGRHE

 

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Concurso Interno antecipado, Concurso Externo Ordinário/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento e Concurso Externo Extraordinário

 

Aplicação eletrónica disponível entre o dia 23 de abril e as 18:00 horas de 3 de maio de 2018 (hora de Portugal continental) para efetuar candidatura ao Concurso Interno antecipado, Concurso Externo Ordinário/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento e Concurso Externo Extraordinário, destinados a Educadores de Infância e a Professores dos Ensinos Básico e Secundário, com vista a satisfação das necessidades permanentes dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas (AE/ENA) e dos quadros de zona pedagógica e das necessidades temporárias.

 

 Aviso de abertura
 Nota informativa
 Decreto-Lei 28/2017
 Decreto-Lei 15/2018
 Decreto-Lei 16/2018
 Portaria 107-A/2018
 Portaria 107-B/2018
 Códigos dos AE/ENA
 Lista de Estabelecimentos Particulares com contrato de associação, para efeitos da 2ª prioridade
 Lista de instituições públicas que relevam para efeitos da 2ª prioridade
SIGRHE

 

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