Pode ser lida aqui na verão pdf.
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Abr 06 2018
Já li qualquer coisa parecida com isto…
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/04/Contraproposta_FENPROF_recuperacao_do_tempo_de_servico.pdf”]
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Abr 06 2018
Esperemos que se completem todas as etapas da apreciação parlamentar para cantar vitória…
Parlamento corrige Governo e aprova concurso para todos os professores
PSD e CDS votaram ao lado de BE, PCP e PEV e aprovaram alterações ao diploma de concursos, sujeito a apreciação parlamentar. Resultado: o Parlamento corrigiu o decreto de lei do Governo para abrir o concurso extraordinário de mobilidade interna, deste ano, a todos os docentes de quadro e não apenas aos que contestam a colocação de agosto.
O aviso de abertura do concurso extraordinário de mobilidade interna devia ser publicado nos próximos dias.
No debate das propostas esta sexta-feira de manhã, a secretária de Estado Adjunta da Educação, Alexandra Leitão, avisou os deputados de que seriam responsáveis caso a apreciação parlamentar atrasasse a colocação dos docentes e consequentemente o arranque do ano letivo. Para Alexandra Leitão, a possibilidade de o concurso extraordinário de mobilidade interna ser para todos os docentes, “põe em causa a colocação de mais de 13 mil professores”, “em nome de uma minoria” para a qual o Governo apresentou uma solução.
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Abr 06 2018
Publicam-se informações complementares relativas à aplicação das provas de aferição práticas dos 2.º, 5.º e 8.º anos.
| 2.º ano (atualizado em 05/04/2018) | | 5.º ano | | 8.º ano |
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Abr 06 2018
Diz que o partido que lidera ainda não se disponibilizou a apresentar uma proposta na Assembleia da República para que esse tempo fosse recuperado na integra, apenas se ficou pelas recomendações. Se está à espera de que o governo siga as recomendações já obteve a resposta com a proposta que foi feita. Avança Catarina! Avança, “descomplica” a situação e deixa-te de conversas. Não foi assim com os exames do 4º ano? Não foi assim com o DL 15/2018? Segue os teus próprios exemplos.
Extrato da entrevista de Catarina Martins ao Jornal Público na edição de 5 de abril de 2018.
Um processo também pendente é o dos professores. Acredita que ainda é possível encontrar uma solução para a contagem do tempo de carreira congelada durante nove anos?
Acredito que tem de ser encontrada…Nesta legislatura?
Trabalhamos para esta legislatura. Aliás, ninguém perceberia que um governo, em dossiers complicados de gerir, estivesse à espera que seja o Governo seguinte a resolver. É uma situação complicada? É. Mas temos de olhar com muita atenção para as nossas escolas. As escolas são centrais para tudo. E, neste momento, estão sob uma pressão enorme. Neste momento eu atrevo-me a dizer que é preciso ser muito corajoso neste país para ser professor. Os professores têm salários congelados há muito tempo, objectivamente baixos, com turmas lotadas, com metas curriculares impossíveis de cumprir e que não escolheram. E, ainda por cima, em escolas que não têm investimento há tanto tempo que está sempre a haver problemas. E se não tratamos bem os professores, se o Governo não é capaz de dar uma resposta digna a professores que fazem autênticos milagres para as escolas funcionarem há tanto tempo com tão poucos meios, estamos muito mal. Porque o que alimenta esta capacidade de fazer muito mais do que os meios permitem nos serviços públicos – e falo da escola como da saúde – é a expectativa numa solução política que melhorasse o estado de coisas nos serviços públicos. E se essa expectativa é gorada, por incapacidade do Governo de diálogo com os sectores profissionais, será muito difícil manter o funcionamento destes serviços de que precisamos todos.A proposta do Governo é de contar dois anos e pouco em nove anos de carreira congelada. É suficiente?
Não me parece. Parece-lhe? Dizendo a um professor, acha que ele compreenderia?
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Abr 06 2018
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Abr 06 2018
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 25ª Reserva de Recrutamento 2017/2018.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 9 de abril, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 10 de abril de 2018 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
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Abr 06 2018
A Casa do Professor organiza entre os dias 2 e 5 de julho de 2018, em Braga, o maior evento de educação do ano em Portugal, a Conferência Internacional Making Learning Meaningful – Implications for Teachers Training. Este evento divide-se entre os dias 2 e 3 de julho em formato de conferência, no Forum Braga e 4 e 5 de julho em workshops nos Agrupamentos de Escolas Francisco Sanches e Maximinos em Braga.
Nesta conferência, cujo título em português significa “Aprendizagem com Sentido(S)”, debatem-se os desafios europeus colocados à educação em geral e aos professores em particular. O ponto de partida decorre de um estudo realizado em três países (Polónia, Portugal e Roménia), através do qual se procura responder à pergunta sobre o modo como as crianças e os jovens aprendem no século XXI, para se refletir de seguida sobre a formação dos professores, que tem sido continuamente identificada como prioritária, por diversos organismos nacionais e internacionais, reconhecendo-se que necessita de adequação face às novas realidades.
Programa da conferência aqui.
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Abr 05 2018
Chegou a falar-se que ia ser suspensa. de seguida soube de fonte segura que não, agora fica no meio termo e será facultativa.
Diploma apovado nesta quinta-feira estabelece que a adesão ao projecto será facultativa. Foram aprovadas também novas regras de acesso ao ensino superior dos alunos dos cursos profissionais.
A partir do próximo ano lectivo, todas as escolas poderão aderir ao projecto de flexibilidade curricular, que por agora tem estado a ser aplicado, em regime de projecto-piloto, em 225 estabelecimentos de ensino. A generalização deste regime a todas as escolas, embora com carácter facultativo, foi aprovada nesta quinta-feira em Conselho de Ministros.
“Alarga-se assim à escola pública uma ferramenta de trabalho que até aqui estava garantida apenas às escolas privadas”, frisou o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues. Em declarações aos jornalistas no final da reunião do Governo, o ministro considerou também que este modelo “é um importante instrumento de trabalho, de equidade e de promoção do sucesso escolar”.
1. Foi hoje aprovado, na generalidade, o Decreto-Lei que define os princípios de organização do currículo dos Ensinos Básico e Secundário, que será agora colocado em consulta pública.
Este diploma representa mais um passo na concretização de uma política educativa que garanta a igualdade de oportunidades, promovendo o sucesso educativo.
Nesse sentido, este decreto-lei vem conferir autonomia curricular às escolas, reforçando a flexibilidade dos currículos, de modo a que sejam aprofundadas e enriquecidas as aprendizagens essenciais. As principais alterações contidas neste diploma são:
– Adapta-se o currículo ao Perfil dos Alunos à saída da escolaridade obrigatória, como finalidade dos 12 anos de escolaridade;
– Generaliza-se a Autonomia e Flexibilidade Curricular, conferindo às escolas a possibilidade de gerir até 25% do tempo disponível, de forma não impositiva, adequando tempos, espaços e metodologias aos seus projetos curriculares;
– Eliminam-se instrumentos de dualização precoce, extinguindo-se os cursos vocacionais do ensino básico;
– Introduz-se no currículo a área de Cidadania e Desenvolvimento;
– Introduz-se flexibilidade no Ensino Secundário, dando aos alunos dos diferentes cursos e vias a possibilidade de permutar disciplinas;
– Eliminam-se os requisitos discriminatórios no acesso ao Ensino Superior dos alunos do Ensino Profissional e do Ensino Artístico especializado.
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Abr 05 2018
Muito se tem falado nos últimos dias sobre a desadequação dos programas de Matemática ao nível etário dos alunos e do elevado número de “chumbos” nesta disciplina e até já se pensa na mudança dos programas.
O quadro seguinte mostra esses maus resultados apresentados no último estudo da DGEEC sobre as classificações dos alunos por disciplina.
Julgo que este problema da Matemática não é de agora, é mesmo intemporal.
Eu próprio não sei se alguma vez passei nesta disciplina a partir do 1.º ano do ciclo preparatório. Andei sempre com negativa a Matemática até ao ensino secundário. Nessa altura para me livrar da Matemática fiz algo permitido na época que era pedir equivalência do curso diurno ao noturno. Assim, consegui livrar-me da Matemática definitivamente.
Curioso, não?
Apesar de não gostar da Matemática sempre me dei muito bem com os testes psicotécnicos do final dos ano 80 para aceder às formações financiadas pelos fundos comunitários. Era raro o concurso onde não ficava em 1.º lugar.
Não consigo dizer se hoje me faz falta algum conhecimento na área da matemática.
Tanto não falta que medi os resultados de todos os alunos da minha escola e é bastante curioso que a disciplina com melhores resultados no 1.º período no 5.º ano foi a disciplina de Matemática, com uma média de 3,63 valores.
E apetece-me dizer se estes resultados tiverem continuidade. Não mexam em nada, por favor.
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Abr 05 2018
Opinião – Incoerência nas políticas de ensino superior e ciência
(…) Mas não deixa de ser interessante a escolha da OCDE como instância de legitimação das políticas apresentadas, insistentemente presente nas notas introdutórias de quase todos os projetos de diploma apresentados. A OCDE é, reconhecidamente, o principal think tank internacional do projeto neoliberal: na economia, nas relações laborais, mas também na educação. A ironia é que o governo da geringonça, que se afirma de esquerda e adversário confesso das políticas neoliberais, tenha recorrido a essa legitimação (que, obviamente, não é “técnica” mas ideologicamente orientada). A OCDE não é a única organização internacional presente no espaço da “consultoria” internacional. Porque se omite sempre a UNESCO, com um imenso trabalho na educação superior desde há décadas? E porque não a UNESCO, que tem muito trabalho sobre educação superior? Será porque se teme que as recomendações não correspondam ao que se deseja? Para um ministro que se afirma pós-neoliberal (e alguns dos seus mais próximos que estiveram na génese dos diplomas em análise), não está nada mal a companhia assumida! (…)
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Abr 05 2018
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Abr 05 2018
Informa-se que está aberto o concurso de recrutamento de docentes para o ano letivo 2018/2019 nos seguintes grupos de recrutamento:
Os candidatos interessados deverão enviar o curriculum vitae e o certificado de habilitações para o seguinte e-mail: [email protected].
Ou através do preenchimento do seguinte Formulário de Candidatura.
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Abr 05 2018
Matemática prepara mudança de programa – Sociedade – Correio da Manhã
(…)
Jaime Carvalho e Silva, professor da Universidade de Coimbra, vai dirigir o grupo de trabalho incumbido pelo Governo de analisar os programas de Matemática e perceber o que corre mal no ensino da disciplina. O anúncio foi feito esta quarta-feira pelo secretário de Estado da Educação, João Costa, em Almada, no ProfMat2018, encontro de professores da disciplina. Ao CM, Carvalho e Silva afirmou que é inevitável mudar os programas introduzidos pelo anterior ministro, Nuno Crato. “O objetivo é fazer uma radiografia ao que está a acontecer na Matemática, mas os programas vão ter de mudar porque são um desastre e ninguém os consegue dar. Dizem coisas desajustadas para o nível etário e que os alunos não entendem. É como uma corrida de loucos em que nunca se chega ao fim, dizia-me há tempos um professor”, afirmou. O docente universitário garante que vai formar “um grupo pequeno” e que pretende celeridade: “As coisas estão más e temos de arrepiar caminho, não podemos demorar um ano, tem de ser um prazo razoável.” Lurdes Figueiral, da Associação de Professores de Matemática, lamentou o “tempo perdido”, defendendo que os programas já deviam ter mudado. João Costa lembrou que “os programas têm um mínimo de seis anos de vigência” e garantiu que não cometerá a “mesma ilegalidade” de Crato, que os alterou sem respeitar esse período. O secretário de Estado da Educação frisou ainda que os programas não mudarão já no próximo ano letivo.
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Abr 04 2018
Circo a mais, pão a menos
A 22 e 23 de Março, sob organização conjunta da OCDE, do nosso ministério da Educação e da Internacional da Educação, reuniram-se em Lisboa governantes e sindicalistas de cerca de 30 países. A cimeira (assim foi apodado o encontro) quis apurar o que fazer para que os professores se sintam bem no trabalho. Como se tal não estivesse, há muito, sobejamente identificado.
A propósito do acontecimento, Tiago Brandão Rodrigues afirmou ser “a ocasião para levar mais longe o nosso empenhamento com os co-autores das nossas políticas de educação, os professores”. Como se os professores fossem autores de políticas de que discordam e não simples executores, obviamente coagidos.
Num comunicado recentemente tornado público, professores socialistas exprimiram perplexidade perante o comportamento do Governo no actual contencioso com os sindicatos, comportamento esse que, afirmaram, não teve em conta “a necessidade do PS recompor as relações do Governo com os professores portugueses, depois de anos de ataque” aos mesmos. Estes professores referiram que o Governo não honrou o compromisso assinado em 18 de Novembro de 2017 e lembraram a resolução nº1/2018, aprovada na AR pelo PS, BE, PCP e PEV, que lhe recomendou a contabilização de todo o tempo de serviço. Mas o patusco Tiago não ouviu. Também a propósito do acontecimento, Andreas Schleicher, Diretor de Educação da OCDE, disse que Portugal constituía “um excelente exemplo de como os sistemas escolares podem progredir rapidamente para resultados educacionais melhores e mais equitativos, investindo nos seus professores”. É preciso não ter vergonha para dizer isto, depois de dois governos consecutivos que mais não fizeram que desinvestir e malhar nos professores e sentado ao lado de um ministro que lhes quer agora amputar das carreiras uma década de trabalho efectivamente prestado.
Nos últimos anos, nas suas habituais análises aos sistemas educativos, a OCDE começou a estabelecer conexões entre os resultados dos alunos e o bem-estar dos professores. No seu último inquérito sobre o tema, de 2013, Teaching and Learning International Survey, só 10% dos professores portugueses consideravam que a profissão era valorizada pela sociedade em geral. Mais recentemente, em 2016, a Fundação Manuel Leão apurou, também em inquérito, números preocupantes: um terço dos inquiridos deixaria de dar aulas, se pudesse; 35%, falando da sua relação com o trabalho, disseram-se exaustos e desesperados; 60% afirmaram que a desmotivação dos alunos cresceu. Igualmente em 2016, o oficial “Perfil do Docente” mostrou que 39,5% dos professores das escolas públicas tinham mais de 50 anos e só 1,4% estavam abaixo dos 30. A tudo isto acresce que 30% dos docentes portugueses são considerados sob burnout, devido à desmotivação e indisciplina dos alunos, à desconsideração profissional por parte do poder político e da sociedade em geral e ao agravamento das condições de trabalho, designadamente o elevado número de alunos por turma, o excesso de carga horária, a pressão para a obtenção de resultados a qualquer preço e o acumular de tarefas burocráticas sem sentido. Mas o distraído Andreas Schleicher disse o que disse. Porque não importa o pão, desde que se alimente o circo.
A diplomacia (ou a hipocrisia politicamente recomendável) a que os protocolos obrigam não chega para justificar o sorriso cúmplice e inapropriado exibido durante a cimeira pelo sindicalista que, na véspera, disse do Governo o que Maomé não disse do toucinho. Muito menos deixou bem o ministro anfitrião, que se comportou do mesmo modo, quando acabou de negar um regime especial de aposentação aos professores e lhes quer reduzir a dois dez anos de trabalho efectivo.
E lá ficaram, da cimeira em análise, mais três compromissos para cumprir o ritual das inutilidades hipócritas. Três compromissos (apoio às comunidades desfavorecidas, mais investimento e mais autonomia para as escolas e para os professores) que sim, se fossem cumpridos, mudariam muito. Mas que não, nada mudarão, porque apenas alimentam o circo, mas não dão pão.
In “Público” de 4.4.18
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Abr 04 2018
A proposta vai ser discutida na próxima sexta-feira 6 de abril, na Assembleia da República, no âmbito da Apreciação Parlamentar.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/04/Proposta-de-alteração-ao-15-2018.pdf”]
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Abr 03 2018
Isto do “reconhecido mérito” é complicado. Há a quem lhe seja reconhecido mérito sem o ter e quem o tem e não o vê reconhecido. Também há a quem tenha reconhecido o mérito por ter quem lho reconheça e quem não veja o mérito reconhecido por não ter quem lhe reconheça o tal mérito que tem. É tudo uma questão difícil… é como o povo diz.
Inspectores temem que novo modelo de avaliação das escolas seja parcial
…
Mas as regras estão prestes a mudar e as futuras equipas vão passar a integrar também “uma personalidade de reconhecido mérito com conhecimento do sistema educativo”, confirmou à Lusa o gabinete de imprensa do Ministério da Educação.
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Abr 03 2018
Mais uma recomendação… é como se fosse…
Resolução da Assembleia da República n.º 84/2018
Recomenda ao Governo a realização de um concurso interno antecipado de professores respeitando as regras gerais dos concursos
A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, recomendar ao Governo que realize um concurso interno antecipado de professores respeitando as regras gerais dos concursos.
Aprovada em 9 de fevereiro de 2018.
O Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues.
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Abr 02 2018
Susana Lopes, ex-diretora de Serviços Jurídicos e Contencioso, ex-diretora-geral da Administração Escolar assume em regime de suplência o cargo de Diretora da DGAE.
Susana Lopes é “detentora do curso das Artes dos Tecidos da Escola Artística António Arroio e do curso de complemento de formação da Universidade do Minho, fez a licenciatura em Direito na Faculdade de Direito de Lisboa, tendo exercido funções docentes nos ensinos básico e secundário entre os anos letivos 1980-1981 e 2000-2001 no ensino público, onde exerceu além da docência, vários cargos nas áreas da gestão e administração escolar”, em 2011 foi adjunta do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, Casanova de Almeida, tendo em 2015 sido designada chefe de gabinete desse governante.
Fica a anterior nomeação para poderem tomar conhecimento da nota curricular até então.
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Abr 02 2018
A listagem que a DGAE prepara pede o tempo de serviço dos docentes (todos do 4.º e do 6.º escalão, pasme-se), assim como as suas avaliações dos ciclos 2007/09, 2009/11 e do DR 26/2012, assim como outros dados relativos à formação e às aulas observadas.
Há docentes que mudaram ao 4.º e ao 6.º escalão em 31/12/2010 e como tal não reúnem o tempo de serviço para progressão ao 5.º e ao 7.º escalão mas também para estes docentes é necessário preencher todos os dados (pasme-se novamente).
Tendo em conta o número de vagas existentes para acesso ao 5.º e ao 7.º escalão, e como começo a acertar demasiadas vezes nos números, tenho sérias dúvidas que algum docente com menos de 1.521 dias de serviço no 4.º ou 6.º escalão, em 31/12/2010, e apenas com avaliação de Bom, possa progredir a um destes escalões.
Termina amanhã o prazo para submeter os dados de TODOS (pasme-se pela terceira vez) os docentes destes dois escalões e na segunda semana de Abril todos eles poderão ter acesso à lista de ordenação.
Mas como disse, se não tiverem 1.521 dias de serviço ou mais não contem muito ainda progredir este ano.
A aplicação das quotas para o BOM entrou em vigor em 01/09/2010 e quem perfez todos os requisitos após essa altura e até 31/12/2010 (4 anos serviço no escalão, aulas observadas no caso de subida ao 5.º escalão e 50 horas de formação). Como as vagas foram abertas para metade dos docentes nessas condições e entre Setembro e Dezembro apenas é possível fazer-se mais 122 dias de serviço. Somei aos 1460 dias de serviço metade desse tempo que dá os tais 1.521 dias. Lembro que o acesso a esses escalões é feito pelo tempo de serviço no escalão.
NOTA de dia 03/04/2018
Foi alterado o título do artigo com a contabilização correta daquilo que prevejo para o acesso ao 5.º e 7.º escalão, tendo em conta que as vagas anunciadas são para metade dos docentes em condições de progressão.
Também a DGAE efetuou uma alteração na aplicação de forma a tornar Não Aplicável todos os docentes que apenas mudam a partir de 2018 ou que mudam sem necessidade de vaga pela obtenção de uma avaliação de Muito Bom ou Excelente. Assim, o contexto dos vários “pasme-se” do artigo deixou se ser aplicável. 🙂
PS: Desconheço se foi pela leitura deste artigo que foram efetuadas estas alterações.
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Abr 02 2018
O que aqui foi publicado.
Antes não fosse.
Não sei se a razão pouco humanista para serem considerados apenas 2 Anos, 9 Meses e 18 dias dos 9 anos, 4 meses e 2 dias terá servido como justificação para o pedido de demissão verdadeiro da Diretora Geral da DGAE, ou se mais outras razões serviram para esse pedido
Mas uma coisa é certa.
Pouco humanista anda o governo com os professores. E isso é uma enorme verdade.
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Abr 02 2018
Numa fase que antecede os concursos, não sei se esta demissão vem atrapalhar os próprios concursos.
Após 3 anos e 5 meses, termino as minhas funções enquanto Diretora Geral da DGAE.
Solicitei a minha cessação de funções, a partir de 1 de abril.
Foram três anos em que me esforcei por imprimir na Missão da DGAE uma visão humanista.
…
Cordiais saudações pessoais,
Maria Luisa Oliveira
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Abr 01 2018
Ontem no Hard Club, quando ao mesmo tempo também tocavam os Machine Head, no Coliseu.
A noite do Porto, em sábado de Aleluia, tornou-se satânica…. 🙂
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Abr 01 2018
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Abr 01 2018
O Blog teve acesso a informação que durante a noite de ontem o governo reuniu secretamente com os sindicatos de professores com vista à pacificação das recentes ameaças dos sindicatos que se preparavam para colocar novamente na rua mais de 100 mil professores e que podia por em causa o término do ano letivo 2017/2018 com uma enorme greve às avaliações do 3.º período.
Pela informação recolhida, a reunião durou pela noite dentro e terminou apenas às 5 da manhã com o compromisso que seria dado aos professores todo o tempo congelado (incluindo o tempo congelado de José Sócrates).
António Costa, que também esteve presente não estava disposto a assumir os 2 anos, 4 meses e 2 dias do Engenheiro, pois considerava que estava prescrito esse tempo e até disse que os sindicatos podiam juntar esse pedido à operação Marques e esperar que a justiça daqui a 100 anos chegasse a uma conclusão.
Foi aí que Mário Nogueira levantou-se da cadeira (em modo segura-me que me atiro a ele) e disse ao primeiro ministro que em vez de 100 mil professores na rua que desta vez iam estar 300 mil (os filhos, os pais e os sogros) e que as escolas iam parar durante todo o 3.º período.
A geringonça que escutava por trás da porta discutia o que fazer perante tamanha ameaça.
Trocaram-se SMS entre os vários deputados da geringonça e os governantes que estavam nas negociações.
Quando as pizzas chegaram pelas 5 da manhã, uma dela trazia secretamente um recado.
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