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Quais são as condições para admissão ao concurso extraordinário de professores …?

Esta é uma resposta que ainda ninguém sabe dar e chegou-me a seguinte preocupação que vou deixar aqui no blog.

aqui disse que caso as regras do concurso externo extraordinário de 2018 fossem iguais às de 2017 nunca seria possível abrir um número de vagas não inferiores ao de 2017 (a Lei do OE para 2018 diz que a abertura de vagas nunca pode ser inferior ao concurso de 2017).

Da mesma forma que os critérios para a abertura de vaga ainda não são conhecidos, também não se conhece quem pode concorrer a este concurso externo extraordinário.

Mas fica aqui a preocupação de um leitor do blog.

 

 

Acerca das condições para admissão ao concurso extraordinário de professores que eu saiba, ainda nada se sabe!!!

Em contrapartida, uma vez aprovada a Lei nº 112/2017 que permite a vinculação de todos aqueles (exceto os professores do ensino básico e secundário) que ai exercem funções, é condição para vincular na função pública, tendo em consideração o seu  “Artigo 3.º Âmbito da regularização extraordinária: 1 — A presente lei abrange as pessoas a que se refere o n.º 1 do artigo 2.º que exerçam ou tenham exercido as funções em causa: a) No período entre 1 de janeiro e 4 de maio de 2017, ou parte dele, e durante pelo menos um ano à data do início do procedimento concursal de regularização (…)”.  Ora, tratando-se, ambos, de concursos para vinculação na Função Pública, não deverão ser “exigidos” diferentes requisitos, em particular, no que respeita ao tempo (365 dias) em que já se tenham exercido as funções em causa para que se possa concorrer.

Por outro lado, será que a vinculação pela Norma Travão se sobrepõe à vinculação através do extraordinário?  Nesse caso,  será limitada a escolha de preferências em relação ao grupo de recrutamento (para quem tem mais do que um grupo) e ao QZP de vinculação.

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Esquece…Quando Abrirem a Pestana é Demasiado Tarde

Esperem… E Verão Como Tudo Melhorará | O Meu Quintal

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Balanço a Mais de Meio Caminho da Geringonça Educativa

A boa leitura de sempre.

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Reforçada autoridade dos professores nas escolas dos Açores

Neste “país” anda-se muito à frente…

 

Reforçada autoridade dos professores nas escolas dos Açores

O Governo dos Açores aprovou hoje um decreto regulamentar reforçando o poder e a autoridade dos professores nas salas de aulas dos estabelecimentos de ensino do arquipélago.

O diploma regulamenta o procedimento para assistência jurídica ao pessoal docente da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário na Região Autónoma dos Açores.

Esta nova regulamentação tem como objectivo principal proteger a integridade do professor, física e moral, em caso de ofensa por parte de aluno ou de encarregado de educação, apoiando o exercício dos mecanismos judiciais ao seu alcance”.

Compete à Região Autónoma dos Açores suportar os encargos daí decorrentes nas situações em que estejam reunidos os requisitos para o efeito”.

“A assistência jurídica tem as modalidades de consulta jurídica e de apoio judiciário, aplicando-se aos processos judiciais em que os docentes sejam demandados ou demandantes por factos decorrentes do exercício de funções com alunos e encarregados de educação”, lê-se no diploma aprovado hoje pelo governo no Pico

“Desta forma, reforça-se também o princípio da autoridade do docente no seio da comunidade escolar”, conclui a nota governamental.

 

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O que assusta num Mundo Brilhante?

 

 

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Onde é que isto já se viu?…

 

Onde é que isto já se viu?…

E se isto passa a ser ”moda”? Se cada grupo de “gente” que queira reivindicar alguma coisa se organize e leva a “coisa” à Assembleia da República com o apoio da oposição? E se a oposição, por pirraça ou por querer tirar “lucros” políticos, lhes faça a vontade?

Mas onde é que isto já se viu?…

Um grupo de “gente” vinda de lado nenhum, conseguir enfrentar os todos poderosos de um Ministério? Isto até parece que é uma democracia. Mas em que país é que nós estamos?

Mas de onde é que saiu tal gente tão teimosa? Quem é que lhes disse que podiam ser assim tão teimosos? Como é que eles chegaram a este ponto? Porque é que foram subestimados?

E se isto “vira” moda? Este país transformava-se numa República das bananas. Qualquer dia ainda se forma algum grupo a exigir três dias de descanso semanal ou igualdade e equidade entre todos os residentes deste pedaço de terra. Se não temos cuidado ainda aparece alguém a exigir justiça…

Há que ter cuidado com esta gente. Há que passar a imagem que eles não conseguiram bem aquilo que conseguiram e que para o conseguirem o que conseguiram prejudicaram todos os outros. Os únicos responsáveis pela injustiça que vivem são eles próprios e mais ninguém.

Tem que se ter muito cuidado com esta gente. Qualquer dia ainda começar a dizer que as culpas são dos que governam isto tudo. Queres ver que estes não faltaram à aula onde se lecionou democracia participativa?

Haja paciência… um dia ainda vão dizer que isto é democracia.

(Cada um luta pelas suas razões. Cada um tem a sua noção de justiça. Cada um luta as suas lutas. Há que atribuir mérito a quem luta contra tudo e contra todos e consegue aquilo porque lutou. Quem é subestimado, muitas vezes, utiliza isso como arma. Quem consegue ganhar uma luta tão desigual não deve ser demonizado, deve servir como exemplo em tantas outras lutas. Não se trata do que ganharam, trata-se de como o ganharam. Pensem nisso…)

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