Junho 2016 archive

Eu Tenho Uma Teoria Sobre o Novo DOAL

Acho que ninguém no Ministério da Educação percebeu as fórmulas de Nuno Crato para a atribuição de créditos horários às escolas e simplificaram-no para uma fórmula que retira dezenas de horas de créditos.

 

CH = 7 x n.º de turmas -50 % do total de horas do artigo 79.º do ECD

 

Mas quase ninguém ainda se queixou disso.

E depois acusam-me de criticar este interesse todo que se passa à volta dos contratos de associação e das marchas em defesa da escola pública.

Defender a escola pública também é criticar este despacho e mostrar que ele é um enorme ataque a essa escola pública.

Mas sobre isso existe muito silêncio.

 

E para comprovar a minha teoria, no caso do DOAL de 2015/2016 ser mais favorável às escolas no que respeita aos créditos horários (e de certeza que é) pode ser feito requerimento dirigido à Diretora-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (estranho, porque deveria ser ao secretario de estado da educação, mas compreende-se porque deve ser a única que percebe de Matemática).

Resta saber qual o prazo de resposta que será dado a cada escola no caso de requererem esses créditos do ano passado. Ou, saber se o requerimento irá esbarrar no primeiro poste que for encontrado pelo caminho.

Era bom comparar por escola os créditos horários definidos no DOAL de 2015/2016 com o DOAL de 2016/2017.

E se alguma escola já fez essa comparação pode deixar esse números na caixa de comentários ou enviar-me por e-*********@***il.com“>mail.

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Blogosfera – O Meu Quintal

Por acaso já tinha visto este estudo e reparado no mesmo. Mas nada melhor que lerem o artigo do Paulo Guinote para que…

 

Tirem as Vossas Conclusões

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O Problema é Quando…

… escolas vizinhas pretendem fazer o mesmo para não perderem alunos para esta escola e não fazem o trabalho preparatório para que isto aconteça.

 

 

 

O professor que aboliu os TPC (e os exames, os chumbos, as campainhas…)

 

 

Adelino-Calado

 

 

Adelino Calado é diretor do Agrupamento de Escolas de Carcavelos, mas não é um diretor comum: pôs em prática medidas inovadoras que transformaram uma escola quase em extinção num sítio onde é bom aprender.

 

 

Cada segundo é o tempo de mudar tudo para sempre’, anuncia-se à entrada da Escola Secundária de Carcavelos. O seu diretor é um exemplo disto. Adelino Calado ficou conhecido como o diretor da ‘escola onde não se chumba’, embora afirme que as coisas não podem ser ditas assim.
Na direção do Agrupamento de Escolas de Carcavelos desde 2003, ‘orquestrou’ medidas como acabar com os TPC, eliminar os toques de entrada, esquecer os exames, admitir os telemóveis na aula, que mudaram totalmente a escola e os seus alunos. Mas diz que já faz isso ‘há anos’ e que ‘só agora é que parece que é novidade’.
Novidade ou não, é sempre bom falar em certos assuntos. Ele concorda. “Temos quase 2 mil alunos, 150 deles com necessidades especiais, muitos com subsídio, somos uma escola pública, e a prova de que com trabalho e criatividade se consegue resolver muitos problemas.” Faz questão de me mostrar a escola toda (agora deserta porque estamos nas férias da Páscoa). Subimos e descemos degraus (ele com mais ligeireza que eu, bem se vê que é de educação física). Aqui é a sala de física, ali o laboratório, aqui a sala de ensino especial, aqui a sala de ensino profissional artístico, aqui a biblioteca, aqui o pavilhão desportivo, aqui o campo de jogos, aqui onde se guardam os barcos (há uma escola de atividades náuticas). A cafetaria é enorme. Tem três micro-ondas. E televisões. Quero andar nesta escola. Posso vir aqui almoçar, ao menos?
Ele ri-se. Quando veio para cá, a escola não era nada bem frequentada. “Comecei a fumar para me enturmar com os ‘gangues’”, ri-se. Para ele, a relação com os alunos é a base de qualquer escola. “Hoje em dia, esta é a casa das crianças. Há miúdos que ficam aqui até à noite…” Mas nem todas as escolas são uma ‘casa’, como esta.

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Pela Escola Pública, Estamos Juntos?

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Publicada a Lei das 35 horas de trabalho

A lei n.º 18/2016, de 20 de junho que restabelece as 35 horas como período normal de trabalho na Função Pública foi hoje publicada em Diário da República, entra em vigor a partir de 01 de julho.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/06/35-horas.pdf”]

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Das Contas à Moda do Público

(…) O protesto de este domingo organizado pelo Defesa da Escola Ponto terá reunido cerca de 12 mil pessoas, segundo garante o movimento ao jornal “Público”. Já os números da PSP são bastante inferiores, apontando para sete mil. (…)”

 

E os espertalhões chutam para canto

 

Update:

resposta

(clicar na imagem para aceder ao artigo (N)Os Truques da Imprensa Portuguesa)

 

Update 2:

O Público caiu na ratoeira dos números – Aventar

 

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Edital – Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar

Clicar na imagem para ler o Edital do Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar.

Retirado daqui.

 

 

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E Onde Estão as Horas de Apoio Educativo do 1º Ciclo?

No Despacho Normativo 10-A/2015, de 19 de Junho estava previsto no Anexo E um número de horas fixo para os Apoios Educativos no 1º Ciclo de acordo com a dimensão do estabelecimento. 2 horas por turma para estabelecimentos com número igual ou superior a 250 alunos e 4 horas por turma para estabelecimentos com menos de 250 alunos.

 

ANEXO E

 

O direito à utilização das horas de AE só se verifica depois de, comprovadamente, se encontrarem esgotadas as horas disponíveis nos horários de trabalho dos docentes da escola e ainda subsistam alunos do 1.º ciclo do ensino básico que necessitem de apoio educativo.

A parcela AE da componente para atividade pedagógica do crédito horário calcula -se nos seguintes termos:

a) 2 horas por turma do 1.º ciclo de cada estabelecimento escolar que tiver um número de alunos deste nível de ensino igual ou superior a 250;

b) 4 horas por turma do 1.º ciclo de cada estabelecimento escolar que tiver um número de alunos deste nível de ensino inferior a 250.

As horas de apoio disponíveis utilizam-se apenas com base nas necessidades reais que em cada momento os alunos para o efeito identificados originam e têm como limite máximo o valor do crédito atrás mencionado.

 

O Despacho Normativo 4-A/2016, de 16 de Junho nada refere quanto a estes apoios a alunos do 1º ciclo do ensino básico.

Aliás, refere.

Diz o número 1 do artigo 9º no cálculo dos créditos horários.

 

1 — O crédito horário é determinado a partir do número de turmas existentes e de horas já disponíveis nos termos do artigo 79.º do ECD, de acordo com a seguinte fórmula:

CH = 7 x n.º de turmas -50 % do total de horas do artigo 79.º do ECD

 

E de seguida o número 2 diz o seguinte:

 

2 — Para efeitos de apuramento do cálculo a que se refere o número anterior são utilizadas as seguintes regras:

a) As turmas referidas na fórmula reportam aos três ciclos do ensino básico e ao ensino secundário, devendo ser consideradas todas as ofertas formativas independentemente do regime e da modalidade;

b) As horas do artigo 79.º do ECD são as referidas nos n.os 1 e 2 do citado artigo.

 

Como os docentes do 1º ciclo não têm redução da componente lectiva (com excepção daqueles que têm 60 ou mais anos de idade, independentemente do tempo de serviço), não vão entrar directamente no cálculo do Crédito Horário, mas será desse crédito que devem sair as horas para o apoio educativo aos alunos do 1º ciclo.

Se até aqui havia uma regra fixa que determinava o número de horas para os apoios educativos no 1º ciclo, com este novo despacho de organização do ano lectivo esse número fixo desaparece e não sei se melhorará ou não esse apoio.

Julgo que para salvaguarda uma possível redução dos créditos horários das escolas foi colocado o número seguinte no Despacho deste ano:

 

4 — No ano letivo 2016-2017, aos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas que, pela aplicação da fórmula do crédito horário constante do Despacho normativo n.º 10-A/2015, de 19 de junho, possam ter utilizado, comprovadamente, um número de horas, para efeitos da promoção do sucesso educativo dos alunos, superior ao que resulta da aplicação da fórmula constante do n.º 1, será autorizada a utilização do diferencial de horas em causa mediante requerimento dirigido à Diretora-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência

 

No caso do despacho deste ano resultar em crédito de horas inferior ao do ano passado é possível através de requerimento dirigido à Diretora-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência solicitar essa diferença de horas.

 

 

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Fico Contente Por Quase uma Centena de Milhar Tenha Estado Presente na Marcha Pela Escola Pública

Assim, prevejo que:

 

  • O número de alunos por turma seja reduzido já em 2016/2017;
  • Os projectos piloto para a municipalização desapareçam todos já em 2016/2017;
  • O modelo de gestão será revisto;
  • A burocracia nas escolas vai ser uma coisa do passado;
  • A valorização do papel do professor vai finalmente passar das palavras aos actos;
  • Mais financiamento será dado à educação no próximo orçamento de estado.

 

 

Porque afinal de contas todos os discursos do dia de ontem quiseram dar a entender que nada era contra o ensino privado, nem esta marcha era uma resposta às manifestações das escolas com contrato de associação.

Como nada mais há para falar sobre o dia de ontem, nem sobre as conquistas desta “grandiosa” manifestação, ficam apenas os ataques aos números divulgados pela comunicação social sobre o número de marchantes de ontem, em especial sobre o Jornal Público, num ataque pessoal à Clara Viana que tanto tem dado à informação sobre o tema da Educação nos últimos anos..

 

daniel oliveira

 

 

 

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Em Boa Verdade Se Diga que da Esquerda à Direita Toda a Gente Apoiou Esta Festa…

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(clicar na imagem para aceder à reportagem)

 

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Em Boa Verdade Se Diga que a Municipalização é o Fim da Escola Pública…

A Memória das Lutas | O Meu Quintal

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Da Manifestação em Defesa da Escola Pública

https://www.youtube.com/watch?v=9sxl_GHo9i8&feature=youtu.be

 

Mais de 80 mil pessoas saíram à rua em defesa da escola pública > TVI24
Milhares de pessoas concentradas no Marquês em defesa da escola pública > TVI24

Calor e Europeu não desmobilizam defesa da escola pública – RTP Notícias

Milhares de pessoas desfilam em defesa da Escola Pública – RTP Notícias

Presidente da Associação de Escolas Públicas critica partidos – RTP Notícias

Coimbra participa na manifestação em defesa da escola pública – RTP Notícias

Marcha pela escola pública sai hoje à rua em Lisboa – Sic Notícias

Angelina na manifestação errada e outras cinco histórias – Observador

Esquerda unida na rua pela defesa da escola pública – DN

Milhares na rua em defesa da escola pública – Renascença

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Estado financiou ensino privado com 4,4 mil milhões de euros nos últimos 16 anos

O Orçamento do Estado financiou o ensino básico e secundário privado com 4,4 mil milhões de euros, nos últimos dezasseis anos, segundo uma análise do economista Eugénio Rosa, hoje divulgada pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof).

 

Analisando dados dos relatórios do Orçamento do Estado desde 2001 a 2016, o economista mostra que as transferências para o ensino privado e cooperativo andaram, por ano, entre os 240 milhões de euros e os 362 milhões de euros.

No quadro da análise de Eugénio Rosa, que a agência Lusa consultou, 2010 é o ano com maior verba transferida para o ensino básico e secundário privado e cooperativo, com um montante de 362 milhões de euros.

De 2005 a 2010, as transferências de dinheiro estatal para os privados ascenderem sempre a mais de 300 milhões de euros, sendo os anos em que aquele montante foi maior.

“Para o Estado e para os contribuintes, significa a duplicação de custos”, escreve o economista, doutorado pelo Instituto Superior de Economia e Gestão e que é consultor da CGTP e da Federação dos Sindicatos da Função Pública.

Eugénio Rosa destaca ainda que, este ano, com o atual Governo, o financiamento público das escolas privadas aumentou relativamente a 2015, passando para 254 milhões de euros, em 2016, quando, no ano anterior, tinha sido de 239 milhões.

Na mesma análise, o economista recorda dados de uma auditoria realizada pelo Tribunal de Contas, em 2012, para apurar o custo por aluno no ensino básico e secundário.

Segundo esses dados, no ano letivo 2009/2010, o Estado gastou 4.522 euros por aluno no ensino privado: “Portanto, 52.887 alunos tiveram acesso a escolas privadas pagas pelo Estado”.

Nas escolas públicas, no mesmo ano, o custo por aluno foi de 3.890 euros e, mesmo adicionando acréscimos de custos de pessoal, financiado através dos contratos de associação, esse custo subiria para 4.415 euros.

 

O estudo do economista Eugénio Rosa está disponível aqui:

NO PERÍODO 2001/2016, O O.E. FINANCIOU O ENSINO PRIVADO COM 4.406 MILHÕES € E O CUSTO POR ALUNO NO ENSINO PRIVADO É SUPERIOR AO DO ENSINO PÚBLICO

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Idade dos Candidatos ao Concurso Externo 2016/2017 por Grupo de Recrutamento

Depois de ter feito o estudo às idades dos candidatos únicos ao concurso externo anual de 2016/2017 apresento estudo semelhante, mas desta vez por grupo de recrutamento.

Aqui mantêm-se as candidaturas duplicadas para se perceber quais os grupos de recrutamento onde existe uma média de idades mais elevada.

A moda na generalidade dos grupos situa-se entre os 35 e os 41 anos e apenas o grupo de recrutamento 200 – Português e Estudos Sociais tem uma moda abaixo dos 30 anos de idade.

Já os grupos 430 e 560 apresentam maiores ocorrências acima dos 46 anos de idade dos candidatos.

 

Lista provisória_Página_1 Lista provisória_Página_2

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Dizem que a Esquerda Defende a Escola Pública…

O exemplo que me chegou por e-mail e vem do Seixal (câmara CDU) é este.

 

 

Território educativo da Amora (Seixal) – onde não se constrói uma  escola desde os anos 80, apesar de ter mais de 30% dos alunos matriculados no 1º Ciclo do Ensino Básico do Seixal
1177 alunos em horário duplo

CAF não comparticipado: mensalidades de 110 euros
Onde um aluno para frequentar a escola pública, paga mais do que as propinas de Medicina.

Se tanto apregoam os 40 anos da Constituição, ENTÃO CUMPRAM-NA

 
Imaginem como estaria o País se esquerdas destas governassem as suas autarquias.
Apetece mesmo dizer. Façam uns contratos de associação no Seixal e a escola pública assim melhora num instantinho.

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Os Exames de Hoje

3.º Ciclo do Ensino Básico

 

Português-91
9.º Ano / 1.ª Fase
17.06.2016, 09:30

 

Ensino Secundário

 

Física e Química A-715
11.º Ano / 1.ª Fase
17.06.2016, 09:30

 

 

Geografia A-719
11.º Ano / 1.ª Fase
17.06.2016, 09:30

 

 

História da Cultura e das Artes-724
11.º Ano / 1.ª Fase
17.06.2016, 14:00

 

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Blogosfera – O Meu Quintal

A distracção sobre o tema da escola pública depois dá nisto.

 

 

E Mantiveram os 10 Alunos!

 

 

Como já tinha escrito quando se falou nisto, uma boa ideia pode ser estragada quando se submete à lógica do Tio Patinhas. Até agora tínhamos uma hora por semana para cada aluno de tutoria; a partir do próximo ano temos quatro horas semanais para dez alunos (artigo 12º do despacho normativo n.º 4-A/2016) o que significa o aumento da produtividade, pois dá uma média de 2,5 alunos por cada hora investida pelo ME na “promoção do sucesso escolar” por esta via.

É hábil esta forma de dar a entender que se melhora aquilo que se acabou de piorar, prestando um pior serviço aos alunos, pois estes são aqueles que exigem um trabalho mais individualizado, diferenciado e quantas vez privado (só quem anda nas escolas percebe isso), e ainda conseguindo sacar umas horas aos professores tutores.

Bravo ministro Tiago, até porque a FNEprof aplaudirá (resta saber se com o Mário Nogueira a fazer discurso amanhã a este propósito), mais aqueles que gostam de fogo de pólvora seca, comprada aos lotes de 10 sacas.

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No concurso de professores só há 13 candidatos com 22 anos de idade

No jornal público de hoje referência ao estudo apresentado ontem no blog sobre a idade dos candidatos ao concurso externo.

 

As contas foram feitas por Arlindo Ferreira, autor do blogue DeAr Lindo, que se especializou em estatísticas da educação. No outro extremo, com 60 ou mais anos, existem 164 candidatos, dos quais quatro concorreram para o pré-escolar e o 1.º ciclo, ou seja, para ensinar os alunos mais novos, e cinco candidataram-se a dar aulas de Educação Física.

 

(clicar na imagem)

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

O Estado ao serviço de interesses privados e de uma religião? – PÚBLICO
A conclusão do ensino secundário e o acesso ao ensino superior – PÚBLICO
Diário do aluno: A educação não é para ensinar, mas para “despejar conteúdos” – PÚBLICO

Fenprof: Marcha em defesa da escola pública será feita com todos e contra ninguém | Diário Digital
Três comboios pela escola pública até Lisboa
“Para nós, esta medida [de dar turmas à escola pública] é bem-vinda”
Estado paga 107 milhões a colégios – Correio da Manhã
Açores criam “percurso intermédio” para alunos do 12.º ano com disciplinas em atraso – RTP Notícias
Açores 24Horas – Programa “Apoio mais – retenção zero” já se encontra regulamentado –
Municípios acusam ministério de “chantagem” na requalificação de escolas – PÚBLICO

Final do ano letivo 2015-2016 com mudanças previstas a partir de setembro » Educare – O Portal de Educação

Livro “Pedagogias de Mediação Intercultural e Intervenção Social” apresentado na ESECS

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João Ruivo: Opinião – Professor: um herói social

JR

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Professores Contratados Discriminados!

 

contratados

 

O SPZN tem recebido ao longo dos tempos inúmeras queixas de professores contratados, aos quais é recusada a inscrição na Caixa Geral de Aposentações (CGA).

Conhecemos de perto esta situação, dado o número de queixas que desde há muito nos chegam por parte dos nossos sócios que se deparam com a recusa da manutenção da sua inscrição na CGA.

Tendo, desde a primeira hora, denunciado esta situação, tivemos agora conhecimento do entendimento que é feito pela Provedoria de Justiça, que reforça e demostra aquela que é a nossa exigência.

O SPZN congratula-se com a tomada de posição do Senhor Provedor de Justiça, em que chama a atenção da Exma. Senhora Secretária de Estado da Segurança Social, para a necessidade de serem emitidas orientações à CGA para manter a inscrição dos docentes com contratos anuais.

Na defesa dos legítimos interesses dos professores, urge regularizar esta situação!

O SPZN tudo continuará a fazer no sentido da resolução urgente desta situação, pelo que solicitamos a todos os sócios que verifiquem estar nesta situação e que ainda não tenham contactado os serviços do SPZN, o façam através das nossas sedes regionais, para poderem ser informados sobre os procedimentos a realizar.

SPZN | 2016-06-14

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Portugal, um País a Encolher

No público de hoje.
E mesmo ao lado desta notícia uma outra com a referência à idade dos candidatos ao concurso externo apresentada ontem aqui no blog.

 

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Pais defendem que poupança nos contratos seja investida no público

(…)A Federação Regional de Lisboa das Associações de Pais (Ferlap) defendeu hoje que o dinheiro poupado com a redução de turmas com contratos de associação nos privados seja investido na escola pública, “que bem precisada está”.

A Ferlap é uma das promotoras da manifestação que se realiza no sábado à tarde em Lisboa em defesa da Escola Pública, uma iniciativa que surgiu depois de o Ministério da Educação (ME) ter decidido rever os contratos de associação celebrados com os privados e ter anunciado a redução de financiamento por existir oferta pública de qualidade na zona.

Sublinhando que nada tem contra os estabelecimentos de ensino particulares nem contra os contratos de associação, a Ferlap defende que a aposta deve ser feita na Escola Pública, a única que pode garantir “uma escola de qualidade, universal e gratuita” e que “as verbas poupadas com o fim dos Contratos de Associação, desnecessários, sejam investidas na beneficiação da Escola Pública, que bem precisada está de investimento em meios humanos e materiais”.

Para aqueles encarregados de educação, ainda existem muitas escolas “sem as condições necessárias para que as aulas sejam ministradas com o mínimo de qualidade”, ainda há escolas com turmas enormes, com poucos professores e funcionários, onde faltam técnicos ou, quando existem, “são manifestamente insuficientes para o número de alunos”.

Os casos de indisciplina e violência também são apontados pelos pais, que sublinham que “na sua grande maioria são residuais”, assim como o fenómeno do insucesso e abandono escolar, “que está a ser combatido com sucesso em algumas Escolas Públicas”.

Apesar dos problemas, acreditam que a melhor opção é sempre a Escola Pública, por ser a que garante igualdade.

“Sabemos que esta igualdade no acesso, não significa, na prática, igualdade de oportunidades para o bom desempenho escolar, ainda há muito trabalho a ser feito nesse sentido. No entanto, sabemos ser este o caminho a seguir para um Portugal mais desenvolvido”, defendem em comunicado enviado para a Lusa.

O dinheiro poupado com a redução de turmas deve ser investido na Escola Pública, mas esta mudança deve ser feita com cuidado: “A redução de turmas deve ser aplicada de forma conscienciosa e segundo critérios rigorosos que impeçam que seja cometido qualquer tipo de erro que promova a injustiça ou que provoque a sobrelotação das Escolas Públicas ou ainda que impeça ou atrase as obras previstas para as Escolas Públicas a receber as turmas dos anteriores Contratos de Associação”. (…)

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Paulo Guinote: Opinião – Os Indesejados

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Aposta Para Hoje

… para 24 milhões.

 

 

euromilhoes 17 junho

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