… se a marcha do desemprego habitual, prevista para o dia 1 de Setembro, à porta dos Institutos de Emprego já está agendada?
E já não contabilizo as largas dezenas de docentes que entre 2009 e 2015 vincularam através de recurso hierárquico por erros do MEC e que acresceram às vagas indicadas nos avisos de abertura.





19 comentários
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Se dessem a reforma aos 36 anos de serviço, sem penalizações, o desemprego docente seria bem menor.
Sem qualquer dúvida.
Mas onde se vai buscar o dinheiro para pagar as novas reformas?
Se houvesse emprego para os profs novos estes descontariam , como nós fazemos para os que já se reformaram. E já pensou na qualidade do ensino com professores cada vez mais velhos?
A reforma de um professor custa quase 3 mil euros. Um professor novo desconta menos de 200 euros. Faça as contas…
Se vamos a pensar assim nunca iremos ter reforma porque o problema dos descontos manter -se-á.Trabalharemos até cair para o lado. E a qualidade do ensino não o preocupa?
Onde é que eu disse que não me preocupava?
Só que tenho de ser realista.
Ou seja, se a CE não tivesse obrigado o estado português (na altura com o PAF no poder) a vincular docentes com contratos sucessivos ( vulgo norma-travao ) nunca teríamos a hipótese de ver este post publicado.
Espero em 2017 retratar este post.
Ele já está errado à partida. ´Leia o meu outro comentário.
Isto não é um concurso a ver quem vincula mais. O que interessa é que as vagas necessários vão para quem merece e não para quem fez quase todo o seu tempo de docência no ensino privado pois como se sabe para entrar nessas escolas não passou por nenhum concurso minimamente escrutinado. Extraordinários nunca mais!
Que nojo de artigos políticos!
Até parece que foi o PSD o responsável pelas vinculações! Na verdade foram uns tantos professores, assumidos à esquerda, a processarem esse governo e a ganhar direito a essas vinculações!
Por isso este artigo não passa de uma porcaria de dados colados com cuspe no teto, vindos de uns desesperados de direita na caça ao clique!
Oh Filipe, então mas entraram no quadro ou não? Importa saber quem os lá colocou… sim, mas que entraram… entraram.
Entraram os que entraram.
E os que não vincularam, porque mudaram de grupo ou porque tiveram o azar de ter horários incompletos? Muitos NUNCA INTERROMPERAM contratos e têm mais do que 15/ 20 anos de serviço.
É preciso ainda lembrar que muitos destes eternos contratados, para além de não terem tido acesso a essa vinculação, FORAM ULTRAPASSADOS por professores dos colégios que, apenas com 365 dias, vincularam.
De quem é a responsabilidade da não vinculação destes contratados?
Curioso o Psd e o cretino Crato deram tacho aos colégios de contrato de associação e aos pobres contratados.Enquanto os palhaços sociais-democratas estiveram no governo houve sempre concursos externos extraordinários para os excelentíssimos contratados.Esperemos que o PS quebre a arrogância destes priviligiados desde 2006 os contratados.Os tipos do quadro já estão habituados a nem terem uma esmola mínima.Pode ser que acabem as renovações.
Oh marmelo, vai ao psiquiatra e trata-te . Pode ser que ainda haja solução para o teu problema…
Isto está a tornar-se no blogue do Ramiro – parte 2.
Quem não gosta de ver os dados ou apenas detesta os contratados e todos o foram um dia… que não leiam estes artigos. Ora bolas gentinha mesquinha!
Os concursos externos extraordinários foram a maior fraude de sempre pois ao não terem regras mínimas de acesso (tempo de serviço necessário no publico muito reduzido) permitiram a vinculação de centenas de professores vindos quase diretamente do ensino privado. A norma travão veio trazer alguma normalização ao sistema pois implica pelo menos 5 anos sucessivos no público.
Concordo.
Eu e muitos colegas continuamos ainda contratados, porque as vagas que surgiram nos concursos extraordinários foram maioritariamente para professores com muitos anos de serviço no privado e APENAS COM 365 NO ENSINO PÚBLICO.
Este ano, mais uma avalanche de professores do privado fizeram-nos voltar a descer nas listas graduadas…. o que significa que, muito provavelmente, nem como contratados arranjaremos trabalho.
Esta foi a linda herança que o Crato nos deixou.
Ainda não vi nenhum sindicato a defender estes professores que, além do azar nos concursos, têm sido sistematicamente ultrapassados…
É revoltante e imoral.