Posso Perguntar?

… se a marcha do desemprego habitual, prevista para o dia 1 de Setembro, à porta dos Institutos de Emprego já está agendada?

E já não contabilizo as largas dezenas de docentes que entre 2009 e 2015 vincularam através de recurso hierárquico por erros do MEC e que acresceram às vagas indicadas nos avisos de abertura.

 

 

2006-2016-2

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19 comentários

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    • maria on 9 de Junho de 2016 at 17:55
    • Responder

    Se dessem a reforma aos 36 anos de serviço, sem penalizações, o desemprego docente seria bem menor.

      • Agnelo Figueiredo on 9 de Junho de 2016 at 18:13
      • Responder

      Sem qualquer dúvida.
      Mas onde se vai buscar o dinheiro para pagar as novas reformas?

        • maria on 10 de Junho de 2016 at 20:21
        • Responder

        Se houvesse emprego para os profs novos estes descontariam , como nós fazemos para os que já se reformaram. E já pensou na qualidade do ensino com professores cada vez mais velhos?

          • Agnelo Figueiredo on 10 de Junho de 2016 at 23:24

          A reforma de um professor custa quase 3 mil euros. Um professor novo desconta menos de 200 euros. Faça as contas…

          • maria on 12 de Junho de 2016 at 19:46

          Se vamos a pensar assim nunca iremos ter reforma porque o problema dos descontos manter -se-á.Trabalharemos até cair para o lado. E a qualidade do ensino não o preocupa?

          • Agnelo Figueiredo on 12 de Junho de 2016 at 23:33

          Onde é que eu disse que não me preocupava?
          Só que tenho de ser realista.

  1. Ou seja, se a CE não tivesse obrigado o estado português (na altura com o PAF no poder) a vincular docentes com contratos sucessivos ( vulgo norma-travao ) nunca teríamos a hipótese de ver este post publicado.

    1. Espero em 2017 retratar este post.

        • Filipe Tuga on 9 de Junho de 2016 at 22:57
        • Responder

        Ele já está errado à partida. ´Leia o meu outro comentário.

        • mariana2 on 11 de Junho de 2016 at 13:09
        • Responder

        Isto não é um concurso a ver quem vincula mais. O que interessa é que as vagas necessários vão para quem merece e não para quem fez quase todo o seu tempo de docência no ensino privado pois como se sabe para entrar nessas escolas não passou por nenhum concurso minimamente escrutinado. Extraordinários nunca mais!

    • Filipe Tuga on 9 de Junho de 2016 at 22:54
    • Responder

    Que nojo de artigos políticos!
    Até parece que foi o PSD o responsável pelas vinculações! Na verdade foram uns tantos professores, assumidos à esquerda, a processarem esse governo e a ganhar direito a essas vinculações!

    Por isso este artigo não passa de uma porcaria de dados colados com cuspe no teto, vindos de uns desesperados de direita na caça ao clique!

      • Moimeme on 10 de Junho de 2016 at 9:25
      • Responder

      Oh Filipe, então mas entraram no quadro ou não? Importa saber quem os lá colocou… sim, mas que entraram… entraram.

      1. Entraram os que entraram.
        E os que não vincularam, porque mudaram de grupo ou porque tiveram o azar de ter horários incompletos? Muitos NUNCA INTERROMPERAM contratos e têm mais do que 15/ 20 anos de serviço.
        É preciso ainda lembrar que muitos destes eternos contratados, para além de não terem tido acesso a essa vinculação, FORAM ULTRAPASSADOS por professores dos colégios que, apenas com 365 dias, vincularam.
        De quem é a responsabilidade da não vinculação destes contratados?

    • marmelo on 10 de Junho de 2016 at 1:36
    • Responder

    Curioso o Psd e o cretino Crato deram tacho aos colégios de contrato de associação e aos pobres contratados.Enquanto os palhaços sociais-democratas estiveram no governo houve sempre concursos externos extraordinários para os excelentíssimos contratados.Esperemos que o PS quebre a arrogância destes priviligiados desde 2006 os contratados.Os tipos do quadro já estão habituados a nem terem uma esmola mínima.Pode ser que acabem as renovações.

      • Moimeme on 10 de Junho de 2016 at 9:17
      • Responder

      Oh marmelo, vai ao psiquiatra e trata-te . Pode ser que ainda haja solução para o teu problema…

    • Marta on 10 de Junho de 2016 at 9:19
    • Responder

    Isto está a tornar-se no blogue do Ramiro – parte 2.

    • Moimeme on 10 de Junho de 2016 at 9:21
    • Responder

    Quem não gosta de ver os dados ou apenas detesta os contratados e todos o foram um dia… que não leiam estes artigos. Ora bolas gentinha mesquinha!

    • Verdade on 10 de Junho de 2016 at 17:22
    • Responder

    Os concursos externos extraordinários foram a maior fraude de sempre pois ao não terem regras mínimas de acesso (tempo de serviço necessário no publico muito reduzido) permitiram a vinculação de centenas de professores vindos quase diretamente do ensino privado. A norma travão veio trazer alguma normalização ao sistema pois implica pelo menos 5 anos sucessivos no público.

    1. Concordo.
      Eu e muitos colegas continuamos ainda contratados, porque as vagas que surgiram nos concursos extraordinários foram maioritariamente para professores com muitos anos de serviço no privado e APENAS COM 365 NO ENSINO PÚBLICO.
      Este ano, mais uma avalanche de professores do privado fizeram-nos voltar a descer nas listas graduadas…. o que significa que, muito provavelmente, nem como contratados arranjaremos trabalho.
      Esta foi a linda herança que o Crato nos deixou.
      Ainda não vi nenhum sindicato a defender estes professores que, além do azar nos concursos, têm sido sistematicamente ultrapassados…
      É revoltante e imoral.

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