Se Fosse o Senhor dos Passos a Repetir Isto …

… a Catarina Martins e o Jerónimo ficariam muito ofendidos por se incentivar os professores portugueses a arranjar trabalho lá fora.

 

Professores de português podem ter emprego em França, diz António Costa

 

 

costa

 

E o ponto que António Costa mais salientou desse balanço foi o compromisso feito pelo Presidente francês nas celebrações do 10 de Junho, na Câmara de Paris, de desenvolver o ensino da língua portuguesa em França. “É muito importante para a difusão da nossa língua. É também uma oportunidade de trabalho para muitos professores de português que, por via das alterações demográficas, não têm trabalho em Portugal e podem encontrar trabalho aqui”, afirmou Costa em declarações aos jornalistas, no Grand Palais, no centro de Paris, onde visitou, com Marcelo, a exposição do pintor Amadeo de Souza-Cardoso.

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14 comentários

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  1. O que é que o c* tem a ver com as calças?

    • Jose Santos on 13 de Junho de 2016 at 13:17
    • Responder

    Bom até já parece o correi da mañana tirar frases para fora do contexto e fazer este título é um pouco vergonhoso

      • farinhadomesmosaco on 13 de Junho de 2016 at 15:08
      • Responder

      Não é não… É tudo farinha do mesmo saco, mas uns são de uma cor mais amiga….

    • csousa on 13 de Junho de 2016 at 15:48
    • Responder

    Uma
    coisa é dizer aos desempregados que emigrem.. outra é convidar
    professores a integrarem o ensino de português em escolas noutros
    países…

      • paulo dias reis on 13 de Junho de 2016 at 23:42
      • Responder

      Uma coisa é o “desapareçam daqui” do Passos Coelho outra é o “ando a ver se consigo trabalho para vocês (é longe mas é o que se arranja)” do Costa.

      • Agnelo Figueiredo on 14 de Junho de 2016 at 2:59
      • Responder

      Ora exactamente! Só falta a mãozinha do PS no final do seu comentário.

    • Luis on 13 de Junho de 2016 at 17:32
    • Responder

    Não há relação possível entre as duas situações, o contexto e a forma como António Costa disse aquilo é completamente diferente. É o mesmo que estar a comparar toucinho com água de colónia.

      • Agnelo Figueiredo on 14 de Junho de 2016 at 3:01
      • Responder

      Não, não há qualquer relação. Um disse que havia oportunidades pelo mundo fora. O outro restringiu-as a França. Não há comparação possível. Até porque o segundo chefia um governo de esquerda, pá!!!

    • ferpin on 13 de Junho de 2016 at 18:00
    • Responder

    Comparar o outro que mandava os arlindos em horário zero e os desempregados sair da sua zona de conforto (confesso que nesse período o arlindo não parecia nada confortável com a situação), com a hipótese aventada por este de uma maior possibilidade de empregos para professores em França para quem não tem trabalho em Portugal (felizmente o arlindo e restantes horário-zero estão agora mais confortáveis pois acabou a famigerada mobilidade, que no fundo era sinónimo de despedimento sem indemnização) é uma comparação um pouco inadequada.

    • Lurdes Ferreira on 13 de Junho de 2016 at 22:33
    • Responder

    Dei aulas de Português na região de Paris, de 1990 a 93. Quando cheguei, éramos 300, quando regressei a Portugal éramos 150! Agora, se forem 60 ou 70, já serão muitos! E, sim, o EPE tem de ser valorizado, mas não apenas confinado aos luso-descendentes! Veja-se o percurso feito pelo Espanhol (ou Castelhano) como língua estrangeira e a triste sina do Português! É só encher a boca com “a terceira língua europeia mais falada no mundo”, “a quarta da Internet”, blá, blá, mas nem se encontra um manual de jeito para os estrangeiros e, em termos de recursos digitais, o que se encontra é mau e, mesmo assim, é brasileiro!

      • Paula Marques on 15 de Junho de 2016 at 8:55
      • Responder

      Infelizmente tenho de concordar com a colega. Existem escolas privadas em França onde o português lecionado é o português do Brasil. Julgo que isto é vergonhoso. Acho que os nossos governantes deveriam fazer algo sobre isto pois a língua mãe é nossa. O ensino de EPE tem vindo a diminuir imenso. Assistimos nos últimos anos a um desinvestimento estatal do que eu considero uma obrigação nacional. O ensino de português deveria ter um maior empenho do estado e verifico que nos últimos anos, o número de lugares a concurso para EPE são cada vez mais reduzidos.

    • Ar feio on 14 de Junho de 2016 at 15:52
    • Responder

    ferpin • há um dia
    Comparar o outro que mandava os arlindos em horário zero e os desempregados sair da sua zona de conforto (confesso que NESSE PERÍODO O ARLINDO NÃO PARECIA NADA CONFORTAVEL COM A SITUAÇÃO),…(felizmente o arlindo e restantes horário-zero estão agora mais confortáveis pois acabou a famigerada mobilidade, que no fundo era sinónimo de despedimento sem indemnização) é uma comparação um pouco inadequada.
    … ou parafraseando o poeta, “Arranjam-se os tachos, perdem-se as vontades”.

    1. És tão ingénuo em pensar que a mobilidade especial desapareceu.

        • paulo dias reis on 14 de Junho de 2016 at 21:15
        • Responder

        Olá Arlindo.
        És um tipo porreiro que ao longo dos anos foi granjeando o respeito da malta.
        Nos últimos tempos, fazes lembrar um pouco aquele Ramiro de má memória para muitos de nós.
        Apesar da decepção, e com o devido respeito pelos dois, pareces menos interessado em arranjar tacho. Mas que fica a nódoa, lá isso fica.
        Um abraço.

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