Se Houver Coerência

Acabe-se então com todo o tipo de contratos onde exista oferta da rede pública.

 

 

Estado financia metade dos alunos do privado

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Dados estatísticos revelados pelo Ministério mostram que 45% dos estudantes do privado dependem de financiamento estatal. Em 334 mil alunos, 150 mil recebem apoios.

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5 comentários

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    • Pois on 13 de Junho de 2016 at 19:31
    • Responder

    Arlindo… Prometeram-te um lugar num desses colégios ou um tacho num hipotético regresso da PAF???

    Estes artigos parecem escritos por alguém bipolar! Que pouca qualidade em tão poucas palavras… é impressionante.

    • José Corceiro on 15 de Junho de 2016 at 11:30
    • Responder

    O difícil é definir “onde há escola pública”. Aqui na minha aldeia (freguesia de Sta Joana – Aveiro) querem mandar os miúdos para sítios no fim do mundo!! Outra coisa que acho engraçada neste tema é que, após a pouca vergonha socrática do Parque-Escolar, muitas das escolas públicas têm mais de privado do que os colégios, custando-nos os olhos da cara. Já agora, e porque é o exemplo que conheço, o Colégio D. José I em Sta Joana – Aveiro, foi criado em 1997 nesta freguesia por convite do próprio estado. Na altura era visível a necessidade premente da criação de uma escola naquela zona, para não obrigar os alunos a deslocações complicadas para a freguesia de Esgueira (até porque as escolas dessa freguesia estavam superlotadas). Como não havia dinheiro nos cofres do estado, foi um privado que já tinha uma escola em Coimbra que acabou por investir, com esforço, na construção de um edifício novo. O estado poupou nesse investimento e resolveu o problema. Por este exemplo que conheço relativamente bem, diria que o dinheiro é muito mais bem gerido aqui do que nas escolas de gestão pública. Digo-o sem preconceitos e apenas porque sei qual é o esforço enorme que a instituição revela para oferecer um ensino de qualidade a todos, incluindo alunos de etnia cigana que nunca se adaptaram à escola pública “mais próxima”. Sou professor do público mas tenho amigos nesta instituição e conheço-a bem e concluo com o seguinte: é mesmo fácil manipular um povo quando ele está à “rasca”, a História prova-o.

      • Ao José on 15 de Junho de 2016 at 16:47
      • Responder

      Antes as deslocações eram mais difíceis, hoje com os transportes que temos essas freguesias estão perto o suficiente para não justificar duplicação de custos. É ridículo falar dessas distancias e depois comparar com o que é normal fazer em várias aldeias de tras os montes ou do alentejo. A instituição privada se quer candidatar-se a financiamento publico tem que ser no âmbito de uma necessidade a que este não consiga dar resposta. Eu como contribuinte recuso-me a pagar uma escola em cada bairro para comodismo de alguns!

      • Ao José on 15 de Junho de 2016 at 16:50
      • Responder

      Se foi levada a cabo a reorganização do ensino publico juntando escolas e criando agrupamentos e mega-agrupamentos para não duplicar custos, como é que ninguém fez nada para evitar estes duplos financiamentos envolvendo privados?!

      • lololol on 15 de Junho de 2016 at 17:44
      • Responder

      Llololol… “querem mandar os miúdos para escolas no fim do mundo” É mesmo conversa para quem não conhece. Como se não houvesse escolas ali perto. Parece até que está a falar duma região do interior… Para quem não conhece, Sta Joana fica às portas de Aveiro (a 5 minutos, se tanto) e não faltam escolas ali perto. Além disso, uma boa parte dos alunos desse colégio nem sequer é ali da zona. Pode ter a certeza que terão lugar numa escola perto da sua residência.
      É o típico comentário de quem trabalha no público e tem os filhos no privado… enfim…

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