Este é o busílis da questão…
Para quando uma verdadeira reforma, onde os apoios serão dados pela verdadeira insuficiência económica?
Para quando a verificação do património imobiliário e mobiliário, contas nos estrangeiro e compras efetuadas com cartões?
Para quando a obrigação de serem colocados os Nº de Contribuinte em todas as compras?
Quem tiver acesso a este PS que faça chegar estas dicas… o orçamento de estado agradece…
Já agora consultem o gráfico e vejam quem paga impostos… Funcionários públicos + funcionários das empresas públicas e grandes empresas e o resto é só a sacar…
E pensava eu que a melhor coisinha melhor que havia por aí eram as escolas estatais… “, as únicas capazes de “garantir igualdade de oportunidades”…
… e afinal a Sr. Secretária de Estado tem as meninas no Colégio Alemão!
Poderei deduzir que a Sr.ª Secretária de Estado não deseja o melhor para as suas filhas e, por conseguinte, decidiu sujeitá-las a uma escola inferior à escola estatal?
Ou poderei inferir que Sr.ª Secretária de Estado, dada a falta de vagas nas escolas estatais, sacrificou a formação dos seus rebentos para assim sobrarem 2 lugares nas escolas estatais para crianças que necessitam de “iguais oportunidades”?
Ou será que, sendo as filhas da Sr.ª Secretária de Estado, provenientes de uma família com um estatuto social menos favorecido, necessitam mais do conhecimento de línguas estrangeiras do que as restantes crianças? Talvez que o seu futuro seja o da emigração de mala de cartão, pobres coitadas.
???????????????????? A sua argumentação não passa de puro ressabiamento, com o devido respeito. Não faz qualquer sentido!
No entanto, deixo-lhe um desafio: Quem financia o EPE no estrangeiro? Quem frequenta as escolas de curriculo português em Angola, Moçambique, Timor, p.ex.?
Asseguro-lhe que não há, da minha parte, qualquer ressabiamento. Não, estudo, não trabalho e não tenho filhos em escolas com contrato de associação, e muito menos qualquer interesse pessoal nesse tipo de instituição.
Sou defensor da escola estatal, mas não vejo é o que ela tem a perder com a convivência de outras escolas. A diversidade não faz mal a ninguém.
Acho que aqueles que andam por aí a dizer mal dos privados para defender os públicos, esses sim inferiorizam a escola estatal.
Permita-me apenas que registe a contradição entre aquilo que a Sr.ª Secretária de Estado defende e aquilo que ela escolhe para as suas filha.
Parece, então, que são uns bons milhares de famílias a “fazerem batota”!!!!!! E é um facto que a fazem, principalmente os que trabalham por conta própria, que declaram muitas vezes apenas o ordenado mínimo! Toda a gente sabe… Toda!
Neste país os que pouco têm são os que mais pagam. É do conhecimento geral que muitos fazem uso da “contabilidade criativa” para obter benefícios à custa de outros. Quando estudei numa universidade pública requeri ajuda financeira para pagamento das propinas e tive oportunidade de ver alunos que recebiam uma bolsa mensal de quase 400 euros e não tinham vergonha de entrar (todos os dias!) no parque de estacionamento da universidade a conduzir automóveis topo de gama. O apoio que eu recebia mal dava para pagar o passe combinado de autocarro e comboio e ainda que quisesse ir de automóvel, não o podia fazer pois o meu agregado familiar apenas tinha um automóvel (utilitário) e não havia dinheiro suficiente para pagar o combustível. Isto é o que ainda acontece atualmente!!!!
Por tudo isso sou a favor do cruzamento de dados sobre o património dos agregados familiares a fim de acabar com todas estas injustiças.
Eu tenho exatamente o mesmo problema temos rendimento de 2000€ mensais brutos no mês e a pagar pelos 2 filhos 540€! Provavelmente irão para o ano para o público. Feitas simulações só com 15 filhos estaríamos no escalão 1 ou com 1200€ mensais brutos! É uma tristeza este país!
8 comentários
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Este é o busílis da questão…
Para quando uma verdadeira reforma, onde os apoios serão dados pela verdadeira insuficiência económica?
Para quando a verificação do património imobiliário e mobiliário, contas nos estrangeiro e compras efetuadas com cartões?
Para quando a obrigação de serem colocados os Nº de Contribuinte em todas as compras?
Quem tiver acesso a este PS que faça chegar estas dicas… o orçamento de estado agradece…
Já agora consultem o gráfico e vejam quem paga impostos… Funcionários públicos + funcionários das empresas públicas e grandes empresas e o resto é só a sacar…
E pensava eu que a melhor coisinha melhor que havia por aí eram as escolas estatais… “, as únicas capazes de “garantir igualdade de oportunidades”…
… e afinal a Sr. Secretária de Estado tem as meninas no Colégio Alemão!
Poderei deduzir que a Sr.ª Secretária de Estado não deseja o melhor para as suas filhas e, por conseguinte, decidiu sujeitá-las a uma escola inferior à escola estatal?
Ou poderei inferir que Sr.ª Secretária de Estado, dada a falta de vagas nas escolas estatais, sacrificou a formação dos seus rebentos para assim sobrarem 2 lugares nas escolas estatais para crianças que necessitam de “iguais oportunidades”?
Ou será que, sendo as filhas da Sr.ª Secretária de Estado, provenientes de uma família com um estatuto social menos favorecido, necessitam mais do conhecimento de línguas estrangeiras do que as restantes crianças? Talvez que o seu futuro seja o da emigração de mala de cartão, pobres coitadas.
Fico a pensar…
???????????????????? A sua argumentação não passa de puro ressabiamento, com o devido respeito. Não faz qualquer sentido!
No entanto, deixo-lhe um desafio: Quem financia o EPE no estrangeiro? Quem frequenta as escolas de curriculo português em Angola, Moçambique, Timor, p.ex.?
Asseguro-lhe que não há, da minha parte, qualquer ressabiamento. Não, estudo, não trabalho e não tenho filhos em escolas com contrato de associação, e muito menos qualquer interesse pessoal nesse tipo de instituição.
Sou defensor da escola estatal, mas não vejo é o que ela tem a perder com a convivência de outras escolas. A diversidade não faz mal a ninguém.
Acho que aqueles que andam por aí a dizer mal dos privados para defender os públicos, esses sim inferiorizam a escola estatal.
Permita-me apenas que registe a contradição entre aquilo que a Sr.ª Secretária de Estado defende e aquilo que ela escolhe para as suas filha.
Andas desesperado, tem calma que isso passa.
Parece, então, que são uns bons milhares de famílias a “fazerem batota”!!!!!! E é um facto que a fazem, principalmente os que trabalham por conta própria, que declaram muitas vezes apenas o ordenado mínimo! Toda a gente sabe… Toda!
Neste país os que pouco têm são os que mais pagam. É do conhecimento geral que muitos fazem uso da “contabilidade criativa” para obter benefícios à custa de outros. Quando estudei numa universidade pública requeri ajuda financeira para pagamento das propinas e tive oportunidade de ver alunos que recebiam uma bolsa mensal de quase 400 euros e não tinham vergonha de entrar (todos os dias!) no parque de estacionamento da universidade a conduzir automóveis topo de gama. O apoio que eu recebia mal dava para pagar o passe combinado de autocarro e comboio e ainda que quisesse ir de automóvel, não o podia fazer pois o meu agregado familiar apenas tinha um automóvel (utilitário) e não havia dinheiro suficiente para pagar o combustível. Isto é o que ainda acontece atualmente!!!!
Por tudo isso sou a favor do cruzamento de dados sobre o património dos agregados familiares a fim de acabar com todas estas injustiças.
Eu tenho exatamente o mesmo problema temos rendimento de 2000€ mensais brutos no mês e a pagar pelos 2 filhos 540€! Provavelmente irão para o ano para o público. Feitas simulações só com 15 filhos estaríamos no escalão 1 ou com 1200€ mensais brutos! É uma tristeza este país!