… daqueles que me continuam a acusar de estar contra os docentes em Mobilidade por Doença.
Em primeiro lugar nunca ninguém me poderá acusar disso, pois terei sido dos poucos que na defesa desses professores conseguiu dar a voz em alguns locais.
O grupo de DCE não colocados em 2011 pode confirmar isso mesmo. Se pesquisarem artigos de 2011 podem ver o que sempre achei sobre a Mobilidade por Doença. Nenhum docente devia estar impedido de estar próximo dos tratamentos que necessita.
Mas o que se coloca em causa não é a Mobilidade destes docentes para escolas que sejam próximas do seu tratamento, é mais do que isso.
É o uso de uma Mobilidade que vai colocar em causa os lugares de outros docentes.
Em todos os artigos que me referi à Mobilidade por Doença deste ano coloquei um único problema que foi a antecipação dos deferimentos dessa mobilidade. Nunca disse que estes docentes não deviam ter esta mobilidade, poderei ter dito que a mesma devia ser antecipadamente comprovada, mas isso acho que todos concordam.
Agora acusarem-me de estar contra esta mobilidade é algo que me irrita, porque sempre considerei que essa mobilidade devia ser autorizada, independentemente de haver lugar na escola ou não.
E é por ai que continuo a debater-me. A Mobilidade por Doença não devia ocupar lugares das necessidades transitórias e os horários a pedir pela escola não devia ter em conta essas colocações.
Raios! Chego a perder a paciência para aqueles que beneficiam da Mobilidade por Doença e no seu perfil de Facebook mostram em fotografia um passeio pelos quatro cantos do mundo. E ainda por cima são alguns desses os que me acusam de andar a promover a instabilidade sobre este assunto.
Por favor, se usam a mobilidade por doença não abusem nos vossos perfis de Facebook de fotos nos vários resorts espalhados pelo mundo. Mostrem-se doentes também ai.
Porque ser doente apenas 11 meses pode e deve dar suspeição sobre essa mobilidade.
Já para não falar dos que mudam a residência fiscal dos ascendentes na véspera dos concursos.
Podem cair-me em cima à vontade, mas sobre justiças não me vão dar nenhuma lição.




