Os Sem Escola…

Continuam as queixas dos encarregados de educação dos alunos que têm de transitar dos colégios com contratos de associação para as escolas da rede pública. Parece que em alguns casos este processo não está tão bem organizado como foi anunciado.

Estes alunos são bem vindos à escola pública, mas convém que, rapidamente, limem as arestas que se encontram lascadas…

 

(clicar para ouvir as declarações dos E.E.)

https://soundcloud.com/s-nia-sousa-ricardo/alunoscolegiostoandre

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Termina hoje o Concurso de Mobilidade Interna

O concurso de MI termina hoje às 18:00 horas.

Para os esquecidos ou mais distraídos fica a nota que, é necessário submeter a candidatura e não apenas finalizar as diversas etapas.

 

 

 

 

 

 

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INÍCIO DO PROCEDIMENTO TENDENTE À ELABORAÇÃO DE PORTARIA QUE CRIA UMA EXPERIÊNCIA-PILOTO DE ENSINO A DISTÂNCIA, NO ÂMBITO DA OFERTA FORMATIVA DO ENSINO SECUNDÁRIO NA MODALIDADE DE ENSINO RECORRENTE

Foi dado início ao procedimento conducente elaboração de portaria que cria uma experiência-piloto de ensino a distância, no âmbito da oferta formativa do ensino secundário na modalidade de ensino recorrente, a iniciar no ano letivo de 2016-2017.

Os interessados têm 10 dias a contar de 29 de julho para se constituírem como tal.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/08/ensino-distancia.pdf”]

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As boas intenções da Assembleia da República nas Recomendações ao governo

Foi publicada em Diário da República a resolução do Parlamento com Recomendações ao Governo em diversas áreas. Ficam aqui as respeitantes às áreas de Educação e Qualificação.

Resolução da Assembleia da República n.º 154/2006

 

C — Nas áreas da educação e qualificação:

1 — Definir no PNR objetivos que concretizem uma educação de infância para todos, mecanismos de prevenção precoce, a diversidade de percursos vocacionais, a autonomia das escolas, a formação na vida ativa, a reversibilidade das opções por trajetos profissionalizantes e a permeabilidade entre percursos, designadamente:
a) Estabelecimento de um plano de investimentos a quatro anos, em parceria com as autarquias, com vista à introdução gradual da universalidade da educação pré-escolar aos três anos de idade, através de um sistema descentralizado, autónomo, baseado na articulação com a oferta do setor privado com e sem fins lucrativos;
b) Promoção de mecanismos de sinalização precoce dos alunos em risco de insucesso escolar ao nível do 1.º ciclo, bem como o ajustamento e incremento do sistema de incentivos na atribuição de créditos horários para este fim;
c) Estabelecimento de uma política de contratualização da autonomia das escolas como via de atribuição de competências em áreas que lhes permitam desenvolver um projeto próprio;
d) Articulação entre o sistema de qualificação e o mercado de trabalho, permitindo o ajustamento da rede de oferta às necessidades territoriais efetivas, combatendo as ineficiências entre a organização da oferta, as características dos formandos e as necessidades do mercado de trabalho.
2 — No eixo da redução do insucesso e abandono escolares:
a) Dar cumprimento à Lei n.º 65/2015, de 3 de julho — primeira alteração à Lei n.º 85/2009, de 27 de agosto, que estabelece a universalidade da educação pré-escolar a partir das crianças de quatro anos de idade;
b) No seguimento deste cumprimento, estabelecer um calendário concreto do ano de implementação da universalidade aos três anos, avaliando a possibilidade de tal ocorrer em 2017/2018, recorrendo à colaboração das autarquias, à mobilização dos setores público, social e privado, com e sem fins lucrativos, por forma a ultrapassar a carência de lugares disponíveis nos estabelecimentos públicos de educação e cuidados pré -escolares;
c) Reforçar a autonomia das escolas na definição dos instrumentos e dos planos de redução do insucesso e abandono escolares e dar continuidade ao processo de contratualização da autonomia das escolas em graus crescentes de autonomia, de acordo com os resultados obtidos e respeitando o princípio de tratar de forma diversa o que é diferente;
d) Prosseguir nas políticas implementadas no objetivo de reduzir o número de turmas do 1.º ciclo com alunos a frequentar diferentes anos de escolaridade (turmas mistas);
e) Apostar na formação contínua de professores, virada para a cultura pedagógica, a gestão da sala de aula nas suas diferentes componentes e as estratégias de combate ao insucesso escolar, bem como para uma atualização sobre metas, programas e currículos;
f) Criar equipas multidisciplinares orientadas para o apoio sociopedagógico e acompanhamento educativo, prevenção de comportamentos de risco e para a orientação escolar e profissional, as quais, para além do apoio direto aos alunos, às escolas e às famílias, estabelecerão ligações privilegiadas com os serviços sociais públicos e as comissões de proteção de crianças e jovens;
g) Dar atenção à qualidade dos profissionais da educação especial, quer através de um maior investimento na formação contínua, quer pelo maior rigor da sua formação especializada inicial;
 h) Antecipar o planeamento das necessidades das escolas, de forma a garantir a colocação dos docentes, dos técnicos e dos profissionais de educação especial a tempo de poderem preparar cada ano letivo.

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RESULTADOS NACIONAIS DAS PROVAS DE AFERIÇÃO – Comunicado de Imprensa

O IAVE divulgou os resultados da Provas de Aferição através de um comunicado de imprensa a 18 de julho. Fica aqui o comunicado (clicar na imagem).

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Desempenho de funções inspetivas, em regime de comissão de serviço, por um ano (domicilio profissional em Lisboa, Porto ou Coimbra) – IGEC

Os “candidatos” a desempenho de funções inspetivas, em regime de comissão de serviço, também já estão a ser notificados.

 

Desempenho de funções inspetivas, em regime de comissão de serviço, por um ano (domicilio profissional em Lisboa, Porto e Coimbra).

 

  1. Atendendo às necessidades da IGEC, por grupo de recrutamento e por área territorial de inspeção, e tendo em conta os seis postos de trabalho disponíveis, o requisito de posse de grau de doutor ou mestre e as manifestações de interesse apresentadas e a sua incidência geográfica, está em curso a formulação de uma  proposta às tutelas, para posterior aprovação.

 

  1. Os docentes a  constarem da proposta (dos Grupos de Recrutamento 100, 330, 500, 510 e 910) já foram preliminarmente informados; caso a proposta mereça concordância das tutelas, a mesma será divulgada, no site da IGEC.

 

  1. Finalmente, dá-se conta, também, que estamos a desenvolver as diligências necessárias, junto das entidades competentes, por forma a procedermos à abertura de um procedimento concursal para a carreira especial de inspeção da IGEC, ainda no decurso do presente ano.

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Desempenho de funções técnico-pedagógicas em regime de requisição – IGEC

Começaram a ser enviados mail s aos interessados que manifestaram interesse em desempenhar funções técnico-pedagógicas de apoio à atividade inspetiva.

 

Desempenho de funções técnico-pedagógicas, em regime de requisição, por um ano, nas instalações da IGEC (Lisboa)

  1. Atendendo às necessidades da IGEC, por grupo de recrutamento,  e tendo em conta os dois postos de trabalho disponíveis, a formação pós-graduada relevante e as manifestações de interesse apresentadas, está em curso a formulação de uma  proposta às tutelas, para posterior aprovação.
  2. Os docentes a constar da proposta (dos Grupos de Recrutamento 330 e 910) já foram preliminarmente informados; caso a proposta mereça concordância das tutelas, a mesma será divulgada, no site da IGEC.
  3. Finalmente, dá-se conta, também, que estamos a desenvolver as diligências necessárias, junto das entidades competentes, por forma a procedermos à abertura de um procedimento concursal para a carreira especial de inspeção da IGEC, ainda no decurso do presente ano.

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LISTAS PROVISÓRIAS DO CONCURSO EXTERNO MADEIRA

Concurso para recrutamento e seleção de pessoal docente, da educação dos ensinos básico e secundário e do pessoal docente especializado em educação especial na Região Autónoma da Madeira (externo) – Ano escolar 2016/2017

 

Oficio Circular
Lista ordenada provisória de candidatos admitidos (01/08/2016)
Lista ordenada provisória de candidatos excluídos (01/08/2016)
Formulário de reclamação

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Aposta para Hoje

… para 15 milhões.

 

euromilhoes 2 agosto

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Resultados da Provas de Aferição

De acordo com os dados revelados pelo IAVE, há uma maior consistência nos bons resultados a Português, melhores do que os obtidos a Matemática, com uma maior percentagem de alunos a demonstrar conseguir responder às questões de acordo com o esperado ou com falhas pontuais.

 

Apenas 16,9% dos alunos do 8.º ano de escolaridade conseguiram responder de acordo com o esperado nas perguntas relativas a gramática que constavam da prova de aferição de Português, realizada em Junho passado. E só 22,8% o fizeram na parte relativa à leitura. Estas percentagens sobem para 63,6% e 59,7% entre os alunos do 2.º ano de escolaridade, segundo os resultados nacionais das provas de aferição divulgados nesta segunda-feira.

Ao contrário dos exames, que deixaram de existir no 4.º e 6.º ano de escolaridade, as provas de aferição não contam para a nota final dos alunos. Este ano foram feitas em 56% das escolas. No próximo ano lectivo a sua realização será obrigatória para todos os alunos do 2.º, 5.º e 8.º ano de escolaridade.

O que os resultados nacionais mostram, para já, é que à medida que os alunos progridem de ano, existe uma tendência para se agravarem as suas dificuldades tanto a Português como a Matemática. No caso da primeira disciplina, a percentagem dos que conseguiram responder sem dificuldades às componentes de gramática e leitura no 5.º ano desceu para 30,9% e 50,5%, respectivamente.

(clicar na imagem) in Público by Clara Viana

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Fundação Bissaya Barreto – Concurso para admissão de 1 Professor do 3º ciclo do ensino básico – Espanhol

A Fundação Bissaya Barreto, em Coimbra, procura contratar um  Professor do 3º ciclo do ensino básico – Espanhol.

 

Fica o link para quem estiver interessado. (clicar na imagem)

 

 Fundação Bissaya Barreto

 

 

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A loucura da ICL começa a ficar esclarecida…

Houve docentes QA/QE que foram colocados o ano passado em Mobilidade Interna na 1ª e na 2ª prioridade que foram indicados pela sua escola de provimento para serem candidatos obrigatórios à Mobilidade Interna.

Há que esclarecer o seguinte, os agrupamentos de provimento, procederam em conformidade com a legislação em vigor, notificando esses docentes de que não tem componente letiva para lhe atribuir e, nesse contexto, teriam de se apresentar à mobilidade interna. No entanto, atendendo a que o AE/ENA de  colocação em 2015/2016, em 2.ª prioridade, tem componente letiva para lhes atribuir, em conformidade com o ponto C.1.4 da Nota Informativa da Mobilidade Interna 2016/2017, mantêm-se no AE/ENA de colocação, não se podendo apresentar como candidatos a Mobilidade Interna 2016/2017. Deste modo, os candidatos QA/QE deverão cruzar as informações provenientes de ambas as escolas, de forma a poderem saber se são ou não opositores a este concurso.

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Lista Provisória de Colocação do Procedimento Concursal para o Cargo de Leitor

 

Informam-se os candidatos colocados que têm 3 dias úteis, contados a partir das 13.00H de 1 de agosto de 2016 até às 13.00H de 4 de agosto de 2016 – para aceitarem a colocação para o endereço eletrónico [email protected]

Na ausência de aceitação no prazo acima referido, fica a colocação sem efeito sendo o candidato retirado da lista unitária de ordenação final. A 4 de agosto de 2016 será disponibilizada a lista de colocação.

Lista provisória de colocação

 

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Nota Informativa – Contratação de Escola Recrutamento de docentes para lecionação do Ensino Artístico Especial

A aplicação já se encontra aberta.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/08/Nota-Informativa-–-Contratação-de-Escola_-Recrutamento-de-docentes-para-lecionação-do-Ensino-Artístico-Especial.pdf”]

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Zero multas a pais por indisciplina dos filhos…

… até hoje. O que não quer dizer que de hoje para amanhã não aconteça. A crescente indisciplina em sala de aula e em todo o contexto escolar podem, um dia, levar a medidas mais extremas, mas por agora não… tentam-se outros meios.

 

O Ministério da Educação (ME) reconheceu que nenhuma coima foi aplicada aos pais, desde que aquela possibilidade entrou em vigor, no ano lectivo 2012/13. Mesmo assim, adiantou ao PÚBLICO, “não estão previstas iniciativas imediatas de revisão da lei”.

 

(clicar na imagem) in Público by

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Mobilidade Estatutária, nova atualização – 01/08/2016

Art.º 68.º b) – Nova atualização

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Para Variar…

…ocorreu um erro na aplicação.

 

erro mpd.

 
ADENDA: Pelas 11 da manhã a aplicação começou a funcionar. No entanto fica mais uma vez o reparo ara os problemas da aplicação quando se inicia uma nova fase concursal.

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Evolução da reposição de vencimento…

Assistimos a “altos e baixos”, no exemplo que seguimos… vão-se dando aumentos e retiradas conforme o escalão de IRS que se atinge… vamos ver em outubro qual será o resultado da reposição de vencimento, no exemplo que estamos a seguir desde o início do ano…

 

Docente no 2º escalão, índice 188, casado e com dois dependentes.

 

março

 

 

abril

 

maio

 

julho

 

 

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Nota Informativa do Pedido da Mobilidade por Doença

 

Nota Informativa do Pedido de Mobilidade por Doença que decorre até às 18 horas do dia 5 de Agosto

 

Nota Informativa – Pedido de Mobilidade por Doença 2016-2017-001 Nota Informativa – Pedido de Mobilidade por Doença 2016-2017-002

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Mobilidade por Doença – Começa hoje o período…

… de Elaboração do Pedido e Upload do Relatório Médico.

De 1 a 5 de agosto.

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Pedido da Mobilidade por Doença

Ao longo desta semana é possível efectuar o pedido da Mobilidade por Doença e a aplicação para esse efeito já se encontra aberta.

Entre o dia 8 e o dia 12 é a fase da validação e a comprovação dos dados.

 

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Alunos, docentes, pessoal não docente e estabelecimentos de educação e ensino, em Portugal e no Continente (2000/01 – 2014/15)

No século XXI apenas se regista um aumento do número de crianças a frequentar a educação pré-escolar e por conseguinte o número de educadores de infância.

Todos os restantes números baixaram.

 

Quadro geral do relatório estatísticas da educação 2016.

números gerais

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Educação em Números 2016

A DGEEC divulga a publicação “Educação em Números 2016”. Esta publicação inclui informação estatística oficial referente às diferentes modalidades de educação e formação, compreendendo a educação pré-escolar e os ensinos básico e secundário. São apresentados dados evolutivos de 2000/01 a 2014/2015 relativos a crianças, alunos, recursos humanos, estabelecimentos de educação e ensino e modernização tecnológica.

 

Clicar na imagem
educação em numeros 2016

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“Em Portugal chumba-se muito?” Um mito ou a pura verdade?

O ComRegras já nos vem habituando aos seus estudos e análises. Desta vez fica só a análise do estudo ontem apresentado pela DGEEC.

Eu até posso estar enganado, mas fazendo a média dos 4 ciclos de ensino dá um valor de 89,6% de sucesso… Mais uma vez posso ser eu que estou enganado, mas cometendo o vício de utilizar a escala escolar, 89,6% é praticamente excelente, claro que dizer que 10,4% dos alunos que ficaram retidos é “excelente” possa parecer um bocado exagerado ou politicamente incorreto, os números são os números e parecem-me francamente positivos. Pena não ter os dados da OCDE para fazer a comparação, a seu tempo ficarão disponíveis.

Isto tudo para abordar a questão que muito se tem falado, a transição vs retenção vs facilitismo vs aprendizagem. Talvez seja eu que estou mais uma vez enganado, mas não seria melhor andarmos a debater aquilo que os alunos realmente sabem, as metas de aprendizagem, seus currículos, metodologias de ensino e cargas letivas excessivas, em vez do carimbo passou/chumbou? É que por aquilo que estou a ver, o grande problema não está na reprovação excessiva…

Caiu um mito?

Taxa-de-tansição_conclusão

 

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Menos Alunos, Escolas e Professores

Portugal perdeu mais de metade das escolas públicas em 15 anos

 

Ensino privado conseguiu aumentar número de estabelecimentos e também de alunos. Estatísticas revelam ainda envelhecimento da classe docente.

 

menosprofessores

 

O país perdeu mais de metade das escolas públicas nos últimos 15 anos,mostram as mais recentes estatísticas do Ministério da Educação, divulgadas nesta sexta-feira. Já os colégios privados, pelo contrário, aumentaram, ainda que ligeiramente.

“É natural, uma vez que os estabelecimentos públicos são muito mais numerosos, estando espalhados por todo o país”, observa o presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, recordando que encerrar todas as escolas com menos de 21 alunos foi uma opção política com prós e contras, mas assumida nos últimos anos.

No ano lectivo de 2000/01 havia aulas em 17.141 escolas, 14.533 das quais da rede pública, enquanto na rede privada funcionavam 2608 colégios. No último ano lectivo para o qual há dados disponíveis, o de 2014/15, regista-se um decréscimo de cerca de 58% nos estabelecimentos públicos, que ficaram reduzidos a 6161 escolas.

Já o ensino particular apresenta um saldo positivo, ao subir, entre 2000/01 e o ano lectivo de 2014/15, para 2737 escolas em funcionamento. Só entre 2013/14 e o ano lectivo seguinte desapareceram 414 escolas públicas — e este nem sequer foi o valor mais elevado dos últimos anos.

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Como Avalio Este Ministério da Educação?

Depois da reunião entre Ministério da Educação e Sindicatos chegamos praticamente ao fim do ano lectivo e importa agora fazer um pequeno balanço deste mandato de Tiago Brandão à frente do Ministério da Educação.

As expectativas para a sempre difícil pasta da educação eram altas e o facto de termos um Ministro jovem com esta difícil tarefa criou algum alento na classe docente.

O mandato praticamente começou com a anulação de algumas medidas inúteis de Nuno Crato que criavam grande contestação.

A anulação da PACC, não sendo de sua autoria, acaba por marcar esse ponto de viragem, seguiu-se depois a anulação da BCE para 2016/2017 e a eliminação dos exames de 4º e 6º ano, sendo que para este ano apenas existiu voluntariamente para que o diploma não ser vetado pelo Presidente da República, ao mesmo tempo foram introduzias as provas de aferição nos 2º, 5º e 8º anos, também voluntariamente para este ano lectivo.

À anulação da BCE atribuo nota 5 ao Ministério da Educação. Esta é sem dúvida uma medida inteligente que vai permitir uma abertura do ano lectivo 2016/2017 sem problemas de maior. A dança de cadeiras que existia com uma panóplia de concursos em simultâneo provocava um atraso inútil na colocação de professores. Mas veremos o que será negociado em Setembro no novo diploma de concursos para ver se esta coragem toda terá ou não continuidade.

Sobre a anulação de alguns exames e a introdução de provas de aferição já atribuo uma nota inferior e não é negativa porque existiu para este ano um regime de voluntariado quer para exames quer para provas de aferição. Foi pena não se deixar tempo de debate para que a decisão fosse feita junto da comunidade educativa. Aqui um 3 baixinho. Se a decisão final fosse a mesma e tivesse havido este debate daria um 4 ou um 5.

Outra grande medida emblemática deste ministério foi a quebra de contratos de cooperação para turmas em início de ciclo com uma grande quantidade de escolas particulares. Apesar de ser compreensível que não deva haver contratualização com escolas particulares onde o serviço público exista, julgo que foi uma decisão muito precipitada e sem grande estudo dos impactos que podem vir com esta decisão. Tenho a certeza que o principal objectivo que o Ministério da Educação queria atingir (redução de despesa) vai produzir uma situação inversa (aumento de despesa). Pela coragem mostrada nesta área dou positiva, nota 4, pelo processo dou negativa, nota 2.

Não há muito mais a avaliar até aqui e o que se prevê que venha para 2016/2017 será alvo de avaliações futuras. O sucesso dos alunos parece estar garantido com a introdução de mecanismos que vão falsear a avaliação dos alunos nos anos intermédios de ciclo e vamos lá ver se mesmo nos anos terminais do 1º e 2º ciclos os alunos vão estar sujeitos a algum tipo de retenção, porque nos últimos tempos têm-se voltado a discutir  o preço das retenções e as metas orçamentais para 2017 não devem melhorar em relação a 2016.

A minha avaliação final é positiva, mas tanto pode cair para negativa como subir para um bom e tudo depende como a educação venha a ser tratada a partir de Setembro e do peso que Tiago Brandão vai ter junto do Governo para aumentar as verbas da educação no próximo orçamento de estado.

 

Deixem aqui a vossa nota e se quiserem podem também dar a vossa opinião na caixa de comentários.

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Reuniões da FNE e FENPROF com o ME

FNE reuniu com Ministro da Educação para apontar próxima agenda negocial

 

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No quadro das reuniões periódicas de balanço do funcionamento do sistema educativo, a FNE reuniu hoje com o Ministro da Educação.
Neste encontro de trabalho, foi feita uma retrospetiva de algumas das questões mais significativas que marcaram o ano letivo que agora está a terminar, tendo sido referido que ficaram resolvidas algumas das matérias que constavam do caderno reivindicativo da FNE e que tinham maior urgência, pelo seu impacto negativo entre os profissionais da educação. Embora a FNE tenha registado que nalguns casos não se tomaram as decisões mais aprofundadas que reclamava, ficou entendido que em relação a algumas delas os processos negociais a desenvolver ao longo do próximo ano letivo as vão acolher.

Assim, a reunião serviu também para que a FNE elencasse as matérias prioritárias que entende deverem ser integradas nos próximos processos negociais, embora o Ministério da Educação não tenha demonstrado na oportunidade condições para um agendamento preciso com vista à resolução dos problemas identificados.

Desde logo, a FNE considerou ser urgente o início do processo de negociação com vista à revisão do regime de concursos, eliminando os fatores de distorção e injustiça que ainda se mantêm, e especificamente em relação à norma-travão (e o direito à vinculação dos docentes que acumulam contratos sucessivos) e à dimensão dos quadros de zona pedagógica. Da parte do Ministério da Educação, houve disponibilidade que este processo possa ser lançado a partir de outubro.

Depois, para a FNE, torna-se essencial intervir de uma forma clara em relação ao estabelecimento de um regime específico de aposentação dos docentes, tendo em conta o especial desgaste e a diversidade de situações de exercício profissional. Esta questão integra ainda a extensão excessiva da duração da carreira e a necessidade de se estabelecerem mecanismos de redução da componente letiva por efeito conjugado da idade e do tempo de serviço. O Ministério da Educação limitou-se a referir as dificuldades orçamentais e financeiras atuais para poder avançar neste domínio.

A FNE referiu também a excessiva carga de trabalho em que os professores estão envolvidos, a qual precisa de ser reenquadrada, tanto mais que se comprova que o tempo normal de trabalho é largamente excedido em resultado de uma variedade de necessidades que ultrapassam em muito o que são as tarefas de relação com os alunos, e que são muitas vezes procedimentos administrativos e burocráticos que deveriam ser realizados por outros trabalhadores. Esta matéria deverá ser tratada ao nível de uma intervenção que permita a correta distribuição do serviço atribuído pela componente letiva e pela componente não letiva, redimensionando-as.

Mas a questão da sobrecarga de trabalho também tem de ser resolvida ao nível do estabelecimento de novas orientações com vista à definição de limites para o número de alunos por professor, de acordo com cada ciclo de ensino, o que o Ministério da Educação considerou constituir um dos objetivos do Programa do Governo, devendo ser implementada faseadamente, começando pelos anos iniciais de ciclo.

A FNE insistiu, ainda ao nível da organização do tempo de trabalho dos professores, na necessidade de se rever o respetivo regime, quer para alunos, quer para professores, redefinindo as interrupções letivas, a duração e organização do calendário letivo/escolar e a consideração como letivo de todo o tempo de trabalho com alunos realizado pelos professores do 1º ciclo.

A FNE voltou a insistir na necessidade de se fazer a tempo a preparação do despacho de organização do ano letivo de 2017/2018, integrando a avaliação da utilização do crédito global atribuído às escolas em resultado do despacho deste ano, identificando limitações e potencialidades, e alterando e reforçando as condições de exercício do cargo de diretor de turma.
A FNE considerou ainda essencial a extinção do período de congelamento da progressão em carreira, de modo que esta se torne aliciante e atrativa, uma vez que os profissionais do setor estão desalentados por falta de perspetiva de desenvolvimento da carreira e do reconhecimento do trabalho que realizam.

Para a FNE, é ainda essencial que ao longo do próximo ano letivo se determine a reposição das carreiras especiais de trabalhadores não docentes.

Finalmente, a questão da excessiva dimensão de alguns agrupamentos deve ser tratada, de forma a serem eliminadas as situações de excesso.

Em relação às questões elencadas, o Ministério enquadrou a ação futura no contexto das dificuldades financeiras e orçamentais que limitam a capacidade de resposta para as solucionar a todas e ao mesmo tempo.
Foi claro, ao longo da reunião, que a FNE entende que os trabalhadores da educação devem poder ver reconhecido o valor do trabalho que realizam, o que tem de se concretizar em medidas que façam com que o exercício profissional seja mobilizador e valorizado.

Para a FNE, estas são matérias essenciais, de cuja negociação não abdica e que colocará no âmbito da sua intervenção no quadro da negociação coletiva a desenvolver a partir de setembro.

Lisboa, 29 de julho de 2016

 

 

FENPROF apresentou propostas concretas; ME adiou respostas

 

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A FENPROF reuniu (29/07/2016) com a equipa ministerial levando na agenda quatro grandes conjuntos de questões:
i) Relacionamento negocial;
ii) Abertura do ano letivo;
iii) Orçamento do Estado para 2017;
iv) Necessidade de, com urgência, serem resolvidos problemas que afetam escolas e professores.

Na reunião realizada foram entregues ao Ministro os dois documentos que se anexam:

A FENPROF informou o ME sobre as expetativas com que os professores encaram o ano letivo 2016/17, não por ser o próximo, mas por ser o primeiro da inteira responsabilidade de um governo e uma equipa ministerial que têm afirmado defender a Escola Pública, num contexto de grande valorização da Educação.

Assim, embora esperando que o arranque do ano letivo que se aproxima decorra no quadro de estabilidade que a equipa ministerial anterior nunca conseguiu, há três preocupações que têm surgido com maior frequência nas escolas: a colocação atempada dos professores, isto é, na sua grande maioria antes de 1 de setembro; o reforço dos apoios devidos aos alunos com necessidades educativas especiais que deverão permanecer 60% ou mais do tempo letivo nas turmas; o financiamento adequado das escola, sendo resolvidos alguns problemas que têm sido noticiados.

Quanto aos problemas financeiros, o Ministro garantiu estarmos perante situações pontuais; sobre colocações informou estar tudo a desenvolver-se como previsto, tendo mesmo sido já antecipado o processo de lançamento das ofertas de escola; relativamente aos apoios a alunos com NEE remeteu o debate para reunião a realizar com o Secretário de Estado da Educação.

Relativamente ao OE para 2017, a FENPROF afirmou que esse deverá ser um ano de valorização da condição docente e também de introdução de mudanças significativas no sistema educativo português.

Nesse sentido, apresentou um conjunto de 10 propostas, de entre as quais se destacam a criação de um regime excecional de aposentação para os professores (uma medida a que foi dado grande ênfase, uma vez que, neste momento, é fundamental para o futuro da Escola Pública o rejuvenescimento do seu corpo docente, para além da justiça que ela comporta para os professores), o descongelamento das carreiras ou a reorganização dos horários de trabalho, bem como a aprovação de um modelo de gestão democrática das escolas, a desagregação dos mega-agrupamentos ou a realização de uma revisão adequada dos currículos escolares.

O Ministro comprometeu-se a ter estas propostas presentes no momento de elaboração da proposta de OE para 2017, não indo, porém, além disso. Seria muito mau sinal, como lembrou a FENPROF, se 2017 não fosse o ano de inversão do ciclo de corte na Educação, pelo que acompanhará atentamente todo esse processo, exigindo que o investimento na Educação deixe de ser, apenas, um desiderato e passe a ser efetivo.

Na reunião, a FENPROF colocou ainda a necessidade de serem melhorados procedimentos no âmbito da relação negocial, tanto mais que se aproxima um importante momento de negociação (revisão do regime de concursos). Lembrou a FENPROF que, nos termos da lei, “o direito de negociação coletiva dos trabalhadores é exercido exclusivamente pelas associações sindicais…” (Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, artigo 347.º da Secção I, capítulo I do Título II), pelo que, independentemente de processos de diálogo e auscultação que o ME entenda desenvolver, não abdicará de, em relação à negociação, exigir o estrito cumprimento da lei.

Por último, a FENPROF lembrou que um dos principais contributos do ME para a estabilidade dos professores e a tranquilidade do funcionamento das escolas será a resolução de um conjunto de problemas que se arrastam, em alguns casos há muito anos, e que afetam professores e escolas. Aspetos de carreira ou questões que afetam o normal funcionamento das escolas são exemplos de matérias que constam de um Dossiê entregue ao Ministro da Educação. O governante assumiu o compromisso de, até setembro, responder a cada uma das questões colocadas, tendo informado que a primeira de todas (entrega anual de certidão de registo criminal) tinha sido recentemente solucionada.

Esta não foi uma reunião muito clara em relação ao que será o futuro do setor. Intenções à parte, ficaram as dúvidas sobre as condições que existirão para introduzir as mudanças positivas que se reclamam. A forma como decorrerá a abertura do ano letivo será um primeiro sinal; o nível de resolução dos problemas apresentados no Dossiê entregue um indicador importante; o Orçamento para a Educação em 2017 a clarificação da vontade política existente no sentido de investir verdadeiramente na Educação, valorizando a Escola Pública e todos os profissionais docentes.

Face a este cenário ainda insuficientemente esclarecido, os professores manter-se-ão atentos e, se necessário, disponíveis para lutarem.

O Secretariado Nacional da FENPROF
29/07/2016 

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Claro Que PCP, PEV e BE Não Vão Aprovar Esse Orçamento

Funcionários públicos sem aumentos em 2017

 

 

centeno

 

 

No Programa de Estabilidade enviado a Bruxelas, em abril, o Governo de António Costa já assumira que os salários dos funcionários públicos não deviam alterar-se no próximo ano. E essa é uma promessa que vai ser cumprida. De acordo com o “Diário de Notícias” esta sexta-feira, os serviços da administração pública começaram ontem a receber uma circular de Mário Centeno com instruções para congelarem salários em 2017.

“A orçamentação das remunerações é realizada com base nos vencimentos estimados para dezembro de 2016”, refere a circular.

Estas ordens do Governo vêm confirmar o já era patente no Programa de Estabilidade: o Mário Centeno não inscreveu qualquer verba para aumentar os salários em 2017. Em dezembro deste ano, os funcionários públicos já terão recuperado o valor total dos cortes salariais impostos durante os ajustamentos da troika.

“O número de efetivos para 2017 é compatível com as medidas de âmbito orçamental adotadas e com o plafond estabelecido” e que, “assim, deve refletir os movimentos de entradas e saídas de pessoal a ocorrer durante o ano, de acordo com a utilização prevista de cada instrumento de gestão dos recursos humanos da administração pública”, diz ainda a circular.

Em 2016, o Governo prevê gastar cerca de 20 mil milhões em despesas com pessoal – o equivalente a 10,9% do PIB.

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Blogosfera – Com Regras

Ainda não tive tempo suficiente para analisar os dados do último estudo da DGEEC sobre o perfil do professor 2014/2015, mas o Alexandre Henriques já fez a análise que preparava-me para fazer.
Tal como já tinha referido em 2014 a tendência para a redução de professores no ensino público já tinha terminado e até verificava a partir haver um aumento de necessidades de professores. Apresentei esses dados ainda em 2014 e confirma-se agora com a apresentação deste estudo que isso realmente aconteceu, apesar da comparação com 2013/2014 ainda apresentar uma décima negativa.

 

Aconselho vivamente a leitura do artigo do Alexandre Henriques para perceberem que a redução do número de professores não se deveu apenas a questões demográficas.

 

Em 10 anos, quem perdeu mais professores, Público ou Privado? Qual o ministro que cortou mais professores?

 

 

evolução-professores-2004_2014

 

 

 

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E Quando Não Conseguirem Entrar na Manifestação de Preferências…

… fazem os seguintes passos.

 

1 1- Vão a candidatura e clicam no lápis.2 2- Baixam a página até ao fim e clicam em graduações, antes devem clicar no editar nessa mesma página.3
3 – Agora nas preferências clicam no lápis
5

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Aposta Para Hoje

… para 72 milhões.

 

euromilhoes 29 julho

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Por Incrível que Pareça

Há professores que já submeteram a sua candidatura, concorrendo em 2ª prioridade, e agora à tarde receberam a informação da escola que deviam concorrer por ausência da Componente Lectiva, 1ª prioridade.

 

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Aplicação AEC – 2016/2017

AEC – “Atividades de enriquecimento curricular para o ano letivo 2016/2017”

 

 

AEC

 

 

Aplicação disponível a partir do dia 28 de julho de 2016

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Sobre a constituição de turmas de Inglês no 1º ciclo…

No próximo ano letivo vamos assistir a mais uma aberração no 1º ciclo. As turmas mistas na disciplina de Inglês. Em turmas com dois anos de escolaridade os docentes do Grupo 120 vão ter que recorrer à diferenciação pedagógica, tal como já fazem os docentes do Grupo 110. Nem para uns nem para outros, esta opção, é a que favorece o trabalho a realizar com os alunos. Já para não falar nos “benefícios” que os alunos poderão ter com esta situação.

Para uma politica de sucesso, isto não é, nem nunca será a melhor opção…

Fica aqui uma troca de e-mails entre uma docente e a DGAE para melhor se compreender a situação…

 

Ex.mos Senhores

Venho por este meio questionar a legalidade e viabilidade da situação que de seguida passo a descrever:

Consta-se (já alguns diretores de Agrupamentos de Escola o adiantaram) que, no próximo ano letivo, as escolas pretendem juntar os alunos de 3.° e 4.° ano, provenientes de diferentes turmas mistas, para que o Inglês curricular seja lecionado pelo mesmo professor, à mesma hora, num total de 120 minutos semanais, nos dois anos/níveis.

Juntando-se os níveis (3º e 4º ano) cada professor teria que repartir a aula de 60 minutos, em 30 minutos para cada nível o que não vai ao encontro do que está preconizado na Matriz Curricular do 1º CEB que contempla, um mínimo de 2 horas ( 120 minutos) para cada nível.

Ora, tendo em conta que, como já foi referido acima, na Matriz Curricular do 1.° ciclo, a carga horária semanal atribuída à disciplina de Inglês é de 120 minutos para cada ano de escolaridade e tendo em conta a extensibilidade das Metas Curriculares, não esquecendo que se trata da lecionação de uma língua estrangeira, questiono a legalidade desta situação, caso se venha de facto a verificar.

Os alunos ficarão gravemente prejudicados, uma vez que na verdade apenas usufruirão, de metade da carga letiva a que têm direito.
Como poderão os alunos adquirir as competências necessárias para transitarem para o 5º ano?
A iniciação  de uma língua estrangeira é um assunto demasiado sério e misturar níveis no ensino curricular de uma língua estrangeira, nesta faixa etária, é prejudicial para estes alunos, que necessitam, claramente, do mínimo de 120 minutos em cada nível, para adquirirem as competências mínimas desejáveis, nomeadamente as competências do domínio da interação oral, da produção oral e da compreensão oral, que com dois níveis diferentes na mesma sala de aula e à mesma hora, serão muito difíceis, senão quase impossíveis, de trabalhar.

Os professores de Inglês estão plenamente conscientes de que a existência de turmas mistas é uma realidade no 1.° CEB, nomeadamente na lecionação das outras disciplinas curriculares, no entanto, essas disciplinas são lecionadas pelos professores titulares, em regime de monodocência, o que permite gerir a aula  e a diferenciação pedagógica de uma forma que não é possível fazer em aulas de Inglês com a duração de apenas uma hora cada.

Agradeço que tudo o exposto alerte Vossas Excelências para o grave prejuízo que esta situação (de junção de níveis na disciplina de Inglês) irá trazer para a aprendizagem e sucesso dos alunos que são a nossa preocupação.

Solicito um esclarecimento desta situação e que sejam tomadas medidas para que tal situação não se venha a verificar, sob pena de comprometer o processo de ensino e aprendizagem da disciplina de Inglês Curricular.

Atentamente

Pede deferimento,

A professora, XXXXXXXXXXXX

 

Exma. Sr.ª

 

Uma vez autorizada a constituição da turma formada por alunos de 3.º e 4.º anos de escolaridade, e tendo em consideração que a disciplina de Inglês faz parte integrante do currículo do 1.º ciclo, esta deve ser lecionada com recurso à diferenciação pedagógica, à semelhança das outras componentes do currículo lecionadas pelo professor titular de turma. No entanto, o diretor pode optar por dividir os alunos caso tenha recursos para o fazer, isto é, sem recorrer a contratação.

 

Note-se que esta questão se está a referir a uma turma “mista” com alunos matrículados em mais do que um  ano de escolaridade e não à associação de alunos provinientes de mais do que uma turma.

 

Atentamente,

XXXXXXXXXXXXXXX

Diretor de Serviços de Desenvolvimento Curricular

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Aplicação e Manual do Utilizador Disponível para a Mobilidade Interna

Códigos de Agrupamentos de Escolas e Escolas não Agrupadas, Manifestação de Preferências MI – 2016/2017

Códigos das Escolas de Hotelaria e Turismo (EHT) e Horários disponíveis para MI – 2016/2017

Códigos de Estabelecimentos Militares de Ensino (EME) e Horários disponíveis para MI – 2016/2017

Manual de Instruções – Candidatura a Mobilidade Interna – 2016/2017

Protocolo de cooperação entre o Ministério da Defesa e o Ministério da Educação

Protocolo de cooperação entre o Ministério da Economia e do Emprego e o Ministério da Educação e Ciência

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Perfil do Docente 2014/2015

Publicado hoje no site da Direcção-Geral de Estatísticas da Educação.

 

O título deixado pelo Público não é novidade alguma para os leitores do Blogue e já muitos estudos foram aqui feitos dando conta dos mesmos resultados..

 

Não chegam a 500 os professores com menos de 30 anos no ensino público

 

Clicar na imagem para ler o estudo.
 
perfil docente

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Que professores temos?

Temos uma classe envelhecida. Cada vez mais “velhos”, fartos, desmotivados financeiramente e com muito, mas mesmo muito mais “carga laboral”.

No dia 20 deste mês, mais uma vez, foi travado o rejuvenescimento da classe. E a “fotografia” da classe está cada vez pior. Já só 1,4% dos docentes têm menos de 30 anos e a maior fatia é a dos que têm mais de 50 anos, 39,5%…

Estamos cada vez mais “velhos”…

 

Nivel de envelhecimento

 

Hoje no Público vieram à luz novos dados…

 

De acordo com o relatório da DGEEC, o nível etário com mais peso entre a classe já é o dos professores com mais de 50 anos, representando 39,5% do total dos que ensinam nas escolas nacionais. Juntando o escalão imediatamente anterior (40 aos 49 anos), verifica-se que 77,3% dos docentes estão nas duas faixas etárias mais velhas.

 

Que professores temos

 

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Um QZP Colocado em 2015/2016 na MI e Depois Colocado em MPD Tem de Concorrer?

Esta questão já me foi feita várias vezes e há dúvidas se um docente QZP que obteve colocação em Mobilidade Interna em 2015/2016 e posteriormente efectuou pedido da MPD e teve deferimento é obrigado ou não a concorrer este ano à Mobilidade Interna ou se regressa à escola de colocação da MI de 2015/2016.

A Nota Informativa de hoje não responde directamente a esta questão mas responde de forma indirecta e já lá vamos.

 

Agora imaginem que obtiveram colocação em MI no ano 2015/2016 e foram colocados em MPD noutro agrupamento através de uma nova Mobilidade. Quem ficaria no vosso lugar a substituir-vos? Podia ficar outro docente QA/QE/QZP ou contratado. Se ficasse um docente do quadro ele também ficaria colocado em horário anual numa colocação plurianual. Nesse caso será esse docente a ter preferência por continuar no lugar visto estar também a ocupar uma vaga anual. Podia-se aqui questionar se não seria a graduação que teria de ser verificada para ver quem poderia dar continuidade.

E aqui entra o palavra chave de tudo, continuidade.

O docente que foi colocado em MPD não iria dar continuidade, que é a principal fundamentação para a colocação ser plurianual.

Mas agora vamos à Nota Informativa.

 

B.2. Docente de carreira do quadro de Zona Pedagógica (QZP)

 

B.2.1. Os docentes QZP que obtiveram colocação por concurso até ao final do primeiro período, em horário anual, mantêm a colocação obtida de modo a garantir a continuidade pedagógica desde que subsista um mínimo de 6 horas de componente letiva, conforme estipula o n.º 4 do art.º 28.º do DL n.º 132/2012, na redação em vigor, caso tenham exercido funções nesse AE/ENA;

 

Indirectamente encontra-se aqui a resposta à questão do título deste artigo. Mantêm a colocação na escola de colocação caso tenham exercido funções nesse AE/ENA e exista um mínimo de 6 horas.
Como passaram a exercer funções noutro agrupamento em MPD não podem regressar à escola de colocação de 2015/2016 e terão de ir a concurso de MI, mesmo que concorram novamente à MPD.

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Ferramentas de Apoio à Mobilidade Interna

aqui foi lançada uma versão experimental com um documento para apoio às preferências dos professores contratados e também do quadro.

A explicação do documento pode ser lida no link anterior, mas deixo-o novamente aqui para vos apoiar nesta fase.

Volto a chamar a atenção que a distância calculada no documento é feita de forma linear e não tem em consideração as reais distâncias por estrada, mas sempre ficam com uma ideia aproximada dessas mesmas distâncias a um determinado ponto de partida.

Os códigos das escolas já estão aqui colocados, pelo que nem vale a pena mostrar outros trabalhos aqui feitos com os códigos das escolas.

 

as minhas preferências

 

Para terem uma noção mais real das distâncias podem também ver o mapa seguinte elaborado aqui o ano passado, e que para além das distâncias entre escolas também mostra os diferentes percursos possíveis para se chegar a um determinado agrupamento tendo como ponto de partida a vossa casa.

 


Se quiserem integrar este mapa no vosso telemóvel de forma a vos guiar até um determinado agrupamento podem ver este artigo.

 

E boa sorte para a manifestação de preferências.

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Escolas com mais potenciais renovações

No seguimento do post anterior, apresento agora o ranking dos agrupamentos onde mais candidatos poderão obter renovação.

Tenham em atenção que na maioria das escolas TEIP/ Autonomia os valores pecarão por defeito, uma vez  que as contratações em BCE NUNCA foram tornadas públicas (desculpem-me a insistência neste ponto, mas acho grave a ocultação – deliberada ou não – destes dados, porque perdemos a oportunidade de perceber melhor o “monstro” criado pelo Crato)

A tabela seguinte apresenta o TOP 15 das escolas com mais potenciais renovações.

(Se clicarem na imagem terão acesso acesso ao ranking completo em pdf, com os candidatos distribuídos por grupo de recrutamento).
tOP15-001-001
NOTA: Os dados resultam da soma dos candidatos que obtiveram renovação no ano anterior + Contratação Inicial e RR1 e RR2 (em completo e anual)

(28-07-16) NOTA2: Algumas colocações não tinham sido contabilizadas, mas essa falha já foi corrigida.

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