Para as entidades promotoras que não sejam os agrupamentos de escolas.
Ago 17 2016
Para as entidades promotoras que não sejam os agrupamentos de escolas.
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Ago 17 2016
Aplicação disponível das 10:00h do dia 18 de agosto até às 18:00h de Portugal Continental do dia 24 de agosto
clicar na imagem seguinte para ver o aviso de abertura deste convite para as 4 vagas existentes.
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Ago 17 2016
No dia 16 de Agosto existiam 85 ofertas de emprego para as Actividades de Enriquecimento Curricular para o ano lectivo 2016/2017.
Quem estiver interessado em candidatar-se às AEC fique atento às ofertas que começam a aparecer.
O número de horas em concurso variam entre as 2 e as 16 horas, sendo que a câmara da Maia tem 3 ofertas para 35 horas de trabalho semanal.
Fica aqui o quadro resumo com as ofertas em concurso no dia de hoje.
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Ago 16 2016
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Aguardo manifestação com o lema.
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Ago 16 2016
Até às 18 horas de hoje as escolas finalizam o processo da ICL2, do pedido de horários anuais para 2016/2017 e da intenção da renovação dos contratos.
Os docentes que forem indicados para ausência da componente lectiva na ICL1 e agora sejam retirados apenas se mantêm em concurso se manifestaram vontade de concorrer também na 2ª prioridade.
Nesta fase não existe obrigação de indicação por parte das escolas que os docentes foram retirados na ICL2 por atribuição do mínimo de 6 horas lectivas, no entanto algumas escolas podem comunicar aos professores que foram retirados e é bom que o façam pois conheço casos de docentes que tendo sido retirados na ICL2 depois não encontraram o seu nome na lista de colocados e não colocados e entraram num desespero desnecessário..
Também até hoje as escolas podem manifestar a intenção da renovação dos contratos, mas a renovação de um contrato fica sempre dependente de outros factores que não apenas a vontade de ambas as partes. Basta que um docente do quadro concorra a um lugar que pudesse ser renovado para que essa renovação deixe de existir.
Também hoje termina o prazo para as escolas indicarem as necessidades anuais para 2016/2017. Deste modo é seguro que não haverá colocações em final de Agosto para horários temporários.
Os números ficam assim hoje lançados e só resta depois a sorte na roleta.
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Ago 15 2016
Até ao final de 2017 o Governo promete ter 300 centros em funcionamento, o que representa um aumento de 26% em relação ao número actual.
Com José Sócrates chamaram-se Centros Novas Oportunidades. Com Passos Coelho o nome mudou para Centros de Qualificação e Ensino Profissional. Com António Costa vão passar a chamar-se Centros Qualifica e o seu número vai de novo aumentar.
Estes centros são a peça central dos processos de educação e formação de adultos. Actualmente existem 240, mas até ao final de 2017 o seu número subirá para 300 em Portugal continental, segundo dados enviados ao PÚBLICO pelo Ministério do Trabalho e da Segurança Social, que em conjunto com o Ministério da Educação tutela esta área.
A expansão da rede dos centros de formação de adultos será anunciada pelo Governo nos próximos dias no âmbito do “relançamento” deste programa, que teve o seu ponto alto no primeiro Governo de José Sócrates, com o lançamento das Novas Oportunidades, mas “foi praticamente desmantelado” na anterior legislatura, segundo disse em Março o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, quando o Governo decidiu criar o chamado Programa Integrado de Educação e Formação de Adultos.
Os números neste domínio falam por si. Dos 459 Centros Novas Oportunidades que chegaram a existir em 2010 passou-se em 2016 para 241 Centros de Qualificação e Emprego Profissional. Em 2010, um dos anos de apogeu das Novas Oportunidades, o número de adultos que conseguiram equivalência ao ensino básico e secundário através dos processos de Reconhecimento Validação e Certificação de Competências (RVCC) foi de 106.053. No primeiro semestre deste ano apenas 1880 adultos conseguiram estas certificações e em 2015 foram 2662.
Os processos RVCC constituíram a modalidade mais popular das Novas Oportunidades. A maior parte dos mais de 400 mil adultos (inscreveu-se mais de um milhão) que obtiveram certificação escolar no âmbito daquele programa, lançado em 2005, fê-lo através destes processos, que visam dar equivalência ao nível do ensino básico (1.º, 2.º ou 3.º ciclo) ou secundário (12.º ano). Duram em média entre cinco e dez meses e têm na base a experiência de vida dos candidatos.
O anterior Governo PSD/CDS alterou profundamente os processos RVCC, impondo a realização de uma prova final que contava 50% para a classificação final dos candidatos. O executivo de António Costa ainda não especificou que modalidades terão os processos RVCC, mas na informação enviada ao PÚBLICO refere-se que serão complementares “à possibilidade efectiva de aumentar e desenvolver competências através de formação qualificante”.
Uma das apostas, confirmou recentemente o Ministério da Educação, passará pelo relançamento dos cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA), mais exigentes do que os processos de RVCC e que conferem também certificação profissional. Nos últimos anos, estes cursos praticamente despareceram das escolas públicas, onde eram ministrados. O número de inscritos nos EFA caiu de 79.368 pessoas em 2010 para 11.844 em 2014.
O relançamento dos processos de formação e adultos é justificado com o facto de 55% da população portuguesa adulta não ter completado o ensino secundário, o que, segundo o Governo, “limita o potencial de crescimento, de inovação e produtividade do país, para além de comprometer seriamente a participação e progressão destas pessoas no mercado de trabalho”. De acordo com Tiago Brandão Rodrigues, este novo programa vai dirigir-se a todos os que “não tiveram oportunidade de estudar no tempo mais natural, mas também àqueles que, ainda sendo jovens, não conseguiram completar a escolaridade obrigatória”.
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Ago 15 2016
Estiveram nas escolas, no ano inteiro, 3782 contratados. Voltaram a ficar sem vínculo neste mês e têm de tornar a lutar por um lugar. Há quem tenha adiado a maternidade até aos 41 anos ou tenha ido viver a 555 km de casa
Sabiam que a estabilidade não ia ser fácil de encontrar. Mas nenhum deles imaginava que 15 ou 20 anos depois de terem começado a dar aulas, a entrada nos quadros do Ministério da Educação (ME) fosse apenas ainda uma miragem. Todos os anos a mesma rotina: chega agosto e milhares de professores ficam desempregados e têm de voltar a concorrer a um contrato nas escolas. Se tiverem sorte, conseguem um novo vínculo anual e completo. Mas isso também pode significar mudar para a outra ponta do país. Neste ano, estão nesta situação 3782 professores que estiveram a tempo inteiro nas escolas até 31 de julho.
Ficar longe de casa e concorrer sempre para todo o país são sacrifícios que milhares de contratados estão dispostos a fazer na esperança de chegar aos quadros. Com cinco contratos anuais, completos e consecutivos conseguem essa meta, mas a Associação Nacional de Professores Contratados espera que mais do que aplicar essa regra, o governo esteja disponível para integrar nos quadros quem tem mais de dez, 15 ou 20 anos de serviço e continua a jogar na lotaria dos concursos de professores. É o caso de Lucinda Santos, Alexandra Botelho, Aires Ferreira e Miguel Ângelo Carromeu.
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Ago 14 2016
APELO SOLIDÁRIO
Face ao esforço sobre-humano e heróico na luta contra o fogo que as corporações de Bombeiros portugueses têm evidenciado, e no âmbito da responsabilidade social que o SINAPE defende, apela-se ao pessoal docente e não docente de todo o país que proceda à oferta de alguns dos seguintes bens junto dos quartéis de bombeiros atualmente envolvidos no combate aos incêndios (mesmo pouca quantidade vale muito!):
Água engarrafada (1,5l)
Fruta (laranjas e fruta facilmente comestível no local)
Barras de cereais
sumos de pacote (individuais)
Corporações de Bombeiros onde entregar os donativos:
Águeda
Anadia
Arouca
Aveiro
Braga
Caminha
Marco de Canavezes
Mealhada
Mondim Basto
Porto
Sever do Vouga
Viana do Castelo
Viseu
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Ago 11 2016
Aplicação disponível das 10:00h do dia 11 de agosto até às 18:00h de Portugal Continental do dia 16 de agosto.
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Ago 11 2016
Este caso chegou por mail com pedido de publicação.
Não sei bem como me referir a isto… Mas das duas, uma. Ou a verba que foi disponibilizada para este tipo de mobilidade foi “encurtada” e teve que se “encurtar” a lista. Ou alguém anda a “debitar” mails para quem deve e para quem não deve (a semana passada aconteceu noutro “departamento” do ME).
Como já ontem perguntei, quais os critérios de deferimento e indeferimento para este tipo de mobilidade? Porque a uns a autorizam e a outros não? Tudo isto deixa no ar uma certa desconfiança. Esclareçam os docentes e de uma vez por todas, tornem este processo claro.
Mas volto ao tema que, define bem a confusão que “por lá vai”. Transcrevo tal como se recebeu:
Esclarecimento de Deferimento – Mobilidade Estatutária 2016/2017Exmos Senhores,eu, docente XXXXXXX, candidata nº XXXXXXXX, no dia 18 de julho pelas 14h48 m fui notificada do seguinte despacho datado de 14 de julho que transcrevo na íntegra:Exmo(a). Senhor(a)Professor(a)XXXXXXXXNos termos e para os efeitos a que se refere o artigo 114.º do Código do Procedimento Administrativo, aprovado em anexo ao Decreto-Lei n.º 4/2015, de 7 de janeiro, fica V. Ex.ª notificado(a) de que por despacho datado de 14.07.2016, proferido no uso de competência subdelegada pela al. b) do n.º 1 do Despacho n.º 3510/2016, pela Senhora Diretora-Geral da Administração Escolar, foi deferido o pedido de mobilidade estatutária para a qual foi proposto(a).A mobilidade estatutária é autorizada por ano escolar cessando em 31 de agosto de 2017.Com os melhores cumprimentos,Maria Helena Mascarenhas
Chefe de Divisão de Gestão de Recursos Humanos.”No dia 02 de agosto pelas 11h48m, conforme Nota Informativa – Mobilidade Interna da Diretora da Administração Escola, Dra. Maria Luísa Oliveira, procedi obrigatoriamente à minha candidatura de acordo com o Ponto II – Docentes em Mobilidade Estatutária e noutros regimes especiais para o ano 2016/2017.No dia 10 de Agosto pelas 11h43m fui notificada do seguinte despacho datado de 05 de agosto que transcrevo na íntegra:Exmo(a) Senhor(a) Professor(a)XXXXXXXXNos termos e para os efeitos a que se refere o artigo 114.º do Código do Procedimento Administrativo aprovado em anexo ao Decreto-Lei n.º 4/2015, de 7 de janeiro, fica V. Ex.ª notificado(a) de que por despacho datado de 05.08.2016, proferido no uso de competência subdelegada pela al. b) do n.º 1 do Despacho n.º 3510/2016, pela Senhora Diretora-Geral da Administração Escolar, foi indeferido o pedido de mobilidade estatutária para a qual foi proposto(a) para o exercício de funções no(a) – XXXXXXXX – por, após análise e emissão de parecer pelas entidades de validação superiormente definidas, com base na fundamentação que a seguir se transcreve: “Por inexistência de contingente e face ao parecer desfavorável do Instituto de Gestão Financeira da Educação, I.P.”Com os melhores cumprimentos,Maria Helena Mascarenhas
Divisão de Gestão de Recursos Humanos.”Após a receção destes despachos contraditórios contatei o Dr. XXXXXXXX da Direção Geral de Administração de Faro onde expus a minha situação. Fui informada que deveria contatar a Linha de Apoio da DGAE – 21 394 34 80.Na referida Linha de Apoio da DGAE existia uma espera de atendimento cerca 15 minutos, no entanto estive cerca de 60 minutos esperando pelo atendimento de uma assistente.Deste modo venho solicitar o seguinte:– gostaria de saber qual a situação da minha candidatura com o nº de candidata XXXXXXXX visto que a minha prorrogação para o 3º ano consecutivo como docente, no XXXXXXXX, tem saído em todas as listas de Mobilidade Estatutária 2016/2017 Artº 68 alínea b) publicadas no site da DGAE como sendo aprovada (Listas de Mobilidade Estatutária para o Ano Escolar 2016/2017 Artigo 68.º alínea b) do ECD no dia 15 de julho, no dia 22 de julho e dia 01 de agosto);– quais foram critérios para o deferimento e o posterior indeferimento (neste caso a publicação de despachos contraditórios) do pedido de Mobilidade Estatutária para uma mesma docente.Presumo que tudo isto tenha sido um erro administrativo recuperável e que a prorrogação encontra-se confirmada.Deste modo fico a aguardar um contato célere da vossa parte.AtenciosamenteA Docente XXXXXXXXCandidata nº XXXXXXXXContato XXXXXXXX
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Ago 10 2016
Antes de ti
havia terra
Havia o odor inebriante das folhas de eucalipto
O rosmaninho selvagem
A caruma quente do pinheiro
A brisa cantada dos grilos
O vôo furtivo dos falcões
O piar doce do pintassilgo
Havia tudo isso e muito mais
Chegaste, então, súbito,
como um raio ou um trovão,
um clarão devastador
uma língua de fogo
(talvez alguém te tenha dado vida enquanto sorria)
E varreste de labaredas a terra
Entraste pelo ecrã televisivo adentro
invadiste as redes sociais
Um espanto um assombro de comoção incrédula – este é o meu país?
Mas, entre a parede de fogo
a muralha de fumo
Ergue-se um homem
uma mangueira
tantos litros de água, lágrimas, desespero
Ao fundo desvanece-se
o choro de um cão
o grito fino de uma mulher desgrenhada
a tosse asfixiante da cólera
Entre a parede de fogo
a muralha de fumo
Ergue-se um homem
uma mangueira
desejando regressar
vivo
a casa
Indiferente, o país prossegue ardendo
Como todos os verões.
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Ago 10 2016
… não se conhecem.
Quais são os critérios para o deferimento e indeferimento dos pedidos de Mobilidade Estatutária?
Porque é que uns são aprovados e outros não? Porque é que dois pedidos, aparentemente semelhantes, têm respostas diferentes? Será que os deferimentos e indeferimentos são decididos por ordem de entrada dos pedidos?
Sabe-se que há um limite de verba para este tipo de mobilidade, mas quais são os critérios por que se rege?
Nos termos e para os efeitos a que se refere o artigo 114.º do Código do Procedimento Administrativo, aprovado em anexo ao Decreto-Lei n.º 4/2015, de 7 de janeiro, fica V. Ex.ª notificado(a) de que por despacho datado de 14.07.2016, proferido no uso de competência subdelegada pela al. b) do n.º 1 do Despacho n.º XXXX/2016, pela Senhora Diretora-Geral da Administração Escolar, foi deferido o pedido de mobilidade estatutária para a qual foi proposto(a).
A mobilidade estatutária é autorizada por ano escolar cessando em 31 de agosto de 2017.
Nos termos e para os efeitos a que se refere o artigo 114.º do Código do Procedimento Administrativo aprovado em anexo ao Decreto-Lei n.º 4/2015, de 7 de janeiro, fica V. Ex.ª notificado(a) de que por despacho datado de 05.08.2016, proferido no uso de competência subdelegada pela al. b) do n.º 1 do Despacho n.º 3510/2016, pela Senhora Diretora-Geral da Administração Escolar, foi indeferido o pedido de mobilidade estatutária para a qual foi proposto(a) para o exercício de funções no(a) – XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX – por, após análise e emissão de parecer pelas entidades de validação superiormente definidas, com base na fundamentação que a seguir se transcreve: “Por inexistência de contingente e face ao parecer desfavorável do Instituto de Gestão Financeira da Educação, I.P.”
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Ago 09 2016
Sim, havia. Mas agora o ME tomou uma posição e bem tomada…
As entidades promotoras das Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC), destinadas aos alunos do 1.º ciclo, devem evitar que estas sejam “um prolongamento de actividades formais de ensino” e garantir que tenham um carácter “eminentemente lúdico”, estipulou o Ministério da Educação num conjunto de normas que foram agora enviadas às escolas.
As AEC são de oferta obrigatória, embora a sua frequência seja facultativa, ou seja, os pais podem decidir se os filhos as realizam ou não. O ME já estabeleceu também que estas só poderão realizar-se após o termo das aulas, às 16h30, e não antes do seu início ou durante o período lectivo, como sucedia com frequência. Nas normas enviadas às escolas, o ministério frisa que estas actividades devem responder “às expectativas das crianças e da sua formação integral, aumentando o leque de experiências que cada um dos alunos vivencie”.
Deste modo, acrescenta, no momento de planificação das AEC as escolas devem, entre outras vertentes, “valorizar as expressões culturais locais”, “criar oportunidades para que os alunos possam escolher livremente entre diferentes actividades e projectos” e “privilegiar a metodologia de projecto com a intenção primordial de dar voz aos alunos, a fim de gerar aprendizagens significativas e uma visão global das situações”.
(clicar na imagem) in Público by Clara Viana
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Ago 09 2016
(A sigla, parece a de um partido politico…)
De facto, este senhor, quer deixar a sua marca no panorama educativo nacional… Resta saber que tipo demarca vai deixar.
Os problemas do PNPSE já começaram, a falta de recursos humanos para o implementar é o que mais se destaca até agora, as infinitas reuniões que se fizeram e continuarão a fazer durante o ano letivo, não deixam ninguém agradado com o Programa…
Vai funcionar?
Vai, de certeza… Basta saber como o pôr a funcionar (com, ou sem os resultados pretendidos).
Fica a entrevista. in Público by Clara Viana 06/08/2016
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Ago 09 2016
Este artigo pretende compilar todas as fases do concurso de professores 2016/2017 bem com todos os prazos dessas mesmas fases.
O que se encontra a vermelho são datas anunciadas pela DGAE e que se prevê que sejam cumpridas.
Tudo isto consta no Aviso nº 3597-K/2016, de 16 de Março, com excepção das datas anunciadas pela DGAE neste calendário e actualizado aqui em 1 de Julho.
Candidatura ao concurso externo e à contratação inicial – 17 a 31 de Março
1ª Validação por parte das escolas – 1 a 7 de Abril
Aperfeiçoamento da candidatura – 8 a 12 de Abril
2ª Validação por parte das escolas – 13 a 15 de Abril
Publicação das Listas Provisórias – 3 de Maio
Reclamação – 4 a 10 de Maio
Desistências – 4 a 10 de Maio
listas definitivas de ordenação, de exclusão, de colocação e de candidatos não colocados no concurso externo – (30 de Junho)
Recurso hierárquico – 5 dias úteis após a publicação das listas definitivas (1 a 7 de Julho)
Aceitação da colocação do concurso externo – 5 dias úteis após a publicação das listas de colocações (1 a 7 de Julho)
Indicação pelas escolas dos docentes que dispõem de componente letiva – 1.ª Disponibilização (18 a 22 de Julho)
Indicação pelas escolas dos docentes que dispõem de componente letiva – 2.ª Disponibilização (1.ª quinzena de Agosto)
Candidatura à mobilidade interna – 5 dias úteis em data a divulgar após a colocação dos docentes no concurso externo (28 de Julho a 3 de Agosto)
Validação da Mobilidade Interna (4 a 9 de Agosto, a decorrer)
Manifestação de preferências à contratação inicial e Reserva de recrutamento – 5 dias úteis a divulgar após a colocação dos docentes no concurso externo (6 a 12 de Julho foi alargado até dia 13 de Julho)
Desistências totais ou parciais de candidatura à contratação inicial e reserva de recrutamento – (1ª quinzena de Agosto)
Publicitação de listas definitivas de ordenação, exclusão e colocação dos candidatos da mobilidade interna e da contratação inicial – (possivelmente nos dias 26, 29 ou 30 de Agosto – minha previsão)
Aceitação das colocações em MI e CI – 48 horas, correspondentes aos dois primeiros dias úteis após a publicação das listas de colocações
Apresentação – 72 horas após a respectiva colocação
Recurso Hierárquico – 5 dias úteis após a publicação das listas de colocações
Preenchimento e extracção do relatório médico da aplicação electrónica. (13 de Julho a 1 de Agosto)
Elaboração do pedido e upload do relatório médico. (1 a 5 de Agosto)
Validação e comprovação de dados do pedido. (8 a 12 de Agosto a decorrer)
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Ago 09 2016
Não é nada que quem todos os dias caminha pelos corredores das escolas já não saiba. Mas a confirmação, pelos números, vem chamar a atenção para um problema que tem tendência a piorar. Isto vem trazer enfoque ao desinvestimento na Escola Pública, mas não só…
Ao longo da última década, um quarto dos professores que ensinavam nas escolas nacionais deixou a profissão. O facto não é uma novidade para quem acompanha o sector, mas o relatório sobre o Perfil do Docente publicado, no final do mês passado, pela Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) permite perceber que a saída dos docentes teve quatro vezes mais impacto nas escolas públicas do que nos colégios e que três quartos destas saídas aconteceram durante os anos de intervenção da troika.
De acordo com aquele relatório, cuja última actualização diz respeito ao ano lectivo 2014/2015, nos dez anos anteriores 42.165 docentes deixaram as escolas nacionais, o que representa mais de um quarto (27%) do total de efectivos que estavam ao serviço em 2004/2005. O número dos que saíram foi superior no 3.º ciclo e ensino secundário (menos 16.224 professores, ou seja, 40% do total das saídas), mas a tendência foi transversal aos diferentes níveis de ensino.
Quando se analisam os dados da DGEEC percebe-se, no entanto, que esta realidade afectou de forma particular as escolas públicas. Foi nos estabelecimentos de ensino da rede do Estado que se concentrou a quase totalidade dos abandonos dos docentes ao longo da última década (98%). Já os colégios privados perderam menos de mil profissionais em dez anos (920), o que significa uma quebra de 6,5% do total de efectivos. As escolas públicas perderam 25% dos professores, ou seja, tiveram quatro vezes mais saídas.
(clicar na imagem) in Público by Samuel Silva
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Ago 08 2016
Recebi a informação que a Escola Portuguesa do Lubango (Angola) está a recrutar docentes de 1º ciclo e de Educação Especial. Os interessados devem enviar CV e certificados para o seguinte email: [email protected]
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Ago 08 2016
Foi homologada a alteração à Rede dos Cursos Profissionais (Ciclo 2016/2019) solicitada pelos Estabelecimentos Públicos.
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Ago 08 2016
A Vânia disse: “vais a Arouca ter comigo e vamos juntas aos Passadiços”. E aquilo pareceu-me um bom plano de férias.
Espreitei imagens na net revelando um idílico e agradável passeio na natureza ao longo de uma robusta via de madeira. Aceitei o convite e não duvidei da minha opção ao conhecer a Vila e as pessoas.
Esqueci-me, apenas, que a Vânia é professora de Educação Física, o que significa que a perspetiva que ela tem da vida é distinta da minha.
Em primeiro lugar, porque a Vânia corre trinta minutos todos os dias. Antes de ir dar aulas às 8.30 da manhã. Não obstante tal facto, esqueci-me, igualmente, que foi dela a ideia de montar na escola uma parede de escalada.
Estes dois dados deveriam ter sido suficientes para refletir ponderadamente no amável convite. Basta dizer que sou de Literatura, não corro, nem ando que não me sente pouco depois, exausta, optando, preferencialmente, por observar o mundo enquanto permaneço tranquilamente inerte. Além disso, tenho vertigens.
E quando lemos a informação turística sobre os Passadiços não está escrito em lado nenhum que é um percurso de dificuldade acentuada para quem passa o dia com o cuzinho sentado e tem um medo de morte das alturas. Nada.
De modo que lá fui, convicta que oito quilómetros se fazem calidamente numa manhã de verão.
A coisa começou logo bem, porque o piso inicial, a subir, era de terra batida e eu comi o pó da Vânia que resolveu subir o monte em passo de corrida. Simpaticamente, esperou por mim e informou-me que agora é que começavam efetivamente os passadiços.
Para desgraça minha, pude perceber que subira no meio dos eucaliptos uma vasta área vertical, a suar as estopinhas, sendo que no topo havia a”mais bela vista possível da Serra”. Ora, se há coisa que abomino, é a vista que nos aproxima das nuvens, porque me assombra sempre o que ressurge “lá em baixo”. Os olhos bem tentam focar-se no que aparece logo à frente, mas o abismo sorve-nos num ápice.
De forma que a coisa começou a descambar lá do alto e eu percebi que aquilo ia ser mesmo duro. Mas, na verdade, ainda havia de piorar, porque os passadiços têm uma carrada de escadas. E isso também não li em lado nenhum.
Pelas minhas contas, mais de quinhentos degraus. A visão do inferno.
Julgamos que aquilo é só descer e, depois, duas coisas curiosas acontecem – o cérebro avisa que temos vertigens e as dobradiças dos joelhos começam a ceder com o esforço e a miúfa.
Portanto, o cenário de terror rapidamente se desenhou à minha frente e, em várias ocasiões, dei por mim a mandar a Vânia e os seus passadiços comer alho cru.
Por mais que desejasse apreciar a paisagem, a única coisa que vislumbrava era o abismo exposto perante as fendas dos degraus onde debilitadamente poisava cada pé e os intervalos das tábuas do corrimão a que me agarrava com unhas, dentes e furibundo desespero.
Isto enquanto tentava evitar que o coração aceleradamente exaltado, me saltasse da boca.
De modo que fui descendo com cautela, o suorzinho de miúfa a escorrer até ao longo, fundo e agreste vale, tão lá em baixo que podia jurar que só chega ao céu quem não sofre de vertigens.
Entretanto, passou por mim uma senhora escorreita e veloz, provavelmente percebendo o meu pânico interior gravado na minha contorcida face, e atirou, bem alto: “ai que estes turistas não sabem ao que vêm, julgam que os passadiços são canja…”
Eu não conseguia articular palavra, porque todo o esforço estava concentrado em agarrar heroicamente as tábuas descendentes e em não trocar os pés (e depois atravessam-nos, a nós que temos vertigens, estes pensamentos idiotas e desmotivadores – “se trocares os pezinhos estatelas-te na pedra lá de baixo e não é uma morte bonita de ter”). Mas, se conseguisse, tinha-lhe berrado com todos os pulmões que ninguém deixou aviso em lado algum sobre as contra indicações dos passadiços que amargamente descobri.
Logo a seguir, desceu todo pomposo o senhor músculos da “Herbalife – pergunte-me como”, uma freira e duas beatas significativamente céleres, um bando de emigrantes que intersecionam a língua materna e o francês a uma velocidade estonteante, mais um grupo extenso de adolescentes, dois ou três casais de namorados, um desgraçado de um cão.
E era vê-los passar por mim, suados, mas aliviados no final e com ânimo para prosseguirem.
Percebi, então, num clarão visionário, que os passadiços deviam servir para pagar promessas. Isso sim, devia ser a sua real função, de tão penosos que se revelam para pessoas fisicamente preguiçosas como eu.
Mas eis que, estando eu embrenhada nestas ruminações, misturadas com umas quantas imprecações pelo meio, cheguei, finalmente, perto do rio.
Benzi-me incontáveis vezes, os joelhos tremelicaram de exaustão, a Vânia veio ter comigo e animou-me logo, dizendo, com um sorriso: “Agora é mais fácil. Mas ainda temos duas horas de caminho pela frente. Convém acelerar o passo…”.
Minha Nossa Senhora, mais duas horas disto????
Eu posso jurar aqui e agora que não sou capaz, que não é possível, no meu íntimo, desejo ser evacuada por um qualquer veículo motorizado, nem que seja um helicóptero dos incêndios, tanto me dá.
Mas, então, um estranho processo ocorre dentro de mim. O rio abeira-se cada vez mais e, acho que, pela primeira vez, oiço a água a correr paralela à minha passagem, o piar dos andorinhões que rodopiam num bailado sereno sob a minha cabeça, sinto o odor inebriante dos castanheiros e dos eucaliptos, observo as escarpas que desbocam num leito plácido. E sei que o meu corpo está tão exausto, mas tão exausto que o meu cérebro até se esquece que tem vertigens e deixa-me prosseguir caminho.
Por mais que me doam os músculos (que eu mal sabia que possuía), que o suor me desvende a exaustão em que mergulhei, não posso parar agora. A beleza que me cerca é pungente demais.
Sigo ao meu ritmo, observando o espaço em volta, bebericando os sons dispersos. Sobrevivo a três ininterruptas horas de passadiços e oito quilómetros (mas eu juro que foram muitos mais, porque aquelas curvinhas todas de degraus, tenho a certeza, não foram contabilizadas nos guias turísticos).
Amanhã, amanhã não vou mexer nem um centímetro do meu corpo.
Mas posso afirmar em letras garrafais: SOBREVIVI AOS PASSADIÇOS.
E isso ainda há de dar uma divertida crónica no Arlindo.
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Ago 08 2016
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Ago 06 2016
Encontra-se disponível, de 01 a 12 de agosto de 2016, o período de audiências dos interessados que efetuaram a sua candidatura à Oferta de Emprego para Contratação de Pessoal Docente a Termo Resolutivo para o Ano Escola de 2016/2017.
Dentro do mesmo prazo, podem ainda os candidatos desistir do concurso ou de parte das preferências inicialmente manifestadas.
Se concorreu à Oferta de Emprego para Contratação de Pessoal Docente a Termo Resolutivo para o Ano Escolar de 2016/2017 e pretende efetuar reclamação ou desistência, clique aqui para iniciar a sua sessão
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Ago 05 2016
Estou de férias, ponto.
Sendo este o momento alto da minha vida, não quero saber de notícias educativas. Recuso quaisquer grelhas de Excel. Que se danem os concursos. Que o Ministério seja invadido por Argelinos em busca de refúgio. Que as pilhas de exames e testes ardam num torvelinho. Que os alunos ganhem uma viagem longínqua para Palma de Maiorca.
Estou de férias, ponto.
Por isso mesmo, limito-me a desligar todas as fichas da tomada e a usufruir do meu salário, deglutindo avidamente caipirinhas ao pôr do sol, mordiscando bolinhas de Berlim num areal extenso e, é claro, mergulhando, tal como faço neste preciso instante, numa piscina azul turquesa.
Ao meu redor uma volumosa família inglesa, dois ou três casais namoriscando e mais uns quantos diabretes chapinhando na água. Mas eu quero apenas sentir a líquida transparência cobrir-me a pele.
Flutuo com os olhos colados ao céu infinitamente azul, aspergindo as narinas com o odor dos pinheiros mansos que nos cercam. Ah, se isto é vida!! Quero lá saber dos tostõezinhos contados, da prestação da casa, do carro avariado no mecânico.
Estico os braços e flutuo como se fosse um nenúfar aspirando o sol.
Decido, contudo, dar um mergulho prolongado, sorvendo o céu projetado no fundo. Coloco os óculos, contenho a respiração e afundo-me na líquida dimensão. A plenitude deste momento é tão esmagadora, logo me transfigurando numa ágil sereiazinha que afugenta os seus maciços setenta quilos.
Neste instante sou, apenas, a nadadora profissional de um musical de Hollywood. Ergo-me na superfície para rodopiar um bailado intrincado, projeto esguichos artísticos que desenham o arco-íris na superfície e volto a mergulhar até ao outro extremo da piscina. Serpenteio, submersa na tranquila liquidez, acelero e desacelero como se tivesse barbatanas. Aqui sinto-me plena e de uma leveza subtil.
Entretanto, vislumbro algo, pelo cantinho do olho, no mosaico luminoso da piscina. Bem lá no fundo. Eu podia ser, neste preciso momento, um mergulhador no mar das Caraíbas, descobrindo um tesouro.
Bato os pés celeremente, aproximando-se mais e mais do objeto estático que jaz no fundo da piscina. Caramba, devia ter posto as lentes de contacto, a minha miopia limita-me o meu raio de visão na mesma proporção que espicaça o meu imaginário.
Contenho a respiração um pouco mais e acerco-me para desvendar o segredo. Uma inesperada revelação faz-me disparar para a superfície como se fosse impulsionada por um foguetão.
Minha Santa Bárbara de Arronche!!! São Dionísio da Arruela!! Nossa Senhora da Agonia!! Poderei ter visto bem? Não me enganei no que percepcionei com os meus olhos míopes? Minha nossa senhora, eu engoli, pelo menos, três pirolitos desta água enquanto nadava. Por favor, alguém me diga que não é possível, que vi mal…
Olho em redor completamente em pânico.
“Pára. Flutua. Respira. Tu respira e pondera com calma.” Recupero o fôlego e decido que só me posso ter equivocado. Foi isso.
Voltemos a descer e observemos com maior tranquilidade. Aproximo-me discretamente, posicionando-me exatamente por cima do objeto. Depois, inspirando uma golfada de ar e de coragem, nado a pique até à proximidade máxima que me é possível, de modo a proceder à mais hedionda averiguação de que tenho memória. É impossível assumir agora qualquer confusão. Um robusto cilindro pontiagudo, denso e cerrado, jaz prostrado ante os meus olhos. Pior, confirmo que não está sozinho, mas tem mais dois amigos, menores, é um facto, nas imediações. E, definitivamente, não se trata de três ou quatro calhaus, mas de magníficos exemplares de fezes humanas, fibrosas e maciças.
Ejeto-me a toda a brida, com uma vontade inusitada de vomitar na borda da piscina.
São Miguel da Acha, rezai por mim. Dai-me forças, ânimo e redobrado fôlego.
Fujo numa corridinha veloz para o chuveiro mais perto, esfregando-me como se não houvesse amanhã. Todo o nojo a escorrer-me corpo abaixo e só me ocorre que engoli uns quantos pirolitos durante a minha exibição natatória.
Sorvo a água toda do duche com fúria e vou observando os desgraçados que me rodeiam. Uma daquelas bestas é o criminoso que conspurcou o paraíso.
Em breves instantes as minhas passadas nervosas levam-me dali para fora. Está um calor de morte e a piscina irá ficar miseravelmente fechada.
Assim, subitamente, se estragam umas belas férias e perdura uma inusitada memória indesejada.
Ai vida dura esta em que tenho de me contentar com um reles ar condicionado…
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Ago 05 2016
Verificou-se um aumento substancial na percentagem de alunos que reprovou na 2.º fase a Português, 52%, no ano passado, essa percentagem ficou-se pelos 36%, segundo a informação divulgada pelo ME.
A Matemática registou-se uma redução de alunos que reprovou, 64%, enquanto no ano passado verificaram-se 79% de reprovações.
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Ago 05 2016
Informam-se todos os interessados que, no âmbito da manifestação de preferências, se divulga a lista provisória de colocação. Os candidatos colocados devem comunicar ao Camões, I.P., no prazo de setenta e duas horas, correspondentes aos três primeiros dias úteis a contar do dia de publicitação da lista de colocação, entre as 00h00 de 5 de agosto e as 24h00 de 9 de agosto, a aceitação da colocação para o endereço eletrónico: [email protected]
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Ago 05 2016
Hoje, às 18:00 horas, termina o Pedido de Mobilidade por Doença.
Não se esqueçam de realizar o upload do relatório médico.
O processo só está terminado depois de submetido o pedido, para isso é necessário introduzir a vossa Password.
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Ago 04 2016
Resolução da Assembleia da República n.º 173/2016
Propõe a alteração dos procedimentos do mecanismo de mobilidade por motivo de doença e a conversão da componente letiva em não letiva sem agravamento do horário dos educadores de infância e professores dos ensinos básico e secundário. A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, recomendar ao Governo que:
1 — Agilize os mecanismos de proteção na doença para os docentes do ensino público não superior que não necessitem de se deslocar para outro agrupamento de escolas ou escolas não agrupadas, possibilitados pela entrada em vigor do Despacho n.º 9004 -A/2016, de 13 de julho, da Secretária de Estado Adjunta e da Educação, e pela revogação do Despacho n.º 4773/2015, de 8 de maio, nomeadamente permitindo a conversão da componente letiva em não letiva sem agravamento do horário.
2 — Estabeleça as condições legais para que se possa autorizar a mobilidade por motivos de doença a todos os
docentes que, mediante submissão a junta médica, se comprove sofrerem de doença incapacitante, ainda que tenha já decorrido o prazo previsto para requerer a mobilidade.
3 — Tome as medidas necessárias para que a deslocação dos docentes, resultante do mecanismo de mobilidade por motivo de doença, não implique a ocupação de horários que estão destinados à colocação de docentes através do procedimento de mobilidade interna.
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Ago 04 2016
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Ago 04 2016
Foi publicado, hoje, em Diário da República…
Resolução da Assembleia da República n.º 172/2016
Reforça a proteção aos docentes na doença
A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, recomendar ao Governo que estude a forma legal que permita definir um regime aplicável aos portadores de doença incapacitante, que preveja a possibilidade de o docente nesta situação beneficiar de redução da componente letiva do horário de trabalho ou desempenhar atividade não docente que lhe for indicada pelo órgão de direção do respetivo estabelecimento de educação ou ensino, de acordo com as condições assinaladas pela junta médica e em conformidade com as suas capacidades e habilitações profissionais, independentemente de ter recorrido ou não à mobilidade por doença.
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Ago 04 2016
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Ago 03 2016
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Ago 03 2016
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/08/Propostas_Fenprof_OE2017.pdf”]
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