Prazo de apresentação de candidaturas ao Concurso Interno de Afetação de 3 a 7 de julho.
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Jul 04 2017
Prazo de apresentação de candidaturas ao Concurso Interno de Afetação de 3 a 7 de julho.
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Jul 04 2017
Já vi isto acontecer há uns anos… São as interpretações que se dão à legislação quando está escrita de forma pouco clara ou de modo a levantar duvidas. É claro que em caso de duvida se beneficia o aluno. Mas será que beneficia?
Em causa estão as “passagens” em anos não terminais de ciclo. Há alunos a transitar com um número de classificações negativas muito elevado. Nada disto seria estranho se o sistema de ensino estivesse devidamente preparado para no ano seguinte colmatar as “falhas” diagnosticadas. Mas não será isso que o “programa contra o insucesso” deve fazer?
Escolas estão a passar alunos com quatro e cinco negativas
Escolas a passarem alunos com quatro ou cinco negativas e escolas que estão a fazer pressão junto dos professores para que subam notas negativas dos alunos de forma a que estes se inscrevam no ano seguinte sem ficarem com disciplinas por fazer. A denúncia foi feita, segundo avançou o jornal de I na edição desta terça-feira, por vários diretores e professores a norte e sul do país. Em causa um conjunto de orientações dadas pelo ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, que admite o chumbo apenas como “medida excecional” no 2º, 3º, 5º, 7º, 8º, 10º e 11º ano. Porém, no Parlamento, o ministro e secretário de Estado já garantiram que essa não é a interpretação correta do despacho normativo 1-F/ 2016.
Escolas estão a passar alunos com quatro e cinco negativas
Escolas seguem orientações da tutela e há alunos a passar de ano tendo negativa a metade das disciplinas. Há diretores a fazer pressão sobre os professores para subirem as notas nos conselhos de turma, reuniões de avaliação
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Jul 04 2017

(Clicar na imagem para aceder ao artigo)
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Jul 03 2017
O Agrupamento de Escolas de Mangualde é sede do Ensino Secundário Recorrente à Distância – ESR@D, regulado pela Portaria nº 254/2016
Pede-se aos colegas professores que divulguem esta oferta de formação, direcionada para adultos e jovens maiores de 18 anos, que queiram completar o Ensino Secundário e não tenham condições para um regime presencial.
As inscrições para frequência dos 10.º e 11.º anos estão abertas.
Os interessados poderão obter mais informações na nossa página do Facebook (https://www.facebook.com/esradesfa/) ou diretamente no sítio das Escolas de Mangualde (www.escolasdemangualde.pt)
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Jul 03 2017
A portaria 172/2017, de 30 de Junho, determina quais os docentes que podem efectuar o pedido de permuta.
A condição para ser pedida a permuta é a seguinte:
Assim, a primeira condição para poderem pedir uma permuta é serem candidatos à Mobilidade Interna. Quanto a encontrarem um permutante para efectuar a permuta mais tarde coloco on-line o site das permutas que já esteve no blogue em 2015, de forma a encontrarem com mais facilidade alguém que queira fazer essa troca.
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Jul 03 2017
Mais de 282 mil estudantes do 1.º ciclo tiveram, ao longo deste ano lectivo, actividades de enriquecimento curricular (AEC) nas suas escolas. A oferta educativa complementar criada em 2006 está generalizada a quase toda a rede de ensino nacional e chega a 99,7% das escolas. A excepção são nove estabelecimentos de ensino. O Ministério da Educação não revela quais são.
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Jul 02 2017
A informação é do Alexandre Henriques no artigo seguinte.
Já tinha abordado este assunto aqui e realmente o que deve acontecer com a consideração dos intervalos na componente lectiva dos docentes é ser necessário um reajustamento da Matriz do 3º e do 4º ano.
Se para o 1º e 2º ano a componente curricular mínima dos alunos pode ser de 22,5 horas já nos 3º e 4º anos com o inglês obrigatório a fazer parte do currículo algum ajuste terá de ser feito.
Num comentário do artigo do Alexandre, o António Castel-Branco dá a entender que será retirado o Apoio ao Estudo e a Oferta Complementar da matriz do 3º e 4º ano para que o Inglês passe a ocupar o tempo deixado livre por essa eliminação.
É importante que tudo isto seja clarificado o quanto antes porque a preparação do ano lectivo 2017/2018 precisa de ocorrer o quanto antes.
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Jul 01 2017
Com a consideração dos intervalos na componente lectiva dos docentes do 1º Ciclo passa a surgir um vazio de meia hora no horário normal de funcionamento de um estabelecimento de ensino do 1º Ciclo que vai das 9:00 às 17:30.
A Portaria n.º 644-A/2015, de 24 de Agosto diz no nº4 do artigo 2º.
Sendo a escola obrigada a estar “aberta” (não necessariamente em actividade lectiva) até às 17:30 e por um período de 8 horas o que poderá acontecer é o seguinte:
Esta última solução parece-me a mais lógica tendo em conta o número de horas que os alunos do 1º Ciclo passam na escola.
Contudo diz o número seguinte da circular conjunta do DOAL
Tendo em conta os dois impedimentos (encerramento antes das 17:30, não pagamento de horas extraordinárias e não contratação) a opção que existe é seguir um dos dois caminhos absurdos.
E quando leio recomendações da DGE para que em 2017/2018 haja “aumento do tempo de recreio necessário para a brincadeira livre das crianças“, o que me parece é que o objectivo é dar aquelas duas horas de almoço às crianças do 1º ciclo e manter o mesmo tempo de permanências das crianças na escola.
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Jul 01 2017
Os “heróis” que tantas vezes são desrespeitados por quem os devia enaltecer…
O Presidente da República reagiu esta sexta-feira às estimativas do FMI para a economia portuguesa. Marcelo Rebelo de Sousa, num discurso na entrega do prémio Ciência na Escola, em Coimbra, destacou a importância dos alunos e dos professores no desempenho do país.
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Jun 30 2017
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Jun 30 2017
Não esclarece se a autonomia das escolas pode encerrar o estabelecimento do primeiro ciclo às 17:00.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2017/06/Circular_OAL_junho_2017.pdf”]
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Jun 30 2017
Por solicitação de um grupo de docentes e investigadores ligados ao SPES – Sindicato dos Professores do Ensino Superior, o qual faz parte da nossa Federação Portuguesa de Professores – FPP, pedimos a divulgação da informação em anexo que pode interessar aos leitores do blogue.
Com os cumprimentos do
José Oliveira
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2017/06/Docentes-e-Investigadores.pdf”]
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Jun 30 2017
Foi publicada hoje a portaria 172/2017 que define as condições em que pode ser autorizado o recurso à permuta, prevista no Estatuto da Carreira Docente, pelos docentes de carreira.
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Jun 30 2017
Importa assim que, entre outros aspetos, se salvaguarde na planificação das AEC para o ano de 2017/18:
– o tempo de recreio necessário para a brincadeira livre das crianças;
– o caráter lúdico das atividades, que devem orientar-se para o desenvolvimento da criatividade e das expressões;
– a utilização de espaços, materiais, contextos e outros recursos educativos diversificados, na comunidade, evitando-se a permanência em sala de aula;
– a eliminação do agendamento de trabalhos de casa;
– o enquadramento e apoios necessários para que todos os alunos possam participar nas atividades, independentemente das suas capacidades ou condições de saúde;
– a garantia de que todas as componentes do 1º ciclo são abordadas pelo docente da turma, em período curricular;
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Jun 29 2017
No primeiro dia do ano letivo, 13 de setembro, Dia ProSucesso, em todos os estabelecimentos de ensino deverão ser calendarizadas e desenvolvidas atividades com alunos, docentes, pais e demais intervenientes da comunidade educativa, que permitam uma ampla divulgação do Plano Integrado de Promoção do Sucesso Escolar, a mobilização de todos e o compromisso com os objetivos e as iniciativas do Plano de cada unidade orgânica.
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Jun 29 2017
FENPROF entrega amanhã na IGEC lista de escolas que violaram Acórdão sobre serviços mínimos
A FENPROF entrega amanhã (dia 29 de junho), na Inspeção-Geral de Educação e Ciência (IGEC), uma relação de escolas que violaram o Acórdão sobre serviços mínimos, emitido pelo Colégio Arbitral, com vista a assegurar exames e provas de aferição previstos para 21 de junho, dia de greve nacional dos professores. Esta ação segue-se à que já teve lugar junto da Procuradoria-Geral da República.São escolas que, apesar da clareza do Acórdão emitido, decidiram agir à margem do mesmo, contrariando-o e convocando todos os professores ou um número inusitado e desproporcional de docentes para o serviço em causa. Outras houve em que, apesar de não constarem do número fixado para os serviços mínimos, docentes em greve – designadamente, suplentes / substitutos – estão a ser ameaçados com falta injustificada, sendo, mesmo, convidados a apresentarem atestado médico (obviamente, falso), para não terem esse problema. Esta solução foi, aliás, sugerida pelo Júri Nacional de Exames, em ofício enviado a uma escola e que será também alvo de queixa junto da IGEC e PGR.A entrega da queixa na IGEC (Avenida 24 de Julho, 136, em Lisboa) terá lugar amanhã, quinta-feira, dia 29 de junho, pelas 11 horas, estando presentes, entre outros dirigentes da FENPROF, o seu Secretário-Geral.O Secretariado NacionalA FENPROF entrega amanhã (dia 29 de junho), na Inspeção-Geral de Educação e Ciência (IGEC), uma relação de escolas que violaram o Acórdão sobre serviços mínimos, emitido pelo Colégio Arbitral, que pretendia assegurar exames e provas de aferição previstos para 21 de junho, dia de greve nacional dos professores. Esta ação segue-se à que já teve lugar junto da Procuradoria-Geral da República.
São escolas que, apesar da clareza do Acórdão emitido, decidiram agir à margem do mesmo, contrariando-o e convocando todos os professores ou um número inusitado e desproporcional de docentes para o serviço em causa. Outras houve em que, apesar de não constarem do número fixado para os serviços mínimos, docentes em greve – designadamente, suplentes / substitutos – estão a ser ameaçados com falta injustificada, sendo, mesmo, convidados a apresentarem atestado médico (obviamente, falso), para não terem esse problema. Esta solução foi, aliás, sugerida pelo Júri Nacional de Exames, em ofício enviado a uma escola e que será também alvo de queixa junto da IGEC e PGR.
A entrega da queixa na IGEC (Avenida 24 de Julho, 136, em Lisboa) terá lugar amanhã, quinta-feira, dia 29 de junho, pelas 11 horas, estando presentes, entre outros dirigentes da FENPROF, o seu Secretário-Geral.
O Secretariado Nacional
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Jun 28 2017
Se houve beneficiados, como pode o sr. ministro saber quem são?
Como pode identificar todos os beneficiados?
Não estaremos a querer tapar o Sol com a peneira?
Com ou sem fuga de informação, exame de Português não vai ser anulado
“Se alguém saiu beneficiado, sofrerá as consequências previstas no regulamento”, declarou o ministro na Maia.
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Jun 28 2017
Era previsível o esvaziamento do impacto da greve dos professores, uma greve que poucos queriam. Os sindicatos não obtiveram nada do que desejavam, a saber: regime especial de aposentação, retoma da progressão na carreira a partir de Janeiro de 2018, clarificação dos horários de trabalho, novas vias de vinculação e alteração do modelo de gestão das escolas. Mas ficaram a perceber o que nunca terão. E talvez tenham percebido que petições, desfiles, cordões humanos, concentrações, postais e autocolantes na lapela não resolvem problemas.Com a tarimba que levam de sindicalismo militante, Mário Nogueira e João Dias da Silva não sabiam que a recuperação de algumas migalhas, do muito que os professores perderam numa década de congelamento, é decisão do ministro Centeno, que não do ajudante Tiago? Ou perceberam agora, finalmente, que tomar um imberbe, que nunca escreveu uma linha sobre Educação, para ministro, por mais inteligente que fosse, significou, desde o início, que António Costa queria para o sector irrelevância e domesticação política?A ética mínima ficou na lama com esta greve. Atropelando o direito à greve dos professores, Passos e Crato enxertaram na lei os serviços mínimos em tempo de exames. O PS e as forças políticas que agora sustentam o Governo revoltaram-se na altura. Mas, sem incómodo de maior, viram agora ser usada essa lei para fazer o que antes censuraram. Julgamentos e cirurgias sofrem adiamentos quando há greves na Justiça ou na Saúde. Mas um exame do 11º ano mais a brincadeira de uma prova de aferição são necessidades sociais impreteríveis. Em Janeiro de 2016, Tiago Brandão Rodrigues disse ao Diário de Notícias que o modelo de exames era “errado e nocivo”. Que alguém tenha a caridade de lhe explicar que não pode dar lições sobre a maldade dos exames e depois decretar serviços mínimos para os garantir. Ainda a propósito da greve, uma palavra sobre a falta de união no seio dos professores. As políticas seguidas por Maria de Lurdes Rodrigues e Nuno Crato provocaram-lhes desânimo e saturação. Mas não explicam o clima de divisão em que vivem.A disputa entre professores, quer consideremos a substância, quer consideremos a forma, não serve a classe, porque a desagrega e lhe diminui a credibilidade aos olhos da sociedade. São professores do secundário que depreciam os colegas do pré-escolar e do 1º ciclo, são professores do público que se opõem aos do privado e vice-versa, são lutas menores entre grupos disciplinares, rivalidades entre os que pertencem aos quadros e os que almejam lá entrar e directores que esquecem facilmente que também são professores.A Educação, enquanto área de actividade profissional, está sob as mais complexas e díspares influências. Do ponto de vista científico são múltiplas as ciências que a servem. Do ponto de vista social e político são muitas as pressões que a moldam e a tornam objecto de conflitos. Mas só a ausência de senso e ponderação da classe faz com que se torne publicamente tão evidente, por vezes de modo deprimente, o que separa os professores.Posto isto, não somemos à disputa que analisei a disputa, sem sentido, entre professores e outros cidadãos, que a greve também trouxe à colação. Porque os professores precisam da ajuda de todos para educarem os filhos de todos.É frequente ouvirmos afirmar que o futuro depende dos nossos jovens. Mas quem o diz esquece, com igual frequência, que são os professores que os preparam e que a sociedade lhes deve, por isso, um reconhecimento que tem diminuído nos últimos tempos. E tenhamos presente que, desde que a arrogância contabilística substituiu a política competente, milhares de professores, cúmplices solidários da construção dos projectos de vida de centenas de milhares de alunos, estão, eles próprios, impedidos de construir os seus projectos de vida familiar.In “Público” de 28.6.17
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Jun 28 2017
Encontra-se disponível a Circular B17066364W sobre o recurso à contratação de docentes com cursos reconhecidos como habilitação própria pelos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo.
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Jun 27 2017
A Sociedade Portuguesa de Matemática considera que a prova final de Matemática do 3.º Ciclo do Ensino Básico que hoje se realizou está em conformidade com os conteúdos do Programa e Metas estabelecidas, não contém erros científicos, tem uma estrutura análoga à prova do ano anterior e tem uma duração adequada.
O nível da prova é bastante acessível. A grande maioria dos itens é de resolução imediata e complexidade reduzida. Várias questões beneficiariam de ter um enunciado com grau de complexidade não tão elementar. Concretamente:
A prova não contém qualquer questão que permita destacar o trabalho dos alunos mais empenhados, distinguindo especificamente alunos de nível 5.
De um ponto de vista formal alguns itens, como por exemplo o 4, estão enunciados de forma demasiado palavrosa e fornecendo pormenores irrelevantes, o que pode funcionar como elemento de distração.
É de salientar ainda a existência de questões tradicionalmente consideradas complexas, como a 15 e 18, que muito beneficiam com a abordagem dos Novos Programas e Metas.
A SPM lamenta verificar que, nos critérios de correção publicados pelo IAVE, no item 14 seja atribuída 75% da cotação a uma resposta integralmente errada.
Em conclusão, a SPM considera que esta prova é mais simples do que a do ano anterior, ficando assim com um nível aquém do grau de exigência adequado ao final da escolaridade básica.
O Gabinete do Ensino Básico e Secundário da Sociedade Portuguesa de Matemática
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Jun 27 2017
3.º Ciclo do Ensino Básico
Ensino Secundário
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Jun 27 2017
Atribuição de verba às escolas e agrupamentos de escolas destinada à aquisição dos manuais escolares no ano letivo 2017/18.
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Jun 26 2017
Não sei o que se passa a nível geral mas nesta fase de devolução dos manuais escolares do 1º ano acontece de tudo um pouco.
E claro que foi criada mais uma plataforma para dar conta de tudo isto.
Mas pior é que para o ano muitos alunos que entrarem no 1º ano vão ter manuais com as respostas apagadas mas com as respostas visíveis, outros com as respostas apagadas e as correcções feitas a caneta e outros com os livros novos.
Nem imagino como vai ser a entrega destes manuais reciclados aos alunos do 1º ano. Muitos pais vão ver as condições dos manuais e vão preferir pagá-los do seu bolso.
E se calhar é mesmo isso que o ME pretende.
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Jun 26 2017
Ensino Secundário
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Jun 26 2017
Por esta medida eu vou esperar deitado, porque já estou farto de estar sentado…
Onde é que eu já ouvi/li isto? Sei que foi por aí… só não sei onde…
Espero, sinceramente, que seja desta… mas seja como for, é só para o final do próximo ano letivo…
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Jun 26 2017
E é já no próximo ano… É uma das muitas medidas que está prevista no SIMPLEX + 2017.
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Jun 26 2017
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Jun 26 2017
Procede à primeira alteração da Portaria n.º 1191/2010, de 19 de novembro, que manteve as estruturas de coordenação constituídas pela Portaria n.º 1396/2006, de 14 de dezembro, constituiu outras estruturas de coordenação do ensino português no estrangeiro, e passou a prever a competência do presidente do Camões, Instituto da Cooperação e da Língua, I. P., para designar adjuntos de coordenação do ensino português no estrangeiro.
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Jun 26 2017
A insatisfação é geral…
“Dou ‘não satisfaz’ ao ministro da Educação e ao Governo”
Que nota dá às condições dos professores para exercer?
Não satisfaz.
E ao currículo escolar?
Não satisfaz
Ao comportamento dos alunos?
É muito difícil fazer uma generalização. Não quero fazer uma apreciação global porque seria injusto.
Ao ministro Tiago Brandão Rodrigues?
Não satisfaz.
Ao Governo?
Não satisfaz.
Ao Presidente da República?
Satisfaz.
Bom, parece que no próximo ano letivo haverá repetentes…
Têm que fazer provas de recuperação, devem estudar mais um pouco, fazer mais exercícios e, sobretudo, devem estar mais atentos à sua volta para poderem tomar boas decisões tomando em conta as necessidades concretas das outras pessoas.
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Jun 25 2017
Mensagem de um grupo de professores da disciplina que me chegou para divulgação.
Será mais fácil procurar o que o aluno sabe ou não de FQ, como se devia, ou procurar oportunidades de o aluno se enganar?!
Temos dúvidas… aliás, no exame também as temos , apesar de termos colocado tudo o que seria de esperar nos critérios… mas não ficamos nem felizes nem descansados … porque se fossemos alunos, e percebêssemos um pouco de Física, teríamos tido muitas dúvidas nalgumas situações.
Lembramo-nos de outros tempos, da Física e da Química de 12º ano, onde era natural olhar para uma prova e esperar bons resultados… lembramo-nos que o foco era saber a Física ou a Química, ainda que tivéssemos maior dificuldade de cálculo, mas de forma honesta e espetável… e agora?!
Talvez devamos dar os parabéns, pela nota “artística” ao exame, pela maior complexidade de situações, por terem conseguido inovar nas questões… se bem que ninguém nos avisou, nem aos alunos, que inovação e nota “artística” estavam nas metas, como prioridade.
Vamos aguardar os resultados desta fase, “adequados” ao exame “adequado” segundo a SPF e SPQ.
Entretanto, também acharíamos “adequado” que os todos nós que ensinamos FQ e aqueles que decidem a avaliação de FQ se colocassem mais no lugar dos alunos e tentassem perceber que se tudo foi assim tão “adequado” o porquê de tanta tristeza à saída do exame, mesmo nalgumas das escolas com resultados historicamente elevados na nossa disciplina?!
Vamos aguardar, ainda que tristes por trabalhar tantas horas com tantos alunos que efetivamente se esforçam e que foram apanhados pela nota “artística” e inovação”… já para não falar na formulação de itens que ardilosamente tão bem induz os alunos em erro… penso que Saramago estará feliz porque o ensino de LP está a ser bem defendido, mesmo num exame de FQ, como aliás é essencial… ou seria a Física e a Química?! Talvez escolhamos hoje ler o Cesário para buscar algum conforto.
Ass: Os professores
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Jun 25 2017
Esta notícia recorda-me os tempos da governação de Sócrates onde alguns docentes com doenças graves e terminais foram obrigados a regressar à sala de aula, tendo num ou noutro caso falecido em funções na escola.
E foi a partir dessa altura que foram constituídas as juntas médicas de recurso.
Com o avançar da idade média dos docentes em funções nas escolas mais casos destes podem surgir no futuro.
A sociedade tem de compreender o enorme desgaste da profissão docente e encontrar uma solução para que a partir dos 60 anos os docentes tenham um tratamento especial. Seja com um regime especial de aposentações, ou com um regime misto de trabalho a tempo parcial com uma aposentação parcial.
Actualmente já existem bastantes escolas do pré-escolar e 1º ciclo onde não existem educadores/professores com menos de 60 anos de idade. E cada vez mais grupos disciplinares com uma média de idades superior aos 60 anos de idade no ensino básico e secundário. E a cada ano que passa esta situação agrava-se mais.
Só tem mesmo vontade de trabalhar depois dos 60 anos quem não passa diariamente por uma sala de aula.
Caixa Geral de Aposentações entendeu que a docente não está “absoluta e permanentemente incapaz” para trabalhar. Não consegue fazer as grelhas de avaliação, trocou manuais escolares e a matérias a leccionar. Último relatório médico fala em “demência”. Caso está em tribunal.
Soube que tinha a doença de Alzheimer em 2014, mas no ano seguinte a junta médica nomeada pela Caixa Geral de Aposentações (CGA) não a considerou “absoluta e permanentemente incapaz para o exercício das suas funções”. O pedido de aposentação da professora do ensino secundário foi indeferido a 26 de Outubro de 2015.
A decisão dos três médicos que constituíam a junta médica, com as especialidades em medicina geral e familiar, ortopedia e medicina legal, teria como consequência o regresso da docente ao trabalho ou a perda do vencimento caso tal não acontecesse. A professora não aceitou a decisão e o seu caso está desde então a aguardar decisão entre os corredores da justiça.
O processo seguiu para o Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Coimbra, primeiro com uma providência cautelar para suspender o efeito da deliberação da CGA, depois com uma acção principal, que ainda decorre. A providência foi ganha pela docente, pelo que a professora mantém o salário até que o processo principal chegue a uma conclusão.
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